Inibidores de corrosão
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- Isaac Bennert da Cunha
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1 ANÁLISE Inibidores de corrosão Figura 1 - É comum a introdução de inibidores da corrosão em substâncias químicas acumuladas em tanques, inclusive óleos e combustíveis. Marcelo Schultz Estas substâncias são utilizadas na área industrial, no interior de tanques, torres de resfriamento etc, e fazem parte do arsenal vitorioso de combate à corrosão. Inibidores são substâncias que, uma vez adicionadas no ambiente que envolve o aço, diminuem a velocidade com que este metal é corroído. Sua adição, em pequenas quantidades, particularmente em tanques metálicos industriais, é quase uma rotina. Assim, tanques contendo ácidos, águas de resfria- mento, vapor e todos aqueles ambientes extremamente corrosivos, devem receber uma colherzinha freqüente de inibidor para desarmar/neutralisar o campo minado da corrosão do aço. Na indústria do petróleo e química, o aço é geralmente uniformemente corroído, geralmente dentro de tanques que armazenam líquidos ácidos, muito alcalinos ou neutros. A introdução de inibidores da corrosão nos líquidos armazenados promove uma atuação plena sobre a superfície do aço, seja nas regiões catódicas ou anódicas, com eficiência de 95 a 99%, utilizando-se concentrações da ordem e 10 3 a 10 2 mol/litro. 12 Figura 2 - A preservação das estruturas de aço internas, RECUPERAR que compôem Março / Abril tanques 2004 e reservatórios, é feita com inibidores adicionados ao material estocado.
2 INIBIDORES INDUSTRIAIS (0XX21) Fax consulta nº 09
3 Esquema de trabalho Como atuam estas substâncias? É complicado, pois podem atuar de uma maneira específica ou através de vários mecanismos ao mesmo tempo. Literalmente, podemos classificá-los em lixeiras e guardas. É isso mesmo. O quadro ao lado dá uma idéia do seu esquema de atuação. Os inibidores da interface aço-material Estes inibidores, que formam barreira ou filme sobre a superfície do aço (interface aço-material), existem na forma líquida e vapor. Figura 3 - Classificação dos inibidores. Os inibidores de fase líqüida (IFL) a) adsorção de inibidores carregados negativamente na superfície do aço, carregada positivamente. b) inibidor carregado positivamente não interage com a superfície do aço carregada positivamente. c) adsorção simultânea de inibidores carregados positivamente e de íons carregados negativamente sobre a superfície positiva do aço. Figura 4 - Atuação dos inibidores mixtos adicionados às soluções no interior de tanques, para proteger a superfície do aço. Estes inibidores líquidos são tendenciosos. Uns desenvolvem reações eletroquímicas anódicas, outros catódicas e outro tipo promove reações eletroquímicas mixtas. Os inibidores anódicos são usados quando o meio tem ph quase neutro, geralmente provocando a deposição de produtos da corrosão sobre as superfícies anódicas do aço. Desta forma, desembestam a bloquear as regiões anódicas, estabelecendo, na marra, um estado de passivação que inibe a formação de uma corrosão mais séria. Sua atuação está caracterizada pela figura 5. Os inibidores catódicos atuam, como era de se esperar, nas áreas catódicas que ali- EQUIPAMENTOS PARA CONTROLE DE QUALIDADE Fax consulta nº 10 14
4 Curva típica de corrosão do aço onde visualiza-se que o encontro das curvas (A) está situado sobre o trecho crítico de dissolução ativa da curva anódica, evidenciando um estado crescente de corrosão do aço. Não há presença de inibidores. Nesta situação, identificase o ponto (B) de interseção das duas curvas, significando que introduziu-se uma determinada concentração de inibidores ainda não suficientes para interromper totalmente a corrosão. Aumentado-se a concentração do inibidor anódico, fica caracterizado, através do ponto (C), do encontro das duas curvas, a rápida transição do aço para o estado de totalmente passivo ou sem corrosão. Figura 5 - Os inibidores anódicos com ação. mentam a corrosão. Quer dizer, tanto podem diminuir a velocidade da reação de redução como, literalmente, precipitaremse sobre esta região e bloquearem reações. Nesta situação, com a interferência da ação dos inibidores catódicos também não há um afetamento da curva anódica do aço. Repare que a curva catódica sofre um giro da direita para a esquerda. O encontro das duas curvas em A identifica um estado crescente da corrosão. Figura 6 - Os inibidores catódicos em ação. Repare que a introdução de uma determinada concentração de inibidor catódico afetou a situação anteriormente existente. O estado de corrosão, evidenciado pelo ponto A, sofreu um retrocesso, ou seja, a velocidade da corrosão diminuiu, quase zerando. Na figura abaixo, visualiza-se, graficamente, a interferência da ação da concentração do inibidor anódico sobre a corrente de corrosão. Repare que a curva catódica (amarela) sofre um giro da esquerda para a direita. A curva anódica (azul) não se altera. Fax consulta nº 11 15
5 Tanques e tubulações protegidos por fora. Por dentro, é fundamental a ação do inibidor. Em tanques de óleos também há a ação dos inibidores. Dentre os inibidores catódicos estão biocidas específicos para atuarem onde há a temida corrosão induzida por microorganismos ou bactérias (CIM), freqüente em refinarias, em estações de tratamento de águas e esgotos e na indústria do papel. Um dos fatores principais, a bactéria redutora de GLOSSÁRIO Adsorção física ou eletrostática é o resultado da atuação eletrostática entre o inibidor e a superfície do aço. É facilmente removida. Quimisorção lenta adsorção química, quase irreversível, em função da temperatura do sistema, ocorrendo uma divisão ou transferência de cargas entre as moléculas do inibidor e a superfície do aço. Os inibidores que atuam por adsorção química são os mais eficientes. sulfatos (BRs), converte a água em uma solução extremamente corrosiva, devido a conversão de sulfatos em sulfetos. Biocidas são substâncias que, adicionadas ao sistema, promovem a morte ou o controle dos microorganismos. O primeiro passo é saber qual ou quais bactérias estão lá dentro. Os inibidores mixtos, contudo, respondem por 80% dos inibidores empregados industrialmente. Sua atuação tem um leque de três opções. Podem atuar fisicamente, impondo uma adsorção superficial, quimicamente obrigando uma quimisorção, e, finalmente, tapando a superfície com a formação de filmes ou barreiras. BIOCORROSÃO Fax consulta nº 12 16
6 Água salgada não gosta de estaca de concreto armadoprotendido. Não force a barra. Ponha uma jaqueta nela. Tudo muda Estacas e JAQUETA G. Feitos um para o outro. JAQUETA G (0XX21) Fax consulta nº 13
7 iônicas. Um exemplo são os cromatos, recentemente proibidos em todo o mundo. A eficiência dos inibidores (P) pode ser checada através de uma fórmula muito simples. P = (V 0 V/V 0 ) x 100 V 0 é a velocidade da corrosão sem inibidores. V é a velocidade da corrosão com a introdução de inibidor. consulta nº 14 A ação dos inibidores no interior de tanques só é efetiva através do controle de sua concentração e atividade. Para ter mais informações sobre Corrosão. Os inibidores de fase vapor (IFV) São utilizados em tanques industriais fechados. Lança-se o produto por spray ou na forma de sachê no espaço entre o nível do líquido e a tampa do tanque. Uma vez disperso naquele ambiente confinado, atua sobre as paredes e o teto do tanque, inibindo a corrosão, devido ao estabelecimento de uma pressão de vapor que neutraliza a umidade interna, adsorve e forma filme. A atuação dos inibidores Já se percebeu que o sacode que os inibidores promovem, uma vez lançados num sistema de modo a prevenir a corrosão, também têm efeitos negativos. Claro, se vamos adicionar um material, seja líquido ou vapor, num tanque metálico, poderemos ter efeitos adversos no material estocado. O manuseio deste tipo de produto requer cuidados, pois na maioria das vezes trata-se de substâncias REFERÊNCIAS Marcelo Shultz é engenheiro elétrico, especialista em corrosão. O. L. Riggs. Corrosion Inhibitors. A. Fignani, G. Trabanelli, F. Zurchi. Procedings of 5 th. European Sympsium of Corrosion Inhibitors. V. S. Sastri, Corrosion Inhibitors: Principles and applications. Uhlig s Corrosion Handbook, R. Winston Revie. O SME-CII Plus é indicado para medições de espessura em bases ferrosas e não ferrosas, de modo não destrutivo. SENSORES (0XX21) Fax consulta nº 15 MEDIDOR DE ESPESSURAS Fax consulta nº 16 18
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