Caminho dos Dados e Atrasos
|
|
|
- Vitória Figueira Camelo
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Caminho dos Dados e Atrasos Arquiteturas para Alto Desmpenho Prof. [email protected] Sala 110 Prédio da Computação
2 Pipeline MIPS O MIPS utiliza um pipeline com profundidade 5, porém com uma divisão de fases diferente da tradicional: RI, DI, OO, EX, AR. Fases do pipeline MIPS: IF: Instruction Fetch carregamento de instrução ID/RF: Decodificação de registradores e carregamento de registradores EX: execução MEM: Acesso a memória para acessar dados (load e store) WB: Armazenamento do resultado
3 MIPS: Principais Instruções Adição add R1,R2,R3; R1 = R2 + R3 Subtração sub R1,R2,R3; R1 = R2 R3 Adição de constante (add immediate ) addi R1,R2,100; R1 = R Multiplicação (resultado em 64 bits) mult R2,R3; Hi, Lo = R2 x R3 Divisão (resultado em 64 bits) div R2,R3; Lo = R2 R3, Hi = R2 mod R3 Lo = quotient, Hi = remainder
4 MIPS: Principais Instruções Alterar memória (word) SW R3, 500(R4) Mem[R ] =R3 Ler memória (word) LW R1, 30(R2) R1 = Mem[R2 + 30] Desvio Condicional beq R1,R2,100 if (R1 == R2) go to PC Desvio incondicional (constante) jump j 2500; go to Desvio incondicional (registrador) jr R31; go to R31 Chamada de função (jump and link) jal 2500 R31 = PC + 4; go to 10000
5 Formato de Instruções MIPS
6 Visão do pipeline MIPS com Unidades Funcionais IF ID/RF EX MEM WB
7 Problemas no Pipeline: Dependências Dependência (Conflito) de Recursos Dependência de Dados RAW: Read After Write WAR: Write After Read WAW: Write After Write Dependência de Controle Predição de Desvios, Desvios Retardados
8 Dependência de Dados - RAW Solução: atrasar o pipeline (via SW ou via HW)
9 Implementando o atraso do Pipeline através de Hardware
10 Implementando o atraso do pipeline através de software
11 Dependência RAW ao Carregar dados
12 Dependência RAW no carregamento Obs.: O dado estará disponível ao final de MEM, não ao final de EX como nas Operações R-type
13 Atrasando o pipeline em carregamento de dados Quantos clocks são necessários?
14 Dependências RAW Esses problemas são comuns? Operações R-type: 3 bolhas (stalls) por dependência Logo, 3 unidades funcionais ociosas. Há como evitar a ocorrência da dependência? Há como diminuir a ociosidade?
15 Redução de Penalidade em R-Type: Bypassing
16 Encaminhamento em Carregamentos Seria possível eliminar este atraso?
17 Implementando o Bypassing Necessário mais multiplexadores para receber entrada dos dados Assume-se que durante ID/RF, as gravações são feitas antes das leituras
18 Como controlar o Encaminhamento?
19 Controle de Bypassing Com bypassing (novas opções): Saída da EX, Saída da DM (memória) e Saída da DM (EX) Perguntas: 1) Porque não saída de WB? 2) Porque buscar valor calculado em EX na Saída de DM?
20 Resumo: Soluções para os Problemas no Pipeline Dependência (Conflito) de Recursos Tabela de Recursos, Multiplicação mais HW Dependência de Dados RAW: Read After Write Encaminhamento de dados (bypassing) Auxílio dos compiladores WAW, WAR Dependência de Controle?
21 O atraso do pipeline em Desvios Condicionais - Como diminuir o atraso?
22 Atraso em Desvios Condicionais
23 Diminuindo para um ciclo de atraso Seria possível eliminar o atraso em desvios?
24 Dependência de Controle- Predição de desvios Consiste em adivinhar o resultado da condição de desvio e proceder como se a adivinhação estivesse correta. Estado da CPU não pode ser afetado se houver erro na predição Predição de desvios é muito boa para o desempenho quando há boas taxas de acerto de predição; em muitos casos isto é possível: Exemplos: Teste de fim de laço sempre dá falso, exceto no final; Procuras falham em todas as iterações, exceto possivelmente na última. Geralmente utilizado em processadores superescalares, iremos detalhar tal técnica ao tratarmos deste assunto
25 Desvio Retardado Adota-se instruções de desvio que permitem executar uma ou mais instruções subseqüentes antes de desviar. Compiladores com otimizadores devem escolher as instruções a serem colocadas após essas instruções de desvio; elas devem ser efetivamente executadas. Considerando penalidade de um stall (bolha) por desvio, no diagrama abaixo a instrução I5 poderia ser executada depois de I6, antes do resultado da condição WB I1 I2 I3 I4 I5 I6 I19 I20I21 M I1 I2 I3 I4 I5 I6 I19 I20 I21... EX I1 I2 I3 I4 I5 I6 I19 I20 I ID I1 I2 I3 I4 I5 I6 I19 I20 I IF I1 I2 I3 I4 I5 I6 I7 I19 I20 I
26 Desvio Retardado Com I6 substituído por um desvio retardado (I6 )... WB I1 I2 I3 I4 I6' I5 I19 I20 I21... M I1 I2 I3 I4 I6' I5 I19 I20 I EX I1 I2 I3 I4 I6' I5 I19 I20 I ID I1 I2 I3 I4 I6' I5 I19 I20 I IF I1 I2 I3 I4 I6' I5 I19 I20 I
27 Sumário Quais as influências de pipeline em: IC? CPI? Clock? Qual o limite para os melhoramentos em CPI? Impossível ter CPI menor que 1 clock.
28 Sumário 2 Pipeline Traz um excelente ganho de desempenho em potencial Traz grandes novos problemas (dependências estruturais, de controle e de dados) Facilitado por instruções bem comportadas Mesmo tamanho Acesso a memória apenas em load/store Poucos operandos Pipeline não é nada sem Controle!
Explorando o paralelismo entre instruções
Explorando o paralelismo entre instruções Arquiteturas para Alto Desmpenho Prof. [email protected] Sala 110 Prédio da Computação www.comp.ita.br/~pauloac Pipeline Pipeline: Uma idéia natural Linhas de montagem
Predição de Desvios e Processadores Superescalares Especulativos
Predição de Desvios e Processadores Superescalares Especulativos Arquiteturas para Alto Desmpenho Prof. [email protected] Sala 110 Prédio da Computação www.comp.ita.br/~pauloac Tomasulo Especulativo Se os
Arquitetura de Computadores I
Arquitetura de Computadores I Pipeline Edson Moreno [email protected] http://www.inf.pucrs.br/~emoreno Organização do MIPS: pipeline Visão geral do pipeline Analogia com uma Lavanderia doméstica 1
Exemplo: CC1 CC2 CC3 CC4 CC5 CC6 CC7 CC8 CC9 ADD $s0, $t0, $t1 IF ID EX MEM WB SUB $t2, $s0, $t3 IF Stall Stall ID EX MEM WB
2.3 Dependências de dados (Data Hazards) Ocorre quando uma instrução depende do resultado de outra instrução que ainda está no pipeline. Este tipo de dependência é originado na natureza seqüencial do código
Conflitos. Aula 9. 31 de Março de 2005 1
Conflitos Aula 9 31 de Março de 2005 1 Estrutura desta aula Taxonomia dos conflitos Dependências entre instruções Conflitos num pipeline Conflitos estruturais Conflitos de dados Conflitos de controlo Ref:
Arquitetura de Computadores I
Arquitetura de Computadores I Pipeline -- Conflito de dados paradas e adiantamentos -- Conflito de controle detecção de desvios e descarte de instruções -- Edson Moreno [email protected] http://www.inf.pucrs.br/~emoreno
Organização e Arquitetura de Computadores I
Organização e Arquitetura de Computadores I Pipeline Slide 1 Pipeline Pipeline Hazards: Hazards Estruturais Hazards de Dados Hazards de Controle Organização e Arquitetura de Computadores I Caminho de Dados
O Funcionamento do Processador
O Funcionamento do Processador Arquiteturas para Alto Desmpenho Prof. [email protected] Sala 110 Prédio da Computação www.comp.ita.br/~pauloac Os cinco componentes clássicos de um Computador - Controle O
O Funcionamento do Processador
O Funcionamento do Processador Arquiteturas para Alto Desmpenho Prof. [email protected] Sala 110 Prédio da Computação www.comp.ita.br/~pauloac Os cinco componentes clássicos de um Computador - Controle O
Arquitetura de Computadores. Ivan Saraiva Silva
Arquitetura de Computadores MIPS Pipeline Ivan Saraiva Silva Pipeline 4 pessoas (A, B, C, D) possuem sacolas de roupa para lavar, secar e dobrar A B C D Lavar leva 30 minutos Secar leva 40 minutos Dobrar
Organização e Arquitetura de Computadores. Capítulo 13 Paralelismo no nível de instruções
Organização e Arquitetura de Computadores Capítulo 13 Paralelismo no nível de instruções O que é Superescalar? As arquiteturas superescalares são aquelas capazes de buscar, decodificar, executar e terminar
Universidade Federal do Rio de Janeiro Pós-Graduação em Informática IM-NCE/UFRJ. Pipeline. Gabriel P. Silva. Microarquitetura de Alto Desempenho
Universidade Federal do Rio de Janeiro Pós-Graduação em Informática IM-NCE/UFRJ Microarquiteturas de Alto Desempenho Pipeline Gabriel P. Silva Introdução Pipeline é uma técnica de implementação de processadores
Organização e Arquitetura de Computadores I
Organização e Arquitetura de Computadores I Caminho de Dados Slide 1 Sumário Introdução Convenções Lógicas de Projeto Construindo um Caminho de Dados O Controle da ULA Projeto da Unidade de Controle Principal
Arquitetura de Computadores - Processadores Superescalares. por Helcio Wagner da Silva
Arquitetura de Computadores - Processadores Superescalares por Helcio Wagner da Silva Introdução O Pipeline é uma técnica desenvolvida para a melhoria do desempenho frente à execução seqüencial de instruções
Organização e Arquitetura de Computadores I
Organização e Arquitetura de Computadores I Caminho de Dados Slide 1 Sumário Introdução Convenções Lógicas de Projeto Construindo um Caminho de Dados O Controle da ULA Projeto da Unidade de Controle Principal
28/9/2010. Paralelismo no nível de instruções Processadores superescalares
Arquitetura de Computadores Paralelismo no nível de instruções Processadores superescalares Prof. Marcos Quinet Universidade Federal Fluminense P.U.R.O. Processadores superescalares A partir dos resultados
Pipelining - analogia
PIPELINE Pipelining - analogia Pipelining OBJECTIVO: Aumentar o desempenho pelo aumento do fluxo de instruções Program execution Time order (in instructions) lw $1, 100($0) Instruction fetch ALU Data access
Arquitecturas Alternativas. Pipelining Super-escalar VLIW IA-64
Arquitecturas Alternativas Pipelining Super-escalar VLIW IA-64 Pipeline de execução A execução de uma instrução passa por várias fases: Vimos o ciclo: fetch, decode, execute fetch decode execute instrução
Sistemas Processadores e Periféricos Aula 5 - Revisão
Sistemas Processadores e Periféricos Aula 5 - Revisão Prof. Frank Sill Torres DELT Escola de Engenharia UFMG Adaptado a partir dos Slides de Organização de Computadores 2006/02 do professor Leandro Galvão
Visão Geral de Pipelining
Pipeline Visão Geral de Pipelining Instruções MIPS têm mesmo tamanho Mais fácil buscar instruções no primeiro estágio e decodificar no segundo estágio IA-32 Instruções variam de 1 byte a 17 bytes Instruções
Arquitetura e Organização de Computadores 2
Arquitetura e Organização de Computadores 2 Escalonamento Estático e Arquiteturas VLIW Dynamic Scheduling, Multiple Issue, and Speculation Modern microarchitectures: Dynamic scheduling + multiple issue
Infraestrutura de Hardware. Revisão Pipeline, Superescalar e Multicores
Infraestrutura de Hardware Revisão Pipeline, Superescalar e Multicores Pipeline Pipeline é uma técnica que visa aumentar o nível de paralelismo de execução de instruções ILP (Instruction-Level Paralellism)
Componentes do Computador e. aula 3. Profa. Débora Matos
Componentes do Computador e modelo de Von Neumann aula 3 Profa. Débora Matos O que difere nos componentes que constituem um computador? Princípios básicos Cada computador tem um conjunto de operações e
Arquitetura de Computadores
Universidade Federal de Santa Catarina Centro Tecnológico Curso de Pós-Graduação em Ciência da Computação Aula 2 Arquitetura do Processador MIPS: características gerais, registradores, formatos de instrução,
Algumas características especiais
Algumas características especiais Tópicos o Medidas de desempenho o CISC versus RISC o Arquiteturas Superescalares o Arquiteturas VLIW Medidas de desempenho Desempenho é muito dependente da aplicação MIPS:
Capítulo 3. Avaliação de Desempenho. 3.1 Definição de Desempenho
20 Capítulo 3 Avaliação de Desempenho Este capítulo aborda como medir, informar e documentar aspectos relativos ao desempenho de um computador. Além disso, descreve os principais fatores que influenciam
Introdução ao Processamento Paralelo
Introdução ao Processamento Paralelo Prof. Rômulo Calado Pantaleão Camara Carga Horária: 2h/60h Introdução Crescente aumento de desempenho dos PCs (máquinas convencionais). Existem aplicações que requisitam
Tais operações podem utilizar um (operações unárias) ou dois (operações binárias) valores.
Tais operações podem utilizar um (operações unárias) ou dois (operações binárias) valores. 7.3.1.2 Registradores: São pequenas unidades de memória, implementadas na CPU, com as seguintes características:
Arquitetura de Computadores I
Arquitetura de Computadores I Pipeline -- Execções -- Edson Moreno [email protected] http://www.inf.pucrs.br/~emoreno Exceções Exceções (ou interrupções ou falta) Desvio para um endereço que não faz
Arquitetura e Organização de Processadores. Aula 4. Pipelines
Universidade Federal do Rio Grande do Sul Instituto de Informática Programa de Pós-Graduação em Computação Arquitetura e Organização de Processadores Aula 4 Pipelines 1. Introdução Objetivo: aumento de
MODOS DE ENDEREÇAMENTO
UNINGÁ UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR INGÁ FACULDADE INGÁ DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO ERINALDO SANCHES NASCIMENTO MODOS DE ENDEREÇAMENTO MARINGÁ 2014 SUMÁRIO 6 MODOS DE ENDEREÇAMENTO...2 6.1 ENDEREÇAMENTO
ARQUITETURA DE COMPUTADORES
01001111 01110010 01100111 01100001 01101110 01101001 01111010 01100001 11100111 11100011 01101111 00100000 01100100 01100101 00100000 01000011 01101111 01101101 01110000 01110101 01110100 01100001 01100100
Aula 14: Instruções e Seus Tipos
Aula 14: Instruções e Seus Tipos Diego Passos Universidade Federal Fluminense Fundamentos de Arquiteturas de Computadores Diego Passos (UFF) Instruções e Seus Tipos FAC 1 / 35 Conceitos Básicos Diego Passos
SSC510 Arquitetura de Computadores. 2ª aula
SSC510 Arquitetura de Computadores 2ª aula PROFA. SARITA MAZZINI BRUSCHI CISC E RISC ARQUITETURA MIPS PIPELINE Arquitetura CISC CISC Complex Instruction Set Computer Computadores complexos devido a: Instruções
Arquitetura de Computadores
Arquitetura de Computadores Prof. Fábio M. Costa Instituto de Informática UFG 1S/2004 ISA: Arquitetura de Conjunto de Instruções Roteiro Introdução Classificação de conjuntos de instruções Endereçamento
ArchC. Wesley Nunes Gonçalves
Implementação do Processador ARM7 em ArchC Wesley Nunes Gonçalves 23 de novembro de 2007 ARM7 Instruções Implementadas O ARM possui 37 registradores, sendo 31 registradores de propósito geral e 6 registradores
O Processador: Caminho de Dados e Controle
22 Capítulo 3 O Processador: Caminho de Dados e Controle O desempenho de um computador é determinado por três fatores principais: o número de instruções executadas, o período do clock e o número de ciclos
ARQUITETURA DE COMPUTADORES - 1866
7 Unidade Central de Processamento (UCP): O processador é o componente vital do sistema de computação, responsável pela realização das operações de processamento e de controle, durante a execução de um
Pipeline. Todos os estágios devem estar prontos ao mesmo tempo para prosseguir.
O throughput de um pipeline é determinado pela freqüência com que uma instrução sai do pipeline Todos os estágios devem estar prontos ao mesmo tempo para prosseguir O tempo requerido para mover uma instrução
Arquitetura de Computadores - Arquitetura RISC. por Helcio Wagner da Silva
Arquitetura de Computadores - Arquitetura RISC por Helcio Wagner da Silva Introdução RISC = Reduced Instruction Set Computer Elementos básicos: Grande número de registradores de propósito geral ou uso
Introdução à Organização de Computadores. Sistemas da Computação Prof. Rossano Pablo Pinto, Msc. rossano at gmail com 2 semestre 2007
Introdução à Organização de Computadores Sistemas da Computação Prof. Rossano Pablo Pinto, Msc. rossano at gmail com 2 semestre 2007 Tópicos Processadores Memória Principal Memória Secundária Entrada e
Sequenciamento dinâmico
Sequenciamento dinâmico João Canas Ferreira Outubro de 2004 Contém figuras de Computer Architecture: A Quantitative Approach, J. Hennessey & D. Patterson, 3 a. ed., MKP c JCF, 2004 AAC (FEUP/LEIC) Sequenciamento
Infraestrutura de Hardware. Implementação Monociclo de um Processador Simples
Infraestrutura de Hardware Implementação Monociclo de um Processador Simples Componentes de um Computador Unid. Controle Controle Memória Registradores PC MAR IR AC Programa + Dados Instrução Endereço
PARTE II - CONJUNTO DE INSTRUÇÕES ARQUITETURA DE COMPUTADORES ANTONIO RAMOS DE CARVALHO JÚNIOR
PARTE II - CONJUNTO DE INSTRUÇÕES ARQUITETURA DE COMPUTADORES ANTONIO RAMOS DE CARVALHO JÚNIOR Introdução Instruções são representadas em linguagem de máquina (binário) E x i s t e m l i n g u a g e n
Edeyson Andrade Gomes
Sistemas Operacionais Conceitos de Arquitetura Edeyson Andrade Gomes www.edeyson.com.br Roteiro da Aula Máquinas de Níveis Revisão de Conceitos de Arquitetura 2 Máquina de Níveis Máquina de níveis Computador
AULA DE REVISÃO 3 ILP
AULA DE REVISÃO 3 ILP Exercício 1: Considere um bloco de código com 15 instruções cada uma com tempo de execução Tex. Elas são executadas numa unidade pipeline de 5 estágios. Os overheads do pipeline são
IFPE. Disciplina: Sistemas Operacionais. Prof. Anderson Luiz Moreira
IFPE Disciplina: Sistemas Operacionais Prof. Anderson Luiz Moreira SERVIÇOS OFERECIDOS PELOS SOS 1 Introdução O SO é formado por um conjunto de rotinas (procedimentos) que oferecem serviços aos usuários
Avaliação de Desempenho
Avaliação de Desempenho Clock do Sistema Cristal de Quartzo envia onda de sinais constantes que são convertidas em sinais digitais 1GHz = 1 bilhão de pulsos Taxa de pulsos = taxa de clock Incremento de
ARQUITETURA DE COMPUTADORES
1 ARQUITETURA DE COMPUTADORES U C P Prof. Leandro Coelho Plano de Aula 2 Aula Passada Definição Evolução dos Computadores Histórico Modelo de Von-Neumann Básico CPU Mémoria E/S Barramentos Plano de Aula
Informática I. Aula 5. http://www.ic.uff.br/~bianca/informatica1/ Aula 5-13/05/2006 1
Informática I Aula 5 http://www.ic.uff.br/~bianca/informatica1/ Aula 5-13/05/2006 1 Ementa Histórico dos Computadores Noções de Hardware e Software Microprocessadores Sistemas Numéricos e Representação
Organização e Arquitetura de Computadores I
Universidade Federal de Campina Grande Unidade cadêmica de Sistemas e Computação Curso de Bacharelado em Ciência da Computação Organização e rquitetura de Computadores I Nível da Microarquitetura (Parte
5. EXPERIÊNCIAS E ANÁLISE DOS RESULTADOS. 5.1 - Os Programas de Avaliação
36 5. EXPERIÊNCIAS E ANÁLISE DOS RESULTADOS 5.1 - Os Programas de Avaliação Programas de avaliação convencionais foram utilizados para análise de diversas configurações da arquitetura. Estes programas
ANHANGUERA EDUCACIONAL. Capítulo 2. Conceitos de Hardware e Software
ANHANGUERA EDUCACIONAL Capítulo 2 Conceitos de Hardware e Software Hardware Um sistema computacional é um conjunto de de circuitos eletronicos. Unidade funcionais: processador, memória principal, dispositivo
28/9/2010. Unidade de Controle Funcionamento e Implementação
Arquitetura de Computadores Unidade de Controle Funcionamento e Implementação Prof. Marcos Quinet Universidade Federal Fluminense P.U.R.O. Operação da Unidade de Controle Unidade de controle: parte do
Organização de Computadores Hardware
Organização de Computadores Hardware Professor Marcus Vinícius Midena Ramos Colegiado de Engenharia de Computação (74)3614.1936 [email protected] www.univasf.edu.br/~marcus.ramos Computador Ferramenta
3/9/2010. Ligação da UCP com o barramento do. sistema. As funções básicas dos registradores nos permitem classificá-los em duas categorias:
Arquitetura de Computadores Estrutura e Funcionamento da CPU Prof. Marcos Quinet Universidade Federal Fluminense P.U.R.O. Revisão dos conceitos básicos O processador é o componente vital do sistema de
RISC simples. Aula 7. 31 de Março de 2005 1
RISC simples Aula 7 31 de Março de 2005 1 Estrutura desta aula Principais características dos processadores RISC Estrutura de um processador (MIPS) sem pipeline, de ciclo único O datapath ou circuito de
Paralelismo a Nível de Instrução
Paralelismo a Nível de Instrução É possível obter maior desempenho computacional com: tecnologias mais avançadas, tais como circuitos mais rápidos; melhor organização da CPU, tais como o uso de múltiplos
Computadores de Programação (MAB353)
Computadores de Programação (MAB353) Aula 6: 27 de abril de 2010 1 Recaptulando operações já estudadas Operações lógicas 2 3 Exercícios Referências bibliográficas Recaptulando operações já estudadas Operações
Sistemas Computacionais II Professor Frederico Sauer
Sistemas Computacionais II Professor Frederico Sauer Livro-texto: Introdução à Organização de Computadores 4ª edição Mário A. Monteiro Livros Técnicos e Científicos Editora. Atenção: Este material não
Introdução à Arquitetura de Computadores
1 Introdução à Arquitetura de Computadores Hardware e software Organização de um computador: Processador: registradores, ALU, unidade de controle Memórias Dispositivos de E/S Barramentos Linguagens de
ULA Sinais de Controle enviados pela UC
Solução - Exercícios Processadores 1- Qual as funções da Unidade Aritmética e Lógica (ULA)? A ULA é o dispositivo da CPU que executa operações tais como: Adição Subtração Multiplicação Divisão Incremento
Predição de Desvios e Processadores Superescalares Especulativos
Predição de Desvios e Processadores Superescalares Especulativos Arquiteturas para Alto Desmpenho Prof. [email protected] Sala 110 Prédio da Computação www.comp.ita.br/~pauloac Tomasulo Especulativo Se os
RISC X CISC - Pipeline
RISC X CISC - Pipeline IFBA Instituto Federal de Educ. Ciencia e Tec Bahia Curso de Analise e Desenvolvimento de Sistemas Arquitetura de Computadores 25 e 26/30 Prof. Msc. Antonio Carlos Souza Referências
ARQUITETURA E ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES ARQUITETURAS RISC E CISC. Prof. Dr. Daniel Caetano 2012-1
ARQUITETURA E ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES ARQUITETURAS RISC E CISC Prof. Dr. Daniel Caetano 2012-1 Objetivos Conhecer as premissas da Arquitetura CISC Conhecer as premissas da Arquitetura RISC Compreender
3. Arquiteturas SIMD. 3.1 Considerações iniciais
3. Arquiteturas SIMD Computadores SIMD (Single Instruction Multiple Data) são utilizados para a resolução de problemas computacionalmente intensivos da área científica e de engenharia, em que existem estruturas
ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES MÓDULO 8
ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES MÓDULO 8 Índice 1. A Organização do Computador - Continuação...3 1.1. Processadores - II... 3 1.1.1. Princípios de projeto para computadores modernos... 3 1.1.2. Paralelismo...
Introdução à Organização de Computadores. Execução de Programas Prof. Rossano Pablo Pinto, Msc. rossano at gmail com 2 semestre 2007
Introdução à Organização de Computadores Execução de Programas Prof. Rossano Pablo Pinto, Msc. rossano at gmail com 2 semestre 2007 CPU (Central Processing Unit) é o coordenador de todas as atividades
Infraestrutura de Hardware. Melhorando Desempenho de Pipeline Processadores Superpipeline, Superescalares, VLIW
Infraestrutura de Hardware Melhorando Desempenho de Pipeline Processadores Superpipeline, Superescalares, VLIW Perguntas que Devem ser Respondidas ao Final do Curso Como um programa escrito em uma linguagem
Arquitetura de Computadores - Princípio de Funcionamento da CPU. Por Helcio Wagner da Silva
Arquitetura Computadores - Princípio Funcionamento da CPU Por Helcio Wagner da Silva Arquitetura Von Neumann Memória Principal CPU ULA UC Dispositivo E/S ULA : Unida Lógica Aritmética UC : Unida Controle
Universidade Federal de Campina Grande Unidade Acadêmica de Sistemas e Computação Curso de Bacharelado em Ciência da Computação.
Universidade Federal de Campina Grande Unidade cadêmica de Sistemas e Computação Curso de Bacharelado em Ciência da Computação Organização e rquitetura de Computadores I Organização e rquitetura Básicas
ARQUITECTURA DE COMPUTADORES
ARQUITECTURA DE COMPUTADORES CAPÍTULO IV AULA II Maio 2014 Índice Processadores Revisões Pipelining Pipeline hazards Hazard estrutural Hazard de dados Hazard de controlo Pipelining datapath Pipelined control
CAPÍTULO 4 CAMINHO DE DADOS E CONTROLE
CAPÍTULO 4 CAMINHO DE DADOS E CONTROLE Introdução Uma implementação MIPS básica Sinopse da implementação Sinais de controle Multiplexadores (muxes) Implementação monociclo Metodologia de clocking Construindo
Arquiteturas RISC. (Reduced Instructions Set Computers)
Arquiteturas RISC (Reduced Instructions Set Computers) 1 INOVAÇÕES DESDE O SURGIMENTO DO COMPU- TADOR DE PROGRAMA ARMAZENADO (1950)! O conceito de família: desacoplamento da arquitetura de uma máquina
3. O NIVEL DA LINGUAGEM DE MONTAGEM
3. O NIVEL DA LINGUAGEM DE MONTAGEM Nas aulas anteriores tivemos a oportunidade de discutir dois diferentes níveis presentes na maioria dos computadores atuais. Nesta aula dedica-se a outro nível que também
Um Caminho de Dados Pipeline Para a ISA MIPS: Aprendendo na Prática
Um Caminho de Dados Pipeline Para a ISA MIPS: Aprendendo na Prática Francisco Carlos Silva Junior 1, Ivan Saraiva Silva 1 1 Departamento de Computação Universidade Federal do Piauí (UFPI) Caixa Postal
Aula 26: Arquiteturas RISC vs. CISC
Aula 26: Arquiteturas RISC vs CISC Diego Passos Universidade Federal Fluminense Fundamentos de Arquiteturas de Computadores Diego Passos (UFF) Arquiteturas RISC vs CISC FAC 1 / 33 Revisão Diego Passos
Pipelining. Professor: Carlos Bazilio. Pólo Universitário rio de Rio das Ostras
Pipelining Professor: Carlos Bazilio Contextualizando Após apresentação da arquitetura interna de processadores Memória de Controle Microprograma Linguagem de Máquina... Motivação Idéia Geral Estágios
Microarquiteturas Avançadas
Univ ersidade Federal do Rio de Janei ro Info rmátic a DCC/IM Arquitetura de Computadores II Microarquiteturas Avançadas Gabrie l P. Silva Introdução As arquiteturas dos processadores têm evoluído ao longo
Processadores Superescalares - Avançando na exploração de paralelismo entre instruções
Processadores Superescalares - Avançando na exploração de paralelismo entre instruções Arquiteturas para Alto Desmpenho Prof. [email protected] Sala 110 Prédio da Computação www.comp.ita.br/~pauloac Instruction
Arquitetura de Computadores. Linguagem de Máquina
Arquitetura de Computadores Linguagem de Máquina Ivan Saraiva Silva Formato de Instrução MAC O MIC possui dois formatos de instrução: 4 bits 12 bits Formato 1 CODOP ENDEREÇO 8 bits 8 bits Formato 2 CODOP
NOTAS DE AULA Prof. Antonio Carlos Schneider Beck Filho (UFSM) Prof. Júlio Carlos Balzano de Mattos (UFPel) Arquitetura de Von Neumann
Universidade Federal de Santa Maria NOTAS DE AULA Prof. Antonio Carlos Schneider Beck Filho (UFSM) Prof. Júlio Carlos Balzano de Mattos (UFPel) Arquitetura de Von Neumann O modelo (ou arquitetura) de von
PSI3441 Arquitetura de Sistemas Embarcados
PSI31 Arquitetura de Sistemas Embarcados - Arquitetura do µprocessador Escola Politécnica da Universidade de São Paulo Prof. Gustavo Rehder [email protected] Prof. Sergio Takeo [email protected] Prof. Antonio
Arquitetura e Organização de Computadores 2. Apresentação da Disciplina
Arquitetura e Organização de Computadores 2 Apresentação da Disciplina 1 Objetivos Gerais da Disciplina Aprofundar o conhecimento sobre o funcionamento interno dos computadores em detalhes Estudar técnicas
A Arquitetura: conjunto de instruções
A Arquitetura: conjunto de instruções código instrução comentário 0000 NOP Nenhuma operação 0001 STA MEM() AC 0010 LDA AC MEM() 0011 ADD AC MEM() + AC 0100 OR AC MEM() OR AC 0101 AND AC MEM() AND AC 0110
CAPÍTULO 7 NÍVEL DE LINGUAGEM DE MONTAGEM
CAPÍTULO 7 NÍVEL DE LINGUAGEM DE MONTAGEM 71 Introdução Difere dos níveis inferiores por ser implementado por tradução A tradução é usada quando um processador está disponível para uma mensagem fonte mas
RISC - Reduced Instruction Set Computer
Arquietura MAC 412- Organizãção de Computadores - Siang W. Song Baseado no livro de Tanenbaum - Structured Computer Organization Arquietura Índice 1 Avaliação da arquitetura CISC (microprogramada) Críticas
Tópicos Avançados em Sistemas Computacionais: Infraestrutura de Hardware Aula 10
Tópicos Avançados em Sistemas Computacionais: Infraestrutura de Hardware Aula 10 Prof. Max Santana Rolemberg Farias [email protected] Colegiado de Engenharia de Computação QUAL É A INTERFACE ENTRE
Unidade 10: A Unidade Lógica Aritmética e as Instruções em Linguagem de Máquina Prof. Daniel Caetano
Arquitetura e Organização de Computadores 1 Unidade 10: A Unidade Lógica Aritmética e as Instruções em Linguagem de Máquina Prof. Daniel Caetano Objetivo: Apresentar as funções o mecanismo de atuação da
Conjunto de Instruções e Arquitectura p.1
Conjunto de Instruções e Arquitectura Luís Nogueira [email protected] Departamento Engenharia Informática Instituto Superior de Engenharia do Porto Conjunto de Instruções e Arquitectura p.1 Organização
ORGANIZAÇÃO BÁSICA DE COMPUTADORES E LINGUAGEM DE MONTAGEM
Linguagem de programação Linguagem de Alto Nível próximo ao ser humano, escrita de forma textual. Ex: if (a==b) a=b+c; Linguagem de Montagem (Assembly) próximo à linguagem de máquina, escrita em códigos
Sistemas Microcontrolados
Sistemas Microcontrolados Uma Abordagem com o Microcontrolador PIC 16F84 Nardênio Almeida Martins Novatec Editora Capítulo 1 Introdução Os microcontroladores estão presentes em quase tudo o que envolve
Revisão dependências de dados
Revisão dependências de dados Dependências de dados resolvidas com adiantamento (quase sempre) Deve garantir que instruções anteriores escreverão resultado, destino é mesmo que fonte, e instrução anterior
2 Formalidades referentes ao trabalho
Bacharelado em Ciência da Computação DINF / UFPR Projetos Digitais e Microprocessadores 1 o Semestre de 2006 MICO-v12.r0 07/03/2006 Profs. Luis Allan Künzle e Armando Luiz Nicolini Delgado Atenção: Este
ARQUITETURA E ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES INTRODUÇÃO AO PARALELISMO: PROCESSADORES SUPERESCALARES. Prof. Dr. Daniel Caetano 2012-1
ARQUITETURA E ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES INTRODUÇÃO AO PARALELISMO: PROCESSADORES SUPERESCALARES Prof. Dr. Daniel Caetano 2012-1 Lembretes Compreender o funcionamento da Arquitetura Superpipeline Compreender
Arquitetura de processadores: RISC e CISC
Arquitetura de processadores: RISC e CISC A arquitetura de processador descreve o processador que foi usado em um computador. Grande parte dos computadores vêm com identificação e literatura descrevendo
Introdução. Os mesmos princípios se aplicam a processadores. No MIPS as instruções são divididas normalmente em cinco etapas:
CAPÍTULO 5 PIPELINE Introdução Ciclo único versus pipeline Projetando o conjunto de instruções Pipeline Hazards Caminho de dados usando o pipeline Diagramas de Pipeline Controle do Pipeline Hazard de dados
