Questões Práticas de Sistemas Combinacionais
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- Eduardo Palha Fialho
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1 Sistemas Digitais I LESI :: 2º ano Questões Práticas de Sistemas Combinacionais António Joaquim Esteves João Miguel Fernandes Bibliografia: secções 5.3 a 5.11, DDPP, Wakerly DEP. DE INFORMÁTICA ESCOLA DE ENGENHARIA UNIVERSIDADE DO MINHO
2 - Sumário - PLDs (dispositivos de lógica programável) Descodificadores Descodificadores de 7-segmentos Codificadores Buffers Tri-state Multiplexadores Portas XOR e circuitos detectores de paridade Comparadores Somadores, subtractores e ALUs Multiplicadores
3 - PLDs (1) - Os primeiros PLDs a surgir foram os Programmable Logic Arrays (PLAs). Uma PLA é um dispositivo combinacional, com estrutura a 2-níveis AND-OR, que pode ser programado para efectuar qualquer expressão lógica do tipo soma-de-produtos. O tipo de expressão implementável numa PLA está limitada pelo: número de entradas da PLA ( n ) número de saídas da PLA ( m ) número de termos de produto da PLA ( p ) O dispositivo é definido como uma PLA n x m com p termos de produto. Normalmente, p << 2 n. Uma PLA n x m com p termos de produto contém p ANDs de 2nentradas e m ORs de p-entradas.
4 Cada entrada In está ligada a um buffer que gera uma cópia desse sinal (In) e o seu complemento ( In ). As ligações possíveis de estabelecer estão assinaladas com Xs. O dispositivo é programado estabelecendo as ligações necessárias. As ligações são feitas através de fusíveis (células memória). - PLDs (2) - Uma PLA 4x3 com 6 termos de produto.
5 Representação mais compacta da PLA 4x3 com 6 termos de produto. - PLDs (3) - Exemplo O1 = P1+P2 = I1 I2 + I1 I2 I3 I4 O2 = P3+P4+P5 = I1 I3 + I1 I3 I4 + I2 O3 = P1+P3+P6 = I1 I2 + I1 I3 + I1 I2 I4
6 - PLDs (4) - Outro tipo de PLD, que mais não é do que um caso particular de PLA, é o Programmable Array Logic (PAL). Um dispositivo PAL tem um array de ORs fixo. Numa PAL, os termos de produto não são partilhados por várias saídas. Cada saída dispõe dum conjunto único e fixo de termos de produto que pode usar. Uma PAL é normalmente mais rápida do que uma PLA equivalente.
7 - PLDs (5) - Vista parcial do diagrama lógico da PAL 16L8. 10 entradas I1..I10, 2 saídas O1 e O8, 6 entradas/saídas IO2..IO7, 64*32 fusíveis, cada OR recebe 7 termos de produto.
8 - Descodificadores (1) - Um descodificador é um circuito que converte uma entrada codificada numa saída codificada, sendo os códigos de entrada e saída diferentes. Habitualmente, o código de entrada tem menos bits que o de saída. O descodificador mais comum é o descodificador n-para-2 n ou binário. Usa-se um descodificador binário quando é preciso activar uma saída de entre 2 n possíveis, com base no valor duma entrada de n-bits. Descodificador 2-para-4 Por exemplo: Y0=EN./I1./I0
9 - Descodificadores (2) - Um CI 74x139 contém dois descodificadores 2-para-4 independentes. 1G_L 1A 1B 1Y0_L 1Y1_L 1Y2_L 1Y3_L Tabela de verdade para um dos descodificadores Os sinais com bolha são activos a zero (anexa-se _L ao nome para indicar esse facto)
10 - Descodificadores (3) - UM CI 74x138 contém um descodificador 3-para-8. Tabela de verdade do descodificador G2A_L G2B_L Y0_L Y1_L Y2_L Y3_L Y4_L Y5_L Y6_L Y7_L
11 - Descodificadores (4) - Utilizando vários descodificadores é possível descodificar entradas com mais bits. Exemplo: utilizar 2 descodificadores 3-para-8 para construir um descodificador 4-para-16 O descodificador de cima (U1) só está habilitado a funcionar quando N3=0 e o descodificador de baixo (U2) quando N3=1. EN_L=0 habilita ambos.
12 Para descodificar entradas ainda com mais bits, pode usar-se uma hierarquia de descodificadores. Exemplo: pode construir-se um descodificador 5-para-32 com um descodificador 2-para-4 e quatro 3-para-8. O descodificador 2-para-4 descodifica os 2 bits mais significativos, gerando 4 enables para os descodificadores 3:8. Os 4 descodificadores 3-para-8 descodificam os 3 bits menos significativos (0:7, 8:15, 16:23 e 24:31). - Descodificadores (5) -
13 - Descodificadores (6) - Um descodificador pode ser descrito em VHDL de várias formas. A forma mais primitiva (e pouco legível) consistiria em usar uma descrição estrutural equivalente ao circuito lógico do slide 8.
14 5. Prática - Descodificadores (7) - A segunda alternativa (mais legível) consistiria em usar uma descrição fluxo de dados. Exemplo: descodificador 3:8 com enable entity decoder3to8 is architecture dataflow of decoder3to8 is port ( A : in std_logic_vector(2 downto 0); begin EN : in std_logic; with A select Y_i <= Y : out std_logic_vector (7 downto 0) ); " " when "000", end entity decoder3to8; " " when "001", " " when "010", " " when "011", " " when "100", " " when "101", " " when "110", " " when "111", " " when others; Y <= Y_i when EN='1' else " "; end architecture dataflow; signal Y_i : std_logic_vector (7 downto 0) ; sinal auxiliar atribuição selectiva atribuição condicional
15 - Descodificadores (8) - Outra alternativa para o descodificador 3:8 seria uma descrição comportamental. Neste exemplo, a entrada A, os 3 enables e a saída Y são todos activos a 1. A[0:2] Y[0:7] G1 G2 G3 enables
16 - Descodificadores de 7-segmentos (1) - Os visores de 7-segmentos usam-se em relógios, calculadoras e outros instrumentos que precisem mostrar informação digital. Um dígito é desenhado iluminando alguns dos 7 segmentos A a G. Um descodificador de 7-segmentos recebe como entrada um dígito BCD com 4-bits e tem como saídas os 7 sinais que fazem iluminar cada um dos segmentos.
17 - Descodificadores de 7-segmentos (2) - Descodificador 7-segmentos do CI 74x49 TPC 1: Obter as expressões minimizadas para as saídas do descodificador de 7-segmentos ao lado usando mapas de Karnaugh (sem BI_L) TPC 2: Escrever em VHDL uma descrição fluxo de dados para o descodificador de 7-segmentos. BI_L permite que os segmentos iluminem (BI_L=1) ou não (BI_L=0)
18 - Codificadores (1) - Um codificador é um circuito que codifica uma entrada numa saída com um número de bits normalmente inferior ao da entrada. O codificador mais simples de construir é o codificador 2 n -para-n ou binário. A sua funcionalidade é oposta à do descodificador binário. Codificador 2 n -para-n I2 n -1
19 - Codificadores (2) - Assume-se que apenas 1 entrada está activa em cada instante. Equações do codificador 8-para-3: Y0 = I1 + I3 + I5 + I7 Y1 = I2 + I3 + I6 + I7 Y2 = I4 + I5 + I6 + I7 O que acontece se 2 entradas estiverem activas (por ex. I2 e I4)? Porquê? I7 I6 I5 I4 I3 I2 I1 I Y2 Y1 Y
20 - Codificadores (3) - Para implementar um codificador de pedidos (request encoder), o codificador binário não funciona porque assume que apenas 1 entrada está activa. Se for possível efectuar multiplos pedidos em simultâneo, deve atribuirse uma prioridade a cada sinal de entrada REQ i. Quando se efectuam multiplos pedidos, o dispositivo (codificador de prioridade) coloca na saída o número do pedido mais prioritário.
21 - Codificadores (4) - A entrada I7 é a que possui maior prioridade. Nas saídas A2:A0 é colocado o número da entrada mais prioritária activa, se houver alguma activa. A saída IDLE indica se há (IDLE=0) ou não alguma entrada activa (IDLE=1). Para obter as expressões das saídas, usamse as variáveis intermédias H0:H7. Hi é1, se Ii fôr a entrada a 1 mais prioritária: H7 = I7 H6 = I6 I7 H5 = I5 I6 I7 H4 = I4 I5 I6 I7... (equações idênticas para H3:H0) A0 = H1 + H3 + H5 + H7 A1 = H2 + H3 + H6 + H7 A2 = H4 + H5 + H6 + H7 IDLE= I0 I1 I2 I3 I4 I5 I6 I7
22 - Buffers Tri-state (1) - Algumas saídas de dispositivos podem assumir um 3º estado eléctrico, que não é 0 nem 1, mas sim alta impedância (high-z) ou estado flutuante. Este estado equivale a ter a saída desligada do resto do circuito. Os dispositivos que têm uma saída passível de estar em alta impedância possuem uma entrada de controlo (output enable) que define se a saída está em High-Z ou não. Um buffer tri-state é um circuito que coloca na saída a entrada ou então coloca a saída em alta impedância. OE I O O=I se (OE=1) O=High-Z se (OE=0) /OE I O O=I se (/OE=0) O=High-Z se (/OE=1)
23 - Buffers Tri-state (2) - Os buffers tri-state permitem ligar várias saídas a um mesmo ponto dum circuito, desde que apenas um OE esteja activo em cada instante. Esta situação é necessária quando vários dispositivos ligam a um barramento comum. Descrição dum buffer tri-state em VHDL: Usa-se o nível Z do tipo STD_LOGIC para representar o estado High-Z. architecture funcional1 of buftristate is begin O <= I when OE= 1 else Z ; end funcional1;
24 - Multiplexadores (1) - Um multiplexador (ou apenas mux) é um comutador digital que encaminha a informação de uma das n entradas para a única saída. A entrada SEL, com s bits, permite seleccionar uma de entre n entradas, logo s = log 2 n. Quando o enable está inactivo (EN=0), Y=0. Quando está activo (EN=1), o mux funciona. Os multiplexadores são usados nos computadores, entre os registos do processador e a ALU, para seleccionar os registos que ligam às entradas da ALU.
25 - Multiplexadores (2) - O CI 74x151 implementa um multiplexador 8:1 (8 entradas de 1-bit: D0..D7). As entradas selectoras são A,B e C, em que C é o bit mais significativo (msb). A entrada de enable EN_L é activa a zero. O CI disponibiliza duas versões da saída: uma activa a zero (Y) e outra activa a 1 (Y_L).
26 - Multiplexadores (3) - Exemplo: multiplexador 2:1 de 4-bits. A entrada selectora é S. A entrada de enable G_L éactivaa zero. A notação da tabela de verdade foi estendida para que as entradas apareçam nas colunas das saídas, tornando a tabela mais clara e mais compacta.
27 Pode usar-se um multiplexador para seleccionar uma de n origens dos dados a enviar para um barramento. Por outro lado, pode usar-se um desmultiplexador para encaminhar os dados que fluem num barramento para um de m destinos. - Multiplexadores (4) - A funcionalidade dum desmultiplexador é inversa daquela que apresenta um multiplexador. Um desmultiplexador de 1-bit e n-saídas, possui uma entrada de dados e s entradas selectoras para escolher para qual das n=2 s saídas encaminha a única entrada de dados. DEMUX 1:4
28 - Multiplexadores (5) - Exemplo em VHDL: MUX 4:1 com entradas de 8 bits (A, B, C e D). Estilo fluxo de dados com uma atribuição selectiva.
29 - Multiplexadores (6) - Exemplo em VHDL: MUX 4:1 com entradas de 8 bits (A, B, C e D). Estilo comportamental com uma instrução CASE. Em VHDL é fácil descrever um multiplexador que apresente uma estratégia de selecção da entrada a colocar na saída bem particular e rebuscada usando as potencialidades do CASE / SELECT e da condição por defeito [ exemplo: (others => U ) ].
30 - Portas XOR e circuitos detectores de paridade (1) - Uma porta OR-exclusivo (XOR) éumaportade 2- entradas cuja saída é 1, se exactamente uma das entradas for 1. Uma porta XOR gera um 1 na saída se as entradas forem diferentes. Uma porta NOR-exclusivo (XNOR) é precisamente o oposto: gera um 1 na saída se as entradas forem iguais. A operação XOR é por vezes representada pelo símbolo. X Y = X Y + X Y (X Y) = X Y + X Y
31 - Portas XOR e circuitos detectores de paridade (2) - Pode usar-se um de 4 símbolos para representar uma porta XOR e XNOR: XOR XNOR Estas alternativas resultam da aplicação da seguinte regra: Quaisquer 2 sinais (entradas ou saída) duma porta XOR ou XNOR podem ser complementados sem que a função lógica implementada seja alterada. Escolhe-se o símbolo que é mais representativo da função lógica implementada.
32 - Portas XOR e circuitos detectores de paridade (3) - Ao colocar N-1 portas XOR em cascata constroi-se um circuito com N entradas e uma única saída que funciona como um detector de paridade impar, que gera um 1 na saída quando tiver um número impar de entradas a 1. Se negarmos a saída de qualquer dos 2 circuitos, obtém-se um detector de paridade par, em que a saída é 1 quando o circuito tiver um número par de entradas a 1. IN-1 estrutura daisy-chain estrutura tipo árvore (+ rápida)
33 - Portas XOR e circuitos detectores de paridade (4) - O VHDL dispõe de operadores xor e xnor nativos. Uma porta XOR de 3-entradas pode ser especificada pelo seguinte código VHDL em estilo fluxo de dados.
34 - Portas XOR e circuitos detectores de paridade (5) - Exemplo em VHDL comportamental: um detector de paridade com uma entrada de 9-bits. Pode acontecer que esta descrição comportamental não seja eficientemente sintetizada pela ferramenta de síntese, o que pode implicar ter que recorrer a uma descrição estrutural.
35 - Comparadores (1) - Comparar 2 palavras binárias é uma operação comum num computador. Um circuito que compara 2 palavras binárias e indica se elas são iguais ou diferentes é um comparador. Alguns comparadores (i) distinguem entre entradas que representam números com e sem sinal e (ii) indicam uma relação aritmética entre as entradas (maior que ou menor que). Estes circuitos são geralmente denominados por comparadores de amplitude. Um porta XOR e XNOR pode ser vista como sendo 1 comparador de 1-bit. A saída DIFF é activada quando as entradas forem diferentes.
36 - Comparadores (2) - Exemplo: um comparador de 4-bits efectuando o OR entre as saídas de 4 portas XOR. (NOR) =OR OR A saída DIFF é activada quando algum par de bits da entrada (Ai, Bi) for diferente. O circuito pode ser facilmente adaptado para funcionar com palavras de qualquer nº de bits.
37 5. Prática - Comparadores (3) - Um circuito iterativo genérico é um circuito combinacional com a seguinte estrutura. O circuito é composto por n módulos idênticos, cada um com entradas e saídas primárias e ainda com entradas e saídas em cascata. As entradas em cascata mais à esquerda (boundary inputs) estão normalmente ligadas a valores fixos.
38 - Comparadores (4) - Pode comparar-se dois valores X e Y de n-bits efectuando a comparação bita-bit, usando em cada etapa apenas um bit EQ i que indica se todos os pares de bits comparados até ai são iguais ou não: 1. Colocar EQ 0 a 1 e i a Se EQ i é1 e X i =Y i, colocar EQ i+1 a 1. Senão colocar EQ i+1 a Incrementar i. 4. Se i < n regressar à etapa 2. EQ 0
39 - Comparadores (5) - Estão disponíveis no mercado vários comparadores MSI. O CI 74x85 implementa um comparador de 4-bits. Este CI dispõe de saídas com indicação de maior que, menor que e igual a. O CI 74x85 possui ainda entradas em cascata para combinar multiplos circuitos de modo a construir comparadores com mais do que 4 bits. AGTBOUT = (A>B) + (A=B) AGTBIN AEQBOUT = (A=B) AEQBIN ALTBOUT = (A<B) + (A=B) ALTBIN Por exemplo, (A>B) é dado por: A3 B3 + (A3 B3) A2 B2 + (A3 B3) (A2 B2) A1 B1 + (A3 B3) (A2 B2) (A1 B1) A0 B0 apenas uma saída está a 1 em cada instante
40 - Comparadores (6) - Com 3 circuitos 74x85, pode construir-se um comparador de 12-bits. bits 0:3 bits 4:7 bits 8:11
41 - Comparadores (7) - O VHDL dispõe de operadores para comparar qualquer dos tipos de dados nativos. Os operadores igualdade (=) e desigualdade (/=) aplicam-se a todos os tipos. Para comparar arrays e records, os operandos devem ter a mesma dimensão e estrutura, e os operandos são comparados elemento-aelemento. Os outros operadores do VHDL (>, <, >=, <=) aplicam-se apenas a inteiros, tipos enumerados e arrays unidimensionais de inteiros ou de tipos enumerados.
42 - Somadores, subtractores e ALUs (1) - A adição (ou soma) é a operação aritmética mais frequente nos sistemas digitais. Um somador combina dois operandos aritméticos aplicando as regras da adição. Nos números sem sinal e nos números com sinal em complemento para 2 usam-se as mesmas regras da adição, logo os mesmos somadores. Um somador pode efectuar a subtracção através da soma do minuendo com o subtraendo complementado. Também se pode construir um circuito subtractor que efectua de forma directa a subtracção. Uma ALU (Unidade Aritmética e Lógica) efectua a soma, a subtracção e outras operações lógicas.
43 - Somadores, subtractores e ALUs (2) - O somador mais simples, designado por semi-somador, soma dois operandos X e Y de 1-bit, produzindo um resultado com 2-bits. O resultado da soma varia de 0 a 2, logo é necessário 2 bits para o expressar. O bit menos significativo do resultado é designado por HS (half sum). O bit mais significativo do resultado é designado por CO (carry out). As equações que definem o resultado da soma são: HS = X Y = X Y + X Y CO = X Y Para somar operandos com mais do que um bit, é preciso considerar o transporte de uma soma (ao nível do bit) para a seguinte.
44 - Somadores, subtractores e ALUs (3) - O bloco elementar com que se constroi um circuito que executa esta operação é um somador completo. Além das entradas X e Y a adicionar, um somador completo possui um bit de transporte como entrada: CIN. O resultado da soma dos 3 bits varia de 0 a 3 e pode ser expresso por duas saídas de 1 bit: S e COUT. As equações que definem o resultado da soma são: S = X Y CIN COUT = X Y + X CIN + Y CIN
45 - Somadores, subtractores e ALUs (4) - Duas palavras em binário, cada uma com n bits, podem ser somadas usando um somador de ripple. Um somador de ripple é composto por uma cadeia de n somadores completos, onde cada somador processa um bit. É lento porque o transporte é propagado do somador 0 (LS) até ao 3 (MS) A entrada de transporte do somador do bit menos significativo (c 0 ) é colocada normalmente a 0. A saída de transporte de cada somador completo é ligada à entrada de transporte do somador completo seguinte e que é mais significativo do que ele.
46 - Somadores, subtractores e ALUs (5) - A operação de subtracção binária é análoga à adição binária. Um subtractor completo possui como entradas X (minuendo), Y (subtraendo) e BIN (borrow in) e como saídas D (diferença) e BOUT (borrow out). As equações que definem o resultado da subtracção são: D = X Y BIN BOUT = X Y + X BIN + Y BIN manipulando estas equações obtém-se: D = X Y BIN usando Y BIN=Y BIN BOUT = X Y + X BIN + Y BIN T. DeMorgan e distributividade da + Um subtractor completo pode ser construído com um somador completo: X-Y = X+ (-Y) = X+Y +1 BIN substitui CIN, logo CIN[0]=0 passa a BIN[0]=1 Y éo complementopara1 de Y
47 - Somadores, subtractores e ALUs (6) - Comparando as equações da soma S = X Y CIN COUT= X Y + X CIN + Y CIN com as equações da subtracção D = X Y BIN BOUT = X Y + X BIN + Y BIN Constata-se que um somador pode funcionar de subtractor se: S D X X Y Y CIN BIN COUT BOUT
48 - Somadores, subtractores e ALUs (7) - subtractor de ripple somador completo subtractor completo somador completo a funcionar como subtractor completo
49 - Somadores, subtractores e ALUs (8) - Uma ALU é um circuito combinacional que pode efectuar diversas operações aritméticas e lógicas com um par de operandos de b-bits. A operação a efectuar é especificada por um conjunto de entradas selectoras. Tipicamente, uma ALU implementada num CI do tipo MSI possui 2 operandos de 4-bits e 3 a 5 entradas selectoras da operação a efectuar, permitindo escolher uma operação de entre 32 possíveis. Exemplo: o CI 74x181 implementa uma ALU de 4-bits. A operação a efectuar pela ALU do 74x181 é seleccionada pelas entradas M e S3-S0.
50 - Somadores, subtractores e ALUs (9) - M=1 operações lógicas que não usam transporte
51 - Somadores, subtractores e ALUs (10) - Circuito descrito em VHDL de modo a que ao sintetizar se partilhe um somador entre duas somas: A+B e C+D Poupa-se lógica porque em vez de 2 somadores usa-se 1 somador mais 2 MUX2:1 para seleccionar as entradas (A ou C; B ou D) A MUX 2:1 Somador C SEL S B D MUX 2:1
52 5. Prática - Multiplicadores (1) - O algoritmo tradicionalmente usado para multiplicar números binários emprega deslocamentos e somas na obtenção do resultado. Contudo, não é essa a única forma possível de implementar a multiplicação. Dadas duas entradas de n-bits (X, Y), pode escrever-se a tabela de verdade que expressa o produto P=X*Y de 2n-bits através duma função combinacional de X e Y. A maior parte das estratégias de implementação de multiplicadores combinacionais baseiam-se no algoritmo tradicional com deslocamentos e somas. produto de X pelo lsb de Y (y0) produto de X pelo bit 1 de Y (y1) produto de X pelo msb de Y (y7) p15=carry(p14) p14=carry(p13)+y7*x7 p13=carry(p12)+y6*x7+y7*x6 p0=y0*x0 p1=carry(p0)+y0*x1+y1*x0
53 Implementação da estratégia de multiplicação anterior - Multiplicadores (2) somador completo de 1 bit 0 0 O pior atraso é 15 * atraso dum somador completo 0 0 0
54 - Multiplicadores (3) - Pode descrever-se em VHDL comportamental a estratégia de multiplicação anterior, usando uma descrição que imita essa estrutura. Para representar as ligações entre somadores de 1 bit usam-se arrays bi-dimensionais, como se ilustra a seguir: type ARRAY8x8 is array (7 downto 0) of std_logic_vector(7 downto 0); variable CARRY : ARRAY8x8;
55 - Multiplicadores (4) - Contudo a biblioteca IEEE std_logic_arith fornece o operador * para operandos com sinal (SIGNED) e sem sinal (UNSIGNED). Este operador é descrito usando um algoritmo idêntico ao anterior e permite escrever um programa que multiplica 2 valores sem sinal com uma única linha de código:
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