SÉRIE ESTUDOS DA DEMANDA
|
|
|
- Vinícius de Figueiredo Castilhos
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 SÉRIE ESTUDOS DA DEMANDA NOTA TÉCNICA DEA 07/10 NOTA TÉCNICA ONS 059/2010 1ª Revisão Quadrimestral das Projeções da demanda de energia elétrica do Sistema Interligado Nacional Rio de Janeiro Abril de 2010
2 (Esta página foi intencionalmente deixada em branco para o adequado alinhamento de páginas na impressão com a opção frente e verso - double sided )
3 Ministério de Minas e Energia Ministro Márcio Pereira Zimmermann Secretário Executivo José Antônio Corrêa Coimbra Secretário de Planejamento e Desenvolvimento Energético Altino Ventura Filho SÉRIE ESTUDOS DA DEMANDA NOTA TÉCNICA DEA 07/10 NOTA TÉCNICA ONS 059/2010 1ª Revisão Quadrimestral das Projeções da demanda de energia elétrica do Sistema Interligado Nacional Presidente Mauricio Tiomno Tolmasquim Diretor de Estudos Econômico-Energéticos e Ambientais Amílcar Guerreiro Superintendente de Estudos Econômicos e Energéticos Ricardo Gorini de Oliveira Equipe Técnica Arnaldo dos Santos Junior Cláudio Gomes Velloso Emílio Hiroshi Matsumura Gustavo Naciff de Andrade Inah Rosa Borges de Holanda José Manuel David Luiz Cláudio Orleans URL: Sede SAN Quadra 1 Bloco B 1º andar Brasília - DF Escritório Central RB1 - Av. Rio Branco, n 1-11 andar Rio de Janeiro - RJ Diretor-Geral Hermes J. Chipp Diretor de Planejamento e Programação da Operação Darico Pedro Livi Gerente Executivo de Metodologias, Modelos e Cargas Roberto Nogueira Fontoura Filho Gerente de Previsão e Acompanhamento da Carga Fausto Pinheiro Menezes Equipe Técnica Jorge Luiz de Oliveira Rocha Marcia Pereira dos Santos Marcela de Souza Rodrigues URL: Sede Setor de Indústria e Abastecimento Sul Área de Serviços Públicos Lote A Brasília - DF Escritório Central Rua da Quitanda Centro Rio de Janeiro RJ Rio de Janeiro, abril de 2010
4 (Esta página foi intencionalmente deixada em branco para o adequado alinhamento de páginas na impressão com a opção frente e verso - double sided )
5 SÉRIE ESTUDOS DA DEMANDA NOTA TÉCNICA DEA 07/10 NOTA TÉCNICA ONS 059/2010 1ª Revisão Quadrimestral das Projeções da demanda de energia elétrica do Sistema Interligado Nacional SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO 2 2 SIN - MERCADO DE ENERGIA ELÉTRICA A CARGA DO SISTEMA INTERLIGADO EM PROJEÇÃO DO CONSUMO, PROJEÇÃO DA CARGA, ANEXOS 14 ANEXO A: PROJEÇÃO DO CONSUMO DE ENERGIA ELÉTRICA NA REDE 16 ANEXO C: PROJEÇÃO DA CARGA MENSAL DO SIN 18 Nota Técnica DEA 07/10 ONS 059/2010-1ª Revisão Quadrimestral (2010) i
6 ÍNDICE DE TABELAS Tabela 1. SIN. Consumo total de energia elétrica por subsistema elétrico (GWh) 4 Tabela 2. SIN. Carga de energía por subsistema. Janeiro-Maio 6 Tabela 3. SIN. Carga de energía por subsistema. Janeiro-Dezembro de Tabela 4. SIN. Consumo total na rede, Tabela 5. SIN. Projeção do consumo de energia elétrica na rede, (GWh) 8 Tabela 6. SIN. Projeção da carga de energia (MWmédio), Tabela 7. SIN. Acréscimos anuais da carga de energia (MWmédio), Tabela 8. SIN. Carga de energia (MWmédio): 1ª Revisão 2010 versus PEN Nota Técnica DEA 07/10 ONS 059/2010-1ª Revisão Quadrimestral (2010) ii
7 ÍNDICE DE GRÁFICOS Gráfico 1. SIN. Mercado por classe 5 Gráfico 2. SIN. Carga de energia. Comparação: 1ª Revisão 2010 x Previsão PEN Gráfico 3. SIN. Evolução do índice de perdas (%) 10 Gráfico 4. SIN. Carga de energia: 1ª Revisão 2010 versus PEN Nota Técnica DEA 07/10 ONS 059/2010-1ª Revisão Quadrimestral (2010) iii
8 (Esta página foi intencionalmente deixada em branco para o adequado alinhamento de páginas na impressão com a opção frente e verso - double sided ) Nota Técnica DEA 07/10 ONS 059/2010-1ª Revisão Quadrimestral (2010) 1
9 1 INTRODUÇÃO Esta nota técnica tem por objetivo apresentar os resultados da 1ª Revisão Quadrimestral das projeções do consumo e da carga do Sistema Interligado Nacional (SIN), realizada em conjunto pela Empresa de Pesquisa Energética EPE e pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico - ONS. Durante o ano de 2009 os efeitos negativos da crise econômica mundial sobre a economia brasileira concentraram-se no primeiro semestre do ano, apresentando melhoria progressiva no segundo semestre. Relativamente à projeção anterior do mercado de energia elétrica realizada conjuntamente pela EPE e pelo ONS, para o período , vale ressaltar que não se configuram alterações sensíveis relativamente às condições conjunturais de partida, tanto da economia quanto do consumo, assim como em relação ao cenário macroeconômico e às premissas setoriais nesse horizonte de estudo. No entanto, dois fatos relevantes obrigam a que se proceda à revisão da projeção anterior do mercado e da carga (projeção PEN ). Em primeiro lugar, a data da interligação dos sistemas isolados correspondentes à interligação do sistema Tucuruí-Macapá-Manaus foi postergada de novembro de 2011 para janeiro de Além disso, a hipótese implícita na projeção anterior, no que se refere às perdas no SIN, de uma rápida queda do índice de perdas (perdas/carga de energia), sobretudo como conseqüência da recuperação do consumo industrial, não vem se configurando na intensidade prevista. Assim, embora se tenha mantido a projeção anterior do consumo de energia elétrica no País, ajustou-se a projeção da carga de energia do SIN em função de uma redução mais lenta do índice de perdas nos anos de 2010 e 2011, o que resultou em um aumento da carga de energia do SIN, nesses anos, nos montantes de 552 e 53 MWmédio, respectivamente. A única implicação desses fatos no consumo de energia elétrica traduz-se em uma realocação da parcela do consumo por subsistema elétrico no ano de 2012 (e em dois meses de 2011) em função da postergação da interligação dos sistemas isolados correspondentes ao sistema Tucuruí-Macapá-Manaus. Dessa forma, na atual projeção, o consumo relativo a essa interligação não foi incorporado ao SIN até o final de A atual projeção da carga de energia no SIN, para o ano de 2010 resultou em MWmédio, isto é, 1% superior (552 MWmédio) à projeção anterior para o PEN , em função do índice de perdas agora considerado para este ano, de 16,5%. O índice de perdas registrou o valor de 16,8% em 2009, admitindo-se sua redução para 16,5% em 2010, 16,0% em 2011 e atingindo 15,6% em 2012 (mesmo nível de 2008). Em 2013 e 2014, ele aumenta para 1 A projeção anterior refere-se ao Plano Decenal de Expansão de Energia PDE e ao PEN , cujos resultados coincidem no horizonte comum. Nota Técnica DEA 07/10 ONS 059/2010-1ª Revisão Quadrimestral (2010) 2
10 15,8% por efeito da interligação ao SIN dos sistemas isolados correspondentes ao sistema Tucuruí-Macapá-Manaus. A postergação da interligação desses sistemas isolados, de novembro de 2011 (data utilizada na projeção anterior) para janeiro de 2013, tem um efeito redutor na carga de 2011 e No entanto, para 2011, ele é pequeno (apenas dois meses de interligação) e é compensado por um índice de perdas mais elevado do que aquele utilizado anteriormente. O resultado é uma pequena diferença a maior, de 53 MWmédio, na projeção atual da carga para 2011 em relação à previsão do PEN Em resumo, a nova projeção de carga de energia (consumo mais perdas) no Sistema Interligado Nacional, elaborada para a 1ª Revisão Quadrimestral de 2010 situa-se em 552 e 53 MWmédio acima da projeção anterior, para os anos de 2010 e 2011 respectivamente. Para o ano de 2012 espera-se uma redução de MWmédio por conta da postergação da interligação dos sistemas isolados correspondentes ao sistema Tucuruí-Macapá-Manaus. Para os anos de 2013 e 2014 foram mantidos os valores previstos no PEN Nota Técnica DEA 07/10 ONS 059/2010-1ª Revisão Quadrimestral (2010) 3
11 2 SIN - MERCADO DE ENERGIA ELÉTRICA 2010 O consumo total de energia elétrica no Sistema Interligado Nacional atingiu GWh no primeiro bimestre de 2010, resultado que superou em 10,5% o valor verificado no mesmo período de Dessa forma, o mercado total realizado registrou um desvio de 0,2% relativamente ao previsto para o período. O consumo das classes residencial e comercial mantiveram variações expressivas comparativamente ao mesmo período do ano anterior: 9,5% e 8,7%, respectivamente. O elevado crescimento do consumo dessas classes foi observado de forma generalizada em todos os subsistemas elétricos. A expansão do consumo da classe residencial foi influenciada pelo aumento do número de consumidores, das elevadas temperaturas, da massa salarial e da maior posse e intensificação de uso de eletrodomésticos, como condicionadores de ar. Em fevereiro de 2010 foram atendidos 55,2 milhões de consumidores residenciais, representando um acréscimo de 2,3 milhões de novos consumidores em relação a fevereiro de O consumo comercial totalizou GWh no acumulado janeiro-fevereiro de O consumo dessa classe, que já apresentava crescimento expressivo ao longo de 2009, se intensificou nos últimos três meses. O contínuo processo de abertura de pontos comerciais, com elevado padrão de consumo (hipermercados, shopping centers e hotéis, principalmente) tem sido uma das causas da expansão do consumo comercial. Acumulando GWh no primeiro bimestre deste ano, o consumo industrial cresceu 14,1% relativamente ao mesmo período de Esse resultado, apesar de influenciado pela baixa base de comparação, já demonstra o início da recuperação no nível de atividade da indústria, principalmente dos setores siderúrgico e de extração mineral, os mais atingidos pela crise financeira internacional. Na Tabela 1 são apresentados os resultados do consumo total no período, destacando-se os crescimentos expressivos no mês de fevereiro e no acumulado do primeiro bimestre do ano. Tabela 1. SIN. Consumo total de energia elétrica por subsistema elétrico (GWh) Subsistema Elétrico Em Fevereiro Até Fevereiro 12 Meses Var. (%) Var. (%) Var. (%) Norte , , ,8 Nordeste , , ,6 Sudeste/CO , , ,0 Sul , , ,7 SIN , , ,2 Nota Técnica DEA 07/10 ONS 059/2010-1ª Revisão Quadrimestral (2010) 4
12 Cabe destacar, ainda, o crescimento do consumo total em 12 meses findos em fevereiro de 2010 que, pela primeira vez desde julho de 2009, voltou a apresentar variação positiva (1,2%). As classes residencial e comercial mantiveram crescimentos expressivos, 7,3% e 6,9% respectivamente. O consumo industrial, embora ainda apresentando variação negativa (4,1%) mantém a tendência de recuperação observada a partir de novembro de 2009 (Gráfico 1). Gráfico 1. SIN. Mercado por classe TAXAS DE CRESCIMENTO EM 12 MESES (%) 8,0 4,0 Impacto da crise Crise não impacta os segmentos residencial e comercial. 7,3% 6,9% 0,0 1,2% -4,0-4,1% -8,0-12,0 Recuperação J F M A M J J A S O N D J F M A M J J A S O N D J F RES IND COM TOT Nota Técnica DEA 07/10 ONS 059/2010-1ª Revisão Quadrimestral (2010) 5
13 3 A CARGA DO SISTEMA INTERLIGADO EM 2010 Os dados relativos à carga vieram confirmar a recuperação da economia brasileira a partir do segundo semestre do ano de 2009 após os reflexos da crise. A carga de energia do SIN, no período julho-dezembro de 2009 acumulou MWmédio, valor superior em MWmédio (ou 2,5%) ao do mesmo período de De acordo com o ONS, que realiza acompanhamento baseado em medição própria e em informações advindas dos agentes de consumo, a carga de energia do SIN, em 2009, foi de MWmédio, o que representa uma expansão de 0,7% em relação ao valor de O crescimento da carga de energia do SIN, no período de janeiro a maio de 2010, considerando os valores verificados até março e os valores do PMO para abril e maio, registra uma taxa média mensal em torno de 10,8% sobre igual período de Tal comportamento já era esperado e foi, em grande medida, puxado pela retomada do crescimento da economia, após os efeitos da crise financeira internacional sobre o mercado de energia elétrica brasileiro, associado à ocorrência de elevadas temperaturas, acima da média para esse período. Adicionalmente, a interligação do sistema Acre-Rondônia a partir do final de outubro de 2009 também teve sua parcela de contribuição para esse resultado. A Tabela 2 apresenta, para o período janeiro-maio de 2010, a comparação entre a carga de energia verificada e a prevista para o PEN Nesses meses ocorreram desvios em relação à projeção anterior. O maior desvio no período ocorreu no subsistema Sudeste- Centro-Oeste (2,3%). Tabela 2. SIN. Carga de energía por subsistema. Janeiro-Maio Período Unid. Norte Nordeste Sudeste/ Centro- Oeste Sul SIN VERIFICADO 2009 [A] (1) MWmédio PREVISÃO 2010 [B] (2) MWmédio Crescimento [B/A] % 8,6 12,1 11,1 9,2 10,8 PREVISÃO PEN 2010 [C] 2 MWmédio DESVIO [B] [C] MWmédio DESVIO [B] / [C] % -0,6 1,6 2,3 1,6 1,8 (1) Valores verificados em (2) Para 2010: valores verificados nos meses de janeiro a março e valores do PMO de abril para os meses de abril e maio. Considerando a análise do comportamento da carga e do consumo, bem como do índice de perdas, que vem se verificando acima dos valores previstos anteriormente, ao longo dos 2 Nota Técnica Projeção da demanda de energia elétrica no Sistema Interligado Nacional para o Plano Anual da Operação Energética PEN 2010, EPE/ONS, fevereiro de Disponível em Nota Técnica DEA 07/10 ONS 059/2010-1ª Revisão Quadrimestral (2010) 6
14 últimos meses, a projeção para o ano de 2010 é de que a carga de energia do SIN se situe 552 MWmédio (1,0%) acima da previsão anterior, representando um acréscimo de 7,2% sobre a carga do ano anterior. A Tabela 3 e o Gráfico 2 resumem o resultado da projeção da carga para Tabela 3. SIN. Carga de energía por subsistema. Janeiro-Dezembro de 2010 Período Unid. Norte Nordeste Sudeste/ Centro- Oeste Sul SIN VERIFICADO 2009 [A] (1) MWmédio PREVISÃO 2010 [B] (2) MWmédio Crescimento [B/A] % 8,5 8,5 7,2 5,8 7,2 PREVISÃO PEN 2010 [C] MWmédio DESVIO [B] [C] MWmédio DESVIO [B] / [C] % -0,3 1,0 1,1 1,1 1,0 (1) Valores verificados em (2) Para 2010: valores verificados nos meses de janeiro a março e valores do PMO de abril para os meses de abril e maio. Gráfico 2. SIN. Carga de energia. Comparação: 1ª Revisão 2010 x Previsão PEN Nota Técnica DEA 07/10 ONS 059/2010-1ª Revisão Quadrimestral (2010) 7
15 4 PROJEÇÃO DO CONSUMO, Conforme se mencionou na Introdução desta nota técnica, a única alteração na projeção do consumo na rede do SIN, para o período , ocorreu nos anos de 2011 e 2012, dado que a interligação do sistema Tucuruí-Macapá-Manaus foi postergada de novembro de 2011 (PEN ) para janeiro de Nestas condições, a atual projeção do consumo é e GWh inferior à projeção anterior, respectivamente nos anos de 2011 e 2012, conforme apresentado na Tabela 4. Tabela 4. SIN. Consumo total na rede, Ano PEN [A] % 1ª Revisão 2010 [B] % Diferença [B] [A] , , , , , , , , , ,6 0 Nota: considera a interligação do sistema Acre-Rondônia a partir dos últimos dias de outubro de 2009 e a interligação do sistema Tucuruí-Macapá-Manaus em janeiro de Fonte: EPE. A nova projeção do consumo na rede do SIN por classe e por subsistema é apresentada na Tabela 5. Tabela 5. SIN. Projeção do consumo de energia elétrica na rede, (GWh) CONSUMO TOTAL Projeção por classe de consumo Residencial Industrial Comercial Outras classes Projeção por subsistema interligado Norte Nordeste Sudeste-Centro-Oeste Sul Nota: considera a interligação do sistema Acre-Rondônia a partir dos últimos dias de outubro de 2009 e a interligação do sistema Tucuruí-Macapá-Manaus em janeiro de Fonte: EPE. Nota Técnica DEA 07/10 ONS 059/2010-1ª Revisão Quadrimestral (2010) 8
16 (Esta página foi intencionalmente deixada em branco para o adequado alinhamento de páginas na impressão com a opção frente e verso - double sided ) Nota Técnica DEA 07/10 ONS 059/2010-1ª Revisão Quadrimestral (2010) 9
17 5 PROJEÇÃO DA CARGA, O índice de perdas no SIN em 2009 registrou significativo aumento, passando de 15,6% em 2008 para 16,8% em Possivelmente, contribuiu para esse crescimento a variação das perdas comerciais como decorrência do forte crescimento do consumo residencial e comercial (classes onde se concentram essas perdas) e a retração do consumo industrial. A previsão original do PEN era de que as perdas retornassem a um nível próximo ao de 2008 já em No entanto, os resultados do consumo e da carga verificados até fevereiro de 2009 sinalizam que a redução do índice de perdas provavelmente ocorrerá de forma mais lenta. Assim, admitiu-se uma redução gradual do índice de perdas nos anos de 2010 (16,5%) e 2011 (16,0%), conforme mostrado no Gráfico 3, que compara a previsão atual deste indicador com a previsão anterior (PEN ). Gráfico 3. SIN. Evolução do índice de perdas (%) ,8 15,8 15,8 15,8 Índice de perdas no SIN em 2008: 15,6% em 2009: 16,8% ,6 15,9 1ª Revisão ,7 16,0 PEN ,7 16,5 15,0 15,5 16,0 16,5 17,0 Nota: considera a interligação Acre-Rondônia nos últimos dias de outubro de 2009 e a interligação Tucuruí- Macapá-Manaus em novembro de 2011, para o PEN , e em janeiro de 2013, para a 1ª Revisão Fonte: EPE/ONS. A revisão da projeção do índice de perdas no período resultou em um aumento na previsão da carga de energia para os anos de 2010 e 2011, em comparação à previsão anterior. Nessas condições, conforme citado anteriormente, as novas projeções da carga de energia no SIN registram valores de e MWmédio em 2010 e 2011, respectivamente, montantes superiores, em 552 e 53 MWmédio, à previsão anterior. Por sua vez, a postergação da interligação do sistema Tucuruí-Macapá-Manaus ao subsistema Norte para janeiro de 2013 resulta em uma redução na carga de MWmédio no ano de Nota Técnica DEA 07/10 ONS 059/2010-1ª Revisão Quadrimestral (2010) 10
18 2012. Para 2013 e 2014, a carga de energia do SIN não sofreu qualquer alteração relativamente à previsão anterior. A taxa de crescimento da carga de energia esperada para o ano de 2010, de 7,2%, é explicada em grande parte pela base baixa de 2009 e pela recuperação do consumo industrial em 2010, acrescido do efeito de elevadas temperaturas nos primeiros meses do ano e da interligação do sistema Acre-Rondônia, que ocorreu no final de outubro de 2009, se integrando ao subsistema Sudeste/Centro-Oeste. Por sua vez, a interligação do sistema Tucuruí-Macapá- Manaus, em janeiro de 2013, faz com que a carga de energia do subsistema Norte e do SIN cresça, nesse ano, respectivamente, 32,2% e 7,0%. A Tabela 6 resume a projeção da carga de energia anual, por subsistema, e a Tabela 7 mostra os respectivos acréscimos anuais. Tabela 6. SIN. Projeção da carga de energia (MWmédio), Subsistema (% a.a.) Norte ,9 Nordeste ,8 Sudeste/CO ,8 Sul ,9 SIN ,2 Nota: Considera a interligação do sistema Tucuruí-Macapá-Manaus a partir de janeiro de Fonte: EPE/ONS. Tabela 7. SIN. Acréscimos anuais da carga de energia (MWmédio), Subsistema Norte Nordeste Sudeste/CO Sul SIN Nota: Considera a interligação do sistema Tucuruí-Macapá-Manaus a partir de janeiro de Fonte: EPE/ONS. A Tabela 8 e o Gráfico 4 mostram a comparação entre a projeção atual da carga de energia (1ª Revisão 2010) e a projeção anterior (PEN ). Nota Técnica DEA 07/10 ONS 059/2010-1ª Revisão Quadrimestral (2010) 11
19 Tabela 8. SIN. Carga de energia (MWmédio): 1ª Revisão 2010 versus PEN Projeção ª Revisão 2010 [A] PEN [B] [A] [B] Nota: A 1ª Revisão 2010 considera a interligação do sistema Tucuruí-Macapá-Manaus a partir de janeiro de 2013, enquanto que o PEN considerava essa interligação a partir de novembro de Fonte: EPE/ONS. Gráfico 4. SIN. Carga de energia: 1ª Revisão 2010 versus PEN MWmédio Diferença [B] - [A] PEN [A] 1ª Revisão 2010 [B] Nota: A 1ª Revisão 2010 considera a interligação do sistema Tucuruí-Macapá-Manaus a partir de janeiro de 2013, enquanto o PEN considerava essa interligação a partir de novembro de Fonte: EPE/ONS. Os resultados da projeção da carga, detalhados em valores mensais, são apresentados em Anexo. Nota Técnica DEA 07/10 ONS 059/2010-1ª Revisão Quadrimestral (2010) 12
20 (Esta página foi intencionalmente deixada em branco para o adequado alinhamento de páginas na impressão com a opção frente e verso - double sided ) Nota Técnica DEA 07/10 ONS 059/2010-1ª Revisão Quadrimestral (2010) 13
21 ANEXOS A: PROJEÇÃO DO CONSUMO DE ENERGIA ELÉTRICA NA REDE B: PROJEÇÃO DA CARGA MENSAL DO SIN Nota Técnica DEA 07/10 ONS 059/2010-1ª Revisão Quadrimestral (2010) 14
22 (Esta página foi intencionalmente deixada em branco para o adequado alinhamento de páginas na impressão com a opção frente e verso - double sided ) Nota Técnica DEA 07/10 ONS 059/2010-1ª Revisão Quadrimestral (2010) 15
23 ANEXO A: PROJEÇÃO DO CONSUMO DE ENERGIA ELÉTRICA NA REDE SIN e Subsistemas. Consumo por classe de consumidores, em GWh Subsistema/Classe Norte Residencial Industrial Comercial Outras Nordeste Residencial Industrial Comercial Outras Sudeste/Centro-Oeste Residencial Industrial Comercial Outras Sul Residencial Industrial Comercial Outras SIN Residencial Industrial Comercial Outras Nota: Considera a interligação do sistema Acre-Rondônia a partir do final de outubro de 2009 e do sistema Tucuruí-Macapá-Manaus a partir de janeiro de Fonte: EPE. Nota Técnica DEA 07/10 ONS 059/2010-1ª Revisão Quadrimestral (2010) 16
24 SIN e Subsistemas: Taxas médias de crescimento do consumo, (% a.a.) Classe Subsistema Norte Nordeste Sudeste/CO Sul Residencial 15,4 5,9 4,5 4,4 5,2 Industrial 8,1 4,1 5,6 3,7 5,4 Comercial 17,4 7,1 6,0 5,7 6,5 Outras 16,6 4,8 3,7 3,6 4,5 TOTAL 10,7 5,2 5,1 4,2 5,4 Nota: Considera a interligação do sistema Acre-Rondônia a partir do final de outubro de 2009 e do sistema Tucuruí-Macapá-Manaus a partir de janeiro de Fonte: EPE. SIN Nota Técnica DEA 07/10 ONS 059/2010-1ª Revisão Quadrimestral (2010) 17
25 ANEXO C: PROJEÇÃO DA CARGA MENSAL DO SIN Carga de Energia (MWmédio), considerando as interligações de sistemas isolados Subsistema Norte Ano Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano Subsistema Nordeste Ano Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano Subsistema Sudeste/CO Ano Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano Subsistema Sul Ano Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano SIN Ano Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano Notas: (1) Considera a interligação do sistema Acre-Rondônia a partir dos últimos dias de outubro de 2009 (ao subsistema Sudeste/Centro-Oeste) e a interligação do sistema Tucuruí-Macapá-Manaus a partir de janeiro de 2013 (ao subsistema Norte). (2) Os valores referentes ao período de janeiro a março de 2010 são verificados. Para os valores de abril e maio, foram utilizadas estimativas do PMO de abril. Fonte: EPE/ONS. Nota Técnica DEA 07/10 ONS 059/2010-1ª Revisão Quadrimestral (2010) 18
26 Carga de Energia (MWmédio), desconsiderando as interligações de sistemas isolados Subsistema Norte Ano Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano Subsistema Nordeste Ano Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano Subsistema Sudeste/CO Ano Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano Subsistema Sul Ano Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano SIN Ano Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano Notas: (1) Não considera a interligação ao SIN dos sistemas Acre-Rondônia e Tucuruí-Macapá-Manaus. (2) Os valores referentes ao período de janeiro a março de 2010 são verificados. Para os valores de abril e maio, foram utilizadas estimativas do PMO de abril. Fonte: EPE/ONS. Nota Técnica DEA 07/10 ONS 059/2010-1ª Revisão Quadrimestral (2010) 19
Energia Elétrica: Previsão da Carga dos Sistemas Interligados 2 a Revisão Quadrimestral de 2004
Energia Elétrica: Previsão da Carga dos Sistemas Interligados 2 a Revisão Quadrimestral de 2004 Período 2004/2008 INFORME TÉCNICO PREPARADO POR: Departamento de Estudos Energéticos e Mercado, da Eletrobrás
SIMPLES Manual de Operação Ciclo 2011
SIMPLES Manual de Operação Ciclo 2011 Fevereiro de 2011 Governo Federal Ministério de Minas e Energia Ministro Edison Lobão Secretário de Planejamento e Desenvolvimento Energético Altino Ventura Filho
SINCOR-SP 2016 ABRIL 2016 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS
ABRIL 2016 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS 1 2 Sumário Palavra do presidente... 4 Objetivo... 5 1. Carta de Conjuntura... 6 2. Estatísticas dos Corretores de SP... 7 3. Análise macroeconômica...
Atualização do Valor do Patamar Único de Custo de Déficit - 2015
Atualização do Valor do Patamar Único de Custo de Déficit - 2015 Ministério de Minas e Energia GOVERNO FEDERAL MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA MME/SPE Ministério de Minas e Energia Ministro Eduardo Braga
O levantamento anual envolveu sete instituições financeiras: Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, HSBC, Itaú, Safra e Santander.
ANÁLISE COMPARATIVA RELATÓRIO ANUAL DE TAXAS DE JUROS / 2013 EMPRÉSTIMO PESSOAL E CHEQUE ESPECIAL O levantamento anual envolveu sete instituições financeiras: Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica
Notas sobre a divulgação do CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) JUNHO/2010
Notas sobre a divulgação do CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) JUNHO/2010 Dados divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego para junho de 2010 confirmam a recuperação do emprego
Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC)
10 de abril de 2013 Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC) O ICEC é um indicador da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) que visa medir o nível de confiança
ÍNDICE DE CONFIANÇA DOS PEQUENOS NEGÓCIOS NO BRASIL. ICPN Outubro de 2015
ÍNDICE DE CONFIANÇA DOS PEQUENOS NEGÓCIOS NO BRASIL ICPN Outubro de 2015 ÍNDICE DE CONFIANÇA DOS PEQUENOS NEGÓCIOS NO BRASIL ICPN Outubro de 2015 Sumário Executivo Indicadores de confiança são indicadores
1. Evolução do Emprego Celetista
Enfoque Econômico é uma publicação do IPECE que tem por objetivo fornecer informações de forma imediata sobre políticas econômicas, estudos e pesquisas de interesse da população cearense. Por esse instrumento
Nota de Crédito PJ. Janeiro 2015. Fonte: BACEN Base: Novembro de 2014
Nota de Crédito PJ Janeiro 2015 Fonte: BACEN Base: Novembro de 2014 mai/11 mai/11 Carteira de Crédito PJ não sustenta recuperação Após a aceleração verificada em outubro, a carteira de crédito pessoa jurídica
(com base na Nota do Banco Central do Brasil de 27-05-2009) Edição de 27 de Maio de 2009
Relatório Febraban - Evolução do Crédito do Sistema Financeiro (com base na Nota do Banco Central do Brasil de 27-05-2009) Edição de 27 de Maio de 2009 Em Abril de 2009, operações de crédito atingiram
06 a 10 de Outubro de 2008 Olinda - PE
06 a 10 de Outubro de 2008 Olinda - PE Nome do Trabalho Técnico Previsão do mercado faturado mensal a partir da carga diária de uma distribuidora de energia elétrica Laucides Damasceno Almeida Márcio Berbert
APRESENTAÇÃO NO INSTITUTO DO VAREJO
APRESENTAÇÃO NO INSTITUTO DO VAREJO 18 de Agosto de 2006 Demian Fiocca Presidente do BNDES www.bndes.gov.br 1 BRASIL: NOVO CICLO DE DESENVOLVIMENTO Um novo ciclo de desenvolvimento teve início em 2004.
Ano I Boletim II Outubro/2015. Primeira quinzena. são específicos aos segmentos industriais de Sertãozinho e região.
O presente boletim analisa algumas variáveis chaves na atual conjuntura da economia sertanezina, apontando algumas tendências possíveis. Como destacado no boletim anterior, a indústria é o carro chefe
Desempenho Recente e Perspectivas para a Agricultura
Desempenho Recente e Perspectivas para a Agricultura A safra de grãos do país totalizou 133,8 milhões de toneladas em 2009, de acordo com o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) de dezembro,
2 Características do Sistema Interligado Nacional
2 Características do Sistema Interligado Nacional O Sistema Elétrico Brasileiro (SEB) evoluiu bastante ao longo do tempo em termos de complexidade e, consequentemente, necessitando de um melhor planejamento
RELATÓRIO ANUAL DE TAXAS DE JUROS / 2011 EMPRÉSTIMO PESSOAL E CHEQUE ESPECIAL
RELATÓRIO ANUAL DE TAXAS DE JUROS / 2011 EMPRÉSTIMO PESSOAL E CHEQUE ESPECIAL ANÁLISE COMPARATIVA O levantamento anual envolveu sete instituições financeiras: Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica
BALANÇO ENERGÉTICO NACIONAL
BALANÇO ENERGÉTICO NACIONAL 2012 I Resultados Preliminares I ano base 2011 Ministério de Minas e Energia BALANÇO ENERGÉTICO NACIONAL 2012 I Resultados Preliminares I ano base 2011 Editoração Grupojam
www.ccee.org.br Nº 011 Novembro/2014 0800 10 00 08 Nº de usinas
Introdução O Boletim de Operação das Usinas é uma publicação mensal que apresenta os principais resultados consolidados de capacidade, garantia física e geração das usinas, tendo como referência a contabilização
Saldo de Empregos Celetistas Cearense - Fevereiro de 2014
Enfoque Econômico é uma publicação do IPECE que tem por objetivo fornecer informações de forma imediata sobre políticas econômicas, estudos e pesquisas de interesse da população cearense. Por esse instrumento
Esclarecimentos sobre rentabilidade das cotas do Plano SEBRAEPREV
INVESTIMENTOS Esclarecimentos sobre rentabilidade das cotas do Plano SEBRAEPREV Uma questão de suma importância para a consolidação e perenidade de um Fundo de Pensão é a sua saúde financeira, que garante
Residentes no estrangeiro sustentam ligeiro aumento nas dormidas
Atividade Turística Dezembro de 2012 14 de fevereiro de 2013 Residentes no estrangeiro sustentam ligeiro aumento nas dormidas As dormidas na hotelaria atingiram 1,7 milhões em dezembro 2012, mais 1,9%
ESTUDO SOBRE CIRCULAÇÃO DE REVISTAS
ESTUDO SOBRE CIRCULAÇÃO DE REVISTAS MERCADO BRASILEIRO 2000 A 2011 2 Sumário 1 METODOLOGIA... 3 2 EVOLUÇÃO DO NÚMERO DE EXEMPLARES DE 2000 A 2011... 4 3 RECEITAS ANUAIS POR PERIODICIDADE... 5 3.1 PREÇO
Decomposição da Inflação de 2011
Decomposição da de Seguindo procedimento adotado em anos anteriores, este boxe apresenta estimativas, com base nos modelos de projeção utilizados pelo Banco Central, para a contribuição de diversos fatores
6 Construção de Cenários
6 Construção de Cenários Neste capítulo será mostrada a metodologia utilizada para mensuração dos parâmetros estocásticos (ou incertos) e construção dos cenários com respectivas probabilidades de ocorrência.
O gráfico 1 mostra a evolução da inflação esperada, medida pelo IPCA, comparando-a com a meta máxima de 6,5% estabelecida pelo governo.
ANO 4 NÚMERO 31 OUTUBRO DE 2014 PROFESSORES RESPONSÁVEIS: FLÁVIO RIANI & RICARDO RABELO 1-CONSIDERAÇÕES INICIAIS O gerenciamento financeiro do governo, analisado de forma imparcial, se constitui numa das
Relatório FEBRABAN - Evolução do Crédito do Sistema Financeiro
Relatório FEBRABAN - Evolução do Crédito do Sistema Financeiro (com base na Nota do Banco Central do Brasil de 22-10-08) Edição de 27 de Outubro de 08 Crise não teve impacto significativo nas operações
BoletIM do Observatório Imobiliário do DF
BoletIM do Observatório Imobiliário do DF Novembro/Dezembro/2012 6 SEDHAB - SUPLAN Edição Nº 06 NOV/DEZ 2012 SUMÁRIO 1. Introdução. 2. Situação do Mercado Imobiliário segundo o índice FIPEZAP em Novembro/Dezembro
CEASAMINAS UNIDADE GRANDE BELO HORIZONTE OFERTA DE ALHO EM AGOSTO NOS ÚLTIMOS DEZ ANOS
Alho As perspectivas do mercado de alho na CeasaMinas Grande BH foram totalmente concretizadas no mês de agosto. Esta característica pode ser creditada principalmente ao bulbo nacional, pois quanto ao
Produção Industrial Cearense Cresce 2,5% em Fevereiro como o 4º Melhor Desempenho do País
Enfoque Econômico é uma publicação do IPECE que tem por objetivo fornecer informações de forma imediata sobre políticas econômicas, estudos e pesquisas de interesse da população cearense. Por esse instrumento
RESULTADOS DE OUTUBRO DE 2013
1 RESULTADOS DE OUTUBRO DE 2013 Pesquisa realizada pelo Uni-FACEF em parceria com a Fe-Comércio mede o ICC (Índice de confiança do consumidor) e PEIC (Pesquisa de endividamento e inadimplência do consumidor)
RELATÓRIO ANUAL DE TAXAS DE JUROS / 2012 EMPRÉSTIMO PESSOAL E CHEQUE ESPECIAL
ANÁLISE COMPARATIVA RELATÓRIO ANUAL DE TAXAS DE JUROS / 2012 EMPRÉSTIMO PESSOAL E CHEQUE ESPECIAL O levantamento anual envolveu sete instituições financeiras: Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica
MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME Secretaria Nacional de Assistência Social Departamento de Benefícios Assistenciais
Anexo IV Metas Fiscais IV.8 Avaliação da Situação Financeira e Atuarial dos Benefícios Assistenciais da Lei Orgânica de Assistência Social LOAS (Art. 4 o, 2 o, inciso IV, da Lei Complementar n o 101, de
A IMPORTÂNCIA DA ENERGIA EÓLICA NA OFERTA DE ENERGIA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL
A IMPORTÂNCIA DA ENERGIA EÓLICA NA OFERTA DE ENERGIA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL São Paulo, 03 de junho de 2008 Sistema Elétrico Brasileiro e o Sistema ELETROBRÁS Linhas de Transmissão SIN Capacidade
Boletim Econômico e do Setor Portuário. Sumário
Boletim Econômico e do Setor Portuário Junho de 2014 Sumário Indicadores da Economia Nacional... 2 O Produto Interno Bruto PIB no primeiro trimestre de 2014... 2 Os Índices de Inflação... 3 O Mercado de
EARNINGS RELEASE 2008 e 4T08 Cemig D
EARNINGS RELEASE 2008 e 4T08 Cemig D (Em milhões de reais, exceto se indicado de outra forma) --------- Lucro do Período A Cemig Distribuição apresentou, no exercício de 2008, um lucro líquido de R$709
Balança Comercial 2003
Balança Comercial 2003 26 de janeiro de 2004 O saldo da balança comercial atingiu US$24,8 bilhões em 2003, o melhor resultado anual já alcançado no comércio exterior brasileiro. As exportações somaram
Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais
m³ ANÁLISE MENSAL DO MERCADO DE BIODIESEL: EDIÇÃO Nº 6 - JULHO DE 2013 A, documento elaborado pela Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais ABIOVE, possui o intuito de levar ao mercado informações
EVOLUÇÃO DO VENCIMENTO E REMUNERAÇÃO DOS DOCENTES DAS UEBA S EM 2015
Escritório Regional da Bahia Rua do Cabral 15 Nazaré CEP 40.055.010 Salvador Bahia Telefone: (71) 3242-7880 Fax: (71) 3326-9840 e-mail: [email protected] Salvador, 27 de Outubro de 2015 EVOLUÇÃO DO VENCIMENTO
Dados de Crédito agosto
29/09/09 Dados de Crédito agosto O Banco Central divulgou relatório de política monetária e crédito referente ao mês de agosto. O crédito com recursos livres teve aumento real de 6, nos últimos 12 meses.
EFEITO DAS CURVAS DE AVERSÃO SOBRE A OPERAÇÃO DO SISTEMA INTERLIGADO BRASILEIRO. Relatório Final(Versão 2)
EFEITO DAS CURVAS DE AVERSÃO SOBRE A OPERAÇÃO DO SISTEMA INTERLIGADO BRASILEIRO Relatório Final(Versão 2) Preparado para DUKE ENERGY Preparado por MERCADOS DE ENERGIA/PSR Janeiro 24 ÍNDICE 1 OBJETIVO...
Síntese dos resultados
Núcleo de Pesquisas Mês de março apresenta alta mensal do percentual de famílias endividadas e com contas em atraso. Entretanto, na comparação anual o percentual de atrasos caiu. O percentual de famílias
INFORME INFRA-ESTRUTURA
INFORME INFRA-ESTRUTURA ÁREA DE PROJETOS DE INFRA-ESTRUTURA AGOSTO/96 N 1 O Risco de Déficit de Energia Elétrica no Brasil O setor elétrico brasileiro, que se constituiu no passado em importante vetor
Milho: preços elevados mesmo com super-safra norte-americana
Milho: preços elevados mesmo com super-safra norte-americana Super-safra norte-americana Em seu boletim de oferta e demanda mundial de setembro o Usda reestimou para cima suas projeções para a safra 2007/08.
EVOLUÇÃO SALARIAL. Categoria: Federação dos Trabalhadores da Saúde do Estado de São Paulo INPC-IBGE. março de 2014
EVOLUÇÃO SALARIAL Categoria: Material de suporte para categorias em data base Deflatores: ICV-DIEESE INPC-IBGE março de 2014 Este trabalho contém o estudo sobre o comportamento dos salários desde 01-março-2013
Comentários sobre o. Plano Decenal de Expansão. de Energia (PDE 2008-2017)
Comentários sobre o Plano Decenal de Expansão de Energia (PDE 2008-2017) PAULO CÉSAR RIBEIRO LIMA JANEIRO/2009 Paulo César Ribeiro Lima 2 Comentários sobre o Plano Decenal de Expansão de Energia (PDE 2008-2017)
DIREÇÃO NACIONAL DA CUT APROVA ENCAMINHAMENTO PARA DEFESA DA PROPOSTA DE NEGOCIAÇÃO DO SALÁRIO MÍNIMO, DAS APOSENTADORIAS E DO FATOR PREVIDENCIÁRIO
DIREÇÃO NACIONAL DA CUT APROVA ENCAMINHAMENTO PARA DEFESA DA PROPOSTA DE NEGOCIAÇÃO DO SALÁRIO MÍNIMO, DAS APOSENTADORIAS E DO FATOR PREVIDENCIÁRIO A CUT e as centrais sindicais negociaram com o governo
PESQUISA DO MERCADO IMOBILIÁRIO EM BELO HORIZONTE: ALUGUÉIS
PESQUISA DO MERCADO IMOBILIÁRIO EM BELO HORIZONTE: ALUGUÉIS Agosto de 2014 APRESENTAÇÃO DA PESQUISA Esta pesquisa é realizada pela Fundação IPEAD/UFMG com o apoio da Prefeitura Municipal de Belo Horizonte
CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS
1 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS 1 2 SUMÁRIO Palavra do presidente... 3 Objetivo... 4 1. Carta de Conjuntura... 5 2. Análise macroeconômica... 6 3. Análise do setor de seguros 3.1. Receita de
PESQUISA DO MERCADO IMOBILIÁRIO EM BELO HORIZONTE: ALUGUÉIS
PESQUISA DO MERCADO IMOBILIÁRIO EM BELO HORIZONTE: ALUGUÉIS Janeiro de 2014 APRESENTAÇÃO DA PESQUISA Esta pesquisa é realizada pela Fundação IPEAD/UFMG com o apoio da Prefeitura Municipal de Belo Horizonte
O MERCADO DE TRABALHO NA REGIÃO METROPOLITANA DE CURITIBA EM 2011 E
O MERCADO DE TRABALHO NA REGIÃO METROPOLITANA DE CURITIBA EM 2011 E 2012 Camila Cristina Farinhaki Henrique Alves dos Santos Lucas Fruet Fialla Patricia Uille Gomes Introdução Este artigo tem como objetivo
Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Abril 2012
Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Abril 2012 O RISCO DOS DISTRATOS O impacto dos distratos no atual panorama do mercado imobiliário José Eduardo Rodrigues Varandas Júnior
ASSOCIAÇÃO INDUSTRIAL PORTUGUESA CCI/Câmara de Comércio e Indústria
ASSOCIAÇÃO INDUSTRIAL PORTUGUESA CCI/Câmara de Comércio e Indústria Análise de Conjuntura Abril 2012 Indicador de Sentimento Económico Após uma melhoria em Janeiro e Fevereiro, o indicador de sentimento
Sumário Executivo. Amanda Reis. Luiz Augusto Carneiro Superintendente Executivo
Comparativo entre o rendimento médio dos beneficiários de planos de saúde individuais e da população não coberta por planos de saúde regional e por faixa etária Amanda Reis Luiz Augusto Carneiro Superintendente
PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10
AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE Simpl Acum Simpl Acum jul/10 a jun/11 jul/11 12 13 (%) (%) (%) (%) 1.72.380,00 0,00 0,00 0,00 361.00,00 22,96 22,96 1/11 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE ago/11 Simpl Acum Simpl Acum Simpl
Indicadores do Mercado de Meios Eletrônicos de Pagamento
Indicadores do Mercado de Meios Eletrônicos de Pagamento Agosto de 2008 Apresentado por Fernando Chacon Diretor de Marketing do Banco Itaú Indicadores de Mercado 2 Mercado de Cartões 2008 Indicadores de
Curitiba, 25 de agosto de 2010. SUBSÍDIOS À CAMPANHA SALARIAL COPEL 2010 DATA BASE OUTUBRO 2010
Curitiba, 25 de agosto de 2010. SUBSÍDIOS À CAMPANHA SALARIAL COPEL 2010 DATA BASE OUTUBRO 2010 1) Conjuntura Econômica Em função dos impactos da crise econômica financeira mundial, inciada no setor imobiliário
7.000 6.500 6.000 5.500 5.000 4.500 4.000 3.500 3.000 2.500 2.000 1.500 1.000 500 - -500-1.000 fev./2010. ago./2011. fev./2012. nov.
4 SETOR EXTERNO As contas externas tiveram mais um ano de relativa tranquilidade em 2012. O déficit em conta corrente ficou em 2,4% do Produto Interno Bruto (PIB), mostrando pequeno aumento em relação
5 ECONOMIA MONETÁRIA E FINANCEIRA
5 ECONOMIA MONETÁRIA E FINANCEIRA Os sinais de redução de riscos inflacionários já haviam sido descritos na última Carta de Conjuntura, o que fez com que o Comitê de Política Monetária (Copom) decidisse
Normas Contábeis Orientações da SUSEP ao Mercado de Seguros, Previdência Complementar Aberta, Capitalização e Resseguro
Normas Contábeis Orientações da SUSEP ao Previdência Complementar Aberta, Capitalização e Resseguro julho/2013 Sumário 1. INTRODUÇÃO... 2 1.1. Área Responsável... 2 1.2. Base Legal... 2 1.3. Abrangência...
COMO CALCULAR A PERFORMANCE DOS FUNDOS DE INVESTIMENTOS - PARTE I
COMO CALCULAR A PERFORMANCE DOS FUNDOS DE INVESTIMENTOS - PARTE I O que é o Índice de Sharpe? Como calcular o Índice de Sharpe? Revisão do conceito de risco. O desvio-padrão como medida de risco. Autor:
Soja - Análise da Conjuntura Agropecuária. Novembro 2015 PARANÁ
Soja - Análise da Conjuntura Agropecuária Novembro 2015 PARANÁ A estimativa de área para a safra 2015/16 de soja é recorde no Paraná. Segundo os técnicos de campo serão semeados 5,24 milhões de hectares,
Resultados. 2T14 Junho, 2014
Resultados Junho, 2014 Destaques Operacional & Comercial Rebaixamento da garantia física de 6,2%, em linha com as projeções da Companhia Comercialização de ~100 MWm com prazo e preço médios de 4,5 anos
