RESUMOS DAS COMUNICAÇÕES ACADÊMICAS
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- Herman Figueira de Lacerda
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1 S DAS COMUNICAÇÕES ACADÊMICAS
2 MÍDIA, RELIGIÃO E ESPETÁCULO: UMA CRÍTICA A PARTIR DE GUY DEBORD Alberto Melquizedek Samucuta 1 A presença da religião na mídia e a propagação de uma mídia religiosa demarcam uma alteração no modo de enxergar os espaços de propagação de informação, que abrindo mão de uma hermenêutica que enxerga as esferas de informação como meros instrumentos de propagação de uma cultura mundana passam a ser ferramentas de propagação da mensagem do evangelho. Trazendo para discussão a crítica do pensador francês Guy Debord ( ) sobre a Sociedade do espetáculo (1967), o presente texto problematiza a tenuidade deste lugar conquistado pela religião, discorrendo sobre os resultados de um excesso da utilização deste lugar, o que abre precedentes para a criação de uma religiosidade do espetáculo, baseada numa espiritualidade de consumo, que antepõe o parecer face o ser, operando uma subjetividade de fetiche, elementos estes insustentáveis face às idiossincrasias da existência humana. Como contraponto, explora-se a viabilidade de pensar uma utilização das mídias que seja equilibrada, sem sobrepor à ferramenta e a imagem por ela criada - a aquele que a usa, a artificialização da mensagem, ou a mera utilização da mesma visando intentos particulares. Palavras-chave: Mídia, religião, espetáculo, subjetividade e tenuidade. TEOLOGIA DO ESPÍRITO E SUA RELAÇÃO COM OS CURSOS DE TEOLOGIA Andréa Nogueira 2 Os estudos teológicos foram a princípio, pouco valorizados na história das ADs no Brasil, entretanto, hoje esta não é mais a realidade absoluta nestas igrejas, os cursos de Teologia estão ocupando espaços que outrora não eram admitidos, mesmo que tais avanços ainda aconteçam com certa dificuldade. Fato é que o pentecostal do século XXI se aproxima cada vez mais da realidade acadêmica e as ADs ainda priorizaram por ensinamentos teológicos que tenham em vista experiências com o divino, com isto surge também a necessidade de reflexões que se orientem no sentido de buscar caminhos que diminuam a polarização entre teologia experiencial e teologia acadêmica e uma proposta cada vez mais sólida de aproximação entre ambas. É necessário compreender de que forma e quais são os códigos e símbolos que melhor se coadunam com este ethos pentecostal de fazer teologia, sem discriminar o 1 Bacharel em Teologia (REFIDIM ); Bacharel em Psicologia (ACE-FGG ); Aluno especial do Programa de mestrado em Filosofia Política na UFSC. [email protected] 2 Professora da Faculdade Refidim. [email protected]
3 método analítico, mas propondo também maneiras de se aperfeiçoar e facilitar a compreensão da teologia para este estudante que emerge das igrejas pentecostais e que supostamente não fazem teologia, supostamente porque eles apenas fazem teologia de um outro jeito. O estudante pentecostal que ingressa no curso de teologia emerge desta cultura experiencial, ele não compreende apenas pelo viés cognitivo, a partir de teses ou teorias como o faz a teologia tradicional, nas comunidades pentecostais não se pergunta, por exemplo, por que Deus é amor, mas se vive este conhecimento a partir da experiência com o sagrado. Assim ao se inserir em ambiente acadêmico a definição cognitiva de teologia entra em conflito com a definição que o pentecostal tem do Deus da experiência, por não compreender Deus apenas pela via teórica, mas e principalmente pela via da experiência. O estudante pentecostal traz consigo uma bagagem experiencial considerável para o curso de teologia, e se a experiência, em boa parte, puder ser apenas resinificada ou redirecionada, torna-se desnecessária uma desconstrução absoluta. Se no processo de aprendizagem a experiência do aluno for acatada, ela poderá ser, ao invés de um alvo de desconstrução, um ponto de conexão inicial, para a relação entre o saber acadêmico e o experiencial. Em vista dessa realidade faz-se necessário reflexões sobre a Teologia do Espírito e sua relação com os cursos de teologia pré e pós reconhecimento pelo MEC, bem como compreender a relação e desenvolvimento da Teologia do Espírito no decorrer destas mudanças, pois na intenção de tirar o caráter devocional do curso, se restringiu também reflexões sobre o jeito pentecostal de entender Deus, por isto a Teologia do Espírito se torna vital nos cursos de Teologia autorizados ou não, pois ela promove a criação de pontes para que o estudante pentecostal assimile os novos conhecimentos de forma produtiva, porém, mantendo suas convicções pentecostais com integridade. Palavras chave: Teologia do Espírito, academicismo, experiência, razão, equilíbrio. OLHARES REFORMADOS E REFORMADORES SOBRE O NOVO MUNDO: OS DISCURSOS DE JEAN DE LÉRY E GASPAR BARLÉUS 3 Arlindo Ferretti Junior 4 Euler Renato Westphal 5 O século XVI marcou profundamente a experiência humana no mundo. Por um lado, as expedições ultramarinas revelaram a complexidade de um espaço geográfico desconhecido, preenchido por populações selvagens, sem fé, lei ou rei. Por outro, a Reforma Protestante proporcionaria uma quebra inédita no seio 3 Parte da pesquisa Narrativas protestantes nas terras da América: a circulação de ideias na França Antártica (1555) e no Brasil Holandês (1630). 4 Acadêmico no quarto ano do curso de História da Universidade da Região de Joinville (UNIVILLE) e bolsista do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). [email protected]. 5 Professor doutor no departamento do Mestrado em Patrimônio Cultural e Sociedade da Universidade da Região de Joinville (UNIVILLE). [email protected].
4 da Igreja, garantindo com isso a construção não só de novas perspectivas para as relações humanas, mas, marcadamente, para as relações entre os homens e Deus. Este trabalho abrange eventos que podem ser considerados pontos de convergência entre os dois fenômenos supracitados, quais sejam: as experiências francesa ( ) e holandesa ( ) nas terras brasileiras sob o Império Português. Os conflitos pelo domínio das Américas não se restringiram aos aspectos políticos e econômicos, mas converteram-se em disputas religiosas. Isso se deu, pois França e Holanda passavam pelo processo de reforma religiosa. Excluídas dos tratados internacionais assinados com a benção do Papa, os dois Estados optaram pela invasão das terras portuguesas na América, com isso efetivando não só sua entrada na nova configuração econômica internacional, mas abrindo também espaço para as primeiras expressões do protestantismo no Novo Mundo. Como fontes, faz-se uso das importantes obras de Jean de Léry, História de uma viagem feita à Terra do Brasil, também chamada América (1578) e de Gaspar Barléus, História dos feitos recentemente praticados durante oito anos no Brasil... (1647). O objetivo do trabalho é apontar, através da comparação dos discursos, os aspectos missionários de cada um dos eventos, a fim de compreender as diferenças e semelhanças, bem como os desafios das primeiras investidas de propagação da nova fé fora da Europa. Os resultados preliminares indicam aspectos relevantes quanto ao amadurecimento da perspectiva missionária protestante, bem como a importância e a influência da participação do Estado na expansão religiosa. Com esse olhar se pretende contribuir para o estudo da história das religiões no Brasil, ampliando a discussão referente a diversidade religiosa nacional. Em meio aos maniqueísmos dos cenários político e social do país, o aniversário de 500 anos da Reforma converte-se em cenário ímpar para a realização de tal proposta. Palavras-chave: Reforma Protestante, França Antártica, Brasil Holandês, Jean de Léry, Gaspar Barléus. A PRÁTICA DO JEJUM NA ESPIRITUALIDADE CRISTÃ Bruno Bernardi Hintz 6 O jejum é um tema mencionado inúmeras vezes na Bíblia, mas muito pouco discutido nas igrejas luteranas. Além da desatenção, ela é visto negativamente, pois sentir fome é taxado como algo indigno. Porém, essa prática espiritual vem sendo redescoberta no meio cristão, contudo, muitas vezes com uma visão distorcida e incompatível com as Escrituras. A falta de clareza a respeito do assunto foi o que motivou a pesquisa: buscou-se compreender qual é o papel do jejum na espiritualidade e quais seus efeitos, quando praticado. Através da pesquisa literária, tentou-se compreender a concepção de jejum ao longo da história do cristianismo, para defini-lo mais precisamente. O jejum não foi uma invenção do povo hebreu, mas era largamente praticado nas religiões 6 Estudante do quinto semestre do Curso de bacharelado em Teologia na Faculdade Luterana de Teologia FLT. [email protected].
5 do mundo antigo. No meio israelita, se torna prática de piedade coletiva e individual, expressando arrependimento profundo. Jesus Cristo não exclui o jejum, mas dispensa sua obrigatoriedade e ressignifica a prática, que é mantida pela igreja antiga. O ascetismo eremita explora profundamente essa disciplina, percebendo sua potencialidade para refrear os impulsos pecaminosos, tanto que a prática do jejum é levada para os mosteiros com o surgimento das ordens monásticas, e regulamentado nas regras de cada ordem. Posteriormente, os reformadores também não excluem o jejum, mas resgatam seu verdadeiro propósito, retirando a tônica meritória que ele recebeu na Idade Média. O protestantismo escanteou o jejum, mas na busca pela espiritualidade atual, essa disciplina volta a ser praticada. Devido ao tema do evento, a apresentação terá um foco maior na parte histórica do jejum e sua recepção na Reforma. O jejum não é forma de obrigar Deus a voltar-se automaticamente para o jejuador, nem torna a pessoa empoderada, como muitas vezes se pensa, mas expressa postura de humildade e de dependência a Deus. Quem jejua declara: Deus é mais importante que o alimento; aquele que jejua produz artificialmente a fome para saciar-se com a Palavra de Deus. O jejum, de forma alguma pressupõe uma visão dualista do ser humano totalmente do contrário, o jejum parte de uma visão antropológica integral, na qual a espiritualidade é vivida no corpo. Quem jejua exercita o autocontrole e recebe um novo olhar para as necessidades do próximo. Também foram pesquisadas formas práticas de realizar essa abstenção de alimento. A relevância da pesquisa está em esclarecer dúvidas a respeito do jejum biblicamente correto e estimular cristãos a adotarem essa disciplina e a formatarem para sua vida diária. Palavras-chave: jejum, espiritualidade, disciplina espiritual, autocontrole. A INTERDISCIPLINARIDADE NO CURSO DE TEOLOGIA: PRIMEIRAS APROXIMAÇÕES Cristiane Luiza Salazar Garcia 7 A interdisciplinaridade pode ser, de forma geral, discuta a partir de dois macros enfoques, tal sejam, o enfoque epistemológico e o enfoque pedagógico i. Acredita-se que os dois enfoques estejam inter-relacionados, mesmo que entendo que eles guiem os estudos sobre o tema por caminhos diferentes. A reflexão que aqui apresenta-se está interessada em ambos os enfoques, entendendo sua inter-relação, mas em um primeiro momento lança luz sobre as implicações pedagógicas da interdisciplinaridade. A interdisciplinaridade está ligada à um movimento de mudança de paradigma na educação, que por sua vez liga-se a um movimento de maior amplitude englobando outros setores da sociedade ii. Por esta e outras razões, a temática da interdisciplinaridade fazse necessária para a educação de forma geral. Mas aqui interessa as suas implicações especificamente nos cursos de graduação, inseridos nas Instituições de Ensino Superior (IES). Entendendo que os cursos de graduação 7 Professora da Faculdade Refidim. [email protected].
6 têm o papel de oferecer formação especializada para os indivíduos que por sua vez prolongam esta formação para a sociedade iii, justificasse a importância desta reflexão aqui sugerida, de forma a ampliar a discussão da educação e seu impacto na sociedade. Assim, sugere-se o uso de indicadores capazes de medir, de forma quali-quantitativa, o grau de interdisciplinaridade nos cursos de graduação em Teologia. Análises desta natureza são certamente desafiadoras para qualquer campo do saber. Mas, devido justamente a uma aproximação interdisciplinar, é possível encontrar caminhos para realizá-las. Neste caminho, sugere-se aqui uma aproximação interdisciplinar entre Teologia e Ciência da Informação, justificando as possibilidades de promover análises cientometricas a partir de teorias, técnicas e instrumentos do campo de estudo da informação. As análises cientométricas apresentam indicadores que poderiam ser aplicados ao estudo da interdisciplinaridade no curso de Teologia e assim produzir subsídios para a análise de sua importância como curso no sistema educacional brasileiro. Tais índices podem ser corroborados com documentos normativos do Ministério da Educação, os quais discorrem sobre elementos interdisciplinares que devem estar presentes na estrutura dos cursos de graduação em Teologia. A interdisciplinaridade parece ser um assunto já presente nos estudos na área de Teologia iv. Mesmo assim, conforme Wachs v coloca, parece haver uma superficialidade na adoção de uma postura interdisciplinar dentro da Teologia. O que parece guiar para um aprofundamento da temática. Palavras-chave: Interdisciplinaridade, Epistemologia, Pedagogia, Curso de Teologia. DEUS NA UNIVERSIDADE: A APOLOGÉTICA NO CONTEXTO ACADÊMICO (NOVO ATEÍSMO/ CIÊNCIA X RELIGIÃO) Djesniel Stheieny Krause 8 O referido trabalho está em fase de desenvolvimento, a fim de ser apresentado à Faculdade Luterana de Teologia como requisito parcial para obtenção do título de especialista em Teologia, Bíblia e Missão, tendo como objetivo geral demonstrar a possibilidade de uma defesa persuasiva para o cristianismo em contextos hostis à fé, bem como a importância do preparo apologético para estudantes que ingressam na universidade. Os objetivos específicos são: a) Definir o escopo, as responsabilidades e os benefícios da apologética cristã. b) Analisar os desafios e as críticas que são lançadas contra o cristianismo no ambiente acadêmico pós-moderno. c) Avaliar os principais argumentos filosóficos, evidências científicas e históricas que confirmam a veracidade das afirmações do cristianismo e tornam a crença na existência de Deus intelectualmente consistente. d) Identificar ações pelas quais a igreja local pode auxiliar os estudantes que enfrentam oposição por conta de sua fé. Dado a limitação do espaço, a comunicação e o artigo apresentado ao Congresso 8 Faculdade Luterana de Teologia. [email protected].
7 Interinstitucional de Teologia se limitará a dois subcapítulos do trabalho completo: a apresentação do Novo Ateísmo e a análise da relação Ciência X Religião. Poucos locais do mundo ocidental pós-moderno oferecem tanta resistência ao cristianismo como a universidade. Desde o iluminismo, no século dezoito, vários escritores, pensadores e intelectuais vem questionando a existência de Deus e as verdades centrais da fé cristã. Tais questionamentos são produzidos, em parte, por um sentimento de superioridade do pensamento moderno, sobre o pensamento medieval, que segundo estes pensadores, é supersticioso, religioso e ignorante. As universidades do início do século XXI herdaram, em muito, o espírito de crítica às religiões, em especial à religião cristã, principalmente com o surgimento do Novo Ateísmo, tendo como proponentes escritores e cientistas como Sam Harris, Daniel Dennett, Richard Dawkins e o já falecido Christopher Hitchens, que em seus textos atacam a fé cristã e arrogam para si a soberania sobre o conhecimento científico, para eles, ciência e fé são completamente antônimos e os estudantes devem ser pressionados a fazerem uma escolha, fazer parte da comunidade científica ou permanecer em suas crenças infantis. Através da pesquisa bibliográfica, verificou-se como a cosmovisão cristã foi fundamental para o desenvolvimento da ciência moderna, bem como o conhecimento científico do século XXI é completamente compatível com a crença tradicional em um Deus pessoal criador e sustentador do Universo. Palavras-chave: Universidade, Apologética, Ciência, Ateísmo. TEOLOGIA AFRICANA: ENSAIOS HERMENÊUTICOS SOBRE O FAZER TEOLÓGICO AFRICANO Elias Mande Laurindo André 9 Valdinei Ramos Gandra 10 As narrativas bíblicas, teológicas, dentre outras, são localizadas, forjadas num determinado espaço físico e temporal e marcadas pelos aspectos idiossincráticos do lugar e da época em que foram elaboradas inicialmente. Foram escritos para responder as implicações inerentes da época em que foram elaborados, sendo adaptados e readaptados ao longo dos anos para dar conta das demandas humanas que foram surgindo com o desenrolar da história. Com o advento da hermenêutica contextual, novas rupturas foram surgindo, abriu-se a possibilidade de repensar alguns aspectos teológicos, possibilitando a elaboração das teologias contextuais, nomeadamente: teologia latino-americana, teologia feminista, teologia negra, bem como a teologia em questão a teologia africana. Os movimentos missionários e as práticas colonialistas europeias constituem a base fundamental da não identificação cultural do africano com a teologia ou as abordagens cristãs, porque ao pregarem, missionários e colonizadores apresentaram uma proposta de 9 Pós-graduando em Teologia pela faculdade Refidim. [email protected]. 10 Professor e Coordenador do Bacharel em Teologia (EAD) na Faculdade Refidim de Joinville SC. [email protected].
8 evangelização excludente, onde o cristianismo europeu se sobrepõe à cultura africana, numa abordagem etnocentrista. Não foram criadas possibilidades de uma inculturação, não se achou pontos de diálogo ou convergência entre a cultura do africano e a mensagem evangelística por eles trazida. A assimilação deste cristianismo deslocou o africano do seu sentido de existência, surgindo, assim, o repúdio às questões de identidade. Por isso, Toda teologia que tem sido feita em escolas africanas, seminários e igrejas, tem sido na verdade teologia ocidental. Neste quesito, as novas hermenêuticas (hermenêuticas contemporâneas) justificam-se como relevantes por suas implicações com as situações contextuais. É a partir dessa proposta hermenêutica que encontramos possibilidades para pensar no fazer teológico africano. Pretendemos, com esse trabalho, pensar em uma teologia que, dentro de suas limitações, tenta responder algumas das questões inerentes ao contexto africano, uma teologia que busca escapar da lógica de importação, que é feita do africano para o africano, que fala a língua do africano. Uma teologia na qual o africano se vê localizado sem ter que necessariamente se deslocar dos aspectos culturais ou da tradição que constitui a sua identidade. Nisso reside o impulso de questionar sobre possíveis métodos de construção do fazer teológico africano. Portanto, esse trabalho busca contribuir de alguma forma para o que já se tem escrito sobre teologia africana. Nosso intuito não é esgotar o tema, até porque não temos condições para isso e porque o caminho da teologia africana ainda é um caminho novo, caminho do fascínio, da curiosidade, do encantamento. Portanto, enquanto houver encanto, haverá novas buscas e, consequentemente, novas produções a respeito da teologia africana. Palavras-chave: Hermenêutica, Teologia, África, Contextual. A INFLUÊNCIA DA MULHER AIMEE SEMPLE McPHERSON NA IGREJA PÓS REFORMADA, PERSPECTIVA HISTÓRICA. IGREJA DO EVANGELHO QUADRANGULAR Evaldo Vicente 11 A Igreja do Evangelho Quadrangular é uma vertente crista derivada do protestantismo, oriunda da Reforma Protestante de Martinho Lutero. A Reforma deu-se na Alemanha, no século XVI, quando através da publicação de suas 95 teses, em 31 de outubro de 1517, e mudou a história do cristianismo. A Igreja do Evangelho Quadrangular fundada em 01 de Janeiro de Sua fundadora, Aimee Sample McPherson teceu grande influência sobre este movimento inicialmente no sudoeste dos Estados Unidos da América, e posteriormente no Brasil e no mundo. Quando mulheres não podiam subir em púlpitos para pregar a palavra de Deus, ela liderou reuniões para milhares de pessoas em diversos continentes. Sua fama se espalhou por todo o mundo. Centenas de milhares foram salvos, curados e tocados pelo Espírito Santo de 11 Mestrando em Teologia pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná. [email protected]
9 Deus. Sua trajetória de vida e de ministério representa um modelo a ser analisado tendo em vista sua relevância. Trata-se de uma mulher, a frente do seu tempo, que apresentou uma proposta pentecostal não comum à época, foi pioneira em utilizar a mídia como canal para propagação do Evangelho, criou, inovou e destemidamente realizou a missão evangelística com maestria. O presente trabalho apresenta, sinteticamente, a experiência e os ensinos da Fundadora da Igreja do Evangelho Quadrangular, discute a relação histórica entre o movimento da Reforma em seus moldes iniciais e a linha pentecostal proposta por Aimee, e ainda sinaliza como o legado de Aimee até a atualidade colabora com a expansão da Igreja de Cristo. Metodologicamente, seguir-se-á a pesquisa bibliográfica sobre o tema conjunta à exploração da Biografia de Aimee. Conclui-se que a historia da Igreja foi influenciada pela citada personalidade e ainda o é, demonstrando assim seu valor representativo e digno de estudo. Palavras-chave: Reforma Protestante, Aimee Semple McPherson, Igreja do Evangelho Quadrangular, Mulher, Social. PRINCÍPIOS PARA UMA TEOLOGIA POLÍTICA PENTECOSTAL Fernando Albano 12 Nesta comunicação será apresentado o perfil da atitude pentecostal no âmbito político, assim como alguns conceitos de teologia política de Amos Yong e Rodrigo Majewski, que apresentam potencial para auxiliar os pentecostais na esfera política/pública. Estas ideias apresentam coerência com a experiência religiosa pentecostal e são igualmente compatíveis com um estado democrático de direito. A participação religiosa na esfera política é algo legítimo, algo que possui relação intrínseca com o sujeito religioso e suas comunidades, a partir de suas características próprias. Contudo, essa participação religiosa (pentecostal) no espaço público e na política deve apresentar algumas características, tais como: atitude dialogal, racionalidade, tradução da teologia em linguagem acessível para as pessoas que estão fora dos espaços religiosos. Ainda, recomenda-se a importância de ter como horizonte, a promoção da justiça, igualdade e fortalecimento dos princípios democráticos. Ora tais princípios nem sempre são observados na aproximação pentecostal (AD) da esfera pública/política. Frente à política, o pentecostalismo clássico tem adotado concretamente, ao longo do seu percurso histórico, as seguintes atitudes: 1) Pentecostalismo apolítico. 2) Pentecostalismo político. Este teve início praticamente na década de 80 com a participação pentecostal, inclusive elegendo vários deputados estaduais e federais. Esta tendência prevalece atualmente, com expressiva presença assembleiana na esfera política, por meio da chamada bancada evangélica. Diante disso, sugere-se, o 12 Doutor em Teologia pelo Instituto de Pós-graduação da Faculdades EST/RS. Licenciatura Plena em Ensino Religioso (Ciência da Religião) pela Universidade da Região de Joinville - UNIVILLE e Professor da Faculdade Refidim, Joinville/SC. Contato: [email protected].
10 desenvolvimento de uma teologia política pentecostal, de viés democrático e livre de posturas fundamentalistas e radicais. Palavras-chave: Pentecostalismo, Teologia, Política, Princípios, Esfera pública. AS COMEMORAÇÕES DOS 500 ANOS DA REFORMA PROTESTANTE COMO ESTRATÉGIAS IDENTITÁRIAS NAS ASSEMBLEIAS DE DEUS (CGADB/CPAD) Valdinei Ramos Gandra 13 As Assembleias de Deus, cujo órgão representativo é a Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB), e que possui como editora oficial a Casa Publicadora das Assembleias de Deus (CPAD), experimenta, desde a segunda metade da década de 80, certa crise identitária em face à ascensão dos denominados neopentecostais. A referida instituição não quer ser identificada com os novos pentecostais. Deste modo, como estratégia de distinção, se apropria do conceito sociológico de pentecostalismo clássico. Ser clássico é não ser neo. Se tal conotação dizia respeito apenas à questão de mero arranjo sociológico, agora tem implicação teológica. Assim, para ancorar tal distinção, lança mão de vários recursos, em particular a ressignificação de suas memórias teológicas, algo que se explicitou por ocasião das comemorações de seu primeiro centenário ( ). Entre as táticas memorialísticas colocadas em ação, destaca-se o empenho em relacionar o Movimento Pentecostal Assembleiano à Tradição da Reforma Protestante. Daí o empenho institucional em lançar uma série de eventos e publicações com a finalidade de comemorar os quinhentos anos da Reforma Protestante, inclusive firmando acordo com a Organização Oficial dos 500 anos da Reforma, na Alemanha. Nesse sentido, Lutero torna-se assembleiano! Seguindo nesta linha, a presente proposta de comunicação objetiva mostrar como as memórias religiosas são ressignificadas com vistas às identidades desejadas, pontuando que a própria preocupação com a identidade denota claramente que ela já não está assegurada. O trabalho em questão faz parte de uma pesquisa de caráter historiográfico, para tanto tem se debruçado sobre os impressos institucionais assembleianos produzidos desde a segunda metade da década de oitenta, como: jornal oficial, revistas de escola dominical, revistas institucionais, etc. A pesquisa também é subsidiada metodologicamente por intermédio de pesquisa de campo denominada Observação não participante. A relevância do trabalho está na contribuição à historiografia das religiões, pois pouca atenção fora dada ao pentecostalismo brasileiro, particularmente às Assembleias de Deus, segunda maior denominação cristã do Brasil segundo o último censo, com um pouco mais de 12 milhões de fieis. Os resultados preliminares dão conta de que, mesmo com o empenho dos principais agentes da cultura assembleiana, o universo religioso assembleiano também assimila discursos teológicos e 13 Professor e Coordenador do Bacharel em Teologia (EAD) na Faculdade Refidim de Joinville SC. [email protected].
11 práticas neopentecostais, algo que ocorre em boa parte do campo religioso cristão brasileiro, por conta da força da cultura gospel, que a principio é neopentecostal. Palavras-chave: Reforma Protestante, Assembleias de Deus, Pentecostalismos; Identidades. TENTAÇÃO CONFORME DIETRICH BONHOEFFER E HELMUT THIELICKE: UM ESTUDO COMPARATIVO E SUA RELEVÂNCIA PARA A IGREJA BRASILEIRA HOJE Guilherme Schulz Berno 14 No ambiente eclesiástico muitas vezes se tem preconceito ao falar sobre o assunto tentação, seja nas igrejas ou em meio aos cristãos, o autor da tentação, ou seja, o diabo, que é muito taxado, pois não se acredita muito nele, nos seus males, seu poder e que ele está ao redor do ser humano o tentando a todo o momento. Optou-se por trabalhar este assunto a partir de dois autores que são exemplos na história da teologia do Séc. XX, Dietrich Bonhoeffer com sua obra Tentação e Helmut Thielicke com a obra As Tentações de Jesus. Ambos os autores têm suas obras escritas durante a Segunda Guerra Mundial, em meio ao sofrimento causado por ela e pela luta contra a ideologia nazista, e, diante destes fatos, os autores podem contribuir e muito para a realidade eclesiástica no século XXI. Porém, não se pode falar de tentação sem falar de Jesus, ou seja, daquele que venceu a tentação, tornando-se paradigma para todos os Cristãos. Neste trabalho se reflete a tentação desde a sua origem em Adão, na qual esta já se encontra impregnada em seu coração desde o princípio, e assim está também no coração de cada ser humano. Por este fato, Jesus teve que sofrer a tentação para que de uma vez por todas o diabo seja derrotado, se tornando aquele a quem cada ser humano pode se apegar para vencer a tentação. Jesus não ensina de forma alguma que na tentação deve-se tentar vencer ao diabo, pois este já está derrotado por seu sacrifício na cruz. Desta forma, ao se ler Hebreus 2.18: Porque, tendo em vista o que ele mesmo sofreu quando tentado, ele é capaz de socorrer aqueles que também estão sendo tentados, pode-se ter a certeza de que o socorro para os momentos de tentações se encontra em Jesus, e é ele quem vai vencer no lugar dos seus discípulos que assim o permitirem. Palavras-chave: Tentação, Bonhoeffer, Thielicke, Estudo Comparativo. LUTERO E MÚSICA: UMA LEITURA DO CASTELO FORTE À LUZ DA DOUTRINA DA JUSTIFICAÇÃO Jefferson Zeferino Faculdade Luterana de Teologia FLT. [email protected].
12 A recepção estética da Reforma se deu de forma marcante por meio da música. A hinologia desenvolvida pela Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB) apresenta alguns hinos compostos por Lutero. Entre eles, destaca-se o hino 97 do hinário Hinos do Povo de Deus, comumente conhecido como Castelo Forte. A partir de comentaristas da referida canção, bem como a partir da análise da letra da mesma, buscamos uma leitura deste hino à luz da doutrina da justificação em Lutero. Isto é, a compreensão teológica da graça de Deus como salvação da humanidade, superando a lógica de mérito e retribuição, se torna chave de recepção do hino em questão. Por fim, busca-se compreender qual é a ética promovida por esta hinologia, uma vez que a musicalidade não somente responde a uma busca existencial de encontro com Deus, mas propõe uma espécie de logos (discurso) de sentido social. Com isso, nosso texto estrutura-se da seguinte forma: 1. A doutrina da justificação em Lutero (Altmann, Bayer, Ebeling); 2. Uma análise do hino Castelo Forte (Altmann, Dreher, Creutzberg); 3. O Castelo forte à luz da doutrina da justificação e no horizonte da ética. Como resultado, percebemos uma marcada continuidade entre a doutrina da justificação e o Castelo Forte no tocante a busca de superação da ideia de autodeterminação humana o que implicaria em uma ética descentrada e marcada pelo conceito de gratuidade. Palavras-chave: Lutero, Música, Castelo Forte, Doutrina da justificação, Ética. INCLUSÃO E EXCLUSÃO DE PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS NA IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLEIA DE DEUS EM JOINVILLE: UM OLHAR A PARTIR DA EDUCAÇÃO CRISTÃ Marcos Anderson Tedesco 16 Esta pesquisa, vinculada à Faculdade Refidim, tem como objetivo geral conhecer como a Educação Cristã percebe a questão da inclusão e exclusão de portadores de necessidades especiais com um recorte especial para a Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Joinville. Inicialmente é proposta uma reflexão envolvendo a forma como os portadores de necessidades especiais foram vistos ao longo da história, desde o surgimento das primeiras civilizações até os dias atuais. Dá-se uma ênfase ao último século que foi caracterizado por uma nova forma de perceber e lidar com a questão das necessidades especiais ao mesmo tempo em que surgiam possibilidades para uma educação inclusiva. 15 Bacharel em Teologia pela Faculdade Luterana de Teologia de São Bento do Sul/SC, FLT. Mestre e doutorando em Teologia pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná, PUCPR. Membro-fundador do Núcleo Ecumênico e de Diálogo Inter-religioso (NEIR) do Instituto Ciência e Fé da PUCPR. Membro do grupo de pesquisa Teopatodiceia: Espiritualidade, Cultura, Práxis da PUCPR. Membro do Movimento Ecumênico de Curitiba, MOVEC. Membro da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, IECLB. Bolsista CAPES. Contato: [email protected]. 16 Professor da Faculdade Refidim. [email protected].
13 Na sequência, busca-se uma reflexão envolvendo o conceito de educação cristã e suas bases epistemológicas no que se refere à percepção de um mundo plural e inclusivo. Finalmente, são realizados alguns apontamentos com a finalidade de perceber como a Educação Cristã pode contribuir para um amadurecimento dos temas inclusão e exclusão. Enfim, é feito um recorte para a questão da inclusão e exclusão de portadores de necessidades especiais na Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Joinville trazendo algumas percepções e possibilidades com base em dados levantados entre os membros da igreja. Alguns dos teóricos que dão suporte a esse estudo são: Sobre educação, inclusão e exclusão foram consultadas, entre outros, obras de Cunha (2015), Mantoan (2004), Santos e Bordas (2013), Lima (2006), Mazzotta (2010) e Thomaz (2016). Acerca das temáticas que envolvem educação cristã, Zabatiero (2008), Franco (2003) e Rodrigues (2007) contribuíram com seus estudos. Já sobre as realidades vividas pelos portadores de necessidades especiais na IEAD em Joinville, deram base a esse estudo as obras de Martins (2015), Tedesco (2013) e Passos (2013), entre outras. Espera-se ainda que essa pesquisa contribua para que a questão da inclusão e exclusão de portadores de necessidades especiais possa ser colocada em evidência tanto nas concepções teológicas e sociológicas quanto nas ações em busca de posturas sensíveis a uma práxis mais inclusiva, não só fisicamente, mas também na formação no que tange ao imaterial. Termino esclarecendo que essa pesquisa terá prosseguimento em busca de novas percepções estando ciente de que tal temática ainda está carente de muita reflexão. Palavras-chave: Educação Cristã, Inclusão e Exclusão, Educação Inclusiva, Portadores de Necessidades Especiais. PRÁTICAS NOTURNAS DE CUIDADO: DIÁLOGOS ENTRE A REDE SOCIOASSISTENCIAL E PRÁTICAS PASTORAIS DE CUIDADO AO SUJEITO EM SITUAÇÃO DE RUA NA CIDADE DE JOINVILLE Orlando Afonso Camutue Gunlanda 17 O presente texto é recorte do relato de experiência de estágio curricular obrigatório do 4º ano do curso de Psicologia da Faculdade Guilherme Guimbala, realizado em 2016, na modalidade de Prática de Ensino de Psicologia e Processos Educacionais, especificamente no campo da política pública da Assistência Social. A rede socioassistencial comporta serviços de proteção social básica e serviços de proteção de média e alta complexidade. Um dos serviços de média complexidade é o Centro de Referência a População em situação de Rua, Centro POP. Além de ser um espaço de referência assistencial para o sujeito em situação de Rua, o serviço funciona também como um espaço de convivência dos usuários. Sob esta prerrogativa, desenvolvem-se atividades em grupo com os usuários dos serviços. O projeto de estágio em Psicologia desenvolveu oficinas com os usuários durante o 17 Pós-graduando em Discipulado e Cuidado pela Faculdade Refidim e graduando em Psicologia pela Faculdade Guilherme Guimbala.
14 período de Março à Novembro de Foram realizadas duas oficinas: a Oficina Memórias da Cidade e a Oficina História de Vida. Durante os encontros semanais das oficinas, os usuários sinalizavam suas rotinas diárias, suas memórias acerca da cidade de Joinville e as suas relações com os espaços, ofertas e práticas religiosas da cidade. A partir dos relatos dos usuários, recortou-se a categoria religião e cuidado para analisar as práticas de cuidado realizadas pela rede de igrejas evangélicas na cidade Joinville aos sujeitos em situação de Rua. Sob esta perspectiva, o presente trabalho se propõe a problematizar duas questões: (1) Como as igrejas evangélicas em Joinville oferecem práticas do cuidado aos sujeitos em situação de Rua na cidade de Joinville? (2) Quais as relações existentes entre os serviços socioassistenciais e as igrejas evangélicas (Comunidade Siloé, Igreja Quadrangular, Assembleia de Deus, EJADE) de Joinville no cuidado aos sujeitos em situação de Rua? Metodologicamente a pesquisa caracteriza-se como qualitativa, na modalidade de relato de experiência. O relato considerou duas premissas: a primeira sinaliza a existência de uma pastoral noturna, feita aos avessos da institucionalização e a segunda aponta para uma articulação invisível entre a rede socioassistencial pública de Joinville e as igrejas evangélicas no cuidado aos sujeitos em situação de Rua. Uma articulação que precisa ser potencializada e explorada em ambas as partes. Palavras-chave: Cuidado, Assistência Social, Prática Pastoral. DA EXPECTATIVA ESCATOLÓGICA AO PRESENTE ASSUMIDO? MUDANÇAS NA COMPREENSÃO ESCATOLÓGICA ASSEMBLEIANA Paulo André Ribas Corrêa 18 Tentar compreender as dinâmicas teológicas assembleianas sem levar em conta a sua dimensão escatológica é deixar de lado um elemento peculiar imprescindível. Desta forma, compreendemos que a escatologia é um assunto importantíssimo nas considerações sobre o pentecostalismo, particularmente o assembleiano. Em uma análise cuidadosa da história das Assembleias de Deus, em seus diferentes períodos historicizados e tipologizados pelos pesquisadores, nota-se que a escatologia, na prática, recebeu ênfases dessemelhantes. Numa perspectiva da história presente das Assembleias de Deus, nota-se uma mudança de enfoque na apreensão e prática escatológica principalmente nas comunidades mais centrais se comparado aos períodos anteriores da história assembleiana. A escatologia assembleiana que sempre norteou e regulou as condutas dos sujeitos crentes, atualmente vem sendo paulatinamente relegada a assunto de segundo plano, e em determinados contextos até esquecida. Essa dinâmica pode ser compreendida à luz de vários fatores, entre eles podemos destacar: 1) o esgarçamento institucional, resultado do considerável crescimento das Assembleias de Deus nos últimos anos; e 2) a influência de outras matrizes teológicas (por exemplo, a teologia 18 Bacharel em Teologia pela Faculdade Refidim. Pesquisador da Faculdade Refidim. [email protected].
15 da prosperidade) na prática de fé dos sujeitos assembleianos. Partimos da assertiva de que esses fatores (mas não só esses) produzem uma nova forma assembleiana de ser pentecostal. Em outras palavras, há uma transformação no modo como os assembleianos experimentam sua fé em diálogo com o contexto vivencial e esse novo modo resulta em uma considerável perda do lugar privilegiado da escatologia nas práticas e discursos assembleianos. Sendo assim, nossa particular observação se debruça sobre esta problemática. Palavras-chave: Escatologia, Pentecostalismo, Pneumatologia. O DEUS TRIÚNO: UMA ABORDAGEM SOB A PERSPECTIVA DA HISTÓRIA DA TEOLOGIA Thaysa Kaestner Kopsch 19 O ser humano vive em constante busca por algo que dê sentido a sua vida, sendo esta busca normalmente associada a alguma religiosidade, ao divino, pois é a expectativa por algo eterno. Essa eternidade encontramos em Deus, mas a questão principal a ser respondida seria, quem é esse Deus? Para nós cristãos, Deus é aquele que é Pai, Filho e Espírito Santo, a Trindade. Essa fórmula trinitária está contida nos principais concílios ecumênicos da nossa Igreja. Mas será que a Igreja realmente entende o que está confessando? Diante deste questionamento optou-se, então, por aprofundar-se na doutrina da Trindade, buscando trazer as questões referentes a origem da fórmula, assim como a intenção de sua concepção e o real sentido para a fé cristã. Este ensaio monográfico foi elaborado com base na obra de Robert W. Jenson 20, além de outros autores, mas seguindo a lógica e estrutura apresentada no seu estudo sobre O Deus Triúno. Inicialmente, será feita uma abordagem sobre o conceito da Trindade, e, em seguida, será tratada da discussão trinitária na Igreja Antiga, seguida de uma análise histórica da Trindade na Modernidade, trazendo conceitos dos principais teólogos nesta área. Por fim, é feita uma síntese do assunto já abordado para tentar identificar quem é o Deus dos cristãos através de atributos e características. Constatou-se que através da Trindade enxergamos um Deus que se relaciona e tem comunhão, e somente através disso que podemos nos relacionar com Ele também, através do amor. Da mesma forma, o Deus Triúno é eterno e não limitado ao tempo, ele se revelou no tempo e através dele, e só podemos conhecê-lo através de Jesus Cristo, pois somente por meio deste que Deus se torna histórico e habita em meio a sua criação. O que ficou claro no presente ensaio é que a doutrina da Trindade não é uma doutrina de Deus, mas uma doutrina que trata sobre a revelação de Deus, que é um único Deus, com sua forma de se relacionar com as demais pessoas da Trindade e com sua criação. Portanto, Pai, Filho e 19 Aluna do 3º Semestre da Faculdade Luterana de Teologia FLT. [email protected]. 20 JENSON, R. W. O Deus Triúno. In: BRAATEN, C.E., & JENSON, R.W. Dogmática Cristã, v.1. São Leopoldo: Sinodal, 1990.
16 Espírito Santo estão todos envolvidos tanto na obra da criação como na obra salvífica. Palavras-chave: Trindade, Revelação, Relação, Pessoas, Identidade. A GENEALOGIA DO SOLA SCRIPTURA Vinício Gomes 21 O Sola Scriptura é o princípio formal da Reforma Protestante. Ao instituí-lo, Lutero rompeu com a relação histórica entre a leitura da Bíblia e o quadro de referência eclesial. Lutero foi original ao dar à luz o Sola Scriptura, mas o princípio já vinha sido gestado há pelo menos três séculos. Na verdade, o princípio segundo o qual a Escritura se interpreta a si mesma ou scriptura sacra sui ipsius interpres já era bem conhecido na Idade Média. A originalidade de Lutero consistiu no fato de que ele desvinculou este princípio da Regra de Fé da Igreja Católica tornando-o o princípio, e este, autônomo. Também no campo filosófico, o corte epistemológico conhecido como a navalha de Ockham denunciou o realismo místico medieval como sendo sem sentido, contribuindo para uma maior valorização das Escrituras e do sentido literal de interpretação da mesma. A Queda de Constantinopla em 1543 e a migração de muitos de seus intelectuais para a Itália, levaram o ocidente a redescobrirem o idioma grego. Por fim, o Renascimento e o Humanismo - de forma toda especial, Erasmo de Roterdã - também contribuíram para o amadurecimento do sola scriptura, com o estabelecimento da crítica textual. No ano em que se comemora os 500 anos da Reforma Protestante, faz-se relevante, tanto para protestantes quanto para católicos, trazer à memória as raízes teológicas, filosóficas, históricas e acadêmicas do sola scriptura. É importante ter viva a consciência de que Lutero não concebeu este princípio ex nihilo. O artigo tem por objetivo compreender o sola scriptura como um princípio gestado dentro do próprio catolicismo, o que é útil para que ambos compreendam o sentido do termo Re-forma. A metodologia consistirá em uma revisão de literatura que buscará seus resultados preliminares na proposta de uma abertura espaço para o diálogo ecumênico, a partir do momento em que se compreende que não houve mudança de conteúdo, mas de forma. Conclui-se então que, 500 anos depois, a data pode e deve ser vista, tanto no meio religioso, quanto no meio acadêmico e na própria sociedade, como um tempo simultâneo - mas não contraditório - de comemoração e reflexão, alegria e contrição. Palavras-chave: Sola Scriptura, Lutero, Reforma Protestante. BREVES APONTAMENTOS SOBRE A ESCATOLOGIA PENTECOSTAL: NOVOS CÉUS E NOVA TERRA 21 Mestre em Teologia pela PUCPR Bacharel em Teologia pela Fabapar Professor na Faculdade Presbiteriana FATESUL. [email protected]
17 Alunos: Jolsemar dos Santos Marlon Francis Corrêa Matheus Hoepers Cardoso Tuzolana Jorge Alberto Lukunga Professores: Fernando Albano e Ailto Martins O pentecostalismo clássico no Brasil foi por muito tempo o movimento religioso que mais atraiu as populações principalmente marginalizadas ou excluídas da sociedade. Por essa razão, também seduziu o olhar de muitos pesquisadores, com o propósito de estudar o fenômeno. O presente trabalho visa fazer uma abordagem sobre a escatologia pentecostal tradicional, ou seja, uma visão clássica acerca da temática as últimas coisas. Para tanto, após uma breve descrição do que é escatologia e seus principais assuntos, enfatiza se na pesquisa um dos aspectos com maior expressão na escatologia pentecostal que é novos céus e nova terra, com enfoque em vários teóricos especialistas que já discursaram e estudaram o tema. Por fim, o trabalho procura explanar quais as causas e, consequentemente, os efeitos dessa doutrina no âmbito eclesiástico, social e comunitário pentecostal, bem como a quais direções à escatologia do pentecostalismo clássico contemporâneo parecem apontar. A pesquisa se embasou em uma revisão bibliográfica, com o objetivo de fundamentar teoricamente o trabalho. Palavras-chave: escatologia, Pentecostalismo Clássico, últimas coisas. O AUTO DA COMPADECIDA O FILME: ANÁLISE EM PERSPECTIVA CRISTOLÓGICA Bruno Pomoceno Emanoel Neri Lucas Borges Izaldo Zacharias Jelson de Jesus Sirlene A. Duarte Professor: Fernando Albano Este artigo fará uma análise teológica do filme O auto da compadecida, tendo em conta seus aspectos cristológicos. Para tanto, a metodologia basear-se-á no filme questão em interface com conceitos cristológicos (pentecostalismo). Produzido como gênero cômico, o filme faz uma sátira a partir do contexto do sertanejo nordestino dentro do imaginário cultural e religioso brasileiro. Embora o filme seja uma comédia e reflita prioritariamente a cultura brasileira, um olhar 22 Bacharelandos no curso de Teologia da Faculdade Refidim. s: [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]. 23 Professores no curso de Teologia da Faculdade Refidim. s: [email protected]; [email protected].
18 atento pode identificar aspectos teológicos. É a partir desses pressupostos que desenvolveremos esta comunicação. Considerando o filme, especialmente a figura de Jesus retratada, percebem-se nítidos traços da religiosidade popular. Sendo assim, esses traços serão confrontados com a perspectiva cristológica pentecostal, a fim de perceber pontos de convergência e divergência. Será feito um recorte, com o objetivo de trabalhar as cenas do julgamento apresentado no filme, onde Cristo é o personagem central. Um ponto crítico considerado é a ausência do conceito da justificação, ou de perdão por conta da obra de Cristo. Um ponto de encontro da religiosidade popular e da cristologia em perspectiva pentecostal é a ideia do julgamento e a presença de Cristo neste processo. Por fim, sugere-se que a religiosidade popular brasileira, a partir de uma abordagem cristológica, apresenta um déficit na compreensão da obra de Cristo em chave evangélica/pentecostal. Palavras-chave: O auto da compadecida. Cristo. Religiosidade popular. Cristologia. O ESPÍRITO SANTO NO MINISTÉRIO TERRENO DE CRISTO COMO BASE PARA UMA EXPERIÊNCIA PENTECOSTAL Gabrielly Padilha 24 Matheus Pereira Yuri Serafim Professor: Fernando Albano No presente artigo serão expostos os resultados das pesquisas bibliográficas concernentes à pneumatologia na obra terrena de Cristo e a sua possível influência nos primórdios do pentecostalismo 25, aliado a uma pesquisa de campo que será feita em três igrejas da Assembleia de Deus em Joinville, a fim de averiguar se ainda persiste essa possível influência ou se com o passar dos tempos ela foi substituída por outros fatores. A influência do Espírito Santo na obra terrena de Cristo é de suma relevância: nos textos bíblicos aparece não poucas vezes o Espírito orientando a Cristo em relação ao que fazer e ao que falar e também para onde ir. A metodologia a ser utilizada é a pesquisa bibliográfica, através da fundamentação e contraposição de argumentos em teólogos da área de Cristologia e Pneumatologia. Como organização estrutural, primeiro será exposto o ministério e atuação do Espírito Santo na vida terrena e nas obras de Jesus, demonstrando sua importância. Posteriormente, se discorrerá sobre uma percepção semelhante do papel do Espírito Santo na história do pentecostalismo como um direcionador e empoderado das igrejas pentecostais e sua relevância para a estruturação da teologia pentecostal e seus desdobramentos no âmbito social. Finalmente, serão apontados os 24 Bacharelandos no curso de Teologia da Faculdade Refidim. s: [email protected], [email protected], [email protected], [email protected]. 25 Quando nos referirmos ao pentecostalismo, nos limitaremos à igreja Assembleia de Deus no seu período inicial, entre aproximadamente.
19 benefícios e prejuízos dessa relação centralmente pneumatológica para a comunidade pentecostal, dentre eles a inclusão de indivíduos marginalizados pela sociedade da época pelo pentecostalismo e a negligência quanto ao estudo teológico e a institucionalização. A pesquisa de campo abrangerá três igrejas da Assembléia de Deus em Joinville localizadas na região sul, com a finalidade de tentar compreender se a atual mentalidade dos indivíduos em relação á experiência com o Espírito Santo ainda revela traços do pensamento pentecostal inicial ou se houve uma ruptura com o mesmo, a fim de acentuar o contraste, a pesquisa será feita especificamente com jovens de 16 a 20 anos e com adultos acima de 55 anos. Palavras-Chave: Cristologia, Pentecostalismo, Assembléia de Deus, Espírito Santo. JESUS: HOMEM OU DEUS? APORTES E DESDOBRAMENTOS DA CONCEPÇÃO CRISTOLÓGICA PÓS REFORMA NO CRISTIANISMO JOINVILLENSE ATUAL Rodrigo Braz Gilio Laurindo Jr. Ingridy de Oliveira Valero Lucas Gutneck Zem Orientação: Prof. Dr. Fernando Albano 26 Este artigo tem por objetivo apresentar os contrastes entre o discurso teológico e as percepções leigas mediante análise bibliográfica e os resultados de uma pesquisa estatística realizada entre os dias 15 de abril de 2017 e 30 de abril de A pesquisa realizada considerou quatro vertentes religiosas que compõem parte do cristianismo na cidade de Joinville/SC, a saber, o catolicismo, o protestantismo luterano, o pentecostalismo assembleiano e o neopentecostalismo da IURD. Estas tradições religiosas decorrem da história da Igreja, cujas construções descendem da Reforma direta ou indiretamente. Buscou-se pela pesquisa conhecer o conceito leigo que cada vertente religiosa atribui sobre a questão proposta na problemática, Jesus, homem ou Deus? Esta foi realizada na região do bairro Vila Nova, com 104 indivíduos de ambos os gêneros, de quatro diferentes faixas etárias. O resultado da pesquisa confrontará o conceito acadêmico teológico com o conceito leigo da práxis ou do convívio da Igreja, a fim de averiguar as disposições dos diversos grupos religiosos. Intentou-se evidenciar a presença da oralidade como construto religioso e sociocultural nas quatro tradições, bem como a laicidade ou secularização dos conceitos sobre a vida e obra de Jesus diante da subjetividade do indivíduo. A pesquisa não foi finalizada até o momento para apresentar alguma conclusão, ainda assim a pesquisa revelará uma pequena 26 Estudantes do Bacharel em Teologia da Faculdade Refidim sob a orientação do Prof. Dr. Fernando Albano. [email protected], [email protected], [email protected], [email protected], [email protected].
20 parte da realidade religiosa da cidade, ou, como se dá a aquisição de conhecimentos e a formação dos conceitos religiosos individuais. Palavras-chave: Jesus Cristo. Pós Reforma. Práxis. Oralidade. Joinville. ESCATOLOGIA NA REFORMA PROTESTANTE: UMA PERSPECTIVA BATISTA 27 Daniel Roldão Eduardo Nunes Dal Zot Emerson Breis Rafael Goedert. 28 Msc. Ailto Martins e Dr. Fernando Albano. A proposta da pesquisa em questão busca analisar, por meio de uma perspectiva batista, qual é a visão escatológica de tal denominação. Para isso, são utilizados para o aprofundamento teórico os seguintes autores em suas teologias sistemáticas: Millard J. Erickson, Augustus Hopkins Strong e Emry H. Bancroft. Através destes autores, serão pesquisados os seguintes tópicos: (1) Qual a perspectiva da visão além da morte (Escatologia Individual), (2) Estado intermediário e (3) Juízo final: Céu ou Inferno. Partindo desta ótica, a metodologia que mais se identifica com o aspecto deste trabalho é a pesquisa bibliográfica. Uma das grandes aflições do homem em todas as épocas é a incerteza após a vida. Os aspectos religiosos intrínsecos do ser buscam por respostas, as quais alteram a vida presente dos indivíduos. As mudanças ocorrem nos âmbitos econômicos, de forma a alterar como este irá utilizar os recursos adquiridos neste plano. Na área social, implicando nas interações antropológicas do ser, ou seja, os programas frequentados para a construção do ser social. No meio político, com as relações de poder. Busca-se delimitar o tema unicamente em uma corrente denominacional de viés batista, para fins de não ser perpassado por outras linhas teológicas dentro do protestantismo. A perspectiva da visão além da morte relaciona a realidade e a natureza da morte e os efeitos da mesma para com o indivíduo. O estado intermediário: Qual a condição dos homens nesse período? Esse estado diz respeito à condição existente entre a morte e a ressurreição. Por fim, destaca-se o estado dos homens após o juízo final. Este artigo corrobora para o estudo e objetiva compreender o caráter de antecipação do fim e consumação ainda pendente, do destino do ser humano. Amplia antropologicamente as multifaces da expressão religiosa do imaginário batista. Corrobora socialmente para a discussão escatológica no âmbito batista e o desenvolvimento teológico no seio da comunidade espiritual e a sua práxis teológica. 27 Bacharelandos no curso de Teologia da Faculdade Refidim. s: [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]. 28 Professores no curso de Teologia da Faculdade Refidim. s: [email protected]; [email protected].
21 Por conseguinte, espera-se que este artigo aponte para possíveis discussões a respeito dos tópicos supracitados, não finalizando em uma resposta unilateral, contudo acendendo para problemáticas maiores. Palavras-chave: Escatologia, Teologia Sistemática, Confissão Batista. i THIESEN, Juares da S. A interdisciplinaridade como um movimento articulador no processo ensino-aprendizagem. ii idem iii BOVO, J. M. Impactos econômicos e financeiros da Unesp para os municípios. São Paulo: Unesp, iv BRUSTOLIN, Leomar A. Interdisciplinaridade na Teologia: o alargamento da razão no pensamento contemporâneo. Estudos Teológicos, v.54, n.2, p , jul./dez v WACHS, Manfredo C. Teologia e outras ciências: interdisciplinaridade. Estudos Teológicos, v.36, n.3, p , 1996.
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