Origem do Povo Japonês
|
|
|
- Zilda Quintanilha Canejo
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Origem do Povo Japonês Diferentemente de muitos povos, os japoneses não sabem com precisão de qual raça descendem, portanto é um tanto obscura a história do povoamento do arquipélago nipônico. Mas há indícios de que os primeiros habitantes teriam surgido da região oriental da Sibéria durante o período neolítico, em torno de a.c., e do sudeste asiático. Talvez os ainus, colonizadores caucasianos, também tenham chegado às ilhas naquele mesmo período. Nesse sentido, a raça japonesa, então, é uma mistura de três raças: mongol (amarelo), povo do norte(branco) e polinésio(moreno). Ao contrário do que muitos pensam, os japoneses não vêm unicamente da China, e nem a sua língua tem origem no chinês. Foi da fusão da linguagem dos montes Urais, na Rússia, e da dos montes Altais, na Ásia Central, que se deu a formação da língua japonesa. Portanto, a origem do japonês é uralo-altaica. É sabido que o arquipélago nipônico já era habitado, bem antes dos japoneses, pelos homens das cavernas que viveram há anos. Na província de Minatoga foi encontrado o esqueleto mais antigo de um homem sapiens, isto é, de um homem moderno, com anos de idade. O fóssil recebeu o nome de minatogajin, o homem de Minatoga. No entanto, as pesquisas apontam que o japonês atual se originou da miscigenação de mongóis, chineses, coreanos e de habitantes do sudeste asiático, que entraram no território japonês pelo sul, com os ainus, estes de origem caucasiana, que habitam as ilhas há mais de anos. Há, ainda, em torno de ainus vivendo em Hokaido, no extremo norte do Japão, com seus costumes e falando uma língua própria. Origem da Escrita Não existe vestígio de nenhum tipo de escrita no Japão anterior à introdução da escrita chinesa. A língua japonesa originou-se da linguagem Uralo-Altaica (linguagem pertencente ou relativa aos Montes Urais Rússia e aos Montes Altai Ásia Central) e não tem relação com o chinês, apesar de utilizar sua escrita e muitas de suas palavras. O Kanji foi introduzido no Japão a partir do século III com a cultura chinesa. Os japoneses adotaram os ideogramas chineses utilizando o mesmo caractere para
2 representar um objeto ou uma determinada ideia, mas conservando a pronúncia japonesa. Posteriormente, foram incorporados símbolos com a pronúncia original chinesa, em especial para formar novas palavras compostas. Em outros casos utilizaram somente a fonética do caractere para representar determinadas sílabas japonesas. A escrita desses caracteres do tipo fonético foi sendo simplificado dando origem aos Kanas (alfabeto silabário exclusivamente japonês). O japonês moderno utiliza duas formas de escrita: KANJI: ideograma chinês. KANAS (Hiragana e Katakana): fonogramas. KANJI: Os Kanjis são usados para escrever a raiz de palavras, as palavras compostas e os nomes próprios. Até pouco depois da Segunda Guerra Mundial empregava-se cerca de Kanjis diferentes. Em 1946 o governo japonês publicou uma lista chamada Tôyô Kanji para simplificar a escrita. Nesta lista constava 1850 caracteres autorizados a aparecerem em livros e jornais e que seriam ensinados nas escolas. Para elaboração desta lista foi feito um estudo minucioso de periódicos e jornais, selecionando os caracteres que mais se repetiam. Em 1981 foi publicada uma nova lista chamada Jôyô Kanji constando caracteres (1.945 caracteres mais usados e 166 caracteres que fazem parte de nomes próprios e sobrenomes mais comuns). Um dos motivos para que se conserve este tipo de escrita é por ser o japonês um idioma rico em vocábulos, mas pobre foneticamente. Possui palavras simples para expressar conceitos que em português são necessárias duas ou mais palavras. Por exemplo, irmão mais velho = ANI ; arroz cozido = GOHAN, etc. Por outro lado, um fonema como KOO pode chegar a ter 60 significados completamente diferentes, mas que são distinguidos na escrita por diferentes caracteres. A palavra KAERU, por exemplo, pode significar: sapo/ voltar, regressar/ mudar, transformar/ trocar. Por isso o uso de um outro alfabeto dificultaria enormemente a compreensão da língua japonesa escrita.
3 No Japão, os primeiros nove anos de escolaridade são gratuitos e obrigatórios, tendo as crianças que frequentar seis anos de ensino elementar, seguidos de três anos de ensino médio inferior. As crianças começam aprendendo Hiragana e Katakana e pouco a pouco os caracteres chineses. Durante os seis anos de ensino elementar são ensinados 996 Kanji. Ao final do ensino secundário inferior as crianças já têm conhecimento de todos os caracteres que fazem parte do Jôyô Kanji. Noventa por cento dos estudantes que completam os nove anos de escolaridade obrigatória, prosseguem os seus estudos no ensino secundário superior durante três anos, onde aprendem mais Kanji. Aqueles que vão para as universidades têm oportunidade de conhecer Kanji que aparecem quase que somente na literatura técnica. Os filósofos japoneses têm classificado os Kanji em seis grupos: 1. SHOKEI:Kanji que se originaram de figuras ou desenhos. Exemplo: à à à (Lê-se HI = sol) à à à (Lê-se KI = árvore) 2. SHIJI: tipo de indicação, sinal.exemplo: à (um ponto sobre a superfície indicando em cima ) 3. KAII: União de dois ou mais Kanji formando uma nova palavra: Exemplo: (KI = árvore) (HAYASHI = bosque) (MORI = floresta) 4. KEISEI: união de um Kanji que dá o significado com outro que dá o som.exemplo: HI =. A parte de cima dá o som, e a de baixo indica que tem relação com o coração. 5. TENCHU: a sua origem não está clara, mas tendo como base em determinado Kanji, modificando algumas partes ou associando com uma outra letra, forma-se um novo Kanji com significado semelhante àquela que deu origem. 6. KASHAKU: O significado não tem relação com o Kanji original, apenas utilizase o som.
4 KANAS: Os japonese utilizaram alguns caracteres chineses e aproveitando sua fonética, criaram um alfabeto silabário: os Kanas. Parece que foi utilizado pela primeira vez no século VIII, época de florescimento da literatura japonesa, quando se destacaram várias mulheres no campo da poesia. Existe uma versão de que foram as mulheres que simplificaram a escrita, tendendo a um tipo de escrita mais cursiva e eliminando certos traços. Por sua forma simples e plana se chamou Hiragana. Paralelo a este silabário se desenvolveu o Katakana, mais retilíneo e anguloso.o Hiragana se formou por evolução, o Katakana por abreviação. Atualmente o Hiragana é usado para escrever partículas, sufixos e prefixos necessários para a declinação e conjugação de palavras. O Katakana, em telegramas. Nos jornais e livros é empregado para transcrever nomes ocidentais, palavras de origem estrangeira, onomatopéia, etc.
5 Existem ainda sons derivados como o são os das colunas K, S, T e H, quando seguidos de tenten (um depois do caractere), transformando-se em G, Z, D e B respectivamente, ou seguido de um maru (um º depois do caractere) no caso da coluna H, que se transforma em P ; e também os sons conjugados que são a transcrição de um caractere da linha I com outro em tamanho reduzido para indicar conjugação, pertencente à coluna Y : por exemplo, para transcrever o som RYU colocamos o Hiragana RI seguido de um pequeno Hiragana YU. ROMAJI: Sistemas criados para transcrever os sons da língua japonesa em caracteres romanos. São usados para escrever nomes de produtos comerciais na divulgação dos mesmos, para estudos linguísticos por ocidentais, para ordenar dicionários ocidentais, etc. PARTICULARIDADES DA GRAMÁTICA DA LÍNGUA JAPONESA: 1. Os substantivos não variam quanto ao número, grau e gênero. O plural de certas palavras se forma acrescentando-lhe um sufixo. 2. O verbo vem geralmente no final da sentença. 3. Não ocorre flexão verbal da pessoa. 4. Existem somente dois tempos verbais: presente e passado. O verbo no presente pode se referir a uma ação habitual ou ao futuro. O passado equivale ao nosso pretérito perfeito. Os outros tempos verbais são indicados no contexto. 5. Os adjetivos flexionam para indicar presente e passado, afirmativo e negativo. 6. A função gramatical das palavras é indicada por partículas que aparecem sempre depois delas. Fontes: OKINAWA Histórias, tradições e lendas Shosei Miyagui Saiba mais em:
1. Linguagem escrita - Apresentação
1. Linguagem escrita - Apresentação Súmula História e paradoxo da linguagem escrita sob o ponto de vista neurológico; teorias de aquisição da linguagem escrita Objetivos Compreender que a linguagem escrita
Capítulo 05 História: Sociedade e Cidadania
Capítulo 05 História: Sociedade e Cidadania Prof.: Diego Gomes E-mail: [email protected] Página: https://www.facebook.com/profdiegogomes/ Blog: http://omonstrodahistoria.blogspot.com.br/ Aula
Experimente desenhar kanji. Use lápis para fazer as atividades propostas, e poderá apagar e corrigir as vezes que for preciso.
Experimente desenhar kanji Use lápis para fazer as atividades propostas, e poderá apagar e corrigir as vezes que for preciso. Para desenhar bem cada kanji são dadas orientações passo a passo. Não se preocupe
Por que o dicionário é importante na escola?
Introdução Por que o dicionário é importante na escola? O dicionário é uma obra didática e, como tal, serve para ensinar. Ensina o significado das palavras, sua origem, seu uso, sua grafia. É uma obra
Língua Portuguesa. (gramática, texto e redação) Professor Guga Valente
Língua Portuguesa (gramática, texto e redação) Professor Guga Valente Estrutura das palavras Observe que na tirinha, Calvin diz que gosta de verbar palavras. Aliás, ele faz isso com o próprio substantivo
Estrutura e Processos de Formação de Palavras. Professora Raysa
Estrutura e Processos de Formação de Palavras Professora Raysa Estrutura de Palavras As palavras são formadas por Morfemas: - Radical (raiz) parte fixa; - Afixos: Prefixo colocado antes do radical. Sufixo
As capacidades linguísticas na alfabetização e os eixos necessários à aquisição da língua escrita PARTE 1
1 As capacidades linguísticas na alfabetização e os eixos necessários à aquisição da língua escrita PARTE 1 Linguagem e aquisição da escrita Angélica Merli Março/2018 2 Objetivo Compreender os processos
Capítulo1. Capítulo2. Índice A LÍNGUA E A LINGUAGEM O PORTUGUÊS: uma língua, muitas variedades... 15
Capítulo1 Capítulo2 A LÍNGUA E A LINGUAGEM............................................. 9 Linguagem: aptidão inata.............................................. 10 Funções.............................................................
O CHINÊS É FÁCIL! A NOVA FORMA DE APRENDER
TM O CHINÊS É FÁCIL! A NOVA FORMA DE APRENDER por SHAOLAN com ilustrações de NOMA BAR ÍNDICE 1: INTRODUÇÃO A filha da calígrafa 9 Como usar o livro 10 2: PRINCÍPIOS BÁSICOS Caracteres básicos, caracteres
Introdução: uma palavra inicial para confortar o coração...
Sumário Introdução: uma palavra inicial para confortar o coração... Apresentação... XV XVII 1. Morfologia... 1 1.1. As 10 classes de palavras... 1 1.2. Os grupos de palavras... 2 2. Artigo... 3 2.1. Emprego
Capítulo 1 1ª Fase Objectivos e Conteúdos
Capítulo 1 1ª Fase Objectivos e Conteúdos 1.1 Objectivos Após a primeira fase do ICCLE (sigla inglesa para Curriculum Internacional para o Ensino da Língua Chinesa) os estudantes compreendem definições
AVALIAÇÃO: Instrumentos/ Pesos DOMÍNIOS DE REFERÊNCIA ATIVIDADES/ RECURSOS TEMPO / CALENDARIZAÇÃO OBJETIVOS. 1.Domínio Intercultural;
DOMÍNIOS DE REFERÊNCIA OBJETIVOS ATIVIDADES/ RECURSOS AVALIAÇÃO: Instrumentos/ Pesos TEMPO / CALENDARIZAÇÃO 1.Domínio Intercultural; Domínio intercultural: Conhecer os benefícios da utilização de diferentes
Estrutura e formação de palavras. Estrutura das palavras
Estrutura e formação de palavras Estrutura das palavras Estrutura de palavras A palavra é subdivida em partes menores, chamadas de elementos mórficos. Exemplo: gatinho gat + inho Infelizmente in + feliz
Apresentação 11 Lista de abreviações 13. Parte I: NATUREZA, ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO DA LINGUAGEM
Sumário Apresentação 11 Lista de abreviações 13 Parte I: NATUREZA, ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO DA LINGUAGEM O homem, a linguagem e o conhecimento ( 1-6) O processo da comunicação humana ( 7-11) Funções da
dicionario romeno AFDFF41D445A17901CEE AFBBD Dicionario Romeno 1 / 6
Dicionario Romeno 1 / 6 2 / 6 3 / 6 Dicionario Romeno Dex.ro este dicţionarul explicativ al limbii române, care conţine termeni şi definiţii în limba română. dex.ro Dicţionarul explicativ al limbii române
Material de Kanji para brasileiros residentes no Japão
Material de Kanji para brasileiros residentes no Japão I ~Aprenda por si só~ Centro de Educação e Pesquisa Multilinguísticas e Multiculturais da Universidade de Estudos Estrangeiros de Tóquio Material
UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE Dimitri Couto Lameri
UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE Dimitri Couto Lameri AMBIENTE DE APRENDIZADO DE JAPONÊS COM FOCO NA MEMORIZAÇÃO ATRAVÉS DE SISTEMA DE REPETIÇÃO ESPAÇADA Niterói 2017 Dimitri Couto Lameri AMBIENTE DE APRENDIZADO
Português 1º ano João J. Processos de Formação de Palavras
Português 1º ano João J. Processos de Formação de Palavras ESTRUTURA E PROCESSOS DE FORMAÇÃO DAS PALAVRAS ESTRUTURA DAS PALAVRAS A palavra é subdivida em partes chamadas de elementos mórficos. menores,
Índice. Grupo Módulo 4
GRUPO 5.4 MÓDULO 4 Índice 1. Níveis Conceituais Linguísticos...3 2. Nível 1 Pré-Silábico...3 3. Nível 2 Intermediário I...4 4. Nível 3 Silábico...5 5. Nível 4 Intermediário II ou Silábico-Alfabético...5
A maior e mais completa linha de dicionários do Brasil
A maior e mais completa linha de dicionários do Brasil A maior e mais completa linha de dicionários do Brasil O sucesso dos dicionários Michaelis é motivo de orgulho para a Editora Melhoramentos. Há décadas,
o verbo "IR" possui uma forma neutra; possui também formas que marcam flexões pessoais que podem ser empréstimos da forma verbal em português,
SEMED/2013 o verbo "IR" possui uma forma neutra; possui também formas que marcam flexões pessoais que podem ser empréstimos da forma verbal em português, representadas através de sinais soletrados ou do
PLANIFICAÇÃO ANUAL PORTUGUÊS - 1 º ANO. Calendarização Domínio / Conteúdos Objetivos Descritores de desempenho
PLANIFICAÇÃO ANUAL 2016-2017 PORTUGUÊS - 1 º ANO Calendarização Domínio / Conteúdos Objetivos Descritores de desempenho Oralidade Interação discursiva Compreensão e expressão 1. Respeitar regras da interação
CERT-A CERT-O CERT-A-MENTE CERT-EZA A - CERT - A - R
CERT-A CERT-O CERT-A-MENTE CERT-EZA A - CERT - A - R A palavra é subdivida em partes menores, chamadas de elementos mórficos. MORFEMAS SÃO UNIDADES MÍNIMAS DE SIGNIFICAÇÃO Exemplos: gatinho = gat + inh+o
6º ANO ARGENTINA 6º ANO CANADÁ. 1º Horário: Português Conteúdo: Tempos verbais do modo indicativo Atividade: Aula expositiva Tarefa: ***
6º ANO ARGENTINA 1º Horário: Português Conteúdo: Tempos verbais do modo indicativo 2º Horário: Português Conteúdo: Aplicação de prova - Artes 3º Horário: Ed. Física 4º Horário: Ciências 5 Horário: Inglês
Conteúdo 1 - História da Escrita. professor Rafael Hoffmann
Conteúdo 1 - História da Escrita professor Rafael Hoffmann Pinturas das cavernas de Lascoux (15000 e 13000 a.c.) Pi Sheng Cuneiforme: 3200 a.c. Hieróglifos: 3000 a.c. Sistemas baseados em pictogramas Pictogramas
Critérios Específicos de Avaliação. (Aprovados em Conselho Pedagógico de 11 de dezembro de 2018)
Critérios Específicos de Avaliação (Aprovados em Conselho Pedagógico de 11 de dezembro de 2018) No caso específico da disciplina de Português, do 1 º ano de escolaridade, a avaliação incidirá no desempenho
Agrupamento de Escolas de Eugénio de Castro 1º Ciclo Ano letivo 2016/2017 Critérios de Avaliação Português 1º ciclo
Agrupamento de Escolas de Eugénio de Castro 1º Ciclo Ano letivo 2016/2017 Critérios de Avaliação Português 1º ciclo Domínios Ponderação (80%) Operacionalização/Indicadores Instrumentos de avaliação Oralidade
Campos Sales (CE),
UNIERSIDADE REGIONAL DO CARIRI URCA PRÓ-REITORIA DE ENSINO E GRADUAÇÃO PROGRAD UNIDADE DESCENTRALIZADA DE CAMPOS SALES CAMPI CARIRI OESTE DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA DISCIPLINA: Tópicos de Matemática SEMESTRE:
Critérios de Avaliação _ Perfil de Aprendizagens Específicas
Critérios de Avaliação _ Perfil de Aprendizagens Específicas (Aprovado em Conselho Pedagógico de 18 julho de 2016) No caso específico da disciplina de Português, do 1 º ano de escolaridade, a avaliação
Conteúdos Programáticos Português Oralidade Leitura e escrita
Conteúdos Programáticos 4º ano de escolaridade Português Oralidade Informação essencial Informação implícita Planificação de discurso Ideia-chave Ideia principal Articulação, acento, entoação, pausa Facto
EMENTAS Departamento de Letras Estrangeiras UNIDADE CURRICULAR DE LÍNGUA E LITERATURA ITALIANA
EMENTAS Departamento de Letras Estrangeiras UNIDADE CURRICULAR DE LÍNGUA E LITERATURA ITALIANA Italiano I: Língua e Cultura - Introdução às situações prático-discursivas da língua italiana mediante o uso
Engenharia Cartográfica Comunicação e Expressão. Maria Cecilia Bonato Brandalize º Semestre
Engenharia Cartográfica Comunicação e Expressão Maria Cecilia Bonato Brandalize 2015 1º Semestre Comunicação O que é? A comunicação humana é uma relação social que se estabelece entre duas ou mais pessoas
BONS ESTUDOS!!! CONTEÚDOS APS 1º BIMESTRE/ / 202 / 203
201 / 202 / 203 Interpretação de texto; Interpretação, características, conceitos e produção de: Texto Enigmático Unidade 1 - Capítulo 1 Elementos coesivos: escrita textual, paragrafação, letra maiúscula
CONTEÚDO - RDE RECONSTRUÇÃO DE DESEMPENHO ESCOLAR - I UNIDADE ENSINO FUNDAMENTAL II - 6º ANO A/B/D
ENSINO FUNDAMENTAL II - 6º ANO A/B/D 6º ANO A E B POTENCIAÇÃO RADICIAÇÃO EXPRESSOES NUMÉRICAS COM POTENCIAÇÃO E RADICIAÇÃO. LIVRO PÁG. 68 A 74. 6º ANO D POTENCIAÇÃO E RADICIAÇÃO DE NÚMEROS NATURAIS PORTUGUÊS
MÓDULO I/ GREGO KOINÉ I
MÓDULO I/ GREGO KOINÉ I O Curso será bem aprofundado e exigirá do aluno muito interesse e dedicação para obter bons frutos e uma sólida formação a fim de dar continuidade aos estudos dos módulos subsequentes
ESTRUTURA E FORMAÇÃO DE PALAVRAS. Patrícia Rocha Lopes
ESTRUTURA E FORMAÇÃO DE PALAVRAS Patrícia Rocha Lopes ESTRUTURA DAS PALAVRAS A palavra é subdivida em partes menores, chamadas de elementos mórficos. Exemplos: gatinho = gat + inh + o Infelizmente = in
REDAÇÃO PARA CONCURSOS
REDAÇÃO PARA CONCURSOS Sumário Primeira Parte Primeira Lição Poesia matemática Gramática acentuação gráfica Tipos de palavras Regras gerais Dupla prosódia Pronúncia duvidosa Orientação Ortográfica emprego
LÍNGUA. Produção textual. diminutivo) Ortografia Uso do. dicionário. ou pedido) Uso dos porquês. - Sinais: > (é. - Classe dos.
CONTEÚDOS PREVISTOS PARA O PRIMEIRO TRIMESTRE/2016 5º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL LÍNGUA PORTUGUESA Leitura e interpretação de textos Produção textual Pontuação e entonação Morfologia: substantivo (próprio,
Ficha de acompanhamento da aprendizagem
Escola: Professor: Aluno: Legenda: Plenamente desenvolvido; Parcialmente desenvolvido; Pouco desenvolvido; Não trabalhado no bimestre. Oralidade 1º bim. 2º bim. 3º bim. 4º bim. Participar das interações
Lição 3: Kanji. Um pouco de história. árvore bosque selva sol, dia lua, mês brilhante montanha pássaro. ilha. Relação com o japonês
3 Lição 3: Kanji Neste momento, temos que recarregar as energias, porque vamos conhecer um dos temas mais complicados, mas ao mesmo tempo imprescindíveis do idioma japonês. Estamos falando dos kanjis,
Utilização do BibleWorks NA 27
Utilização do BibleWorks NA 27 Edson de Faria Francisco. São Bernardo do Campo, março de 2014. 1. Introdução O software BibleWorks é um programa para todos aqueles que trabalham com textos bíblicos. O
COPYRIGHT TODOS OS DIREITOS RESERVADOS - SABER E FÉ
Aviso importante! Esta matéria é uma propriedade intelectual de uso exclusivo e particular do aluno da Saber e Fé, sendo proibida a reprodução total ou parcial deste conteúdo, exceto em breves citações
CONHECIMENTOS DESCRITORES DE DESEMPENHO
CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE AVALIAÇÃO ( Aprovados em Conselho Pedagógico de 16 outubro de 2012 ) No caso específico da disciplina de Língua Portuguesa do 1ºano de escolaridade, a avaliação incidirá ainda
AGRUPAMENTO de ESCOLAS de SANTIAGO do CACÉM Ano Letivo 2015/2016 PLANIFICAÇÃO ANUAL
AGRUPAMENTO de ESCOLAS de SANTIAGO do CACÉM Ano Letivo 2015/2016 PLANIFICAÇÃO ANUAL Documento(s) Orientador(es): Programa e Metas Curriculares de Português 1º CICLO Português- 3º ano TEMAS/DOMÍNIOS CONTEÚDOS
Frações Decimais. Matemática - UEL Compilada em 26 de Março de 2010.
Matemática Essencial Frações Decimais Conteúdo Matemática - UEL - 2010 - Compilada em 26 de Março de 2010. Prof. Ulysses Sodré Matemática Essencial: http://www.mat.uel.br/matessencial/ 1 O papel das frações
CONTEÚDOS PARA AS PROVAS 1º BIMESTRE 1º ano
CONTEÚDOS PARA AS PROVAS 1º ano Unidades I e II (Diferenças físicas entre as pessoas, Corpo humano, Saúde e higiene, Órgãos do sentido) Unidades I e II (Diferenças culturais entre as pessoas, Composição
População do Brasil. Professora Thamires Geografia
População do Brasil Professora Thamires Geografia A população brasileira resulta de um intenso processo de miscigenação. Inicialmente três grandes grupos formaram o povo brasileiro:os indígenas, os portugueses
Verbos - Primeira Parte. Professora Tamires Maio de 2016
Verbos - Primeira Parte Professora Tamires Maio de 2016 No Dicionário Houaiss verbo (ver.bo) substantivo masculino 1 palavra, discurso 2 gram classe de palavras que designam ação, processo ou estado Os
CORREÇÃO DE ATIVIDADES DO CADERNO FOLHA DE PERGUNTAS SOBRE OS TIPOS DE SUJEITOS
OLÉGIO IMACULADA CONCEIÇÃO 7º ano CORREÇÃO DE ATIVIDADES DO CADERNO FOLHA DE PERGUNTAS SOBRE OS TIPOS DE SUJEITOS 1) Quem é o sujeito de uma oração? Nas orações, o sujeito é um substantivo ou pronome com
澳門四高校聯合入學考試 ( 語言科及數學科 ) Exame Unificado de Acesso (Línguas e Matemática) às Quatro Instituições do Ensino Superior de Macau.
澳門四高校聯合入學考試 ( 語言科及數學科 ) Exame Unificado de Acesso (Línguas e Matemática) às Quatro Instituições do Ensino Superior de Macau 2018 年試題及參考答案 Exames e Resposta do Ano 2018 葡語 B Português B Leia o seguinte
Japão. Aspectos gerais
Japão Aspectos gerais Economia A economia japonesa teve um grande avanço após a Segunda Guerra Mundial. Derrotado, o país recebeu uma grande quantidade de capital estrangeiro, principalmente norte-americano,
JAPÃO: O GIGANTE DO ORIENTE
JAPÃO: O GIGANTE DO ORIENTE Localização Geográfica O país ocupa um arquipélago formado por mais de 4 mil ilhas no Círculo de Fogo do oceano Pacífico Área de contato de placas tectônicas Placa Eurasiática
AVALIAÇÃO MENSAL - A1-3º BIMESTRE
AVALIAÇÃO MENSAL - A1-3º BIMESTRE - 2013 2º ANO A Leitura de textos instrucionais; Percepção de que o gênero é organizado em duas partes: lista de materiais e modo de fazer; Reconhecimento da importância
2º ANO B 2º ANO A. São Paulo, 23 de novembro de São Paulo, 23 de novembro de COMUNICADO Nº /2015.
2º ANO A 5ªFEIRA PÁGINAS - 30 ATÉ 42 E 54 ATÉ 57. LIÇÃO 33 ATÉ 35 E 37 INGLÊS APOSTILA : PÁGINAS 66, 74, 75, 76 E 77. LIÇÃO 18,19 E 20. PÁGINAS - 145 ATÉ 157 2º ANO B INGLÊS APOSTILA : PÁGINAS 66, 74,
Estrutura e Processo de Formação da Palavra
Colégio Diocesano Seridoense Disciplina: Língua Portuguesa / 1 Ano Professora: Lusia Raquel Estrutura e Processo de Formação da Palavra Caicó RN 2018 RADICAL Há um morfema comum a todas as palavras que
JAPÃO Aspectos naturais e origens
OBJETIVO - 2016 1º ANO E.M. A MÓDULO 33 JAPÃO Aspectos naturais e origens - Arquipélago: abrange cerca de 3.000 ilhas de diferentes tamanhos; - Área: 377.743 km²; - Situado a noroeste do Oceano Pacífico
Professora Patrícia Lopes
Professora Patrícia Lopes ADJETIVO É a classe gramatical variável em gênero, número e grau que caracteriza o substantivo. Homem- bom Pessoa- doente Mulher- honesta Dia- chuvoso Carro- sujo Classificação
KIT DE RECUPERAÇÃO 1º SEMESTRE/2017 8º ANO A/ B GEOGRAFIA. Profºs. Marcelo e Fernando
KIT DE RECUPERAÇÃO 1º SEMESTRE/2017 8º ANO A/ B GEOGRAFIA Profºs. Marcelo e Fernando Aluno (a):... Rua São Leopoldo 326-356 - Belenzinho - São Paulo-SP - CEP 03055-000 Telefones: (11) 2692 1196 - (11)
PROMILITARES 13/08/2018 PORTUGUÊS. Professor Nei Xavier FLEXÃO DO ADJETIVO
PORTUGUÊS Professor Nei Xavier FLEXÃO DO ADJETIVO Flexões dos adjetivos Como regra geral, os adjetivos variam em gênero, número e grau. Variação de gênero Os adjetivos concordam com o gênero dos substantivos
Os alunos fizeram uma visita ao zoológico, onde puderam observar várias espécies de animais.
Uso do onde e aonde O advérbio é uma classe de palavras cuja função gramatical é acompanhar e modificar um verbo, exprimindo a circunstância da ação verbal, por isso o nome ad-vérbio, ou seja, a palavra
CURRÍCULO DA DISCIPLINA DE PORTUGUÊS/ CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 2013/2014
1º Ciclo Metas/Domínios Objetivos gerais Conteúdos Programáticos Critérios 1º Ano Oralidade O1 Comprensão do oral Expressão oral Respeitar regras da interação discursiva Escutar discursos breves para aprender
COLÉGIO XIX DE MARÇO
COLÉGIO XIX DE MARÇO Educação do jeito que deve ser 2016 1 a PROVA PARCIAL DE HISTÓRIA Aluno(a) Nº Ano: 6º Turma: Data: / /2016 Nota: Professor(a): Ivana Cavalcanti Riolino Valor da Prova: 40 pontos Orientações
Programa de Português 3º Ano
Programa de Português 3º Ano Introdução Reconhece-se a Língua Materna como o elemento mediador que permite a nossa identificação, a comunicação com os outros e a descoberta e compreensão do mundo que nos
Bárbara da Silva. Português. Formação de palavras I
Bárbara da Silva Português Formação de palavras I Formação das Palavras Existem dois processos básicos pelos quais se formam as palavras: a derivação e a composição. A diferença entre ambos consiste basicamente
CONTEÚDOS PARA VA PARCIAL UNIDADE 01 6º ANO. - Unidade 1: História e suas interpretações. - Unidade 2: Registros da História: entendendo o passado.
6º ANO - Unidade 1: Conjuntos; - Unidade 2: Números Naturais; - O alfabeto em inglês. - Unidade 1: História e suas interpretações. - Unidade 2: Registros da História: entendendo o passado. LP (GRAMÁTICA)
ebook RECURSOS PARA APRENDER IDIOMAS EM CASA DIÁRIO DE UM POLIGLOTA OTÁVIO BRETAS DIÁRIO DE UM POLIGLOTA
ebook 30 RECURSOS + PARA APRENDER IDIOMAS EM CASA OTÁVIO BRETAS OBRIGADO! SEU DOWNLOAD É MUITO IMPORTANTE. Agora você tem disponível um poderoso guia de recursos para aprender idiomas sozinho. São mais
INTRODUÇÃO. Para obter mais informações ou serviços, envie para: ou visite:
MUESTRA AMOSTRA INTRODUÇÃO Fazendo Chinês Fácil para Crianças, reconhecido como um dos melhores materiais de aprendizagem de chinês em todo o mundo, é publicado pelo Hong Kong s prestigious Joint Publishing
índice geral Prefácio, X/77
índice geral Prefácio, X/77 Capítulo I CONCEITOS GERAIS, / Linguagem, língua, discurso, estilo / Língua e sociedade: variação e conservação linguística, 2 Diversidade geográfica da língua: dialecto e falar,
Conteúdo: - Alfabeto - letras k, w, y e vogais - Uso do dicionário FORTALECENDO SABERES CONTEÚDO E HABILIDADES APRENDER A APRENDER I DESAFIO DO DIA
CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA A I Conteúdo: - Alfabeto - letras k, w, y e vogais - Uso do dicionário 2 CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA A I Habilidades:
Diferentes abordagens de alfabetização
ALFABETIZAÇÃO Diferentes abordagens de alfabetização MODELO 1 (MÉTODO FONÉTICO OU DIRETO) Identificar oralmente os fonemas da língua (sons). Corresponder o fonema ao grafema: mostrar a letra e a pronuncia
Planificação Anual 4º Ano
Planificação Anual 4º Ano Ano Letivo 2014 / 2015 Educaç ão literári a Leitura e escrita Geometria e medida Oralidade Números e Operações 1º Período Português Matemática Estudo do Meio Revisões O meu corpo
CRIAÇÃO DE CARACTERES TIPOGRÁFICOS COM BASE NA PROPORÇÃO ÁUREA E NA ESCRITA ORIENTAL JAPONESA
CRIAÇÃO DE CARACTERES TIPOGRÁFICOS COM BASE NA PROPORÇÃO ÁUREA E NA ESCRITA ORIENTAL JAPONESA Thaís Regina Ueno 1 Resumo Este artigo apresenta o processo criativo utilizado para o desenho de alguns caracteres
ESCOLA SECUNDÁRIA DE SAMPAIO Ano Lectivo 2008/ Planificação a Longo Prazo ESPANHOL L/E (Iniciação nível I) 10ºAno Formação Específica
ESCOLA SECUNDÁRIA DE SAMPAIO Ano Lectivo 2008/ 2009 Planificação a Longo Prazo ESPANHOL L/E (Iniciação nível I) 10ºAno Formação Específica Objectivos de aprendizagem Competências comunicativas Conteúdos
Conteúdos das Avaliações de 28 de fevereiro a 07 de março de ºbimestre Disciplina Dia Conteúdo
6ºA Conteúdos das Avaliações de 28 de fevereiro a 07 de março de 2013 1ºbimestre Matemática 01/03 Sistema numérico Romano e Egípcio. (Pág. 5 até 12) Operações com números naturais. (Pág. 13 até 18) Inglês
Adjetivos. COMPOSTOS azul-claro, político-social, afrobrasileiro. DERIVADOS escadas rolantes, árvores frutíferas.
Classes Gramaticais Adjetivos SIMPLES grande, belo, manso, leal. COMPOSTOS azul-claro, político-social, afrobrasileiro. PRIMITIVOS bom, humano, fácil. DERIVADOS escadas rolantes, árvores frutíferas. Gêneros
222 Línguas e Literaturas Estrangeiras
222 Línguas e Literaturas Estrangeiras Curso de Língua Chinesa: Cultura e Negócios para Promotores e Empresários na China Destinatários Este curso destina-se a empresários e gestores que desenvolvam ou
Português - alfabeto; - sequência alfabética; - formação de palavras; - leitura e interpretação (imagem, palavra, frase e texto).
LISTA DE CONTEÚDOS TURMA : 1º. ANO DE 2016 2º. ANO DE 2017 Português - alfabeto; - sequência alfabética; - formação de palavras; - leitura e interpretação (imagem, palavra, frase e texto). Matemática -
TEMA / CONTEÚDOS OBJETIVOS / DESCRITORES DE DESEMPENHO AVALIAÇÃO GESTÃO DO TEMPO Tema e assunto
ANO LETIVO - 2018-19 ESCOLA BÁSICA DO 1º CICLO DEPARTAMENTO DE 1º CICLO DO ENSINO BÁSICO PLANIFICAÇÃO ANUAL DA DISCIPLINA DE PORTUGUÊS DO 2º ANO DE ESCOLARIDADE TEMA / CONTEÚDOS OBJETIVOS / DESCRITORES
As Escritas Coreana e Japonesa: Dois Caminhos Tradutórios
As Escritas Coreana e Japonesa: Dois Caminhos Tradutórios Yun Jung Im Resumo: Por muito tempo, os coreanos e os japoneses tiveram a escrita chinesa como a única forma de documentação, instrução, educação,
Surgimento da Escrita
A escrita surgiu em 4000 a.c. Foi a tecnologia fundamental para o desenvolvimento humano na Terra. Na suméria surgiu a partir da necessidade de se registrar os bens materiais e as transações comerciais
À minha querida esposa Marina e aos amados filhos Paulo, Elizabeth, Cristina e Débora, companheiros de todos os momentos, dedico o presente livro.
À minha querida esposa Marina e aos amados filhos Paulo, Elizabeth, Cristina e Débora, companheiros de todos os momentos, dedico o presente livro. SUMÁRIO PREFÁCIO...009 Unidade 01 NOÇÕES ORTOGRÁFICAS...011
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE SAMPAIO
1.º Período Vocabulário Ideia principal Informação essencial e acessória Informação implícita e explícita Inferências Descrição, diálogo, recriação de lengalengas, entrevista Texto narrativo, poesia criativa
PLANIFICAÇÃO MENSAL/ANUAL Português 1.ºano
PLANIFICAÇÃO MENSAL/ANUAL Português 1.ºano PORTUGUÊS 1.º ANO DE ESCOLARIDADE Domínio/ Subdomínio ORALIDADE LEITURA E ESCRITA Metas a atingir Meses do Ano S O N D J F M A M J Respeitar regras da interação
Morfologia e Classes Apresentação da Professora Gramaticais Licenciatura em Letras Língua Portuguesa e Literaturas Ementa Organização da Disciplina
Morfologia e Classes Gramaticais Teleaula 1 Prof.ª Me. Margarete T. A. Costa [email protected] Licenciatura em Letras Língua Portuguesa e Literaturas Apresentação da Professora Letras Português
AGRUPAMENTO de ESCOLAS Nº1 de SANTIAGO do CACÉM Ano Letivo 2013/2014 PLANIFICAÇÃO ANUAL
AGRUPAMENTO de ESCOLAS Nº1 de SANTIAGO do CACÉM Ano Letivo 2013/2014 PLANIFICAÇÃO ANUAL Documento(s) Orientador(es): Programa e Metas Curriculares de Português 1º CICLO PORTUGUÊS 3º ANO TEMAS/DOMÍNIOS
MATRIZ CURRICULAR - UFF
Curso: LETRAS Titulação: LICENCIADO Habilitação: PORT-LITERATURAS Enfâse: - Linha de Formação: - Currículo: 87.01.001 Versão: 2 Turno: (OB) Carga horária obrigatória: 2515 (O) Carga horária optativa: 120
PLANO DE CURSO Disciplina: LÍNGUA PORTUGUESA Série: 4º ano Ensino Fundamental
PLANO DE CURSO Disciplina: LÍNGUA PORTUGUESA Série: 4º ano Ensino Fundamental Unidade I: Gêneros Literários Poesia CONTEÚDO O QUE EU VOU ENSINAR O QUE O ALUNO DEVE APRENDER Trabalhar conceitos, estruturas
2 3º Bim. Disciplina Ciências Disciplina Inglês. Professor Ana Paula Professor Carolina Interpretação de texto
2 3º Bim 6º ANO EF Ciências Inglês Herika Selma Módulo VII Átomos e moléculas. aulas 30,31,32,34 + compreensão de texto. Port. Redação Ana Paula Carolina Interpretação de texto Texto em diálogo Discurso
Dicionario Portugues Espanhol
Dicionario Portugues Espanhol 1 / 6 2 / 6 3 / 6 Dicionario Portugues Espanhol Diccionario Portugués-Español online. Dicionário Espanhol. O Gran diccionario español-portugúes português-espanhol Espasa Calpe,
