Origem do Povo Japonês

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1 Origem do Povo Japonês Diferentemente de muitos povos, os japoneses não sabem com precisão de qual raça descendem, portanto é um tanto obscura a história do povoamento do arquipélago nipônico. Mas há indícios de que os primeiros habitantes teriam surgido da região oriental da Sibéria durante o período neolítico, em torno de a.c., e do sudeste asiático. Talvez os ainus, colonizadores caucasianos, também tenham chegado às ilhas naquele mesmo período. Nesse sentido, a raça japonesa, então, é uma mistura de três raças: mongol (amarelo), povo do norte(branco) e polinésio(moreno). Ao contrário do que muitos pensam, os japoneses não vêm unicamente da China, e nem a sua língua tem origem no chinês. Foi da fusão da linguagem dos montes Urais, na Rússia, e da dos montes Altais, na Ásia Central, que se deu a formação da língua japonesa. Portanto, a origem do japonês é uralo-altaica. É sabido que o arquipélago nipônico já era habitado, bem antes dos japoneses, pelos homens das cavernas que viveram há anos. Na província de Minatoga foi encontrado o esqueleto mais antigo de um homem sapiens, isto é, de um homem moderno, com anos de idade. O fóssil recebeu o nome de minatogajin, o homem de Minatoga. No entanto, as pesquisas apontam que o japonês atual se originou da miscigenação de mongóis, chineses, coreanos e de habitantes do sudeste asiático, que entraram no território japonês pelo sul, com os ainus, estes de origem caucasiana, que habitam as ilhas há mais de anos. Há, ainda, em torno de ainus vivendo em Hokaido, no extremo norte do Japão, com seus costumes e falando uma língua própria. Origem da Escrita Não existe vestígio de nenhum tipo de escrita no Japão anterior à introdução da escrita chinesa. A língua japonesa originou-se da linguagem Uralo-Altaica (linguagem pertencente ou relativa aos Montes Urais Rússia e aos Montes Altai Ásia Central) e não tem relação com o chinês, apesar de utilizar sua escrita e muitas de suas palavras. O Kanji foi introduzido no Japão a partir do século III com a cultura chinesa. Os japoneses adotaram os ideogramas chineses utilizando o mesmo caractere para

2 representar um objeto ou uma determinada ideia, mas conservando a pronúncia japonesa. Posteriormente, foram incorporados símbolos com a pronúncia original chinesa, em especial para formar novas palavras compostas. Em outros casos utilizaram somente a fonética do caractere para representar determinadas sílabas japonesas. A escrita desses caracteres do tipo fonético foi sendo simplificado dando origem aos Kanas (alfabeto silabário exclusivamente japonês). O japonês moderno utiliza duas formas de escrita: KANJI: ideograma chinês. KANAS (Hiragana e Katakana): fonogramas. KANJI: Os Kanjis são usados para escrever a raiz de palavras, as palavras compostas e os nomes próprios. Até pouco depois da Segunda Guerra Mundial empregava-se cerca de Kanjis diferentes. Em 1946 o governo japonês publicou uma lista chamada Tôyô Kanji para simplificar a escrita. Nesta lista constava 1850 caracteres autorizados a aparecerem em livros e jornais e que seriam ensinados nas escolas. Para elaboração desta lista foi feito um estudo minucioso de periódicos e jornais, selecionando os caracteres que mais se repetiam. Em 1981 foi publicada uma nova lista chamada Jôyô Kanji constando caracteres (1.945 caracteres mais usados e 166 caracteres que fazem parte de nomes próprios e sobrenomes mais comuns). Um dos motivos para que se conserve este tipo de escrita é por ser o japonês um idioma rico em vocábulos, mas pobre foneticamente. Possui palavras simples para expressar conceitos que em português são necessárias duas ou mais palavras. Por exemplo, irmão mais velho = ANI ; arroz cozido = GOHAN, etc. Por outro lado, um fonema como KOO pode chegar a ter 60 significados completamente diferentes, mas que são distinguidos na escrita por diferentes caracteres. A palavra KAERU, por exemplo, pode significar: sapo/ voltar, regressar/ mudar, transformar/ trocar. Por isso o uso de um outro alfabeto dificultaria enormemente a compreensão da língua japonesa escrita.

3 No Japão, os primeiros nove anos de escolaridade são gratuitos e obrigatórios, tendo as crianças que frequentar seis anos de ensino elementar, seguidos de três anos de ensino médio inferior. As crianças começam aprendendo Hiragana e Katakana e pouco a pouco os caracteres chineses. Durante os seis anos de ensino elementar são ensinados 996 Kanji. Ao final do ensino secundário inferior as crianças já têm conhecimento de todos os caracteres que fazem parte do Jôyô Kanji. Noventa por cento dos estudantes que completam os nove anos de escolaridade obrigatória, prosseguem os seus estudos no ensino secundário superior durante três anos, onde aprendem mais Kanji. Aqueles que vão para as universidades têm oportunidade de conhecer Kanji que aparecem quase que somente na literatura técnica. Os filósofos japoneses têm classificado os Kanji em seis grupos: 1. SHOKEI:Kanji que se originaram de figuras ou desenhos. Exemplo: à à à (Lê-se HI = sol) à à à (Lê-se KI = árvore) 2. SHIJI: tipo de indicação, sinal.exemplo: à (um ponto sobre a superfície indicando em cima ) 3. KAII: União de dois ou mais Kanji formando uma nova palavra: Exemplo: (KI = árvore) (HAYASHI = bosque) (MORI = floresta) 4. KEISEI: união de um Kanji que dá o significado com outro que dá o som.exemplo: HI =. A parte de cima dá o som, e a de baixo indica que tem relação com o coração. 5. TENCHU: a sua origem não está clara, mas tendo como base em determinado Kanji, modificando algumas partes ou associando com uma outra letra, forma-se um novo Kanji com significado semelhante àquela que deu origem. 6. KASHAKU: O significado não tem relação com o Kanji original, apenas utilizase o som.

4 KANAS: Os japonese utilizaram alguns caracteres chineses e aproveitando sua fonética, criaram um alfabeto silabário: os Kanas. Parece que foi utilizado pela primeira vez no século VIII, época de florescimento da literatura japonesa, quando se destacaram várias mulheres no campo da poesia. Existe uma versão de que foram as mulheres que simplificaram a escrita, tendendo a um tipo de escrita mais cursiva e eliminando certos traços. Por sua forma simples e plana se chamou Hiragana. Paralelo a este silabário se desenvolveu o Katakana, mais retilíneo e anguloso.o Hiragana se formou por evolução, o Katakana por abreviação. Atualmente o Hiragana é usado para escrever partículas, sufixos e prefixos necessários para a declinação e conjugação de palavras. O Katakana, em telegramas. Nos jornais e livros é empregado para transcrever nomes ocidentais, palavras de origem estrangeira, onomatopéia, etc.

5 Existem ainda sons derivados como o são os das colunas K, S, T e H, quando seguidos de tenten (um depois do caractere), transformando-se em G, Z, D e B respectivamente, ou seguido de um maru (um º depois do caractere) no caso da coluna H, que se transforma em P ; e também os sons conjugados que são a transcrição de um caractere da linha I com outro em tamanho reduzido para indicar conjugação, pertencente à coluna Y : por exemplo, para transcrever o som RYU colocamos o Hiragana RI seguido de um pequeno Hiragana YU. ROMAJI: Sistemas criados para transcrever os sons da língua japonesa em caracteres romanos. São usados para escrever nomes de produtos comerciais na divulgação dos mesmos, para estudos linguísticos por ocidentais, para ordenar dicionários ocidentais, etc. PARTICULARIDADES DA GRAMÁTICA DA LÍNGUA JAPONESA: 1. Os substantivos não variam quanto ao número, grau e gênero. O plural de certas palavras se forma acrescentando-lhe um sufixo. 2. O verbo vem geralmente no final da sentença. 3. Não ocorre flexão verbal da pessoa. 4. Existem somente dois tempos verbais: presente e passado. O verbo no presente pode se referir a uma ação habitual ou ao futuro. O passado equivale ao nosso pretérito perfeito. Os outros tempos verbais são indicados no contexto. 5. Os adjetivos flexionam para indicar presente e passado, afirmativo e negativo. 6. A função gramatical das palavras é indicada por partículas que aparecem sempre depois delas. Fontes: OKINAWA Histórias, tradições e lendas Shosei Miyagui Saiba mais em:

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