Confiabilidade Estrutural

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Confiabilidade Estrutural"

Transcrição

1 Professor Universidade de Brasília Confiabilidade Estrutural Jorge Luiz A. Ferreira

2 Confiabilidade Universidade de Brasília Corresponde a probabilidade de um sistema desempenhar de forma adequada o seu propósito especificado, por um período de tempo e sob condições de operação especificadas.

3 Função do Engenheiro Estrutural - planejar - investigar - Projetar - inspecionar - manter - desmontar/demolir

4 Função do Engenheiro Estrutural - planejar - investigar - Projetar - inspecionar - manter - desmontar/demolir Como Engenheiros, devemos garantir que os nossos projetos atendam aos seguintes requisitos básicos de segurança: - Segurança para o pessoal e - Segurança para o ambiente. - Além disso, para garantir a viabilidade do projeto, devemos observar verificar a Relação custo-eficácia Conciliar os três requisitos Ferramentas para a tomada de decisão ou de apoio

5 Função do Engenheiro Estrutural - Tomar decisões Exemplo: Qual deveria ser as propriedades de inércia que a seção transversal de uma ponte deve possuir?

6 Função do Engenheiro Estrutural - Tomar decisões Exemplo: Qual deveria ser as propriedades de inércia que a seção transversal de uma ponte deve possuir? Essa decisão depende das condições de tráfego? Como decidir a carga máxima que será aplicada na estrutura? Ou Como projetar considerando falta de informações?

7 Função do Engenheiro Estrutural - Tomar decisões Exemplo: Qual a real capacidade desse vaso de pressão?

8 Função do Engenheiro Estrutural - Tomar decisões Ou dessas Tubulações? É necessário parar o processo produtivo?

9 Função do Engenheiro Estrutural - Tomar decisões Ou dessas Pontes? Interdita a ponte ou diminui o trâfego? Vale a pena reparar?

10 Bases para tomadas de decisão Conhecimentos em Mecânica dos sólidos e em Comportamento Mecânico dos Materiais Conhecimentos relacionados às Boas Práticas de Construção/Fabricação Tomada de Decisão Conhecimentos sobre Mundo Real

11 Bases para tomadas de decisão Conhecimentos em Mecânica dos sólidos e em Comportamento Mecânico dos Materiais Conhecimentos relacionados às Boas Práticas de Construção/Fabricação Modos de Falha Condições de Vinculação Condições Ambientais Tomada de Decisão Conhecimentos sobre Mundo Real Dimensões e Geometria Cargas Atuantes (Direções, Sentidos e Intensidades) Propriedades dos Materiais

12 Bases para tomadas de decisão As peças conseguem ser fabricadas nas dimensões apresentadas no desenho? Como projetar considerando essas variações de resistência e dimensões? Qual a resistência da Junta?

13 Bases para tomadas de decisão Incertezas devem ser consideradas não apenas durante o processo de tomada de decisão de projeto, mas em todas as fases da As peças conseguem ser fabricadas nas dimensões apresentadas no desenho? vida de uma instalação de engenharia Como projetar considerando essas variações de resistência e dimensões? Qual a resistência da Junta?

14 Bases para tomadas de decisão Porque precisamos considerar as incertezas? As incertezas influenciam diretamente na segurança da estrutura. Como Consideramos o Efeito dessas Incertezas sobre as Condições de Funcionamento da Estrutura? Utilizando-se de Técnicas de Avaliação de Riscos ou de Segurança Estrutural

15 Análise de Risco ou de Segurança Fornece uma base para a tomada de decisão racional sujeita a informações incertas e/ou incompletas. Pode-se assim, de uma forma sistematizada, identificar as incertezas dominantes e quantificar seus efeitos sobre os riscos. A aplicação dessa análise nos permitirá responder as seguintes questões: - Qual é o risco associado a uma determinada atividade? - É possível reduzir e/ou mitigar os riscos? - Quanto custa para reduzir e/ou mitigar os riscos? - Qual o riscos aceitável - o que podemos pagar?

16 Análise de Risco ou de Segurança Risco É uma ameaça concreta de dano que paira sobre nós em cada momento vivido em nossas vidas e que pode materializar-se em algum momento. (conceito qualitativo) Probabilidade de insucesso de determinado empreendimento, em função de acontecimento eventual, incerto, cuja ocorrência não depende exclusivamente da vontade dos interessados. (conceito quantitativo)

17 Análise de Risco ou de Segurança Risco - Quantificação O risco é quantificado pelo produto de dois fatores: - a Probabilidade de Ocorrência e - a Amplitude da Consequência (ou nível de severidade)

18 Análise de Risco ou de Segurança Risco - Quantificação - a Probabilidade de Ocorrência Para a estimativa da Probabilidade de Ocorrência, pode-se adotar um critério com base na experiência prática ou, em caso de falta, pode-se estimar essa probabilidade em função da Taxa de Falha das operações versus a estimativa do número de vezes que essas efetuadas por ano. operações são A taxa de falha num intervalo de tempo [t 1 t 2 ] é a probabilidade de que uma falha ocorra por unidade de tempo no intervalo dado que nenhuma falha ocorreu antes do início do intervalo.

19 Porca ou Parafuso 0,00017 Universidade de Brasília Análise de Risco ou de Segurança Risco - Quantificação - Probabilidade de Ocorrência (Taxa de Falha/ano) Falha Humana (Falha Involuntária) para pessoa não qualificada: 0,01 Falha Humana (Falha Involuntária) para pessoa qualificada: 0,02 Falha Humana (Falha Involuntária) para pessoa altamente qualificada: 0,001 Falha Humana com uma redundância independente: 0,01 x 0,01 = 0,0001 Falha Humana com n redundâncias independentes: (0,01) n+1 Falha de Equipamentos mecânicos (Bombas, motores, etc.): 0,001 Falha de Equipamentos de segurança (Válvulas de alívio, alarmes, etc.): 0,0001 Falha de Lâmpada de Neon: 0,002 Junta Soldada: 1,3E-7

20 Análise de Risco ou de Segurança Risco - Quantificação - Probabilidade de Ocorrência (outros componentes)

21 Classificação das Probabilidades de Ocorrências Universidade de Brasília Análise de Risco ou de Segurança Risco - Quantificação - Probabilidade de Ocorrência (Como Classificar)

22 Análise de Risco ou de Segurança Risco - Quantificação - Amplitude da Consequência, Parâmetro que procura quantificar o nível de severidade resultante de um efeito danoso resultante da falha de um determinado sistema. Geralmente está associado ao dano mais grave que é razoável esperar de uma ocorrência envolvendo o perigo avaliado

23 Análise de Risco ou de Segurança Risco - Quantificação - Amplitude da Consequência, Para a estimativa qualitativa da Amplitude das Consequências pode-se fazer uso dos seguintes fatores: o o o o o Experiência Registros históricos Localização do empreendimento Grau de periculosidade do processo e dos produtos envolvidos Quantidades envolvidas, etc.

24 Análise de Risco ou de Segurança Risco - Quantificação - Amplitude da Consequência, Tipicamente, para estimar a Amplitude da Consequência, é preciso que se defina o escopo dos danos que estão sendo considerados, por exemplo: Lesões ao ser humano (comunidade e usuários quando usando os produtos); Poluição ambiental (Meio físico, biótico e antrópico); Prejuízos materiais (Máquinas, equipamentos, instalações, materiais); Prejuízos operacionais (Paradas ou atrasos da produção, etc.); Perda da qualidade do produto; Prejuízo a imagem da empresa e / ou ao cliente

25 Análise de Risco ou de Segurança Risco - Quantificação - Amplitude da Consequência, Desprezível, Marginal, Crítica Catastrófica Classificação da Amplitude das Consequências

26 Classificação da Amplitude das Consequências Universidade de Brasília Análise de Risco ou de Segurança Risco - Quantificação - Amplitude da Consequência,

27 Classificação da Amplitude das Consequências Universidade de Brasília Análise de Risco ou de Segurança Risco - Quantificação - Amplitude da Consequência,

28 Classificação da Amplitude das Consequências Universidade de Brasília Análise de Risco ou de Segurança Risco - Quantificação - Amplitude da Consequência,

29 Quanificação da Amplitude das Consequências Universidade de Brasília Análise de Risco ou de Segurança Risco - Quantificação - Amplitude da Consequência, AC

30 Análise de Risco ou de Segurança Risco - Quantificação Nível de Risco O nível de risco (NR) será o resultado somatório dos produtos entre o nível de probabilidade de ocorrencia (PO) e a amplitude das consequências (AC) e que pode apresentar-se na tabela seguinte: NR = PO AC

31 Amplitude das Consequências Universidade de Brasília Análise de Risco ou de Segurança Risco - Qualificação Nível de Risco - Qualificação Critério de Aceitabilidade Probabilidades de Ocorrências

32 Esforços Frequência, Intensidade Direção Sentido Condições de vinculação Universidade de Brasília Resistências (material, solo,..) Processos de degradação e Falha Como Quantificar as Probabilidades de Ocorrências Fontes de Incerteza que influenciam a tomada de decisões: Vida de serviço Custos de produção Custos de execução Custos de descomissionamento

33 Como Quantificar as Probabilidades de Ocorrências Fontes de Incerteza que influenciam a tomada de decisões: Ideias e Conceitos - Exemplo Projeto Ponte Rolante Definição da estrutura e a sua finalidade, Definição de cargas esperadas e as condições ambientais avaliação da viabilidade de diferentes layouts estruturais Abstração dos diferentes sistemas mecânicos, por exemplo

34 Como Quantificar as Probabilidades de Ocorrências Fontes de Incerteza que influenciam a tomada de decisões: Ideias e Conceitos - Nossa conta Bancária!!! Saldo = Crédito - Débito Saldo < 0 Deficit Saldo < 0 Sobra Saldo = 0 Nulo

35 Modelo Simplificado? h t Universidade de Brasília l L Como Quantificar as Probabilidades de Ocorrências Fontes de Incerteza que influenciam a tomada de decisões: Ideias e Conceitos - Exemplo Projeto Ponte Rolante P Parâmetros Básicos de Projeto Vão : L Posição da Carga : l Altura de Viga: h Largura da Viga: t Carga: P Resistencia do Material:???

36 Modelo Simplificado? Universidade de Brasília l Como Quantificar as Probabilidades de Ocorrências Fontes de Incerteza que influenciam a tomada de decisões: Ideias e Conceitos - Exemplo Projeto Ponte Rolante P Resistencia do Material Modo de Falha: h t L Escoamento: S y Deflexão: E Fadiga: S e Falha Fragil: S rt, K th, K C

37 Modelo Simplificado? h t Universidade de Brasília l L Como Quantificar as Probabilidades de Ocorrências Fontes de Incerteza que influenciam a tomada de decisões: Ideias e Conceitos - Exemplo Projeto Ponte Rolante P Modo de Falha Escoamento Máxima Tensão Atuante (Demanda): σ = 6M th 2 M = σ = 6 P L l th 2 L P L l Resistência Mecânica (Capacidade): S = S y l L l

38 Modelo Simplificado? h t Universidade de Brasília l L Como Quantificar as Probabilidades de Ocorrências Fontes de Incerteza que influenciam a tomada de decisões: Ideias e Conceitos - Exemplo Projeto Ponte Rolante P Modo de Falha Escoamento Comparar: Capacidade e Demanda S y 6 P L l th 2 L Projeto Adequado se: l S y > 6 P L l th 2 L l

39 Modelo Simplificado? h t Universidade de Brasília l L Como Quantificar as Probabilidades de Ocorrências Fontes de Incerteza que influenciam a tomada de decisões: Ideias e Conceitos - Exemplo Projeto Ponte Rolante P Modo de Falha Escoamento Comparar: Capacidade e Demanda S y 6 P L l th 2 L Projeto Inadequado se: l S y < 6 P L l th 2 L l

40 Modelo Simplificado? h t Universidade de Brasília l L Como Quantificar as Probabilidades de Ocorrências Fontes de Incerteza que influenciam a tomada de decisões: Ideias e Conceitos - Exemplo Projeto Ponte Rolante P Modo de Falha Escoamento Comparar: Capacidade e Demanda S y 6 P L l th 2 L Condição de Estado Limite: l Do Conceito de Saldo: F S y, t, h, L, l = S y 6 P L l th 2 L l S y = 6 P L l th 2 L l

41 Como Quantificar as Probabilidades de Ocorrências Fontes de Incerteza que influenciam a tomada de decisões: Ideias e Conceitos - Exemplo Projeto Ponte Rolante Formulação da Condição de Estado Limite (Falha Escoamento) l = L 2 th 2 S y 3 2 PL P, L são condições de projeto e, em princípio, não podem ser alterados. t, h e S y são variáveis de projeto e são selecionadas de modo a garantir um projeto seguro. Assim, poderíamos: Definir o Material e encontrar as dimensões t e h, adequadas ao projeto Definir as dimensões e encontrar um material adequado.

42 Como Quantificar as Probabilidades de Ocorrências Fontes de Incerteza que influenciam a tomada de decisões: Ideias e Conceitos - Exemplo Projeto Ponte Rolante Formulação da Condição de Estado Limite (Falha Escoamento) l = L 2 th 2 S y 3 2 PL t h 2 h 1 h 3 t t A fim de simplificarmos a solução do problema, vamos predefinir o material (S y ) e a dimensão t da viga. Dessa forma, apenas a variável h será considerada variável de projeto. O passo seguinte da análise é verificar qual o comportamento dos parâmetros de projeto e como devemos considerá-las na Eq. de Estado Limite. - L e h são parâmetros podem ser controlados de maneira relativamente simples! - Mas S y e P?

43 Como Quantificar as Probabilidades de Ocorrências Fontes de Incerteza que influenciam a tomada de decisões: Ideias e Conceitos - Exemplo Projeto Ponte Rolante Formulação da Condição de Estado Limite (Falha Escoamento) l = L 2 Comportamento do Material, S y th 2 S y 3 2 PL h 2 h 1 h 3 t t t

44 Como Quantificar as Probabilidades de Ocorrências Fontes de Incerteza que influenciam a tomada de decisões: Ideias e Conceitos - Exemplo Projeto Ponte Rolante Formulação da Condição de Estado Limite (Falha Escoamento) l = L 2 th 2 S y 3 2 PL Comportamento da carga, P P(t) P max t h 2 h 1 h 3 t t t

45 Como Quantificar as Probabilidades de Ocorrências Fontes de Incerteza que influenciam a tomada de decisões: Ideias e Conceitos - Exemplo Projeto Ponte Rolante Formulação da Condição de Estado Limite (Falha Escoamento) Estimativa Conservativa de h: Minimizar a Capacidade (S y ) e maximizar a demanda (P) PL h h 2 > 3 2 ts y P max L S y ห min t Problemas: - Em algumas situações Valores mínimos e/ou máximos são difíceis de justificar - Incertezas do modelo são contabilizadas de forma implícita - Desconsidera a qualidade dos procedimentos de seleção de materiais e construção.

46 Como Quantificar as Probabilidades de Ocorrências Fontes de Incerteza que influenciam a tomada de decisões: Ideias e Conceitos - Exemplo Projeto Ponte Rolante Formulação da Condição de Estado Limite (Falha Escoamento) Estimativa Conservativa de h e introdução de um fator de segurança: FS = Capacidade = S y Demanda 3 2 PL th 2 h 2 > 3 2 FS P maxl S y ห min t O fator de segurança é utilizado para acomodar as incertezas relacionadas a condições não previstas no projeto.

47 Como Quantificar as Probabilidades de Ocorrências Fontes de Incerteza que influenciam a tomada de decisões: Ideias e Conceitos - Exemplo Projeto Ponte Rolante Fatores Importantes na Seleção do Fator de segurança: Qualidade e durabilidade dos materiais empregados, Regime de trabalho do material (elástico, elastoplástico), Modo de Falha, Nível de conhecimento dos esforços atuantes, Qualidade do processo e das técnicas de fabricação, Tipo de estrutura e importância de cada elemento estrutural, Amplitude das consequências da falha estrutural do componente, Etc.

48 Como Quantificar as Probabilidades de Ocorrências Fontes de Incerteza que influenciam a tomada de decisões: Ideias e Conceitos - Exemplo Projeto Ponte Rolante O que é um Projeto conservativo? Uma estimativa conservativa ou conservadora é aquela que evita ao máximo arriscar na seleção dos valores relacionados aos parâmetros de projeto!!!!

49 Como Quantificar as Probabilidades de Ocorrências Fontes de Incerteza que influenciam a tomada de decisões: Ideias e Conceitos - Exemplo Projeto Ponte Rolante Um projeto conservativo é conservativo em toda as situações?

50 Como Quantificar as Probabilidades de Ocorrências Fontes de Incerteza que influenciam a tomada de decisões: Ideias e Conceitos - Exemplo Projeto Ponte Rolante E se a gente assumisse as variáveis que regem o mecanismo de falha como variáveis aleatórias? Comparar: Capacidade (C) e Demanda (D) Conhecendo o comportamento estatístico das variáveis aleatórias C e D, podemos, por meio de técnicas estatísticas, estimar a probabilidade de falha da estrutura, P f C D th 2 x Sy 3 2 Lx P P f = Prob( C D ) 0 P f 1

51 Como Quantificar as Probabilidades de Ocorrências Fontes de Incerteza que influenciam a tomada de decisões: Ideias e Conceitos - Exemplo Projeto Ponte Rolante E se a gente assumisse as variáveis que regem o mecanismo de falha como variáveis aleatórias? Comparar: Capacidade (C) e Demanda (D) A partir da definição de probabilidade de Falha também podemos conceituar uma outra medida chamada de confiabilidade, que pode ser entendida como a Habilidade de um sistema, instalação, equipamento, dispositivo, produto ou serviço desempenhar suas funções satisfatoriamente, de acordo com determinadas especificações, num dado intervalo de tempo, sob condições pre-estabelecidas. R = P s = 1 - P f

QUANTIFICAÇÃO DE RISCOS

QUANTIFICAÇÃO DE RISCOS .0 QUANTIFICAÇÃO DE RISCO Como o risco é constituído por dois fatores, a Probabilidade de Ocorrência e a Amplitude da Conseqüência, para que se avalie o Nível do Risco é necessário que se efetue uma estimativa

Leia mais

Análise e Gerenciamento de Risco

Análise e Gerenciamento de Risco Análise e Gerenciamento de Risco Introdução APR HAZOP Árvores Versão: Setembro de 2015 Risco Risco Risco Risco f (frequência, severidade) Risco f (frequência, severidade) Frequência Seguros Probabilidade

Leia mais

Produção mais Limpa (P+L) Prof. Dr. Aldo R. Ometto

Produção mais Limpa (P+L) Prof. Dr. Aldo R. Ometto Produção mais Limpa (P+L) Prof. Dr. Aldo R. Ometto Definição Continua Produção mais Limpa Produtos Processos Aumento da Preventiva ESTRATÉGIA Ecoeficiência Redução Riscos Integrada Serviços Homem Meio

Leia mais

CONFIABILIDADE TURBOMAQUINAS

CONFIABILIDADE TURBOMAQUINAS Pg. 1 CONFIABILIDADE TURBOMAQUINAS MANUTENÇÃO CENTRADA NA CONFIABILIDADE 2016 Pg. 2 Conceito Confiabilidade: é a probabilidade do equipamento desempenhar sua função, dentro de condições de operação especificadas,

Leia mais

ANÁLISE DE RISCOS EM OBRAS DE ENGENHARIA

ANÁLISE DE RISCOS EM OBRAS DE ENGENHARIA GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS DE SINOP FACULDADE DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGICAS ANÁLISE DE RISCOS EM OBRAS

Leia mais

PALESTRA PRESPECTIVAS DA SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHADOR NO SÉCULO XXI

PALESTRA PRESPECTIVAS DA SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHADOR NO SÉCULO XXI PALESTRA - 2012 PRESPECTIVAS DA SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHADOR NO SÉCULO XXI Data: 27 de Novembro de 2012 Local: Macaé - RJ OBJETIVO Chamar atenção sobre a importância da prevenção dos acidentes e da

Leia mais

Introdução à Mecânica da Fratura. Universidade de Brasília UnB Departamento de Engenharia Mecânica ENM Mecânica dos Materiais II

Introdução à Mecânica da Fratura. Universidade de Brasília UnB Departamento de Engenharia Mecânica ENM Mecânica dos Materiais II Introdução à Mecânica da Fratura Universidade de Brasília UnB Departamento de Engenharia Mecânica ENM Mecânica dos Materiais II Tópicos da Aula Motivação Conceitos básicos Trincas como intensificadores

Leia mais

Guia PMBOK Gerenciamento de Riscos. Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Profa. Lillian Alvares

Guia PMBOK Gerenciamento de Riscos. Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Profa. Lillian Alvares Guia PMBOK Gerenciamento de Riscos Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Profa. Lillian Alvares Risco em projeto é...... um evento ou condição incerta que, se ocorrer, tem um efeito

Leia mais

Capítulo IV FRATURA FRÁGIL

Capítulo IV FRATURA FRÁGIL pg.1 Capítulo IV FRATURA FRÁGIL 1 INTRODUÇÃO O objetivo deste critério de avaliação é evitar uma fratura frágil catastrófica consistente com a filosofia do código ASME. A intenção é prevenir a iniciação

Leia mais

4 ENSAIO DE FLEXÃO. Ensaios Mecânicos Prof. Carlos Baptista EEL

4 ENSAIO DE FLEXÃO. Ensaios Mecânicos Prof. Carlos Baptista EEL 4 ENSAIO DE FLEXÃO Ensaio de Flexão: Bastante aplicado em materiais frágeis ou de alta dureza - Exemplos: cerâmicas estruturais, aços-ferramenta - Dificuldade de realizar outros ensaios, como o de tração

Leia mais

2. Integridade Estrutural e Inspeção Baseada em Risco

2. Integridade Estrutural e Inspeção Baseada em Risco . Integridade Estrutural e Inspeção Baseada em Risco No presente capítulo serão apresentadas algumas definições relacionadas ao processo de avaliação de Integridade Estrutural de máquinas. Também serão

Leia mais

Módulo Processo (primeira parte: 5.1 Generalidades, 5.2 Comunicação e consulta, 5.3 Estabelecimento de contexto)

Módulo Processo (primeira parte: 5.1 Generalidades, 5.2 Comunicação e consulta, 5.3 Estabelecimento de contexto) Módulo 3 5. Processo (primeira parte: 5.1 Generalidades, 5.2 Comunicação e consulta, 5.3 Estabelecimento de contexto) 5.1 Generalidades Convém que o processo de gestão de riscos seja: parte integrante

Leia mais

Unidade 2 Controle da Qualidade. Prof. Luciana Leite

Unidade 2 Controle da Qualidade. Prof. Luciana Leite Unidade Controle da Qualidade Prof. Luciana Leite Área de Estudo da Disciplina Atividades da Trilogia da Qualidade Planejamento da Qualidade Controle da Qualidade Melhoria da Qualidade Estabelecer os objetivos

Leia mais

Reabilitação e Reforço de Estruturas

Reabilitação e Reforço de Estruturas Mestrado em Engenharia Civil 2011 / 2012 Reabilitação e Reforço de Estruturas Aula 8: Risco estrutural. Luís Canhoto Neves 0/184 Sumário 1. Introduzir conceitos de análise de risco 2. Avaliar a sua importância

Leia mais

Engenharia da Qualidade I Aula 5

Engenharia da Qualidade I Aula 5 Engenharia da Qualidade I Aula 5 Ferramentas para o Controle e Melhoria da Qualidade Prof. Geronimo Virginio Tagliaferro 4 Diagrama de causa e efeito (diagrama de Ishikawa) O diagrama de causa e efeito

Leia mais

4 Modelo analítico 84

4 Modelo analítico 84 4 Modelo analítico 84 4 Modelo analítico O objetivo desta seção é apresentar uma metodologia de cálculo que servirá de base comparativa aos resultados dos métodos de elementos finitos empregados na seção

Leia mais

3. Materiais e Métodos

3. Materiais e Métodos 34 3. Materiais e Métodos A literatura apresenta vários trabalhos que adotam o método de elementos finitos para análise da distribuição de tensões em diversos equipamentos, elementos de máquinas, peças

Leia mais

Manutenção Corretiva: Manutenção Preventiva: Manutenção Preditiva: Manutenção Detectiva:

Manutenção Corretiva: Manutenção Preventiva: Manutenção Preditiva: Manutenção Detectiva: 1 INTRODUÇÃO A globalização e o aumento da competitividade têm impulsionado as empresas em uma busca contínua de melhores resultados nos seus processos. A área de manutenção nas empresas, tem se tornado

Leia mais

PROINTER Projeto Integrador aula 7 Prof. Me. Érico Pagotto

PROINTER Projeto Integrador aula 7 Prof. Me. Érico Pagotto PROINTER Projeto Integrador aula 7 Prof. Me. Érico Pagotto Gerenciamento de Riscos em Projetos Conceitos, ferramentas e técnicas para gerenciamento de ricos em projetos Utilização dos métodos propostos

Leia mais

Tensão. Introdução. Introdução

Tensão. Introdução. Introdução Capítulo 1: Tensão Adaptado pela prof. Dra. Danielle Bond Introdução A resistência dos materiais é um ramo da mecânica que estuda as relações entre as cargas externas aplicadas a um corpo deformável e

Leia mais

PRODUTIVIDADE E MANUTENÇÃO INDUSTRIAL MFMEA Analise dos Efeitos e Modos da Falha

PRODUTIVIDADE E MANUTENÇÃO INDUSTRIAL MFMEA Analise dos Efeitos e Modos da Falha PRODUTIVIDADE E MANUTENÇÃO INDUSTRIAL MFMEA Analise dos Efeitos e Modos da Falha Profº Drº Carlos Roberto Regattieri [email protected] 1 MFMEA MACHINE FAILURE MODE AND EFFECT ANALYSIS MF.M.E.A.

Leia mais

Por que reduzir escopo na Parada de Manutenção?

Por que reduzir escopo na Parada de Manutenção? Por que reduzir escopo na Parada de Manutenção? Rodolfo Stonner Vimos há algum tempo como são diferentes as visões da Parada, pela Operação e pela Manutenção. Vamos aqui mostrar com mais detalhes porque

Leia mais

Gestão de Risco de Dispositivos Médicos. Graça Azeredo 20 Outubro 2016

Gestão de Risco de Dispositivos Médicos. Graça Azeredo 20 Outubro 2016 Gestão de Risco de Dispositivos Médicos Graça Azeredo 20 Outubro 2016 OBJETIVOS Identificar a interação entre Qualidade e Gestão de Risco Definir o Processo da Gestão de Risco Apresentar a Gestão de Risco

Leia mais

a) Inspeção por Atributos Neste caso verifica-se a ocorrência de defeitos, sem determinar-se sua intensidade. É uma avaliação qualitativa.

a) Inspeção por Atributos Neste caso verifica-se a ocorrência de defeitos, sem determinar-se sua intensidade. É uma avaliação qualitativa. Aula 8 - INSPEÇÃO DA QUALIDADE (NORMA NBR 5426) É o processo que busca identificar se uma peça, amostra ou lote atende determinadas especificações da qualidade. Realiza-se em produto já existente ou em

Leia mais

Introdução Conteúdo que vai ser abordado:

Introdução Conteúdo que vai ser abordado: Introdução Conteúdo que vai ser abordado: Considerações sobre seleção de materiais; Propriedades dos materiais (metais, polímeros e cerâmicas); Seleção de materiais segundo: Resistência mecânica Resistência

Leia mais

3 Risk Engineering Workshop 23 de Agosto de 2016 Paulo Sergio Testa Zurich Brasil Seguros. Risk Engineering

3 Risk Engineering Workshop 23 de Agosto de 2016 Paulo Sergio Testa Zurich Brasil Seguros. Risk Engineering 3 Risk Engineering Workshop 23 de Agosto de 2016 Paulo Sergio Testa Zurich Brasil Seguros Risk Engineering Com o gerenciamento de risco analisamos o tamanho e a complexidade da máquina A importância de

Leia mais

DIRETRIZES PARA ELABORAÇÃO

DIRETRIZES PARA ELABORAÇÃO ESTUDO TRANSIENTE HIDRAULICO OBJETIVO Definir critérios para elaboração de Estudo de Transientes Hidráulicos em tubulações sob pressão. As seguintes situações de operação devem ser avaliadas quanto à possibilidade

Leia mais

Distribuições Amostrais e Estimação Pontual de Parâmetros

Distribuições Amostrais e Estimação Pontual de Parâmetros Distribuições Amostrais e Estimação Pontual de Parâmetros ESQUEMA DO CAPÍTULO 7.1 INTRODUÇÃO 7.2 DISTRIBUIÇÕES AMOSTRAIS E TEOREMA DO LIMITE CENTRAL 7.3 CONCEITOS GERAIS DE ESTIMAÇÃO PONTUAL 7.3.1 Estimadores

Leia mais

Manutenção Centrada em Confiabilidade (MCC)

Manutenção Centrada em Confiabilidade (MCC) Origem MCC Manutenção Centrada em Confiabilidade (MCC) Anos 50: disciplinas de engenharia da confiabilidade Objetivo: estimar a confiabilidade de componentes, sistemas mecânicos e sistemas elétricos (principalmente).

Leia mais

Figura 4.1: a)elemento Sólido Tetraédrico Parabólico. b)elemento Sólido Tetraédrico Linear.

Figura 4.1: a)elemento Sólido Tetraédrico Parabólico. b)elemento Sólido Tetraédrico Linear. 4 Método Numérico Foi utilizado o método dos elementos finitos como ferramenta de simulação com a finalidade de compreender e avaliar a resposta do tubo, elemento estrutural da bancada de teste utilizada

Leia mais

Divisor de Inércia à Torção e Capacidade de Adaptação Plástica em Vigas

Divisor de Inércia à Torção e Capacidade de Adaptação Plástica em Vigas Divisor de Inércia à Torção e Capacidade de Adaptação Plástica em Vigas O estudo e consideração dos esforços de torção em elementos de concreto armado sempre suscitaram muitas discussões e dúvidas do tipo:

Leia mais

Controle Estatístico do Processo (CEP)

Controle Estatístico do Processo (CEP) Controle Estatístico do Processo (CEP) CONTROLE ESTATÍSTICO DO PROCESSO É UM MÉTODO QUE PERMITE CONTROLAR CONTÍNUAMENTE AS CARACTERÍSTICAS CHAVES DE UM PRODUTO E PROCESSO, VISANDO A SUA MELHORIA. ORIGEM

Leia mais

ANÁLISE DOS SISTEMAS DE MEDIÇÃO. Suelí Fischer Beckert

ANÁLISE DOS SISTEMAS DE MEDIÇÃO. Suelí Fischer Beckert ANÁLISE DOS SISTEMAS DE MEDIÇÃO MSA 4. EDIÇÃO Suelí Fischer Beckert CARACTERÍSTICAS ESTATÍSTICAS DE UM EXPERIMENTO 2 uma medida de posição; uma medida de dispersão; o tipo de distribuição que está ocorrendo,

Leia mais

O estudo e consideração dos esforços de torção em elementos de concreto armado sempre suscitaram muitas discussões e dúvidas do tipo:

O estudo e consideração dos esforços de torção em elementos de concreto armado sempre suscitaram muitas discussões e dúvidas do tipo: O estudo e consideração dos esforços de torção em elementos de concreto armado sempre suscitaram muitas discussões e dúvidas do tipo: - Quais situações podemos desprezar a torção? - Qual inércia à torção

Leia mais

Curso de Graduação em Engenharia, Habilitação em Engenharia Mecânica... Estrutura Curricular: 1ª SÉRIE / 1º PERÍODO

Curso de Graduação em Engenharia, Habilitação em Engenharia Mecânica... Estrutura Curricular: 1ª SÉRIE / 1º PERÍODO Curso de Graduação em Engenharia, Habilitação em Engenharia Mecânica... Estrutura Curricular: Curso: 4 ENGENHARIA MECÂNICA Currículo: 3 Resolução UNESP 33, de 24/6/1988 (ingressantes a partir de 2001 a

Leia mais

7 CONSIDERAÇÕES FINAIS

7 CONSIDERAÇÕES FINAIS 142 7 CONSIDERAÇÕES FINAIS A dissertação foi desenvolvida com o objetivo de apresentar uma metodologia para o gerenciamento da corrosão considerando um conjunto de práticas e recomendações existentes atualmente,

Leia mais

ANÁLISE DE TENSÕES E FLEXIBILIDADE

ANÁLISE DE TENSÕES E FLEXIBILIDADE ANÁLISE DE TENSÕES E FLEXIBILIDADE OBJETIVOS Definir a forma de suportação da tubulação de forma a: - Evitar que as tensões atuantes e deformações excedam seus valores admissíveis - Evitar que linhas,

Leia mais

RBI - RISK BASED INSPECTION O QUE É PRECISO SABER?

RBI - RISK BASED INSPECTION O QUE É PRECISO SABER? RBI - RISK BASED INSPECTION O QUE É PRECISO SABER? UMA DISCUSSÃO CONCEITUAL SOBRE OS RISK BASED INSPECTION E SUA IMPORTÂNCIA NO GERENCIAMENTO DE INTEGRIDADE ABRIL/2018 Equipe Técnica SGS Função - INDUSTRIAL,

Leia mais

Módulo 2 Apresentação e análise das Fases 1 e 2 do APQP, seus elementos/atividades e aplicações práticas.

Módulo 2 Apresentação e análise das Fases 1 e 2 do APQP, seus elementos/atividades e aplicações práticas. Módulo 2 Apresentação e análise das Fases 1 e 2 do APQP, seus elementos/atividades e aplicações práticas. Fases do APQP e seus elementos Planejamento e definição 1. Decisão de fornecimento 2. Inputs do

Leia mais

4 Capabilidade de Processos

4 Capabilidade de Processos 4 Capabilidade de Processos Cp, Cpk 4.1. INTRODUÇÃO AO CONTROLE ESTATÍSTICO DE PROCESSO (CEP) Na natureza não existem dois exemplares exatamente iguais da mesma coisa. Há alguma variabilidade em toda parte,

Leia mais

ATENÇÃO. Por motivo de força maior ocasionada pela falta de. energia elétrica no campus da UNESC em Porto

ATENÇÃO. Por motivo de força maior ocasionada pela falta de. energia elétrica no campus da UNESC em Porto ATENÇÃO Por motivo de força maior ocasionada pela falta de energia elétrica no campus da UNESC em Porto Velho nas primeiras horas da noite de ontem, 10 de abril, inclusive com oscilações após manutenção

Leia mais

Título do Trabalho SISTEMA REGULÁVEL DE PROTEÇÃO CONTRA QUEDA DE COLABORADORES PARA TRABALHOS EM ALTURA NA CONSTRUÇÃO CIVIL

Título do Trabalho SISTEMA REGULÁVEL DE PROTEÇÃO CONTRA QUEDA DE COLABORADORES PARA TRABALHOS EM ALTURA NA CONSTRUÇÃO CIVIL Título do Trabalho SISTEMA REGULÁVEL DE PROTEÇÃO CONTRA QUEDA DE COLABORADORES PARA TRABALHOS EM ALTURA NA CONSTRUÇÃO CIVIL Área de aplicação SEGURANÇA DO TRABALHO NA CONSTRUÇÃO CIVIL INDUSTRIALIZAÇÃO

Leia mais

2 Fundamentos para a avaliação de integridade de dutos com perdas de espessura e reparados com materiais compósitos

2 Fundamentos para a avaliação de integridade de dutos com perdas de espessura e reparados com materiais compósitos 2 Fundamentos para a avaliação de integridade de dutos com perdas de espessura e reparados com materiais compósitos Este capítulo apresenta um resumo dos fundamentos básicos de avaliação de dutos com e

Leia mais

4 ABORDAGENS METROLÓGICAS

4 ABORDAGENS METROLÓGICAS 4 4 ABORDAGENS METROLÓGICAS Neste capitulo são apresentados os termos metrológicos utilizados neste documento. Estes conceitos foram selecionados do Vocabulário Internacional de termos fundamentais e gerais

Leia mais

7 Análise Método dos Elementos Finitos

7 Análise Método dos Elementos Finitos 168 7 Análise Método dos Elementos Finitos No presente capítulo estão apresentados os resultados da análise do problema geotécnico ilustrado no capítulo 5 realizada a partir do método dos elementos finitos.

Leia mais

Fadiga Um metal rompe-se por fadiga quando submetido a tensões cíclicas.

Fadiga Um metal rompe-se por fadiga quando submetido a tensões cíclicas. Fadiga Um metal rompe-se por fadiga quando submetido a tensões cíclicas. Fratura é de aparência frágil, mesmo que em materiais dúcteis, com formação de uma série de anéis que se desenvolvem do início da

Leia mais

Avaliação de Sistemas de Medição

Avaliação de Sistemas de Medição Monitoramento de um processo: medição de uma característica da qualidade X por meio de um sistema de medição. Sistema de medição ideal: produz somente resultados corretos, ou seja, que coincidem com o

Leia mais

Engenharia da Qualidade. Introdução à Engenharia de Produção

Engenharia da Qualidade. Introdução à Engenharia de Produção Engenharia da Qualidade Introdução à Engenharia de Produção 1 O que é qualidade? A qualidade de um produto pode ser avaliada de várias maneiras. Definição Tradicional Significa Adequação ao Uso Definição

Leia mais

LAN 2740 INSPEÇÃO DA QUALIDADE. Inspeção para aceitação Planos de amostragem

LAN 2740 INSPEÇÃO DA QUALIDADE. Inspeção para aceitação Planos de amostragem LAN 2740 INSPEÇÃO DA QUALIDADE Inspeção para aceitação Planos de amostragem INSPEÇÃO DA QUALIDADE Em um processo produtivo, a inspeção da qualidade pode ser efetuada em diversos estágios: recepção de matéria-prima

Leia mais

Conceituação de Projeto

Conceituação de Projeto Noção Gerais sobre Projeto de Estruturas Metálicas Etapas e documentos de projetos Diretrizes normativas e Desenhos de projeto Eng. Wagner Queiroz Silva, D.Sc UFAM Conceituação de Projeto Pré-projeto ou

Leia mais

NBC TA 320 Materialidade no Planejamento e na Execução de Auditoria.

NBC TA 320 Materialidade no Planejamento e na Execução de Auditoria. NBC TA 320 Materialidade no Planejamento e na Execução de Auditoria. Índice Item Introdução Alcance 1 Materialidade no contexto de auditoria 2 6 Data de vigência 7 Objetivo 8 Definição 9 Requisitos Determinação

Leia mais

Intervalos de Confiança

Intervalos de Confiança Universidade Federal do Paraná - Departamento de Estatística Projeto de Extensão Estatística com Recursos Computacionais Lista de Exercícios: Capitulos 4 Intervalos de Confiança Observação: Interpretar

Leia mais

Testes de Hipótese para uma única Amostra - parte I

Testes de Hipótese para uma única Amostra - parte I Testes de Hipótese para uma única Amostra - parte I 26 de Junho de 2014 Objetivos Ao final deste capítulo você deve ser capaz de: Estruturar problemas de engenharia como testes de hipótese. Entender os

Leia mais

CAMINHO DE ROLAMENTO PARA PONTES ROLANTES E PORTICOS ROLANTES CALC ENGENHARIA BONY ENGENHARIA

CAMINHO DE ROLAMENTO PARA PONTES ROLANTES E PORTICOS ROLANTES CALC ENGENHARIA BONY ENGENHARIA CAMINHO DE ROLAMENTO PARA PONTES ROLANTES E PORTICOS ROLANTES CALC ENGENHARIA BONY ENGENHARIA 1 Apresentação palestrante Eric Welington Feitoza de Moraes Engenheiro Mecânico e de Estruturas 18 (dezoito)

Leia mais

MEMORIAL DE CÁLCULO DIMENSIONAMENTO DA TUBULAÇÃO DE ÁGUA PLUVIAL

MEMORIAL DE CÁLCULO DIMENSIONAMENTO DA TUBULAÇÃO DE ÁGUA PLUVIAL PREFEITURA MUNICIPAL DE ASCURRA ESTADO DE SANTA CATARINA CNPJ: 83.102.772/0001-61 MEMORIAL DE CÁLCULO DIMENSIONAMENTO DA TUBULAÇÃO DE ÁGUA PLUVIAL OBRA: Pavimentação com lajota de concreto sextavada PROPRIETÁRIO:

Leia mais

Segurança ENSAIOS E INSPEÇÕES REGULARES EM CESTAS AÉREAS. Inspeções e Ensaios Frequentes 18 JUL/AGO

Segurança ENSAIOS E INSPEÇÕES REGULARES EM CESTAS AÉREAS. Inspeções e Ensaios Frequentes 18 JUL/AGO Segurança por»hélio Domingos R. Carvalho* ACIDENTES CONTINUAM A OCORRER COM CESTAS AÉREAS E CESTOS ACOPLADOS Há vários registros de ocorrências no primeiro semestre, que poderiam ser evitados com ensaios

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS MATERIAIS E PATRIMONIAIS

ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS MATERIAIS E PATRIMONIAIS ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS MATERIAIS E PATRIMONIAIS Unidades 06 Recebimento de materiais Conceito de qualidade Padrões de qualidade Inspeção de qualidade Recebimento quantitativo Procedimentos operacionais

Leia mais

Aula 8 Uniões sujeitos à cisalhamento: parafusos e rebites

Aula 8 Uniões sujeitos à cisalhamento: parafusos e rebites SEM 0326 Elementos de Máquinas II Aula 8 Uniões sujeitos à cisalhamento: parafusos e rebites Profa. Zilda de C. Silveira São Carlos, Outubro de 2011. 1. Parafusos sob cisalhamento - Parafusos sob carregamento

Leia mais

Universidade Federal de Mato Grosso - UFMT Probabilidade e Estatística

Universidade Federal de Mato Grosso - UFMT Probabilidade e Estatística Universidade Federal de Mato Grosso - UFMT Probabilidade e Estatística 1 Introdução Definição: Estatística é um conjunto de conceitos e métodos científicos para coleta, organização, descrição, análise

Leia mais

O Projeto e seus Elementos

O Projeto e seus Elementos O Projeto e seus Elementos Prof. Marcus V. Americano da Costa F o Departamento de Engenharia Química Universidade Federal da Bahia Salvador-BA, 23 de maio de 2017. Sumário 1 Engenharia de Projetos 2 Fluxograma

Leia mais

Cálculo Diferencial e Integral I Topografia I Cálculo Diferencial e Integral I Desenho Técnico Civil Física I

Cálculo Diferencial e Integral I Topografia I Cálculo Diferencial e Integral I Desenho Técnico Civil Física I 1CVAN Cálculo Diferencial e Integral I Topografia I Cálculo Diferencial e Integral I Desenho Técnico Civil Física I Cálculo Diferencial e Integral I Topografia I Cálculo Diferencial e Integral I Desenho

Leia mais

1 Introdução. Figura 1.1 Navio Liberty Ship com casco rompido ao meio devido a fraturamento.

1 Introdução. Figura 1.1 Navio Liberty Ship com casco rompido ao meio devido a fraturamento. 20 1 Introdução No âmbito da engenharia estrutural, o principal objetivo do projeto é a concepção de uma estrutura que permaneça íntegra diante das diversas ações às quais ela possa estar submetida. O

Leia mais

Qualidade, Meio Ambiente, Saúde e Segurança

Qualidade, Meio Ambiente, Saúde e Segurança Qualidade, Meio Ambiente, Saúde e Segurança Aula Norma NR 12 Eletromecânica Módulo 1 Professor: Sergio Luis Brockveld Junior Objetivo da aula Informar, formar e orientar Engenheiros e técnicos no que diz

Leia mais

Norma NR-12: Como aplicar sistemas e dispositivos eletroeletrônicos de segurança em máquinas e equipamentos

Norma NR-12: Como aplicar sistemas e dispositivos eletroeletrônicos de segurança em máquinas e equipamentos Norma NR-12: Como aplicar sistemas e dispositivos eletroeletrônicos de segurança em máquinas e equipamentos Eng. Mec. Walter Luís Künzel - [email protected] CREA-SC: 102954-3 Eng. Eletric. Guilherme

Leia mais

Inspeções e ensaios em CESTAS AÉREAS e CESTOS ACOPLADOS EXIGÊNCIAS DO ANEXO XII DA NR-12

Inspeções e ensaios em CESTAS AÉREAS e CESTOS ACOPLADOS EXIGÊNCIAS DO ANEXO XII DA NR-12 Inspeções e ensaios em CESTAS AÉREAS e CESTOS ACOPLADOS EXIGÊNCIAS DO ANEXO XII DA NR-12 Anexo XII da NR-12 CESTAS AÉREAS 2.15 As cestas aéreas devem ser submetidas às inspeções e ensaios previstos na

Leia mais

Erros em medidas e análises físicas e químicas

Erros em medidas e análises físicas e químicas Erros em medidas e análises físicas e químicas Erros sistemáticos: têm um valor definido e uma causa identificável e são da mesma ordem de grandeza para réplicas de medidas realizadas de maneira semelhante.

Leia mais

Inspeções e ensaios em Cesta Aéreas e Guindastes com Cestos Acoplados. Exigências do ANEXO XII da NR-12

Inspeções e ensaios em Cesta Aéreas e Guindastes com Cestos Acoplados. Exigências do ANEXO XII da NR-12 Inspeções e ensaios em Cesta Aéreas e Guindastes com Cestos Acoplados Exigências do ANEXO XII da NR-12 CESTAS AÉREAS Anexo XII da NR-12 CESTAS AÉREAS 2.15 As cestas aéreas devem ser submetidas às inspeções

Leia mais

Manutenções Corretiva Preventiva Preditiva MANUTENÇÃO CORRETIVA

Manutenções Corretiva Preventiva Preditiva MANUTENÇÃO CORRETIVA Manutenções Corretiva Preventiva Preditiva 1 MANUTENÇÃO CORRETIVA 2 1 Manutenção Corretiva A manutenção corretiva é aquela de atendimento imediato à produção. A manutenção corretiva é a realizada em equipamento,

Leia mais

Resistência dos Materiais

Resistência dos Materiais Resistência dos Materiais Eng. Mecânica, Produção UNIME 2016.1 Lauro de Freitas, Maio, 2016. 5 Análise e projeto de vigas em flexão Conteúdo Introdução Diagramas de Força Cortante e Momento Fletor Problema

Leia mais

1 ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMANDO 1.1 INTRODUÇÃO

1 ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMANDO 1.1 INTRODUÇÃO 1 ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMANDO 1.1 INTRODUÇÃO Estrutura de concreto armado é a denominação de estruturas compostas de concreto, cimento + água + agregados (e às vezes + aditivos) com barras de aço no

Leia mais

MANUAL DE PROJETOS DE SANEAMENTO MPS MÓDULO DIRETRIZES PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE SANEAMENTO ESTUDO DOS TRANSITÓRIOS HIDRÁULICOS

MANUAL DE PROJETOS DE SANEAMENTO MPS MÓDULO DIRETRIZES PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE SANEAMENTO ESTUDO DOS TRANSITÓRIOS HIDRÁULICOS MÓDULO VERSÃO 2018 SUMÁRIO 1. OBJETIVO... 3 2. ANÁLISES DOS TRANSITÓRIOS HIDRÁULICOS... 3 3. SOFTWARE... 4 4. CONDIÇÕES DE CONTORNO... 4 5. CENÁRIOS... 5 6. ALTERNATIVA ÓTIMA... 6 7. APRESENTAÇÃO... 7

Leia mais

Capítulo 15 Métodos de Avaliação Econômica de Investimentos

Capítulo 15 Métodos de Avaliação Econômica de Investimentos ANÁLISE Financeira Capítulo 15 Métodos de Avaliação Econômica de Investimentos Introdução Os métodos de análise de investimentos dividem-se em dois grandes segmentos: 1 Modelos quantitativos de análise

Leia mais

Gestão de Riscos - ABNT NBR ISO 31000:2009

Gestão de Riscos - ABNT NBR ISO 31000:2009 Gestão de Riscos - ABNT NBR ISO 31000:2009 Organizações de todos os tipos e tamanhos enfrentam influências e fatores internos e externos que tornam incerto se e quando elas atingirão seus objetivos. Risco

Leia mais

Planejamento - 8. Análise Qualitativa de Riscos Análise Quantitativa de Riscos Planejamento de Resposta a Risco. Mauricio Lyra, PMP

Planejamento - 8. Análise Qualitativa de Riscos Análise Quantitativa de Riscos Planejamento de Resposta a Risco. Mauricio Lyra, PMP Planejamento - 8 Análise Qualitativa de Riscos Análise Quantitativa de Riscos Planejamento de Resposta a Risco 1 Análise Qualitativa do risco O objetivo da análise qualitativa do risco é classificar os

Leia mais

IV SIMPÓSIO BRASILEIRO DE ENGENHARIA INERCIAL MONTAGEM QUALIFICADA DE CIRCUITOS ELETRÔNICOS PARA APLICAÇÃO ESPACIAL

IV SIMPÓSIO BRASILEIRO DE ENGENHARIA INERCIAL MONTAGEM QUALIFICADA DE CIRCUITOS ELETRÔNICOS PARA APLICAÇÃO ESPACIAL IV SIMPÓSIO BRASILEIRO DE ENGENHARIA INERCIAL, 9'6$%(, 1 PALESTRA MONTAGEM QUALIFICADA DE CIRCUITOS ELETRÔNICOS PARA APLICAÇÃO ESPACIAL Alirio Cavalcanti de Brito 17 de novembro de 2004 MONTAGEM COM QUALIFICAÇÃO

Leia mais

4 O Erro de Medição. Erro de Medição. Fundamentos de Metrologia. sistema de medição. mensurando. erro de medição

4 O Erro de Medição. Erro de Medição. Fundamentos de Metrologia. sistema de medição. mensurando. erro de medição 4 O Erro de Medição Fundamentos de Metrologia Erro de Medição sistema de medição mensurando indicação erro de medição valor verdadeiro 1 Um exemplo de erros... Teste de precisão de tiro de canhões: Canhão

Leia mais

Módulo 01 - Introdução ao Projeto Mecânico

Módulo 01 - Introdução ao Projeto Mecânico Módulo 01 - Introdução ao Projeto Mecânico Os projetos mecânicos estão intimamente ligados a solução de problemas práticos, envolvendo quase sempre a construção de produtos. Projetar é uma tarefa complexa,

Leia mais

Aula 1: introdução, conceito, atitude do engenheiro

Aula 1: introdução, conceito, atitude do engenheiro Aula 1: introdução, conceito, atitude do engenheiro Leila Cristina Meneghetti Francisco Paulo Graziano março de 16 PEF-2503 1 Projeto de estruturas Introdução segurança funcionalidade durabilidade março

Leia mais

Engenharia Civil. 1º A 1º sem 2017 Noturno. Central 1S/2017 (Matriz G5) HORÁRIO SEGUNDA TERÇA QUARTA QUINTA SEXTA. 1ª Aula 19:00 20:40

Engenharia Civil. 1º A 1º sem 2017 Noturno. Central 1S/2017 (Matriz G5) HORÁRIO SEGUNDA TERÇA QUARTA QUINTA SEXTA. 1ª Aula 19:00 20:40 Engenharia Civil Semestre: Semestre: Período: 1º A 1º sem 2017 Noturno Central 1S/2017 (Matriz G5) Cálculo Instrumental Geometria Analítica Química Aplicada à Engenharia Algoritmos Computacionais Metodologia

Leia mais

Simulação Monte Carlo

Simulação Monte Carlo Simulação Monte Carlo Nome do Prof. Fernando Saba Arbache Email do prof. [email protected] Definição Análise de risco faz parte da tomada de decisão Surgem constantemente incertezas, ambiguidades e

Leia mais

Universidade Politécnica/ Apolitécnica

Universidade Politécnica/ Apolitécnica Universidade Politécnica/ Apolitécnica Capítulo 4 ESTADOS LIMITES DE UTILIZACAO: DIMENSIONAMENTO DO PRÉ-ESFORÇO Índice Temático 1. Traçado dos cabos... 1 1.1. Princípios base para a definição do traçado

Leia mais

x y E x y 1 I ( x y) 2 ( x y 2 45) 2 x y Tensões nos planos x e y x y xy 3.

x y E x y 1 I ( x y) 2 ( x y 2 45) 2 x y Tensões nos planos x e y x y xy 3. Análise de Deformações e Tensões para Rosetas Triplas My documents/mathcad/solutions/roseta - Num ponto da superfície de um elemento de máquina de aço-liga, três extensômetros elétricos foram usados para

Leia mais

ENSAIOS MECÂNICOS Permitem perceber como os materiais se comportam quando lhes são aplicados esforços

ENSAIOS MECÂNICOS Permitem perceber como os materiais se comportam quando lhes são aplicados esforços ENSAIOS MECÂNICOS Permitem perceber como os materiais se comportam quando lhes são aplicados esforços Tipos Ensaios Destrutivos provocam a inutilização do material ensaiado Ensaios Não Destrutivos Ensaio

Leia mais

Definição da Distribuição de Poisson

Definição da Distribuição de Poisson Capítulo IX Distribuição de Poisson Definição da Distribuição de Poisson Significado do parâmetro Propriedades da Distribuição de Poisson Aproximação Gaussiana da Distribuição de Poisson O problema do

Leia mais

OBTENDO RESULTADOS NO GERENCIAMENTO DE PROJETOS

OBTENDO RESULTADOS NO GERENCIAMENTO DE PROJETOS OBTENDO RESULTADOS NO GERENCIAMENTO DE PROJETOS Delmer Aguiar Cesário, MBA, PMP Gerente de Engenharia / Produto & Processos COMAU LATAM Conceito de Engenharia Conceito de Gestão Gestão: É uma área do conhecimento

Leia mais