Guia do Alojamento Local
|
|
|
- Rafaela de Oliveira Felgueiras
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Guia do Alojamento Local 1
2 Índice 1. O que é considerado Alojamento Local? 2. Capacidade Máxima 3. Exigências Legais 4. Tributação dos Rendimentos 5. Pagamento de IVA 6. Seguarnça Social 7. Modelo Obrigações do Prestador de Serviço
3 1. O que é considerado Alojamento Local? Considera-se alojamento local o estabelecimento que preste serviços de alojamento temporário a turistas, por período inferior a 30 dias, mediante remuneração e que não reúna os requisitos para ser considerado empreendimento turístico. Os alojamentos locais devem ainda pertencer a uma das seguintes modalidades: moradia, apartamento ou estabelecimento de hospedagem. Embora a atividade estivesse regulamentada desde 2008, foi só em 2014 que passou a ter um regime legal próprio, através da entrada em vigor do Decreto-Lei nº 128/2014 (alterado posteriormente pelo Decreto-Lei nº 63/2015). A prestação a turistas de serviços remunerados de alojamento em quartos está também abrangida pelo regime jurídico do alojamento local e sujeita ao Decreto-Lei n.º 128/2014. De acordo com o Artigo 4.º: Prestação de serviços de alojamento 1 Para todos os efeitos, a exploração de estabelecimento de alojamento local corresponde ao exercício, por pessoa singular ou coletiva, da atividade de prestação de serviços de alojamento. 2 Presume-se existir exploração e intermediação de estabelecimento de alojamento local quando um imóvel ou fração deste: a) Seja publicitado, disponibilizado ou objeto de intermediação, por qualquer forma, entidade ou meio, nomeadamente em agências de viagens e turismo ou sites da Internet, como alojamento para turistas ou como alojamento temporário; ou b) Estando mobilado e equipado, neste sejam oferecidos ao público em geral, além de dormida, serviços complementares ao alojamento, nomeadamente limpeza ou receção, por períodos inferiores a 30 dias. 3 A presunção referida no número anterior pode ser ilidida nos termos gerais de direito, designadamente mediante apresentação de contrato de arrendamento urbano devidamente registado nos serviços de finanças. 1
4 2. Capacidade Máxima A capacidade máxima dos estabelecimentos de alojamento local, com exceção dos denominados como hostel, que não têm limite de capacidade, é de nove quartos e trinta utentes. Um estabelecimento de alojamento local na modalidade de apartamento é constituído por um único apartamento. Nesta modalidade, cada proprietário ou titular de exploração só pode explorar, por edifício, o máximo de nove estabelecimentos de alojamento local, se este número de estabelecimentos corresponder a mais de 75% do número de frações existentes no edifício. Para este cálculo consideram-se os AL na modalidade de apartamento registados em nome do cônjuge, descendentes e ascendentes do proprietário ou titular, bem como em nome de pessoas coletivas distintas, em que haja sócios comuns. 2
5 3. Exigências Legais 1. Registo da Atividade Para poder começar a arrendar o seu imóvel para turistas, precisa fazer o registo do estabelecimento através de mera comunicação prévia pelo Balcão do Empreendedor. É importante notar que alugar um quarto na sua moradia ou apartamento por exemplo (ou prestar qualquer outro serviço de alojamento temporário mediante remuneração) entra dentro da categoria de alojamento local e por isso precisa registrar o seu imóvel. O documento emitido pelo Balcão do Empreendedor contém um número de registo do estabelecimento de alojamento local e permite a abertura do alojamento ao público. Qualquer alteração dos dados precisa ser comunicada num prazo máximo de 10 dias após a sua ocorrência. Também a cessação da atividade precisa ser comunicada, num prazo máximo de 60 dias após a sua ocorrência. 2. Documentos Necessários para Mera Comunicação Prévia (como no Artigo 6 do Decreto Lei 128/2014) a) Cópia simples do documento de identificação do titular da exploração do estabelecimento, no caso de este ser pessoa singular, ou indicação do código de acesso à certidão permanente do registo comercial, no caso de este ser pessoa coletiva; b) Termo de responsabilidade, subscrito pelo titular da exploração do estabelecimento, assegurando a idoneidade do edifício ou sua fração autónoma para a prestação de serviços de alojamento e que o mesmo respeita as normas legais e regulamentares aplicáveis; c) Cópia simples da caderneta predial urbana referente ao imóvel em causa, no caso de o requerente ser proprietário do imóvel; d) Cópia simples do contrato de arrendamento e, caso do contrato não conste prévia autorização para a prestação de serviços de alojamento ou subarrendamento, documento autenticado contendo tal autorização do senhorio do imóvel, no caso de o requerente ser arrendatário do imóvel; e) Cópia simples da declaração de início ou alteração de atividade do titular da exploração do estabelecimento para o exercício da atividade de prestação de serviços de alojamento correspondente à secção I, subclasses ou da Classificação Portuguesa de Atividades Económicas, Revisão 3, aprovada pelo Decreto-Lei n.º 381/2007, de 14 de novembro, apresentada junto da Autoridade Tributária e Aduaneira (AT). 3
6 3. Abertura de Atividade Precisa ainda abrir atividade de prestação de serviços de alojamento num balcão das finanças ou no Portal das Finanças, como pessoa singular ou coletiva. Tem de abrir atividade com a CAE55201 (alojamento mobilado para turistas) ou com a CAE55204 (outros locais de alojamento de curta duração) e ativar a opção de aquisições intracomunitárias caso arrende os seus imóveis através de sites estrangeiros como o Airbnb, Booking, entre outros. 4. Emissão de Fatura-Recibo Como empresário em nome individual é obrigado a emitir fatura-recibo online (antigo recibo verde eletrónico) através do Portal das Finanças ou passar faturas. Cada vez que recebe um valor de um cliente por prestação de um serviço, tem de emitir ou passar uma fatura nesse valor, sem descontar o valor de comissões pagas a sites, se for o caso. Portal das Finanças > Serviços Tributários > Cidadãos > Obter > Emitir Fatura-Recibo Se optar por passar faturas, é necessário ou obter um livro de recibos com tipográfica certificada com NIF e morada próprios, ou emiti-las através de um programa informático certificado pela Autoridade Tributária. Terá de apresentar as faturas emitidas no mês anterior até ao dia 25 de cada mês. Se precisa enviar a declaração periódica do IVA, ou declaração de IRS por via eletrónica, fica obrigado a emitir a fatura-recibo online. Se passar faturas, precisa apresentar nas finanças os recibos emitidos no mês anterior até ao dia 25 de cada mês, usando o modelo SAF-T. Tem até 5 dias após recebimento ou prestação efectiva do serviço para emitir a fatura-recibo no Portal das Finanças. Os recibos-facturas são emitidos sempre em nome dos hóspedes! As agências ou websites onde anuncia o seu estabelecimento de alojamento local são apenas intermediários e passam facturas apenas das comissões cobradas. 5. Comunicação de Estrangeiros ao Serviço de Estrangeiros e Fronteiras De acordo com o SEF, deve informar a entrada e saída de qualquer cidadão estrangeiro num prazo de até três dias úteis e através de um boletim de alojamento. Saiba mais aqui. 4
7 4. Tributação dos Rendimentos A primeira coisa que precisa saber é que o alojamento local se enquadra no exercício da atividade de prestação de serviços de alojamento e por isso, os rendimentos provenientes do arrendamento são tributados pela CATEGORIA B (como trabalhador independente) e não na categoria F como é o caso de arrendamentos residenciais. Ao entregar a declaração do IRS deve preencher o Anexo B, inserindo as importâncias recebidas sem IVA. O regime de tributação vai depender da faturação anual do seu alojamento local. Se os rendimentos obtidos não ultrapassarem os por ano é enquadrado no regime simplificado, embora possa optar pela contabilidade organizada. Se tem rendimentos acima de fica obrigatoriamente enquadrado no regime de contabilidade organizada. Por enquanto, pelo regime simplificado, é aplicado um coeficiente de 0,15, ou seja, apenas 15% dos rendimentos são tributados. Esse montante é então englobado aos restantes rendimentos e sujeito à taxa de imposto aplicável. Os restantes 85% são considerados despesas relativas à atividade. Por exemplo, se durante 2016, obteve rendimentos referentes ao aluguer do seu apartamento a turistas no valor de , irá pagar imposto sobre apenas Se, suponhamos, paga uma taxa de imposto de 28%, então pagará 840 de imposto. Neste caso, a taxa efetiva de imposto que pagou é de 4,2%. O que muda em 2017? A proposta de Orçamento do Estado para 2017, prevê que o coeficiente suba para 0,35, passando a estar sujeitos a tributação 35% dos rendimentos auferidos ao longo do ano. O objetivo desta alteração é reduzir as diferenças entre os impostos pagos por senhorios que optem por arrendamentos tradicionais face aos proprietários de alojamentos locais. De acordo com a notícia avançada pelo Jornal de Negócios, a proposta de Orçamento do Estado também deverá permitir aos proprietários optarem por incluir os rendimentos na categoria F (rendimentos prediais). Isto implica que paguem uma taxa de imposto autónoma de 28% sobre o total das rendas ou optem pelo englobamento. Para 2017, usando o mesmo exemplo, como o coeficiente aplicado é 0,35, dos de rendimento obtidos ao longo do ano, 35% estarão sujeitos a imposto, ou seja, Para a mesma taxa de imposto de 28%, pagará de imposto. Isto corresponde a uma taxa efetiva de imposto de 9,8%. 5
8 Se tiver de optar pela contabilidade organizada, precisa calcular todas as despesas relacionadas com o desenvolvimento da atividade e só depois poderá calcular o montante a tributar, que será igual à diferença do valor total das rendas anuais menos essas despesas. A contabilidade organizada obriga também a contratar o serviço de um técnico de oficial de contas (TOC). Regime Simplificado: Pode optar pelo regime simplificado o sujeitos passivo que no período de tributação imediatamente anterior não tenha ultrapassado um montante bruto anual de dentro da categoria em que se enquadra. No regime simplificado, o rendimento tributável decorrente da atividade de alojamento local será dado pela aplicação do coeficiente de 0,15 (a partir de 2017, 0,35) ao rendimento bruto obtido. Contabilidade Organizada: O sujeito passivo que obtenha rendimentos brutos superiores a por ano fica automaticamente enquadrado no regime de contabilidade organizada. Os restantes podem optar por este regime. No regime de contabilidade organizada precisa determinar o rendimento líquido da Categoria B subtraindo à totalidade dos ganhos a totalidade dos gastos diretamente ligados à atividade e que precisam estar suportados por documentos. É obrigatório contratar o serviço de um Técnico Oficial de Contas. Para senhorios, é possível reportar um resultado líquido negativo por um período de 12 anos após a verificação do mesmo. 5. Pagamento de IVA Até de faturação anual e no regime simplificado há isenção de pagamento de IVA. Para valores superiores, precisa pagar IVA à taxa reduzida de 6%. Todos os valores de imposto cobrados aos seus clientes são introduzidos na declaração periódica de IVA (mensal ou trimestral). Essa declaração é entregue no Portal das Finanças, que emite automaticamente um documento com o valor de IVA a pagar. Se utilizar sites estrangeiros para anunciar o seu alojamento, como é o caso do Airbnb, Booking, entre outros, terá de pagar em Portugal o IVA referente às comissões que lhe são cobradas e a retenção de 25% a prestadores que não lhe tenham enviado o modelo RFI-21 (através de entrega mensal do modelo 30 e referente à data em que a reserva foi realizada). 6
9 6. Segurança Social Quando inicia a atividade fica inscrito na Segurança Social e precisa começar a fazer o pagamento mensal das contribuições. Se é trabalhador dependente, se já desconta para a Segurança Social em Portugal ou num país da União Europeia, ou se está reformado, pode pedir isenção. 7. Modelo 30 Sempre que sejam pagos rendimentos a sujeitos passivos não residentes, é necessário entregar a declaração Modelo 30 até ao segundo mês após o pagamento do rendimento (comissões ou prestação de serviço). Para suportar esta declaração e não ter que fazer retenção na fonte em nome o fornecedor deve pedir ao mesmo o Modelo RFI21. Se não tiver em seu poder o Modelo RFI21 das entidades a quem efectua pagamentos, deverá fazer retenção na fonte de 25%. 7
10 8. Obrigações do Prestador de Serviço (Artigos 12º, 13º, 18º e 20º do Decreto-Lei nº 128/2014) Livro de reclamações em cada um dos seus imóveis de alojamento local Cumprir as regras de segurança contra incêndios, como descrito no Decreto-Lei nº 220/2008 se tiver capacidade para mais de 10 utilizadores Para uma capacidade inferior a 10 utilizadores, o estabelecimento deve ter extintor e manta de incêndio, equipamento de primeiros socorros, todos acessíveis aos utilizadores, e o número nacional de emergência (112) visível Placa identificativa apenas se se tratar de um estabelecimento de hospedagem O estabelecimento deve: Apresentar adequadas condições de conservação e funcionamento das instalações e equipamentos; Estar ligados à rede pública de abastecimento de água ou dotados de um sistema privativo de abastecimento de água com origem devidamente controlada; Estar ligados à rede pública de esgotos ou dotados de fossas sépticas dimensionadas para a capacidade máxima do estabelecimento; Estar dotados de água corrente quente e fria. Reunir sempre condições de higiene e limpeza. As unidades do estabelecimento devem: Ter uma janela ou sacada com comunicação direta para o exterior que assegure as adequadas condições de ventilação e arejamento; Estar dotadas de mobiliário, equipamento e utensílios adequados; Dispor de um sistema que permita vedar a entrada de luz exterior; Dispor de portas equipadas com um sistema de segurança que assegure a privacidade dos utentes. As instalações sanitárias dos estabelecimentos de alojamento local devem dispor de um sistema de segurança que garanta privacidade. A Entidade competente para a fiscalização do funcionamento dos estabelecimentos de Alojamento Local é a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) 8
GUIA DO ALOJAMENTO LOCAL
GUIA DO ALOJAMENTO LOCAL Conheça as obrigações de quem tem uma casa disponível para alugar a turistas 2 INTRODUÇÃO O arrendamento tradicional e o alojamento local (AL) são distintos e têm legislação própria.
ARRENDAMENTO & ALOJAMENTO LOCAL. Aspectos jurídico-fiscais. João Monteiro de Barros - 1
. ARRENDAMENTO & ALOJAMENTO LOCAL Aspectos jurídico-fiscais João Monteiro de Barros - [email protected] 1 ARRENDAMENTO VS ALOJAMENTO LOCAL O ARRENDAMENTO caracterizado por contratos de duração prolongada
Alojamento local Alteração de dados
A Alteração de dados Titular Nome/Insígnia do alojamento Número de título de autorização de utilização do edifício/fração Morada do alojamento de alteração toponímica) (A morada do alojamento local apenas
Regime Jurídico dos Estabelecimentos de Alojamento Local. Dezembro 2016
Regime Jurídico dos Estabelecimentos de Alojamento Local Dezembro 2016 Decreto-Lei n.º 128/2014 de 29 de agosto alterado pelo Decreto-Lei n.º 63/2015 de 23 abril OBJETIVOS Alojamento Local como categoria
Câmara Municipal de Ferreira do Zêzere
A Portaria n.º 138/2012, de 14 de maio, procede à adaptação do regime do alojamento local, constante na Portaria n.º 517/2008, de 25 de junho, e ao Decreto-Lei n.º 92/2010, de 26 de julho, que transpôs
O N O V O R E G I M E D O A L O J A M E N T O L O C A L
i Nº 39 / 14 O N O V O R E G I M E D O A L O J A M E N T O L O C A L I. Aspectos relevantes do novo regime jurídico Entra hoje em vigor o novo regime da exploração dos estabelecimentos de alojamento local,
Portaria n.º 517/2008, de 25 de Junho, Estabelece os requisitos mínimos a observar pelos estabelecimentos de alojamento local
1/9 Portaria n.º 517/2008, de 25 de Junho, Estabelece os requisitos mínimos a observar pelos estabelecimentos de alojamento local JusNet 1125/2008 Link para o texto original no Jornal Oficial (DR N.º 121,
BOLETIM INFORMATIVO NOVO REGIME SIMPLIFICADO DE I.R.S NOVO REGIME PARA A SEGURANÇA SOCIAL TRABALHADORES INDEPENDENTES 2019
Departamento: Fiscalidade e Segurança Social BOLETIM INFORMATIVO 13 de Março de 2018 NOVO REGIME SIMPLIFICADO DE I.R.S. 2018 NOVO REGIME PARA A SEGURANÇA SOCIAL TRABALHADORES INDEPENDENTES 2019 Pedro Moreira
TAXA MUNICIPAL TURÍSTICA
TAXA MUNICIPAL TURÍSTICA FAQ s 1. VALOR DA TAXA...2 2. APLICAÇÃO NO TEMPO...2 3. A QUEM SE APLICA?...3 4. EM QUE SITUAÇÕES É DEVIDA TAXA?...4 5. QUEM COBRA A TAXA?...5 6. FATURAÇÃO DA TMT PELAS ENTIDADES
Guia do Senhorio Arrendamento Residencial
Guia do Senhorio Arrendamento Residencial Uniplaces 2017 Introdução Atualmente, todos os contratos de arrendamento, para serem válidos, devem ser realizados de forma escrita. Contudo, a lei confere ao
Alterações Fiscais 2017
Alterações Fiscais 2017 2 PROGRAMA 1. AIMI O Novo Imposto sobre o Património 2. OE 2017 3. A Fiscalidade no Alojamento Local / Arrendamento 4. Questões 3 AIMI O NOVO IMPOSTO SOBRE O PATRIMÓNIO 4 5 AIMI
FICHA DOUTRINÁRIA. Processo: nº 12101
Diploma: Artigo: Assunto: CIVA FICHA DOUTRINÁRIA al. a) e c) do n.º 1 do art. 18.º; verba 2.17 da Lista I anexa ao CIVA Operações do tipo hoteleiro Residências de estudantes" e "estabelecimento de alojamento
TAXA MUNICIPAL TURÍSTICA
TAXA MUNICIPAL TURÍSTICA FAQ s 1. VALOR DA TAXA... 2 2. APLICAÇÃO NO TEMPO... 2 3. A QUEM SE APLICA?... 3 4. EM QUE SITUAÇÕES É DEVIDA TAXA?... 4 5. QUEM COBRA A TAXA?... 5 6. FATURAÇÃO... 5 7. COMISSÃO
Novo ano, novas obrigações declarativas
Novo ano, novas obrigações declarativas Com a aprovação da reforma do IRS foram criadas novas obrigações declarativas que visam proporcionar o pré-preenchimento das deduções à coleta a constar das declarações
Tributação dos advogados , delegação de Viana do Castelo
Tributação dos advogados 04-03-2015, delegação de Viana do Castelo Introdução Tributação dos advogados: - -advogadode empresa categoriaa - IRS regime simplificado cat. B - IRS Contabilidade organizada
Exemplos do Simulador Regime Simplificado em IRS
Janeiro 2018 Exemplos do Simulador Regime Simplificado em IRS Para melhor perceção do funcionamento dos simuladores do regime simplificado em IRS, fazemos um breve resumo das alterações que foram introduzidas
LEI 42/2016 DE 28 DE DEZEMBRO O.E Artigo 190.º do OE Alteração ao Código do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares
IRS Janeiro 2017 LEI 42/2016 DE 28 DE DEZEMBRO O.E. 2017 Artigo 190.º do OE Alteração ao Código do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares Os artigos 3.º, 28.º, 31.º, 33.º, 41.º, 43.º, 56.º-A,
Calendário das Obrigações Fiscais e Parafiscais para o mês de MAIO DE 2015
Calendário das Obrigações Fiscais e Parafiscais para o mês de MAIO DE 2015 OBRIGAÇÕES RELATIVAS AO IMPOSTO SOBRE O RENDIMENTO DAS PESSOAS SINGULARES (IRS) E IMPOSTO SOBRE O RENDIMENTO DAS PESSOAS COLETIVAS
Vila Real de Santo António
Vila Real de Santo António TAXA TURÍSTICA DO MUNICÍPIO FAQ 1. VALOR DA TAXA... 2 2. APLICAÇÃO NO TEMPO... 3 3. A QUEM SE APLICA?... 3 4. EM QUE SITUAÇÕES É DEVIDA A TAXA?... 3 5. QUEM COBRA A TAXA?...
Diploma DRE. Capítulo I. Modelos oficiais. Artigo 1.º. Objeto
Diploma Aprova a declaração modelo 2, o modelo do recibo eletrónico de quitação de rendas e a declaração modelo 44, previstos no Código do Imposto do Selo e no Código do IRS Portaria n.º 98-A/2015 de 31
Circular. Face à publicação da Lei n.º 42/2016, de 28 de dezembro, cumpre-nos comunicar as seguintes alterações:
Lisboa, 10 de janeiro de 2017 Circular Assunto : Alterações fiscais OE 2017 Exmº(s). Senhor(es) : Face à publicação da Lei n.º 42/2016, de 28 de dezembro, cumpre-nos comunicar as seguintes alterações:
MUNICÍPIO DE SEIA AVISO. Artigo 1º Norma habilitante ALTERAÇÃO AO REGULAMENTO MUNICIPAL DE ESTABELCEIMENTOS DE ALOJAMENTO LOCAL DO MUNICÍPIO DE SEIA
MUNICÍPIO DE SEIA AVISO ALTERAÇÃO AO REGULAMENTO MUNICIPAL DE ESTABELCEIMENTOS DE ALOJAMENTO LOCAL DO MUNICÍPIO DE SEIA Carlos Filipe Camelo Miranda de Figueiredo, Presidente da Câmara Municipal de Seia:
LICENCIAMENTO E FISCALIZAÇÃO DE CONDIÇÕES DE SCI EM ALOJAMENTO LOCAL E EVENTOS. 27/05/2016 Eng.º Estevão Duarte
Título 1 27/05/2016 2 LICENCIAMENTO E FISCALIZAÇÃO DE CONDIÇÕES DE SCI EM ALOJAMENTO LOCAL Lei habilitante Decreto-Lei n.º 128/2014, de 29 de Agosto, alterado pelo Decreto-Lei n.º 63/2015, de 23 de Abril,
Área Temática ALOJAMENTO LOCAL. A) Constituição Formal da Empresa. 1.Empresário em Nome Individual. Procedimentos:
Área Temática ALOJAMENTO LOCAL A) Constituição Formal da Empresa 1.Empresário em Nome Individual Procedimentos: 1.º Passo Pedido de Certificado de Admissibilidade de Firma ou Denominação O Empresário em
FICHA DOUTRINÁRIA. - Adquirente sujeito passivo com sede em país terceiro e sem [ ] NIF nem
Diploma: CIVA Artigo: 6º; 18º, 29º; 32º; 36º. FICHA DOUTRINÁRIA Assunto: Localização de operações Obrigações declarativas Indemnizações - Organização de eventos de "casamento", incluindo "todas as atividades
Calendário Fiscal - Março 2012
Calendário Fiscal - Março 2012 Dia 1 de Março: IRS - DECLARAÇÃO MODELO 3 - Rendimentos da Categoria A e/ou H A partir desta data e até 30 Março de 2012, devem ser apresentadas em qualquer repartição de
Obrigações Fiscais e a relação com o Estado
Obrigações Fiscais e a relação com o Estado Fernando Almeida Junho 2017 Imposto Sobre o Rendimento IRS IRC Imposto sobre o Valor Acrescentado Segurança Social IRS Imposto Sobre o Rendimento das Pessoas
Portaria n.º 879-A/2010, de 29 de Novembro, Série II, n.º231
Aprova os modelos oficiais do recibo designado de recibo verde electrónico A generalização da utilização das tecnologias da informação e da comunicação nos procedimentos administrativos é reconhecida internacionalmente
IRS AUTOMÁTICO. Formador: Paulo Marques
IRS AUTOMÁTICO Formador: Paulo Marques [email protected] 966 777 506 IRS Novo! Medida no âmbito do Programa Simplex+ e pretende avançar para o fim gradual da necessidade de preenchimento da declaração
PROPOSTAS DE ALTERAÇÕES PARA O ORÇAMENTO DO ESTADO DE 2017
PROPOSTAS DE ALTERAÇÕES PARA O ORÇAMENTO DO ESTADO DE 2017 A Ordem dos Contabilistas Certificados (doravante OCC), vem propor as seguintes alterações legislativas ao Orçamento de Estado de 2017: a) Opção
FICHA DOUTRINÁRIA. Artigo: 18º; 6º
Diploma: CIVA Artigo: 18º; 6º Assunto: FICHA DOUTRINÁRIA Taxas - Isenções Faturação - Prestações de serviços por via eletrónica a não sujeitos passivos de IVA com domicilio noutros estados membros da UE,
Coleção Cadernos Práticos - 3 ALOJAMENTO LOCAL
Coleção Cadernos Práticos - 3 ALOJAMENTO LOCAL Tudo o que Precisa Saber 1 Definição Enquadramento Requisitos 4 Legislação 5 Fiscalização Procedimentos Definição ALOJAMENTO LOCAL Denominações Consideram-se
REGULAMENTO MUNICIPAL DE ESTABELECIMENTOS DE ALOJAMENTO LOCAL DO MUNICÍPIO DE VOUZELA
REGULAMENTO MUNICIPAL DE ESTABELECIMENTOS DE ALOJAMENTO LOCAL DO MUNICÍPIO DE VOUZELA (Aprovado em Reunião de Câmara no dia 21 de junho de 2013 e em Sessão de Assembleia no dia 28 de junho de 2013) ÍNDICE
IDENTIFICAÇÃO DO(S) SUJEITO(S) PASSIVO(S) Sujeito passivo B NIF 03 RENDIMENTOS OBTIDOS. RENDAS (Rendimento ilíquido) TITULAR Parte %
MODELO EM VIGOR A PARTIR DE JANEIRO DE 2015 ORIGINAL PARA A AT Os dados recolhidos são processados automaticamente, destinando-se à prossecução das atribuições legalmente cometidas à administração fi scal.
CEJ - Seminário sobre Arrendamento Urbano
CEJ - Seminário sobre Arrendamento Urbano Arrendamento e Direito Fiscal Paula Rosado Pereira Professora da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa 15 de abril de 2016 Tributação em IRS dos rendimentos
ALTERAÇÕES EM SEDE DO IRS
INFORMAÇÃO 2017-01-07 Lei n.º 42/2016 de 28/12 Orçamento Estado para 2017 Algumas das novidades do OE ALTERAÇÕES EM SEDE DO IRS Subsídio alimentação pago em dinheiro (artigo 2.º n.º 3 alínea b) n.º 2)
CIRCULAR INFORMATIVA Nº 240
CIRCULAR INFORMATIVA Nº 240 FISCALIDADE 22-12-2015 RECIBOS ELETRÓNICOS PRAZO DE EMISSÃO PRORROGADO ATÉ DEZEMBRO Exmos. Senhores Associados, A emissão dos recibos de renda eletrónicos e o registo dos contratos
Contributo da Autoridade Tributária e Aduaneira
A Criminalidade Conexa com Fundos Estruturais e de Investimento Contributo para uma abordagem multidisciplinar Contributo da Autoridade Tributária e Aduaneira Base de Dados da Autoridade Tributária e Aduaneira
MEDIDA ESTIMULO 2012 Regulamento do Instituto do Emprego e Formação Profissional
MEDIDA ESTIMULO 2012 Regulamento do Instituto do Emprego e Formação Profissional No âmbito da medida de incentivos ao emprego "Estímulo 2012", estabelecida pela Portaria n 45/2012, de 13.2, o Instituto
FISCALIDADE DE EMPRESA II
FISCALIDADE DE EMPRESA II Questionário Ano 2006 Carlos Manuel Freitas Lázaro 1 1. É tributado como rendimento da categoria B: A) A indemnização paga pela companhia de seguros a empresário em nome individual,
ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE TÉCNICOS DE CONTABILIDADE
MAPA DAS OBRIGAÇÕES FISCAIS E PARAFISCAIS DE NOVEMBRO 2018 Dia 12: IVA: Envio da declaração mensal referente ao mês de setembro de 2018 e anexos. IRS/IRC: Envio da Declaração Mensal de Remunerações, por
REQUERIMENTO. Fundo de Emergência Social
Proc. N-º /2017 Data: / /2017 Deliberação do Presidente e da Vogal da Ação Social: Data: / /2017 Assinaturas: REQUERIMENTO Fundo de Emergência Social Exmo. Sr. Presidente 1. Identificação do requerente:
I - QUESTÃO APRESENTADA
Diploma: CIVA FICHA DOUTRINÁRIA Artigo: al.s 29) e 30) do art. 9.º; DL 21/2007, de 29/01 Assunto: Operações imobiliárias Inexistência de condições para efeitos de aplicação da Renuncia à isenção, por despacho
Aspetos legais e fiscais a ter em conta aquando da abertura do seu negócio
Aspetos legais e fiscais a ter em conta aquando da abertura do seu negócio 1-Forma jurídica da entidade a Constituir 2 -Vantagens e desvantagens para cada tipo de entidade 1 Forma jurídica da entidade
Algumas Orientações da Administração Fiscal:
Saudade e Silva - Serviços de Contabilidade, Lda. A G O S T O - 2 0 1 2 Algumas Orientações da Administração Fiscal: O que é a Certidão de Liquidação de IRS? A certidão de IRS é um documento comprovativo
Condomínios enquadramento e obrigações fiscais
Condomínios enquadramento e obrigações fiscais O enquadramento fiscal dos condomínios e respetivas obrigações fiscais é um tema que levanta sempre dúvidas. No presente artigo vamos abordar os principais
ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE TÉCNICOS DE CONTABILIDADE
MAPA DAS OBRIGAÇÕES FISCAIS E PARAFISCAIS DE MAIO DE 2016 Dia 10: IVA: Envio da declaração mensal referente ao mês de março 2016 e anexos. IRS/IRC/SEGURANÇA SOCIAL: Declaração de rendimentos pagos e de
2 de 5 Mas existem limites. Depois de aplicar o quociente familiar, a redução do IRS apurado não pode ser superior a 300 euros, 625 euros ou eur
1 de 5 - Saldo Positivo - http://saldopositivo.cgd.pt - IRS 2015: 10 mudanças que pode esperar na próxima declaração Posted By Rute Gonçalves Marques On Outubro 6, 2015 @ 10:41 am In Impostos,O seu dinheiro,particulares
REGULAMENTO MUNICIPAL DOS EMPREENDIMENTOS TURÍSTICOS E DOS ESTABELECIMENTOS DE ALOJAMENTO LOCAL. Nota Justificativa
REGULAMENTO MUNICIPAL DOS EMPREENDIMENTOS TURÍSTICOS E DOS ESTABELECIMENTOS DE ALOJAMENTO LOCAL Nota Justificativa O Decreto-Lei n.º 39/2008 de 7 de março, na redação que lhe foi conferida pelo Decreto-Lei
Nome (1) Filiação e NIF NISS NIB. Residência Código Postal. Tel. Telem. Nome (2) Grau de parentesco. Nome (3) Grau de parentesco
CANDIDATURA AO APOIO À RENDA (código regulamentar sobre disposição de recursos e apoio a estratos socialmente desfavorecidos) Publicação: Diário da República, 2.ª Série, n.º 45, de 2 de março de 2012,
Como fazer o IRS? 10 MARÇO DE 2012
Como fazer o IRS? 10 MARÇO DE 2012 Incidência do IRS O IRS incide sobre os rendimentos obtidos por pessoas singulares RESIDENTES São tributados pela globalidade dos rendimentos obtidos (em Portugal e
Junto se envia o Calendário Fiscal relativo ao mês de Maio de 2011.
CIRCULAR Gabinete Jurídico-Fiscal N/ REFª: 39/2011 DATA: 13/04/11 ASSUNTO: Calendário Fiscal Maio 2011 Exmos. Senhores, Junto se envia o Calendário Fiscal relativo ao mês de Maio de 2011. Com os melhores
Agenda: Regime de Bens em Circulação Soluções de Mobilidade RIC -Regime de IVA de Caixa Alterações na relação com a AT (DPIVA, SAFT) Organização:
A SAGE e a Microlagoscom o apoio da ACRAL e da Câmara Municipal de Lagos,agradecem a sua presença nesta sessão de esclarecimentos, onde serão abordados os seguintes temas da actualidade empresarial. Agenda:
DECLARAÇÃO MENSAL DE REMUNERAÇÕES (AT)
Os dados recolhidos são processados automaticamente, destinando-se à prossecução das atribuições legalmente cometidas à administração fiscal. Os interessados poderão aceder à informação que lhes diga respeito
Workshop. Novas regras do código do IVA
Workshop Novas regras do código do IVA SOFTWARE CERTIFICADO JANEIRO 2011 NOVAS REGRAS FATURAÇÃO JANEIRO 2013 COMUNICAÇÃO MENSAL DA FATURAÇÃO À A.T. JANEIRO 2013 COMUNICAÇÃO GUIAS TRANSPORTE MAIO 2013 Novas
QUESTÕES DE IVA. R: a) art.º 3, n.º 3 alínea g) do CIVA
QUESTÕES DE IVA 1. A S.K.L., SA, com sede em Lisboa é uma empresa que se dedica à construção de imóveis para venda e também à construção de obras públicas. No corrente ano a S.K.L., afectou ao sector de
