TRIBUNAL MARÍTIMO INTRODUÇÃO
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- Vitorino Dinis Dias
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2 INTRODUÇÃO Jurisdição anômala. Órgão Autônomo do Poder Executivo, auxiliar do Poder Judiciário, com responsabilidade para julgamento dos acidentes e fatos da navegação sob o aspecto marítimo. Responsável pelo Registro da Propriedade Marítima de embarcações acima de 100 AB e pelo Registro de Armadores. Competência decorrente de compromissos internacionais do Brasil, como parte contratante de convenções, códigos e regulamentos na área marítima. 2
3 8.500 km de litoral. TRIBUNAL MARÍTIMO CENÁRIO DE ATUAÇÃO Brasil Total de 44 mil km de rios, sendo cerca de 29 mil km navegáveis - 23 mil km só na Amazônia. 34 portos marítimos, 89 terminais privativos e 38 em estudo. Hidrovias: Paraguai-Paraná e Tietê-Paraná. 95% das trocas comerciais pela via marítima US$ 160 bi/ano. Mais de 80% da produção de petróleo e gás natural no mar. 3
4 CENÁRIO DE ATUAÇÃO Na Amazônia há cerca de embarcações inscritas perante à MB e, calcula-se, outras sem inscrição. A tecnologia e os interesses comerciais causam a redução das tripulações dos navios mercantes. Diferenças culturais regionais. Definição da fronteira marítima - ampliação das AJB. 4
5 COMPOSIÇÃO QUATRO JUÍZES CIVIS: Um Especialista em Direito Marítimo; Um Especialista em Direito Internacional Público; Um Especialista em Armação de Navios e em Navegação Comercial; Um Capitão de Longo Curso da Marinha Mercante. DOIS JUÍZES MILITARES: Um Oficial do Corpo da Armada; Um Oficial do Corpo de Engenheiros Navais. 5
6 LEGISLAÇÃO APLICÁVEL I Processos: LEI Nº 2.180/54 LEI ORGÂNICA DO TRIBUNAL MARÍTIMO - LOTM REGIMENTO INTERNO PPROCESSUAL - RIPTM LEI Nº 9.537/97 LEI DE SEGURANÇA DO TRÁFEGO AQUAVIÁRIO LESTA DECRETO 2.596/98 REGULAMENTA A LESTA NORMAM ( Normas da Autoridade Marítima)/NORTEC (Normas Técnicas). RIPEAM (Regulamento Internacional para Evitar Abalroamento no Mar); SOLAS (Convenção Internacional para a Salvaguarda da Vida no Mar - em inglês: Safety of Life at Sea); CNUDM (Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar); outras Convenções Internacionais; Códigos de Processo Civil e Penal; Normas de Segurança do Trabalho. 6
7 II- Registro LEI Nº 7.652/88 - Registro da Propriedade Marítima. LEI Nº 9.432/97 - Ordenação do Transporte Aquaviário e REB Registro Especial Brasileiro DECRETO Nº 2256/97 - Regulamento o REB LEI Nº 11380/06 - Registro Temporário Brasileiro (pesca). 7
8 JURISDIÇÃO arts. 10 a 14 da LOTM Sobre Pessoas Físicas ou Jurídicas: - Aquaviários em geral, brasileiros ou estrangeiros (marítimos, fluviários, pescadores profissionais, práticos, mergulhadores profissionais e agentes de manobra e docagem); armadores e proprietários; amadores; estaleiros, diques, carreiras e oficinas de reparo naval, inclusive seus empreiteiros, empregados e proprietários; portos públicos e terminais privados; trabalhadores portuários avulsos; agentes de empresas estrangeiras, enfim, TODOS QUE POR AÇÃO OU OMISSÃO ESTEJAM ENVOLVIDOS EM ACIDENTES OU FATOS DA NAVEGAÇÃO. 8
9 Sobre Embarcações: - Embarcações Mercantes de qualquer nacionalidade na AJB; brasileiras em alto-mar ou em águas estrangeiras; ainda em alto-mar embarcações estrangeiras envolvidas em acidente com embarcações brasileiras ou que tenha resultado em lesões graves ou morte de brasileiros; - lanchas de praticagem; - embarcações envolvidas em transporte não remunerado e em atividades científicas, recreativas, desportivas, religiosas e beneficentes; - embarcações pertencentes ao poder público (Exceto se pertencente à Marinha do Brasil). 9
10 E também sobre... - Ilhas artificiais, instalações e estruturas, bem como embarcações de qualquer nacionalidade empregadas em operações relacionadas com pesquisa científica marinha, prospecção, exploração, produção, armazenamento e beneficiamento dos recursos naturais; - Aeronaves durante flutuação ou em vôo se colidirem com embarcações; - Navios de Estado estrangeiros, inclusive navios de guerra, se envolvidos em atividades mercantes; - Quaisquer artefatos flutuantes de uso habitual para locomoção.
11 INQUÉRITOS ADMINISTRATIVOS (IAFN) REPRESENTANTES DA AUTORIDADE MARÍTIMA 1º DN Rio de Janeiro Santana 2º DN Salvador 3º DN Natal Ag. Itacoatiara Ag. Tefé Ag. Eirunepé Del. Santarém Ag. Parintins Ag. Imperatriz Ag. Camocim Ag. Areia Branca 4º DN Belém 5º DN Rio Grande Ag. B. Acre Del.P. Velho Ag. G. Mirim Del. Cuiabá Ag. Juazeiro Ag. Penedo Ag. S.F.Araguaia Ag. B.J.Lapa Del. Ilhéus 6º DN Ladário Ag. Cáceres Del. Brasília Ag. P. Seguro 7º DN Brasília 8º DN São Paulo 9º DN Manaus Ag. P. Murtinho Del. P. Epitácio Del.Guaíra Del. Uruguaiana Del. Macaé Ag. CB Frio Del. Itacuruçá Del. Angra Ag. Parati Del. S. Sebastião Del. S. Francisco do Sul Del. Itajaí Del. Laguna Ag. Tramandaí Del. Porto Alegre 11
12 IAFN - NORMAM 09/DPC - Depoimentos de testemunhas, perícia e vistoria na embarcação, juntada de documentos; - Deduz a provável causa determinante; - Aponta os possíveis responsáveis. 12
13 INQUÉRITO ADMINISTRATIVO (IAFN) TM Juizes Relator e Revisor PROCESSO PEM (Repres/Arq.) TM (Recebe) CITAÇÃO CONTESTAÇÃO INSTRUÇÃO(novas provas) ALEGAÇÕES FINAIS JULGAMENTO ACÓRDÃO RECURSOS: Embargos e Agravos
14 ACIDENTES DA NAVEGAÇÃO (art. 14 ): - naufrágio - encalhe - colisão - abalroamento - água aberta - explosão - incêndio - varação - alijamento - arribada - QUAISQUER AVARIAS/DEFEITOS QUE PONHAM EM RISCO VIDAS/EMBARCAÇÕES. 14
15 Acidente da Navegação PLATAFORMA P-36 15
16 FATOS DA NAVEGAÇÃO (art. 15 ): - mau aparelhamento - deficiência de equipagem - impropriedade da embarcação - alteração de rota - má estivação da carga - recusa de socorro - embarcação em ato ilícito - TODOS OS FATOS QUE PONHAM EM RISCO VIDAS E BENS 16
17 FATOS DA NAVEGAÇÃO Art. 15 da Lei n.º 2.180/54 (Fatos que prejudiquem ou ponham em risco a incolumidade e a segurança da embarcação, as vidas e fazendas de bordo) IMPROPRIEDADE DA EMBARCAÇÃO FALTA DE MATERIAL DE SALVATAGEM MAU APARELHAMENTO EXCESSO OU MÁ ESTIVAÇÃO DA CARGA DEFICIÊNCIA DE EQUIPAGEM 17
18 EXCLUDENTES DE RESPONSABILIDADE - ação do meio ambiente - chamada Fortuna do Mar - deficiência dos auxílios à navegação - deficiência do material provada por perícia - fatores operacionais específicos - descumprimento por terceiros de ações recomendadas - ação intencional de terceiros - causas não apuradas com a devida precisão 18
19 ACÓRDÃO - Definição da natureza ou do fato e as circunstâncias em que se verificou; - Determinação das causas; - Fixação das responsabilidades; - Sanções administrativas: repreensão, suspensão de pessoal marítimo, interdição para exercício de determinada função, cancelamento de matrícula profissional ou de carteira de amador, cancelamento de registro de armador, multa; - Medidas preventivas e de segurança; - Recompensa honorífica; - Aponta infrações ao RLESTA. 19
20 RECURSOS EMBARGOS - Infringentes matéria nova ou prova posterior da fase probatória ou quando não unânime a decisão. - Nulidade quando algum procedimento formal exigido em lei deixar de ser cumprido. - Declaração quando apresentar ambiguidade, obscuridade, contradição ou omissão. AGRAVO das decisões interlocutórias dos juízes e das decisões do presidente nos processos de registro. 20
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