Responsabilidade em saúde
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- Thomaz Fraga Corte-Real
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1 Responsabilidade em saúde Cível:obrigação de indenização indene de prejuízo Constituição Federal/Código civil/cdc Elementos de responsabilidade Autor Ato Culpa Dano Nexo causal
2 CÓDIGO CIVIL Art. 186 Aquele que por ação ou omissão voluntária negligência ou imprudência violar direito e causar dano a outrem ainda que exclusivamente moral, comete ato ilícito. Art. 159 Aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência, violar direito ou causar prejuízo a outrem, fica obrigado a reparar o dano.
3 CÓDIGO CIVIL Art. 927 Aquele que por ato ilícito causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo. Parágrafo único Haverá obrigação de reparar o dano, independente de culpa, nos casos especificados em lei, ou quando a atividade normalmente desenvolvida pelo autor do plano implicar, por sua natureza, risco para os direitos de outrem. Art. 159 Aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência, violar direito ou causar prejuízo a outrem, fica obrigado a reparar o dano.
4 CÓDIGO CIVIL Art. 951 O disposto nos arts. 948, 949 e 950 aplica-se ainda no caso de indenização devida por aquele que, no exercício de atividade profissional por negligência, inprudência ou imperícia, causar a morte do paciente agravar-lhe o mal, causar-lhe lesão, ou inabilitálo para o trabalho. Art Os médicos, cirurgiões, farmacêuticos, parteiras e dentistas são obrigados a satisfazer o dano, sempre que da imprudência, negligência ou imperícia, em atos profissionais, resultar morte, inabilitação de servir, ou ferimento.
5 Processo civil Código de Processo Civil Lei n Alfredo Buzaid 5 livros O Processo de Conhecimento O Processo de Execução O Processo Cautelar Os Procedimentos Especiais As disposições finais e transitórias
6 Processo Civil-Teoria Geral 1)JURISDIÇÃO Poder do Estado dizer o Direito Estado pacificador dos conflitos com JUSTIÇA Poder Judiciário
7 2)Ação Poder que o particular tem de exigir do Estado um provimento final e com força definitiva sobre o litígio submetido à sua apreciação Legitimidade Interesse Possibilidade jurídica do pedido
8 3)Exceção Direito de Defesa Rejeição do pedido o poder jurídico de que se acha investido o réu e que lhe possibilita opor-se à ação que lhe foi movida
9 Processo Procedere seguir adiante/direção Instrumento/aparato para solução do conflito Procedimento:forma como o processo caminha
10 AÇÃO CÍVEL CITAÇÃO Ato pelo qual se chama a juízo o réu Defesa Pessoal/Representante legal/procurador Correio Oficial de Justiça Edital
11 CONTESTAÇÃO Preliminares Dos fatos alegados pelo autor Da realidade dos fatos Do mérito Provas
12 AUDIÊNCIA DE CONCILIAÇÃO Conciliação Julgamento conforme o estado do processo Fixação dos pontos controvertidos
13 PERÍCIA Conhecimento técnico ou científico Especialização Assistente técnico Quesitos
14 AUDIÊNCIA DE INSTRUÇÃO Autor Réu Testemunhas Perito Após juntada do laudo pericial Alegações finais/memoriais Sentença
15 ATOS DO JUIZ Decisão interlocutória: questão incidental agravo Sentença : termo ao processo Despacho: comunicações apelação Acórdão : julgamento proferido pelos tribunais
16 Responsabilidade em saúde Criminal:poder coercitivo do Estado sociedade pune Fato típico:código penal (art.129) dolo/culpa Consciência e vontade Dever de cuidar:negligência/imprudência/imperícia
17 Responsabilidade em saúde Ética-profissional fiscalização/punição Conselhos Código de ética médica (resolução cfm 88)
18 Processo ético-profissional Resolução CFM 1.617/01 Fiscalização profissional Conselhos de medicina,comissões de ética,autoridades da saúde,médicos em geral Comissão de ética Sindicância Processo disciplinar Art. 142 do CEM: o médico está obrigado a acatar e respeitar os acórdãos e resoluções dos conselhos
19 Comissão de ética médica Controle de qualidade Fiscalização Educação Ação sindicante
20 Comissão de ética médica Instaurar sindicância Instruir sindicância Encaminhar relatório ao Cremesp Queixas Paciente Familiar Médicos Cremesp CEM Judiciário Poder público Ministério público Delegado de polícia
21 Destinos das sindicâncias nas CEM Arquivamento Homologação de conciliação Encaminhamento ao Cremesp (expediente) Discordância do arquivamento DENÚNCIA CRM
22 RESPONSABILIDADE ÉTICO- PROFISSIONAL Conceito de ética Aristóteles Objetivo de determinar o bem supremo para criaturas humanas e qual a finalidade da vida humana Ciência da conduta humana aprovação e desaprovação
23 Conselhos Regionais de Medicina Decreto-lei 7.955/45 Lei 3.268/57 Denúncias Recebidas Ex-officio
24 Características Gerais Sigilo processual Competência: CRM inscrição ou local Forma: autos judiciais Distribuição/Sorteio: Sindicante, Instrutor, Relator, Revisor
25 SINDICÂNCIA INSTAURAÇÃO Ex officio Denúncia por escrito / tomada a termo Comissão de Ética / Delegacia Regional
26 Sindicante Relatório 30 dias Julgamento do relatório: arquivamento diligências conciliação P.D.
27 PROCESSO ÉTICO-DISCIPLINAR Instrução 60 dias Arquivamento óbito do médico Fatos novos / evidências - contraditório Citação defesa prévia 30 dias vistas /cópias
28 AUDIÊNCIA Denunciante Denunciado Testemunhas (até 5) Acareação (divergência relevante) Razões Finais (15 dias)
29 Departamento Jurídico Relatório Circunstanciado Corregedoria Relator e Revisor Novas diligências Relatórios Julgamento
30 JULGAMENTO Exposição Sustentação oral 10 min. Esclarecimentos Discussão Sustentação oral 5 min. Vistas (30 dias) / diligências (60 dias)
31 VOTAÇÃO Culpabilidade menção artigos Aplicação da pena
32 RECURSOS Conselho Regional - Pleno Conselho Federal
33 RECURSOS 30 dias suspensivo Câmaras de Sindicância do CFM (arquivamento) Pleno do CRM (maioria) Câmaras do CFM (unanimidade / Pleno) Pleno do CFM (maioria Câmara CFM cassação) Revisão (novas provas / falsa prova) Reabilitação: 5 anos
34 Conselho Regional de Medicina Sindicância Processo Disciplinar Defesa Prévia Instrução - depoimentos Relatório circunstanciado Relator e Revisor Julgamento Recurso
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