ESTATÍSTICA DO SECTOR
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- Isabella Sampaio Carvalho
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1 ESTATÍSTICA DO SECTOR Tendo em conta o universo dos associados da IACA, a produção de alimentos compostos para animais registou uma quebra de 1.3%, passando de milhares de tons em 2009 para milhares de toneladas em Esta variação, embora siga a tendência de quebra retratada na amostra que mensalmente monitorizamos, não é tão significativa pelo facto de algumas produções em unidades fabris mais especializadas (alimentos para peixes e petfood) não fazerem parte da amostragem pelo que a produção não é directamente comparável, sobretudo neste segmento dos outros animais. Nesta perspectiva as variações da amostra, com uma redução global de 2.4%, um crescimento nos alimentos para aves e reduções nas restantes espécies animais permitirão caracterizar melhor, em nossa opinião, a realidade do mercado em Portugal. Ao nível da estrutura de produção, os alimentos para aves reforçaram a liderança do mercado, com 41.5% (39.8% em 2009), seguindo-se os alimentos para suínos, que se situaram abaixo do limiar das tons, com uma quota de 27.1% (28.1% em 2009) e os alimentos para bovinos, com 22.5% (23.9% no ano anterior). A crise do sector leiteiro, apesar dos problemas na carne foi, uma vez mais, a principal responsável pela diminuição da penetração do subsector bovino. No que respeita aos alimentos para outros animais, registam uma quota de mercado de 8.9% contra os 8.1% de Como temos vindo a afirmar repetida e publicamente, esta redução da procura de alimentos compostos, pelo terceiro ano consecutivo, decorre de uma conjuntura negativa que se arrasta desde o segundo semestre de 2007, aliada a problemas de natureza estrutural que conduziram o nosso Sector para uma crise sem precedentes no seu historial. Há muito que a Indústria esgotou a sua capacidade de financiamento da Pecuária, sendo necessária a adopção de medidas urgentes não só em Portugal mas ao nível da União Europeia, que permitam viabilizar as produções animais. Produção de Alimentos Compostos para Animais (Empresas Associadas na IACA) 1000 Toneladas Var. % Aves Bovinos Suínos Outros TOTAL No que respeita ao consumo de matérias-primas, com uma conjuntura particularmente desfavorável sobretudo a partir do segundo semestre, caracterizado pela excessiva volatilidade e por uma tendência de forte subida nos preços, sobretudo ao nível dos cereais, estes aumentaram a sua incorporação e o peso na estrutura de aprovisionamento (57.7% em 2010 contra 56.9% em 2009). Os actuais níveis de consumo aproximam-se dos registados no início da década de 80. A ausência de substitutos no mercado, pressionou naturalmente a Industria para o consumo destas matérias-primas. Apesar dos elevados preços de mercado, registou-se uma relativa estagnação no consumo de cereais face ao ano anterior (0.2%). IACA Relatório de Actividades de 2010 Página 27
2 Sem grandes alternativas em termos de substituição e com variações de preço mais moderadas que nos cereais, assistimos a uma quebra na utilização de sementes e bagaços de oleaginosas (-2.1%), cuja estrutura no consumo de matérias-primas se situou nos 25.4% (25.6% em 2009). Quanto aos PSC, impossibilitados uma vez mais de utilizar derivados de milho, designadamente corn glúten feed e destilados praticamente desde finais de 2006 devido ao problema dos eventos de milho transgénicos aprovados nos EUA e ainda não autorizados na União Europeia e com uma quebra acentuada no consumo de mandioca, assistimos a uma nova quebra, significativa, em 2010 (-19.8%), com níveis de consumo historicamente baixos. Com um volume inferior a tons, estes ocupam um peso da ordem dos 2.3% no consumo de matérias-primas utilizadas pela nossa Indústria (2.8% no ano anterior). Finalmente, ao nível dos diversos, reflectindo a tendência de quebra geral da produção e uma relativa rigidez na incorporação de cereais e de oleaginosas, regista-se uma quebra de 2.1% na sua incorporação, com um peso de 14.6% na estrutura de aprovisionamento da Indústria (14.7% em 2009). Consumo de Matérias-Primas (Empresas Associadas na IACA) Toneladas Var. % Cereais Oleaginosas PSC Diversos IACA Relatório de Actividades de 2010 Página 28
3 2010 PRODUÇÃO DE ALIMENTOS COMPOSTOS PARA ANIMAIS AVES Por Grupos de Referência (Tons) SUINOS Pintos para Carne - Iniciação Leitões Iniciação Pintos para Carne - Crescimento Leitões - Recria Frangos para Carne -Acabamento Porcos - Crescimento Frangos para Carne -Retirada Porcos - Engorda Pintos - Cria Porcos - Acabamento Frangas - Recria Porcas Reprodutoras Futuras reprodutoras Galinhas Poedeiras Porcas reprodutoras - Gestação Galinhas Reprodutoras Porcas reprodutoras - Lactação Patos para Carne Porcas reprodutoras Gestação Lactação Patos Reprodutores Outros Perús - Iniciação Complementares 63 Perús - Crescimento Total SUÍNOS Perús - Engorda Perús - Retirada DIVERSOS Perus Reprodutores Ovinos de Carne Outros Ovelhas Leiteiras Complementares Caprinos de 11 Carne Total AVES Cabras Leiteiras Equídeos BOVINOS Coelhos Vitelos em Aleitamento Cães Vitelos - Cria Gatos Novilhas em Recria Outros Novilhos de Engorda - Crescimento Total DIVERSOS Novilhos de Engorda - Acabamento Vacas Leiteiras Vacas Aleitantes TOTAL GERAL Complementares Proteicos 0 Outros Total BOVINOS IACA Relatório de Actividades de 2010 Página 29
4 GRÃOS DE CEREAIS 2010 MATÉRIAS-PRIMAS UTILIZADAS (Tons.) SEMENTES E FRUTOS OLEAGINOSOS Aveia Soja integral Centeio Sementes de algodão Arroz Sementes de girassol Cevada Sementes de linho 67 Milho Sementes de colza 246 Sorgo Trigo Triticale Cereais processados pelo calor Concentrados proteicos de cereais PRODUTOS E SUBPRODUTOS DE GRÃOS DE CEREAIS PRODUTOS E SUBPRODUTOS DE SEMENTES E FRUTOS OLEAGINOSOS Alimpadura de trigo 816 Bagaço de amendoim Trincas de arroz 207 Bagaço de cártamo 480 Bagaço de arroz 4 Bagaço de colza Bagaço de gérmen de milho 672 Bagaço de copra (coco) 993 Drèches e solúveis de Bagaço de girassol destilação de trigo Drèches de cevada Bagaço de linhaça Gritz de milho 19 Bagaço de palmiste Drèches e solúveis de destilação de milho Bagaço de azeitona 629 Farinha forrageira de milho Bagaço de sésamo Farinha forrageira de trigo 332 Bagaço de soja Gluten de milho Bagaço de soja, descascada Gluten feed de milho Cascas de sementes de soja Gluten feed de trigo Concentrado proteico de soja 125 Radículas de malte 452 Óleo vegetal Sêmea de arroz Sêmea de centeio 652 Sêmea de trigo Sêmea de milho Casca de arroz IACA Relatório de Actividades de 2010 Página 30
5 SEMENTES DE LEGUMINOSAS, SEUS PRODUTOS E SUBPRODUTOS PRODUTOS E SUBPRODUTOS LÁCTEOS Ervilhas 433 Leite em pó 738 Fava forrageira 879 Soro de leite ácido, em pó TUBÉRCULOS E RAÍZES, RESPECTIVOS PRODUTOS E SUBPRODUTOS Soro de leite doce, em pó 503 Caseína 747 PRODUTOS DE ANIMAIS TERRESTRES Mandioca 26 Farinha de aves de capoeira Polpa de batata 172 Farinha de carne e osso Concentrado proteico de 42 Farinha de ossos batata 260 Polpa de beterraba Farinha de penas (sacarina) 591 Melaço de beterraba Farinha de sangue 656 Sacarose de beterraba 2 Gorduras animais PRODUTOS E SUBPRODUTOS DE OUTRAS SEMENTES E FRUTOS Manteiga 234 Hidrolisados proteicos de porco Plasma sanguíneo de porco 378 PRODUTOS DO PESCADO Farinha de alfarroba Farinha de peixe Concentrados proteicos e Gérmen de alfarroba solúveis de peixe 603 Folhelho de uva Bagaço de grainha de uva 503 Polpa de citrinos Repiso de tomate 46 OUTRAS PLANTAS, RESPECTIVOS PRODUTOS E SUBPRODUTOS MINERAIS Melaço de cana-de-açúcar Carbonato de cálcio Sacarose de cana 12 Fosfato dicálcico Fosfato monocálcico Bicabornato de sódio Cloreto de sódio Óxido de magnésio 325 FORRAGENS E OUTROS ALIMENTOS GROSSEIROS Luzerna Palha de cereais tratada IACA Relatório de Actividades de 2010 Página 31
6 DIVERSOS Gorduras vegetais sabões cálcicos Coccidiostáticos ADITIVOS 338 Gorduras vegetais hidrogenadas 524 Aglutinantes Oleínas 311 Ureia e derivados 491 Produtos e subprodutos das indústrias de panificação e massas Produtos e subprodutos de pastelaria e da indústria dos gelados Leveduras Aminoácidos sintéticos Conservantes Antioxidantes Corantes 953 Aromatizantes 209 Vitaminas, pró-vitaminas e substâncias de efeito semelhante 964 Oligoelementos 375 Melhoradores da digestibilidade PRÉ-MISTURAS Estabilizadores da flora intestinal 473 Aves Adsorventes de micotoxinas 345 Bovinos Outros Suínos Ovinos e caprinos 193 Coelhos 185 Equinos Peixes Cães e gatos 260 Outros IACA Relatório de Actividades de 2010 Página 32
7 IACA Relatório de Actividades de 2010 Página 33
8 IACA Relatório de Actividades de 2010 Página 34
9 IACA Relatório de Actividades de 2010 Página 35
10 PRODUÇÃO DE ALIMENTOS COMPOSTOS PARA ANIMAIS (Milhares de Tons) ANOS PRODUÇÃO POR ESPÉCIES AVES BOVINOS SUINOS OUTROS ANIMAIS TOTAIS / ANO VARIAÇÃO ANUAL ,56% ,61% ,83% ,04% ,11% ,46% ,26% ,56% ,01% ,41% ,56% ,06% ,37% ,52% ,99% ,08% ,66% ,14% ,46% ,93% ,74% ,23% ,68% ,89% ,00% ,37% ,92% ,63% ,31% ,31% IACA Relatório de Actividades de 2010 Página 36
11 CONSUMO DE MATÉRIAS-PRIMAS (Milhares de Tons) ANOS CEREAIS SEMENTES E BAGAÇOS PROD. SUBSTITUTOS CEREAIS DIVERSOS TOTAIS/ANO IACA Relatório de Actividades de 2010 Página 37
Pintos. Cria Porcos. Acabamento Frangas. Recria
- Tendo em conta o universo dos associados da IACA,. *"(".((. "(("!)M8\, passando de 3 092 milhares de tons em 2011 para 3 037 milhares de toneladas em 2012. Num cenário de agravamento da crise económico.financeira,
LUSO 104. Com coccidiostático Pintos até 4 semanas. Proteína bruta 18% Fibra Bruta 3,8% Matéria Gorda 3,5% Embalagens de 5 e 30 Kg MG
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