Funções Definidas Implicitamente - Parte I
|
|
|
- Amélia Fontes Casqueira
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Polos Olímpicos de Treinamento Curso de Álgebra - Nível 2 Prof. Marcelo Mendes Aula 11 Funções Definidas Implicitamente - Parte I Talvez a experiência de alguns de vocês diga que as soluções de uma equação devam ser necessariamente números. Mas isso não é verdade. Em matemática, podemos ter, por exemplo, matrizes ou funções como soluções para equações matriciais ou funcionais, respectivamente. Nesta aula, vamos aprender resolver algumas equações funcionais, que têm funções como soluções e, por isso, dizemos que essas funções foram definidas implicitamente (implícito significa escondido). Problema 1. Determine todas as funções f : Z + Z + tais que f(1) = c e f(x+y) = f(x)+f(y), x,y Z +. Solução. Nesse problema, a equação funcional é f(x + y) = f(x) + f(y). Precisamos resolvê-la. Observe que o problema nos permite utilizarmos quaisquer valores inteiros não-negativos para x e y. Assim, vamos iniciar com x = y = 0: f(0+0) = f(0)+f(0) f(0) = 0. Agora, façamos a escolha de deixar x variável e y = 1: f(x+1) = f(x)+f(1) = f(x)+c. Acabamos de gerar uma equação de diferença, tipo explorado na aula de somas telescópicas. Vamos escrever várias dessas equações, variando n 2: f(n) = f(n 1)+c f(n 1) = f(n 2)+c :
2 e somá-las, obtendo f(2) = f(1)+c f(n) = cn. Assim, a (única) solução é f(x) = cx, sendo c = f(1). (Poderíamos, também, ter aplicado a fórmula do termo geral da P.A.) Problema 2. Seja f : R R uma função tal que f(0) = 1 e, para quaisquer x,y R, Determine o valor de f(2012). f(xy +1) = f(x)f(y) f(y) x+2. Problema 3. Seja f : R + R uma função satisfazendo a equação funcional Mostre que: a) f(1) = 0. b) f (a n ) = n f(a), a R +, n N. ( ) 1 c) f = f(a), a R a +. Solução. f(a)+f(b) = f(ab), a,b R +. a) Com a = b = 1, obtemos f(1)+f(1) = f(1 1), ou seja, f(1) = 0. b) Observe que a equação funcional dada nos dá permição para operar apenas com 2 números (a e b). Podemos mostrar, utilizando indução, que também será possível operar com qualquer quantidade finita (no mínimo 2) de números. Supondo ser possível para k números, ou seja, que podemos garantir que f (a 1 )+...+f (a k ) = f (a 1... a k ), f (a 1 )+...+f (a k )+f (a k+1 ) = f (a 1... a k )+f (a k+1 ) = f (a 1... a k a k+1 ). Assim, podemos escrever f (a n ) = f(a... a }{{}) = f(a)+...+f(a) = n f(a). }{{} n n 2
3 c) f(a)+f ( ) ( 1 = f a 1 ) = f(1) = 0, ou seja, f a a Problema 4. Seja f : Z Z uma função satisfazendo ( ) 1 = f(a). a f(n 2 ) = f(n+m)f(n m)+m 2, m,n Z. Determine o conjunto de todos os possíveis valores de f(0). Problema 5. Seja f uma função com duas propriedades: i. f(x+y) = x+f(y), x,y R; ii. f(0) = 2. Determine o valor de f(2012). Problema 6. (EUA) Seja f uma função satisfazendo f(xy) = f(x) para todos os números y reais positivos x e y. Se f(500) = 3, qual é o valor de f(600)? Problema 7. Para todos os inteiros x, a função f satisfaz f(x+1) = 1+f(x). Se f(1) = 2, 1 f(x) calcule f(2012). Solução. Com: x = 1, obtemos f(2) = = 2; x = 2, obtemos f(3) = = 1 3 ; x = 3, obtemos f(4) = x = 4, obtemos f(5) = = 1 2 ; = 3. Como o valor 3 apareceu novamente e a regra que calcula cada novo valor é sempre a mesma, os valores vão sempre se repetir de 4 em 4 na sequência 3, 2, 1 3, 1. Por 2012 ser 2 múltiplo de 4, segue que f(2012) = f(4) = 1 2. Problema 8. Determine todas as funções f : R R satisfazendo f(x)f(y) f(xy) = x+y, x,y. Solução. Atribuindo o valor 0 a x e a y, temos (f(0)) 2 f(0) = 0. Assim, f(0) = 0 ou f(0) = 1. 3
4 Suponha f(0) = 0 e atribua 0 apenas à variável y. Daí, f(x) 0 0 = x, x R, absurdo. Portanto, f(0) = 1. Fazendo y = 0, obtemos f(x)f(0) f(0) = x+0, ou seja, f(x) = x+1, que é a única solução. (Substitua essa solução na equação funcional para verificar a igualdade!) Problema 9. Considere uma função f definida no conjunto dos números naturais tal que Qual o valor de f(81) f(70)? f(n+2) = 3+f(n), n N,f(0) = 10,f(1) = 5. Problema 10. Seja f : Q + Q + uma função tal que Mostre que f (f(x)) = 1 x, x Q +. Solução. Temos f (xf(y)) = f(x) y, x,y Q +. y f (xf(y)) = f(x) f (f(x)) = f (y f (xf(y))) = f(y) xf(y) = 1 x. Problema 11. A função f é definida para todos os pares ordenados (x,y) de inteiros positivos e tem as seguintes propriedades: i. f(x,x) = x, ii. f(x,y) = f(y,x), iii. (x+y)f(x,y) = yf(x,x+y). Qual é o valor de f(22,55)? Solução. De iii, obtemos 55f(22,33) = 33f(22,55) 33f(22,11) = 11f(22,33) 22f(11,11) = 11f(11,22), utilizando ii no lado direito da última equação. Multiplicando-as, obtemos: f(11,11) = f(22,55) f(22,55) =
5 Problema 12. A funçãof, definidasobreoconjunto detodos os pares ordenados deinteiros positivos, satisfaz as seguintes propriedades: i. f(x,x) = x; ii. f(x,y) = f(y,x); iii. (x+y)f(x,y) = yf(x,x+y). Calcule f(14, 52). Problema 13. Se f(n+1) = ( 1) n+1 n 2f(n) para os inteiros n 1 e f(1) = f(2013), determine valor da soma f(1)+f(2)+f(3)+...+f(2012). Problema 14. Determine todas as funções f : Z + Z +, injetoras, satisfazendo f (m+f(n)) = f (f(m))+f(n), m,n Z +. Solução. Atribuindo o valor 0 às variáveis m e n, temos f(f(0)) = f(f(0))+f(0) f(0) = 0. Agora, atribuindo o valor 0 apenas à variável n, obtemos f(m) = f(f(m)). Como f é injetora, segue que f(m) = m, m. (Se f é uma função injetora, então f(x) = f(y) implica x = y.) Problema 15. Considere a equação funcional f(xy) = f(x)+f(y), x,y Dom(f). Mostre que se 0 Dom(f), então existe uma única solução para a equação dada. Problema 16. Seja f : N N uma função estritamente crescente (isto é, x < y f(x) < f(y)) tal que f(2) = 2 e f(mn) = f(m)f(n) para todo par de inteiros positivos m e n primos entre si. Determine o valor de f(3). Solução. Inicialmente, observe que o problema não permite escrever f(4) = f(2)f(2) = 4, pois o máximo divisor comum entre 2 e 2 não é 1. i. 2 e 5 são primos entre si: f(10) = f(2)f(5) = 2f(5). ii. 2 e 9 são primos entre si: f(18) = f(2)f(9) = 2f(9). iii. 3 e 5 são primos entre si: f(15) = f(3)f(5). iv. f é estritamente crescente: f(9) < f(10), f(15) < f(18) e f(3) > f(2) = 2. Logo, 4f(5) = 2f(10) > 2f(9) = f(18) > f(15) = f(3)f(5) e, portanto, f(3) < 4. Assim, 2 < f(3) < 4, ou seja, f(3) = 3. 5
6 Dicas 2. Calcule f(1). Depois faça y = Faça m = n = 0. Em seguida, faça m = n = Faça x = 1,y = 0. Depois faça y = 1 e deixe x variável. 6. Faça x = 100 e y = Calcule as imagens de números pares e ímpares separadamente. 12. Repita a solução do problema Faça n = 1,2,..., Faça y = 0. 6
7 Respostas e Soluções 2. Com x = y = 0, obtemos f(1) = 2. Com y = 1, segue f(x+1) = f(x)f(1) f(1) x+2 = 2f(x) x. Com x = 1 e x = 2, obtemos, respectivamente: f(2) = = 3, f(3) = = 4. Vamos mostrar por indução que f(x) = x + 1, x Z +. Os casos iniciais já foram verificados. Alémdisso, f(x+1) = 2(x+1) x = x+2.emparticular, f(2012) = Inicialmente, com m = n = 0 temos f(0) = (f(0)) 2 f(0) = 0 ou f(0) = 1. Por outro lado, com m = n = 2 obtemos f(4) = f(4)f(0)+4, que mostra que f(0) = Com x = 1,y = 0, achamos f(1) = f(1+0) = 1+f(0) = 3. Em seguida, escolhemos apenas y = 1, obtemos f(x + 1) = x + f(1) = x + 3, que é uma P.A. se x Z +. Assim, f(2012) = f(0) = f(500) = f(100) 5 9. Somando f(100) = 15. Logo, f(600) = f(100) 6 = 5 2. f(2) = 3+f(0) : f(70) = 3+f(68) obtemos f(70) = = 115. E pela soma de f(3) = 3+f(1) : f(81) = 3+f(79) obtemos f(81) = = 125. Logo, f(81) f(70) =
8 13. Com n = 1,2,...,2012, temos: f(2) = 1 2f(1) f(3) = 2 2f(2) : f(2013) = f(2012). Sendo f(1) = f(2013) e S = f(1)+...+f(2012), obtemos: 15. Com y = 0, obtemos f(x) = 0, x. S = (1 2)+...+( ) 2S S =
Polos Olímpicos de Treinamento. Aula 14. Curso de Álgebra - Nível 2 Prof. Marcelo Mendes. Revisão - Parte II
Polos Olímpicos de Treinamento Curso de Álgebra - Nível Prof. Marcelo Mendes Aula 4 Revisão - Parte II Continuando nossa breve revisão de temas já abordados, propomos mais problemas de equações e sistemas
A Ideia de Continuidade. Quando dizemos que um processo funciona de forma contínua, estamos dizendo que ele ocorre sem interrupção.
Polos Olímpicos de Treinamento Curso de Álgebra - Nível 2 Prof. Marcelo Mendes Aula 5 A Ideia de Continuidade Quando dizemos que um processo funciona de forma contínua, estamos dizendo que ele ocorre sem
Produtos Notáveis. Vejamos alguns exemplos para diversos produtos notáveis que auxiliarão na formação de ideias para problemas futuros mais difíceis.
Polos Olímpicos de Treinamento Curso de Álgebra - Nível 2 Prof. Marcelo Mendes Aula Produtos Notáveis Vários problemas de Álgebra para alunos do Ensino Fundamental utilizam Produtos Notáveis, que são identidades
Produtos Notáveis. Vejamos alguns exemplos para diversos produtos notáveis que auxiliarão na formação de ideias para problemas futuros mais difíceis.
Polos Olímpicos de Treinamento Curso de Álgebra - Nível Prof. Marcelo Mendes Aula Produtos Notáveis Vários problemas de Álgebra para alunos do Ensino Fundamental utilizam Produtos Notáveis, que são identidades
Recorrências - Parte I
Polos Olímpicos de Treinamento Curso de Álgebra - Nível Prof. Marcelo Mendes Aula 4 Recorrências - Parte I Na aula anterior, vimos alguns exemplos de sequências. Em alguns deles, os termos são dados em
Desigualdades - Parte I. n a 1 a 2...a n,
Polos Olímpicos de Treinamento Curso de Álgebra - Nível Prof. Marcelo Mendes Aula 8 Desigualdades - Parte I Fatos Elementares i) Nenhum quadrado de número real é negativo. ii) Desigualdade de Cauchy (Médias
O verbo induzir significa gerar. Nesta aula, começaremos a ver o assunto Indução Matemática
Polos Olímpicos de Treinamento Curso de Álgebra - Nível 2 Prof. Marcelo Mendes Aula 6 Indução - Parte I O verbo induzir significa gerar. Nesta aula, começaremos a ver o assunto Indução Matemática (ou Indução
Polos Olímpicos de Treinamento. Aula 3. Curso de Álgebra - Nível 2 Prof. Marcelo Mendes. 1 Sequências simples
Polos Olímpicos de Treinamento Curso de Álgebra - Nível 2 Prof. Marcelo Mendes Aula 3 Sequências Uma sequência nada mais é do que um conjunto de números ordenados. Assim, podemos estabelecer um primeiro
Relações de Girard - Parte II
Polos Olímpicos de Treinamento Curso de Álgebra - Nível 2 Prof. Marcelo Mendes Aula 19 Relações de Girard - Parte II Vamos continuar vendo mais exemplos das Relações de Girard. Veremos também um resultado
a n também estão em P.A.
Polos Olímpicos de Treinamento Curso de Álgebra - Nível 3 Prof Cícero Thiago / Prof Marcelo Aula 16 Sequências I 1 Progressão Aritmética Definição 1: Uma progressão aritmética é uma sequência a 1, a, ou
Polos Olímpicos de Treinamento. Aula 13. Curso de Álgebra - Nível 2 Prof. Marcelo Mendes. Revisão - Parte I
Polos Olímpicos de Treinamento Curso de Álgebra - Nível 2 Prof. Marcelo Mendes Aula 13 Revisão - Parte I Como o título indica, faremos uma breve revisão de temas já abordados em nosso treinamento, a fim
UFPR - Universidade Federal do Paraná Setor de Ciências Exatas Departamento de Matemática MA12 - Matemática Discreta - PROFMAT Prof.
UFPR - Universidade Federal do Paraná Setor de Ciências Exatas Departamento de Matemática MA - Matemática Discreta - PROFMAT Prof. Zeca Eidam Lista Números Naturais e o Princípio de Indução. Prove que
Sociedade Brasileira de Matemática Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional
Sociedade Brasileira de Matemática Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional MA12 Matemática Discreta Avaliação - GABARITO AV 3 - MA 12 13 de julho de 2013 1. (2,0) Seja (a n ) uma progressão
1 Congruências de Grau Superior. Dado um polinômio f(x) Z[x] e um número natural n, vamos estudar condições para que a congruência. f(x) 0 (mod n).
Polos Olímpicos de Treinamento Curso de Teoria dos Números - Nível 3 Carlos Gustavo Moreira Aula 10 Congruências de Grau Superior 1 Congruências de Grau Superior Dado um polinômio f(x Z[x] e um número
Polos Olímpicos de Treinamento. Aula 1. Curso de Teoria dos Números - Nível 2. Divisibilidade I. Samuel Barbosa Feitosa
Polos Olímpicos de Treinamento Curso de Teoria dos Números - Nível 2 Samuel Barbosa Feitosa Aula 1 Divisibilidade I Teorema 1. (Algoritmo da Divisão) Para quaisquer inteiros positivos a e b, existe um
Eles, possivelmente, servirão posteriormente de ideia para problemas mais difíceis.
Polos Olímpicos de Treinamento Curso de Álgebra - Nível 2 Prof Marcelo Mendes Aula 2 Equações e Sistemas de Equações Neste2o textodeálgebra, veremosdiversosexemplosdeequaçõesesistemasdeequações em nível
Introdução às Equações Funcionais
1. Introdução Introdução às Equações Funcionais Prof. Davi Lopes OBM 22ª Semana Olímpica Anápolis 21/01/2019 Estudaremos aqui um dos assuntos mais requisitados no mundo olímpico: as equações funcionais.
Polos Olímpicos de Treinamento. Aula 7. Curso de Teoria dos Números - Nível 2. Aula de Revisão e Aprofundamento. Prof.
Polos Olímpicos de Treinamento Curso de Teoria dos Números - Nível 2 Prof. Samuel Feitosa Aula 7 Aula de Revisão e Aprofundamento Observação 1. É recomendável que o professor instigue seus alunos a pensarem
Álgebra A - Aula 02 Teorema da fatoração única, Propriedade fundamental dos primos, números primos
Álgebra A - Aula 02 Teorema da fatoração única, Propriedade fundamental dos primos, números primos Elaine Pimentel Departamento de Matemática, UFMG, Brazil 2 o Semestre - 2010 Teorema da fatoração única
Universidade Federal de Santa Maria Departamento de Matemática Curso de Verão Lista 1. Números Naturais
Universidade Federal de Santa Maria Departamento de Matemática Curso de Verão 01 Lista 1 Números Naturais 1. Demonstre por indução as seguintes fórmulas: (a) (b) n (j 1) = n (soma dos n primeiros ímpares).
Módulo de Números Naturais. Divisibilidade e Teorema da Divisão Euclideana. 8 ano E.F.
Módulo de Números Naturais. Divisibilidade e Teorema da Divisão Euclideana. 8 ano E.F. Módulo de Números Naturais. Divisibilidade e Teorema da Divisão Euclideana. 1 Exercícios Introdutórios Exercício 1.
Probleminhas pseudoalgébricos com soluções elegantemente carteadas
Probleminhas pseudoalgébricos com soluções elegantemente carteadas XXII Semana Olímpica Nível 3 George Lucas 1. Sejam a, b e c números reais positivos. Prove a desigualdade: Solução: a ab + b + b bc +
Teoria Combinatória dos Números
Teoria Combinatória dos Números Samuel Feitosa, Yuri Lima, Davi Nogueira 27 de fevereiro de 2004 O objetivo deste artigo é mostrar algumas propriedades dos números inteiros, que combinadas podem originar
01. D e m o n s t r a r q u e s e. 02. Mostre que se a 1 a2
Série Professor(a) Aluno(a) Rumo ao ITA Marcelo Mendes Sede Turma Turno Data N / / Ensino Pré-Universitário TC Matemática Revisão de Álgebra OSG.: 85/0 Exercícios de Fixação 0. Encontre os valores das
Polos Olímpicos de Treinamento. Aula 1. Curso de Combinatória - Nível 2. Prof. Bruno Holanda
Polos Olímpicos de Treinamento Curso de Combinatória - Nível 2 Prof. Bruno Holanda Aula 1 Lógica Nos últimos anos, a participação brasileira em competições internacionais de matemática vem melhorado significamente.
MÓDULO 33. Funções I. Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias MATEMÁTICA
C9_ITA_Mod_33_36_prof /0/0 09:5 Page I Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias MATEMÁTICA MÓDULO 33 Funções I. (OPM Seja f uma função dada por: f( = 7 e n f(n =, para n natural, maior que.
Axiomas de corpo ordenado
Axiomas de corpo ordenado 2 a lista de exercícios Análise real A abordagem axiomática dos números reais previne erros que a intuição pode ocasionar e torna mais rigoroso o processo de demonstração matemática,
Recorrências - Parte II . 2
Polos Olímpicos de Treinamento Curso de Álgebra - Nível Prof Marcelo Mendes Aula Recorrências - Parte II Na aula 3, falamos de uma sequência famosa, a Sequência de Fibonacci, cuja definição é a seguinte:
Polos Olímpicos de Treinamento. Aula 6. Curso de Teoria dos Números - Nível 2. Congruências II. Prof. Samuel Feitosa
Polos Olímpicos de Treinamento Curso de Teoria dos Números - Nível 2 Prof. Samuel Feitosa Aula 6 Congruências II Na aula de hoje, aprenderemos um dos teoremas mais importantes do curso: o pequeno teorema
ANÉIS. Professora: Elisandra Bär de Figueiredo
Professora: Elisandra Bär de Figueiredo ANÉIS DEFINIÇÃO 1 Um sistema matemático (A,, ) constituído de um conjunto não vazio A e duas leis de composição interna sobre A, uma adição: (x, y) x y e uma multiplicação
Exercícios para a Prova 3 de Matemática 1 Trimestre. 3. Os números naturais a e b, com a > b, são tais que a² - b² = 7.
Exercícios para a Prova 3 de Matemática 1 Trimestre 1. Sendo n um número natural, a expressão. é igual a a) 1 b) 3 n b) 2 n d) 6 n 2. Fatore a² + b² - c² + 2ab 3. Os números naturais a e b, com a > b,
Parte 1. Conjuntos finitos, enumeráveis e
Parte 1 Conjuntos finitos, enumeráveis e não-enumeráveis Georg Ferdinand Ludwig Philipp Cantor (1845-1818) Rússia. A descoberta de que há diversos tipos de infinito deve-se a Georg Cantor. Mas, para os
Módulo Tópicos Adicionais. Recorrências
Módulo Tópicos Adicionais Recorrências Módulo Tópico Adicionais Recorrências 1 Exercícios Introdutórios Exercício 1 Considere a sequência definida por x 1 d e x n r + x n 1, para n > 1 Trata-se de uma
Interbits SuperPro Web
1 (Ita 018) Uma progressão aritmética (a 1, a,, a n) satisfaz a propriedade: para cada n, a soma da progressão é igual a n 5n Nessas condições, o determinante da matriz a1 a a a4 a5 a 6 a a a 7 8 9 a)
Funções. Para começarmos, precisamos de algumas definições: Dessa forma, já temos conteúdo suficiente para definirmos o assunto principal:
Funções 1 Introdução Para começarmos, precisamos de algumas definições: Par ordenado: conjunto de dois números reais em que a ordem dos elementos importa, ou seja, (1, 2) (2, 1). Utilizaremos essa definição
MESTRADO PROFISSIONAL EM MATEMÁTICA EM REDE NACIONAL. ENQ Gabarito
MESTRADO PROFISSIONAL EM MATEMÁTICA EM REDE NACIONAL ENQ 016. Gabarito Questão 01 [ 1,00 ] A secretaria de educação de um município recebeu uma certa quantidade de livros para distribuir entre as escolas
Capítulo 2. Conjuntos Infinitos. 2.1 Existem diferentes tipos de infinito
Capítulo 2 Conjuntos Infinitos O conjunto dos números naturais é o primeiro exemplo de conjunto infinito que aprendemos. Desde crianças, sabemos intuitivamente que tomando-se um número natural n muito
Congruências I. Por exemplo, 7 2 (mod 5), 9 3 (mod 6), 37 7 (mod 10) mas 5 3 (mod 4). Veja que a b (mod m) se, e somente se, m a b.
Polos Olímpicos de Treinamento Curso de Teoria dos Números - Nível 2 Prof. Samuel Feitosa Aula 6 Congruências I Definição 1. Dizemos que os inteiros a e b são congrentes módulo m se eles deixam o mesmo
Topologia de Zariski. Jairo Menezes e Souza. 25 de maio de Notas incompletas e não revisadas RASCUNHO
Topologia de Zariski Jairo Menezes e Souza 25 de maio de 2013 Notas incompletas e não revisadas 1 Resumo Queremos abordar a Topologia de Zariski para o espectro primo de um anel. Antes vamos definir os
f(xnyn) = f(xyn) = f(xy) = f(x)f(y) = f(xn)f(yn).
Teoremas de isomorfismo. Teorema (Teorema de Isomorfismo). Seja f : A B um homomorfismo de grupos. Então A/ ker(f) = Im(f). Demonstração. Seja N := ker(f) e seja f : A/N Im(f), f(xn) := f(x). Mostramos
Polos Olímpicos de Treinamento (POT) Curso de Teoria dos Números - Nível 2. Aula 1 - Divisibilidade I
Polos Olímpicos de Treinamento (POT) Curso de Teoria dos Números - Nível 2 Aula 1 - Divisibilidade I Samuel Barbosa Feitosa Arquivo Original 1 1 Documento:...gaia/educacional/matematica/teoria numeros2/aula01-divisibilidadei.pdf.
Fundamentos Tecnológicos
Fundamentos Tecnológicos Equações Algébricas e Equação de 1º Grau Início da aula 06 Equações Algébricas Expressões Algébricas - Definição Expressões algébricas são expressões matemáticas que apresentam
Prog A B C A e B A e C B e C A,B e C Nenhum Pref
Polos Olímpicos de Treinamento Curso de Combinatória - Nível 2 Prof. Bruno Holanda Aula 2 Lógica II Quando lemos um problema de matemática imediatamente podemos ver que ele está dividido em duas partes:
A resolução desses problemas pode geralmente ser feita com o seguinte procedimento: Problemas de divisibilidade 1
Três VIPs da Teoria dos Números É claro, VIP significa Very Important Problems. Os problemas discutidos aqui, além de suas variações, são bastante comuns em Olimpíadas de Matemática e costumam ser resolvidos
Lista 1. 9 Se 0 < x < y e n N então 0 < x n < y n.
UFPR - Universidade Federal do Paraná Departamento de Matemática CM095 - Análise I Prof. José Carlos Eidam Lista 1 Em toda a lista, K denota um corpo ordenado qualquer. Corpos ordenados 1. Verifique as
a) Falsa. Por exemplo, para n = 2, temos 3n = 3 2 = 6, ou seja, um número par.
Matemática Unidade I Álgebra Série - Teoria dos números 01 a) Falsa. Por exemplo, para n =, temos 3n = 3 = 6, ou seja, um número par. b) Verdadeira. Por exemplo, para n = 1, temos n = 1 =, ou seja, um
Roteiro da segunda aula presencial - ME
PIF Enumerabilidade Teoria dos Números Congruência Matemática Elementar Departamento de Matemática Universidade Federal da Paraíba 29 de outubro de 2014 PIF Enumerabilidade Teoria dos Números Congruência
Análise I Solução da 1ª Lista de Exercícios
FUNDAÇÃO EDUCACIONAL SERRA DOS ÓRGÃOS CENTRO UNIVERSITÁRIO SERRA DOS ÓRGÃOS Centro de Ciências e Tecnologia Curso de Graduação em Matemática Análise I 0- Solução da ª Lista de Eercícios. ATENÇÃO: O enunciado
Referências e materiais complementares desse tópico
Notas de aula: Análise de Algoritmos Centro de Matemática, Computação e Cognição Universidade Federal do ABC Profa. Carla Negri Lintzmayer Conceitos matemáticos e técnicas de prova (Última atualização:
Matrizes - Parte II. Juliana Pimentel. juliana.pimentel. Sala Bloco A, Torre 2
Matrizes - Parte II Juliana Pimentel [email protected] http://hostel.ufabc.edu.br/ juliana.pimentel Sala 507-2 - Bloco A, Torre 2 AB BA (Comutativa) Considere as matrizes [ ] [ 1 0 1 2 A =
Aula 4 - Números Primos, MDC e MMC
Polos Olímpicos de Treinamento Intensivo (POTI) Curso de Teoria dos Números - Nível Aula 4 - Números Primos, MDC e MMC Prof. Samuel Feitosa Arquivo Original 1 1 Documento:...gaia/educacional/matematica/teoria
Demonstração. Sabemosqueϕémultiplicativa. Poroutrolado,sen = p α pαm m é a fatoração canônica de n em primos então temos uma fórmula explícita
Polos Olímpicos de Treinamento Curso de Teoria dos Números - Nível 3 Carlos Gustavo Moreira Aula 15 Funções multiplicativas e a função de Möbius 1 Funções Multiplicativas Umafunçãof definidasobren >0 éditamultiplicativa
Raciocínio Lógico I. Solução. Primeiramente vamos listar todos os números de dois algarismos que são múltiplos de 7 ou 13.
Polos Olímpicos de Treinamento Curso de Combinatória - Nível 1 Prof. Bruno Holanda Aula 3 Raciocínio Lógico I O estudo da Lógica é essencial para os alunos que desejam participar de olimpíadas de matemática.
MESTRADO PROFISSIONAL EM MATEMÁTICA EM REDE NACIONAL. ENQ Gabarito. a(x x 0) = b(y 0 y).
MESTRADO PROFISSIONAL EM MATEMÁTICA EM REDE NACIONAL ENQ 016.1 Gabarito Questão 01 [ 1,00 ::: (a)=0,50; (b)=0,50 ] (a) Seja x 0, y 0 uma solução da equação diofantina ax + by = c, onde a, b são inteiros
1 A Equação Fundamental Áreas Primeiras definições Uma questão importante... 7
Conteúdo 1 4 1.1- Áreas............................. 4 1.2 Primeiras definições...................... 6 1.3 - Uma questão importante.................. 7 1 EDA Aula 1 Objetivos Apresentar as equações diferenciais
Capítulo 2. Conjuntos Infinitos. 2.1 Existem diferentes tipos de infinito
Capítulo 2 Conjuntos Infinitos Um exemplo de conjunto infinito é o conjunto dos números naturais: mesmo tomando-se um número natural n muito grande, sempre existe outro maior, por exemplo, seu sucessor
ENSINO FUNDAMENTAL II. Sistemas de equações do 1 grau a duas variáveis
ENSINO FUNDAMENTAL II ALUNO (A): Nº PROFESSOR(A):Rosylanne Gomes/ Marcelo Vale e Marcelo Bentes DISCIPLINA: matemática SÉRIE: 7 ano TURMA: TURNO: DATA: / / 2016 Sistemas de equações do 1 grau a duas variáveis
Equações Diofantinas I
Polos Olímpicos de Treinamento Curso de Teoria dos Números - Nível Prof. Samuel Feitosa Aula 8 Equações Diofantinas I Exemplo 1. Em Gugulândia, o jogo de basquete é jogado com regras diferentes. Existem
Aritmética dos Restos. Problemas com Congruências. Tópicos Adicionais
Aritmética dos Restos Problemas com Congruências Tópicos Adicionais Aritmética dos Restos Problemas com Congruências 1 Exercícios Introdutórios Exercício 1. inteiro n Prove que n 5 + 4n é divisível por
Números Primos, MDC e MMC. O próximo teorema nos diz que os primos são as peças fundamentais dos números inteiros:
Polos Olímpicos de Treinamento Curso de Teoria dos Números - Nível Prof. Samuel Feitosa Aula 4 Números Primos, MDC e MMC. Definição 1. Um inteiro p > 1 é chamado número primo se não possui um divisor d
Capítulo 2. Conjuntos Infinitos
Capítulo 2 Conjuntos Infinitos Não é raro encontrarmos exemplos equivocados de conjuntos infinitos, como a quantidade de grãos de areia na praia ou a quantidade de estrelas no céu. Acontece que essas quantidades,
XIX Semana Olímpica de Matemática. Nível 3. Polinômios Ciclotômicos e Congruência Módulo p. Samuel Feitosa
XIX Semana Olímpica de Matemática Nível 3 Polinômios Ciclotômicos e Congruência Módulo p Samuel Feitosa O projeto da XIX Semana Olímpica de Matemática foi patrocinado por: Semana Olímpica 2016 Polinômios
Lista Função - Ita Carlos Peixoto
Lista Função - Ita Carlos Peixoto. (Ita 07) Sejam X e Y dois conjuntos finitos com X Y e X Y. Considere as seguintes afirmações: I. Existe uma bijeção f : X Y. II. Existe uma função injetora g: Y X. III.
Material Teórico - Módulo de Função Exponencial. Primeiro Ano - Médio. Autor: Prof. Angelo Papa Neto Revisor: Prof. Antonio Caminha M.
Material Teórico - Módulo de Função Exponencial Gráfico da Função Exponencial Primeiro Ano - Médio Autor: Prof. Angelo Papa Neto Revisor: Prof. Antonio Caminha M. Neto 0 de dezembro de 018 1 Funções convexas
Provas de Análise Real - Noturno - 3MAT003
Provas de 2006 - Análise Real - Noturno - 3MAT003 Matemática - Prof. Ulysses Sodré - Londrina-PR - provas2006.tex 1. Definir a operação ϕ entre os conjuntos A e B por ϕ(a, B) = (A B) (A B). (a) Demonstrar
Polos Olímpicos de Treinamento. Aula 1. Curso de Teoria dos Números - Nível 3. Divisibilidade 1. Carlos Gustavo Moreira e Samuel Barbosa Feitosa
Polos Olímpicos de Treinamento Curso de Teoria dos Números - Nível 3 Carlos Gustavo Moreira e Samuel Barbosa Aula 1 Divisibilidade 1 Teorema 1. (Algoritmo da Divisão) Para quaisquer inteiros positivos
Nota: Turma: MA 327 Álgebra Linear. Segunda Prova. Primeiro Semestre de T o t a l
Turma: Nota: MA 327 Álgebra Linear Primeiro Semestre de 2006 Segunda Prova Nome: RA: Questões Pontos Questão 1 Questão 2 Questão 3 Questão 4 Questão 5 T o t a l Questão 1. A matriz de mudança da base ordenada
Definição: Uma função de uma variável x é uma função polinomial complexa se pudermos escrevê-la na forma n
POLINÔMIO I 1. DEFINIÇÃO Polinômios de uma variável são expressões que podem ser escritas como soma finita de monômios do tipo : a t k k onde k, a podem ser números reais ou números complexos. Exemplos:
Um Estudo Sobre a Enuberabilidade do Conjunto Q dos Números Racionais
UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA Relatório de Pesquisa Um Estudo Sobre a Enuberabilidade do Conjunto Q dos Números Racionais Laís Ribeiro
XX OLIMPÍADA REGIONAL DE MATEMÁTICA DE SANTA CATARINA Treinamento 7 Nível 3
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS FÍSICAS E MATEMÁTICAS DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA PET MATEMÁTICA XX OLIMPÍADA REGIONAL DE MATEMÁTICA DE SANTA CATARINA Treinamento 7 Nível 3 Dias/Horários
Números Complexos - Parte II
Polos Olímpicos de Treinamento Curso de Álgebra - Nível Prof. Marcelo Mendes Aula 17 Números Complexos - Parte II Vamos finalizar nosso estudo dos números complexos apresentando a forma de escrevêlos com
Resumo: Nestas notas faremos um breve estudo sobre as principais propriedades. mínimos, gráficos e algumas aplicações simples.
Universidade Estadual de Maringá - Departamento de Matemática Cálculo Diferencial e Integral: um KIT de Sobrevivência c Publicação Eletrônica do KIT http://www.dma.uem.br/kit Equação quadrática Prof. Doherty
RESOLUÇÕES LISTA 02. b) FALSA, pois para termos a equação de uma reta em um certo ponto a função deve ser derivável naquele ponto.
UNIVERSIDADE ESTADUAL VALE DO ACARAÚ CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS CAMPUS DA CIDAO CURSO DE MATEMÁTICA CÁLCULO NUMÉRICO JOSÉ CLAUDIMAR DE SOUSA RESOLUÇÕES LISTA 02 QUESTÃO 1 a) Pela equação
Polos Olímpicos de Treinamento. Aula 11. Curso de Teoria dos Números - Nível 2. O Teorema Chinês dos Restos. Prof. Samuel Feitosa
Polos Olímpicos de Treinamento Curso de Teoria dos Números - Nível 2 Prof. Samuel Feitosa Aula 11 O Teorema Chinês dos Restos Iremos estudar um antigo teorema descoberto pelos chineses no início século
Primeira Maratona de Matemática - Gabarito
Primeira Maratona de Matemática - Gabarito 1) Cada um dos três amigos, Mário, João e Felipe, pratica uma, e apenas uma, das modalidades esportivas: futebol, basquetebol ou natação Nenhuma das três modalidades
Resumo: Nestas notas faremos um breve estudo sobre as principais propriedades. mínimos, gráficos e algumas aplicações simples.
Universidade Estadual de Maringá - Departamento de Matemática Cálculo Diferencial e Integral: um KIT de Sobrevivência c Publicação Eletrônica do KIT http://www.dma.uem.br/kit Equação quadrática Prof. Doherty
XIX Semana Olímpica de Matemática. Nível 3. Polinômios em Z[x] Matheus Secco
XIX Semana Olímpica de Matemática Nível 3 Polinômios em Z[x] Matheus Secco O projeto da XIX Semana Olímpica de Matemática foi patrocinado por: Polinômios em Z[x] N3 Professor Matheus Secco 1 Ferramentas
Instituto de Matemática - IM/UFRJ Cálculo I - MAC118 1 a Prova - Gabarito - 13/10/2016
Instituto de Matemática - IM/UFRJ Cálculo I - MAC118 1 a Prova - Gabarito - 13/10/2016 Questão 1: (2 pontos) x (a) (0.4 ponto) Calcule o ite: 2 + 3 2. x 1 x 1 ( πx + 5 ) (b) (0.4 ponto) Calcule o ite:
XX OLIMPÍADA REGIONAL DE MATEMÁTICA DE SANTA CATARINA Resolução do treinamento 6 Nível 3
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS FÍSICAS E MATEMÁTICAS DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA PET MATEMÁTICA XX OLIMPÍADA REGIONAL DE MATEMÁTICA DE SANTA CATARINA Resolução do treinamento
José Paulo Carneiro (0; 0) (0; 1) (0; 2) (0; 3) (1; 0) (1; 1) (1; 2) (1; 3) (2; 0) (2; 1) (2; 2) (2; 3) (3; 0) (3; 1) (3; 2) (3; 3)
A ENUMERABILIDADE DE E O CHÃO TRIANGULAR José Paulo Carneiro Nível Intermediário < < é < < e
Devemosconsiderardoiscasos: 7 k ou7 k+1. Alémdisso, lembremo-nosdoseguintefato:
Polos Olímicos de Treinamento Curso de Teoria dos Números - Nível Prof. Samuel Feitosa Aula 18 Resíduos Quadráticos Definição 1. Para todos a tais que mdc(a,m) = 1, a é chamado resíduo quadrático módulo
GABARITO E PAUTA DE CORREÇÃO DO ENQ Questão 2 [ 1,0 pt ::: (a)=0,5; (b)=0,5 ] Sejam a, b, p inteiros, com p primo.
GABARITO E PAUTA DE CORREÇÃO DO ENQ-014. Questão 1 [ 1,0 pt ::: (a)=0,5; (b)=0,5 ] Sejam a, b, p inteiros, com p primo. Demonstre que: (a) se p não divide a, então (p, a) = 1. (b) se p ab, então p a ou
Pré-Cálculo. Humberto José Bortolossi. Aula de junho de Departamento de Matemática Aplicada Universidade Federal Fluminense
Pré-Cálculo Humberto José Bortolossi Departamento de Matemática Aplicada Universidade Federal Fluminense Aula 12 06 de junho de 2011 Aula 12 Pré-Cálculo 1 A função afim A função afim Uma função f : R R
1 Funções quadráticas para ajudar nas contas
Funções quadráticas e polinômios Carlos Shine No que segue na parte teórica, f(x) = ax 2 +bx+c, a 0, a,b,c R. Seja também = b 2 4ac o discriminante de f. 1 Funções quadráticas para ajudar nas contas (Equação
INE5403 FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA DISCRETA
INE5403 FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA DISCRETA PARA A COMPUTAÇÃO PROF. DANIEL S. FREITAS UFSC - CTC - INE Prof. Daniel S. Freitas - UFSC/CTC/INE/2007 p.1/31 7 - ESTRUTURAS ALGÉBRICAS 7.1) Operações Binárias
Polos Olímpicos de Treinamento. Aula 10. Curso de Álgebra - Nível 3. Diferenças finitas e o polinômio interpolador de Lagrange. 1. Diferenças Finitas
Polos Olímpicos de Treinamento Curso de Álgebra - Nível 3 Prof. Cícero Thiago / Prof. Marcelo Aula 10 Diferenças finitas e o polinômio interpolador de Lagrange. 1. Diferenças Finitas Seja P(x) um polinômio
Inversão de Matrizes
Inversão de Matrizes Prof. Márcio Nascimento Universidade Estadual Vale do Acaraú Centro de Ciências Exatas e Tecnologia Curso de Licenciatura em Matemática Disciplina: Álgebra Matricial - 2017.1 18 de
Humberto José Bortolossi [01] (a) (1.0) Escreva infinitos números racionais que pertençam ao intervalo
PRIMEIRA VERIFICAÇÃO DE APRENDIZAGEM Pré-Cálculo Humberto José Bortolossi http://www.professores.uff.br/hjbortol/ Nome legível: Assinatura: [0] (a) (.0) Escreva infinitos números racionais que pertençam
1 0 para todo x, multiplicando-se os dois membros por. 2x 1 0 x 1 2. b a x. ba 2. e b 2 c
CAPÍTULO 1 Exercícios 1..n) Como x 0 para todo x, o sinal de x(x ) é o mesmo que o de x; logo, x(x ) 0 para x 0; x(x ) 0 para x 0; x(x ) 0 para x 0.. n) Como x 1 1 0 para todo x, multiplicando-se os dois
Aulas práticas de Álgebra Linear
Ficha Matrizes e sistemas de equações lineares Aulas práticas de Álgebra Linear Mestrado Integrado em Engenharia Eletrotécnica e de Computadores o semestre 6/7 Jorge Almeida e Lina Oliveira Departamento
