REFORMA NO ENSINO MÉDIO?
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- Jerónimo Amado Arruda
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1 REFORMA NO ENSINO MÉDIO? Prof. Heleno Araújo Filho Diretor de Assuntos Educacionais do SINTEPE Secretário de Assuntos Educacionais da CNTE Coordenador do Fórum Nacional de Educação - FNE
2 Com base em que Avaliação? Monitoramento do aprendizado Hoje apenas Leitura e Matemática. Prova Brasil é o instrumento. Taxa de Aprovação. (IDEB)
3 Alguns Resultados do Censo Escolar 2013 ENSINO MÉDIO Primeiro Segundo Terceiro Promoção 68,13 77,73 86,52 Repetência 18,55 10,20 6,59 Evasão 13,32 12,06 6,89
4 Para o Ensino Médio, também Reforma ou Aplicação das Leis?
5 Constituição Federal Art O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios: I - igualdade de condições para o acesso e permanência na escola; V - valorização dos profissionais da educação escolar, garantidos, na forma da lei, planos de carreira, com ingresso exclusivamente por concurso público de provas e títulos, aos das redes públicas; (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 53, de 2006) VI - gestão democrática do ensino público, na forma da lei; VII - garantia de padrão de qualidade.
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7 Lei / PNE Art. 11. O Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica, coordenado pela União, em colaboração com os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, constituirá fonte de informação para a avaliação da qualidade da educação básica e para a orientação das políticas públicas desse nível de ensino. 1 o O sistema de avaliação a que se refere o caput produzirá, no máximo a cada 2 (dois) anos:... II - indicadores de avaliação institucional, relativos a características como o perfil do alunado e do corpo dos (as) profissionais da educação, as relações entre dimensão do corpo docente, do corpo técnico e do corpo discente, a infraestrutura das escolas, os recursos pedagógicos disponíveis e os processos da gestão, entre outras relevantes.
8 LDB Lei n /1996 Art. 3º O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios: VIII - gestão democrática do ensino público, na forma desta Lei e da legislação dos sistemas de ensino; XI - vinculação entre a educação escolar, o trabalho e as práticas sociais.
9 Lei / PNE Art. 9 o Os Estados, o Distrito Federal e os Municípios deverão aprovar leis específicas para os seus sistemas de ensino, disciplinando a gestão democrática da educação pública nos respectivos âmbitos de atuação, no prazo de 2 (dois) anos contado da publicação desta Lei, adequando, quando for o caso, a legislação local já adotada com essa finalidade. (Prazo: 25 de Junho de 2016)
10 LDB Lei n /1996 Art. 15. Os sistemas de ensino assegurarão às unidades escolares públicas de educação básica que os integram progressivos graus de autonomia pedagógica e administrativa e de gestão financeira, observadas as normas gerais de direito financeiro público.
11 LDB Lei n /1996 Art. 62. A formação de docentes para atuar na educação básica far-se-á em nível superior, em curso de licenciatura, de graduação plena, em universidades e institutos superiores de educação, admitida, como formação mínima para o exercício do magistério na educação infantil e nos 5 (cinco) primeiros anos do ensino fundamental, a oferecida em nível médio na modalidade normal. (Redação dada pela Lei nº , de 2013)
12 Adequação da formação do docente da educação básica: Ensino Médio % 90% 80% 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% 80,1 75,9 73,4 72,7 69,8 67,9 56,8 51,2 40,0 38,5 30,2 22,6 Grupo 5 Grupo 4 Grupo 3 Grupo 2 Grupo 1
13 Lei / PNE Meta 15: garantir, em regime de colaboração entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, no prazo de 1 (um) ano de vigência deste PNE, política nacional de formação dos profissionais da educação de que tratam os incisos I, II e III do caput do art. 61 da Lei n o 9.394, de 20 de dezembro de 1996, assegurado que todos os professores e as professoras da educação básica possuam formação específica de nível superior, obtida em curso de licenciatura na área de conhecimento em que atuam.
14 LDB Lei n /1996 Art º O repasse dos valores referidos neste artigo do caixa da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios ocorrerá imediatamente ao órgão responsável pela educação, observados os seguintes prazos:...
15 Ensino Médio: Medida Provisória n. 746/2016 Reforma para que? E para quem?
16 A ausência:... A utilização do instrumento da Medida Provisória para tratar de tema tão sensível e complexo é temerário e pouco democrático Ademais, por se tratar de tema que envolve milhares de instituições públicas e privadas, centenas de organizações da sociedade civil e milhões de profissionais, imaginar que um governo pode, sozinho, apresentar uma solução pronta e definitiva é uma ilusão incompatível com o regime democrático. Mais que inefetiva, a apresentação de soluções fáceis para problemas complexos é um erro perigoso. (Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão PFDC/MPF)
17 O desrespeito: O Governo Temer erra no método, no processo e no conteúdo. Reforça a fragmentação e a hierarquia do conhecimento escolar; não trata as questões basilares; empobrece a formação; ignora a instância permanente de negociação e cooperação; reposiciona os conceitos de competências, habilidades e expectativas de aprendizagem; elimina disciplinas do currículo; desmonta a meta 15 do PNE. (Nota Pública n. 45 do FNE)
18 Os retrocessos - Sobre o conteúdo, a reforma do MEC tem um objetivo central reduzir a aprendizagem dos estudantes aos ditames do mercado e fomentar a privatização das escolas e a terceirização de seus profissionais. - A MP 746 traz de volta a dicotomia entre formação geral humanística e a profissional lançada pelo Governo FHC com o Decreto 2.208/97.
19 - A MP rompe com as diretrizes curriculares nacionais do ensino médio e da educação técnica profissional, que defendem a integração dos currículos escolares, sem distinção de blocos de modo a privilegiar a interdisciplinaridade ou outras formas de interação e articulação entre diferentes campos de saberes específicos. - Tratou de revogar tacitamente as mencionadas resoluções do Conselho Nacional de Educação (CNE), repassando ao MEC, por meio do 2º do art. 36 (versão da MP), o poder supremo para emanar as diretrizes que devem pautar a construção dos projetos de vida dos estudantes e sua formação sob os aspectos cognitivo e socioemocionais.
20 - Muitos estudantes certamente ficarão sem cursar suas áreas de preferência na escola pública, pois os sistemas de ensino não serão obrigados a oferecerem as cinco áreas de aprofundamento. E como ficarão os jovens nesta situação? Terão que pagar escola privada? Receberão vouchers dos governos? - Outra intenção da reforma é reduzir o conhecimento obrigatório dos estudantes do ensino médio público à língua portuguesa e à matemática únicas disciplinas a serem ministradas obrigatoriamente nos três anos do ensino médio, a fim de melhorar as notas nos testes estandardizados (nacionais e internacionais) e de quebra fomentar a formação de mão de obra barata e despolitização dos sujeitos (mesmo objetivo da reforma educacional de 1990, porém à época o foco era o ensino fundamental).
21 - No contexto geral, a reforma do ensino médio se mostra estreitamente alinhada com outras iniciativas retrógradas do governo golpista, a exemplo da Lei da Mordaça, da PEC 241, que limitará as despesas da União em áreas sociais inclusive na educação, da privatização das escolas e da terceirização dos profissionais da educação por meio de OSs (e a MP prevê contratar professores por notório saber, sem concurso público), da reforma da previdência e da flexibilização e redução de direitos trabalhistas, comprometendo, portanto, não só os estudantes, mas também os trabalhadores em educação.
22 - Com relação a expansão da carga horária, a reforma prevê instituir política (mas na verdade é programa) de repasse de recursos da União diretamente às escolas que implementarem o currículo mínimo e o ensino de tempo integral. Mas nesse ponto há um blefe, pois não existe garantias de que os recursos seguirão de fato para as escolas, tampouco em que quantidade. O 2º do art. 6º da MP é claro: A transferência de recursos será realizada anualmente, a partir de valor único por aluno, respeitada a disponibilidade orçamentária para atendimento, a ser definida por ato do Ministro de Estado da Educação. (grifo nosso).
23 - Extraoficialmente, foi divulgado que até 2018 serão repassados R$ 1,5 bilhão na forma de estímulo aos estados, o que representa menos de 10% da complementação da União ao Fundeb neste ano de 2016 ou seja, muito pouco dinheiro! Com essa quantia pretende-se atender até 500 mil estudantes em tempo integral, sendo que o investimento per capita por aluno será de R$ 3.000,00, abaixo do praticado em 2016 no Fundeb (R$ 3.561,74).
24 - A privatização e a terceirização das escolas se mostram claras na MP. Primeiro, cria-se mais um segmento profissional (sem necessidade de habilitação) dentro da categoria dos trabalhadores em educação (art. 61 da LDB). Para a contratação desses profissionais bastaria a comprovação de notório saber, o que reforça a afronta a um dos princípios da qualidade da educação já mitigado pela Lei das Organizações Sociais. Depois admitese o repasse de parte da ajuda federal aos estados para pagamento de bolsas de estudo na rede privada. E por último, ao limitar a ajuda da União aos estados em no máximo 4 anos depois disso os entes estaduais terão que arcar com as despesas integrais das novas escolas, abre-se caminho para as parcerias público-privadas sobretudo pela via já pavimentada das OSs.
25 - A MP não se refere ao ensino noturno ou à regulamentação do CAQi e CAQ, como forma de equalizar as condições de acesso, permanência e aprendizagem dos estudantes do ensino médio. Também não aborda outras questões indispensáveis à qualidade, a exemplo da limitação do número de estudantes por sala de aula, do acesso prioritário dos jovens de baixa renda no ensino de tempo integral, da formação e valorização dos profissionais da educação, dentre outras.
26 Pela Retirada/Rejeição desta MP SIGAMOS FIRMES NA LUTA!
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