Universidade de São Paulo
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- Lídia Castanho Estrada
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1 Universidade de São Paulo Faculdade de Direito do Largo São Francisco DCO 0317 Fundamentos dos Contratos Empresariais e das Declarações Unilaterais de Vontade (Fundamentos dos Títulos de Crédito) Profª Dra. Sheila Christina Neder Cerezetti Handout - Seminário 4 Grupo: André Lopes Bastos Ferreira nº USP Caio Cesar Vieira Machado nº USP Caio Tulio de S. P. G. e Kurosaka nº USP Daniel de Araújo Dourado nº USP Felipe Zabeu Vasen nº USP Gisela Provasi nº USP Guilherme Lopes Barbosa nº USP Vinícius Macedo Teixeira nº USP Temas para discussão em sala de aula: Aparente contradição entre acórdãos/entendimentos de julgados do STJ; A possibilidade de exceção contra a pessoa do endossatário de boa-fé, quando do inadimplemento da obrigação originária do título; A nulidade/anulabilidade do título endossado, quando configurada a má-fé do endossante ou quando o negócio jurídico originário não se concretiza; A aplicação literal e restritiva da lei nº 7.357/1985 (Lei dos Cheques) e a possibilidade de investigação da causa debendi;
2 Da necessidade de observância da forma para o endosso e o aval e suas possíveis consequências (Lei Uniforme de Genebra); Leituras obrigatórias: - REsp /RS Rel. Min. Ricardo Villas Bôas Cueva; - REsp 2.814/MT Rel. Min. Athos Carneiro; - REsp /ES Rel. Min. Waldemar Zveiter; - REsp /MG Rel. Min. Aldir Passarinho Júnior/Rel. para acórdão Min. Fernando Gonçalves; - BORGES, João Eunápio, Títulos de Crédito, Ed. Forense, Rio de Janeiro, 1975, p ; - ROSA JR., Luiz Emygdio Franco, Títulos de Crédito, Ed. Renovar, Rio de Janeiro, 2002, p Leituras complementares: - LUCCA, Newton de, Aspectos da Teoria Geral dos Títulos de Crédito, Livraria Pioneira Editora, São Paulo, 1979, p ASCARELLI, Tulio, Teoria Geral dos Títulos de Crédito, Ed. Saraiva, São Paulo, 1969, p Resumos: REsp : Apelante alega ser parte ilegítima na execução promovida pelo apelado. Assinatura do apelante no verso do cheque cheque nominal,mas a pessoa diversa que não o apelante. Decisão do TJMG entendeu se tratar de aval, já que o cheque é nominal e só poderia ser endossado pelo emitente, no caso, o apelado Não há assinatura sem expressão em título cambial. Voto do relator: Aldir Passarinho Júnior Cheque ao portador: endosso pela simples tradição possibilidade trazida pela LUG. No entanto, simples assinatura no verso é endosso. Cheque nominativo: simples assinatura no verso é endosso. Nesse caso, conhece em parte o recurso, porque não seria possível provar que era endosso. Para ser aval é necessária a assinatura no anverso ou, se no verso, expressão por aval.
3 Art. 30 da Lei 7357/85 -> Questão do aval. Voto do João Otávio de Noronha: Assinatura torna endosso (em branco). Independência e autonomia dos títulos de crédito. Voto vista: Luís Felipe Salomão Não se trata de endosso. Só o beneficiário poderia fazê-lo. Trata-se de aval. Voto Fernando Gonçalves: Só pode endossar quem é beneficiário. Aval. 1) Mas, e se a assinatura fosse do beneficiário? Poderia ser considerado endosso em branco, embora fosse nominal o cheque? João Eunápio Borges: Quer decorra da lei, quer da vontade do emitente, a forma de circulação do título com o qual foi emitido não poderá ser alterado pelo tomador imediato ou pelos sucessivos possuidores do título. 2) Cheque é título de crédito próprio ou mero instrumento de retirada de fundos? Luís Emygdio F. da Rosa Júnior: Doutrina diverge : Há quem afirme que é título impróprio por não traduzir operações de crédito, mas quando tem seus direitos transferidos a terceiro passa a corresponder a verdadeiro título de crédito, porque com a circulação aparece o elemento crédito, ficando o endossante responsável pelo pagamento. AgRg REsp /RS
4 Agravo Regimental interposto por réu de ação declaratória de nulidade e inexigibilidade de cheque endossado, julgada procedente por considerar que o contrato de compra e venda, em razão da impossibilidade de adimplemento comunicado pela parte, teria se desfeito. Assim, decidiu-se pela possibilidade de exame da causa debendi, declarando-se nulo o título, ainda que em face de terceiro de boa-fé. REsp 2.814/MT Recurso Especial interposto por exequente de cheque a ele endossado em face do acórdão que admitiu exceções do devedor em relação ao credor primitivo a ao atual credor, com base em aplicação extensiva os embargos à execução (art. 745 do CPC). Em nome da boa-fé do terceiro endossado e pela jurisprudência e doutrina, em especial de Pontes de Miranda e José E. Borges, foi dado provimento ao Recurso Especial, afastando qualquer possibilidade de exceção contra o endossado e garantindo a autonomia e o princípio da abstração do título. Em vista do claro dissídio jurisprudencial do STJ, é realmente possível exceção à execução do cheque por terceiro endossado de boa-fé? Qual poderia ser a consequência em caso de inadimplemento do contrato? E em caso de extinção da obrigação? E em caso de nulidade/ anulação do contrato? REsp Neste caso, a recorrida emitiu duas duplicatas em pagamento de uma locação de bens móveis. Nota-se, na decisão e no acórdão recorridos, o entendimento de que neste caso as duplicatas seriam nulas, uma vez que a causa debendi seria incompatível com os objetos sobres os quais deve versar o contrato, segundo a lei, para emissão de duplicata, quais sejam: (i) compra e venda; ou (ii) prestação de serviços. O fundamento do não conhecimento do REsp baseou-se no fato de que a emissão de duplicata, sendo ela um título causal, somente deveria ser possível quando se verifica a causa debendi adequada. Há entendimento doutrinário em sentido contrário do fundamento exposto no referido REsp, segundo o qual, aceitando-se o título, mesmo sendo inadequada a causa debendi, deve ser vedada a arguição de sua nulidade em sede de Embargos à Execução como justificativa para o não pagamento da duplicata.
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