ENGENHARIA E MEIO AMBIENTE
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- Daniel Castelhano Mendonça
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2 Plano de Gestão de Água e Análise de Riscos para o Planejamento Estratégico de Empreendimentos Msc. Eng. Hidráulica e Sanitária USP EESC - Virgínia Sodré
3 PROGRAMAÇÃO A ÁGUA E O MERCADO IMOBILIÁRIO; PANORAMA DA ÁGUA NO ESTADO DE SÃO PAULO; GESTÃO DA ÁGUA X PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO; O PROGRAMA ÁGUA DE VALOR; ANÁLISE DE RISCOS; A PEGADA HÍDRICA (WFN) COMO UMA FERRAMENTA DE GESTÃO DA ÁGUA;
4 COMO A FALTA DE ÁGUA ESTÁ AFETANDO O MERCADO IMOBILIÁRIO O risco de racionamento de energia elétrica e de água fez surgir um novo temor: a paralisação da construção civil (Veja, Fev.15). Idéia também já foi debatida pelo governo (Dez.14). A cidade de Itu, proibiu o lançamento de novos empreendimentos imobiliários. A Câmara dos vereadores de SP aprovou, o projeto de lei que prevê multa de R$ 1 mil para quem for pego lavando calçada ou automóvel com água tratada (Estadão, Fev.15). Falta de Água em São Paulo faz Caminhão Pipa fica até 275% mais caro (R$400 R$1.500 o caminhão R$25/m³ - R$100/m³) (Estadão, 17/10/2014).
5 DISPONIBILIDADE HÍDRICA - REGIÃO SUDESTE NO BRASIL A Região Sudeste do Brasil vive uma das suas maiores secas ; O Brasil apesar de ter 13,7% da reserva de água do mundo, aproximadamente 35% das américas e 57% da américa do sul, possui regiões com baixa disponibilidade de água. DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA DOCE NO BRASIL Regiões População Norte 6,98% Centro-Oeste 6,41% Sul 15,05% Sudeste 42,65% Nordeste 28,91% Fonte: ANA 2013 O Estado de São Paulo possui (2.209 m³/hab.ano), a Bacia do Piracicaba (408 m³/hab.ano) e a Bacia do Alto Tietê (200 m³/hab.ano) (Fonte Ana, 2010).
6 2010- DISPONIBILIDADE HÍDRICA NO ESTADO DE SÃO PAULO SITUAÇÃO DOS USOS DA ÁGUA EM RELAÇÃO À VAZÃO MÍNIMA NATURAL MUITO CRÍTICA (RMSP) CRÍTICA (10 Regiões) ATENÇÃO (1 Região) BOA (7 Regiões) MUITO BOA (3 Regiões) RMSP Demanda de água: 432% da vazão mínima natural Importa água da bacia do rio Piracicaba (crítica)
7 2015 REGIÕES QUE SE ENCONTRAM EM ESTADO CRÍTICO EM SÃO PAULO SITUAÇÃO DOS USOS DA ÁGUA EM RELAÇÃO À VAZÃO MÍNIMA NATURAL MUITO CRÍTICA CRÍTICA BOA MUITO BOA E O FUTURO... COMO ESTAREMOS DAQUI HÁ 20 ANOS? Fonte: Adaptado Rui Brasil Assis, Comitê Alto Tietê (2010) e Manual de Conjuntura de Crise - ANA (2014).
8 E DAQUI HÁ 20 ANOS... ENGENHARIA E MEIO AMBIENTE PROJEÇÃO DO CRESCIMENTO POPULACIONAL E DA DEMANDA DE ÁGUA. POPULAÇÃO TOTAL ( Milhões de Habitantes) 32,8 34,1 35,7 37,0 = 4,2 milhões hab Irrigação = 12 m³/s Industrial = 12 m³/s urbano = 17 m³/s DEMANDA DE ÁGUA DA MACROMETRÓPOLE ( m³/s) = 41 m³/s Fonte: Adaptado - Rui Brasil Assis, Comitê Alto Tietê Urbano Industrial Irrigação
9 QUAL É O MAIOR VILÃO DO CONSUMO DE ÁGUA NA RMSP? 83% da demanda da RMSP ENGENHARIA E MEIO AMBIENTE É para atendimento a consumo residencial (Seja Unifamiliar ou Multifamiliar- condomínios). No unifamiliar o consumo médio é de 150L/pessoa.dia Nos condomínios (multifamiliares este consumo salta para 220 L/pessoa.dia), o que corresponde a um incremento de quase 50% de 70 L/pessoa.dia a mais. UM DOS GRANDES VILÕES. Fonte: SABESP, 2014.
10 CENÁRIO ATUAL E FUTURO DE ESCASSEZ... Foto: Google do Sistema Cantareira, Necessidade de Ações Imediatas e Permanentes.
11 E A SOLUÇÃO... ÁGUA DE POÇO? 12 mil poços irregulares em São Paulo. 16 m³/s Capacidade de Água de poço em São Paulo. 10m³/s - Já está sendo utilizado. Risco elevado de Superexploração da água de Poço (Estudos mostraram um rebaixamento de até 70 metros no nível do aquífero Guarani em Ribeirão Preto - com uma média de um metro por ano). Faltar água e recalque de solo e contaminação do poço. Multas para uso sem outorga. Pedidos de outorga no mínimo 06 meses.
12 MUDANÇA DE PARADIGMA Comoditie Abundante Resíduo Barato Dentro da cerca (do site) Operação Impactos ambientais Crescimento Infinito Recurso Limitado Conservação Custo elevado Bacia Hidrográfica Cadeia de Valor Análise de riscos Limites Ecológicos
13 PREVISIBILIDADE... COMO A EMPRESA ESTARÁ OPERANDO DAQUI HÁ DEZ, VINTE ANOS? COMO VÃO ESTAR AS RESTRIÇÕES IMPOSTAS PELA FALTA DE RECURSO? O QUE ESTAMOS FAZENDO?
14 O cenário crítico demonstra a necessidade urgente de uma maior preocupação com a água Novas abordagens, novos desafios, Conhecer a pegada hídrica; Reduzir a pegada Hídrica; Realizar a Gestão Estratégica da Água; Analisar impactos; Riscos e Oportunidades; Questão de sobrevivência do Negócio
15 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DE GESTÃO DA ÁGUA Precisamos planejar para para operarmos num cenário crítico. Buscar garantir a nossa competitividade no mercado, viabilizando os novos negócios e tendo um diferencial em relação aos concorrentes. PREPARAR-SE PARA O INEVITÁVEL, PREVENINDO O INDESEJÁVEL E CONTROLANDO O QUE FOR CONTROLÁVEL. O PLANEJAMENTO NÃO DIZ RESPEITO ÀS DECISÕES FUTURAS, MAS ÀS IMPLICAÇÕES FUTURAS DE DECISÕES PRESENTES. (PETER F. DRUCKER).
16 PRIMEIRO PLANO DE ÁGUA PARA O MERCADO DE CONSTRUÇÃO PESADA
17 PROGRAMA ÁGUA DE VALOR De forma inédita foi realizado o primeiro Programa Estratégico de Gestão da Água para uma Incorporadora no Brasil. Aumentar a resiliência da empresa diante de cenários adversos; Proporcionou a empresa um melhor entendimento quanto a sua relação com a água e os seus processos. Mapeou-se os possíveis riscos, identificando as medidas mitigadoras e novas oportunidades. PROPORCIONAR UM PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DA ÁGUA
18 DIAGNÓSTICO GESTÃO DA ÁGUA A GESTÃO DA ÁGUA : NÍVEL MACRO Gestão das Bacias e Sistemas Hidrográficos (contribui de certa forma para redução da poluição da bacia e das pressões por demandas de água); NÍVEL MESO Sistemas Públicos Urbanos de Abastecimento de Água, Coleta de Esgoto e Drenagem das Águas Pluviais; (redução da demanda por infraestrutura); NÍVEL MICRO Consumo Durante a Construção e Produto (edificação). UMA OPERAÇÃO MAIS EFICIENTE.
19 SITUACIONAL A NÍVEL MACRO E MESO MANANCIAL, ÁGUA, ESGOTO E DRENAGEM RH DO PARANÁ BACIA DO ALTO TIETÊ SUB BACIA ACLIMAÇÃO ETA GUARAÚ ETE BARUERI CONSUMO PRODUÇÃO E PRODUTO FINAL: NOVA EDIFICAÇÃO RH DO PARANÁ BACIA DO ALTO TIETÊ SUB BACIA MORRO DO S ETA GUARAÚ S/ LIGAÇÃO A ETE CONSUMO PRODUÇÃO E PRODUTO FINAL: NOVA EDIFICAÇÃO RH DO PARANÁ BACIA DO ALTO TIETÊ SUB BACIA UBERABA E SAPATEIRO ETA ALTO DA BOA VISTA ETE BARUERI CONSUMO PRODUÇÃO E PRODUTO FINAL: NOVA EDIFICAÇÃO RH DO PARANÁ BACIA DO ALTO TIETÊ SUB BACIA INTERMEDIÁRIA DE SUMARÉ E ÁGUA PRETA ETA GUARAÚ ETE BARUERI CONSUMO PRODUÇÃO E PRODUTO FINAL: NOVA EDIFICAÇÃO RH DO PARANÁ BACIA DO ALTO TIETÊ SUB BACIA RIOS ANHANGEUERA E LUZ ETA GUARAÚ ETE BARUERI CONSUMO PRODUÇÃO E PRODUTO FINAL: NOVA EDIFICAÇÃO RH ATLÂNTICO SUDESTE BACIA DA BAIXADA SANTISTA SUB BACIA RIBEIRÄO SÄO BENTO ETA PILÕES / CUBATÃO EMISSÁRIO MARINHO CONSUMO PRODUÇÃO E PRODUTO FINAL: NOVA EDIFICAÇÃO
20 SITUACIONAL A NÍVEL MACRO E MESO
21 SITUACIONAL A NÍVEL MICRO OBRA
22 SITUACIONAL A NÍVEL MICRO PRODUTO DISTRIBUIÇÃO DO CONSUMO DE ÁGUA EM UMA RESIDÊNCIA NO BRASIL Distribuição do consumo de água em uma residência no Brasil. Fonte: PROSAB, 2011
23 PRODUTO - NOVAS EDIFICAÇÕES Busca por produtos que ofereçam uma menor conta de água.
24 IMPACTOS, RISCOS E OPORTUNIDADES OPORTUNIDADES IMPACTOS Medida em que o volume e / ou qualidade da água utilizada ou descarregada por uma organização em uma bacia hidrográfica afeta a disponibilidade de água para outros usos ou prejudica a saúde humana e de ecossistemas. *Organizações com poucos impactos, também, pode enfrentar muitos riscos relacionados a água. RISCOS Potenciais negócios que podem ser criados por ações voluntárias na gestão sustentável da água. Interrupção do negócio ou passivos a este, provocados pelos impactos relacionados a restrições externas relacionados com a água.
25 RISCOS RELACIONADOS A ÁGUA A percepção dos riscos é um dos principais fatores motivacionais para empresas adotarem estratégias específicas para a água. Pesquisa (CDP Water 2013), um quarto (23%) DAS EMPRESAS não sabem se a água representa um risco para suas CADEIAS DE SUPRIMENTOS.
26 DIRETRIZES INTERNACIONAIS DE MAIOR RELEVÂNCIA WATER STEWARDSHIP Mais de 400 aspectos (riscos, oportunidades e melhores práticas LEMBRAR SEMPRE QUE ESTAS DEVEM SER AVALIADOS EM CONJUNTO COM OS INSTUMENTOS LEGAIS
27 QUAL FERRAMENTA DE GESTÃO UTILIZAR? Ferramenta para gestão de água com base na WATER FOOTPRINT NETWORK. Conseguimos assim avaliar o grau de sustentabilidade, com relação a água (PEGADA HÍDRICA) do empreendimento. Indicador de uso de água doce, que leva em conta tanto o uso direto quanto indireto. Contempla os impactos da poluição, indicador mais abrangente do que um indicador que leva em conta somente a retirada de água.
28 FERRAMENTA DE GESTÃO WATER FOOTPRINT PEGADA HÍDRICA - EMPREENDIMENTO SINDUSCON CÁLCULO DA PEGADA HÍDRICA EMPREENDIMENTO - BASE ORÇAMENTO PEGADA HÍDRICA PLANEJADA MAPA DA PEGADA HÍDRICA CÁLCULO DA PEGADA HÍDRICA DA OBRA INDICADORES RELATÓRIO CÁLCULO PAINEL DE CONTROLE ETAPA 1 ETAPA 2 ETAPA 3 ETAPA , , , ,33 PEGADA HÍDRICA PLANEJADA COMPONENTE, FERRAMENTA E DESCARTE ( 1000 M³) 41,42 6,72 6,72 200,39 COMPONENTES FERRAMENTAS EFLUENTE EVAPOTRANSPIRAÇÃO
29 PEGADA HÍDRICA PLANEJADA SABESP PEGADA HÍDRICA - BASE ORÇAMENTO CAMINHÃO PIPA POÇO ARTESIANO CONSUMO HUMANO CONSUMO PRODUÇÃO , ,50 ESCRITÓRIO COMPONENTE FERRAMENTA , , ,00 REFEITÓRIO 24,00 FABRICAÇÃO CONCRETO ,00 LIMPEZA RUA - VESTIÁRIO ,00 FABRICAÇÃO ARGAMASSA 125,00 LAVA RODAS 2.520,00 COPA 960,00 FABRICAÇÃO GESSO 100,00 LIMPEZA EQUIPAMENTOS 4.200,00 EFLUENTE E EVAPOTRANSPIRAÇÃO ,20 EFLUENTE SANIT ,00 EFLUENTE INDUST 6.720,00 FABRICAÇÃO DE CIMENTO 148,00 CURA CONCRETO 1,50 IRRIGAÇÃO 12,50 LIMPEZA FERRAMENTAS LIMPEZA ÁREAS TESTES HIDROSTÁTICOS E DE IMPERMEABILIZAÇÃO EVAPOTRANSP ,20
30 PROGRAMA ÁGUA DE VALOR ETAPA 1 ETAPA 2 ETAPA 3 ETAPA 4 Mobilização do canteiro, terraplenagem e fundação Superestrutura (Estrutura, Alvenaria e Instalações) Acabamento (Gesso, Cerâmica, Fachada e Contrapiso) Pintura e Limpeza Final de obra ,13 M³ ,53 M³ ,93 M³ ,33 M³ ORIGEM DA ÁGUA ORIGEM DA ÁGUA ORIGEM DA ÁGUA ORIGEM DA ÁGUA INCORPORAÇÃO ,50 INCORPORAÇÃO ,00 INCORPORAÇÃO 6.698,00 INCORPORAÇÃO 3.965,00 EVAPOTRANSPIRAÇÃO 3.020,50 EVAPOTRANSPIRAÇÃO 6.142,60 EVAPOTRANSPIRAÇÃO 1.339,60 EVAPOTRANSPIRAÇÃO 793,00 VOLUME TOTAL ,00 VOLUME TOTAL ,60 VOLUME TOTAL 8.037,60 VOLUME TOTAL 4.758,00 ORIGEM DA ÁGUA ORIGEM DA ÁGUA ORIGEM DA ÁGUA ORIGEM DA ÁGUA INCORPORAÇÃO 6.049,00 INCORPORAÇÃO 6.058,00 INCORPORAÇÃO 6.180,00 INCORPORAÇÃO 6.330,00 EVAPOTRANSPIRAÇÃO 1.209,80 EVAPOTRANSPIRAÇÃO 1.211,60 EVAPOTRANSPIRAÇÃO 1.236,00 EVAPOTRANSPIRAÇÃO 1.266,00 VOLUME TOTAL 7.258,80 VOLUME TOTAL 7.269,60 VOLUME TOTAL 7.416,00 VOLUME TOTAL 7.596,00 CORPOR RECEPTOR CORPOR RECEPTOR CORPOR RECEPTOR CORPOR RECEPTOR VOLUME DE EFLUENTE 1.190,00 VOLUME DE EFLUENTE 1.700,00 VOLUME DE EFLUENTE 1.100,00 VOLUME DE EFLUENTE 680,00 INDICE CARGA POLUID. 9,77 INDICE CARGA POLUID. 9,77 INDICE CARGA POLUID. 9,77 INDICE CARGA POLUID. 9,77 VOLUME TOTAL ,33 VOLUME TOTAL ,33 VOLUME TOTAL ,33 VOLUME TOTAL 6.641,33
31 PEGADA HÍDRICA TOTAL Construção da Obra ,93 M³ ORIGEM DA ÁGUA INCORPORAÇÃO ,50 EVAPOTRANSPIRAÇÃO ,70 VOLUME TOTAL ,20 ORIGEM DA ÁGUA INCORPORAÇÃO ,00 EVAPOTRANSPIRAÇÃO 4.923,40 VOLUME TOTAL ,40 CORPOR RECEPTOR VOLUME DE EFLUENTE 4.670,00 INDICE CARGA POLUID. 9,77 VOLUME TOTAL ,33
32 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PROGRAMA ÁGUA DE VALOR SITUACIONAL DAS OPERAÇÕES E NEGÓCIOS - DIAGNÓSTICO; O PROGRAMA DE GESTÃO (RISCOS, MEDIDAS MITIGADORAS E OPORTUNIDADES); QUANTIFICAÇÃO DA PEGADA SEGUNDO A WATERFOOTPRINT NETWORK - WFN; DIRETRIZES ESTRATÉGICAS E OPERACIONAIS (NOVOS NEGÓCIOS, INCORPORAÇÃO, OBRA E PRODUTO FINAL);
33 BENCHMARK DOS EMPREENDIMENTOS QUANTO CONSUMIMOS DE ÁGUA (M³) PARA PRODUZIRMOS 1 M² DE ÁREA CONSTRUÍDA? QUAL É O ÍNDICE RELATIVO DE CONSUMO DOS SEUS EMPREENDIMENTOS? QUAL É A PEGADA HÍDRICA DOS SEUS NEGÓCIOS? DA SUA EMPRESA?
34 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DE GESTÃO DA ÁGUA PENSAMENTO NO FUTURO : Entender as implicações futuras de decisões presentes; Preparar-se para o inevitável, controlar o controlável; SUSTENTABILIDADE DOS NEGÓCIOS COMPETITIVIDADE: Permitir controle apropriado; Melhorar o relacionamento da organização com o ambiente externo; Propiciar um grau mais elevado de assertividade nas tomadas de decisão; Possibilitar a resolução antecipada de problemas e conflitos; OPORTUNIDADES DE NEGÓCIO Novos negócios que podem surgir a partir de uma visão ampliada.
35 A ÁGUA SE ENSINA PELA SEDE. (EMILY DICKINSON) OBRIGADA! Virgínia Sodré
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