SISTEMAS PNEUMÁTICOS (CONTINUAÇÃO)
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- Thomaz Cerveira Arantes
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1 SISTEMAS PNEUMÁTICOS (CONTINUAÇÃO)
2 SUMÁRIO Método do Movimento (Intuitivo) Circuitos Seqüenciais
3 MÉTODO DE MOVIMENTO (INTUITIVO) REPRESENTAÇÃO DOS MOVIMENTOS Quando os procedimentos de comando são um pouco mais complicados, e devem-se reparar instalações de certa envergadura, é de grande ajuda para o técnico de manutenção dispor dos esquemas de comando, e seqüências, segundo o desenvolvimento de trabalho das máquinas. A necessidade de representar as seqüências dos movimentos de trabalho, e de comando, de maneira facilmente visível, não necessita de maiores esclarecimentos. Assim que existir um problema mais complexo, os movimentos serão reconhecidos rápida e seguramente, se for escolhida uma forma conveniente de representação dos movimentos. Além disso, uma representação clara possibilita uma compreensão bem melhor. Com auxílio de um exemplo, pretende-se apresentar as possibilidades de representação mais utilizadas.
4 MÉTODO DE MOVIMENTO (INTUITIVO) REPRESENTAÇÃO MOVIMENTOS DOS Exemplo: Pacotes que chegam por uma esteira transportadora de rolos são levantados e empurrados pela haste de cilindros pneumáticos para outra esteira transportadora. Devido a condições de projeto, a haste do segundo cilindro só poderá retornar após a haste do primeiro ter retornado.
5 SEQÜÊNCIA CRONOLÓGICA: a haste do cilindro A avança e eleva o pacote. a haste do cilindro B avança e empurra o pacote para a esteira II. a haste do cilindro A retorna à sua posição inicial. a haste do cilindro B retorna à sua posição inicial.
6 ANOTAÇÃO EM FORMA DE TABELA: INDICAÇÃO VETORIAL:
7 DIAGRAMA DE MOVIMENTOS DIAGRAMA TRAJETO-PASSO Neste caso se representa a seqüência de movimentos de um elemento de trabalho; levando-se ao diagrama os movimentos e as condições operacionais dos elementos de trabalho. Isto é feito através de duas coordenadas, uma representa o trajeto dos elementos de trabalho, e a outra o passo (diagrama trajeto-passo).
8 DIAGRAMA TRAJETO-PASSO Se existem diversos elementos de trabalho para um comando, estes serão representados da mesma forma e desenhados uns sob os outros. A ocorrência através de passos. Do primeiro passo até o passo 2 a haste de cilindro avança da posição final traseira para a posição final dianteira, sendo que esta é alcançada no passo 2. A partir do passo 4, a haste do cilindro retorna e alcança a posição final traseira no passo 5.
9 DIAGRAMA TRAJETO TEMPO Neste diagrama, o trajeto de uma unidade construtiva é desenhado em função do tempo, contrariamente ao diagrama trajeto-passo. Neste caso o tempo é desenhado e representa a união cronológica na seqüência, entre as distintas unidades. Para representação gráfica, vale aproximadamente o mesmo que para o diagrama trajeto-passo, cuja relação está clara através das linhas de união (linha dos passos), sendo que as distâncias entre elas correspondem ao respectivo período de duração do trajeto na escala de tempo escolhida. Enquanto o diagrama trajeto-passo oferece uma melhor visão das trajetórias, e suas correlações, no diagrama trajeto-tempo pode-se representar com mais clareza as diferentes velocidades de trabalho.
10 DIAGRAMA DE COMANDO No diagrama de comando, anotam-se os estados de comutação dos elementos de entrada de sinais e dos elementos de processamento de sinais, sobre os passos, não considerando os tempos de comutação, por exemplo, o estado das válvulas a1.
11 MONTAGEM DE CIRCUITOS SEQUENCIAIS
12 MONTAGEM DE CIRCUITOS SEQUENCIAIS
13 MONTAGEM DE CIRCUITOS SEQUENCIAIS
14 MONTAGEM DE CIRCUITOS SEQUENCIAIS
15 MONTAGEM DE CIRCUITOS SEQUENCIAIS
16 MONTAGEM DE CIRCUITOS SEQUENCIAIS
17 MONTAGEM DE CIRCUITOS SEQUENCIAIS
18 MONTAGEM DE CIRCUITOS SEQUENCIAIS
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