O Processo de Análise Modelo Essencial
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- Gabriel Henrique da Cunha Espírito Santo
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1 Análise e Projeto 1 O Processo de Análise Modelo Essencial O modelo essencial ou análise essencial é uma evolução no desenvolvimento de sistemas. Trata-se de um aprimoramento do modelo estruturado que teve início em Aborda a essência funcional, os dados e a integração funcional e dados. É composto pelas ferramentas: DFD de contexto, DFD por eventos, tabela de eventos, diagrama entidade relacionamentos, diagrama de estrutura, normalização e dicionário de dados. A análise essencial deve começar com o entendimento daquilo que o usuário está solicitando. Este entendimento, no primeiro momento, refere-se apenas ao tracejamento dos limites fronteiriços do sistema. DFD de contexto Procure responder: O que o sistema deverá fazer? Quais são seus objetivos? Tendo claramente definido este aspecto você terá traçado as fronteiras daquilo que deverá ser desenvolvido. Exemplo: Controle da locação e consulta do acervo de uma biblioteca de universidade Depois de haver entendido claramente o que o usuário espera que seja feito, o analista de sistemas deverá mergulhar profundamente na busca de informações que envolvem aquela área. É a fase precedente do início de análise, chamada de análise de requisitos do sistema ou levantamento de eventos e dados iniciais. Após este passo, o analista de sistema deverá no mínimo conhecer todas as atividades mais essenciais ligadas ao sistema a ser desenvolvido. Exemplo: Quem são os usuários da biblioteca. Como alguém se torna usuário da biblioteca. Como e quando entra e sai o acervo (livros, revistas, jornais, periódicos). Quais são os eventos essenciais existentes no sistema. Quais são as regras e restrições envolvendo estes eventos. Quais as expectativas dos usuários sobre o sistema a ser desenvolvido. Quais são os problemas atuais. Quais as vantagens que o novo sistema proporcionará. Exemplo do resultado colhido pelo analista nesta fase de análise de requisitos do sistema: Sistema: controle da locação e consulta do acervo de uma biblioteca de universidade. Objetivos: controlar os empréstimos, devoluções, reservas, consultas e cadastros do acervo de uma biblioteca universitária.
2 2 Modelo Essencial Abrangência: 1. O sistema atende a uma biblioteca central de uma universidade. 2. Os usuários (professores, alunos e funcionários) já se encontram cadastrados em sistemas já existentes, e as bibliotecas que farão uso do acervo serão cadastradas pelo sistema. 3. No caso de inexistência de uma no acervo, os dados referentes a mesma serão guardados, para auxiliar futuras compras pela administração. 4. O acervo da biblioteca é composto por livros, revistas, jornais, enciclopédias, dicionários, trabalhos acadêmicos; prevê ainda a possibilidade de inclusão de novos tipos de s. 5. Periódicos, dicionários e enciclopédias não poderão ser locados, somente consultados na própria biblioteca. 6. Os livros clássicos de cada área poderão ser locados, desde que permaneça um exemplar nas dependências da biblioteca para consulta. 7. O prazo de locação atual é de 3 dias. 8. Uma só poderá ser reservada se não estiver à disposição para empréstimo. 9. Os usuários do sistema serão professores, alunos e funcionários da universidade e outras bibliotecas não pertencentes ao Campus. 10. Mensalmente poderá ser emitido relatórios demonstrando as s mais retiradas, permitindo à administração verificar se há a necessidade de aquisição de mais volumes daquela. 11. O sistema permitirá identificar, através de relatórios mensais, quais os usuários mais ativos, propiciando a administração algum tipo de premiação, estimulando assim os demais usuários. 12. Através de um relatório mensal, o sistema acusará os usuários menos pontuais na devolução de s ao acervo. Funções: Empréstimos Devoluções Reservas Cnças Cadastro de novas s Cadastro de bibliotecas Estatística de s mais retiradas Estatística de usuários mais ativos Relação das ss solicitadas não existentes Estatística dos usuários menos pontuais Vantagens da implantação do sistema: Considerável ganho de tempo na localização física de uma do acervo. Absoluta precisão na cnça de s em atraso. Levantamentos estatísticos mensais: o Das s mais retiradas. o Dos usuários mais ativos. o Dos usuários menos pontuais na devolução. Completo controle sobre todas as s do acervo, locadas ou não, próprias ou de terceiros. Possibilidade de pesquisa a qualquer momento das s reservadas, informando dados da e usuário.
3 Análise e Projeto 3 Manutenção de dados sobre s inexistentes no acervo, auxiliando futuras compras para o mesmo. Modelo ambiental Quando o analista de sistemas estiver de posse das informações mais essenciais sobre o sistema, pode ser dado o primeiro passo da análise essencial a construção do modelo ambiental. O modelo ambiental é constituído de três partes: Declaração dos objetivos do sistema Elaboração do DFD de contexto Criação da lista de eventos As partes poderão ser desenvolvidas paralelamente. Uma não precede a outra, porém devem ser totalmente consistentes entre si. O objetivo do modelo ambiental é mostrar qual a relação do sistema com o ambiente onde ele encontra-se inserido. Procura-se documentar quais são os estímulos que partem deste ambiente, mostrando quem os deflagrou. Demonstra-se ainda as resposta que saem do sistema para o meio ambiente. Declaração dos objetivos do sistema Uma forma textual para descrever o que se propõe a fazer, quais problemas resolver, construindo o sistema em questão. Ressalta-se que no objetivo(s) do sistema deve estar refletido aquelas atividades fundamentais que o sistema deverá ter (atividades custodiais). Também deve refletir aquelas atividades que é o desejo do usuário que o sistema as tenha (o que também é fundamental não adianta ter um sistema tecnicamente perfeito se o mesmo não satisfaz o usuário. O usuário e seus problemas é que são a razão da existência do sistema). Exemplo do estudo de caso: Objetivo geral: controlar os empréstimos, devoluções, reservas, consultas e cadastros do acervo de uma biblioteca universitária. Objetivos específicos essenciais: Cadastrar empréstimos do acervo a usuários previamente cadastrados Registrar devoluções do acervo pelos usuários. Efetuar reservas do acervo para usuários. Emitir cnças de acervo emprestado com atraso na devolução. Cadastrar novas s no acervo. Cadastrar bibliotecas. Emitir estatística de s mais retiradas. Emitir estatística de usuários mais ativos. Emitir relação das s solicitadas não existentes. Emitir estatísticas dos usuários menos pontuais. D.F.D de Contexto
4 4 Modelo Essencial Dados_empréstimo Empréstimo Devolução Reserva Usuários Carta_cnça Controle da locação e consulta do acervo de uma biblioteca de universidade Obras_inexistentes Relatórios_estatísticos Dados_biblioteca Consulta Dados_consulta Dados_cnça Dados_s Departamento Administrativo Lista de eventos Nº Evento Descrição do Evento Estímulo Tipo de Estímulo 01 Usuário consulta 02 Usuário reserva 03 Usuário empresa Quando o usuário desejar verificar a existência ou situação de determinada O usuário pode reservar s, desde que não seja periódicos ou enciclopédias. O usuário passa os dados da que deseja levar. Ela pode ter sido reservada previamente. Periódicos e enciclopédias não podem ser emprestados. Se houver apenas um exemplar de uma que seja um clássico em sua área, também não poderá ser emprestado. Quando o usuário faz a devolução de uma que havia emprestado. Decorrido o tempo destinado a devolução de s, o usuário receberá uma carta de cnça. Quando uma nova for fazer parte do acervo da biblioteca (via compra ou doação) a administração efetua o cadastro da mêsma. Quando uma nova biblioteca requisitar seu cadastro, ou necessitar efetuar algum empréstimo. Todo dia primeiro de cada mês é emitido os Ação Consulta F Consultar Reserva F Reservar Dados_empréstimo F Empres -tar Obra F Registrar devolução 04 Usuário devolve 05 Usuário recebe cnça 06 Adminis tração cadastra s Dados_cnça F Gerar cnça Dados_ F Cadastrar F T 07 Adminis tração cadastra biblioteca 08 É hora de emi- Dados_biblioteca Cadastrar_biblioteca s Resposta Dados_ ou Msg_01 Msg_02 Empréstimo ou Msg_03 Msg_04 Carta_cnça Msg_05 Msg_06 Emitir relato- Relatórios_estáticos
5 Nº Evento Descrição do Evento Estímulo Tipo de Estímulo tir relatórios: relatorios Obras mais lidas. es- Usuários mais ativos. tatísticos Usuários menos pon- 09 É hora de emitir s i- nexisten tes tuais. Todo primeiro dia de cada mês é gerado um relatório com as s solicitadas e que não existem no acervo, referente ao mês anterior. T Ação rios estatísticos Listar s inexistentes Análise e Projeto 5 Resposta Obras_inexisten tes Cada linha na lista de eventos corresponde a um evento (acontecimento) que de alguma forma estimula (aciona) uma ação (programa) no sistema. A primeira coluna é apenas para identificação dos eventos, enumerando-os de forma crescente. Na segunda coluna a atribuição de um nome para o evento (acontecimento externo ao sistema, que vai servir de estimula a ele, acioná-lo). Ao atribuir o nome a um evento, deve-se seguir uma estrutura frasal. Uma breve descrição sobre o evento deve ser colocada na terceira coluna da lista de eventos. Isto permite observar alguns detalhes que não estão expressos no nome atribuído ao evento, ajudando no entendimento do mesmo. Na quarta coluna indica-se o tipo de estímulo fluxo de dados (F), fluxo temporal (T) ou fluxo de controle (C). Fluxo de dados refere-se ao trânsito de dados. Fluxo temporal é um estímulo gerado de acordo com certo tempo. Fluxo de controle é gerado por algum dispositivo físico de controle (movimento de uma catraca, introdução de um cartão, etc.). Na quinta coluna tem-se o nome da ação que será executada pelo sistema (programas que serão acionados). Estes programas são aqueles que você está prevendo ou projetando que deverão ser desenvolvidos, sem contudo, neste momento, preocuparse com o detalhamento deles. A última coluna especifica um nome para resposta(s) que a ação do sistema dará para o meio externo a ele. Um relatório é uma resposta (saída) do sistema que irá para o meio externo a ele. A lista de evento em tabela não aborda o momento de determinado evento acontecer em função dos outros. Porém, deve-se observar que podem ocorrer situações que terão maior peso quando se tratar de um sistema em real-time. Simultaneidade: a ocorrência de um evento é simultânea com a ocorrência de outro. Pode haver coincidência, como: o término do verão coincide com o início do outono. Precedência: a ocorrência de um evento deve necessariamente preceder a ocorrência de outro. Há uma sequência entre os eventos. Exemplo: o cadastramento de um empregado deve preceder o cadastramento de seus respectivo dependente. Excludência: a ocorrência de um evento deve necessariamente excluir a ocorrência de outro. Há alternância entre os eventos; sempre que um evento ocorrer, o outro não terá ocorrido. Exemplo: o cliente é do sexo masculino ou feminino. Independência: não há nenhuma relação de simultaneidade, precedência ou de excludência entre os eventos. Há total assincronismo. Exemplo: o cadastro de clientes independe do cadastramento de fornecedores.
6 6 Modelo Essencial Modelo comportamental Nesse momento o analista de sistemas passa a se preocupar com os aspectos internos do sistema, como tudo aquilo que virá determinar o comportamento do mesmo. No modelo ambiental o analista de sistemas descreve o sistema sob o ponto de vista externo, observado pelo lado de fora, usando um estilo do tipo estímulo-resposta, mostrando o que faz e o que não faz parte do sistema, preocupando-se em delimitar fronteiras, definindo qual era o universo de interesse. O modelo comportamental é definido do ponto de vista interno (o modelo interior do sistema). Descreve de que maneira o sistema reage aos estímulos do exterior. Se preocupar em mostrar quais as ações que o sistema deve executar para responder adequadamente aos eventos previsto no modelo ambiental, que é o ponto de partida. Começa-se a detalhar como se fará um determinado programa. Para decompor um sistema, dois tipos eventos são pensados: funções e dados. O que é produzido pelo sistema? A que estímulos o sistema deve responder? Quais são as funções do sistema? Quais são seus arquivos ou depósito de dados? Dados armazenados e funções (programas) são meios para atingir o verdadeiro objetivo do sistema, que é apresentar as respostas adequadas ao ambiente em que está inserido. A decomposição deve ser feita a partir da necessidade de resposta aos eventos que afetam o sistema, ou seja, o particionamento do sistema deverá ser feito a partir dos eventos existentes. DFD particionado por eventos O DFD (Diagrama de Fluxo de Dados) é a principal técnica de modelagem funcional. Modela o sistema como uma rede de processos funcionais, interligados Proce por dutos e depósitos de dados. Pode ser usado para descrever processos computadorizados e não computadorizados. Um DFD é composto por processos, fluxos de dados, depósito de dados e entidades externas. Processos: representam transformações de fluxos de dados de entrada em fluxos de dados de saída. O nome do processo deve descrever o que ele faz. Um processo geralmente provoca mudanças de estrutura, conteúdo ou estado. 1 Calcular comissão 2 Verificar pedido cliente Fluxo de dados: representam caminhos por onde passam os dados. São representados através de setas que indicam o destino do dado. Têm nomes que devem constar no dicionário de dados. pedido 2 Verificar pedido cliente fatura Um mesmo fragmento de dados pode ter significados diferentes em pontos distintos de um DFD (CPF_válido e CPF_inválido) Um fluxo apenas não modifica os dados durante o transporte.
7 Análise e Projeto 7 Transportam dados entre os elementos do DFD Processo Processo Entidade Processo Depósito de dados Processo Tipos de fluxos: Fluxo externo: entre Entidade externa e Processo. Fluxo interno: entre dois Processos. Fluxo de acesso à memória: entre Processo e Depósito. Fluxo de erro ou rejeição: para fora de um Processo. Cada fluxo deve ter um único nome, o nome deve identificar os dados transportados pelo fluxo. Exemplo: dados_fatura, recibo_pagamento, dados_cliente. Depósitos de dados: representam uma coleção de pacotes de dados em repouso. Nem sempre um depósito de dados é um arquivo ou SGBD. Pode representar microfilmes, pastas de arquivos em papel e diversas outras forma não computadorizadas. Pedidos Clientes Quando um pacote de dados é recuperado (ou inserido) por completo do depósito de dados, pode-ser omitir o rótulo do fluxo. O nome de um depósito de dados deve estar no plural, pode receber o nome do fluxo de dados (no plural) Entidades externas: são as fontes/destinatários das informações que entram/saem do sistema. Os procedimentos executados pela entidades externas não são especificados no modelo por não fazerem parte do sistema. Uma pessoa, um grupo de pessoas, uma organização externa, um setor dentro de uma empresa são exemplos de entidades externas. Também pode representar um outro sistema. Alunos Clientes Sistema de cnça Setor Vendas Setor Entrega O nome das entidades externas deve ser escrito no plural quando se referir a um grupo de pessoas (clientes). Deve conter o nome do setor ou organização externa (diretoria de negócios). Deve ser incluída a palavra sistema quando se tratar de um sistema (sistema de contabilidade). O DFD particionado é um detalhamento de cada uma das ações que serão acionadas por eventos, conforme indicado na lista de eventos. Esse passo só deve ser iniciado quando analista de sistemas entender que a sua lista de eventos está completa. A partir do Diagrama de Contexto e da Lista de Eventos, adota-se a seguinte conduta para obter o particionamento do sistema: 1. Para cada evento do sistema, desenha-se uma função (DFD) ou processo de resposta ao evento (ação). Deverá existir tantos processos quantos forem os eventos existentes na lista de eventos. O nome atribuído ao processo deverá ser de acordo com a coluna ação existente na lista de eventos. 2. Não pode-se esquecer de representar no DFD as respostas oriundas do processo. Para um processo pode haver respostas externas ao sistema ou internas a ele. DFDs particionados por evento, decorrentes e em conformidade com a lista de eventos. Evento 01: Usuário consulta.
8 8 Modelo Essencial Usuário Msg_01 consulta Dados_ 1 Consultar _Inexistentes Evento 02: Usuário reserva Usuário Reserva Dados_ Msg_02 2 Reservar Cadastro_Reserva Cadastro_Usuário Evento 03: Usuário empresa Usuário Obra Msg_03 Dados_empréstimo 3 Emprestar Cadastro_Reserva Cadastro_Usuário Cadastro_Empréstimo Evento 04: Usuário devolve Usuário Msg_04 Obra 4 Registrar devolução Cadastro_Reserva Cadastro_Usuário _ Mais_Lida Cadastro_Empréstimo Evento 05: Usuário recebe cnça Cadastro_Usuário_ Menos_Pontual Cadastro_Usuário_ Menos_Pontual
9 Usuário Carta_cnça Dados_cnça 5 Gerar cnça Análise e Projeto 9 Cadastro_Usuário Cadastro_Empréstimo Assim deve-se proceder para todos os eventos que compõem a lista de eventos. Essa parte do trabalho (detalhamento dos processo) é conhecida como Modelagem Funcional (desenhar um modelo de como funciona as ações existentes no sistema. Nesse momento começam a existir os depósitos de dados, onde os dados manipulados serão armazenados. Portanto, em paralelo com a modelagem funcional, existe a necessidade da Modelagem de Dados. Exercícios 1. Crie um Diagrama de Contexto mostrando a função principal do seu sistema, todos os fluxos de dados de entradas e saídas e as entidades externas. 2. Faça uma lista de todos os eventos que fazem parte do seu sistema. 3. Crie um DFD para cada evento do sistema. Bibliografia Modelagem de Sistemas de Informação Geraldo Xexéu Versão 2007/AGO Análise e Projeto de Sistemas I Curso de Tecnólogo em Processamento de Dados Sérgio Luiz Tonsig Faculdade de Tecnologia da Alta Noroeste, 2000 Análise Estruturada Moderna Análise Estruturada Universidade Estácio de Sá, 2001
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