Desempenho. Sistemas de Computação
|
|
|
- Leonor Fonseca Cunha
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Desempenho
2 Definição Medidas de desempenho utilizadas Tempo de resposta ou tempo de execução: tempo decorrido entre o início da execução de um programa e o seu final Quantidade de trabalho realizada em um determinado intervalo de tempo (throughput) Enfoque será dado em tempo de execução
3 Medida de desempenho Para maximizar desempenho, devemos minimizar tempo de execução de uma tarefa Para uma máquina X, teremos Desempenho X =1/tempo de execução em X Comparação de desempenhos Desempenho X > Desempenho Y, então Tempo de execução em Y > Tempo de execução em X
4 Exemplo Uma máquina A executa um programa em 10s e uma máquina B executa o mesmo programa em 15s. Qual é mais rápida? Desempenho A /Desempenho B =Tempo de execução em B/ Tempo de execução em A=15/10=1,5 Dizemos que A é 1,5 vezes mais rápida que B
5 Medindo desempenho Tempo utilizado como tempo de execução do programa é conhecido como wall-clock time, response time, ou elapsed time Inclui tempo total de execução da tarefa no sistema CPU acesso a disco acesso a memória atividades de E/S overhead de sistema operacional
6 Medindo desempenho Em sistemas timeshared, o sistema pode tentar maximizar o throughput e não minimizar o elapsed time, então utiliza-se uma medida para saber o tempo de CPU que foi utilizado pelo programa Tempo de execução da CPU (CPU time) tempo que a CPU gastou para realizar um determinado programa não inclui tempo de espera pela CPU por entrada e saída ou gasto pela CPU para executar outros programas CPU time = User time + system CPU time
7 Medindo desempenho Através do comando time, obtêm-se os seguintes dados: 90.7u 12.9s 2:39 65% Elapsed time= 159s, User time=90,7s, System time=12,9s Porcentagem da CPU utilizada pelo programa (90,7+12,9)/159=65% 35% gasto para espera por E/S ou por outros programas
8 Outras métricas de desempenho Projetistas de hardware gostariam de utilizar uma medida que mostrasse a rapidez que um hardware pode executar funções básicas Computadores possuem um relógio que possui uma freqüência de operação e determina o momento em que eventos são realizados na máquina Os intervalos de tempo discretos do relógio são denominados ciclos de relógio Período do relógio = 5 ns, Freqüência=200MHZ
9 Relacionando as métricas Tempo de execução de um programa = Número de ciclos de relógio utilizados pela CPU para o programa Tempo de cada ciclo do relógio Tempo de execução de um programa = Número de ciclos de relógio utilizados pela CPU para o programa / Freqüência do relógio Para aumentar o desempenho de uma máquina se pode reduzir o tempo do ciclo do relógio ou o número de ciclos
10 Relacionando as métricas - Exemplo Um programa gasta 20s para ser executado em uma máquina A, cujo relógio é de 1GHZ. Queremos construir uma máquina B que execute este mesmo programa em 12s. Sabe-se que a freqüência do relógio pode ser aumentada, mas esse aumento implica em mudanças no projeto, fazendo com que a máquina B necessite 1,2 vezes mais ciclos de relógio que a máquina A para executar o programa. Qual deve ser a freqüência a ser utilizada na máquina B?
11 Relacionando as métricas - Exemplo Número de ciclos requerido pelo programa executando-o em A Tempo de CPU A =Número de ciclos de CPU A /Freq. do relógio A Número de ciclos da CPU A = Relógio da máquina B Tempo de CPU B =Número de ciclos de CPU B /Freq. do relógio B Número de ciclos de CPU B =1,2 Número de ciclos de CPU A Freq. do relógio B = 1,2 Número de ciclos de CPU A / Tempo de CPU B =2GHZ
12 Relacionando hardware e software Tempo de execução de um programa pode ser visto como o produto do número de instruções necessárias para executá-lo pelo tempo médio de execução de uma instrução Instruções podem ter número de ciclos de relógio variáveis CPI (clock cycles per instruction): média do número de ciclos por instrução Número de ciclos de relógio de um programa é igual ao produto do número de instruções pelo número médio de ciclos de relógio gasto por cada instrução
13 Exemplo de desempenho Suponha que existam duas implementações para o mesmo conjunto de instruções. A máquina A possui um relógio de freqüência 1GHZ e uma CPI de 2,4 para um determinado programa com I instruções e a máquina B possui um relógio de freqüência 500 MHZ e CPI de 1,0 para o mesmo programa. Qual máquina executa mais rapidamente? Tempo de CPU A =Número de ciclos A Tempo do ciclo em A= I 2,4 (1/10 9 )=2,4 I ns
14 Exemplo de desempenho Tempo de CPU B =Número de ciclos B Tempo do ciclo em B= I 1,0 (1/ )=2,0 I ns Desempenho B /Desempenho A =Tempo de execução em A/Tempo de execução em B= 2,4 I ns/ 2,0 I ns=1,2 Máquina B é 1,2 vezes mais rápida que a máquina A
15 Equação de desempenho de um programa Tempo de CPU=(Número de instruções CPI) / Freqüência do relógio Tempo de CPU obtém-se executando o programa Freqüência é dada pelo fabricante Número de instruções pode ser obtido por ferramentas de software ou simulador da arquitetura CPI depende do projeto da máquina e das instruções utilizadas pelo programa
16 MIPS MIPS: Million Instructions Per Second Para um dado programa, MIPS=Número de instruções / (Tempo de execução 10 6 ) Máquinas mais rápidas possuem MIPS maiores Problemas Máquinas com conjuntos de instruções diferentes não podem ser comparadas porque o número de instruções vai diferir entre elas Não se pode considerar uma medida única, pois cada programa executado apresenta uma medida diferente Pode variar inversamente ao desempenho
17 Exemplo de problema com MIPS Considere uma máquina com freqüência de relógio de 250MHZ que possui três classes de instruções A, B e C com as seguintes medidas de CPI: Classe A=1, Classe B=2 e Classe C=3. Suponha que para um mesmo programa obtivemos código utilizando dois compiladores diferentes, resultando em: Número de instruções (em bilhões) Código do A B C Compilador Compilador Qual executará mais rápido de acordo com a métrica MIPS e com o tempo de execução?
18 Exemplo de problema com MIPS Tempo de execução=número de ciclos/freqüência Número de ciclos=cpi A número A + CPI B número B + CPI C número C Número de ciclos para compilador 1= Número de ciclos para compilador 2= Tempo de execução para compilador 1= 40s Tempo de execução para compilador 2= 60s Compilador 1 mais rápido que 2
19 Exemplo de problema com MIPS MIPS=Número de instruções/(tempo de execução 10 6) Número de instruções para compilador 1= Número de instruções para compilador 2= MIPS para compilador 1= / ( )= 175 MIPS para compilador 2= / ( )= 200 Compilador 2 produz código com maior MIPS mas maior tempo de execução
20 MFLOPS MFLOPS: Million FLoating-point Operations Per Second Para um dado programa, MFLOPS=Número de operações em ponto flutuante/ (Tempo de execução 10 6 ) Operações de ponto flutuante consistem de operações de adição, subtração, multiplicação ou divisão aplicadas a números representados em ponto flutuante
21 MFLOPS Programas diferentes requerem números diferentes de operações em ponto flutuante medida aplicada para programas que utilizam intensamente estas operações MFLOPS seria uma medida mais justa para comparar desempenho do que MIPS, partindo-se do pressuposto que máquinas diferentes executam números de instruções diferentes, mas igual número de operações em ponto flutuante Na realidade, o conjunto de operações em ponto flutuante varia de máquina para máquina
22 MFLOPS Operações em ponto flutuante possuem tempos de execução variáveis Um programa que possui 100% de somas em ponto flutuante é executado mais rápido que um outro que possua 100% de divisões, acarretando a dependência da medida MFLOPS ao programa
23 Como avaliar e comparar desempenho? Executar programas e verificar tempo de execução Programas utilizados freqüentemente pelo usuário Programas desenvolvidos especialmente para medir desempenho (benchmark) Programas devem ser aplicações típicas do ambiente em que a máquina irá ser utilizada Otimização de compiladores direcionados aos programas de benchmark Programas de benchmark devem ser grandes
24 SPEC benchmark System Performance Evaluation Cooperative Possui vários programas para benchmark em várias áreas: CPU, gráficos, paralelismo SPEC CPU 2000 programas CPU intensivos para dar ênfase no desempenho da CPU, arquitetura de memória e compilador 12 programas com inteiros (C e C++) e 14 com ponto flutuante (Fortran) Problemas reais compilador C, jogo de xadrez, banco de dados orientado a objetos, problemas de otimização, análise de fluidos, teste de números primos, modelo de acelerador de partículas
25 SPEC benchmark Para uma arquitetura com um determinado conjunto de instruções, o desempenho da máquina pode ser aumentado de três maneiras: aumento da freqüência do relógio melhorias na organização do processador de modo que CPI se torne menor melhoramentos do compilador que gera menor número de instruções ou gera instruções com CPI médio menor
26 SPEC benchmark SPECint Pentium III Esperado Freqüência
27 SPECfp Freqüência Pentium III Esperado
28 SPEC benchmark SPECfp Freqüência Pentium III Pentium III Pro
Avaliação de desempenho
Universidade Federal do Rio Grande do Sul Instituto de Informática Organização de Computadores Aula 9 Avaliação de desempenho INF01113 Organização de Computadores 9-1 Avaliação de desempenho 1. Introdução
O Que Veremos. Introdução. Introdução. Definindo Desempenho. Definindo Desempenho. Avaliando e Compreendendo o Desempenho
Ciência da Computação Arq. e Org. de Computadores Avaliando e Compreendendo o Desempenho O Que Veremos Avaliando e compreendendo o desempenho: Introdução Definindo desempenho Medindo o desempenho e seus
Avaliando e Compreendendo o Desempenho. Capítulo 4
Avaliando e Compreendendo o Desempenho Capítulo 4 Desempenho Mensurar, analisar e informar Fazer escolhas inteligentes Por que um hardware é melhor que outro para programas diferentes? Que fatores do desempenho
Capítulo 3. Avaliação de Desempenho. 3.1 Definição de Desempenho
20 Capítulo 3 Avaliação de Desempenho Este capítulo aborda como medir, informar e documentar aspectos relativos ao desempenho de um computador. Além disso, descreve os principais fatores que influenciam
Infraestrutura de Hardware. Desempenho
Infraestrutura de Hardware Desempenho Perguntas que Devem ser Respondidas ao Final do Curso Como um programa escrito em uma linguagem de alto nível é entendido e executado pelo HW? Qual é a interface entre
Desempenho DESEMPENHO DE COMPUTADORES
Desempenho Ch2-1 DESEMPENHO DE COMPUTADORES Desempenho -> Como medir o desempenho? AVIÃO PASSAGEIRO S AUTOMIA (milhas) VELOCIDAD E (mph) THROUGHPUT (passag.xveloc) Boeing 777 375 4630 610 228.750 Boeing
Desempenho. Na otimização do projeto, as métricas mais importantes são custo e desempenho. Arquiteturas de Alto Desempenho - Prof a Luiza Mourelle 1
A rápida taxa de melhoria na tecnologia de computadores veio em decorrência de dois fatores: avanços na tecnologia utilizada na construção de computadores e inovação no projeto de computadores. O projeto
Faculdade de Computação
Faculdade de Computação Arquitetura e Organização de Computadores 2 1 a Lista de Exercícios entrega em 25/09/2018 Prof. Cláudio C. Rodrigues Problemas: P1) A Tabela abaixo apresenta o mix de instruções
Faculdade de Computação
Faculdade de Computação Arquitetura e Organização de Computadores 2 1 a Lista de Exercícios entrega em 19/04/2018 Prof. Cláudio C. Rodrigues Problemas: P1) Explique o que há de errado com as métricas de
Avaliação de Desempenho
Avaliação de Desempenho Clock do Sistema Cristal de Quartzo envia onda de sinais constantes que são convertidas em sinais digitais 1GHz = 1 bilhão de pulsos Taxa de pulsos = taxa de clock Incremento de
Desempenho de Computadores
Desempenho de Computadores João Canas Ferreira Arquitectura de Computadores FEUP/LEIC Contém figuras de Computer Organization and Design, D. Patterson & J. Hennessey, 3ª. ed., MKP Tópicos Os vários aspectos
UNIDADE CENTRAL DE PROCESSAMENTO FELIPE G. TORRES
Tecnologia da informação e comunicação UNIDADE CENTRAL DE PROCESSAMENTO FELIPE G. TORRES CICLO DE INSTRUÇÕES OU DE EXECUÇÃO Arquitetura de computadores 2 CICLO DE EXECUÇÃO No inicio de cada ciclo de instrução,
Exemplo Amdahl. O speedup total é dado por:
Í Revisão da prova Questão 20: A exploração do paralelismo em nível de instruções em uma arquitetura superescalar é realizada identificando no fluxo de instruções aquelas que são independentes a fim de
Faculdade de Computação Arquitetura e Organização de Computadores 2 Prof. Cláudio C. Rodrigues
Faculdade de Computação Arquitetura e Organização de Computadores 2 Prof. Cláudio C. Rodrigues Exercícios de Revisão: P1) Um processador elaborado segundo o princípio multi-ciclo, executa a uma frequência
Unidade Central de Processamento (CPU) Processador. Bernardo Gonçalves Introdução ao Computador 2008/01
Unidade Central de Processamento (CPU) Processador Bernardo Gonçalves Introdução ao Computador 2008/01 Componentes de um Computador (1) Computador Eletrônico Digital É um sistema composto por: Memória
Organização de Sistemas Computacionais Processadores: Organização da CPU
Universidade Paulista UNIP Curso: Ciências da Computação Turma: CCP30 Turno: Noturno Disciplina: Arquitetura de Computadores Professor: Ricardo Loiola Alunos: Thiago Gomes dos Santos Matrícula: C63873-0
Arquitetura de Computadores I
Arquitetura de Computadores I Avaliação de desempenho Introdução Edson Moreno [email protected] http://www.inf.pucrs.br/~emoreno Adaptado do material de aula de Hennessy e Patterson Desempenho Meça,
Organização de Computadores
Organização de Computadores Marcelo Lobosco DCC/UFJF Avaliando e Compreendendo o Desempenho Aula 09 Agenda Avaliando e Compreendendo o Desempenho Introdução Definindo Desempenho Medindo o Desempenho Desempenho
Universidade Federal do Rio de Janeiro Bacharelado de Ciência da Computação. Arquitetura de Computadores I. RISC versus CISC
Universidade Federal do Rio de Janeiro Bacharelado de Ciência da Computação Arquitetura de Computadores I RISC versus CISC Gabriel P. Silva 04.11.2014 Introdução Um dos objetivos de uma arquitetura de
Benchmarks. 1. Introdução
Benchmarks 1. Introdução Um Benchmark é um programa de teste de desempenho que analisa as características de processamento e de movimentação de dados de um sistema de computação com o objetivo de medir
SSC0611 Arquitetura de Computadores
SSC0611 Arquitetura de Computadores 7ª Aula Pipeline Profa. Sarita Mazzini Bruschi [email protected] Arquitetura CISC CISC Complex Instruction Set Computer Computadores complexos devido a: Instruções
Arquitetura de Computadores. Ivan Saraiva Silva
Arquitetura de Computadores Métricas de Desempenho Ivan Saraiva Silva Sumário Como arquiteturas são geralmente avaliadas Como arquiteturas obedecem a restrições de projeto Métricas de desempenho Combinando
Organização de Computadores
Organização de Computadores Marcelo Lobosco DCC/UFJF Avaliando e Compreendendo o Desempenho Aula 10 Agenda Análise de Desempenho (cont.) Avaliando o Desempenho Benchmark SPEC Falácias e Armadilhas Desempenho
Infraestrutura de Hardware. Melhorando Desempenho de Pipeline Processadores Superpipeline, Superescalares, VLIW
Infraestrutura de Hardware Melhorando Desempenho de Pipeline Processadores Superpipeline, Superescalares, VLIW Perguntas que Devem ser Respondidas ao Final do Curso Como um programa escrito em uma linguagem
Unidade Central de Processamento UCP (CPU)
Unidade Central de Processamento UCP (CPU)! Arquitetura Convencional (Von Neumann) UCP BARRAMENTO MEMÓRIA PRINCIPAL ENTRADA E SAÍDA ! Visão geral da CPU UC - UNIDADE DE CONTROLE REGISTRADORES A B C D ALU
Material baseado nos slides de: Marcos José Santana Regina Helena Carlucci Santana
Universidade de São Paulo Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação Departamento de Sistemas de Computação SSC643 Avaliação de Desempenho de Sistemas Computacionais Aula 4 Sarita Mazzini Bruschi
COMPUTADORES COM UM CONJUNTO REDUZIDO DE INSTRUÇÕES. Adão de Melo Neto
COMPUTADORES COM UM CONJUNTO REDUZIDO DE INSTRUÇÕES Adão de Melo Neto 1 INTRODUÇÃO Desde 1950, houveram poucas inovações significativas nas áreas de arquitetura e organização de computadores. As principais
2ª Lista de Exercícios de Arquitetura de Computadores
2ª Lista de Exercícios de Arquitetura de Computadores 1. Descreva as funções desempenhadas pelos escalonadores de curto, médio e longo prazo em um SO. 2. Cite três motivos pelos quais o controle do processador
Organização de Sistemas de Computadores
Organização de Sistemas de Computadores Cap. 2 (Tanenbaum), Cap. 3 (Weber) 2.1 Processadores 1 CPU UC = buscar instruções na memória principal e determinar o seu tipo ULA = adição e AND Registradores =
Processador: Conceitos Básicos e Componentes
Processador: Conceitos Básicos e Componentes Cristina Boeres Instituto de Computação (UFF) Fundamentos de Arquiteturas de Computadores Material baseado nos slides de Fernanda Passos Cristina Boeres (IC/UFF)
Arquitetura e Organização de Computadores Aula 5 Consolidando Conhecimentos de Desempenho e Resumindo Prof. Julio Saraçol
Universidade Federal do Pampa Campus-Bagé Arquitetura e Organização de Computadores Aula 5 Consolidando Conhecimentos de Desempenho e Resumindo Prof. Julio Saraçol [email protected] Slide1 AULA 5:
Organização Básica de Computadores. Organização Básica de Computadores. Organização Básica de Computadores. Organização Básica de Computadores
Ciência da Computação Arq. e Org. de Computadores Processadores Prof. Sergio Ribeiro Composição básica de um computador eletrônico digital: Processador Memória Memória Principal Memória Secundária Dispositivos
SSC0902 Organização e Arquitetura de Computadores
SSC0902 Organização e Arquitetura de Computadores 13ª Aula Definição de Pipeline e Pipeline da arquitetura MIPS Profa. Sarita Mazzini Bruschi [email protected] Arquitetura CISC CISC Complex Instruction
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO BACHARELADO EM INFORMÁTICA SISTEMAS OPERACIONAIS I 1 0 SEM/05 Teste 1 Unidade I DURAÇÃO: 50 MINUTOS
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO BACHARELADO EM INFORMÁTICA SISTEMAS OPERACIONAIS I 1 0 SEM/05 Teste 1 Unidade I DURAÇÃO: 50 MINUTOS Aluno: GABARITO Escore: 1 a Questão (30) Assinale a(s) resposta(s)
Arquiteturas RISC e CISC. Adão de Melo Neto
Arquiteturas RISC e CISC Adão de Melo Neto 1 Arquitetura RISC Arquitetura RISC. É um das inovações mais importantes e interessantes. RISC significa uma arquitetura com um conjunto reduzido de instruções
Algoritmos Computacionais
UNIDADE 1 Processador e instruções Memórias Dispositivos de Entrada e Saída Software ARQUITETURA BÁSICA UCP Unidade central de processamento MEM Memória E/S Dispositivos de entrada e saída UCP UNIDADE
Introdução à Computação: Arquitetura von Neumann
Introdução à Computação: Arquitetura von Neumann Beatriz F. M. Souza ([email protected]) http://inf.ufes.br/~bfmartins/ Computer Science Department Federal University of Espírito Santo (Ufes), Vitória,
Processador. Processador
Departamento de Ciência da Computação - UFF Processador Processador Prof. Prof.Marcos MarcosGuerine Guerine [email protected] [email protected] 1 Processador Organização básica de um computador: 2 Processador
Arquitetura de Computadores
Arquitetura de Computadores Prof. Fábio M. Costa Instituto de Informática UFG 1o. Semestre / 2005 Fundamentos Parte 2 Princípios de Projeto de Computadores Três áreas de aplicação com características diferentes
O que é Arquitetura de Computadores?
O que é Arquitetura de Computadores? Coordenação de um conjunto de níveis de abstração de um computador sobre um grande conjunto de forças de mudança Arquitetura de Computadores = Arquitetura de Conjuntos
PROCESSADORES Unidade de Controle Unidade Aritmética e Lógica efetua memória de alta velocidade registradores Program Counter Instruction Register
PROCESSADORES Um computador digital consiste em um sistema interconectado de processadores, memória e dispositivos de entrada e saída. A CPU é o cérebro do computador. Sua função é executar programas armazenados
Arquitetura de Computadores. Professor: Vilson Heck Junior (Material: Douglas Juliani)
Arquitetura de Computadores Professor: Vilson Heck Junior (Material: Douglas Juliani) Agenda Conceitos Componentes Funcionamento ou tarefas Otimização e desempenho Conceitos Componente de Hardware que
Hierarquia de Memória
Hierarquia de Memória Introdução e Análise do Desempenho AC1 Hierarquia da Memória: Análise do Desempenho 1 Hierarquia de Memória A velocidade dos processadores tem aumentado muito mais rapidamente do
2. Conceitos Básicos. Introdução à Ciência da Computação.
2. Conceitos Básicos Introdução à Ciência da Computação http://www.inf.unioeste.br/~claudia/icc2017.html Sumário Computador Processamento de dados Hardware Software Sistemas Arquivos Modalidades de Computadores
SSC510 Arquitetura de Computadores 1ª AULA
SSC510 Arquitetura de Computadores 1ª AULA REVISÃO DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Arquitetura X Organização Arquitetura - Atributos de um Sistema Computacional como visto pelo programador, isto é a estrutura
Organização de Computadores I
Organização de Computadores I Aula 2 Material: Diego Passos http://www.ic.uff.br/~debora/orgcomp/pdf/parte2.pdf Organização de Computadores I Aula 2 1/29 Tópicos de Computação. de um Sistema de Computação..
2. A influência do tamanho da palavra
PROCESSAMENTO 1. Introdução O processador é o componente vital do sistema de computação, responsável pela realização das operações de processamento (os cálculos matemáticos etc.) e de controle, durante
Prova 1 Eng. Elétrica Arquitetura de Computadores Prof. Celso A. Saibel Santos Nome: Data:
Prova 1 Eng. Elétrica Arquitetura de Computadores Prof. Celso A. Saibel Santos Nome: Data: 1. O percentual médio de uso das instruções para os 5 programas do SPECint92 na arquitetura Intel 80x86 resultou
SSC PROGRAMAÇÃO CONCORRENTE
SSC- 0143 PROGRAMAÇÃO CONCORRENTE Aula 08 Avaliação de Desempenho de Programas Paralelos Prof. Jó Ueyama Créditos Os slides integrantes deste material foram construídos a par4r dos conteúdos relacionados
ANHANGUERA EDUCACIONAL. Capítulo 2. Conceitos de Hardware e Software
ANHANGUERA EDUCACIONAL Capítulo 2 Conceitos de Hardware e Software Hardware Um sistema computacional é um conjunto de de circuitos eletronicos. Unidade funcionais: processador, memória principal, dispositivo
Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas. Sistemas Operacionais (SOP A2)
Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Sistemas Operacionais (SOP A2) Conceitos de Hardware e Software Referências: Arquitetura de Sistemas Operacionais. F. B. Machado, L. P. Maia. Editora
Arquitetura de Computadores Aula 11 - Multiprocessamento
Arquitetura de Computadores Aula 11 - Multiprocessamento Prof. Dr. Eng. Fred Sauer http://www.fredsauer.com.br [email protected] 1/28 PROCESSAMENTO PARALELO OBJETIVO: aumentar a capacidade de processamento.
1. Conceitos Básicos de Computação
Introdução à Computação I IBM1006 1. Conceitos Básicos de Computação Prof. Renato Tinós Local: Depto. de Computação e Matemática (FFCLRP/USP) 1 Principais Tópicos 1.Conceitos Básicos de Computação 1.1.
Informática I. Aula /09/2006 1
Informática I Aula 3 http://www.ic.uff.br/~bianca/informatica1/ 06/09/2006 1 Ementa Histórico dos Computadores Noções de Hardware e Software Microprocessadores Sistemas Numéricos e Representação de Dados
ci212 desempenho 2011-2 Avaliação de Desempenho
Avaliação de Desempenho Qual é o melhor avião? capac alcance veloc produtiv avião [p] [km] [km/h] [p km/h] B-777 375 7400 976 366.000 B-747 470 6640 976 458.720 Concorde 132 6400 2160 280.800 DC8-50 146
FACULDADE FUCAPI Arquitetura de Computadores Parte I
FACULDADE FUCAPI Arquitetura de Computadores Parte I, M.Sc. Doutorando em Informática (UFAM) Mestre em Engenharia Elétrica (UFAM) Engenheiro de Telecomunicações (FUCAPI) Referências HENNESSY, John L.;
a) Calcule o valor médio de CPI apresentado na execução deste programa P, utilizando-se C1 sem e com otimização.
UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE INSTITUTO DE COMPUTAÇÃO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Sistemas de Computação 2016.2 Profa.: Simone Martins Lista 1 1. Um programa P foi compilado com um compilador
Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul UEMS Curso de Ciência da Computação Disciplina de Algoritmos Paralelos e Distribuídos
Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul UEMS Curso de Ciência da Computação Disciplina de Algoritmos Paralelos e Distribuídos Pensando em Paralelo Pensar em paralelo é uma tarefa que exige disciplina
ORGANIZAÇÃO E ARQUITETURA DE COMPUTADORES I AULA 02: INTRODUÇÃO
ORGANIZAÇÃO E ARQUITETURA DE COMPUTADORES I AULA 02: INTRODUÇÃO Prof. Max Santana Rolemberg Farias [email protected] Colegiado de Engenharia de Computação DO QUE É COMPOSTO UM SISTEMA COMPUTACIONAL?
Microprocessadores II - ELE 1084
Microprocessadores II - ELE 1084 CAPÍTULO III PROCESSADORES P5 3.1 Gerações de Processadores 3.1 Gerações de Processadores Quinta Geração (P5) Pentium (586) 32 bits; Instruções MMX; Concorrente K5 (AMD).
FUNDAMENTOS DA PROGRAMAÇÃO DE COMPUTADORES BIT / CARACTERE / BYTE/ PALAVRA
FUNDAMENTOS DA PROGRAMAÇÃO DE COMPUTADORES BIT / CARACTERE / BYTE/ PALAVRA 1 REPRESENTANDO AS INFORMAÇÕES Organização de Computadores Toda informação introduzida em um computador precisa ser entendida
Arquitetura de Computadores. Conjunto de Instruções
Arquitetura de Computadores Conjunto de Instruções Arquitetura do Conjunto das Instruções ISA (Instruction Set Architecture) Traduz para uma linguagem intermediária (ISA) os vários programas em diversas
Explorando o paralelismo entre instruções
Explorando o paralelismo entre instruções Arquiteturas para Alto Desmpenho Prof. [email protected] Sala 110 Prédio da Computação www.comp.ita.br/~pauloac Pipeline Pipeline: Uma idéia natural Linhas de montagem
CAPÍTULO 2 DESEMPENHO
Desempenho/Performance Tempo de Execução Ciclos de Clock Escala de integração e Desempenho CPI (Ciclos de Clock por Instrução) Número de Instruções MIPS (Milhões de Instruções por Segundo) Benchmarks Lei
PROCESSADORES SUPERESCALARES FELIPE G. TORRES
PROCESSADORES SUPERESCALARES FELIPE G. TORRES PROCESSAMENTO DAS INSTRUÇÕES Como podemos melhorar esse processamento? Arquitetura de computadores 2 PROCESSAMENTO DAS INSTRUÇÕES Como uma abordagem simplificada,
Organização e Arquitetura de Computadores I
Universidade Federal de Campina Grande Centro de Engenharia Elétrica e Informática Unidade Acadêmica de Sistemas e Computação Curso de Bacharelado em Ciência da Computação Organização e Arquitetura de
ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES
ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES TECNOLOGIAS EM REDES DE COMPUTADORES Semestre 2015.2 Prof. Dsc. Jean Galdino As principais arquiteturas de processadores são: Von Neumann; Harvard. ARQUITETURAS AULA 06 28/10/2015
Arquitetura de Computadores II
Universidade Estadual de Maringá Centro de Tecnologia Departamento de Informática Arquitetura de Computadores II Prof. Flávio Rogério Uber Informações Úteis Professor: Flávio Rogério Uber Bloco C-56 Sala
Sistemas Operacionais
Sistemas Operacionais Prof. Jó Ueyama Apresentação baseada nos slides da Profa. Kalinka Castelo Branco, do Prof. Dr. Antônio Carlos Sementille e da Profa. Dra. Luciana A. F. Martimiano e nas transparências
Aula 3: Conceitos Básicos e Medidas de Desempenho
Aula 3: Conceitos Básicos e Medidas de Desempenho Fernanda Passos Universidade Federal Fluminense Fundamentos de Arquiteturas de Computadores Material baseado nos slides do prof. Diego Passos Fernanda
Paralelismo ao Nível das Instruções p. 1
Paralelismo ao Nível das Instruções Luís Nogueira [email protected] Departamento Engenharia Informática Instituto Superior de Engenharia do Porto Paralelismo ao Nível das Instruções p. 1 Como melhorar
Introdução a Sistemas Operacionais. Adão de Melo Neto
Introdução a Sistemas Operacionais Adão de Melo Neto 41 Definição de SO Sistema Operacional É um conjunto de rotinas (programa) executado pelo processador que controla o funcionamento do computador como
Aula 16: UCP: Conceitos Básicos e Componentes
Aula 16: UCP: Conceitos Básicos e Componentes Diego Passos Universidade Federal Fluminense Fundamentos de Arquiteturas de Computadores Diego Passos (UFF) UCP: Conceitos Básicos e Componentes FAC 1 / 34
ORGANIZAÇÃO E ARQUITETURA DE COMPUTADORES II AULA 02: PROCESSAMENTO PARALELO: PROCESSADORES VETORIAIS
ORGANIZAÇÃO E ARQUITETURA DE COMPUTADORES II AULA 02: PROCESSAMENTO PARALELO: PROCESSADORES VETORIAIS Prof. Max Santana Rolemberg Farias [email protected] Colegiado de Engenharia de Computação
ULA. Combina uma variedade de operações lógicas e matemáticas dentro de uma única unidade.
PROCESSADOR ULA Combina uma variedade de operações lógicas e matemáticas dentro de uma única unidade. ULA Uma ULA típica pode realizar as operações artiméticas: - adição; - subtração; E lógicas: - comparação
SSC0611 Arquitetura de Computadores
SSC0611 Arquitetura de Computadores 17ª Aula Paralelismos nível de tarefas Profa. Sarita Mazzini Bruschi [email protected] Paralelismo no nível de tarefas Paralelismo a nível de thread (TLP Thread-Level
Algoritmo. Exemplo. Definição. Programação de Computadores Comparando Algoritmos. Alan de Freitas
Algoritmos Programação de Computadores Comparando Algoritmos Um algoritmo é um procedimento de passos para cálculos. Este procedimento é composto de instruções que definem uma função Até o momento, vimos
