BOLETIM TÉCNICO: FLORESCIMENTO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "BOLETIM TÉCNICO: FLORESCIMENTO"

Transcrição

1 BOLETIM TÉCNICO: FLORESCIMENTO Nº 07 - Julho/2015 Plante certezas.

2 Florescimento O florescimento das variedades de cana-de-açúcar é conhecido como um fenômeno que afeta negativamente a produtividade dos canaviais. Devido às dificuldades que o setor vem enfrentando há alguns anos, o tema tornou-se ainda mais relevante frente ao receio de novas quedas na produção. Entre os fatores que afetam o florescimento da cana-de-açúcar podemos destacar o fotoperíodo (comprimento do dia), a temperatura e a umidade do solo. Assim, o acompanhamento destes fatores se faz de extrema importância para que se possa antever a ocorrência deste fenômeno e tomar medidas corretivas caso necessário. As condições de fotoperíodo são influenciadas pela latitude, o que afeta a quantidade de luz que determinada região recebe por dia, influenciando assim o comprimento do dia e da noite. Melhores condições de florescimento são encontradas em regiões de latitudes mais baixas (mais próximas à linha do Equador) e a época crítica para a indução ocorre quando o período de luminosidade tem duração de 12,5 horas e ocorre por 20 dias. Para que o florescimento aconteça é necessário que ocorra pelo menos 10 dias ininterruptos com esta condição. Cabe salientar que o efeito de um dia desfavorável entre vários dias favoráveis reduz o florescimento, mas não o inibe se o número de dias favoráveis for significativo. Em relação à temperatura, as condições ideais são encontradas em temperaturas, variando entre 18ºC e 32ºC. Por fim, o último fator que também tem grande influência para a ocorrência deste fenômeno é a umidade do solo. A falta de água antes e durante o período do início do processo de florescimento reduz ou inibe sua ocorrência. Caso essa falta de água venha relacionada com altas temperaturas o efeito de inibição será ainda maior. Quando o florescimento ocorre, perdas de produção significativas poderão acontecer na lavoura. O efeito deste fenômeno foi verificado em um experimento com diferentes variedades de cana, no qual o florescimento foi controlado com o uso de luz para interrupção do comprimento da noite. Os resultados obtidos demonstraram uma redução de 6,8% na tonelagem da cana, perda de 3% no conteúdo de sacarose e diminuição de 9,4% na produtividade de açúcar nas canas florescidas (Berding e Hurney, 2005). 2

3 Outra questão relevante com relação às perdas é o tempo em que a variedade florescida permanece no campo até ser colhida. Quanto mais tempo a cana ficar no campo, maiores forem as temperaturas e menor for a disponibilidade de água, maior poderá ser o comprometimento na produtividade de açúcar. Outro fator que influencia as perdas é o padrão de desenvolvimento da variedade. A diferença entre as variedades na deterioração da sacarose é considerável e uma das características relacionadas a essa diferença é a porcentagem de colmos florescidos. O Programa de Melhoramento Genético do CTC considera a seleção contra o florescimento em todas as fases do processo de obtenção de uma nova variedade. A estratégia visa diminuir a ocorrência no campo e consequentemente as perdas de açúcar que podem ser ocasionadas pelo florescimento. Uma estratégia adicional adotada pelo CTC é priorizar genitores com florescimento tardio para a realização de cruzamentos destinados às regiões com maior incidência de florescimento nas variedades comerciais. Assim, as variedades CTC, por serem mais modernas e adaptadas as necessidades do setor, são pouco floríferas. Além do uso de variedades com baixa tendência ao florescimento, algumas práticas de manejo podem ser adotadas para controlar o fenômeno, como por exemplo a utilização de inibidores de florescimento também conhecidos como reguladores de crescimento. Um que comprovadamente produz esse efeito é o Ethephon, quando aplicado antes do período de indução. O produto foi capaz de reduzir em 87% o florescimento, com aumento de 7,5% na tonelagem de cana e 10% na produtividade de açúcar. (Moore e Osgood, 1989). Em um ano onde o suprimento de água antes do período da indução é elevado e as temperaturas ficam dentro da faixa adequada, a aplicação do inibidor/regulador torna-se essencial. Condições climáticas para florescimento no Centro-Sul em 2014 e 2015 Em 2015 vem sendo verificada a ocorrência de florescimento em áreas de cana-de-açúcar em diversas regiões do Centro-Sul. Além disso, de modo geral, as condições meteorológicas nesta região do Brasil apresentaram temperaturas amenas e chuvas abundantes, ideais para a ocorrência de florescimento. 3

4 Para analisar esta situação de forma mais concreta e compará-la ao ano anterior, foram utilizados os dados de 10 estações meteorológicas automáticas controladas pelo CTC e pelo INMET (Instituto Nacional de Meteorologia) que representam diferentes ambientes climáticos do Centro-Sul. Figura 1 Distribuição das estações meteorológicas controladas pelo CTC e INMET (Instituto Nacional de Meteorologia). Foram aplicados aos dados obtidos por essas estações os parâmetros condicionantes ao florescimento apresentados por Moore & Berding (2013), e por meio da análise dos resultados foi possível verificar que 2015 realmente apresenta uma tendência de maior favorecimento à ocorrência de florescimento na cana-de-açúcar em todas as regiões analisadas em comparação a Cada ponto analisado apresenta um período específico de dias onde as condições ideais para o florescimento devem ocorrer. Dentro do período favorável de cada local, foram considerados os dados de precipitação e temperaturas diárias máxima e mínima, que não podem ultrapassar o intervalo de 18 a 32 C. Devido à latitude, a região de Goianésia-GO representa o local com maior número de dias com fotoperíodo adequado e Ourinhos-SP com o menor. Nos gráficos comparativos abaixo, é possível constatar a diferença em cada um dos locais analisados dentro dos dias de fotoperíodo adequado específicos nos anos de 2014 e As barras verdes representam dias com todas as condições requeridas ao florescimento. Condições de no mínimo 10 dias consecutivos de condições favoráveis representa a possibilidade de ocorrência de florescimento naquele local. 4

5 Piracicaba-SP (fotoperíodo favorável entre 04/03 e 26/03) 5

6 Pradópolis-SP (fotoperíodo favorável entre 03/03 e 27/03) 6

7 Conceição das Alagoas-MG (fotoperíodo favorável entre 02/03 e 27/03) 7

8 Rio Brilhante-MS (fotoperíodo favorável entre 04/03 e 26/03) 8

9 Goianésia-GO (fotoperíodo favorável entre 23/02 e 29/03) 9

10 Pela análise dos gráficos nota-se que devido às condições de chuvas dentro do normal para o final de fevereiro e meados de março, houve volume suficiente e boa distribuição de chuvas em todos os locais e em ambos os anos analisados. Desta forma, a restrição hídrica não representou um fator limitante ao florescimento em nenhum dos pontos Como se pode verificar, todas as localidades estudadas - com exceção de Rio Brilhante no Mato Grosso do Sul - apresentaram condições climáticas favoráveis ao florescimento neste ano de Esta condição é reforçada se compararmos com os dados de 2014, onde nas localidades com latitudes mais altas houveram poucos dias subsequentes em condições para florescimento. Nestes locais, não se chegou à quantidade mínima de dias subsequentes em condições para o florescimento. De modo geral, os dados analisados validam a percepção geral nas diferentes regiões produtoras do Centro-Sul sobre a possível ocorrência de florescimento nos canaviais em 2015, em especial em regiões que normalmente esta condição não costuma ser tão frequente nos anos anteriores. Em função da variedade e do local, o ideal seria a utilização de inibidores/ reguladores para impedir a ocorrência do florescimento e suas eventuais perdas. Outra alternativa que pode ser adotada é a antecipação da colheita das variedades florescidas com o objetivo de diminuir a exposição destas aos fatores que acentuam suas perdas reduzindo assim os impactos em sua produção final na safra. 10

11 Variedades CTC com baixo risco de perdas em decorrência do florescimento se manejadas corretamente com relação à época de colheita: Posicionamento Colheita Variedade Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez CTC 9001 CTC17 CTC21 CTC25 CTC9003 CTC7 CTC20 CTC15 CTC4 CTC9002 CTC11 CTC24 CTC19 CTC14 Tabela 1 Posicionamento de colheita das variedades CTC. O CTC tem o portfólio mais completo e adequado para as usinas e fornecedores de cana que buscam otimização de resultados e verticalização de produção. Consulte o nosso Representante Técnico de Vendas e tenha uma recomendação varietal personalizada para a sua região. Referências: Berding, N. (2005). Poor and variable flowering in tropical sugarcane improvement programs: diagnosis and resolution of a major breeding impediment. Proceedings International Society of Sugar Cane Technologists, 25, Berding, N. & Hurney, A.P. (2005). Flowering and lodging, physiological-based traits affecting cane and sugar yield: what do we know of their control mechanisms and how do we manage them? Field Crops Research, 92, Moore, P.H. & Berding, N. (2013). Flowering. In: Sugarcane: Physiology, biochemistry and functional biology. First Edition. Edited by Paul H. Moore and Frederik C. Botha. Moore, P.H. & Osgood, R.V. (1989). Prevention of flowering and increasing sugar yield of sugarcane by application of ethephon (2-chloroethylphosphonic acid). Journal of Plant Growth Regulation, 8,

12 CTC - CENTRO DE TECNOLOGIA CANAVIERA Plante certezas. facebook.com.br/ctcanavieira

Panorama da Safra e Perspectivas. Dezembro/18

Panorama da Safra e Perspectivas. Dezembro/18 Panorama da Safra e Perspectivas Dezembro/18 Agenda Contexto histórico e Indicadores Safra 2018/19 Perspectivas Safra 2019/20 Tendências e soluções para o aumento de produtividade Contexto histórico e

Leia mais

FICOU AINDA MELHOR O QUE ERA BOM

FICOU AINDA MELHOR O QUE ERA BOM BulaTécnica 06/2019 1 O QUE ERA BOM FICOU AINDA MELHOR A CTC9001BT é a evolução da CTC9001, que agora alia alta tecnologia para obter máxima eficácia no combate a broca da cana, Diatraea saccharalis. Variedade

Leia mais

Monitoramento da Cultura de Cana-de-Açúcar no Estado de São Paulo

Monitoramento da Cultura de Cana-de-Açúcar no Estado de São Paulo Fonte: Canaoeste Versão Online Boletim No: 07 Maio, 2015 Monitoramento da Cultura de Cana-de-Açúcar no Estado de São Paulo I. ESPECIAL FLORESCÊNCIA PANORAMA A florescência da cana-deaçúcar é uma possibilidade

Leia mais

DESEMPENHO E DESTAQUES VARIETAIS NA PEDRA AGROINDUSTRIAL S/A. Eng. Agr. Sergio M. Selegato

DESEMPENHO E DESTAQUES VARIETAIS NA PEDRA AGROINDUSTRIAL S/A. Eng. Agr. Sergio M. Selegato DESEMPENHO E DESTAQUES VARIETAIS NA PEDRA AGROINDUSTRIAL S/A Eng. Agr. Sergio M. Selegato Localização - Unidades Climático II Média Anual: 1.594,6 mm Climático III Média Anual: 1.315,2 mm Climático II

Leia mais

Análise da Safra 2015/16. Agosto/15

Análise da Safra 2015/16. Agosto/15 Análise da Safra 2015/16 Agosto/15 Evolução da produtividade média Evolução da produtividade mensal Média do Centro Sul em toneladas de cana por hectare (TCH) Por conta do regime de chuvas mais favorável,

Leia mais

UFPI UFRPE UFAL UFS UFMT UFV UFRRJ UFG. UFSCar UFPR. RIDESA Rede Interuniversitária para o Desenvolvimento do Setor Sucroalcooleiro

UFPI UFRPE UFAL UFS UFMT UFV UFRRJ UFG. UFSCar UFPR. RIDESA Rede Interuniversitária para o Desenvolvimento do Setor Sucroalcooleiro RIDESA Rede Interuniversitária para o Desenvolvimento do Setor Sucroalcooleiro UFPI UFRPE UFMT UFAL UFS UFG Presidente: Profª. Drª. Ana Dayse Resende Dorca UFPR UFSCar UFV UFRRJ Coordenador Técnico: Profº.

Leia mais

ENCONTRO DE USUÁRIOS DE VARIEDADES DE CANA-DE-AÇÚCAR. Uso de Variedades na Usina Jalles Machado. Rogério Bremm Gerente Corporativo

ENCONTRO DE USUÁRIOS DE VARIEDADES DE CANA-DE-AÇÚCAR. Uso de Variedades na Usina Jalles Machado. Rogério Bremm Gerente Corporativo ENCONTRO DE USUÁRIOS DE VARIEDADES DE CANA-DE-AÇÚCAR Uso de Variedades na Usina Jalles Machado Rogério Bremm Gerente Corporativo Localização PRECIPITAÇÃO (mm) Caracterização da Empresa Descrição 2010/2011

Leia mais

Maturadores e colheita em cana-deaçúcar. Maximiliano Salles Scarpari IAC Centro de Cana

Maturadores e colheita em cana-deaçúcar. Maximiliano Salles Scarpari IAC Centro de Cana Maturadores e colheita em cana-deaçúcar Maximiliano Salles Scarpari IAC Centro de Cana [email protected] CANA FIBRA 10-18% CALDO 82-90% ÁGUA 75-82% SÓLIDOS SOLÚVEIS (brix) 18-25% Celulose, hemicelulose,

Leia mais

EXPECTATIVA DA SAFRA 2018/19

EXPECTATIVA DA SAFRA 2018/19 EQUIPE CANAPLAN 1ª REUNIÃO CANAPLAN 2018 EXPECTATIVA DA SAFRA 2018/19 Ribeirão Preto, 25/04/18 Agronegócio Canavieiro, Brasil Últimos 8 Anos, Pós-Crise Global À Sombra da Estagnação SAFRA C/SUL (milhão

Leia mais

PROJETO MANEJO VARIETAL GRUPO PEDRA (3ª REUNIÃO DE FORNECEDORES) PONTOS PARA VERTICALIZAÇÃO DA PRODUTIVIDADE AGROINDUSTRIAL: 3º EIXO

PROJETO MANEJO VARIETAL GRUPO PEDRA (3ª REUNIÃO DE FORNECEDORES) PONTOS PARA VERTICALIZAÇÃO DA PRODUTIVIDADE AGROINDUSTRIAL: 3º EIXO PROJETO MANEJO VARIETAL GRUPO PEDRA (3ª REUNIÃO DE FORNECEDORES) PONTOS PARA VERTICALIZAÇÃO DA PRODUTIVIDADE AGROINDUSTRIAL: 3º EIXO Principais motivos na queda da Produtividade Última década??? Falta

Leia mais

GRUPO DE IRRIGAÇÃO EM CANA-DE-AÇÚCAR. Uso de Irrigação na Usina Jalles Machado. Patrick Francino Campos Gestor de Irrigação

GRUPO DE IRRIGAÇÃO EM CANA-DE-AÇÚCAR. Uso de Irrigação na Usina Jalles Machado. Patrick Francino Campos Gestor de Irrigação GRUPO DE IRRIGAÇÃO EM CANA-DE-AÇÚCAR Uso de Irrigação na Usina Jalles Machado Patrick Francino Campos Gestor de Irrigação 1 2 Localização 3 HISTÓRICO DE PRECIPITAÇÃO PLUVIOMETRICA (mm) 180 dias 190 dias

Leia mais

Censo Varietal, Variedades e Clones Potenciais RB Recomendações de Uso

Censo Varietal, Variedades e Clones Potenciais RB Recomendações de Uso Programa de Melhoramento Genético da Cana-de de-açúcar Censo Varietal, Variedades e Clones Potenciais RB Recomendações de Uso Roberto Giacomini Chapola Equipe PMGCA/RIDESA/UFSCar 31 de julho de 2013 Programa

Leia mais

Avaliação de desempenho e recomendações das variedades de cana no Grupo Guarani

Avaliação de desempenho e recomendações das variedades de cana no Grupo Guarani Avaliação de desempenho e recomendações das variedades de cana no Grupo Guarani José Olavo Bueno Vendramini Gerente Técnico Corporativo Agenda Grupo Guarani Avaliação de Performance Varietal para Tomada

Leia mais

BOLETIM TÉCNICO IHARA

BOLETIM TÉCNICO IHARA BOLETIM TÉCNICO IHARA ESPECIAL RIPER, NÍVEL DE AÇÚCAR ELEVADO AO MÁXIMO INOVAÇÃO E QUALIDADE JAPONESAS A SERVIÇO DA AGRICULTURA BRASILEIRA Há mais de 50 anos, trabalhamos com os agricultores brasileiros

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS CONTÁBEIS E CIÊNCIAS ECONÔMICAS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS CONTÁBEIS E CIÊNCIAS ECONÔMICAS Segue abaixo uma breve explicação sobre os dados agropecuários analisados neste Boletim. Pesquisa, acompanhamento e avaliação de safras O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) em conjunto

Leia mais

CURVA DE MATURAÇÃO DE GENÓTIPOS DE CANA-DE-AÇÚCAR NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL.

CURVA DE MATURAÇÃO DE GENÓTIPOS DE CANA-DE-AÇÚCAR NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. 2 CURVA DE MATURAÇÃO DE GENÓTIPOS DE CANA-DE-AÇÚCAR NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. Sergio Delmar dos Anjos e Silva 1, Mario Alvaro Aloisio Verissimo 2, Ricardo Augusto de Oliveira 3, Edelclaiton Daros

Leia mais

III ENCONTRO DE USUÁRIOS DE VARIEDADES DE CANA-DE-AÇÚCAR RAPHAEL ALVAREZ. POSICIONAMENTO DAS VARIEDADES X SANIDADE VEGETAL

III ENCONTRO DE USUÁRIOS DE VARIEDADES DE CANA-DE-AÇÚCAR RAPHAEL ALVAREZ. POSICIONAMENTO DAS VARIEDADES X SANIDADE VEGETAL III ENCONTRO DE USUÁRIOS DE VARIEDADES DE CANA-DE-AÇÚCAR RAPHAEL ALVAREZ. POSICIONAMENTO DAS VARIEDADES X SANIDADE VEGETAL 22/10/2015 A AFOCAPI Fundada e Inaugurada em 05/10/1947-68 Anos Objetivo: Estruturar

Leia mais

Impurezas e Qualidade de Cana-de-Açúcar

Impurezas e Qualidade de Cana-de-Açúcar Impurezas e Qualidade de Cana-de-Açúcar Levantamento dos níveis de impurezas nas últimas safras Luiz Antonio Dias Paes 12 de Maio de 2011 Dados Gerais da Safra 10/11 Impurezas Evolução Indicadores Impurezas

Leia mais

Manejo Varietal e Maximização da Qualidade da Matéria-Prima. Marcos Guimarães de Andrade Landell Instituto Agronômico/APTA/SAA SP

Manejo Varietal e Maximização da Qualidade da Matéria-Prima. Marcos Guimarães de Andrade Landell Instituto Agronômico/APTA/SAA SP Manejo Varietal e Maximização da Qualidade da Matéria-Prima Marcos Guimarães de Andrade Landell Instituto Agronômico/APTA/SAA SP POTENCIAL BIOLÓGICO 320 tha -1 305 tha -1 335 tha -1 IACSP96-3060 IACSP95-5000

Leia mais

ENCONTRO DE FLORESCIMENTO E ISOPORIZAÇÃO 26/FEV 1 PRESENTATION TITLE CHANGE TEXT ON MASTER

ENCONTRO DE FLORESCIMENTO E ISOPORIZAÇÃO 26/FEV 1 PRESENTATION TITLE CHANGE TEXT ON MASTER ENCONTRO DE FLORESCIMENTO E ISOPORIZAÇÃO 26/FEV 1 PRESENTATION TITLE CHANGE TEXT ON MASTER Unidades: 1. Usina Moema - Orindiúva-SP 2. Usina Guariroba Pontes Gestal- SP 3. Usina Ouroeste - Ouroeste-SP 4.

Leia mais

AVALIAÇÃO DE VARIEDADES DE MILHETO NA INTERFACE CHUVA/SECA

AVALIAÇÃO DE VARIEDADES DE MILHETO NA INTERFACE CHUVA/SECA AVALIAÇÃO DE VARIEDADES DE MILHETO NA INTERFACE CHUVA/SECA Tássio Bonomo Murça (1), Domingos Sávio Queiroz (2), Luiz Tarcisio Salgado (3), Sabrina Saraiva Santana (4), Sérgio Dutra de Resende (5) (1) Bolsista

Leia mais

GUERRA E PAZ. Sizuo Matsuoka VIGNIS S.A.

GUERRA E PAZ. Sizuo Matsuoka VIGNIS S.A. GUERRA E PAZ Sizuo Matsuoka VIGNIS S.A. [email protected] A GUERRA DOS CEM ANOS Época Medieval (1337-1453): Guerra dos 100 anos entre os reinados Anglo-Saxão e Francês Igualmente a guerra entre

Leia mais

Perspectivas para a Tecnologia na Agricultura e Desenvolvimento de Novas Variedades de Cana de Açúcar

Perspectivas para a Tecnologia na Agricultura e Desenvolvimento de Novas Variedades de Cana de Açúcar Perspectivas para a Tecnologia na Agricultura e Desenvolvimento de Novas Variedades de Cana de Açúcar Federico Tripodi Diretor de Negócios de Cana de Açúcar Set/2014 Monsanto no Mundo Quem Somos Europa,

Leia mais

COMPARATIVOS ENTRE SISTEMAS DE IRRIGAÇÃO NO SEMIÁRIDO BRASILEIRO RIBEIRÃO PRETO - SP

COMPARATIVOS ENTRE SISTEMAS DE IRRIGAÇÃO NO SEMIÁRIDO BRASILEIRO RIBEIRÃO PRETO - SP COMPARATIVOS ENTRE SISTEMAS DE IRRIGAÇÃO NO SEMIÁRIDO BRASILEIRO RIBEIRÃO PRETO - SP 17 DE JULHO DE 2012 CARACTERIZAÇÃO DO AMBIENTE O clima semiárido está presente no Brasil nas regiões Nordeste e Sudeste.

Leia mais

II Encontro de Usuários de Variedades de Cana de Açúcar " Frederico de Menezes Veiga" Manejo Varietal no Grupo Raizen

II Encontro de Usuários de Variedades de Cana de Açúcar  Frederico de Menezes Veiga Manejo Varietal no Grupo Raizen II Encontro de Usuários de Variedades de Cana de Açúcar " Frederico de Menezes Veiga" Manejo Varietal no Grupo Raizen Ribeirão Preto - Março - 2012 Localização das Unidades 2 Distribuição de Área Distribuição

Leia mais

Acompanhamento quinzenal da safra na região Centro-Sul

Acompanhamento quinzenal da safra na região Centro-Sul Acompanhamento quinzenal da safra na região Centro-Sul Posição até 01/11/2017 Vendas de hidratado avançam no Centro-Sul O volume de cana-de-açúcar processado pelas unidades produtoras da região Centro-Sul

Leia mais

Estimativas e Desempenho de Variedades. Eng. Agr. Jose Carlos Salata

Estimativas e Desempenho de Variedades. Eng. Agr. Jose Carlos Salata Estimativas e Desempenho de Variedades Eng. Agr. Jose Carlos Salata Estimativa de Cana Identificando o Canavial Banco de Dados das Áreas (Própria/Fornecedor) Fazenda Lote Talhão Área Estágio Variedade

Leia mais

CANA-DE-AÇÚCAR: COMPORTAMENTO DE VARIEDADES EM PIRACICABA, SP 0

CANA-DE-AÇÚCAR: COMPORTAMENTO DE VARIEDADES EM PIRACICABA, SP 0 CANA-DE-AÇÚCAR: COMPORTAMENTO DE VARIEDADES EM PIRACICABA, SP 0 VIRGINIO BOVIC 2,3 ), JOSÉ CIONE ( 2 ) e ANTÓNIO PEREIRA DE CAMARGO ( 2 ' 3 ) RESUMO Na Estação Experimental de Piracicaba, do Instituto

Leia mais

Produtividade de 3 (três) dígitos Caso Unidade Otávio Lage Grupo Jalles Machado. Edgar Alves Gerente Agrícola

Produtividade de 3 (três) dígitos Caso Unidade Otávio Lage Grupo Jalles Machado. Edgar Alves Gerente Agrícola Produtividade de 3 (três) dígitos Caso Unidade Otávio Lage Grupo Jalles Machado Edgar Alves Gerente Agrícola Setembro, 2014 1 Grupo Otávio Lage: Negócios e Estrutura Acionária Cana-de-açúcar 50,9% Jalles

Leia mais

INFORMAÇÕES METEOROLÓGICAS PARA PESQUISA E PLANEJAMENTO AGRÍCOLA, REFERENTES AO MUNICÍPIO DE SANTO ANTÔNIO DE GOIÁS, GO

INFORMAÇÕES METEOROLÓGICAS PARA PESQUISA E PLANEJAMENTO AGRÍCOLA, REFERENTES AO MUNICÍPIO DE SANTO ANTÔNIO DE GOIÁS, GO Arroz e Feijão INFORMAÇÕES METEOROLÓGICAS PARA PESQUISA E PLANEJAMENTO AGRÍCOLA, REFERENTES AO MUNICÍPIO DE SANTO ANTÔNIO DE GOIÁS, GO 2002 Silvando Carlos da Silva Neiva Maria Pio de Santana Gleice Maria

Leia mais

Lançamento Soja marca Pioneer no Sul do Brasil. Ricardo B. Zottis Ger. Produto RS/SC

Lançamento Soja marca Pioneer no Sul do Brasil. Ricardo B. Zottis Ger. Produto RS/SC Lançamento Soja marca Pioneer no Sul do Brasil Ricardo B. Zottis Ger. Produto RS/SC Agenda 1. Histórico Soja marca Pioneer 2. Pesquisa Soja Brasil 3. Qualidade das Sementes DuPont Pioneer 4. Cultivares

Leia mais

ANÁLISE DAS CONDIÇÕES CLIMÁTICAS PARA O CULTIVO DO MILHO, NA CIDADE DE PASSO FUNDO-RS.

ANÁLISE DAS CONDIÇÕES CLIMÁTICAS PARA O CULTIVO DO MILHO, NA CIDADE DE PASSO FUNDO-RS. ANÁLISE DAS CONDIÇÕES CLIMÁTICAS PARA O CULTIVO DO MILHO, NA CIDADE DE PASSO FUNDO-RS. Claudia Guimarães CAMARGO Bolsista do grupo PET do curso de Meteorologia/ FacMet/UFPel e-mail: [email protected]

Leia mais

PLUVIOSIDADE HISTÓRICA DO MUNICÍPIO DE CAMPINA GRANDE-PB PARA PLANEJAMENTO AGRÍCOLA E CAPTAÇÃO DE ÁGUA

PLUVIOSIDADE HISTÓRICA DO MUNICÍPIO DE CAMPINA GRANDE-PB PARA PLANEJAMENTO AGRÍCOLA E CAPTAÇÃO DE ÁGUA PLUVIOSIDADE HISTÓRICA DO MUNICÍPIO DE CAMPINA GRANDE-PB PARA PLANEJAMENTO AGRÍCOLA E CAPTAÇÃO DE ÁGUA Thalis Leandro Bezerra de Lima (1); Gleyka Nóbrega Vasconcelos (1); Carlos Vailan de Castro Bezerra

Leia mais

WERNER SEMMELROTH. Censo Varietal e Avaliação dos Programas de Melhoramento Genético da Cana de Açúcar Direcionados ao M.S.

WERNER SEMMELROTH. Censo Varietal e Avaliação dos Programas de Melhoramento Genético da Cana de Açúcar Direcionados ao M.S. WERNER SEMMELROTH Censo Varietal e Avaliação dos Programas de Melhoramento Genético da Cana de Açúcar Direcionados ao M.S. TÓPICOS 1. Origem, Evolução Varietal, Características desejáveis e Histórico do

Leia mais

Boletim Agrometeorológico

Boletim Agrometeorológico 2 oletim grometeorológico Embrapa grossilvipastoril, Sinop, MT Março, 2017 companhamento da 1 a safra 2016/2017 em Mato Grosso Cornélio lberto Zolin, Embrapa grossilvipastoril, [email protected]

Leia mais

Clima de Passo Fundo

Clima de Passo Fundo Clima de Passo Fundo Clima de Passo Fundo - Normais Climatológicas Pela classificação de Köppen, Passo Fundo (28º15 S, 52º 24 W e 687 m de altitude) está localizada na Zona Climática fundamental temperada

Leia mais

Documentos, 221. Informações Meteorológicas para Pesquisa e Planejamento Agrícola, Referentes ao Município de Santo Antonio de Goiás, GO, 2007

Documentos, 221. Informações Meteorológicas para Pesquisa e Planejamento Agrícola, Referentes ao Município de Santo Antonio de Goiás, GO, 2007 Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Embrapa Arroz e Feijão Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento ISSN 1678-9644 Outubro/2008 Documentos, 221 Informações Meteorológicas para Pesquisa

Leia mais

COLETIVA DE IMPRENSA

COLETIVA DE IMPRENSA COLETIVA DE IMPRENSA 17 de dezembro de 2013 Considerações sobre os dados Informações disponíveis a partir do sistema de benchmarking do CTC: Amostra contempla apenas cana própria Representatividade da

Leia mais

DEMONSTRATIVO DE CÁLCULO DE APOSENTADORIA - FORMAÇÃO DE CAPITAL E ESGOTAMENTO DAS CONTRIBUIÇÕES

DEMONSTRATIVO DE CÁLCULO DE APOSENTADORIA - FORMAÇÃO DE CAPITAL E ESGOTAMENTO DAS CONTRIBUIÇÕES Página 1 de 28 Atualização: da poupança jun/81 1 133.540,00 15,78 10,00% 13.354,00 10,00% 13.354,00 26.708,00-0,000% - 26.708,00 26.708,00 26.708,00 jul/81 2 133.540,00 15,78 10,00% 13.354,00 10,00% 13.354,00

Leia mais

Acompanhamento quinzenal da safra na região Centro-Sul

Acompanhamento quinzenal da safra na região Centro-Sul Acompanhamento quinzenal da safra na região Centro-Sul Posição até 16/11/2016 Informações adicionais Safra 2016/2017 1ª quinzena de novembro A moagem pelas unidades produtoras da região Centro-Sul atingiu

Leia mais

IRRIGAÇÃO E FERTIRRIGAÇÃO EVENTO STAB SUL - Ribeirão Preto, junho de 2018

IRRIGAÇÃO E FERTIRRIGAÇÃO EVENTO STAB SUL - Ribeirão Preto, junho de 2018 IRRIGAÇÃO E FERTIRRIGAÇÃO EVENTO STAB SUL - Ribeirão Preto, junho de 2018 IRRIGAÇÃO DE CANA DE AÇÚCAR NO BRASIL Eng. Agrônomo Ms. UDO ROSENFELD [email protected] Necessidade de irrigação.dados históricos

Leia mais

ESTIMATIVA DA PRECIPITAÇÃO EFETIVA PARA A REGIÃO DO MUNICÍPIO DE IBOTIRAMA, BA Apresentação: Pôster

ESTIMATIVA DA PRECIPITAÇÃO EFETIVA PARA A REGIÃO DO MUNICÍPIO DE IBOTIRAMA, BA Apresentação: Pôster ESTIMATIVA DA PRECIPITAÇÃO EFETIVA PARA A REGIÃO DO MUNICÍPIO DE IBOTIRAMA, BA Apresentação: Pôster Rafael Soares Batista 1 ; Weslei dos Santos Cunha 2 ; Marcus Aurélio de Medeiros 3 ; Murilo Oliveira

Leia mais

Experimento Correção de P (safra 2010/11 a 2015/16)

Experimento Correção de P (safra 2010/11 a 2015/16) Experimento Correção de P (safra 21/11 a 215/16) Fundação MT PMA Janeiro/217 Protocolo: Correção de P Modos e doses de aplicação de P no sistema soja/milho safrinha em diferentes níveis de correções iniciais

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO CLIMÁTICA DO MUNICÍPIO DE JATAÍ-GO: Subsídios às atividades agrícolas

CARACTERIZAÇÃO CLIMÁTICA DO MUNICÍPIO DE JATAÍ-GO: Subsídios às atividades agrícolas CARACTERIZAÇÃO CLIMÁTICA DO MUNICÍPIO DE JATAÍ-GO: Subsídios às atividades agrícolas Nathalie Ribeiro Silva Universidade Federal de Uberlândia / Instituto de Geografia [email protected] Samuel

Leia mais

BALANÇO HÍDRICO E CLASSIFICAÇÃO CLIMÁTICA PARA O MUNICÍPIO DE ITUPORANGA SC

BALANÇO HÍDRICO E CLASSIFICAÇÃO CLIMÁTICA PARA O MUNICÍPIO DE ITUPORANGA SC BALANÇO HÍDRICO E CLASSIFICAÇÃO CLIMÁTICA PARA O MUNICÍPIO DE ITUPORANGA SC Julio M. CATONI 1 ; Leonardo NEVES 2 ;João Célio ARAUJO 3 ; Evandro C. de OLIVEIRA 4 ; Roberto HAVEROTH 5 ; Katiani ELI 1 ; Elizabete

Leia mais

Figura 1 Distribuição espacial do índice de seca meteorológica em 31de Agosto e em 15 de Setembro de 2012.

Figura 1 Distribuição espacial do índice de seca meteorológica em 31de Agosto e em 15 de Setembro de 2012. Situação de Seca Meteorológica em 15 de setembro Contributo do Instituto de Meteorologia, I.P. para o Acompanhamento e Avaliação dos Efeitos da Seca 1. Situação Atual de Seca Meteorológica A situação de

Leia mais

MELHORAMENTO GENÉTICO, BIOTECNOLOGIA & CANA TRANSGÊNICA

MELHORAMENTO GENÉTICO, BIOTECNOLOGIA & CANA TRANSGÊNICA MELHORAMENTO GENÉTICO, BIOTECNOLOGIA & CANA TRANSGÊNICA ESTRATÉGIA CTC PARA PRODUTIVIDADE Jorge Luis Donzelli Gerente de Pesquisa e Desenvolvimento Grande Encontro de Variedades IDEA Ribeirão Preto Setembro

Leia mais

PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10

PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE Simpl Acum Simpl Acum jul/10 a jun/11 jul/11 12 13 (%) (%) (%) (%) 1.72.380,00 0,00 0,00 0,00 361.00,00 22,96 22,96 1/11 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE ago/11 Simpl Acum Simpl Acum Simpl

Leia mais

PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10

PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE Simpl Acum Simpl Acum jul/10 a jun/11 jul/11 12 13 (%) (%) (%) (%) 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 1/11 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE ago/11 Simpl Acum Simpl Acum Simpl Acum 14 set/11 15

Leia mais

MANEJO DE IRRIGAÇÃO REGINA CÉLIA DE MATOS PIRES FLÁVIO B. ARRUDA. Instituto Agronômico (IAC) Bebedouro 2003

MANEJO DE IRRIGAÇÃO REGINA CÉLIA DE MATOS PIRES FLÁVIO B. ARRUDA. Instituto Agronômico (IAC) Bebedouro 2003 I SIMPÓSIO SIO DE CITRICULTURA IRRIGADA MANEJO DE IRRIGAÇÃO REGINA CÉLIA DE MATOS PIRES FLÁVIO B. ARRUDA Instituto Agronômico (IAC) Bebedouro 2003 MANEJO DAS IRRIGAÇÕES - Maximizar a produção e a qualidade,

Leia mais

Variações sazonais no crescimento de plantas forrageiras. Fatores que afetam o crescimento estacional de plantas forrageiras

Variações sazonais no crescimento de plantas forrageiras. Fatores que afetam o crescimento estacional de plantas forrageiras Variações sazonais no crescimento de plantas forrageiras Fatores que afetam o crescimento estacional de plantas forrageiras Caráter extrativista dos sistemas de produção - Historicamente, o pecuarista

Leia mais

Documentos 177. Informações meteorológicas para pesquisa e planejamento agrícola, referentes ao município de Santo Antônio de Goiás, GO, 2004

Documentos 177. Informações meteorológicas para pesquisa e planejamento agrícola, referentes ao município de Santo Antônio de Goiás, GO, 2004 ISSN 1678-9644 Dezembro/2004 Documentos 177 Informações meteorológicas para pesquisa e planejamento agrícola, referentes ao município de Santo Antônio de Goiás, GO, 2004 Silvando Carlos da Silva Neiva

Leia mais

Monitoramento da Cultura de Cana-de-Açúcar no Estado de São Paulo I. PANORAMA

Monitoramento da Cultura de Cana-de-Açúcar no Estado de São Paulo I. PANORAMA Versão Online Boletim No: 14 Dezembro, 2015 Monitoramento da Cultura de Cana-de-Açúcar no Estado de São Paulo I. PANORAMA A safra 2015/16 chegou ao fim, mas seus desdobramentos ainda repercutem no próximo

Leia mais

NOTA TÉCNICA. Como está o clima na safra de soja 2017/2018 no sul de Mato Grosso do Sul?

NOTA TÉCNICA. Como está o clima na safra de soja 2017/2018 no sul de Mato Grosso do Sul? 1 NOTA TÉCNICA Como está o clima na safra de soja 2017/2018 no sul de Mato Grosso do Sul? Danilton Luiz Flumignan 1 Rodrigo Arroyo Garcia 2 Pesquisadores da Embrapa Agropecuária Oeste A agricultura é uma

Leia mais

Variedades de Cana-de-Açúcar Pragas e Doenças: Eng. Agr. Gustavo de Almeida Nogueira Canaoeste

Variedades de Cana-de-Açúcar Pragas e Doenças: Eng. Agr. Gustavo de Almeida Nogueira Canaoeste Variedades de Cana-de-Açúcar Pragas e Doenças: Eng. Agr. Gustavo de Almeida Nogueira Canaoeste Sumário: Novos Desafios do Setor; Programas de Melhoramento Genético de Cana-de-açúcar; Principais Características

Leia mais

Exigências edafoclimáticas de fruteiras

Exigências edafoclimáticas de fruteiras Universidade Federal de Rondônia Curso de Agronomia Fruticultura I Exigências edafoclimáticas de fruteiras Emanuel Maia [email protected] www.emanuel.acagea.net Apresentação Introdução Classificação climática

Leia mais

PROGNÓSTICO TRIMESTRAL (Setembro Outubro e Novembro de- 2002).

PROGNÓSTICO TRIMESTRAL (Setembro Outubro e Novembro de- 2002). 1 PROGNÓSTICO TRIMESTRAL (Setembro Outubro e Novembro de- 2002). O prognóstico climático do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), órgão do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, para

Leia mais

MANEJO VARIETAL ADECOAGRO 2015

MANEJO VARIETAL ADECOAGRO 2015 MANEJO VARIETAL ADECOAGRO 2015 História 2002 Entra no mercado Agropecuário na Argentina; 2004 Adquiri terras no Uruguai; 2005 Inicio das atividades no Brasil, compra de Fazendas na Bahia; 2006 Entrada

Leia mais

1 Clima. Silvando Carlos da Silva

1 Clima. Silvando Carlos da Silva 1 Clima Silvando Carlos da Silva 1 Quais são os elementos climáticos que mais influenciam a produtividade do arroz de terras altas? A precipitação pluvial, a temperatura do ar, a radiação solar e o fotoperíodo

Leia mais

AGRICULTURA DIGITAL NA PRÁTICA: CASE DE SUCESSO NA CANA-DE- AÇUCAR. BRUNO VISCONTI - Eng. Agrônomo

AGRICULTURA DIGITAL NA PRÁTICA: CASE DE SUCESSO NA CANA-DE- AÇUCAR. BRUNO VISCONTI - Eng. Agrônomo AGRICULTURA DIGITAL NA PRÁTICA: CASE DE SUCESSO NA CANA-DE- AÇUCAR BRUNO VISCONTI - Eng. Agrônomo PLATAFORMA LÍDER DE AGRICULTURA DIGITAL Mais de 120 MIL HECTARES monitorados GRÃOS CITROS CAFÉ CANA-DE-AÇÚCAR

Leia mais

EFEITOS DO DÉFICIT HÍDRICO NA PRODUTIVIDADE DE CANA-DE-AÇÚCAR EM DIFERENTES VARIEDADES NA REGIÃO DO CERRADO

EFEITOS DO DÉFICIT HÍDRICO NA PRODUTIVIDADE DE CANA-DE-AÇÚCAR EM DIFERENTES VARIEDADES NA REGIÃO DO CERRADO EFEITOS DO DÉFICIT HÍDRICO NA PRODUTIVIDADE DE CANA-DE-AÇÚCAR EM DIFERENTES VARIEDADES NA REGIÃO DO CERRADO J. Alves Júnior 1, P. F. Campos 2, L. M. Sousa 1, D. Casaroli 1, A. W. P. Evangelista 1 RESUMO:

Leia mais

CHUVAS EM Campo Grande MATO GROSSO DO SUL. NOVEMBRO e DEZEMBRO/2015 JANEIRO e FEVEREIRO/2016

CHUVAS EM Campo Grande MATO GROSSO DO SUL. NOVEMBRO e DEZEMBRO/2015 JANEIRO e FEVEREIRO/2016 CHUVAS EM Campo Grande MATO GROSSO DO SUL NOVEMBRO e DEZEMBRO/2015 JANEIRO e FEVEREIRO/2016 1. DESCRIÇÃO DOS DADOS Os dados desse documento são da Estação Meteorológica Automática EMA -, do Instituto Nacional

Leia mais

Desafios para aumento da produtividade da soja

Desafios para aumento da produtividade da soja Desafios para aumento da produtividade da soja Embrapa Soja Avaliação e Reflexões sobre a Produtividade da Soja no Mato Grosso Passado, presente e futuro Londrina, 25 de outubro de 2016 Leandro Zancanaro

Leia mais

Boletim Agrometeorológico

Boletim Agrometeorológico 1 Boletim Agrometeorológico Início da 1 a safra 2016/2017 em Mato Grosso Cornélio Alberto Zolin, Embrapa Agrossilvipastoril, [email protected] Jorge Lulu, Embrapa Agrossilvipastoril, [email protected]

Leia mais