Pavimentação asfáltica
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- Luiz Guilherme Galindo Prado
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3 Pavimentação asfáltica Formação básica para engenheiros Liedi Bariani Bernucci Laura Maria Goretti da Motta Jorge Augusto Pereira Ceratti Jorge Barbosa Soares Rio de Janeiro ª. Reimpressão 2010
4 Patrocinadores Petrobras Petróleo Brasileiro S. A. Petrobras Distribuidora Abeda Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Asfaltos Copyright 2007 Liedi Bariani Bernucci, Laura Maria Goretti da Motta, Jorge Augusto Pereira Ceratti e Jorge Barbosa Soares Coordenação de produção Trama Criações de Arte Projeto gráfico e diagramação Anita Slade Sonia Goulart Desenhos Rogério Corrêa Alves Revisão de texto Mariflor Rocha Capa Clube de Idéias Impressão Gráfica Imprinta Ficha catalográfica elaborada pela Petrobras / Biblioteca dos Serviços Compartilhados P338 Pavimentação asfáltica : formação básica para engenheiros / Liedi Bariani Bernucci... [et al.]. Rio de Janeiro : PETROBRAS: ABEDA, f. : il. Inclui Bibliografias. Patrocínio PETROBRAS 1. Asfalto. 2. Pavimentação. 3. Revestimento asfáltico. 4. Mistura. I. Bernucci, Liedi Bariani. II. Motta, Laura Maria Goretti da. III. Ceratti, Jorge Augusto Pereira. IV. Soares, Jorge Barbosa. CDD
5 APRESENTAÇÃO Tendo em vista a necessidade premente de melhoria da qualidade das rodovias brasileiras e a importância da ampliação da infra-estrutura de transportes, a Petróleo Brasileiro S.A., a Petrobras Distribuidora S.A. e a Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Asfaltos Abeda vêm investindo no desenvolvimento de novos produtos asfálticos e de modernas técnicas de pavimentação. Para efetivamente aplicar estes novos materiais e a recente tecnologia, é preciso promover a capacitação de recursos humanos. Assim, essas empresas, unidas em um empreendimento inovador, conceberam uma ação para contribuir na formação de engenheiros civis na área de pavimentação: o Proasfalto Programa Asfalto na Universidade. Este projeto arrojado foi criado para disponibilizar material didático para aulas de graduação de pavimentação visando oferecer sólidos conceitos teóricos e uma visão prática da tecnologia asfáltica. Para a elaboração do projeto didático, foram convidados quatro professores de renomadas instituições de ensino superior do Brasil. Iniciou-se então o projeto que, após excelente trabalho dos professores Liedi Bariani Bernucci, da Universidade de São Paulo, Laura Maria Goretti da Motta, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Jorge Augusto Pereira Ceratti, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, e Jorge Barbosa Soares, da Universidade Federal do Ceará, resultou no lançamento deste importante documento. O livro Pavimentação Asfáltica descreve os materiais usados em pavimentação e suas propriedades, além de apresentar as técnicas de execução, de avaliação e de restauração de pavimentação. A forma clara e didática como o livro apresenta o tema o transforma em uma excelente referência sobre pavimentação e permite que ele atenda às necessidades tanto dos iniciantes no assunto quanto dos que já atuam na área. A Universidade Petrobras, co-editora do livro Pavimentação Asfáltica, sente-se honrada em participar deste projeto e cumprimenta os autores pela importante iniciativa de estabelecer uma bibliografia de consulta permanente sobre o tema. Petróleo Brasileiro S.A. Petrobras Petrobras Distribuidora S.A. Asfaltos Abeda Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Asfaltos
6 Sumário Prefácio 7 1 Introdução PAVIMENTO DO PONTO DE VISTA ESTRUTURAL E FUNCIONAL UM BREVE HISTÓRICO DA PAVIMENTAÇÃO SITUAÇÃO ATUAL DA PAVIMENTAÇÃO NO BRASIL CONSIDERAÇÕES FINAIS 22 BIBLIOGRAFIA CITADA E CONSULTADA 24 2 Ligantes asfálticos INTRODUÇÃO ASFALTO ESPECIFICAÇÕES BRASILEIRAS ASFALTO MODIFICADO POR POLÍMERO EMULSÃO ASFÁLTICA ASFALTO DILUÍDO ASFALTO-ESPUMA AGENTES REJUVENESCEDORES O PROGRAMA SHRP 100 BIBLIOGRAFIA CITADA E CONSULTADA Agregados INTRODUÇÃO CLASSIFICAÇÃO DOS AGREGADOS PRODUÇÃO DE AGREGADOS BRITADOS CARACTERÍSTICAS TECNOLÓGICAS IMPORTANTES DOS AGREGADOS PARA PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA CARACTERIZAÇÃO DE AGREGADOS SEGUNDO O SHRP 150 BIBLIOGRAFIA CITADA E CONSULTADA 154
7 4 Tipos de revestimentos asfálticos INTRODUÇÃO MISTURAS USINADAS MISTURAS IN SITU EM USINAS MÓVEIS MISTURAS ASFÁLTICAS RECICLADAS TRATAMENTOS SUPERFICIAIS 191 BIBLIOGRAFIA CITADA E CONSULTADA Dosagem de diferentes tipos de revestimento INTRODUÇÃO DEFINIÇÕES DE MASSAS ESPECÍFICAS PARA MISTURAS ASFÁLTICAS MISTURAS ASFÁLTICAS A QUENTE DOSAGEM DE MISTURAS A FRIO MISTURAS RECICLADAS A QUENTE TRATAMENTO SUPERFICIAL MICRORREVESTIMENTO E LAMA ASFÁLTICA 269 BIBLIOGRAFIA CITADA E CONSULTADA Propriedades mecânicas das misturas asfálticas INTRODUÇÃO ENSAIOS CONVENCIONAIS ENSAIOS DE MÓDULO ENSAIOS DE RUPTURA ENSAIOS DE DEFORMAÇÃO PERMANENTE ENSAIOS COMPLEMENTARES 327 BIBLIOGRAFIA CITADA E CONSULTADA Materiais e estruturas de pavimentos asfálticos INTRODUÇÃO PROPRIEDADES DOS MATERIAIS DE BASE, SUB-BASE E REFORÇO DO SUBLEITO MATERIAIS DE BASE, SUB-BASE E REFORÇO DO SUBLEITO ALGUMAS ESTRUTURAS TÍPICAS DE PAVIMENTOS ASFÁLTICOS 365 BIBLIOGRAFIA CITADA E CONSULTADA Técnicas executivas de revestimentos asfálticos INTRODUÇÃO USINAS ASFÁLTICAS 373
8 8.3 TRANSPORTE E LANÇAMENTO DE MISTURAS ASFÁLTICAS COMPACTAÇÃO EXECUÇÃO DE TRATAMENTOS SUPERFICIAIS POR PENETRAÇÃO EXECUÇÃO DE LAMAS E MICRORREVESTIMENTOS ASFÁLTICOS CONSIDERAÇÕES FINAIS 401 BIBLIOGRAFIA CITADA E CONSULTADA Diagnóstico de defeitos, avaliação funcional e de aderência INTRODUÇÃO SERVENTIA IRREGULARIDADE LONGITUDINAL DEFEITOS DE SUPERFÍCIE AVALIAÇÃO OBJETIVA DE SUPERFÍCIE PELA DETERMINAÇÃO DO IGG AVALIAÇÃO DE ADERÊNCIA EM PISTAS MOLHADAS AVALIAÇÃO DE RUÍDO PROVOCADO PELO TRÁFEGO 435 BIBLIOGRAFIA CITADA E CONSULTADA Avaliação estrutural de pavimentos asfálticos INTRODUÇÃO MÉTODOS DE AVALIAÇÃO ESTRUTURAL EQUIPAMENTOS DE AVALIAÇÃO ESTRUTURAL NÃO-DESTRUTIVA NOÇÕES DE RETROANÁLISE SIMULADORES DE TRÁFEGO CONSIDERAÇÕES FINAIS 460 BIBLIOGRAFIA CITADA E CONSULTADA Técnicas de restauração asfáltica INTRODUÇÃO TÉCNICAS DE RESTAURAÇÃO DE PAVIMENTOS COM PROBLEMAS FUNCIONAIS TÉCNICAS DE RESTAURAÇÃO DE PAVIMENTOS COM PROBLEMAS ESTRUTURAIS CONSIDERAÇÕES SOBRE O TRINCAMENTO POR REFLEXÃO 469 BIBLIOGRAFIA CITADA E CONSULTADA 475 Índice de Figuras 477 Índice de tabelas 486 Índice remissivo de termos 490 ÍNDICE REMISSIVO DAS BIBLIOGRAFIAS 496
9 PREFÁCIO Este livro tem por objetivo principal contribuir para a formação do aluno na área de pavimentação asfáltica, dos cursos de Engenharia Civil de universidades e faculdades do país. O projeto deste livro integra o Programa Asfalto na Universidade, concebido em conjunto com a Petrobras e a Abeda, nossos parceiros e patrocinadores, para apoiar o ensino de graduação, disponibilizando material bibliográfico adicional aos estudantes e aos docentes de disciplinas de infra-estrutura de transportes. Os autores acreditam que seu conteúdo possa ser também útil a engenheiros e a técnicos da área de pavimentação e, no aspecto de organização do conhecimento, a pós-graduandos. A elaboração deste livro em muito assemelha-se à construção de uma estrada, e os autores o vêem como mais uma via na incessante busca de novos horizontes. Estradas preexistentes influenciam o traçado de novas rodovias, assim como a preexistência de diversos materiais bibliográficos contribuiu para o projeto deste livro. Os autores procuraram ao máximo trafegar por diversas referências, devidamente reconhecidas no texto, e estão cientes de que muitos outros caminhos precisam ser percorridos para uma viagem mais plena. Como em qualquer projeto de engenharia, decisões foram tomadas com vistas à delimitação do trabalho. Foram enfocados tópicos julgados menos disponíveis na literatura técnica brasileira sobre materiais de pavimentação principalmente no que se refere aos ligantes asfálticos e aos tipos e propriedades das misturas asfálticas, técnicas executivas e de avaliação de desempenho, bem como as diretrizes para a restauração asfáltica de pavimentos. Esses assuntos foram considerados pelos autores de grande valia para a construção do conhecimento sobre pavimentação na academia. Os autores reconhecem a limitação do escopo deste livro e recomendam fortemente que os estudantes busquem bibliografia complementar que enriqueça seus conhecimentos, enveredando também pelos caminhos do projeto de dimensionamento das estruturas de pavimentos e de restaurações, da mecânica dos pavimentos, da geotecnia, do projeto de tráfego e de drenagem, das técnicas de controle tecnológico, da gerência de pavimentos etc. Todas essas áreas do saber afins à pavimentação dão embasamentos aos conceitos necessários para termos pavimentos rodoviários, aeroportuários e urbanos mais econômicos, com melhor desempenho e mais duráveis para cada situação. Como toda obra de pavimentação, não faltou neste caso a consultoria e o controle de qualidade, exercidos com competência e elegância pelos cole gas aqui reconhecidos por seus valiosos comentários e sugestões: Dra. Leni Figueiredo Mathias Leite 7
10 e Eng. Luis Alberto do Nascimento (Centro de Pesquisa da Petrobras), Eng. Ilonir Antonio Tonial (Petrobras Distribuidora), Eng. Armando Morilha Júnior (Abeda), Prof. Dr. Glauco Túlio Pessa Fabbri (Escola de Engenharia de São Carlos/Universidade de São Paulo), Prof. Sérgio Armando de Sá e Benevides (Universidade Federal do Ceará), Prof. Álvaro Vieira (Instituto Militar de Engenharia) e Eng. Alfredo Monteiro de Castro Neto (Desenvolvimento Rodoviário S.A.). A experiência de escrever este livro a oito mãos foi deveras enriquecedora, construindo-o em camadas, com materiais convencionais e alternativos, cuidadosamente analisados, compatibilizando-se sempre as espessuras das camadas e a qualidade dos materiais. No livro, competências e disponibilidades de tempo foram devidamente dosadas entre os quatro autores. Um elemento presente foi o uso de textos anteriormente escritos pelos quatro autores em co-autoria com seus respectivos alunos e colegas de trabalho, sendo estes devidamente referenciados. Por fim, tal qual uma estrada, por melhor que tenha sido o projeto e a execução, esta obra está sujeita a falhas, e o olhar atento dos pares ajudará a realizar a manutenção no momento apropriado. O avanço do conhecimento na fascinante área de pavimentação segue em alta velocidade e, portanto, alguns trechos da obra talvez mereçam restauração num futuro não distante. Novos trechos devem surgir. Aos autores e aos leitores cabe permanecer viajando nas mais diversas estradas, em busca de paisagens que ampliem o horizonte do conhecimento. Aqui, espera-se ter pavimentado mais uma via para servir de suporte a uma melhor compreensão da engenharia rodoviária. Que esta via estimule novas vias, da mesma forma que uma estrada possibilita a construção de outras tantas. Os autores nota importante: Os quatro autores participaram na seleção do conteúdo, na organização e na redação de todos os onze capítulos, e consideram suas respectivas contribuições ao livro equilibradas. A ordem relativa à co-autoria levou em consideração tão somente a coordenação da produção do livro.
11 4 Tipos de revestimentos asfálticos 4.1 INTRODUÇÃO Os pavimentos são estruturas de múltiplas camadas, sendo o revestimento a camada que se destina a receber a carga dos veículos e mais diretamente a ação climática. Portanto, essa camada deve ser tanto quanto possível impermeável e resistente aos esforços de contato pneu-pavimento em movimento, que são variados conforme a carga e a velocidade dos veículos. Na maioria dos pavimentos brasileiros usa-se como revestimento uma mistura de agregados minerais, de vários tamanhos, podendo também variar quanto à fonte, com ligantes asfálticos que, de forma adequadamente proporcionada e processada, garanta ao serviço executado os requisitos de impermeabilidade, flexibilidade, estabilidade, durabilidade, resistência à derrapagem, resistência à fadiga e ao trincamento térmico, de acordo com o clima e o tráfego previstos para o local. Os requisitos técnicos e de qualidade de um pavimento asfáltico serão atendidos com um projeto adequado da estrutura do pavimento e com o projeto de dosagem da mistura asfáltica compatível com as outras camadas escolhidas. Essa dosagem passa pela escolha adequada de materiais dentro dos requisitos comentados nos Capítulos 2 e 3, proporcionados de forma a resistirem às solicitações previstas do tráfego e do clima. Nos casos mais comuns, até um determinado volume de tráfego, um revestimento asfáltico de um pavimento novo consiste de uma única camada de mistura asfáltica (Figura 4.1). Foto: Tonial, 2005 Figura 4.1 Exemplos de estrutura de pavimento novo com revestimento asfáltico
12 O material de revestimento pode ser fabricado em usina específica (misturas usinadas), fixa ou móvel, ou preparado na própria pista (tratamentos superficiais). Os revestimentos são também identificados quanto ao tipo de ligante: a quente com o uso de CAP, ou a frio com o uso de EAP. As misturas usinadas podem ser separadas quanto à distribuição granulométrica em: densas, abertas, contínuas e descontínuas, conforme visto no Capítulo 3. Em casos de recomposição da capacidade estrutural ou funcional, além dos tipos descritos, é possível ainda lançar mão de outros tipos de misturas asfálticas que se processam em usinas móveis especiais que promovem a mistura agregados-ligante imediatamente antes da colocação no pavimento, podendo ser separadas em misturas novas relativamente fluidas (lama asfáltica e microrrevestimento) e misturas recicladas com uso de fresadoras-recicladoras. Cada uma dessas misturas tem requisitos próprios de dosagem e atendem a certa finalidade, sempre associada a espessuras calculadas em função do tráfego e do tipo de materiais existentes nas outras camadas. Vale comentar que neste livro será dado destaque às especificações do antigo DNER ou do atual DNIT por serem de cunho nacional, muito conhecidas no meio técnico, e, muitas vezes, por servirem de base para as especificações regionais. No entanto, cabe ao engenheiro de pavimentação procurar informações em cada estado ou em cada órgão responsável pela obra em questão para atender eventuais requisitos particulares. Este livro, que tem a função didática de servir aos cursos de graduação, espera mostrar os conceitos básicos associados aos revestimentos asfálticos, cabendo ao leitor a generalização do conhecimento. 4.2 MISTURAS USINADAS A mistura de agregados e ligante é realizada em usina estacionária e transportada posteriormente por caminhão para a pista, onde é lançada por equipamento apropriado, denominado vibroacabadora. Em seguida é compactada, até atingir um grau de compressão tal que resulte num arranjo estrutural estável e resistente, tanto às deformações permanentes quanto às deformações elásticas repetidas da passagem do tráfego. A dosagem das misturas asfálticas usinadas será tratada no Capítulo 5; enquanto a produção, o transporte e as técnicas executivas serão mostrados no Capítulo 8. As misturas a quente distinguem-se em vários tipos de acordo com o padrão granulométrico empregado e as exigências de características mecânicas, em função da aplicação a que se destina. Um dos tipos mais empregados no Brasil é o concreto asfáltico (CA) também denominado concreto betuminoso usinado a quente (CBUQ). Trata-se do produto da mistura convenientemente proporcionada de agregados de vários tamanhos e cimento asfáltico, ambos aquecidos em temperaturas previamente escolhidas, em função da característica viscosidade-temperatura do ligante. As misturas asfálticas a quente também se 158 Pavimentação asfáltica: formação básica para engenheiros
13 dividem em grupos específicos em função da granulometria dos agregados, como se verá mais adiante. O segundo grupo de misturas, feitas em usinas estacionárias próprias, são os pré-misturados a frio em que se empregam as emulsões asfálticas como ligante para envolver os agregados. Também proporcionados de forma conveniente para atender certos requisitos de arranjo do esqueleto mineral, características volumétricas e de resistência mecânica especificadas, são nesse caso realizadas sem aquecimento dos agregados. O ligante eventualmente pode sofrer um pequeno aquecimento, mas em geral é também usado na temperatura ambiente. As misturas asfálticas também podem ser separadas em grupos específicos em função da granulometria dos agregados, como se verá a seguir Misturas a quente As misturas asfálticas a quente podem ser subdivididas pela graduação dos agregados e fíler, conforme visto no Capítulo 3. São destacados três tipos mais usuais nas misturas a quente: graduação densa: curva granulométrica contínua e bem-graduada de forma a proporcionar um esqueleto mineral com poucos vazios visto que os agregados de dimensões menores preechem os vazios dos maiores. Exemplo: concreto asfáltico (CA); graduação aberta: curva granulométrica uniforme com agregados quase exclusivamente de um mesmo tamanho, de forma a proporcionar um esqueleto mineral com muitos vazios interconectados, com insuficiência de material fino (menor que 0,075mm) para preencher os vazios entre as partículas maiores, com o objetivo de tornar a mistura com elevado volume de vazios com ar e, portanto, drenante, possibilitando a percolação de água no interior da mistura asfáltica. Exemplo: mistura asfáltica drenante, conhecida no Brasil por camada porosa de atrito (CPA); graduação descontínua: curva granulométrica com proporcionamento dos grãos de maiores dimensões em quantidade dominante em relação aos grãos de dimensões intermediárias, completados por certa quantidade de finos, de forma a ter uma curva descontínua em certas peneiras, com o objetivo de tornar o esqueleto mineral mais resistente à deformação permanente com o maior número de contatos entre os agregados graúdos. Exemplo: matriz pétrea asfáltica (stone matrix asphalt SMA); mistura sem agregados de certa graduação (gap-graded). A Figura 4.2 mostra exemplos de composições de agregados de diferentes graduações. A Figura 4.3 mostra as diversas frações que compõem um concreto asfáltico (CA), como ilustração da participação de todos os tamanhos em quantidades proporcionais. A Figura 4.4 apresenta exemplos de curvas granulométricas que ilustram os três tipos de composição do esqueleto mineral. A Figura 4.5 mostra exemplos de corpos-de-prova moldados em laboratório ou extraídos do campo, de três tipos de mistura asfáltica: CA (densa), SMA (descontínua) e CPA (aberta ou porosa). A Figura 4.6 apresenta uma amostra extraída de um revestimento asfáltico de pista, exibindo três camadas de misturas asfálticas. Tipos de revestimentos asfálticos 159
14 (a) Aberta (b) Descontínua (c) Densa ou bem-graduada Figura 4.2 Exemplos de composições granulométricas dos tipos de misturas a quente Figura 4.3 Exemplo de várias frações de agregados e fíler que compõem um concreto asfáltico mistura densa ou bem-graduada e contínua SMA Faixa 0/11S alemã CBUQ ou CA Faixa Bdo DNER CPA Faixa III do DNER Passante em peso (%) ,010 0,100 1,00 10,0 100 Abertura das peneiras (mm) Figura 4.4 Exemplos de curvas granulométricas de diferentes misturas asfálticas a quente 160 Pavimentação asfáltica: formação básica para engenheiros
15 (a) Concreto asfáltico na faixa B do DNIT; graduação densa (b) SMA na faixa alemã 0/11S; graduação descontínua (c) Camada porosa de atrito; graduação aberta (d) Camada porosa de atrito (CPA) (e) Concreto asfáltico (CA) Figura 4.5 Exemplos de corpos-de-prova de misturas asfálticas a quente Mistura asfáltica usinada a quente aberta que serve como revestimento drenante Concreto asfáltico denso Concreto asfáltico aberto como binder ou camada de ligação Figura 4.6 Corpo-de-prova extraído de pista mostrando a composição do revestimento asfáltico Tipos de revestimentos asfálticos 161
16 Todos esses tipos de misturas asfálticas a quente são utilizados como revestimento de pavimentos de qualquer volume de tráfego, desde o muito baixo até o muito elevado, sendo que os tipos especiais, SMA e CPA, sempre são colocados sobre outra camada preexistente de concreto asfáltico ou de outro material, até de concreto de cimento Portland. Quando a espessura de projeto de revestimento for maior que 70mm é comum fazer uma subdivisão em duas camadas para fins de execução; a superior que fica em contato com os pneus dos veículos é chamada de camada de rolamento ou simplesmente de capa e tem requisitos de vazios bastante restritos, para garantir a impermeabilidade; a camada inferior é referida como camada de ligação ou intermediária (ou ainda de binder) e pode ser projetada com um índice de vazios ligeiramente maior, com a finalidade de diminuir o teor de ligante e baratear a massa asfáltica. Esse procedimento também modificará as características mecânicas e de flexibilidade da mistura, o que deve ser levado em conta no dimensionamento do pavimento. Os pré-misturados a quente que não atendem a requisitos granulométricos de camada intermediária ou de nivelamento, mas são preparados com tamanhos nominais máximos de agregados graúdos de grandes dimensões são referidos genericamente de PMQ, devendo atender a especificação de serviço particular para camada especial de correção de desnivelamentos ou regularização em pavimentos em uso. Concreto asfáltico denso (CA) O concreto asfáltico é a mistura asfáltica muito resistente em todos os aspectos, desde que adequadamente selecionados os materiais e dosados convenientemente. Pode ser: convencional: CAP e agregados aquecidos, segundo a especificação DNIT-ES 031/2004; especial quanto ao ligante asfáltico: com asfalto modificado por polímero ou com asfalto-borracha; com asfalto duro, misturas de módulo elevado (enrobé à module élevé EME). Graças ao arranjo de partículas com graduação bem-graduada, a quantidade de ligante asfáltico requerida para cobrir as partículas e ajudar a preencher os vazios não pode ser muito elevada, pois a mistura necessita contar ainda com vazios com ar após a compactação em torno de 3 a 5%, no caso de camada de rolamento (camada em contato direto com os pneus dos veículos) e de 4 a 6% para camadas intermediárias ou de ligação (camada subjacente à de rolamento). Caso não seja deixado certo volume de vazios com ar, as misturas asfálticas deixam de ser estáveis ao tráfego e, por fluência, deformam-se significativamente. A faixa de teor de asfalto em peso está normalmente entre 4,5 a 6,0%, dependendo da forma dos agregados, massa específica dos mesmos, da viscosidade e do tipo do ligante, podendo sofrer variações em torno desses valores. Para o teor de projeto, a relação betume-vazios está na faixa de 75 a 82% para camada de rolamento e 65 a 72% para camada de ligação (ver Capítulo 5). 162 Pavimentação asfáltica: formação básica para engenheiros
17 A Tabela 4.1 mostra as faixas granulométricas recomendadas pelo DNIT 031/2004- ES. Esta norma ainda estabelece valores de parâmetros mecânicos que são discutidos nos Capítulos 5 e 6, por exemplo, estabilidade Marshall mínima de 500kgf, com 75 golpes de compactação por face dos corpos-de-prova tipo Marshall e resistência à tração por compressão diametral mínima de 0,65MPa, aos 25 o C. Tabela 4.1 Faixas granulométricas e requisitos para Concreto Asfáltico (DNIT 031/2004-ES) Faixas Peneira de malha quadrada Porcentagem em massa, passando Série ASTM Abertura A B C Tolerância (mm) 2 50, ½ 38, ±7% 1 25, ±7% ¾ 19, ±7% ½ 12, ±7% 3/8 9, ±7% Nº 4 4, ±5% Nº 10 2, ±5% Nº 40 0, ±5% Nº 80 0, ±5% Nº 200 0, ±2% Teor de asfalto, % Tipo de camada de revestimento asfáltico 4,0 a 7,0 Camada de ligação 4,5 a 7,5 Camada de ligação ou rolamento 4,5 a 9,0 Camada de rolamento ±0,3% O sistema Superpave utiliza para especificar a granulometria do agregado um gráfico onde o eixo das abscissas é dado pela abertura das peneiras, em milímetros, elevado à potência de 0,45. Para que a graduação em estudo atenda aos critérios Superpave, a curva granulométrica deve passar entre os pontos de controle definidos na Tabela 4.2. No passado, foi considerada uma região do gráfico, chamada de zona de restrição, local onde a curva granulométrica não deveria passar, conforme exemplo apresentado na Figura 4.7, que se encontra atualmente em desuso. Figura 4.7 Exemplo da representação da granulometria segundo a especificação Superpave para um tamanho nominal máximo de 19mm Tipos de revestimentos asfálticos 163
18 As zonas de restrição que foram inicialmente consideradas nos primeiros documentos e especificações do SHRP tinham por objetivo evitar misturas de difícil compactação e com potencialidade de ocorrência de deformação permanente devido à proporção elevada de areia fina natural em relação à areia total. Muitos estudos mostraram que quando se utiliza areia britada ou mesmo areias com angulosidade elevada, esta zona de restrição não se aplica. Assim nas especificações mais recentes as zonas de restrição foram desconsideradas. Na Tabela 4.3 indicam-se os critérios de dosagem de concreto asfáltico pelo método SUPERPAVE. Tabela 4.2 Pontos de controle de acordo com o tamanho nominal máximo do agregado (Superpave) Pontos de controle Abertura Porcentagem em massa, passando (mm) 37,5mm 25,0mm 19,0mm 12,5mm 9,5mm Mín Máx Mín Máx Mín Máx Mín Máx Mín Máx , , , , , , Obs.: Tamanho nominal máximo é definido como sendo um tamanho maior do que o primeiro tamanho de peneira que retém mais de 10%. Tabela 4.3 Requisitos volumétricos da dosagem Superpave (AASHTO M 323/04) Tráfego N AASHTO x 10 6 Densidade relativa requerida, % Gmm Vazios do agregado mineral (VAM), % mínima Relação betumevazios Tamanho máximo nominal (TMN), mm (RBV), % N ini N des N max 37,5 25,0 19,0 12,5 9,5 4,75 Relação pó-betume efetivo (RPB), % < 0,3 91,5 96,0 98,0 11,0 12,0 13,0 14,0 15,0 16, ,6-1,2 0,3 a 3 90,5 96,0 98,0 11,0 12,0 13,0 14,0 15,0 16, ,6-1,2 3 a 10 89,0 96,0 98,0 11,0 12,0 13,0 14,0 15,0 16, ,6-1,2 10 a 30 89,0 96,0 98,0 11,0 12,0 13,0 14,0 15,0 16, ,6-1,2 > 30 89,0 96,0 98,0 11,0 12,0 13,0 14,0 15,0 16, ,6-1,2 Concretos asfálticos densos são as misturas asfálticas usinadas a quente mais utilizadas como revestimentos asfálticos de pavimentos no Brasil. Suas propriedades, no entanto, são muito sensíveis à variação do teor de ligante asfáltico. Uma variação positiva, às vezes dentro do admissível em usinas, pode gerar problemas de deformação 164 Pavimentação asfáltica: formação básica para engenheiros
19 permanente por fluência e/ou exsudação, com fechamento da macrotextura superficial. De outro lado, a falta de ligante gera um enfraquecimento da mistura e de sua resistência à formação de trincas, uma vez que a resistência à tração é bastante afetada e sua vida de fadiga fica muito reduzida. Uma das formas de reduzir a sensibilidade dos concretos asfálticos a pequenas variações de teor de ligante e torná-lo ainda mais resistente e durável em vias de tráfego pesado é substituir o ligante asfáltico convencional por ligante modificado por polímero ou por asfalto-borracha. O uso de asfaltos duros em concretos asfálticos é muito difundido na França e, atualmente, também nos Estados Unidos. Esses concretos asfálticos recebem o nome de misturas de módulo elevado (EME) por apresentarem módulo de resiliência elevado e também elevada resistência à deformação permanente, parâmetros apresentados no Capítulo 6. Possuem curvas granulométricas próximas à de máxima densidade, maximizando a resistência ao cisalhamento e minimizando os vazios. Não são empregadas como camada de rolamento devido à textura superficial muito lisa resultante, dificultando a aderência pneu-pavimento em dias de chuva. Sobre essas camadas de EME, como camada de rolamento são empregados em geral revestimentos delgados com a finalidade exclusivamente funcional. CPA camada porosa de atrito ou revestimento asfáltico drenante As misturas asfálticas abertas do tipo CPA camada porosa de atrito mantêm uma grande porcentagem de vazios com ar não preenchidos graças às pequenas quantidades de fíler, de agregado miúdo e de ligante asfáltico. Essas misturas asfálticas a quente possuem normalmente entre 18 e 25% de vazios com ar DNER-ES 386/99. Na França essas misturas asfálticas podem conter até 30% de vazios com ar. A CPA é empregada como camada de rolamento com a finalidade funcional de aumento de aderência pneu-pavimento em dias de chuva. Esse revestimento é responsável pela coleta da água de chuva para o seu interior e é capaz de promover uma rápida percolação da mesma devido à sua elevada permeabilidade, até a água alcançar as sarjetas. A característica importante dessa mistura asfáltica é que ela causa: redução da espessura da lâmina d água na superfície de rolamento e conseqüentemente das distâncias de frenagem; redução do spray proveniente do borrifo de água pelos pneus dos veículos, aumentando assim a distância de visibilidade; e redução da reflexão da luz dos faróis noturnos. Todos esses aspectos conjuntos são responsáveis pela redução do número de acidentes em dias de chuva. Outro fator importante é a redução de ruído ao rolamento, amenizando esse desconforto ambiental em áreas nas proximidades de vias com revestimentos drenantes. Esta camada drenante é executada sobre uma camada de mistura densa e estrutural. A Figura 4.8 mostra uma foto de uma rodovia com um revestimento convencional do tipo CA denso, seguido de um trecho com CPA, em um dia chuvoso, no início da noite. Observe-se a diferença da presença de água na superfície do CA e a reflexão de luz dos faróis, fatos não observados no trecho consecutivo com CPA. A outra foto é de um trecho de CPA na Bahia. Tipos de revestimentos asfálticos 165
20 A Figura 4.9 mostra a CPA executada no Aeroporto Santos Dumont no Rio de Janeiro em 2003, a realização do ensaio de permeabilidade e aspectos da textura superficial logo após a construção. A especificação brasileira do DNER-ES 386/99 recomenda para CPA cinco faixas granulométricas e teor de ligante asfáltico entre 4,0 e 6,0% Tabela 4.4. Porém, devido à particularidade granulométrica, a quantidade de ligante é geralmente reduzida, ficando (a) Trecho em CA seguido por trecho em CPA (b) Trecho em CPA na Bahia Figura 4.8 Exemplos de rodovias com camada porosa de atrito sob chuva (a) Vista geral da pista (b) Realização de ensaio de permeabilidade (c) Textura superficial Figura 4.9 Aspectos da CPA no Aeroporto Santos Dumont RJ (Fotos: BR Distribuidora) 166 Pavimentação asfáltica: formação básica para engenheiros
21 Tabela 4.4 Faixas granulométricas e requisitos de dosagem da Camada Porosa de Atrito (DNER-ES 386/99) Peneira de malha quadrada Faixas Porcentagem em massa, passando ABNT Abertura mm I II III IV V Tolerância ¾ 19,0 100 ½ 12, ±7 3/8 9, ±7 Nº 4 4, ±5 Nº 10 2, ±5 Nº 40 0, ±5 Nº 80 0, ±3 Nº 200 0, ±2 Ligante modificado por polímero, % 4,0 6,0 ±0,3 Espessura da camada acabada, cm 3,0 < 4,0 Volume de vazios, % Ensaio Cântabro, % máx. Resistência à tração por compressão diametral, a 25 C, MPa, mín. 25 0,55 em média em torno de 3,5 a 4,5%, dependendo do tipo de agregado, forma, natureza, viscosidade e tipo de ligante. O ligante utilizado deverá ter baixa suscetibilidade térmica e alta resistência ao envelhecimento. Em geral recomenda-se o emprego de asfalto modificado por polímero para aumentar a durabilidade e reduzir a desagregação. A camada inferior à CPA deve ser necessariamente impermeável para evitar a entrada de água no interior da estrutura do pavimento. A CPA deve ser dosada pelo método Marshall (discutido no Capítulo 5), prevalecendo o volume de vazios requerido. Os agregados devem ser 100% britados e bem resistentes (abrasão Los Angeles 30%) para não serem quebrados na compactação, pois eles estão em contato uns com os outros e a tensão nesse contato é muito elevada durante o processo de densificação. Para ter um contato efetivo dos agregados, eles devem ser cúbicos com o índice de forma 0,5. A absorção de água para cada fração deve ser no máximo de 2%, e quanto à sanidade deve apresentar perda de 12%. Um teste fundamental a ser realizado é o desgaste por abrasão Cântabro, recomendado originalmente pelos espanhóis para esse tipo de mistura aberta drenante. Esse ensaio é abordado no Capítulo 6. Na Europa tem-se procedido à limpeza desses revestimentos, após certo tempo de uso, com equipamentos projetados para essa finalidade a fim de minimizar os problemas de colmatação, resultantes da contaminação dos vazios por impurezas, uma vez que devido a elas há redução da permeabilidade. Tipos de revestimentos asfálticos 167
22 Como exemplos da utilização da camada porosa de atrito no Brasil, são citadas as seguintes obras: Aeroporto Santos Dumont no Rio de Janeiro: em 1999, foi executado um pavimento superposto, na pista principal, e sobre ele aplicada uma CPA nos 923m centrais, com coeficiente mínimo de atrito de 0,61 (µmeter). Para manter esse nível de atrito, a camada de CPA foi renovada em 2003, nos pontos de maior uso, visto que houve colmatação dos vazios e perda de capacidade drenante ao final de seis anos de uso intenso; Rodovia dos Imigrantes, ligando São Paulo a Santos: em 1998 foi feita uma restauração através de fresagem seguida de recapeamento, com uma espessura de 5cm entre os quilômetros 11,5 e 30; Rodovia Presidente Dutra, próximo a São Paulo: em 1998, 3km nas três faixas e no acostamento apresentavam condições precárias antes da restauração, com buracos, trincamento generalizado e bombeamento de material da base na superfície. Foi efetuada uma fresagem do revestimento existente ou recomposição do greide da pista com caimento de 3%; executada uma camada de 2cm de microrrevestimento asfáltico a frio e aplicada uma CPA com 4cm de espessura. SMA Stone Matrix Asphalt A sigla SMA significa originalmente Splittmastixasphalt conforme designação na Alemanha local de sua concepção, traduzido em inglês para Stone Mastic Asphalt, e posteriormente para Stone Matrix Asphalt, sendo esta última terminologia adotada nos Estados Unidos e, atualmente, também no Brasil. Em português SMA pode ser traduzido para matriz pétrea asfáltica, porém a denominação pela sigla original internacionaliza a terminologia e gera menos confusão de conceitos e especificações. Concebido em 1968 na Alemanha, a partir dos anos 80 passou a ser utilizado amplamente na Europa, em países como Bélgica, Holanda, Suíça, Suécia, Inglaterra, Espanha, entre outros. Uma das aplicações mais freqüentes alemãs tem sido a reabilitação de pavimentos de concreto de cimento Portland. As misturas asfálticas densas convencionais em geral resistem pouco à reflexão de trincas e à deformação permanente, o que é retardado na solução de SMA. Em 1990, o SMA foi introduzido no Canadá e em 1991 nos Estados Unidos. Atualmente a tecnologia vem sendo aplicada também na Ásia e na América Latina. O SMA é um revestimento asfáltico, usinado a quente, concebido para maximizar o contato entre os agregados graúdos, aumentando a interação grão/grão; a mistura se caracteriza por conter uma elevada porcentagem de agregados graúdos e, devido a essa particular graduação, forma-se um grande volume de vazios entre os agregados graúdos. Esses vazios, por sua vez, são preenchidos por um mástique asfáltico, constituído pela mistura da fração areia, fíler, ligante asfáltico e fibras. O SMA é uma mistura rica em ligante asfáltico, com um consumo de ligante em geral entre 6,0 e 7,5%. Geralmente é aplicado em espessuras variando entre 1,5 a 7cm, dependendo da faixa granulométrica. São misturas que tendem a ser impermeáveis com volume de vazios que variam de 4 a 6% em pista, ao contrário da CPA vista anteriormente. 168 Pavimentação asfáltica: formação básica para engenheiros
23 A Figura 4.10 ilustra a composição granulométrica do SMA em comparação com um CA. Observe-se a maior quantidade de consumo de agregado graúdo na mistura SMA. A Figura 4.11 mostra o aspecto final de uma camada de SMA sendo executada em pista. O SMA é recomendado para aplicação em pavimentos como camada de rolamento ou de ligação. Devido à graduação e alta concentração de agregados graúdos, tem-se macrotextura (ver Capítulo 9) superficialmente rugosa, formando pequenos canais entre os agregados SMA CA Agregados graúdos Agregados graúdos Figura 4.10 Composições granulométricas comparativas entre um SMA e um CA (Foto: Horst Erdlen) Figura 4.11 Exemplo do aspecto de uma camada de SMA executada em pista Tipos de revestimentos asfálticos 169
24 graúdos, responsáveis por uma eficiente drenabilidade superficial e aumento de aderência pneu-pavimento em dias de chuva. No país, pioneiramente foi construída a pista do autódromo de Interlagos em São Paulo em fevereiro de 2000, empregando-se o SMA (Beligni et al., 2000). Em agosto de 2001 foi construído um trecho experimental de SMA na curva mais fechada e perigosa da Via Anchieta, rodovia que interliga São Paulo a Santos, mostrando grande sucesso e superioridade de comportamento funcional e estrutural em relação a outras soluções asfálticas até então empregadas (Reis et al., 2002). Desde então outros trechos vêm sendo executados usando ora graduações alemãs, ora americanas. As mais recentes obras são em rodovias dos estados de São Paulo e Minas Gerais, além de uso urbano em São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador. A especificação alemã foi a primeira a ser publicada como norma, em 1984, e engloba quatro tipos de SMA, denominados de 0/11S; 0/8S; 0/8 e 0/5, sendo o último algarismo referente ao diâmetro nominal máximo do agregado (onde até 10% no máximo ficam retidos em peneira desse tamanho) Tabela 4.5 (ZTV Asphalt StB, 2001). Para tráfego pesado ou solicitações especiais, as especificações restringem-se às faixas 0/11S e 0/8S. Tabela 4.5 Faixas granulométricas e requisitos de SMA pela especificação alemã (ZTV Asphalt StB 94, 2001) Peneira Faixas Porcentagem em massa SMA 0/11S SMA 0/8S SMA 0/8 SMA 0/5 < 0,09mm > 2mm > 5mm < 10 > 8mm > 40 < 10 < 10 > 11,2mm < 10 Características e requisitos Tipo de asfalto 1 B65 ou PmB45 B65 ou PmB45 B 80 B80 ou B200 Teor de asfalto na mistura, % em peso > 6,5 > 7,0 > 7,0 > 7,2 Fibras na mistura, 0,3 a 1,5 % em peso Dosagem Marshall (50 golpes por face) Temperatura de compactação, C 135 o C ± 5 o C (para PmB deve ser 145 o C ± 5 o C) Volume de vazios, % 3,0 4,0 3,0 4,0 2,0 4,0 2,0 4,0 Camada de rolamento Espessura, mm Ou consumo, kg/m Camada de nivelamento Espessura, mm Ou consumo, kg/m Grau de compactação > 97 % Volume de vazios da camada compactada < 6,0 % 1 A designação B corresponde a asfaltos convencionais e o número significa a penetração; PmB são modificados por polímeros. Os asfaltos polímeros (PmB45) são recomendados para solicitações especiais. 170 Pavimentação asfáltica: formação básica para engenheiros
25 Na União Européia há outras faixas sugeridas, incluindo diâmetros nominais reduzidos, como 4 e 6mm, ou mesmo muito maiores, como 16, 19 ou ainda 25mm. A especificação norte-americana do SMA segue a norma da AASHTO MP 8-02, recomendando três faixas Tabela 4.6. As propriedades da mistura são ditadas por especificações obtidas no equipamento de compactação giratório Superpave Tabela 4.7. Tabela 4.6 Faixas granulométricas norte-americanas segundo AASHTO MP 8-02 Abertura (mm) Faixas Porcentagem em massa, passando 19,0mm 12,5mm 9,5mm Mín Máx Mín Máx Mín Máx , , , , , ,6 21 0,3 18 0, Tabela 4.7 Características e propriedades da mistura SMA segundo AASHTO MP 8-02 Propriedade Requisito para corpos-de-prova compactados no equipamento giratório Superpave Volume de vazios, % 4,0 a VAM (vazios no agregado mineral), % mín. 17 VCAmix b < VCAdrc b Estabilidade Marshall, N, mín c RRT Resistência à tração retida 70 (AASHTO T 283), % mín. Teste de escorrimento (draindown) na 0,30 temperatura de produção d, % em peso máx. Teor de asfalto na mistura, % mín. 6,0 a Em locais com clima frio o projeto pode ser realizado para 3,5% de volume de vazios. b VCAmix corresponde aos vazios totais do agregado graúdo, e VCAdrc aos vazios com ar requerido + vazios ocupados pela fibra e asfalto + vazios ocupados pelos agregados miúdos. c Valor sugerido da prática. d Escorrimento segundo AASHTO T As faixas com diâmetro nominal máximo de 19mm e 12,5mm são até o momento as mais empregadas nos Estados Unidos. A faixa com tamanho nominal máximo de 9,5mm tem sido a adotada mais recentemente e há uma tendência de aumentar seu emprego nos próximos anos. Não há consenso na especificação dos ligantes asfálticos. As especificações são em geral não-restritivas, empregando tanto os asfaltos modificados por polímeros como as- Tipos de revestimentos asfálticos 171
26 faltos convencionais. As fibras são geralmente orgânicas (de celulose) ou minerais, e são adicionadas durante a usinagem para evitar a segregação da mistura em seu transporte, facilitar a aplicação e evitar o escorrimento do ligante asfáltico (Napa, 1999). As fibras orgânicas podem ser utilizadas também em pellets ou agregações. Em alguns casos vêm impregnadas de ligante asfáltico para facilitar sua abertura na usinagem, contendo em geral 1:2 de ligante para fibras. Em alguns países são utilizadas fibras de vidro. Há diversas experiências com sucesso sem uso de fibras, porém em geral com uso de ligantes modificados. Os agregados em praticamente todos os países são obrigatoriamente 100% britados, com esparsas exceções. Segundo a AASHTO D 5821, deve haver 100% de agregados britados em pelo menos uma face e 90% em duas faces. Os norte-americanos, como os alemães, têm especificado abrasão Los Angeles 30% (AASHTO T 96), porém há casos de sucesso com agregados britados cuja abrasão excedeu 50%. A forma dos agregados é de preferência cúbica. A absorção deve ser de 2% pela AASHTO T 85; o ataque aos sulfatos de sódio de 15% após 5 ciclos, e de magnésio de 20%, conforme AASHTO T 104. Em resumo, algumas aplicações do SMA, atualmente, são: vias com alta freqüência de caminhões; interseções; áreas de carregamento e descarregamento de cargas; rampas, pontes, paradas de ônibus, faixa de ônibus; pistas de aeroporto; estacionamentos; portos. As principais características de desempenho do SMA são: boa estabilidade a elevadas temperaturas; boa flexibilidade a baixas temperaturas; elevada resistência ao desgaste; boa resistência à derrapagem devido à macrotextura da superfície de rolamento; redução do spray ou cortina de água durante a chuva; redução do nível de ruído ao rolamento. Gap-graded Outra opção mais recentemente introduzida no Brasil é a graduação com intervalo (gap) descontínua densa, conhecida por gap-graded, que é uma faixa granulométrica especial que resulta em macrotextura superficial aberta ou rugosa, mas não em teor de vazios elevado. Algumas utilizações dessa faixa vêm sendo realizadas com asfalto-borracha. Esse tipo de mistura asfáltica tem sido empregado como camada estrutural de revestimento, por exemplo na restauração da pavimentação e na duplicação de trechos na Rodovia BR-040, com asfalto-borracha, trecho Rio de Janeiro Juiz de Fora, sob concessão da Concer S.A. (Cordeiro, 2006). 172 Pavimentação asfáltica: formação básica para engenheiros
27 A Tabela 4.8 mostra a faixa granulométrica que vem sendo utilizada em serviços de pavimentação com asfalto-borracha feitos no país pela BR Distribuidora (2004). As Tabelas 4.9 e 4.10 mostram aspectos dessas misturas. A Figura 4.12 mostra a faixa granulométrica citada e a Figura 4.13 um aspecto de uma dessas aplicações feita na Rodovia Rio Teresópolis (Fritzen, 2005). Tabela 4.8 Exemplo de uma faixa gap-graded com asfalto-borracha usada em projetos no país Peneiras ABNT Abertura (mm) Porcentagem em massa, passando Mistura % Faixa CALTRANS limite Faixa de trabalho limite Passando Mínimo Máximo Mínimo Máximo 3/4 19, /2 12,7 92, /8 9,5 87, ,4 92 Nº 4 4,75 40, ,9 42 Nº 8 2,4 20, ,3 25 Nº 30 0,6 11, ,3 Nº 50 0,3 8, ,4 Nº 100 0,15 6, ,3 Nº 200 0,075 4, ,7 6,7 (Fonte: BR Distribuidora, 2004) Tabela 4.9 Exemplo de características de uma mistura gap-graded com asfalto-borracha usada no país Ensaios Resultados Unidade Teor de asfalto-borracha 6 % Massa específica teórica 2,482 g/cm 3 Vazios totais 5,7 % Vazios cheios betume 13,7 % Vazios do agregado mineral 19,4 % Relação betume/vazios 70,6 % Estabilidade 788 kgf Fluência 1/ pol. Densidade aparente 2,34 g/cm 3 (Fonte: BR Distribuidora, 2004) Tabela 4.10 Características de asfalto-borracha utilizado em projetos de gap-graded Caracterização do asfalto-borracha Ensaios Faixa Método Penetração, (100g, 25ºC, 5s) 0,1mm ASTM D-5 Ponto de amolecimento, ºC mín. 55 ASTM D-36 Viscosidade Brookfield a 175ºC, cp ASTM D-4402 Recuperação elástica, dutilômetro a 25ºC, % mín. 50 DNER 382/99 (Fonte: BR Distribuidora) Tipos de revestimentos asfálticos 173
28 Figura 4.12 Características da faixa granulométrica gap-graded e a curva usada no experimento da Rodovia Rio Teresópolis (Fritzen, 2005) Figura 4.13 Aspecto da superfície do revestimento construído com a mistura indicada na Figura 4.12 (Fritzen, 2005) AAUQ areia asfalto usinada a quente Ainda dentro do grupo das misturas a quente, têm sido utilizadas na prática as argamassas asfálticas, também denominadas areia asfalto usinada a quente (AAUQ). Em regiões onde não existem agregados pétreos graúdos, utiliza-se como revestimento uma argamassa de agregado miúdo, em geral areia, ligante (CAP), e fíler se necessário, com maior consumo de ligante do que os concretos asfálticos convencionais devido ao aumento da superfície específica (DNIT 032/2005 ES) Tabela O DNIT também abre a possibilidade hoje do uso de asfalto modificado por polímero nas AAUQs através da especificação DNER-ES 387/99 Tabela Nas referidas tabelas as exigências se referem à compactação Marshall com 75 golpes. 174 Pavimentação asfáltica: formação básica para engenheiros
29 Tabela 4.11 Faixas granulométricas e características de dosagem recomendadas pelo DNIT para AAUQ com CAP (DNIT 032/2005 ES) Peneiras Faixas Porcentagem em massa, passando A B Tolerância ABNT Abertura (mm) 4,75mm 2,0mm 3/8 9,5 100 Nº 4 4, ±5% Nº 10 2, ±4% Nº 40 0, ±4% Nº 80 0, ±3% Nº 200 0, ±2% Emprego Revestimento Revestimento Teor de asfalto, 6,0 12,0 7,0 12,0 ±0,3% % sobre o total da mistura Volume de vazios, % 3,0 8,0 Relação betume/vazios, % Estabilidade, kn, mín. 30 Fluência, mm 2,0 4,0 Tabela 4.12 Faixas granulométricas e características de dosagem recomendadas pelo DNIT para AAUQ com asfalto polímero (DNER-ES 387/99) Peneira de malha quadrada Faixas Porcentagem em massa, passando ABNT Abertura (mm) A B C Tolerância Nº 4 4, Nº 10 2, ±5% Nº 40 0, ±5% Nº 80 0, ±3% Nº 200 0, ±2% Teor de asfalto, % 5,0 8,0 5,0 8,5 5,0 9,0 ±0,3% Volume de vazios, % 3,0 8,0 Relação betume/vazios, % Estabilidade, kn mín. 25 Fluência, mm 2,4 4,5 A AAUQ é normalmente empregada como revestimento de rodovias de tráfego não muito elevado. Como toda mistura a quente, tanto o agregado quanto o ligante são aquecidos antes da mistura e são aplicados e compactados a quente. Essas misturas, devido à elevada quantidade de ligante asfáltico e presença de agregados de pequenas dimensões, requerem muito cuidado na execução (IBP, 1999). Um dos problemas mais freqüentes dessas misturas é que comumente apresentam menor resistência às deformações permanentes, comparadas às misturas usinadas a quente vistas anteriormente. Tipos de revestimentos asfálticos 175
30 Misturas asfálticas a quente especiais francesas Os franceses têm desenvolvido várias concepções de combinação de granulometria e de ligantes especiais para comporem misturas asfálticas a serem utilizadas como camadas estruturais de revestimento, camada de ligação ou mesmo base de pavimentos. Ligantes duros são geralmente aplicados em bases e camadas de ligação, o ligante de penetração na faixa 15/25 pode ser usado em camada de rolamento em condições favoráveis: espessura maior que 5cm, baixas deflexões nas camadas de fundação e temperaturas mínimas variando entre 0 e -10 C. Devido a sua elevada viscosidade, a compactação torna-se um fator importante no comportamento quanto à resistência à fadiga, indicando-se temperaturas de usinagem e compactação em torno de 20 C acima das temperaturas dos ligantes convencionais (AIPCR, 1999). A Tabela 4.13 ilustra alguns ligantes duros produzidos na França para uso em misturas de alto módulo. Os cimentos asfálticos duros podem ser puros, asfaltos modificados por asfaltita ou asfaltos modificados por polímeros. As principais características dos ligantes duros estão relacionadas à penetração a 25 C entre 10 e 20 x 10-1 mm, e ponto de amolecimento entre 65 e 80 C (Serfass et al., 1997). Ensaios reológicos e de caracterização especiais tais como BBR, espectroscopia infravermelha, teor de asfaltenos entre outros são realizados em desenvolvimento de novos materiais ou projetos especiais (Brosseaud et al., 2003). A dosagem das misturas asfálticas francesas é determinada com base em requisitos de desempenho da mistura tais como resistência à fadiga, deformação permanente e resistência à umidade (ver Capítulo 6). O uso de bases de misturas asfálticas a quente com teor de asfalto muito baixo é bastante empregado na França, em camadas espessas como substituição de bases tratadas com cimento. Esse é o conceito da mistura denominada grave-bitume GB (base asfáltica) codificada em Essa base asfáltica se caracteriza pelo uso de aproximadamente 3,5% de asfalto de penetração nas faixas 40/50 ou 60/70 x 10-1 mm, graduação contínua e elevada proporção de agregado britado. Nos anos 1980, a restauração das rodovias que atravessavam cidades e a reestruturação das vias lentas das auto-estradas levaram ao desenvolvimento dos revestimentos de módulo elevado que provêm da modificação de dois tipos de misturas asfálticas tradicionais: BB (béton bitumineux) e GB (grave-bitume), visando melhorar o desempenho mecânico e, em contrapartida, reduzir as espessuras (Brousseaud, 2002b). Assim surgiram a mistura asfáltica de módulo elevado (enrobé à module élevé EME) e o concreto betuminoso de módulo elevado (béton bitumineux à module élevé BBME). A primeira é aplicada como camada de ligação (binder) ou como base, e foi normatizada em outubro de 1992 com o código NF P A segunda, usada como camada de rolamento ou ligação para pavimentos que exijam revestimentos com elevada resistência à formação de trilhas de roda, está normatizada pela AFNOR desde 1993 com o código NF P (Corté, 2001). 176 Pavimentação asfáltica: formação básica para engenheiros
31 Tabela 4.13 Características de ligantes duros produzidos na França para emprego em Misturas de Módulo elevado (EME) (AIPCR, 1999) Ligante não-envelhecido Penetração a 25 C 0,1mm 15/25 15/25 10/25 10/20 10/20 10/20 10/20 10/20 Ponto de amolecimento C 60/72 64/72 55/75 60/74 60/74 64/74 65/80 75/85 IP (LCPC) 0/1 0/1,5 1,3 +0,4 +0,4-0,20 0/1 2,1 P. R. Fraass C Módulo E (7,8Hz; 25 C) MPa ângulo de fase (7,8Hz; 25 C) Módulo E (7,8Hz; 60 C) MPa 0,6 0,6 0,5 0,9 0,9 0,6 1 1,4 ângulo de fase (7,8Hz; 60 C) Módulo E (250Hz; 25 C) MPa ângulo de fase (250Hz; 25 C) Ligante após RTFOT Penetração a 25 C 0,1mm /13 Penetração residual % Ponto de amolecimento C /76 Aumento do ponto de C 11,5 6 6 amolecimento P. R. Fraass C /+4 Aumento de P. R. Fraass C Módulo E (7,8Hz; 25 C) MPa ângulo de fase (7,8Hz; 25 C) Módulo E (7,8Hz; 60 C) MPa 1,2 0,72 0,7 ângulo de fase (7,8Hz; 60 C) Módulo E (250Hz; 25 C) MPa Ângulo de fase (250Hz; 25 C) A necessidade de fazer a manutenção dos pavimentos já reforçados cujas exigências não eram mais aumentar a capacidade estrutural, mas restabelecer as características superficiais (principalmente impermeabilidade e textura para resistência à derrapagem) direcionaram as pesquisas para novas misturas asfálticas que pudessem ser usadas como camada delgada. Em 1979 foi codificada uma nova mistura denominada béton bitumineux mince, BBM (concreto asfáltico delgado) para ser executada em camadas de 30 a 40mm. Com o objetivo de evitar elevado volume de vazios, introduziu-se o uso de granulometrias descontínuas (granulometria 0/10 com descontinuidade na fração 4/6 e granulometria 0/14 com descontinuidade 2/6 ou 2/10) e o uso de teores maiores de ligante, variando de 5,7 a 6%. A descontinuidade na curva granulométrica aumentou a aptidão à compactação além de melhorar a textura superficial. No entanto, essas duas mudanças na composição apresentaram a desvantagem de reduzir a resistência à fadiga, não sendo apropriadas para rodovias de tráfego intenso. Tipos de revestimentos asfálticos 177
32 Devido a essas limitações foi organizado um concurso de técnicas inovadoras em pelo poder público francês que resultou na introdução do béton bitumineux très mince, BBTM (concreto asfáltico muito delgado). Essa mistura deve ser usada em camadas com espessuras de 20 a 25mm com o objetivo de promover elevada e durável macrotextura e resistência à derrapagem sob tráfego pesado. É usada tanto em manutenção como em novas construções, especialmente na rede de auto-estradas concedidas. Esse sucesso está relacionado à introdução do conceito de dissociação de funções entre a camada de rolamento/desgaste e a camada de ligação. Ainda nos anos 1980, o conceito de misturas delgadas foi impulsionado com o surgimento dos béton bitumineux ultra-mince, BBUM (concreto asfáltico ultradelgado) Magalhães (2004). A necessidade de novos padrões de misturas asfálticas serviu de motivação para o desenvolvimento de novos ensaios de laboratório com o objetivo de predizer a trabalhabilidade e o desempenho mecânico (resistência à deformação permanente para capa de rolamento, rigidez e resistência ao trincamento por fadiga para camadas de ligação, ensaios considerados atualmente fundamentais para o projeto de mistura a quente). Houve, desde 1970, o desenvolvimento de uma série de novos ensaios (compactador de cisalhamento giratório, o simulador de tráfego wheel-tracking test, módulo complexo, ensaio de fadiga), que agora compõem o método francês de misturas asfálticas baseado no desempenho (ver Capítulo 6). A maioria das exigências para revestimentos asfálticos, que faz parte das especificações e normas francesas, baseia-se no desempenho exigido sobre o produto acabado e não sobre um método como receita de composição. Os diferentes revestimentos são definidos pelo tipo, posição dentro da estrutura, pela espessura média, pela graduação e pela classe de desempenho, esta determinada em laboratório pelo estudo de dosagem. As exigências sobre os agregados dizem respeito às características mecânicas (dureza, angularidade, resistência ao polimento), dimensão do agregado e propriedades dos finos (poder absorvente e rigidificante, fineza). Os agregados são totalmente britados e a composição granulométrica não é mais definida sob a forma de uma faixa a ser respeitada. Quanto aos ligantes, embora as normas francesas não façam restrições às características do ligante, que tanto pode ser um ligante puro, modificado com polímeros ou com aditivos (fibras), a dosagem mínima em asfalto é fixada através do módulo de riqueza que traduz uma espessura mínima de filme de asfalto sobre o agregado (Brosseaud, 2002b). Apresenta-se na Tabela 4.14 as principais características dos revestimentos asfálticos franceses e um resumo dos requisitos a serem atendidos de algumas misturas francesas (Tabelas 4.15, 4.16, 4.17, 4.18, 4.19). No Brasil o tipo de mistura EME vem sendo estudado em laboratório, em pesquisas patrocinadas pelo CTPETRO (fundo de pesquisa gerado pelas empresas produtoras de petróleo), com recursos Finep e Petrobras, com o objetivo de introdução em breve em obras de pavimentação em locais de alto volume de tráfego. Tem sido designada de mistura de módulo elevado, tendo sido testado com ligante tipo RASF (resíduo asfáltico de penetração 10) e um ligante modificado com EVA. Detalhes podem ser vistos em Magalhães (2004) e Magalhães et al. (2004). 178 Pavimentação asfáltica: formação básica para engenheiros
33 Uma descrição sucinta dos tipos de misturas a quente normatizados na França é feita a seguir (Magalhães, 2004; Ferreira, 2006): camadas superficiais de revestimentos espessos (BBSG, BBME) os concretos asfálticos do tipo BBSG são os revestimentos clássicos que constituem as camadas de superfície (ligação e rolamento) com função estrutural, buscando-se ainda aderência e conforto, aplicam-se em pavimentos novos e reforços. O BBME é uma categoria particular do BBSG com rigidez e resistência à deformação permanente elevadas, além de apresentar bom desempenho à fadiga. Seu emprego está limitado aos locais sujeitos a intensas solicitações. Esses revestimentos são essencialmente produtos especiais das empresas; camadas superficiais de revestimentos delgados (BBM, BBTM, BBUM) esses tipos de revestimentos são aplicados de acordo com a filosofia francesa de dissociação de funções das camadas betuminosas exercendo o papel funcional do revestimento com um ganho nas seguintes características: impermeabilidade, drenabilidade, aderência pneu-pavimento, conforto ao rolamento e baixo ruído. A mistura do tipo BBM é uma técnica rústica aplicada na restauração da superfície do pavimento em manutenções mais pesadas, com espessuras variando de 30 a 50mm, composição descontínua 2/6 e teor de asfalto entre 5,4 a 5,8% de ligante puro ou modificado. A técnica de BBTM tem-se tornado a mais utilizada para a manutenção dos pavimentos com tráfego rápido e elevado, aplicada em 1/3 da rede de auto-estradas e em torno de 1/4 da rede nacional francesa. Essas misturas apresentam uma descontinuidade marcante na fração 0/2, duas classes em função dos resultados na prensa de cisalhamento giratório PCG (vazios menor que 18% para a classe 1 e entre 18 e 25% para a classe 2) e espessuras entre 20 e 25mm com excelente rugosidade superficial e manutenção da mesma ao longo do tempo. As misturas ultradelgadas BBUM (espessura entre 10 e 15mm) são utilizadas tanto em vias urbanas (tipo 0/6 devido ao baixo nível de ruído) quanto em manutenção de rodovias secundárias (tipo 0/10) em substituição aos tratamentos superficiais. As formulações têm graduação descontínua 2/6 ou 2/4, com 5,2 a 5,5% de ligante puro ou modificado, aplicadas a uma taxa de 25 a 35kg/m 2 ; camadas de revestimento intermediárias (GB e EME) são empregadas na construção de camadas de ligação de pavimentos asfálticos espessos, estruturas mistas ou na manutenção como reforço estrutural. Os GB são usados há mais de 30 anos com agregados de dimensões máximas de 14mm e eventualmente 20mm, tratados com 3,5 a 4% de ligante geralmente 35/50. O EME mais empregado é da classe 2 devido à sua maior resistência à fadiga. Empregam-se ligantes duros de penetração 10/25 com teores de até 6%; misturas asfálticas drenantes (BBDr) com vazios em torno de 20 a 22%, são aplicadas com a finalidade de eliminar água superficial, aumentar a aderência e reduzir o nível de ruído em auto-estradas e vias expressas. São aplicados teores de 4,5 a 5,2% de ligantes modificados por polímeros com espessura média de 40mm; Tipos de revestimentos asfálticos 179
34 tratamentos superficiais e misturas a frio os tratamentos superficiais (enduit superficiel NF P ) representam a técnica mais econômica utilizada na manutenção da impermeabilização e forte macroestrutura superficial de rodovias com volume de tráfego de baixo a médio. As misturas a frio (enrobés coulés à froid ECF) são misturas de agregados, emulsão asfáltica, água e aditivos e têm sido aplicadas em substituição aos tratamentos mais sensíveis à desagregação com dosagem de 12 a 14kg/m 2, às vezes em dupla camada na dosagem de 25kg/m 2. Tabela 4.14 Revestimentos asfálticos normalizados pela AFNOR (SETRA e LCPC, 1994) Sigla Denominação Norma Classificação Espessura média Classe ou tipo Granulometria (mm) BBSG BBM BBC BBDr BBS BBTM Bétons bitumineux semi-grenus Bétons bitumineux minces Bétons bitumineux cloutés Bétons bitumineux drainants Bétons bitumineux pour chaussées souples à faible traffic Bétons bitumineux trés minces Concreto betuminoso de graduação contínua Concreto betuminoso delgado Hot rolled asphalt Concreto betuminoso drenante Concreto betuminoso para estrada de pavimento flexível de tráfego leve Concreto betuminoso muito delgado GB Graves bitume Camada granular betuminosa EME BBME Enrobés à module élevé Bétons bitumineux à module élevé Mistura asfáltica de módulo elevado Concreto betuminoso de módulo elevado NF P /10 0/14 NF P a, b, c ou d conforme gran. 1, 2 ou 3 conforme desempenho à def. perm. NF P /6 0/10 0/10 0/14 0/6 0/10 NF P /10 a 0/14 0/6 NF P BBS tipo 1 BBS tipo 2 BBS tipo 3 BBS tipo 4 NF P Tipo 1 ou 2 conforme PCG NF P NF P NF P Classe 1, 2 ou 3 conforme desempenho mecânico Classe 1 ou 2 conforme desempenho mecânico Classe 1, 2 ou 3 conforme desempenho mecânico 0/10 disc. 2/6 0/10 cont. 0/14 cont. 0/14 cont. 0/6 ou 0/10 ou 0/14 descontínua 0/14 0/20 0/10 0/14 0/20 0/10 0/14 60 a a a a a a a a a a a a a a a Pavimentação asfáltica: formação básica para engenheiros
35 Tabela 4.15 Características das misturas asfálticas delgadas ( 50mm) para camada de rolamento (Brosseaud, 2002b) Mistura PCG (% de vazios) Razão r/r 1 BBMa ,75 15 BBMb ,75 15 BBMc , Ensaio Duriez de avaliação do dano por umidade induzida Porcentagem de afundamento em trilha de roda (60ºC) após ciclos Tabela 4.16 Características das misturas asfálticas espessas (> 50mm) para camada de rolamento (Brosseaud, 2002b) Mistura BBSG classe BBSG classe BBSG classe BBME classe BBME classe BBME classe PCG (% vazios) C60 (D 10mm) C80 (D 14mm) Razão r/r ATR 2 (%) após ciclos Módulo de rigidez (15ºC 10Hz) MPa 0, ,75 7, , , ,8 7, , Deformação admissível em fadiga e 6 (mdef) 2 Afundamento em trilha de roda Tabela 4.17 Características das misturas asfálticas para camada intermediária ou de ligação (Brosseaud, 2002b) Mistura PCG (% vazios) C60 (D 10mm) C80 (D 14 mm) Razão r/r ATR 3 (%) * após ciclos ** após ciclos Módulo de rigidez (15ºC 10Hz) MPa GB classe ,65 10* GB classe ,7 10* GB classe 4 9 0,7 10** EME classe ,7 7,5** EME classe 2 6 0,75 7,5** Deformação admissível em fadiga e 6 (mdef) 3 Afundamento em trilha de roda Tipos de revestimentos asfálticos 181
36 Tabela 4.18 Desempenho mecânico exigido para misturas de módulo elevado EME (NF P ) Ensaios do EME 0/10, 0/14 e 0/20 Classe 1 Classe 2 Ensaio Duriez a 18ºC (NF P ) Razão: r (em MPa) após imersão R (em MPa) a seco Ensaio de afundamento de trilha de roda (NF P ) Profundidade do afundamento em porcentagem da espessura da placa, para uma placa de 10cm de espessura, a ciclos e a 60ºC, numa porcentagem de vazios entre: 7% e 10% (classe 1) 3% e 6% (classe 2) Ensaio de módulo complexo (NF P ) Módulo (em MPa), a 15ºC, 10Hz e porcentagem de vazios entre: 7% e 10% (classe 1) 3% e 6% (classe 2) Ensaio de tração direta (NF P ) Determinação do módulo e da perda de linearidade numa porcentagem de vazios entre: 7% e 10% (classe 1) 3% e 6% (classe 2) Ensaio de fadiga (NF P ) Deformação relativa a 10 6 ciclos, 10ºC e 25Hz e porcentagem de vazios entre: 7% e 10% (classe 1) 3% e 6% (classe 2) 0,70 0,75 7,5% mdef 7,5% mdef Tabela 4.19 Desempenho mecânico exigido para misturas de módulo elevado BBME (NF P ) Ensaios do BBME 0/10 ou 0/14 Classe 1 Classe 2 Classe 3 Ensaio Duriez a 18ºC (NF P ) Razão: r (em MPa) após imersão R (em MPa) a seco Ensaio de afundamento de trilha de roda (NF P ) Profundidade do afundamento em porcentagem da espessura da placa, para uma placa de 10cm de espessura, a ciclos e a 60ºC, com uma porcentagem de vazios entre 5% e 8% Ensaio de módulo complexo (NF P ) Módulo (em MPa), a 15ºC, 10Hz e porcentagem de vazios entre 5% e 8% Ensaio de tração direta (NF P ) Determinação do módulo e da perda de linearidade numa porcentagem de vazios entre 5% e 8% módulo em MPa a 15 o C, 0,02s Ensaio de fadiga (NF P ) Deformação relativa a 10 6 ciclos, 10ºC e 25Hz e porcentagem de vazios entre 5% e 8%, e 6 0,80 0,80 0,80 10% 7% 5% mdef 100 mdef 100 mdef 182 Pavimentação asfáltica: formação básica para engenheiros
37 4.2.2 Misturas asfálticas usinadas a frio Os pré-misturados a frio (PMF) consistem em misturas usinadas de agregados graúdos, miúdos e de enchimento, misturados com emulsão asfáltica de petróleo (EAP) à temperatura ambiente. Dependendo do local da obra, podem ser usadas para misturar os PMFs: usinas de solo ou de brita graduada, usinas de concreto asfáltico sem ativar o sistema de aquecimento dos agregados, usinas de pequeno porte com misturadores tipo rosca sem fim, ou usinas horizontais dotadas de dosadores especiais. Para operações de manutenção de pavimentos em uso, pode-se até lançar mão de betoneiras comuns de preferência as de eixo horizontal (IBP, 1999). Há também facilidades de se operar a mistura em usinas móveis. O processo de usinagem pode ser visto no Capítulo 8. O PMF pode ser usado como revestimento de ruas e estradas de baixo volume de tráfego, ou ainda como camada intermediária (com CA superposto) e em operações de conservação e manutenção, podendo ser: denso graduação contínua e bem-graduado, com baixo volume de vazios; aberto graduação aberta, com elevado volume de vazios. Santana (1992) ressalta os aspectos funcional, estrutural e hidráulico do PMF, que varia de acordo com o volume de vazios, e é função da granulometria escolhida. O mesmo autor define ainda o PMF como uma mistura preparada em usina apropriada, com agregados de vários tamanhos, emulsão asfáltica catiônica em geral, espalhada e compactada na pista à temperatura ambiente, podendo-se aquecer ou não o ligante, usada como camada de base ou revestimento, que pode ser executado em três categorias: aberto (PMFA): com pequena ou nenhuma quantidade de agregado miúdo e com pouco ou nenhum fíler, ficando após a compactação, com volume de vazios (V V ) elevado, 22 < V V 34%; semidenso: com quantidade intermediária de agregado miúdo e pouco fíler, ficando após a compactação com um volume de vazios intermediário, 15 < V V 22%; denso (PMFD): com agregados graúdo, miúdo e de enchimento, ficando após a compactação com volume de vazios relativamente baixo, 9 < V V 15%. No que concerne à permeabilidade, pode-se observar: vazios 12% apresenta baixa permeabilidade podendo ser usado como revestimento; vazios > 12% apresenta alta permeabilidade, necessitando uma capa selante caso seja usado como única camada de revestimento. Quando >20% pode ser usado como camada drenante. Os PMFs podem ser usados em camada de 30 a 70mm de espessura compactada, dependendo do tipo de serviço e da granulometria da mistura. Espessuras maiores devem ser compactadas em duas camadas. As camadas devem ser espalhadas e compac- Tipos de revestimentos asfálticos 183
38 tadas à temperatura ambiente. O espalhamento pode ser feito com vibroacabadora ou até mesmo com motoniveladora, o que é conveniente para pavimentação urbana de ruas de pequeno tráfego. Também é possível estocar a mistura ou mesmo utilizá-la durante um dia inteiro de programação de serviços de conservação de vias (Abeda, 2001). O uso de emulsões de ruptura lenta e mistura densa pode levar o PMF a apresentar resistências mecânicas maiores e mais adequadas para uso como revestimento. É possível também se lançar mão atualmente de emulsões modificadas por polímeros para atender características específicas de clima e tráfego (Abeda, 2001). A especificação técnica DNER-ES 317/97 se aplica a esses tipos de misturas asfálticas. Um resumo dessas especificações no que se refere às graduações e a alguns requisitos de dosagem é mostrado na Tabela Tabela 4.20 Faixas granulométricas e características de dosagem recomendadas pelo DNIT para pré-misturados a frio (DNER-ES 317/97) Peneiras Faixas Porcentagem em massa, passando ABNT Abertura (mm) A B C D Tolerância 1 25, ±7,0% ¾ 19, ±7,0% ½ 12, ±7,0% 3/8 9, ±7,0% Nº 4 4, ±5,0% Nº 10 2, ±5,0% Nº 200 0, ±2,0% Teor de asfalto, % sobre 4,0 6,0 ±0,3% o total da mistura Volume de vazios, % 5 30 Estabilidade, kn, mín. 25 (compactação de 75 golpes por face) 15 (compactação de 50 golpes por face) Fluência, mm 2,0 4,5 As vantagens da técnica de misturas a frio estão ligadas principalmente ao uso de equipamentos mais simples, trabalhabilidade à temperatura ambiente, boa adesividade com quase todos os tipos de agregado britado, possibilidade de estocagem e flexibilidade elevada (Abeda, 2001). É possível ainda se utilizar as argamassas a frio, conhecidas como areias asfalto a frio AAF onde há carência de agregados pétreos graúdos. Podem ser usados: areia, pedrisco, pó de pedra, pó de escória ou combinação deles. Nesse caso é importante usar emulsão de ruptura lenta que tenha por base asfaltos mais consistentes para melhorar as características mecânicas da AAF (Abeda, 2001). O DNIT inclui a possibilidade de uso de emulsão asfáltica modificada por polímero nos pré-misturados a frio. A especificação de serviço que rege essa aplicação é a DNER- 184 Pavimentação asfáltica: formação básica para engenheiros
39 ES 390/99, que prevê as mesmas faixas granulométricas que as aplicações com emulsão asfáltica convencional, com pequenas alterações em alguns requisitos como volume de vazios de 5 a 25%, estabilidade mínima de 25kN com compactação dos corpos-de-prova Marshall com 75 golpes por face, e porcentagem de resíduo de emulsão entre 4,0 e 7,0 nas faixas C e D. 4.3 MISTURAS IN SITU EM USINAS MÓVEIS Em casos principalmente de selagem e restauração de algumas características funcionais, além dos tipos de mistura descritos acima, que empregam usinas estacionárias ou mesmo móveis em alguns casos, é possível usar outros tipos de misturas asfálticas que se processam em usinas móveis especiais que promovem a mistura agregados-ligante imediatamente antes da colocação no pavimento. São misturas relativamente fluidas, como a lama asfáltica e o microrrevestimento. Lama asfáltica As lamas asfálticas consistem basicamente de uma associação, em consistência fluida, de agregados minerais, material de enchimento ou fíler, emulsão asfáltica e água, uniformemente misturadas e espalhadas no local da obra, à temperatura ambiente. Esse tipo de mistura in situ começou a ser utilizado na década de 1960, nos Estados Unidos (slurry seal), na França e no Brasil (IBP, 1999; Abeda, 2001). A lama asfáltica tem sua aplicação principal em manutenção de pavimentos, especialmente nos revestimentos com desgaste superficial e pequeno grau de trincamento, sendo nesse caso um elemento de impermeabilização e rejuvenescimento da condição funcional do pavimento. Aplica-se especialmente em ruas e vias secundárias. Eventualmente ainda é usada em granulometria mais grossa para repor a condição de atrito superficial e resistência à aquaplanagem. Outro uso é como capa selante aplicada sobre tratamentos superficiais envelhecidos. No entanto, não corrige irregularidades acentuadas nem aumenta a capacidade estrutural, embora a impermeabilização da superfície possa promover em algumas situações a diminuição das deflexões devido ao impedimento ou redução de penetração de água nas camadas subjacentes ao revestimento. A lama asfáltica é processada em usinas especiais móveis que têm um silo de agregado e um de emulsão, em geral de ruptura lenta, um depósito de água e um de fíler, que se misturam em proporções preestabelecidas imediatamente antes de serem espalhadas através de barra de distribuição de fluxo contínuo e tanto quanto possível homogêneo, em espessuras delgadas de 3 a 4mm, sem compactação posterior. A especificação correspondente é a DNER-ES 314/97, cujas faixas granulométricas e algumas características da mistura constam da Tabela A dosagem da lama asfáltica é realizada segundo as recomendações da ISSA International Slurry Surfacing Association, empregando os equipamentos WTAT (wet track abrasion test), LWT (loaded wheel tes- Tipos de revestimentos asfálticos 185
40 Tabela 4.21 Faixas granulométricas e características de mistura recomendadas pelo DNIT para lama asfáltica (DNER-ES 314/97) Peneiras Faixas Tolerância Porcentagem em massa, passando ABNT Abertura (mm) I II III IV 3/8 9, Nº 4 4, ±5% Nº 8 2, ±5% Nº 16 1, ±5% Nº 30 0, ±5% Nº 50 0, ±4% Nº 100 0, ±3% Nº 200 0, ±2% Mistura seca, kg/m Espessura, mm % em relação ao peso da mistura seca Água Ligante residual 8,0 13,0 10,0 16,0 7,5 13,5 6,5 12,0 ter and sand adhesion) e WST (wet stripping test), também utilizados para a dosagem de microrrevestimento, mostrados no próximo item. A Figura 4.14 traz fotos de uma aplicação de lama asfáltica. Microrrevestimento asfáltico Esta é uma técnica que pode ser considerada uma evolução das lamas asfálticas, pois usa o mesmo princípio e concepção, porém utiliza emulsões modificadas com polímero para aumentar a sua vida útil. O microrrevestimento é uma mistura a frio processada em usina móvel especial, de agregados minerais, fíler, água e emulsão com polímero, e eventualmente adição de fibras (ABNT NBR 14948/2003). Figura 4.14 Exemplo de aplicação de lama asfáltica em um trecho de via urbana (Fotos: BR Distribuidora) 186 Pavimentação asfáltica: formação básica para engenheiros
41 Há vantagens em se aplicar o microrrevestimento com emulsão asfáltica de ruptura controlada modificada por polímero. A emulsão é preparada de tal forma que permita sua mistura aos agregados como se fosse lenta e em seguida sua ruptura torna-se rápida para permitir a liberação do tráfego em pouco tempo, por exemplo, duas horas. O microrrevestimento é utilizado em: recuperação funcional de pavimentos deteriorados; capa selante; revestimento de pavimentos de baixo volume de tráfego; camada intermediária anti-reflexão de trincas em projetos de reforço estrutural. A Figura 4.15 mostra os equipamentos usados para dosagem de lama asfáltica e microrrevestimento, conhecidos como LWT (loaded wheel tester and sand adhesion) e WTAT (wet track abrasion test), especificados pela ABNT NBR 14841/2002 e ABNT NBR 14746/2001, respectivamente. Além desses dois ensaios ainda são utilizados os seguintes procedimentos de dosagem: ABNT NBR 14798/2002 determinação da coesão e características da cura pelo coesímetro (Figura 4.16); ABNT NBR 14949/2003 caracterização da fração fina por meio da absorção do azul-de-metileno; ABNT NBR 14757/2001 determinação da adesividade de mistura (Figura 4.17). Esses ensaios serão aplicados na dosagem que será vista no Capítulo 5. (a) LWT máquina de ensaio de adesão da areia (b) WTAT abrasão úmida Figura 4.15 Equipamentos de LWT e WTAT usados na dosagem de microrrevestimento e lama asfáltica (a) Coesímetro (b) Ensaio em andamento (c) Verificação do torque Figura 4.16 Etapas do ensaio de coesão de dosagem de microrrevestimento asfáltico Tipos de revestimentos asfálticos 187
42 Corpo-de-prova (a) Confecção do corpo-de-prova (b) Compactação do corpode-prova (c) Corpo-de-prova (d) Corpo-de-prova no tubo com água (e) Tubo sendo colocado no equipamento (f) Equipamento em funcionamento Figura 4.17 Etapas do ensaio Schulze-Breuer e Ruck de dosagem de microrrevestimento asfáltico A Figura 4.18 mostra exemplos de aplicação de microrrevestimento, cujas especificações podem ser vistas em DNIT 035/2005-ES e ABNT NBR 14948/2003. A Figura 4.19 mostra uma aplicação de microrrevestimento como camada de manutenção de pavimentos em uso. 4.4 MISTURAS ASFÁLTICAS RECICLADAS Quando um pavimento asfáltico em uso torna-se deteriorado estruturalmente, há necessidade de restaurar sua capacidade de carga através de colocação de espessuras adicionais de camadas ou através do corte de todo ou parte do revestimento deteriorado por equipamento especial fresadora e execução de nova camada de revestimento asfáltico. O material gerado no corte pode ser reaproveitado por reciclagem. Entende-se por reciclagem de pavimentos o processo de reutilização de misturas asfálticas envelhecidas e deterioradas para produção de novas misturas, aproveitando os agregados e ligantes remanescentes, provenientes da fresagem, com acréscimo de agentes rejuvenescedores, espuma de asfalto, CAP ou EAP novos, quando necessários, e também com adição de aglomerantes hidráulicos. Fresagem é a operação de corte, por uso de máquinas especiais, de parte ou de todo o revestimento asfáltico existente em um trecho de via, ou até englobando outra camada do pavimento, como forma de restauração da qualidade ao rolamento da superfície, ou como melhoria da capacidade de suporte. 188 Pavimentação asfáltica: formação básica para engenheiros
43 Figura 4.18 Exemplos de aplicação de microrrevestimento asfáltico em rodovia de tráfego pesado como restauração funcional (a) Antes da aplicação (b) Após a aplicação Figura 4.19 Exemplo de aplicação de microrrevestimento asfáltico (Fotos: BR Distribuidora) Existem inúmeros equipamentos atualmente que permitem processar esse corte, chamados de máquinas fresadoras, ou simplesmente fresadoras, que utilizam rolos especiais munidos de pontas (bits) cortantes pela presença de diamantes nas mesmas Figura Mais informações sobre esse processo de fresagem e sobre fresadoras podem ser vistas em Bonfim (2000), por exemplo, e nas páginas dos fabricantes. Tipos de revestimentos asfálticos 189
44 Figura 4.20 Exemplo de um rolo de corte de uma fresadora A Figura 4.21 mostra um exemplo de um processo de fresagem em uma rodovia, mostrando ainda o material fresado sendo recolhido em um caminhão para posterior reaproveitamento e a superfície ranhurada resultante do corte com os bits fresadores. Normalmente os agregados de uma mistura envelhecida mantêm as suas características físicas e de resistência mecânica intactas, enquanto o ligante asfáltico tem suas características alteradas, tornando-se mais viscoso nessa condição. É possível reaproveitar totalmente o material triturado ou cortado pelas fresadoras e recuperar as características do ligante com a adição de agentes de reciclagem ou rejuvenescedores. A reciclagem pode ser efetuada: a quente, utilizando-se CAP, agente rejuvenescedor (AR) e agregados fresados aquecidos; a frio, utilizando EAP, agente rejuvenescedor emulsionado (ARE) e agregados fresados à temperatura ambiente. (a) Processo de fresagem e recolhimento do material (b) Pista após fresagem Figura 4.21 Exemplo de fresadora e de serviço de fresagem em uma rodovia 190 Pavimentação asfáltica: formação básica para engenheiros
45 Pode ser realizada em: usina, a quente ou a frio o material fresado é levado para a usina; in situ, a quente ou a frio o material fresado é misturado com ligante no próprio local do corte, seja a quente (CAP), seja a frio (EAP) por equipamento especialmente concebido para essa finalidade; in situ, com espuma de asfalto. Nesse caso pode ser incorporada ao revestimento antigo uma parte da base, com ou sem adição de ligantes hidráulicos, formando uma nova base que será revestida de nova mistura asfáltica como camada de rolamento. Há, ainda, um outro processo de melhoria da condição funcional de um revestimento ainda novo que apresente problema construtivo que é a termorregeneração. Esse é um processo de reciclagem que envolve pequenas espessuras de revestimento e não há em geral fresagem e sim um aquecimento e posterior recompactação do trecho a ser corrigido. A Figura 4.22 mostra exemplos de equipamentos de reciclagem a frio in situ, com emulsão modificada com (a) espuma de asfalto ou (b) com agente rejuvenescedor (ARE). Há numerosas vantagens técnicas em se utilizar a fresagem e a reciclagem nos processos de recuperação de pavimentos degradados, além da questão ecológica de preservação de recursos minerais escassos. Essas técnicas têm sido freqüentemente utilizadas no país e atualmente já se tem vasta experiência nesse serviço. As especificações DNIT 033/2005 e DNIT 034/2005 indicam os requisitos a serem atendidos para reciclagem em usina ou in situ, respectivamente. 4.5 TRATAMENTOS SUPERFICIAIS Os chamados tratamentos superficiais consistem em aplicação de ligantes asfálticos e agregados sem mistura prévia, na pista, com posterior compactação que promove o recobrimento parcial e a adesão entre agregados e ligantes. Define Larsen (1985): Tratamento superficial por penetração: revestimento flexível de pequena espessura, executado por espalhamento sucessivo de ligante betuminoso e agregado, em operação simples ou múltipla. O tratamento simples inicia-se, obrigatoriamente, pela aplicação única do ligante, que será coberto logo em seguida por uma única camada de agregado. O ligante penetra de baixo para cima no agregado (penetração invertida ). O tratamento múltiplo inicia-se em todos os casos pela aplicação do ligante que penetra de baixo para cima na primeira camada de agregado, enquanto a penetração das seguintes camadas de ligante é tanto invertida como direta. A espessura acabada é da ordem de 5 a 20mm. As principais funções do tratamento superficial são: proporcionar uma camada de rolamento de pequena espessura, porém, de alta resistência ao desgaste; Tipos de revestimentos asfálticos 191
46 (a) Reciclagem in situ com espuma de asfalto (b) Reciclagem in situ com emulsão rejuvenescedora ARE Figura 4.22 Exemplos de equipamentos do tipo fresadoras-recicladoras in situ impermeabilizar o pavimento e proteger a infra-estrutura do pavimento; proporcionar um revestimento antiderrapante; proporcionar um revestimento de alta flexibilidade que possa acompanhar deformações relativamente grandes da infra-estrutura. Devido à sua pequena espessura, o tratamento superficial não aumenta substancialmente a resistência estrutural do pavimento e não corrige irregularidades (longitudinais ou transversais) da pista caso seja aplicado em superfície com esses defeitos. De acordo com o número de camadas sucessivas de ligantes e agregados, podem ser: TSs tratamento superficial simples; TSD tratamento superficial duplo; TST tratamento superficial triplo. A Figura 4.23 mostra esquematicamente esses três tipos de revestimentos. Nos tratamentos múltiplos em geral a primeira camada é de agregados de tamanhos maiores e eles vão diminuindo à medida que constituem nova camada. A Tabela 4.22 mostra um exemplo de faixas granulométricas que podem ser empregadas no TSD, segundo norma DNER-ES 309/ Pavimentação asfáltica: formação básica para engenheiros
47 Fases de execução TSS (Penetração invertida) 2ª agregado 1ª ligante 3ª compactação Fases de execução TSD (Penetração invertida) 4ª agregado 3ª ligante 2ª agregado 1ª ligante 5ª após compactação Figura 4.23 Esquema de tratamentos superficiais (sem escala) (Fonte: Nascimento, 2004) Tabela 4.22 Exemplo de faixas granulométricas para tratamento superficial duplo DNER-ES 309/97 Peneiras ABNT mm A 1ª camada Faixas Porcentagem em massa, passando B 1ª ou 2ª camada C 2ª camada Tolerância 1 25,4 100 ±7,0% ¾ 19, ±7,0% ½ 12, ±7,0% 3/8 9, ±7,0% Nº 4 4, ±5,0% Nº 10 2, ±5,0% Nº 200 0, ±2,0% São ainda incluídos na família dos tratamentos superficiais, que se caracterizam pelo espalhamento de materiais separadamente e o envolvimento do agregado pela penetração do ligante (sempre com pequenas espessuras): capa selante por penetração: selagem de um revestimento betuminoso por espalhamento de ligante betuminoso, com ou sem cobertura de agregado miúdo. Espessura acabada: até 5mm, aproximadamente. Freqüentemente usada como última camada em tratamento superficial múltiplo. Quando não usada cobertura de agregado miúdo, usa-se também o termo pintura de impermeabilização ou fog seal; tratamento superficial primário por penetração: tratamento para controle de poeira (antipó) de estradas de terra ou de revestimento primário, por espalhamento de li- Tipos de revestimentos asfálticos 193
48 gante betuminoso de baixa viscosidade, com ou sem cobertura de agregado miúdo. O ligante deve penetrar, no mínimo, de 2 a 5mm na superfície tratada; lama asfáltica: capa selante por argamassa pré-misturada. Espessura acabada de 2 a 5mm; macadame betuminoso por penetração (direta): aplicações sucessivas (geralmente duas) de agregado e ligante betuminoso, por espalhamento. Inicia-se pela aplicação do agregado mais graúdo. Espessura acabada maior que 20mm. É mais usado como base ou binder, em espessuras maiores que 50mm. A maior parte da estabilidade do tratamento superficial por penetração simples devese à adesão conferida pelo ligante entre o agregado e o substrato, sendo secundária a contribuição dada pelo entrosamento das partículas. Já no macadame betuminoso, a estabilidade é principalmente obtida pelo travamento e atrito entre as pedras, complementada pela coesão conferida pelo ligante. Do tratamento superficial por penetração simples até o tratamento múltiplo, há uma transição no que diz respeito à estabilidade. Entretanto, quanto mais aplicações se adotam no tratamento superficial, mais duvidosas serão as vantagens econômicas do processo; nesse caso um outro tipo de revestimento, como pré-misturado, deve ser levado em conta. Discriminam-se, freqüentemente, os tratamentos superficiais múltiplos em diretos e invertidos: denomina-se por penetração invertida o tratamento iniciado pela aplicação do ligante, como é o caso do tratamento superficial clássico no caso de ligantes a quente. O tratamento superficial simples sempre é totalmente de penetração invertida; o termo penetração direta foi introduzido para melhor identificar os tratamentos superficiais, principalmente em acostamentos, executados com emulsão de baixa viscosidade, onde é necessário iniciar-se por um espalhamento de agregado para evitar o escorrimento do ligante. Nesse tipo de tratamento, era prevista uma penetração (agulhamento) significativa do agregado no substrato já durante a compactação. Essa ancoragem é necessária para compensar a falta de ligante por baixo do agregado. Portanto, a primeira camada de agregado, nesse tipo de tratamento, deve ser considerada, também, como um complemento à base. Desaconselha-se o uso de emulsão de baixa viscosidade em tratamento superficial por penetração (somente em capa selante). Recomenda-se ainda iniciar o tratamento superficial convencional por uma aplicação de ligante quando não há um agulhamento significativo da primeira camada de agregado. A partir de um tamanho de agregado da ordem de 25mm pode-se iniciar o tratamento por espalhamento de agregado (mesmo sem agulhamento), sem prévio banho de ligante, uma vez que o atrito entre as partículas e a própria inércia de cada pedra contribuem significativamente para a estabilidade da camada. A construção de um tratamento superficial simples consiste das seguintes etapas (ver em maiores detalhes no Capítulo 8): 194 Pavimentação asfáltica: formação básica para engenheiros
49 1. aplicação do ligante asfáltico: sobre a base imprimada, curada e isenta de material solto, aplica-se um banho de ligante com carro-tanque provido de barra espargidora; 2. espalhamento do agregado: após a aplicação do ligante, efetua-se o espalhamento do agregado, de preferência com caminhões basculantes dotados de dispositivos distribuidores; 3. compactação: após o espalhamento do agregado, é iniciada a compressão do mesmo sobre o ligante, com rolo liso ou pneumático. Podem ser empregados cimentos asfálticos ou emulsões asfálticas nesse tipo de construção, atualmente sendo usados também ligantes modificados por polímero ou por borracha de pneus. A Figura 4.24 mostra alguns exemplos dessas etapas construtivas pelo processo mais tradicional onde são empregados equipamentos independentes para a aplicação de ligante asfáltico e distribuição de agregados, enquanto na Figura 4.25 são mostrados exemplos de etapas construtivas com a nova geração de equipamentos especialmente preparados com silos de agregado e de ligante combinados em um único veículo, melhorando a eficiência e regularidade na aplicação dos tratamentos superficiais. A capa selante, como o nome indica, permite a selagem de um revestimento betuminoso por espalhamento de ligante betuminoso, com ou sem cobertura de agregado miúdo. Freqüentemente usada como última camada em tratamento superficial múltiplo. O macadame betuminoso tem sido pouco empregado nos últimos anos, e é obtido por penetração direta: espalha-se primeiro o agregado e depois o ligante betuminoso. Iniciase pela aplicação do agregado mais graúdo (DNER-ES 311/97). O tratamento superficial primário TAP (antipó) de estradas de terra ou de revestimento primário é uma alternativa de baixo custo para locais de baixíssimo volume de tráfego e é obtida por espalhamento de ligante de baixa viscosidade, com cobertura de agregado miúdo (DER-BA 023/00). Abeda (2001) define que o tratamento antipó consiste no espalhamento de emulsão asfáltica catiônica, com posterior aplicação de agregado mineral, sobre uma superfície não-pavimentada, com a finalidade de evitar a propagação do pó. A tentativa de associar um ligante asfáltico a um revestimento primário, com finalidade de utilização em pavimentos de baixo volume de tráfego, não é recente. Em 1959, na BR-135/MA, foi construído o primeiro trecho da técnica de antipó (Santana, 1978). A técnica de tratamento antipó ou contrapó já foi bastante empregada na Bahia (Costa, 1986). Em 1968, o DER do estado (DER-BA) realizou sua primeira experiência. Foram construídos 43km da rodovia BA-046, na qual aproveitou-se o revestimento primário existente e aplicou-se uma imprimação de asfalto diluído CR-250. O agregado utilizado sobre o CR 250 foi uma areia lavada de rio. Em 1969, o DER-BA construiu um trecho de 80km na BR-235, Rodovia Petrolina Casa Nova, utilizando uma emulsão RM-1C sobre 150mm de espessura de material granular (Santana, 1978). Uma contagem de tráfego efetuada naquela época registrou um volume diário de 210 veículos, sendo 67% de car- Tipos de revestimentos asfálticos 195
50 Sentido de aplicação Sentido de distribuição (a) Aplicação de ligante (b) Distribuição de agregados (c) Correção de imperfeições (d) Compressão dos agregados (e) Aspecto superficial (f) Vista geral Figura 4.24 Etapas construtivas de um tratamento superficial simples pelo sistema convencional ros de passeio. Devido ao grande sucesso obtido, o DER-BA construiu numerosos trechos com diferentes características quanto ao volume de tráfego e quanto ao índice de pluviosidade da região, gerando as normas DER-BA-1985 e DER-BA ES-P-23/00. Segundo o referido órgão, o estado já construiu cerca de 5.000km de tratamento antipó utilizando ligantes asfálticos na forma de emulsões convencionais e asfaltos diluídos. 196 Pavimentação asfáltica: formação básica para engenheiros
51 (a) Equipamento espargidor e distribuidor de agregados combinados (b) Detalhe de aplicação (c) Compressão dos agregados Figura 4.25 Exemplos de equipamentos e etapas construtivas de um tratamento superficial simples pelo sistema do equipamento especial com silos de agregado e ligante no mesmo veículo (Fotos: Santos, 2003) À medida que evoluem as emulsões asfálticas, por exemplo, por adição de óleo de xisto (emulsão antipó) ou outros aditivos, é possível se conseguir melhores resultados mesmo com essa técnica muito simples, quando o volume de tráfego é pequeno e de baixo peso, caso freqüente em ruas e estradas municipais vicinais. Com o intuito de verificar a durabilidade da técnica antipó e de melhorar o nível de sucesso na sua dosagem, aliado à escolha adequada do material de base, Duque Neto et al. (2004) procuraram ensaios para avaliar o comportamento do tratamento quando submetido ao desgaste do tráfego. Os ensaios escolhidos para esse teste foram metodologias associadas à dosagem de microrrevestimento asfáltico, com algumas modificações. Os ensaios de desgaste LWT e WTAT, convencionalmente utilizados na dosagem de microrrevestimento, tiveram seus moldes para confecção do corpo-de-prova alterados, visto a necessidade de criação de uma camada de solo que pudesse ser comparada à superfície da base do pavimento que recebe o tratamento antipó. Para o LWT foram confeccionados moldes de 50,0mm de altura, 50,8mm de largura e 381,0mm de comprimento. Para o ensaio WTAT foram confeccionados moldes de 300mm de diâmetro e 50,0mm de altura. As con- Tipos de revestimentos asfálticos 197
52 dições de carregamento, velocidades do equipamento e tipo de superfície de contato foram mantidas conforme os ensaios padronizados pela ABNT NBR e ABNT NBR Os métodos de ensaios modificados permitem verificar a durabilidade da base imprimada quando ela está sujeita à ação do tráfego. Considera-se que, se a base imprimada possuir uma boa interação com a emulsão proporcionando boa resistência ao desgaste, o sucesso da técnica estará garantido, visto que a impermeabilização da base estará satisfeita. O pó utilizado no salgamento da técnica do tratamento antipó possui a finalidade de proteger a camada imprimada e estará submetido à ação do tráfego. Portanto, é necessária a realização do ensaio de desgaste nessa camada, e o seu sucesso depende da qualidade da emulsão aplicada no segundo banho e do material granular utilizado (pó de pedra, areia etc.). As Figuras 4.26 e 4.27 mostram alguns aspectos desses testes modificados e a Figura 4.28 apresenta fotos de aplicação de tratamento antipó em campo. O mesmo se pode aplicar ao projeto de tratamento superficial simples (Thuler, 2005). (a) Prensa para compactação do corpo-de-prova (b) Espalhamento da emulsão no corpo-de-prova sobre solo compactado (c) Ensaio em andamento (d) Resultado do ensaio Figura 4.26 Ensaio de desgaste LWT modificado para antipó (Duque Neto et al., 2004) 198 Pavimentação asfáltica: formação básica para engenheiros
53 (a) Equipamento WTAT (b) Amostras compactadas (c) Emulsão antipó e RM-1C em diferentes amostras (d) Amostras extraídas do WTAT Figura 4.27 Ensaio de desgaste WTAT modificado para antipó (Duque Neto et al., 2004) Figura 4.28 Exemplos de aplicação em campo de tratamento antipó com emulsão à base de óleo de xisto (Castro, 2003) Tipos de revestimentos asfálticos 199
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56 . ES 389/99: pavimentação: microrrevestimento asfáltico a frio com emulsão modificada por polímero. Rio de Janeiro, ES 390/99: pavimentação: pré-misturado a frio com emulsão modificada por polímero. Rio de Janeiro, DNIT DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRA-ESTRUTURA DE TRANSPORTES. DNIT 031/2004 ES: pavimentação: concreto asfáltico. Rio de Janeiro, DNIT 032/2005 ES: pavimentos flexíveis: areia asfalto a quente: especificação de serviço. Rio de Janeiro, DNIT 033/2005 ES: pavimentos flexíveis: concreto asfáltico reciclado a quente na usina. Rio de Janeiro, DNIT 034/2005 ES: pavimentos flexíveis: concreto asfáltico reciclado a quente no local. Rio de Janeiro, DNIT 035/2005 ES: microrrevestimento asfáltico. Rio de Janeiro, DUQUE NETO, F.S. Proposição de metodologia para escolha de solo e dosagem de antipó com emulsão de óleo de xisto f. Dissertação (Mestrado) Coordenação dos Programas de Pós-graduação de Engenharia, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, DUQUE NETO, F.S.; MOTTA, L.M.G.; LEITE, L.F.M. Proposta de método de dosagem de tratamento contra pó para vias de baixo volume de tráfego. In: ENCONTRO DO ASFALTO, 17., 2004, Rio de Janeiro. Anais... Rio de Janeiro: IBP, CD-ROM. FERREIRA, P.N. Estudo da utilização de revestimentos asfálticos delgados a quente para pavimentos tipo BBTM no Brasil f. Tese (Doutorado). Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, São Paulo, FRITZEN, M.A. Avaliação de soluções de reforço de pavimento asfáltico com simulador de tráfego na rodovia Rio-Teresópolis f. Dissertação (Mestrado) Coordenação dos Programas de Pós-graduação de Engenharia, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, IBP INSTITUTO BRASILEIRO DE PETRÓLEO. Informações básicas sobre materiais asfálticos. Rio de Janeiro: IBP, ISSA INTERNATIONAL SLURRY SURFACING ASSOCIATION. Micro surfacing, pavement resurfacing. USA, Recommended performance guidelines for emulsified asphalt slurry seal A 10J (revised). USA, p.. Recommended performance guidelines micro-surfacing A 143 (revised). USA, 2005a. 16p. LARSEN, J. Tratamento superficial na conservação e construção de rodovias. Rio de Janeiro: ABEDA, LIBERATORI, L.A. Estudos de cimentos asfálticos modificados por asfaltita e sua influência em misturas asfálticas f. Dissertação (Mestrado) Coordenação dos Programas de Pós-graduação de Engenharia, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, MAGALHÃES, S.T. Misturas asfálticas de módulo elevado para pavimentos de alto desempenho f. Dissertação (Mestrado) Coordenação dos Programas de Pós-graduação de Engenharia, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, MAGALHÃES, S.T.; MOTTA, L.M.G.; LEITE, L.F.M. Misturas asfálticas de módulo elevado para pavimentos de alto desempenho. In: ENCONTRO DO ASFALTO, 17., 2004, Rio de Janeiro. Anais... Rio de Janeiro: IBP, CD-ROM. 202 Pavimentação asfáltica: formação básica para engenheiros
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58 Índice de figuras e tabelas 4 Tipos de revestimentos asfálticos Figura 4.1 Exemplos de estrutura de pavimento novo com revestimento asfáltico 157 Figura 4.4 Exemplos de curvas granulométricas de diferentes misturas asfálticas a quente 160 Figura 4.2 Exemplos de composições granulométricas dos tipos de misturas a quente 160 Figura 4.3 Exemplo de várias frações de agregados e fíler que compõem um concreto asfáltico mistura densa ou bem-graduada e contínua 160 Figura 4.5 Exemplos de corpos-de-prova de misturas asfálticas a quente 161 Figura 4.6 Corpo-de-prova extraído de pista mostrando a composição do revestimento asfáltico 161 Figura 4.7 Exemplo da representação da granulometria segundo a especificação Superpave para um tamanho nominal máximo de 19mm 163 Figura 4.8 Exemplos de rodovias com camada porosa de atrito sob chuva 166 Figura 4.9 Aspectos da CPA no Aeroporto Santos Dumont RJ 166 Figura 4.10 Composições granulométricas comparativas entre um SMA e um CA 169 Figura 4.11 Exemplo do aspecto de uma camada de SMA executada em pista 169 Figura 4.12 Características da faixa granulométrica gap-graded e a curva usada no experimento da Rodovia Rio Teresópolis (Fritzen, 2005) 174 Figura 4.13 Aspecto da superfície do revestimento construído com a mistura indicada na Figura 4.12 (Fritzen, 2005) 174 Figura 4.14 Exemplo de aplicação de lama asfáltica em um trecho de via urbana 186 Figura 4.15 Equipamentos de LWT e WTAT usados na dosagem de microrrevestimento e lama asfáltica 187 Figura 4.16 Etapas do ensaio de coesão de dosagem de microrrevestimento asfáltico 187 Figura 4.17 Etapas do ensaio Schulze-Breuer e Ruck de dosagem de microrrevestimento asfáltico 188 Figura 4.18 Exemplos de aplicação de microrrevestimento asfáltico em rodovia de tráfego pesado como restauração funcional 189 Figura 4.19 Exemplo de aplicação de microrrevestimento asfáltico 189 Figura 4.21 Exemplo de fresadora e de serviço de fresagem em uma rodovia 190 Figura 4.20 Exemplo de um rolo de corte de uma fresadora 190 Figura 4.22 Exemplos de equipamentos do tipo fresadoras-recicladoras in situ 192 Figura 4.23 Esquema de tratamentos superficiais 193 Figura 4.24 Etapas construtivas de um tratamento superficial simples pelo sistema convencional 196 Figura 4.25 Exemplos de equipamentos e etapas construtivas de um tratamento superficial simples pelo sistema do equipamento especial com silos de agregado e ligante no mesmo veículo 197 Figura 4.26 Ensaio de desgaste LWT modificado para antipó (Duque Neto et al., 2004) 198 Figura 4.27 Ensaio de desgaste WTAT modificado para antipó (Duque Neto et al., 2004) 199 Figura 4.28 Exemplos de aplicação em campo de tratamento antipó com emulsão à base de óleo de xisto (Castro, 2003) 199 Pavimentação asfáltica: formação básica para engenheiros
59 Índice de figuras e tabelas Tabela 4.1 Faixas granulométricas e requisitos para concreto asfáltico (DNIT 031/2004-ES) 163 Tabela 4.2 Pontos de controle de acordo com o tamanho nominal máximo do agregado (Superpave) 164 Tabela 4.3 Requisitos volumétricos da dosagem Superpave (AASHTO M 323/04) 164 Tabela 4.4 Faixas granulométricas e requisitos de dosagem da camada porosa de atrito (DNER-ES 386/99) 167 Tabela 4.5 Faixas granulométricas e requisitos de SMA pela especificação alemã (ZTV Asphalt StB 94, 2001) 170 Tabela 4.6 Faixas granulométricas norte-americanas segundo AASHTO MP Tabela 4.7 Características e propriedades da mistura SMA segundo AASHTO MP Tabela 4.8 Exemplo de uma faixa gap-graded com asfalto-borracha usada em projetos no país 173 Tabela 4.9 Exemplo de características de uma mistura gap-graded com asfalto-borracha usada no país 173 Tabela 4.10 Características de asfalto-borracha utilizado em projetos de gap-graded 173 Tabela 4.11 Faixas granulométricas e características de dosagem recomendadas pelo DNIT para AAUQ com CAP (DNIT 032/2004 ES) 175 Tabela 4.12 Faixas granulométricas e características de dosagem recomendadas pelo DNIT para AAUQ com asfalto polímero (DNER-ES 387/99) 175 Tabela 4.13 Características de ligantes duros produzidos na França para emprego em misturas de módulo elevado (EME) (AIPCR, 1999) 177 Tabela 4.14 Revestimentos asfálticos normalizados pela AFNOR (SETRA e LCPC, 1994) 180 Tabela 4.15 Características das misturas asfálticas delgadas ( 50mm) para camada de rolamento (Brosseaud, 2002b) 181 Tabela 4.16 Características das misturas asfálticas espessas (> 50mm) para camada de rolamento (Brosseaud, 2002b) 181 Tabela 4.17 Características das misturas asfálticas para camada intermediária ou de ligação (Brosseaud, 2002b) 181 Tabela 4.18 Desempenho mecânico exigido para misturas de módulo elevado EME (NF P ) 182 Tabela 4.19 Desempenho mecânico exigido para misturas de módulo elevado BBME (NF P ) 182 Tabela 4.20 Faixas granulométricas e características de dosagem recomendadas pelo DNIT para pré-misturados a frio (DNER-ES 317/97) 184 Tabela 4.21 Faixas granulométricas e características de mistura recomendadas pelo DNIT para lama asfáltica (DNER-ES 314/97) 186 Tabela 4.22 Exemplo de faixas granulométricas para tratamento superficial duplo DNER-ES 309/ Pavimentação asfáltica: formação básica para engenheiros
60 ÍNDICE REMISSIVO de termos A AASHTO, 287, 306, 346, 404, 406, 464 abrasão, 116, 124, 133, 153, 187, 269, 273, 395 abrasão Los Angeles, 134, 140, 261, 273, 327, 357 absorção, 142, 149, 167, 216, 271, 435 aderência, 165, 179, 403, 429, 430, 483 adesão, 116, 187, 264, 273, 275, 280 adesividade, 64, 118, 143, 328, 421 afundamento de trilha de roda, 322, 417, 443 afundamentos, 322, 414, 416, 417, 419, 424, 442, 443, 445 agentes rejuvenescedores, 41, 99, 188, 190, 256, 473 agregado, 115, 207 artificial, 119 britado, 124 graúdo, 120, 132, 139, 142, 150, 152 miúdo, 85, 120, 148, 150, 151 natural, 99, 116 propriedades (ver propriedades dos agregados) reciclado, 116, 119, 351, 352, 355, 362 alcatrão, 25, 26 amostragem, 73, 130, 142, 387 amostragem de agregados, 130 análise granulométrica, 122, 132 análise petrográfica, 117 análise por peneiramento, 119, 121, 122, 125, 139 angularidade de agregado, 150, 151, 152, 240, 261 ângulo de fase, 104, 260, 290, 303 areia, 116, 119, 120, 141, 151, 164, 174, 341, 354, 356, 363, 430 areia-asfalto, 174, 253, 328 areia-cal-cinza volante, 356 argila, 132, 143, 150, 153, 340, 341, 354, 358, 360, 363 argila calcinada, 119, 134 argila expandida, 119 aromáticos, 27, 30, 37, 51, 64 asfaltenos, 27, 30, 32, 68, 176 asfalto, 25, 27, 30, 34, 41, 58, 100 asfalto-borracha, 75, 162, 165, 172, 302, 324, 377 asfaltos diluídos, 81, 96 asfalto-espuma, 38, 41, 97, 441 asfalto modificado por polímeros, 59, 63, 67, 69, 92, 162, 174, 377, 472 asfalto natural, 26 composição química, 27 especificação brasileira, 58, 61, 83, 94, 95, 96, 97, 99 especificação européia, 62 especificação SHRP, 32, 100, 102, 103 produção, 32, 33, 34, 39 programa SHRP, 100 propriedades físicas-ensaios, 41 coesividade Vialit, 72 densidade relativa, 53 durabilidade, 49 dutilidade, 49 espuma, 53 estabilidade à estocagem, 72 fragilidade e tenacidade, 73 massa específica, 53 penetração, 42 ponto de amolecimento, 48 ponto de fulgor, 52 ponto de ruptura Fraass, 54 recuperação elástica, 70 reômetro de cisalhamento dinâmico, 104 reômetro de fluência em viga (BBR), 106 retorno elástico, 70 separação de fases, 72 suscetibilidade térmica, 55 solubilidade, 49 tração direta (DTT), 108 vaso de envelhecimento sob pressão (PAV), 108 viscosidade, 43 avaliação, 403, 441 de aderência em pistas molhadas, 429 estrutural, 9, 441, 463 funcional, 9, 403, 441, 463 objetiva, 424 subjetiva, 404, 409 B bacia de deflexão, bacia de deformação, 445, 452 basalto, 116, 118, 119, 142, 143 base (camada de pavimento), 176, 183, 194, 337, 339 base asfáltica, 176 BBM, BBME, BBTM, BBUM, 176, 177, 179, 180, 181, 182 betume (ver asfalto), 25, 26, 49 bica corrida, 353, 357 bombeamento de finos, 416, 423 borracha (ver asfalto-borracha), 59, 62, 63, 65, 75 brita graduada simples, 352, 353, 357 Pavimentação asfáltica: formação básica para engenheiros
61 brita graduada tratada com cimento, 352, 356, 362 britador, 124, 127 britagem, 124 Brookfield, 47 buraco (panela), 415, 416, 422, 425 C camada(s) de base; de sub-base, 352 de dissipação de trincas (de absorção de trincas; antireflexão de trincas), 468, 469 de módulo elevado, 162, 165, 176 de reforço do subleito, 337, 339 de rolamento (ver revestimento asfáltico), 9, 162, 176, 468, 473 de revestimento intermediárias, 9, 162, 179, 183, 187, 253, 472 intermediárias de alívio de tensões, 472 porosa de atrito (ver revesti - mento drenante), 159, 161, 165, 253, 328, 434, 468 superficiais de revestimentos delgados, 165, 179, 473 caminhão espargidor, 393, 396 Cannon-Fenske, 44, 45 Cannon-Manning, 44, 45 CAP (cimento asfáltico de petróleo) (ver asfalto) capa selante, 183, 193, 395 cimento asfáltico de petróleo (ver asfalto) classificação de agregados, 116, 119, 142 classificação de asfaltos, 41, 43, 60, 100 classificação de defeitos, 415 classificação de solos, 340, 341 classificação de textura, 430, 432 coesão (coesividade), 49, 72, 187, 194, 271, 338, 342, 352 coletores de pó (filtros de manga), 380 compactação, 389 compactador giratório (Superpave), 230, 232 compatibilidade, 66, 67, 72, 129, 271 compressão, 10, 127, 195, 289, 308, 311, 330, 338, 350, 352, 470 compressão uniaxial não-confinada (creep), 317 concreto asfáltico, 158, 159, 161, 162, 217, 302, 432, 468 concreto asfáltico de módulo elevado, 162, 165, 176, 302, 311, 352 concreto asfáltico delgado, 177, 178 concreto asfáltico denso, 161, 162 cone de penetração dinâmico (DCP), 345, 443, 444 contrafluxo, 379, 383, 384 corrugação, 415, 416, 420, 425, 427 creep, 106, 317, 318, 319, 320, 321 cura, 96, 254, 351, 363, 364, 397, 399 curva de Fuller, 229 curvas granulométricas (ver granulometria), 123, 261 D DCP (dynamic cone penetrometer cone de penetração dinâmico), 345, 444 defeitos de superfície, 413, 414, 415, 416 deflexão, 346, 443, 445, 446, 448, 454, 463, 464 deformação, 43, 49, 104, 105, 304, 313, 315, 443 deformação permanente (ver afundamento em trilha de roda), 316, 317, 320, 321, 322, 443 degradação, 133, 134, 137, 139 densidade (ver massa específica) específica, 144 específica Rice, 210 máxima medida, 209 máxima teórica, 209 relativa, 53, 145, 147 densímetro com fonte radioativa, 390 densímetro eletromagnético, 390 desagregação (ver desgaste, descolamento, stripping), 415, 416, 421, 422 descolamento, 129, 419, 421 desempenho, 101, 373, 401, 403, 441, 442, 457 desgaste, 134, 135, 327, 415, 416, 421, 423 deslocamento, 289, 291, 297, 298, 299, 300, 301, 318, 321, 346, 348, 421, 443, 445, 446 diorito, 118, 119 distribuidor de agregados, 197, 393 dosagem, 157, 205, 217, 227, 229, 253, 256, 258, 259, 266, 269, 274, 277 dosagem ASTM, 217, 235 dosagem de misturas asfálticas recicladas a quente, 256 dosagem Marshall, 206, 217, 224, 227 dosagem Superpave, 229, 233, 259 drenagem superficial, 264, 407 DSC, 33, 58 DSR, 104, 105 DTT, 108, 109 durabilidade, 49 dureza, 124, 134, 178 dureza dos agregados, 134 E elastômeros, 62, 63 EME, 162, 165, 176, 178, 179, 180, 181, 182 emulsão aniônica, 81, 84, 85 emulsão asfáltica, 81, 82, 83, 84, 92, 93 emulsão catiônica, 81, 82, 84 endurecimento, 34, 49, 52, 108 endurecimento do ligante asfáltico, 34, 51, 52 ensaio azul-de-metileno, 187, 275, 279 bandeja, 266, 267 Cântabro, 167, 253, 328 Índice remissivo de termos
62 carga de partícula, 86 desemulsibilidade, 89 determinação do ph, 92 10% de finos, 134, 139, 140 efeito do calor e do ar, 49 equivalente de areia, 132, 133, 153 espuma, 53 estabilidade à estocagem, 67, 72 flexão, 291, 303 mancha de areia, 430, 431, 432 pêndulo britânico, 430, 431 peneiração, 88 penetração, 42 placa, 266 ponto de amolecimento, 48 ponto de fulgor, 52, 53 ponto de ruptura Fraass, 54, 55 recuperação elástica por torção, 78, 79 resíduo por destilação, 90, 91 resíduo por evaporação, 90 sanidade, 143, 144 Schulze-Breuer and Ruck, 188, 271, 272, 273 sedimentação, 87 separação de fases, 72, 73 solubilidade, 49, 50 tenacidade, 73, 74, 75 tração direta, 108, 109 tração indireta, 308 Treton, 137, 138 viscosidade, 43, 45, 46, 91 envelhecimento, 49, 50, 51, 52, 108 escória de aciaria, 119, 355 escória de alto-forno, 119 escorregamento, 419, 420 especificação brasileira de asfalto diluído, 96, 97 especificação brasileira de emulsões asfálticas catiônicas, 84 especificação brasileira de emulsões asfálticas modificadas por polímero, 94, 95 especificação de emulsões asfálticas para lama asfáltica, 85 especificações para cimento asfáltico de petróleo, 60 espuma de asfalto, 53, 192, 474 estabilidade, 67, 72, 92, 121, 132, 222, 223, 288 estocagem, 33, 36, 37, 38, 67, 72, 376, 384 estufa de filme fino rotativo, 50, 51 estufa de película fina plana, 50, 51 EVA, 66, 67, 68 expressão de Duriez, 255 exsudação, 415, 416, 420 F fadiga, 288, 311, 312, 313, 315, 316, 445 feldspato, 117, 119 fendas, 117, 119 fibras, 172, 252 fíler, 120, 160 filtro de mangas, 380 fluência, 106, 222, 318 fluxo paralelo, 379, 383 forma dos agregados, 141, 142, 172 fórmula de Vogt, 254 fragilidade, 73 fresadoras, 189, 192 fresagem, 188, 190, 191, 468 fundação, 337 FWD, 445, 448, 450, 451, 452 G gabro, 118, 119 GB, 176, 179, 180 gel, 28, 30, 31 geogrelhas, 471 geossintéticos, 469 geotêxteis, 469, 470 gerência, 403, 413, 441 gnaisse, 117, 118, 362 graduação, 122, 123, 131, 159, 161, 169, 172, 183, 229, 264, 323 graduação aberta, 122, 159 graduação com intervalo, 172 graduação densa, 122, 159 graduação descontínua, 159 graduação do agregado, 159 graduação uniforme, 123 gráfico de Heukelom, 56, 57 granito, 117, 118, 119 grau de compactação, 389 grau de desempenho, 101, 259 grumos, 88, 89, 132, 213, 216 H hidrocarbonetos, 25, 27, 30, 33, 37 hidroplanagem, 429, 433 histórico, 11, 16 Hveem, 50, 291, 346 I IBP, 70, 80, 99, 291 IFI, 434 IGG, 415, 424, 427, 428, 429 IGI, 427, 428 impacto, 72, 127, 128, 205, 206, 448 imprimação, 97, 414 índice de atrito internacional, 434 índice de degradação após compactação Marshall, 139, 140 índice de degradação após compactação Proctor, 137 índice de degradação Washington, 136 índice de forma, 141, 264 índice de gravidade global, 415, 424, 428 índice de gravidade individual, 427, 428 índice de irregularidade internacional, 407 índice de penetração, 55, 56 índice de suporte Califórnia, 342 índice de susceptibilidade térmica, 41 IRI, 407, 408, 413 irregularidade, 404, 405, 407, 408, 409, 410, 411, 412, 413 irregularidade longitudinal, 407, 410 J juntas, 76, 469, 472 Pavimentação asfáltica: formação básica para engenheiros
63 L lama asfáltica, 85, 185, 186, 187, 269, 277, 397 laterita, 119, 355, 362 ligantes asfálticos modificados com polímeros, 59, 63, 69, 473 limpeza, 132, 167, 386 Lottman, 143 LWT, 185, 187, 197, 198, 269, 270, 271, 275 M macadame betuminoso, 194, 195, 352 macadame hidráulico, 352, 353, 357 macadame seco, 353, 357, 358 macromoléculas, 59 macrotextura, 430, 432, 433 maltenos, 27, 30, 68 manutenção, 406, 407, 413, 441 manutenção preventiva, 406, 407, 441 massa específica, 53, 54, 144, 145, 148, 149, 237, 389, 390, 443 massa específica aparente, 146, 207, 208, 209 massa específica efetiva, 146, 211 massa específica máxima medida, 209, 211, 214 massa específica máxima teórica, 209 massa específica real, 145 materiais asfálticos, 10, 352 materiais estabilizados granulometricamente, 358 material de enchimento, 120, 185, 358 matriz pétrea asfáltica, 159, 168 Mecânica dos Pavimentos, 10, 339, 453 megatextura, 430 método Marshall, 205, 217, 227, 228 metodologia MCT, 359, 360, 361 microrrevestimento, 186, 269, 274, 397 microtextura, 430, 431 mistura asfáltica, 26, 157, 205, 373 misturas asfálticas drenantes, 179 módulo complexo, 104, 303, 305, 306 módulo de resiliência, 291, 294, 296, 297, 300, 301, 345, 346, 348, 349 módulo de rigidez, 106 módulo dinâmico, 304, 306 multidistribuidor, 395 O ondulações transversais, 415 osmometria por pressão de vapor, 28 oxidação, 34, 50 P panela, 415, 416, 422, 427 parafinas, 33, 58 partículas alongadas e achatadas, 150, 152, 153 PAV, 108 pavimentação, 10, 20, 25, 373, 403 pavimentos asfálticos, 9, 10, 337, 338, 365, 366, 367, 368, 441 pavimentos de concreto de cimento Portland, 9, 338 pavimentos flexíveis, 337, 415 pavimentos rígidos, 337 pedregulhos, 115, 116 pedreira, 124, 126 peneiramento, 88, 121, 122, 125 peneiras, dimensões, 122 penetração, 10, 42, 43, 55, 56, 58, 194, 343, 393, 443 penetrômetro de cone dinâmico, 345 percolação, 159, 165 perda ao choque, 137, 138 perda por umidade induzida, 328 perfilômetro, 408, 409 permeabilidade, 165, 166, 183 petróleo, 25, 33, 96 PG, 101, 102, 103, 259, 260 ph, 86, 92 pintura de ligação, 414, 420, 422 plastômeros, 65, 68 PMF, 183, 184, 253, 255 pó, 65, 76, 120, 132, 195, 198, 380 pó de pedra, 120, 184, 274 polimento, 117, 421, 433 ponto de amolecimento, 33, 48, 55, 100 ponto de amolecimento anel e bola, 48 pré-misturado, 10, 385, 468, 472 processo estocável, 76 processo seco, 76, 78, 80 processo úmido, 76 produção de asfalto, 27, 35, 36, 37, 38 propriedades físicas, 41, 126, 129 Q QI, 412, 413 quarteamento, 131, 132 quartzito, 118, 119 quartzo, 117, 118, 119 quociente de irregularidade, 412, 413 R raio de curvatura, 446, 447, 449, 454 RASF, 37, 178 recapeamento, 441, 468, 469, 470, 471, 472 reciclado, 116, 119, 261, 352, 355 reciclagem, 53, 99, 119, 188, 190, 191, 352, 441, 473, 474 reciclagem em usina, 191 reciclagem in situ, 191, 192, 474 reconstrução, 22, 406, 441 recuperação elástica, 69, 70, 71, 78, 79, 80, 300, 472 refino do petróleo, 33, 35, 36, 37, 38, 39 reforço, 9, 337, 339, 342, 352, 365, 424, 441, 453, 468 rejeitos, 352 remendo, 416, 422 reologia, 30, 259 reômetro de cisalhamento dinâmico, 103, 104 Índice remissivo de termos
64 reômetro de fluência em viga, 103, 106 reperfilagem, 467, 468 resíduo, 34, 75, 87, 89, 90, 91, 120, 178, 355 resíduo de vácuo, 34, 36 resinas, 28, 30 resistência, 67, 133, 143, 150, 165, 176, 251, 302, 308, 327, 342, 351, 431 resistência à abrasão, 133, 134, 153, 264, 269 resistência à deformação permanente, 67, 150, 165, 179 resistência à fadiga, 67, 179 resistência à tração estática, 249, 288, 308 resistência à tração retida, 251 resistência ao atrito, 119, 140 resistência ao trincamento por fadiga, 178, 315 ressonância nuclear magnética, 28, 72 restauração, 176, 185, 188, 406, 407, 413, 441, 442, 463, 466, 467, 468 retorno elástico, 68, 70, 79 retroanálise, 452, 453, 454, 455, 456, 457 revestimento asfáltico drenante, 165 revestimentos asfálticos, 10, 157, 164, 205, 373, 473 revestimentos delgados, 165, 179, 473 RNM, 28, 72 rochas ígneas, 116, 117, 118 rochas metamórficas, 116 rochas sedimentares, 116 rolagem, 206, 390, 391, 392, 393 rolo compactador, 390, 391, 392, 393 rolos compactadores estáticos, 390 rolos compactadores vibratórios, 391 rolos de pneus, 390 RTFOT, 50, 51, 103, 108 ruído, 165, 172, 179, 435, 436, 437 ruptura da emulsão, 87, 92 RV, 36, 103 S SAMI, 472 SARA, 27, 28, 29 saturados, 27, 28, 30, 32 Saybolt-Furol, 46, 91, 219 SBR, 66, 92, 94 SBS, 65, 66, 67, 68, 69, 70, 95 Schellenberg, 252 secador, 377, 378, 379, 380, 383 secador de contrafluxo, 379 secador de fluxo paralelo, 379, 383 segmentos homogêneos, 463, 464, 465, 466 segregação, 120, 123, 130, 172, 386, 393, 423 segurança, 52, 97, 100, 403, 429 selagem de trincas, 466, 467 serventia, 404, 405, 406, 407, 409, 441 SHRP, 32, 100, 102, 120, 123, 150, 229, 230 silos frios, 377, 378 silos quentes, 381, 382 simuladores de laboratório, 317 simuladores de tráfego, 321, 457, 458, 459 sintético, 62, 134 SMA, 161, 168, 169, 170, 171, 172, 249, 250, 251, 252 sol, 30, 31 solo arenoso fino laterítico, 354, 360 solo-agregado, 358, 359 solo-areia, 354, 359 solo-brita descontínuo, 354, 359 solo-cal, 352, 356, 364 solo-cimento, 351, 352, 356, 363, 364 sub-base, 9, 337, 339, 342, 352 Superpave, 100, 103, 229, 232, 233, 236, 259 suscetibilidade térmica, 41, 55, 56 T tamanho máximo, 120, 131, 230 tamanho nominal máximo, 120, 164 teor de argila, 153 teor de asfalto, 162, 221, 224, 226, 234 teor de parafinas, 33, 58 teor de sílica, 119 termoplásticos, 62, 63, 64 textura superficial, 140, 166, 435 TFOT, 49, 50, 51 tipos de ligantes asfálticos, 40, 41 tipos de modificadores, 65 tipos de rochas, 118 transporte, 11, 12, 14, 18, 20, 384 tratamento superficial duplo, 192, 263, 395 tratamento superficial primário, 193, 195 tratamento superficial simples, 192, 194, 196, 263, 400 tratamento superficial triplo, 192, 263, 395 tratamentos superficiais, 180, 191, 193, 194, 393 triaxial com carregamento repetido, 317, 347, 348 trincamento, 9, 230, 350, 361, 406, 445, 469 trincamento por fadiga, 9, 150, 230, 315 trincas, 311, 354, 356, 415, 417, 418, 425, 467, 469, 472, 473 U usina asfáltica por batelada, 374, 381, 382 usina contínua, 383 usina de asfalto, 374 usina de produção, 374, 381, 382 usina gravimétrica, 374, 381 usinas asfálticas, 373, 379, 384 V valor de resistência à derrapagem, 172, 429, 430, 431 valor de serventia atual, 404, 406 vaso de envelhecimento sob pressão, 108 vibroacabadora de esteiras, 388 vibroacabadora de pneus, 387 Pavimentação asfáltica: formação básica para engenheiros
65 vibroacabadoras, 387 viga Benkelman, 346, 445, 446, 447, 448, 449 viscosidade absoluta, 44, 45 viscosidade cinemática, 44, 45 viscosidade rotacional, 47 viscosímetro capilar, 44 VPO, 28 VRD, 430, 431 W WST, 270 WTAT, 187, 197, 199, 269, 270 Z zona de restrição, 164, 230, 231 Índice remissivo de termos
66 ÍNDICE REMISSIVO das bibliografias A AASHTO (1986), 369 AASHTO (1989) AASHTO T 283/89, 154 AASHTO (1991) AASHTO T85, 154 AASHTO (1993), 438 AASHTO (1997) AASHTO T305, 281 AASHTO (1999) AASHTO T104, 200 AASHTO (1999) AASHTO T209, 281 AASHTO (2000) AASHTO T166, 281 AASHTO (2001) AASHTO D5821, 200 AASHTO (2003) AASHTO T312, 281 AASHTO (2003) AASHTO T319, 281 AASHTO (2005) AASHTO MP8-01, 332 AASHTO PP35, 281 ABEDA (2001), 110 ABINT (2004), 475 ABNT (1989) NBR 6954, 154 ABNT (1991) NBR 12261, 369 ABNT (1991) NBR 12262, 369 ABNT (1991) NBR 12265, 369 ABNT (1992) NBR 12053, 369 ABNT (1993) NBR 12891, 281 ABNT (1994) NBR 13121, 110 ABNT (1998) NBR 6576, 110 ABNT (1998) NBR 9619, 110 ABNT (1999) NBR 14249, 110 ABNT (1999) NBR 14393, 110 ABNT (1999) NBR 6299, 110 ABNT (2000) NBR 14491, 110 ABNT (2000) NBR 14594, 110 ABNT (2000) NBR 6302, 110 ABNT (2000) NBR 6560, 110 ABNT (2000) NBR 6567, 110 ABNT (2000) NBR 6569, 110 ABNT (2000) NBR 6570, 110 ABNT (2001) NBR 14736, 111 ABNT (2001) NBR 14746, 200 ABNT (2001) NBR 5847, 110 ABNT (2001) NBR 6293, 110 ABNT (2001) NBR 6300, 110 ABNT (2003) NBR 6297, 111 ABNT (2003) NBR NM 52, 154 ABNT (2003) NBR NM 53, 154 ABNT (2004) NBR 14896, 111 ABNT (2004) NBR 15087, 281 ABNT (2004) NBR 15115, 369 ABNT (2004) NBR 15140, 281 ABNT (2004) NBR 15166, 111 ABNT (2004) NBR 15184, 111 ABNT (2004) NBR 5765, 111 ABNT (2005) NBR 9935, 154 ABNT (2005) NBR 15235, 111 ABNT (2005) NBR 6568, 111 ABNT NBR 11341, 111 ABNT NBR 11805, 369 ABNT NBR 11806, 369 ABNT NBR 14376, 110 ABNT NBR 14756, 111 ABNT NBR 14757, 200 ABNT NBR 14758, 200 ABNT NBR 14798, 200 ABNT NBR 14841, 200 ABNT NBR 14855, 111 ABNT NBR 14948, 200 ABNT NBR 14949, 200 ABNT NBR 14950, 111 ABNT NBR 6296, 111 ABNT P-MB 326, 110 ABNT P-MB 425/1970, 110 ABNT P-MB 43/1965, 110 ABNT P-MB 581/1971, 110 ABNT P-MB 586/1971, 110 ABNT P-MB 590/1971, 110 ABNT P-MB 609/1971, 110 ABNT P-MB 826/1973, 110 ABNT (2002) NBR 14856, 111 ABPv (1999), 438 Adam, J-P. (1994), 24 AFNOR (1991) AFNOR-NF-P , 332 AFNOR (1991a), 332 AFNOR (1993) AFNOR-NF-P , 332 AIPCR (1999), 200 Albernaz, C.A.V. (1997), 461 Aldigueri, D.R., Silveira, M.A. e Soares, J.B. (2001), 281 Allen, D. H. e Haisler, W. E. (1985), 332 Alvarenga, J.C.A. (2001), 369 Alvarez Neto, L. (1997), 461 Alvarez Neto, L., Bernucci. L.L.B., Nogami, J.S. (1998), 461 Amaral, S.C. (2004), 369 ANP (1993), 281 Antosczezem Jr, J.A. e Massaranduba, J.C.M. (2004), 402 APRG (1997), 281 Aps, M.; Bernucci, L.L.B; Fabrício, J.M; Fabrício, J.V.F.; Moura, E. (2004a), 438 Aps, M.; Bernucci, L.L.B.; Fabrício, J.M.; Fabrício, J.V.F. (2004b), 438 Aps, M.; Rodrigues Filho, O.S.; Bernucci,L.L.B.; Quintanilha, J.A. (2003), 438 Asphalt Institute (1989), 154 Asphalt Institute (1995), 154 Asphalt Institute (1998), 402 ASTM ( 2003b) ASTM E-1960, 438 ASTM (1982) ASTM D4123, 332 Pavimentação asfáltica: formação básica para engenheiros
67 ASTM (1986) ASTM C496, 332 ASTM (1993) ASTM C 1252, 282 ASTM (1994) ASTM D5002, 282 ASTM (1995) ASTM D1856, 282 ASTM (1997) ASTM D5, 111 ASTM (1998) ASTM C702, 154 ASTM (1999) ASTM D4791, 154 ASTM (2000) ASTM D2041, 282 ASTM (2000) ASTM D2726, 282 ASTM (2000) ASTM D , 154 ASTM (2000) ASTM D , 282 ASTM (2000) ASTM D244, 111 ASTM (2000) ASTM D5840, 111 ASTM (2000) ASTM D5976, 111 ASTM (2000) ASTM D6521, 111 ASTM (2001) ASTM D2042, 111 ASTM (2001) ASTM D2170, 112 ASTM (2001) ASTM D2171, 112 ASTM (2001) ASTM D2172, 282 ASTM (2001) ASTM D4124, 112 ASTM (2001) ASTM D5581, 282 ASTM (2001) ASTM D5801, 112 ASTM (2001) ASTM D5841, 111 ASTM (2001) ASTM D6648, 112 ASTM (2001) ASTM E , 438 ASTM (2002) ASTM D 1754/97, 112 ASTM (2002) ASTM D1188, 282 ASTM (2002) ASTM D4402, 112 ASTM (2002) ASTM D6723, 112 ASTM (2002) ASTM D6816, 112 ASTM (2003) ASTM D , 332 ASTM (2003a) ASTM E S, 438 ASTM (2004) ASTM D2872, 111 ASTM (2004) ASTM D6084, 112 ASTM (2004) ASTM D7175, 112 ASTM (2005) ASTM C 125, 154 ASTM C127, 154 ASTM C128, 282 ASTM D 113, 111 ASTM D 2007, 111 ASTM D 270, 111 ASTM D 36, 111 ASTM D 5329, 112 ASTM D 5858, 461 ASTM D 88, 111 ASTM D 92, 112 ASTM D 95, 111 ASTM D , 461 ASTM E102, 112 ASTM(2002) ASTM D402, 112 B Balbo, J.T. (1993), 369 Balbo, J.T. (2000), 332 Barksdale (1971), 332 Beligni, M., Villibor, D.F. e Cincerre, J.R. (2000), 200 Bely, L. (2001), 24 Benevides, S.A.S. (2000), 332 Benkelman, A.C.; Kingham, R.I. e Fang, H.Y. (1962), 369 Bernucci, L.L.B. (1995), 369 Bernucci, L.B.; Leite, L.M. e Moura, E. (2002), 332 Bertollo, S.A.M. (2003), 112 Bertollo, S.A.M., Bernucci, L.B., Fernandes, J.L. e Leite, L.M. (2003), 112 Bittencourt, E.R. (1958), 24 Bohong, J. (1989), 24 Bonfim, V. (2000), 200 Bonnaure, F., Gest, G., Gravois, A. e Uge, P. (1977), 332 Boscov, M.E.G. (1987), 369 Bottin Filho, I.A. (1997), 332 Bottura, E.J. (1998), 438 Brito, L.A.T (2006), 333 Brosseaud, Y. (2002), 438 Brosseaud, Y. (2002a), 200 Brosseaud, Y. (2002b), 201 Brosseaud, Y., Bogdanski, B., Carré, D., (2003), 201 Brosseaud, Y., Delorme, J-L., Hiernaux, R.(1993), 201 Buchanan, M.S.; Brown, E.R. (2001), 282 Bukowski, J.R. (1997), 282 C Cabral, G.L.L. (2005), 154 Camacho, J. (2002), 369 Carey Jr., W.N. e Irick, P.E. (1960), 438 Carey Jr., W.N.; Huckins, H.C. e Leathers, R.C. (1962), 438 Carneiro, F.L. (1943), 333 Carneiro, F.B.L.(1965), 461 Carpenter, S.H.; K.A. Ghuzlan, e S. Shen (2003), 333 Castelo Branco, V.T.F., Aragão, F.T.S. e Soares, J.B. (2004), 282 Castro Neto, A.M. (1996), 282 Castro Neto, A.M. (2000), 282 Castro, C.A.A. (2003), 112 Centro de Estudios de Carreteras (1986), 333 Ceratti, J.A.P. (1991), 369 Chevallier, R. (1976), 24 Christensen, R.M. (1982), 333 CNT (2004), 333 Coelho, W. e Sória, M.H.A. (1992), 282 COMITEE ON TROPICAL SOILS OF ISSMFE (1985), 369 Concer (1997), 24 Cordeiro, W.R. (2006), 201 Corté, J.-F. (2001), 201 Costa, C.A. (1986), 201 Croney, D. (1977), 438 Cundill, M.A. (1991), 438 D DAER/RS-EL 108/01, 282 Dama, M.A. (2003), 112 Daniel, J.S. e Y.R. Kim (2002), 333 Daniel, J.S. e Y.R. Kim e Lee, H.J. (1998), 333 DERBA (1985), 201 DER-BA ES P 23/00, 201 DER-PR (1991), 402 DER-SP (1991), 369 Dijk, W.V. (1975), 333 DNC (1993), 112 DNC 733/1997 (1997), 112 DNER (1979) DNER PRO-10/79, 461 DNER (1979) DNER PRO-11/79, 461 DNER (1985) DNER PRO- 159/85, 461 Índice remissivo das bibliografias
68 DNER (1994), 112 DNER (1994) DNER-ME 138/94, 333 DNER (1994) DNER-IE 006/94, 154 DNER (1994) DNER-ME 053/94, 154 DNER (1994) DNER-ME 061/94, 461 DNER (1994) DNER-ME 063/94, 112 DNER (1994) DNER-ME 078/94, 154 DNER (1994) DNER-ME 086/94, 154 DNER (1994) DNER-ME 089/94, 154 DNER (1994) DNER-ME 093/94, 154 DNER (1994) DNER-ME 107/94, 282 DNER (1994) DNER-ME 117/94, 282 DNER (1994) DNER-ME 133/94, 333, DNER (1994) DNER-ME 222/94, 154 DNER (1994) DNER-ME 24/94, 461 DNER (1994) DNER-PRO 08/94, 438 DNER (1994) DNER-PRO 269/94, 461 DNER (1994a) DNER-PRO 164/94, 438 DNER (1994b) DNER ME 228/94, 370 DNER (1994b) DNER-PRO 182/94, 438 DNER (1994c) DNER ME 256/94, 370 DNER (1994c) DNER-PRO 229/94, 438 DNER (1994d) DNER ME 258/94, 370 DNER (1995) DNER-EM 035/95, 154 DNER (1995) DNER-ME 043/95, 282 DNER (1995) DNER-ME 084/95, 155 DNER (1996), 113 DNER (1996) DNER-ME 193/96, 283 DNER (1996) DNER-PRO 199/96, 155 DNER (1996) DNER-PRO 273/96, 461 DNER (1997), 283, 402 DNER (1997) DNER ME 367/97, 155 DNER (1997) DNER-ES 308/97, 201 DNER (1997) DNER-ES 309/97, 201 DNER (1997) DNER-ES 310/97, 201 DNER (1997) DNER-ES 311/97, 201 DNER (1997) DNER-ES 312/97, 201 DNER (1997) DNER-ES 313/97, 201 DNER (1997) DNER-ES 314/97, 201 DNER (1997) DNER-ES 317/97, 201 DNER (1997) DNER-ES 318/97, 201 DNER (1997) DNER-ES 319/97, 201 DNER (1997) DNER-ES 320/97, 201 DNER (1997) DNER-ME 054/97, 155 DNER (1997) DNER-ME 153/97, 283 DNER (1997) DNER-ME 197/97, 155 DNER (1997) DNER-PRO 120/97, 155 DNER (1997c) DNER ES 301/97, 370 DNER (1997d) DNER ES 303/97, 370 DNER (1997e) DNER ES 304/97, 370 DNER (1997f) DNER ES 305/97, 370 DNER (1997g) DNER ME 254/97, 370 DNER (1998), 113, 283 DNER (1998) DNER-ME 035/98, 155 DNER (1998) DNER-ME 081/98, 155 DNER (1998) DNER-ME 083/98, 155 DNER (1998) DNER-ME 096/98, 155 DNER (1999) DNER-ES 386/99, 201 DNER (1999) DNER-ES 387/99, 201 DNER (1999) DNER-ES 388/99, 475 DNER (1999) DNER-ES 389/99, 202 DNER (1999) DNER-ES 390/99, 202 DNER (1999) DNER-ME 382/99, 201 DNER (1999) DNER-ME 383/99, 333 DNER (1999) DNER-ME 397/99, 155 DNER (1999) DNER-ME 398/99, 155 DNER (1999) DNER-ME 399/99, 155 DNER (1999) DNER-ME 400/99, 155 DNER (1999) DNER-ME 401/99, 155 DNIT (2003) DNIT 005-TER, 439 DNIT (2003) DNIT 006-PRO, 439 DNIT (2003c) DNIT 009-PRO, 439 DNIT (2004) DNIT 031/04-ES, 155 DNIT (2005), 155 DNIT (2005) DNIT 034/05-ES, 202 DNIT (2005) DNIT 035/05-ES, 202 DNIT (2006), 370 DNIT(2005) DNIT 032/05-ES, 202 DNIT(2005) DNIT 033/05-ES, 202 Pavimentação asfáltica: formação básica para engenheiros
69 Duque Neto, F.S, (2004), 202 Duque Neto, F.S., Motta, L.M.G. e Leite, L.F.M. (2004), 202 E EN (2000), 113 EN (2000), 113 EN (2002), 283 Epps, Jª., Sebaaly, P.E., Penaranda, J., Maher, M.R. Mccann, M.B. e Hand, A.J. (2000), 333 Epps, J.A. e C.L. Monismith (1969), 333 Espírito Santo, N.R. e Reis, R.M. (1994), 283 F Falcão, M.F.B. e Soares, J.B. (2002), 333 Fernandes Jr., J.L. e Barbosa, R.E. (2000), 439 Fernandes, C.G. (2004), 155 Ferry, J.D. (1980), 333 FHWA (1994), 283 FHWA (1995), 283 Finn, F.N., Monismith, C.L. e Makevich, N.J. (1983), 334 Fonseca, O.A. (1995), 334 Fortes, R.M. e Nogami, J.S. (1991), 370 Francken, L.; Eustacchio, E.; Isacsson, U e Partl, M.N. (1997), 283 Francken, L. e Partl, M.N. (1996), 334 Fritzen, M.A (2005), 202 G GEIPOT (1981), 24, 439 Ghuzlan, K.A. e Carpenter, S.H. (2000), 334 Gillespie, T.D.; Sayers, M.W. e Segel, L. (1980), 439 Girdler, R.B. (1965), 113 Godoy, H. (1997), 370 Godoy, H. ; e Bernucci, L.L.B. (2002), 370 Gonçalves, F.P., Ceratti, J.A.P. (1998), 461 Gontijo, P.R.A. (1984), 402 Goodrich, J.L. (1991), 334 Gouveia, L.T. (2002), 155 Guimarães, A.C.R. e Motta, L.M.G. (2000), 155 H Haas, R. Hudson, W.R e Zaniewski, J. (1994), 439 Hafez, I.H. e Witczak, M.W. (1995), 283 Hagen, V.W. (1955), 24 Harman, T.; Bukowski, J.R.; Moutier, F.; Huber, G.; McGennis, R. (2002), 283 Hawkes, I. e Mellor, M. (1970), 334 Heide J.P.J. e J.C. Nicholls (2003), 283 Henry, J. (2000), 439 Heukelom, W. (1969), 113 Hill, J.F. (1973), 334 Hinrichsen, J. (2001), 283 História das Rodovias (2004), 24 Hondros, G. (1959), 334 Huang, Y.H. (1993), 334 Huang, Y.H. (2003), 461 Hunter, R.N. (2000), 113 Hveem, F. N (1955), 334 Hveem, F. N.; Zube, E.; Bridges, R.; Forsyth, R. (1963), 113 I IA (Instituto do Asfalto, versão em português) (2001), 113 IBP (1999), 113 Instituto do Asfalto (1989), 283 IPR (1998), 155 ISSA (2001), 202 ISSA (2005), 202 ISSA (2005a), 202 ISSA TB-100 (1990), 284 ISSA TB-109 (1990), 284 ISSA TB-114 (1990), 284 ISSA TB-145 (1989), 283 J Jackson, N.M. e Czor, L.J. (2003), 284 Jooste, F.J.; A. Taute; B.M.J.A. Verhaeeghe; A.T. Visser e O.A. Myburgh (2000), 284 K Kandhal, P.S. e Koehler, W.S. (1985), 284 Kandhal, P.S. e Brown, E.R. (1990), 284 Khandal, P. e Foo, K.Y. (1997), 284 Kim, Y.R. e Y.C. Lee (1995), 334 Kim, Y.R., H.J. Lee e D.N. Little (1997), 334 Kim, Y.R.; D.N. Little e F.C. Benson (1990), 334 Kleyn, E. G. (1975), 370 Klumb, R.H. (1872), 24 L Lama, R.D. e Vutukuri, V.S. (1978), 334 Láo, V.L.E.S.T. (2004), 439 Láo, V.L.E.S.T. e Motta, L.M.G. (2004), 439 Larsen, J. (1985), 202 LCPC (1976), 113 LCPC (1989), 402 Lee, H.J. e Kim, Y.R. (1998), 334 Leite, L.F.M (1999), 113 Leite, L.F.M (2003), 113 Leite, L.F.M. & Tonial, I.A. (1994), 113 Leite, L.F.M., Silva, P., Edel, G., Motta, L.M. e Nascimento L. (2003), 113 Lentz, R.W. and Baladi, G.Y. (1980), 370 Liberatori, L.A. (2000), 113 Little, D.N.; R.L. Lytton; D. Williams e R.Y. Kim (1999), 334 Livneh, M (1989), 371 Loureiro, T.G. (2003), 334 Lovato, R.S. (2004), 371 Love, A.E.H. (1944), 334 Luong, M.P. (1990), 334 Índice remissivo das bibliografias
70 M Macêdo, J.A.G. (1996), 462 Magalhães, S.T. (2004), 202 Magalhães, S.T.; Motta, L.M.G e Leite, L.F.M. (2004), 202 Malliagros, T.G. e Ferreira, C.P. (2006), 24 Mamlouk, S.M. e Sarofim, R.T. (1988), 334 Mano (1991), 113 Mano, E.B. (1985), 113 Margary, I. (1973), 24 Marques, G.Lº. e Motta, L.M.G. (2006), 334 Marques, G.L.O. (2001), 155 Marques, G.L.O. (2004), 284 Mascarenhas Neto, J.D. (1790), 24 McDaniel, R. e Anderson, R.M. (2000), 284 McDaniel, R. e Anderson, R.M. (2001), 284 McGennis, R.B.; Anderson, R.M.; Perdomo, D.; Turner, P. (1996), 284 Medina, J e Motta, L.M.G. (2005), 371 Medina, J. (1997), 24 Medina, J., Motta, L.M., Pinto, S. e Leite, L.M. (1992), 335 Metso Minerals (2005), 156 Meurer Filho, E. (2001), 335 Monismith, C.L.; Seed, H.B.; Mitry, F.G.; Chan, C.K. (1967), 371 Moreira, H.S. e Soares, J.B. (2002), 284 Morilha Junior, A. & Trichês, G. (2003), 113 Morilha Júnior, A.(2004), 113 Motta, L.M.G. (1991), 335 Motta, L.M.G. e Leite, L.F.M. (2000), 156 Motta, L.M.G., Tonial, I., Leite, L. F. et al. (1996), 202 Motta, L.M.G.; Medina, J.; Matos, M.V.M.; Vianna, A.A.D. (1990), 371 Motta, L.M.G. (1998), 284 Motta, R.S. (2005), 371 Moura, E. (2001), 335 Mourão, F.A.L. (2003), 202 Mouthrop, J.S. e Ballou, W.R. (1997), 285 N NAPA (1982), 285 NAPA (1998), 402 NAPA (1999), 203 Nardi, J.V. (1988), 371 Nascimento, L., Leite, L., Campos, E.F., Marques, G. e Motta, L. (2006), 335 Nascimento, L., Leite, L., Láo, V.L.E.S.T e Jesus, G.F. (2005), 439 NCHRP 9-12 (2000), 285 NCHRP-285 (2204), 335 Nóbrega, E.S. (2003), 462 Nóbrega, E.S. e Motta, L.M.G. (2003), 462 Nóbrega, E.S., Motta, L.M.G., Macedo, J.A.G. (2003), 462 Nogami, J.S. e Villibor, D.F. (1981), 371 Nogami, J.S.; Villibor, D.F. (1995), 156 Núñez, W.P. (1997), 371 O Oda, S. (2000), 113 Oliveira, C.G.M. (2003), 335 P Papazian, H.S. (1962), 335 Park, S.W. e Kim, Y.R. (1998), 335 Park, S.W., Kim, Y.R. e Schapery, R.A. (1996), 335 Patriota, M.B (2004), 113 Peralta, X., González, J.M., Torres, J. (2000), 203 Phandnvavis, D.G. e C.G. Swaminathan (1997), 335 Pinheiro, J.H.M. (2004), 114 Pinheiro, J.H.M. e Soares, J.B. (2004), 114 Pinto, C.S. (2000), 156 Pinto, I.E. (2002), 114 Pinto, S. (1991), 114 Pinto, S. (1996), 285 Pinto, S. (1998), 114 Pinto, S. (2004), 285 Pinto, S. e Preussler, E. (2002), 462 Pinto, S., Guarçoni, D. e Chequer, C.J. (1998), 114 Pinto, S., Preussler, E, e Farah, H. (1983), 114 Porter, O.J. (1950), 371 Prego, A.S.S. (1999), 114 Prego, A.S.S. (2001), 24 Preussler, E.S. (1983), 371 Pronk, A.C. e Hopman, P.C. (1990), 335 Q Queiroz, C.A.V. (1984), 439 R Ramos, C.R., Salathé, J.E. e Martinho, F.G. (1993), 114 Ramos, C.R et al (1995). Curso de ligantes asfálticos. IBP, 114 Ribas, M.C. (2003), 24 Ricci, E.; Vasconcelos, J. F.; Kraemer, J.L. (1983), 371 Roberts, A. (1977), 335 Roberts, F.L., Kandhal, P.S., Brown, E.R., Lee, D-Y. e Kennedy, T.W. (1996), 156 Roberts, F.L.; Mohammad, L.N.; Wang, L.B. (2002), 285 Robinson, R. (1986), 439 Rodrigues, R.M. (1991), 335 Röhm, S.A. (1984), 371 Rowe, G.M. (1993), 335 Ruwer, P., Marcon, G., Morilha J.R.A. e Ceratti, J.A. (2001), 114 S Santana, H. (1978), 203 Santana, H. (1992), 203 Santana, H. (1993), 335 Santos, C. (2003), 203 Santos, J.D.G. (1998), 371 Pavimentação asfáltica: formação básica para engenheiros
71 Saunier, B.; Dolfus, C. e Geffroy, G. (1936), 24 Sayers, M.W. e S.M. Karamihas (1998), 439 Schapery, R.A. (1969), 336 Schapery, R.A. (1974), 336 Seed, H.B. and Chan, C.K. (1958), 372 Seed, H.B.; Chan, C.K.; Lee, C. E. (1962), 372 Seed, H.B.; Chan, C. K.; Monismith, C.L. (1955), 372 Seed, H.B.; Mitry, F.G.; Monismith, C.L.; Chan, C.K. (1967), 372 Serfass, J.P., Bauduin, A., Garnier J.F. (1992), 203 SETRA e LCPC (1994), 203 SETRA e LCPC (1998), 203 SETRA (1997), 203 Shell (2003), 114 SHRP (1991), 114 SHRP (1994a), 285 SHRP (1994b), 285 SILVA, P.D.E.A. (2001), 462 Silva, P.B. (2005), 114 Silveira, M.A. (1999), 285 Soares, J.B. (2003) Notas de Aula UFC. Fortaleza CE, 114 Soares, J.B., Leite, L.M. Motta, L.M. e Branco, J.V.C. (1999), 285 Soares, J.B., Motta, L.M. e Soares, R.F. (2000), 285 Soares, J.B., Motta, L.M., Nóbrega, L.M., Leite, L.M., Paiva, Jªª. e Nobre Jr, E.F. (1998), 285 Solamanian, M., Harvey, J., Tahmoressi, M. e Tandon, V. (2004), 336 Souza, F.V. (2005), 336 Souza, F.V. e J. B. Soares (2003a), 336 Souza, M.L. (1966), 372 Souza, M.L. (1979), 372 Souza, M.L. (1980), 372 Souza, M.L.; Magalhães, J.P.; Silva, R.B.; Schlosser, R. (1977), 372 Souza, R.O. (2002), 439 Specht, L.P. (2004), 114 Suzuki, C.Y. (1992), 372 T Taira, C. e Fabbri, G.T.P. (2001), 336 Tayebali, A.A.; J.A. Deacon; J.S. Coplantz e C.L. Monismith (1993), 336 Thuler, R.B. (2005), 203 Timoshenko, S.P. e Goodier, J.N. (1951), 336 Tonial, I.A. (2001), 114 Tonial, I.A. e Bastos, A.C.R. (1995), 114 Trichês, G. e Cardoso, A.B. (1999), 372 Trichês, G.; Cardoso, A. B. (2001), 462 Trichês, G.; Fontes, L.P.T.L.; Dal Pai, C.M. (2004), 462 Tuchumantel Jr., O. (1990), 285 V Valkering, C.P., Lancon, D.J.L., Hilster, E.D. e Stoker, D.A. (1990), 336 Vaniscotte, J.C. e Duff, M. (1978a), 285 Vaniscotte, J.C. e Duff, M. (1978b), 285 Vasconcelos, K.L. (2004), 285 Vasconcelos, K.L., Soares, J.B. e Leite, L.M. (2003), 286 Vertamatti, E. (1988), 372 Viana, A.D. (2004), 336 Villela e Marcon, (2001), 462 Villibor, D.F. (1981), 372 Von Quintus, H.L., J.A. Scherocman, C.S. Hughes e T.W. Kennedy (1991), 336 W Wang, J.N.; Kennedy, T.W. e Mc- Gennis, R.B. (2000), 286 WAPA (2004), 156 White, T.D. (1985), 286 Whiteoak (1980), 286 Whiteoak, D. (1990), 114 Wild, O. (1992), 24 Witczak, M.W. e Root, R.E. (1974), 336 Woods, K.B. (1960), 156 World Bank (1985), 439 World Bank (2000), 439 Y Yen T. F (1991), 114 Yildirim, Y.; Solaimanian, M.; Mc- Gennis, R.B. e Kennedy, T.W. (2000), 286 Yoder, E. J. e Witczak, M.W. (1975), 336 Zhang, W.; A. Drescher e D.E. Newcomb (1997), 336 ZTV Asphalt (2001), 203 Índice remissivo das bibliografias
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