Teoria da Implementação
|
|
|
- Octavio Ribeiro Festas
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Teoria da Implementação Voting games: DES e IDE 1 Voting Games Decisões coletivas não mercado que devem ser selecionadas, via sistemas de votação, em um ambiente de conflito de opiniões em um conjunto de agentes. Decisões de alocações publicas via voto: impostos, gastos públicos, cargos públicos, etc. Problema de decisão coletiva: vários eleitores (agentes individuais) devem escolher um resultado particular entre várias possibilidades (os candidatos ) sobre os quais eles têm conflitos de opinião. (Regra de votação) 2 Sabino Porto Junior /3 1
2 Eleição de um candidato por um procedimento de votação é um Jogo não cooperativo: Jogadores: Eleitores Estratégias dos eleitores: candidatos Resultado escolhido: vencedor da eleição. Não é permitida comunicação entre jogadores Moulin (1981). Procedimento: regra da maioria. 3 MODELO COM INFORMAÇÃO INCONPLETA Notação C = conjunto de candidatos E = conjunto de n-eleitores Regra: o candidato com maior numero de votos vence a eleição Jogo na forma estratégica: 4 Sabino Porto Junior /3 2
3 Suposições: Jogador 1 não vota Cada jogador ordena de forma crescente os candidatos (exclui-se indiferença) u i em C. Estratégias dos jogadores: X =... = X = C 2 X ( C) 1 c (2 ) n x = ( x1,..., xn) v( x) = x1( S( x) ) S( x) = conjunto de candidatos empatados no primeiro lugar 5 Onde: X 1 = é o conjunto de aplicações que associa um elemento x1 de X para cada parte X de C (há 2c partes); x= vetor de estratégia (jogador 1 voto Minerva) v(x) = candidato eleito 6 Sabino Porto Junior /3 3
4 Forma estratégica do jogo: X,..., X ; u o v,..., u o v) ( 1 n 1 i o v = i u v[ u ( )] n Proposição: Se há no mínimo 3 eleitores, então, toda estratégia é uma estratégia de segurança. Esse resultado mostra que para cada jogador i, obtém-se: xi X i, min { ui o v( xi, x i )} = minu i ( c) x i X i c C A noção de Security strategy: não permite, nesse procedimento, discriminar entre os candidatos. Então vamos considerar a nocao de Segurança forte: nesse caso, mostra-se, que o procedimento não permite aos jogadores escolher um candidato. 7 Imagine um jogador i ( 1) que obtém o maior valor para função ganho em u i (s -i ). Proposição: se ele joga uma estratégia de segurança forte, então, ele joga, necessariamente para o candidato melhor do seu ponto de vista. Isso ocorre porque, ao votar em seu único candidato preferido, jogador i maximiza o vetor z(x i ) pelo ordenamento lexicográfico. Proposição: estratégia ótima em jogos eleitorais onde cada jogador ignora as opiniões dos demais jogadores: vote para o seu próprio candidato favorito é uma estratégia de segurança forte. 8 Sabino Porto Junior /3 4
5 Modelo com informação completa Cada eleitor pode obter informação sobre os demais participantes C= 3 candidatos E = 3 eleitores Jogador 1 tem o voto de Minerva Estratégias: X 1 =X 2 =X 3 =C Voto: (x 1, x 2, x 3 ) Resultado: v(x 1, x 2, x 3 ) = x 2 se x 2 =x 3 (dois votos para x 2 ) = x 1 se x 2 x 3 ( cada candidato obtém um voto e o jogador 1 usa o voto de Minerva para o seu candidato 9 preferido) Ordenamento particular das preferências dos eleitores: Nesse caso a escolha coletiva com base na regra da maioria não é uma relação binária transitiva: Paradoxo eleitoral ou de Condorcet. Mostra-se que existe um EDI. u ( c ) > u ( c ) > 3 u ( c ) > 2 u1 ( c2 ) > u1 ( c3 ) u2( c1 ) > u2( c2 ) u ( c ) > u ( c ) I II III 1o C1 C3 C2 2o C2 C1 C3 3o C3 C2 C1 10 Sabino Porto Junior /3 5
6 Dominância iterada: Jogador 1: c 1 é dominante (qualquer que seja a jogada dos demais, votar em c1 gera um resultado para o 1 que não pode ser melhorado). Jogador 2: c 2 é dominada por c 1 e c 3. Porém, c 1 não é dominada. (c 1 >c 2 ). Jogador 3: c 1 é dominada. 11 Eliminação de estratégias I: Para 1: c 2 e c 3 são descartadas; Para 2: c 2 é descartada; Para 3: c 1 é descartada. Eliminação II: c 3 é dominante para 2 e 3. Raciocínio do jogador 3: 1 jogará c1 e 2 não jogará c 2, portanto, c 2 não tem chance de ser eleito. Porém, se 3 votar em c 2, ele corre o risco de eleger c 1 no caso de dois votar em c 3. Já se ele votar em c 3, então, ele tem uma chance de eleger seu segundo melhor. 12 Sabino Porto Junior /3 6
7 Jogador 2: espera que 1 jogue c1 e que 3 não jogará c 1, portanto, se ele votar em c 3, este tem condições de ser eleito graças ao voto de 3. Portanto, a EIED leva à eleição de c 3 com dois votos. Observações: o eleito é o pior candidato do ponto de vista do 1 (presidente). Proposição: num procedimento com maioria simples e com paradoxo de Condorcet e informação completa o comportamento racional descentralizado leva à eleição do pior candidato para o jogador com o voto Minerva. ( o privilegio vira-se contra o seu possuidor) Proposição: se o jogo fosse de informação incompleta o candidato favorito do presidente seria eleito. Pois todos votariam, devido a estratégia de segurança, no seu melhor candidato e o voto de Minerva faria a diferença. 13 Método Score Borda, 1781: leva a resultados diferentes. Regra de Borda: método de votação Jean Charles de Borda ( ) Método: cada votante ordena todos os candidatos em ordem de preferência. Para cada votante o pior resultado obtém 0 pontos, o segundo pior candidato obtém 1 ponto, etc. O número de pontos ganhos por cada candidato é igual à soma de seus pontos entre os votantes. O candidato com maior número de pontos é eleito. Cada jogador pode declarar qualquer ordem entre candidatos. 14 Sabino Porto Junior /3 7
8 Regra de Borda Cada ordenação de candidatos é uma estratégia Função de resultados indica o escolhido. Ex. N = {1, 2}; X = {x, y, z, w} ρj= é o conjunto de todas as ordenações possíveis de preferências sobre o conjunto X f(.) = é o candidato que possui a maior soma de pontos. Preferências Verdadeiras: 15 Rj = >j = verdadeira preferência do jogador j. R1 R2 3 x y 2 y w 1 z x 0 w z Candidato y: detém o maior número de pontos segundo as preferência verdadeiras. Contudo, jogador 1 pode declarar R 1: R 1 3 x 2 z 1 w 0 y 16 Sabino Porto Junior /3 8
9 Agora: f(r 1, R2) = x = o candidato favorito do jogador 1. Portanto, a regra de Borda é manipulável pelo agente 1. No jogo induzido com preferências verdadeiras R, declarar R1 não é a ação mais favorável para o jogador 1 quando o jogador 2 joga R2. Nesse caso é melhor para o jogador 1 jogar R 1 em vez de R1. Portanto, no jogo induzido, declarar as verdadeiras preferências não é uma estratégia dominante para o jogador 1 Portanto, dizemos que uma regra de escolha social é manipulável se existe um perfil de preferências R, tal que no jogo induzido com verdadeiras preferências R, declarar as verdadeiras preferências não é uma estratégia dominante para algum agente. 17 Se um esquema de votação é não manipulável então, para toda preferência R, declarar a preferência Rj é uma estratégia dominante para cada jogador j no jogo induzido com verdadeiras preferências dadas por (R1,..., Rn). Mecanismos não manipuláveis: todo agente tem sempre como estratégia dominante declarar suas verdadeiras preferências. Regra ditatorial: regra social não manipulável Regra ditatorial: se sempre escolhe o melhor resultado para um agente pré-fixado (o ditador) entre todos os resultados possíveis. 18 Sabino Porto Junior /3 9
10 Forma de jogo ditatorial: se existe um indivíduo j tal que, para todo resultado x existe uma estratégia Sj(x) para j tal que se j escolhe Sj(x) então o resultado será x, não importando o que os outros escolham. Proposição: toda regra de escolha ditatorial induz uma forma de jogo ditatorial. 19 Toda regra de escolha social não ditatorial com no mínimo 3 resultados é manipulável. Logo pode ser vantajoso para algumas pessoas obter informações sobre as preferências dos outros membros da sociedade e agir estrategicamente com base em tal informação. 20 Sabino Porto Junior /3 10
11 Implementação e tomada de decisão pública No jogo eleitoral: formulava-se um jogo para captar uma realidade econômica e analisava-se as propriedades do resultado de equilíbrio. Agora: fixa-se um conjunto de resultados satisfazendo algumas propriedades desejáveis e busca-se um jogo que gera aqueles resultados. 21 Teoria da implementação e bemestar econômico. Planejador desenvolve critérios para o Bemestar social, mas não pode fazer cumprir (enforce) a alocação desejável porque ele não dispõe de informações sobre vários parâmetros da situação. Questão nova: como implementar o critério escolhido de bem-estar? Afinal eficiência não é necessária para a otimalidade social. 22 Sabino Porto Junior /3 11
12 Moderna teoria da escolha social e teorias da Justiça: Objetivo: justificar alguma forma funcional particular da função de bem-estar social. Estrutura da teoria da implementação: Objetivo social: dado Problema básico: desenhar jogos cujo o equilíbrio tenha a propriedade desejada pelo objetivo social. Implementar objetivos sociais Ou problema de compatibilidade de incentivos (Hurwicz, 1972). 23 Outras aplicações: Jogos de informação assimétrica: 1. Provisão de bens públicos 2. Design Auctions 3. Discriminação de preços de monopólio 4. Taxação ótima 24 Sabino Porto Junior /3 12
13 DESENHO DE MECANISMO X= Conjunto de alocações viáveis na economia N= conjunto, finito, de indivíduos Cada agente i possui uma característica privada e i E i As preferências dos agentes sobre X são u i - ordinal. m i = mensagem enviada pelo agente i para o planejador. E = conjunto de todas as características dos indivíduos. M= conjunto de mensagens 25 f= regra de escolha social = função correspondência ou função set-valued que assinala um subconjunto de X para cada vetor de característica e. E = M = i E M f : e E i i i f ( e) X 26 Sabino Porto Junior /3 13
14 Regra de escolha: Seleciona alocações verificando os objetivos sociais (eg. Alocações eficientes). Indica o que o planejador faria se dispusesse de todas as informações. Função anuncio: marca uma mensagem global m para cada vetor de característica e: m : e E m( e) M 27 G= função resultado = associa subconjunto de X com cada mensagem global. G : m M G( m) X Diagrama de Hurwicz: E f(.) x m(.) g(.) M 28 Sabino Porto Junior /3 14
15 Mecanismo: par (M, G) que indica como o planejador usa a informação enviada. Objetivo do Planejador: desenhar um mecanismo cuja a alocação de equilíbrio para cada vetor de funções utilidade seja também selecionada pela regra de escolha social. Mecanismo e vetor de utilidades induzem um jogo na forma estratégica: (M 1...M i...m n ; u 1...,u i,...u m ) 29 Jogo estratégico: Jogadores: agentes Espaço de estratégias: Mi (cada jogador pode ou não revelar a sua verdadeira estratégia) Função ganho: u i (G(m), e i ). 30 Sabino Porto Junior /3 15
16 Definição: Um mecanismo (M, G) é dito para implementar uma regra ou escolha social f, para um certo conceito de equilibrio C do jogo Game = (M1,...,Mn; u1...un) se e E, g[m*(e)] f(e) m* = é o vetor de mensagens de equilíbrio. * * * * m = ( m1,..., m i,..., m n ) 31 Suposições: O conjunto de alocações de equilíbrio é não vazio. Total implementação: todo equilíbrio tem que produzir um resultado que é aceitável de acordo com a regra de escolha social que está sendo implementada f é C-implementável nesse ambiente. Para cada agente seu conjunto de mensagens é, por suposição, igual ao seu conjunto de características: M i = E i i MECANISMO DIRETO 32 Sabino Porto Junior /3 16
17 Justificativa: A escolha social que um planejador usa para um Mecanismo tem que considerar o comportamento estratégico de todos os agentes diante da regra de escolha isso pode gerar um procedimento recursivo longo e complexo, então, é especificar um mecanismo direto simples ou one step. 33 Suposições novas: O conjunto de mensagens de cada jogador é restrito ao conjunto de preferências, isto é, ao vetor: u = (u 1 (e 1 ),...,u i (e i ),...,u m (e n )). Mecanismo direto honesto: a possibilidade de má representação estratégica das preferências pelos jogadores é descartada. Manipulação de uma regra de escolha por um jogador: o agente i pode manipular a regra de escolha social f pelo profile de preferência u U ( = todos os ordenamentos possíveis em X), se existe um profile ' u U tal que: u ( f ( u, u ) u ( f ( u)) i i i > i 34 Sabino Porto Junior /3 17
18 Portanto, o agente i tem um incentivo para manipular f mal-representando suas preferencias usando u e não u. Def: um mecanismo direto é verdadeiro se não existe preferência admissível no qual f é manipulável. Conseqüência: para cada agente toda escolha que maximiza utilidade deve depender apenas de suas próprias preferências e não de suas expectativas sobre as preferências que os agentes anunciarão. Assim, cada agente irá anunciar apenas seu verdadeiro ordenamento de preferências. 35 Definição III: Um mecanismo direto G é dito ser implementável verdadeiramente uma regra de escolha social f, para algum conceito de equilíbrio C, se: O mecanismo direto é verdadeiro e dizer a verdade é consistente com o equilíbrio do jogo. Quando todo jogador anuncia a verdadeira preferência, o resultado pertence a f(u): g(u*) f(u), assumindo-se que o conjunto de alocações de equilíbrio é não vazio. Diz-se também que, nesse ambiente, a regra de escolha f é C-implementável verdadeiramente. 36 Sabino Porto Junior /3 18
19 Implementação em EED: A noção anterior de implementação é mais fraca porque permite que algum equilíbrio do jogo possa render um resultado inconsistente com a f. Agora: noção forte de implementação porque a escolha de Estratégia dominante por um agente é ótima qualquer que seja a escolha dos outros jogadores. Contudo, é difícil implementar uma regra de escolha social em EED. Regra de escolha social ditatorial: se há um agente tal que sua alocação preferida sempre corresponde 37 ao resultado selecionado pela f. Teorema (Gibbard, 1973; Satterthwaite, 1975) Se X contém pelo menos 3 alocações, U é o conjunto de todos perfis de preferências possíveis e para toda a alocação em X existe um perfil de preferência tal que a regra de escolha social f é um valor único, então, f é verdadeiramente implementável em EED e eficiente sse ela é ditatorial. Toda regra de escolha social não ditatorial com no mínimo 3 resultados é manipulável. Teorema da impossibilidade 38 Sabino Porto Junior /3 19
20 Este resultado é um marco na teoria da implementação: requer que os agentes anunciem diretamente seus ordenamentos de preferências como inputs da regra de escolha. (esta já era uma suposição da teoria da escolha social clássica) 39 Teorema (Gibbard, 1973) Qualquer regra de escolha social implementável em EED é também verdadeiramente implementável em EED. Corolário: se uma regra de escolha social não pode ser verdadeiramente implementável, entao ela não pode ser implementável em EED. Este resultado é chamado: Princípio da REVELAÇÃO. 40 Sabino Porto Junior /3 20
21 Princípio da Revelação: Ao considerar que um resultado é implementável, nos necessitamos considerar apenas resultados que são implementáveis por mecanismos diretos. Esse principio foi descoberto de forma mais ou menos independente por: Gibbard (1973); Green e Laffont (1977); Dasgupta e Maskin (1979) e Myerson (1979). Principio da revelação para EED; Principio da revelação para Equilíbrios Bayesianos 41 Pesquisa: Identificar ambientes nos quais uma f eficiente e não ditatorial fosse verdadeiramente implementável em EED. Problema seminal: criar um mecanismo no qual todos os agentes, não importando quais sejam as suas preferências, têm um incentivo para revela-la [suas preferências] verdadeiramente ao tomador de decisão pública o resultado obtido é que o teorema da impossibilidade vigora. Saída: restringir preferências (pico único regra da maioria é verdadeira-consistente e eficiente); preferencias sobre o espaço-euclidiano de dimensão 1(mecanismo 42 Groves-Clarke- Vickrey) Sabino Porto Junior /3 21
LIÇÕES DE TEORIA DOS JOGOS
LIÇÕES DE TEORIA DOS JOGOS Marilda Antônia de Oliveira Sotomayor e Maurício Soares Bugarin São Paulo, maio de 2007 Livro encaminhado ao CNPq como parte do relatório técnico do Projeto Edital Universal
Desenho de Mecanismo. Introdução
Desenho de Mecanismo Introdução Até o momento estivemos tomando o arranjo institucional onde ocorrem as transações como um dado: o mercado. Note, porém, que mesmo nesse caso, permitíamos que algumas transações
Finanças Públicas. Setor Público e Bem Estar - Função bem estar social - Escolha Social - Papel do Setor Público
Finanças Públicas Setor Público e Bem Estar - Função bem estar social - Escolha Social - Papel do Setor Público 1. PAPEL DO SETOR PÚBLICO Intervenção do governo devido: Falhas de mercado Redistribuição
Finanças Públicas. Setor Público e Bem Estar - Função bem estar social - Escolha Social - Papel do Setor Público. Cap.
Finanças Públicas Setor Público e Bem Estar - Função bem estar social - Escolha Social - Papel do Setor Público Cap. 4 - STIGLITZ 1. PAPEL DO SETOR PÚBLICO Intervenção do governo devido: Falhas de mercado
Teoria dos Jogos Algorítmica Maximização de Lucros no Design de Mecanismos
Teoria dos Jogos Algorítmica Maximização de Lucros no Design de Mecanismos Luis Gustavo Rocha Vianna. Instituto de Matemática e Estatística IME Universidade de São Paulo USP Maximização de Lucros Design
Refinamentos de Equilíbrios de Nash
Refinamentos de Equilíbrios de Nash Prof. Leandro Chaves Rêgo Programa de Pós-Graduação em Estatística - UFPE Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção - UFPE Recife, 06 de Outubro de 2014 Equilíbrio
Capítulo 32 BEM-ESTAR
Varian, H. Microeconomia. Princípios Básicos. Editora Campus (7ª edição), 2003. Capítulo 32 BEM-ESTAR Curso de Microeconomia I Profa. Valéria Pero 2 Análise de Bem-estar A eficiência de Pareto é um objetivo
Uma Ferramenta para Simulação de Leilões
Monografia Renata Luiza dos Santos Claro e Thiago Figueiredo da Silva Universidade de São Paulo Instituto de Matemática e Estatística Bacharelado em Ciência da Computação Uma Ferramenta para Simulação
Roteiro da aula: Jogos dinâmicos com informação incompleta. Mas-Collel e Green capítulo 9 Refinamentos do conceito de Equilíbrio de Nash
Roteiro da aula: Jogos dinâmicos com informação incompleta Mas-Collel e Green capítulo 9 Refinamentos do conceito de quilíbrio de Nash Racionalidade seqüencial quilíbrio Bayesiano perfeito quilíbrio bayesiano
A prova é SEM CONSULTA. Não são permitidas calculadoras ou quaisquer equipamentos eletrônicos. Celulares devem ser desligados e guardados.
ELE2005: Análise Estratégica de Investimentos e de Decisões com Teoria dos Jogos e Jogos de Opções Reais. Primeira Prova Segunda Chamada 31/10/2007 A prova é SEM CONSULTA. Não são permitidas calculadoras
Teoria dos Jogos Jogos na Forma Normal Com Informação Completa. Maurício Bugarin Fernando Meneguin Adriana Portugal
1 Teoria dos Jogos Jogos na Forma Normal Com Informação Completa Maurício Bugarin Fernando Meneguin Adriana Portugal Brasília / UnB Lembrando: Ø Jogos estáticos: todos os jogadores jogam ao mesmo tempo
A prova é SEM CONSULTA. A nota da prova é = mínimo{10, pontuação} e o crédito para a próxima prova é = máximo{0, pontuação nota da 1ª prova}.
ELE2005: Análise Estratégica de Investimentos e de Decisões com Teoria dos Jogos e Jogos de Opções Reais. Primeira Prova 17/10/2006 A prova é SEM CONSULTA. A nota da prova é = mínimo{10, pontuação} e o
UNIVERSIDADE TÉCNICA DE LISBOA INSTITUTO SUPERIOR DE ECONOMIA E GESTÃO MICROECONOMICS 2009/2010
UNIVERSIDADE TÉCNICA DE LISBOA INSTITUTO SUPERIOR DE ECONOMIA E GESTÃO MICROECONOMICS 2009/2010 References: - Gibbons, R. (1992), A Primer in Game Theory, Harvester Wheatsheaf (G) - Mas-Collel, A., M.
Escola Brasileira de Economia e Finanças - EPGE/FGV Graduação em Ciências Econômicas - Ciclo Pro ssional
Escola Brasileira de Economia e Finanças - EPGE/FGV Graduação em Ciências Econômicas - Ciclo Pro ssional Finanças Públicas - 0 Lista de Exercícios 4 - Externalidade Carlos Eugênio Costa Professor Érica
Gabarito Lista 1 Teoria das Organizações e Contratos Professor: Humberto Moreira Monitora: Érica Diniz Oliveira
Gabarito Lista Teoria das Organizações e Contratos Professor: Humberto Moreira Monitora: Érica Diniz Oliveira Exercise Uma fábrica joga lixo tóxico em um rio. O lixo reduz a população de peixes do rio,
Jogos. A teoria dos jogos lida com as interações estratégicas que ocorrem entre os agentes.
Jogos A teoria dos jogos lida com as interações estratégicas que ocorrem entre os agentes http://robguena.fearp.usp.br/anpec/tjogos.pdf a) Descrição de um jogo Teoria dos Jogos Jogadores: quem está envolvido
Teoria do consumidor. Propriedades do Conjunto Consumo,
Teoria do consumidor 1 Pedro Rafael Lopes Fernandes Qualquer modelo que vise explicar a escolha do consumidor é sustentado por quatro pilares. Estes são o conjunto consumo, o conjunto factível, a relação
Conceitos Fundamentais
Cesta de bens A cesta de bens, do ponto de vista econômico, é o conjunto de bens que está disponível para o consumidor. Outros conceitos surgem a partir daí, como cesta básica: conjunto de bens que satisfazem
Bem-estar. Graduação Curso de Microeconomia I Profa. Valéria Pero. Varian, H. Microeconomia. Princípios Básicos. Editora Campus (7ª edição), 2003.
Bem-estar Graduação Curso de Microeconomia I Profa. Valéria Pero Varian, H. Microeconomia. Princípios Básicos. Editora Campus (7ª edição), 2003. Análise de Bem-estar A eficiência de Pareto é um objetivo
Teoria dos Jogos. Prof. Maurício Bugarin Eco/UnB. Aula 3 Teoria dos Jogos Maurício Bugarin. Roteiro
Teoria dos Jogos Prof. Maurício Bugarin Eco/UnB Roteiro Introdução: Por que pensar estrategicamente? Exemplos de situações nas quais pensar estrategicamente faz sentido Conceitos básicos de jogos Capítulo
Prof. Marcelo Matos. Aula 24
Teoria Microeconômica I Prof. Marcelo Matos Aula 24 Bens Públicos Varian - cap. 35 Definição / caracterização Não exclusivo não há como excluir consumidor adicional Não rival consumo de um não impossibilita
ÍNDICE. As funções económicas tradicionais do Estado: uma introdução. O peso do Estado na economia APRESENTAÇÃO DA 2ª EDIÇÃO 13 APRESENTAÇÃO 15
ÍNDICE APRESENTAÇÃO DA 2ª EDIÇÃO 13 APRESENTAÇÃO 15 CAPÍTULO 1 As funções económicas tradicionais do Estado: uma introdução 1. A FUNÇÃO AFECTAÇÃO EFICIENTE DOS RECURSOS ECONÓMICOS 20 2. A FUNÇÃO REDISTRIBUIÇÃO
CAPÍTULO 6 * JOGOS NA FORMA ESTRATÉGICA COM INFORMAÇÃO COMPLETA
CAPÍTULO 6 * JOGOS NA FORMA ESTRATÉGICA COM INFORMAÇÃO COMPLETA Objetivos: Definir a forma normal ou estratégica para representação de jogos estáticos com informação completa e desenvolver os conceitos
Teoria dos Jogos. Prof. Maurício Bugarin Eco/UnB 2014-I. Aula 2 Teoria dos Jogos Maurício Bugarin. Roteiro. Horário da disciplina: 14h15 a 15h45
Teoria dos Jogos Prof. Maurício Bugarin Eco/UnB 014-I Roteiro Horário da disciplina: 14h15 a 15h45 Introdução: Por que pensar estrategicamente? Exemplos de situações nas quais pensar estrategicamente faz
O JOGO DAS ELEIÇÕES A C T I V I D A D E S M A T E M Á T I C A S
O JOGO DAS ELEIÇÕES A C T I V I D A D E S M A T E M Á T I C A S ÍNDICE Tabelas de Preferência Transitividade e Eliminação de Candidatos Movimentação das preferências individuais Transitividade Eliminação
Processo Seletivo. 3. Caderno 1 Prova da 2. a Fase. Matemática. 1.º Semestre de Confira seus dados impressos na capa deste caderno.
Processo Seletivo 1.º Semestre de 2011 Processo Seletivo 1.º Semestre de 2011 3. Caderno 1 Prova da 2. a Fase Matemática Confira seus dados impressos na capa deste caderno. A duração da prova é de 2 horas.
A Escolha Racional relações binárias número de relações binárias 2m.p domínio imagem
A Escolha Racional A racionalidade na teoria dos jogos procura perceber como os jogadores (sejam eles indivíduos, empresas, organizações, países etc.) tomam suas decisões em situações de interação estratégica.
Teoria dos Jogos. Prof. Maurício Bugarin Eco/UnB 2016-I. Aula 2 Teoria dos Jogos Maurício Bugarin. Roteiro
Teoria dos Jogos Prof. Maurício Bugarin Eco/UnB 016-I Roteiro Introdução: Por que pensar estrategicamente? Exemplos de situações nas quais pensar estrategicamente faz sentido Conceitos básicos de jogos
1) Considere a matriz abaixo como forma de representar um jogo entre dois jogadores:
TEORIA MICROECONÔMICA III Primeira Lista de Exercícios 2º semestre de 2007 Professor: Antônio Marcos Hoelz Ambrózio Monitor: Christiam Gonzales TODOS OS EXERCÍCIOS DEVEM SER FEITOS. Entregar os Exercícios
Capítulo 5. Bens Públicos
Universidade Federal do Rio Grande do Sul Faculdade de Ciências Econômicas Departamento de Economia Disciplina: Teoria Microeconômica II Autores: Luciano Marchese Silva e Camila Steffens Capítulo 5 Bens
Observação: Responda no mínimo 70% das questões. (**) responda no mínimo duas questões com essa marcação
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - UFRGS FACULDADE DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO MBE- MASTER OF BUSINESS ECONOMICS DISCIPLINA: Comportamento
NOÇÃO INTUITIVA E OPERAÇÕES COM CONJUNTOS
NOÇÃO INTUITIVA E OPERAÇÕES COM CONJUNTOS CONJUNTO: É um conceito primitivo associado à idéia de coleção.. - INDICAÇÃO: Os conjuntos serão, em geral, indicados por letras maiúsculas do alfabeto: A,B,C,...,
Teoria do Consumidor: Preferências e Utilidade
Teoria do Consumidor: Preferências e Utilidade Roberto Guena de Oliveira 22 de fevereiro de 2011 Roberto Guena de Oliveira () Preferências 22 de fevereiro de 2011 1 / 42 Parte I Preferências Roberto Guena
LIÇÕES DE TEORIA DOS JOGOS
LIÇÕES DE TEORIA DOS JOGOS Marilda Antônia de Oliveira Sotomayor e Maurício Soares Bugarin São Paulo, maio de 2007 Livro encaminhado ao CNPq como parte do relatório técnico do Projeto Edital Universal
Combinando jogos simultâneos e seguenciais
Combinando jogos simultâneos e seguenciais Roberto Guena de Oliveira USP 15 de setembro de 2011 Roberto Guena de Oliveira (USP) Combinando 15 de setembro de 2011 1 / 45 Sumário 1 Representações nas formas
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS DISCIPLINA DE TEORIA DOS JOGOS - CURSO DE VERÃO PROF. SABINO PÔRTO JÚNIOR
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS DISCIPLINA DE TEORIA DOS JOGOS - CURSO DE VERÃO PROF. SABINO PÔRTO JÚNIOR MONITOR: GUILHERME RISCO ([email protected])
Jogos Estratégias Mistas
Jogos Estratégias Mistas Redes Sociais e Econômicas Prof. André Vignatti Aula Passada Equilíbrio de Nash ninguém tem incentivo de desviar da estratégia Vários equilíbrios qual será a saída? Jogos de Coordenação
3 - Subespaços Vetoriais
3 - Subespaços Vetoriais Laura Goulart UESB 16 de Agosto de 2018 Laura Goulart (UESB) 3 - Subespaços Vetoriais 16 de Agosto de 2018 1 / 10 Denição Um subespaço vetorial é um subconjunto de um e.v.r. que
3 Breve Introdução à Teoria dos Jogos
3 Breve Introdução à Teoria dos Jogos Teoria dos Jogos é uma ferramenta matemática criada para melhor entender ou interpretar a maneira com que agentes que tomam decisões interagem entre si. Pense num
Aprendizado, minimização do arrependimento e equilíbrio (Learning, Regret Minimization, and Equilibria)
Aprendizado, minimização do arrependimento e equilíbrio (Learning, Regret Minimization, and Equilibria) Victor Alberto Romero Instituto de Matemática e Estatística Universidade de São Paulo Teoria dos
2. A respeito do equilíbrio de Nash, julgue as afirmativas abaixo:
Universidade Federal do Rio Grande do Sul Faculdade de Economia Teoria dos Jogos / 2006 Estágio Docência: Aline Trindade Figueiredo e Mariana Hauer Lista de Exercícios 1 1. Defina Equilíbrio de Nash. Todo
Teoria dos Jogos. Prof. Maurício Bugarin ECO/UnB 2013-I. Aula 7 Teoria dos Jogos Maurício Bugarin. Cap. 2. Jogos Estáticos com Informação Completa
Teoria dos Jogos Prof Maurício Bugarin ECO/UnB 013-I Cap Jogos Estáticos com Informação Completa Roteiro Capítulo Jogos Estáticos com Informação Completa (Cap 1 do livro-texto) 1 A Forma Normal e o Conceito
3 NOÇÕES DE PROBABILIDADE
3 NOÇÕES DE PROILIDDE 3.1 Conjuntos Um conjunto pode ser considerado como uma coleção de objetos chamados elementos do conjunto. Em geral denota-se conjunto por letras maiúsculas,, C,... e a sua representação
INTRODUÇÃO À PESQUISA OPERACIONAL
INTRODUÇÃO À PESQUISA OPERACIONAL ** Decisão com Incerteza Parte 1 ** Profa. Vitória Pureza 2º Semestre Roteiro Critérios de Decisão em Situações de Incerteza Teoria de Utilidade Axiomas de Von Neumann-Morgenstern
MICROECONOMIA 1. Departamento de Economia, Universidade de Brasília Notas de Aula 10 Graduação Prof. José Guilherme de Lara Resende.
MICROECONOMIA 1 Departamento de Economia, Universidade de Brasília 10 Graduação Prof. José Guilherme de Lara Resende 1 Preferência Revelada As preferências das pessoas não são observáveis. O que podemos
Economia para Concursos
Parte 1 Macroeconomia 1 1 As funções econômicas do Estado 3 1.1 Função alocativa 3 1.2 Função distributiva 3 1.3 Função estabilizadora 4 2 Falhas de mercado 4 2.1 Bens públicos 4 2.2 Monopólios naturais
Teoria da Decisão. Modelagem de Preferência. Prof. Lucas S. Batista. lusoba
Teoria da Decisão Modelagem de Preferência Prof. Lucas S. Batista [email protected] www.ppgee.ufmg.br/ lusoba Universidade Federal de Minas Gerais Escola de Engenharia Graduação em Engenharia de Sistemas
Lógica e Raciocínio. Decisão sob Risco Utilidade. Universidade da Madeira. http://dme.uma.pt/edu/ler/
Lógica e Raciocínio Universidade da Madeira http://dme.uma.pt/edu/ler/ Decisão sob Risco Utilidade 1 Valor Monetário Esperado Assumamos que sempre podemos medir o valor das consequencias em termos monetarios
Regras para evitar ciclagem
Regras para evitar ciclagem Marina Andretta ICMC-USP 19 de outubro de 2016 Baseado no livro Introduction to Linear Optimization, de D. Bertsimas e J. N. Tsitsiklis. Marina Andretta (ICMC-USP) sme0211 -
Fundamentos de Teoria dos jogos
Fundamentos de Teoria dos jogos A Teoria dos Jogos é um ramo da matemática aplicada que estuda situações estratégicas em que jogadores escolhem diferentes ações na tentativa de melhorar seu retorno. Na
EAE 5706: Microeconomia II: Teoria dos Jogos
EAE 5706: Microeconomia II: Teoria dos Jogos Aula 3: Jogos Simultâneos: Marcos Y. Nakaguma 14/08/2017 1 Revisão Na aula passada, vimos como representar os jogos nas formas extensiva e normal: e Γ E =fi,x,a,p(),
Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) Microeconomía II CSA-140 Prof. Martin H. Vargas Barrenechea Lista
Questão 1 (Preferências Altruísticas) A persona 1 se importa con sua renda e com a renda da persona 2. Precisamente, o valor que ela coloca sobre sua renda é o mesmo que dá para duas unidades de renda
Teoria do Consumidor: Equilíbrio do Consumidor
Teoria do Consumidor: Equilíbrio do Consumidor Roberto Guena de Oliveira 16 de março de 2012 Roberto Guena de Oliveira () Equilíbrio 16 de março de 2012 1 / 36 Sumário 1 Restrição orçamentária 2 Restrição
ESTA PESQUISA ESTÁ REGISTRADA NA JUSTIÇA ELEITORAL COM OS CÓDIGOS: BR /2018 E RN-01096/2018. Informações Técnicas da Pesquisa Dados
ESTA PESQUISA ESTÁ REGISTRADA NA JUSTIÇA ELEITORAL COM OS CÓDIGOS: BR- 08786/2018 E RN-01096/2018 Informações Técnicas da Pesquisa Dados Gerais Público investigado: eleitores maiores de 16 anos do estado
Teoria dos Jogos Algorítmica
Teoria dos Jogos Algorítmica Objetivos: Apresentar a área de teoria dos jogos algorítmica, introduzindo os conceitos necessários de teoria dos jogos, e discorrendo sobre problemas e resultados da área.
Método Simplex. Marina Andretta ICMC-USP. 19 de outubro de 2016
Método Simplex Marina Andretta ICMC-USP 19 de outubro de 2016 Baseado no livro Introduction to Linear Optimization, de D. Bertsimas e J. N. Tsitsiklis. Marina Andretta (ICMC-USP) sme0211 - Otimização linear
A prova é SEM CONSULTA. Não são permitidas calculadoras ou quaisquer equipamentos eletrônicos. Celulares devem ser desligados e guardados.
ELE2005: Análise Estratégica de Investimentos e de Decisões com Teoria dos Jogos e Jogos de Opções Reais. Primeira Prova 23/10/2007 A prova é SEM CONSULTA. Não são permitidas calculadoras ou quaisquer
Equilíbrio Bayesiano Perfeito
Equilíbrio Bayesiano Perfeito Mas-collel et al. Cap. 9 (p. 282) Microeconomia II PPGEA/UFJF Prof a. Silvinha Vasconcelos 1. Introdução Vimos que o conceito de ENPS não é forte o suficiente para capturar
Aula 20 Teoria dos jogos
Aula 20 Teoria dos jogos Piracicaba, novembro de 2018 Professora Dra. Andréia Adami 12/11/2018 Equipe Microeconomia Aplicada 1 John Von Neumann e Oskar Morgenstein em Theory of Games and Economic Behavior,
Jogo dos Totais 1º e 2º anos
Jogo dos Totais 1º e 2º anos Introdução Esta atividade é uma forma divertida de desenvolver a compreensão sobre quantidades e maneiras de perfazer um total de 10. Nela, os alunos terão a oportunidade de
Varian, H. Microeconomia. Princípios Básicos. Editora Campus (7ª edição), TROCAS. Graduação Curso de Microeconomia I Profa.
Varian, H. Microeconomia. Princípios Básicos. Editora Campus (7ª edição), 003. TROCAS Graduação Curso de Microeconomia I Profa. Valéria Pero Eficiência nas Trocas Diagrama da Caixa de Edgeworth O conjunto
Microeconomia. 8. Teoria dos Jogos. Francisco Lima. 1º ano 2º semestre 2015/2016 Licenciatura em Engenharia e Gestão Industrial
Microeconomia 8. Teoria dos Jogos Francisco Lima 1º ano 2º semestre 2015/2016 Licenciatura em Engenharia e Gestão Industrial Teoria dos Jogos Teoria dos jogos é o estudo de como os agentes se comportam
Medida do Tempo de Execução de um Programa. David Menotti Algoritmos e Estruturas de Dados II DInf UFPR
Medida do Tempo de Execução de um Programa David Menotti Algoritmos e Estruturas de Dados II DInf UFPR Medida do Tempo de Execução de um Programa O projeto de algoritmos é fortemente influenciado pelo
Microeconomia. 8. Teoria dos Jogos. Francisco Lima. 1º ano 2º semestre 2013/2014 Licenciatura em Engenharia e Gestão Industrial
Microeconomia 8. Teoria dos Jogos Francisco Lima 1º ano 2º semestre 2013/2014 Licenciatura em Engenharia e Gestão Industrial Teoria dos Jogos Teoria dos jogos é o estudo de como os agentes se comportam
Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul Bacharelado em Ciência da Computação Algoritmos e Estruturas de Dados II Prof. Fabrício Sérgio de Paula
Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul Bacharelado em Ciência da Computação Algoritmos e Estruturas de Dados II Prof. Fabrício Sérgio de Paula Tópicos Introdução Ordenação por bolha (bubble sort)
Microeconomia II. Cursos de Economia e de Matemática Aplicada à Economia e Gestão
Microeconomia II Cursos de Economia e de Matemática Aplicada à Economia e Gestão AULA 3.1 Introdução à Teoria das Probabilidades e da Preferência pelo Risco Isabel Mendes 2007-2008 18-03-2008 Isabel Mendes/MICRO
Externalidades. Teoria Microeconômica II. Sérgio Almeida. Agosto 2017
Externalidades Sérgio Almeida Teoria Microeconômica II Agosto 2017 Tópico Tipos de externalidade Mecanismos de correção Aplicações Intervenção do Estado na Economia Pergunta: "Quando a intervenção do governo
7 ALOCAÇÃO PELO MÉTODO DO NUCLEOLUS
ALOCAÇÃO PELO MÉTODO NUCLEOLUS 76 7 ALOCAÇÃO PELO MÉTODO DO NUCLEOLUS O quarto método abordado nesta monografia é o método do nucleolus [44]. Este método, diferentemente da alocação por Última Adição,
4.1 Preliminares. No exemplo acima: Dom(R 1 ) = e Im(R 1 ) = Dom(R 2 ) = e Im(R 2 ) = Dom(R 3 ) = e Im(R 3 ) = Diagrama de Venn
4 Relações 4.1 Preliminares Definição 4.1. Sejam A e B conjuntos. Uma relação binária, R, de A em B é um subconjunto de A B. (R A B) Dizemos que a A está relacionado com b B sss (a, b) R. Notação: arb.
