AVALIAÇÃO LABORATORIAL DAS ERITROCITOSES
|
|
|
- Luiz Henrique Correia da Costa
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 1 AVALIAÇÃO LABORATORIAL DAS ERITROCITOSES Paulo César Ciarlini Doutor em Clínica Veterinária pela Universidade Estadual Paulista Professor Adjunto de Laboratório Clínico Veterinário UNESP Araçatuba Contato: Rua Clóvis Pestana, 793 CEP: Araçatuba, SP Tel.:
2 2 2. Avaliação laboratorial das eritrocitoses Considerações fisiopatológicas sobre as eritrocitoses. Em vez de eritrocitose ou eritrocitemia, muito freqüentemente o termo policitemia tem sido erroneamente empregado com significado de aumento do número de eritrócitos circulantes. A policitemia é uma palavra de origem grega [poly- +G. Kytos, célula + haima, sangue] que significa aumento do número de vários tipos de células no sangue. O uso do termo policitemia deve ser restrito aos casos de eritrocitose primária verdadeira (policitemia vera) na qual também se verifica um aumento do número de leucócitos e plaquetas na circulação. De acordo com sua patogenia, as eritrocitoses são classificadas como relativas, se causadas por hemoconcentração (ex: vômitos, diarréias), ou como absolutas se devido a um aumento na produção de eritrócitos (ex: doenças cardio-pulmonares, neoplasias renais). As eritrocitoses absolutas causadas por aumento da produção de eritropoetina são classificadas como secundárias e a causada por uma proliferação eritróide autônoma (sem aumento de eritropoetina) é classificada como primária ou verdadeira (policitemia vera). As pseudo-policitemias (eritrocitoses relativas) causadas por desidratação são as formas mais comuns em animais. Em algumas espécies, o baço armazena grandes quantidades de eritrócitos. Sob a ação da epinefrina, o baço se contrai, promovendo uma eritrocitose devido a liberação de um grande número de eritrócitos para a circulação. Os cavalos, particularmente os de sangue quente, possuem maior quantidade de musculatura lisa no baço, o que torna a eritrocitose por excitação (medo ou esforço muscular vigoroso) mais comum e evidente nesta espécie. As doenças cardíacas e pulmonares crônicas, além das hemoglobinopatias (metahemiglobinopatias) são importantes causas de eritrocitose absoluta devido à má oxigenação que promove um aumento da produção de eritropoetina renal. O ar rarefeito em oxigênio em regiões de grande altitude induz uma maior liberação de eritropoetina e uma conseqüente eritrocitose. Animais com boa oxigenação desenvolvem eritrocitose em casos de doenças renais que aumentam de forma inapropriada a produção de eritropoetina. Fibrossarcomas extra-renais, nasais e pulmonares também causam eritrocitose por maior produção de eritropoetina. A policitemia vera é uma doença mieloproliferativa rara, não associada à hipóxia e aumento de eritropoetina, descrita em cães, gatos e bovinos. A leucocitose e a
3 3 trombocitose comumente observada na policitemia humana, nem sempre ocorre em animais. Na eritrocitose o VG pode alcançar 0,90 l/l, gerando uma hiperviscosidade que prejudica a circulação sangüínea, impede a boa oxigenação dos tecidos e propicia a formação de trombos. Devido a eritrocitose desenvolver-se de maneira gradual, os animais acometidos não exibem sinais clínicos até que os valores de eritrócitos circulantes alcancem valores críticos. Por esta razão, na maioria das vezes, a eritrocitose é diagnosticada de forma casual a partir de exames laboratoriais de rotina Quando suspeitar de uma eritrocitose? Os principais achados clínicos das eritrocitoses são resultantes da hiperviscosidade do sangue e alguns outros estão associados a causas específicas. Hiperemia (mucosas vermelho-brilhantes) com ou sem cianose. Letargia e relutância para andar. Convulsão. Espirro paroxístico. Epistaxe bilateral. Desidratação (Diarréias e vômitos). Esplenomegalia (Policitemia vera). Subdesenvolvimento e murmúrio holossistólico em filhotes (Tetralogia de Fallot). Sons respiratórios ásperos, tosse e dispnéia (Doenças respiratórias). Hematúria que não responde a terapia com antibiótico (Tumores renais). Vários sintomas das eritrocitoses são inespecíficos e apenas são detectados em casos graves. A investigação laboratorial é fundamental para a confirmação das eritrocitoses mais discretas e ou em sua fase inicial, assim como para identificação de sua causa Investigando laboratorialmente uma suspeita de eritrocitose O diagnóstico precoce da eritrocitose evita que a hiperviscosidade do sangue cause no paciente sérios problemas circulatórios, como a má oxigenação dos tecidos e formação de trombos, que podem levá-lo à óbito. São várias as causas de eritrocitoses
4 (Tab.1). Para diferenciá-las, o clínico deve investigar os achados clínico-laboratoriais e às vezes a resposta do paciente a alguns tratamentos. 4 Tabela 1 Classificação das eritrocitoses e suas principais causas em animais domésticos. Relativa Desidratação: Diarréia profusa Vômito intenso Sudorese intensa Hiperventilação devido à hipertermia Baixa ingestão de líquidos Contração esplênica ERITROCITOSE Absoluta Primária (produção de eritropoetina normal): Policitemia vera Secundária (produção de eritropoetina alta): Associada a hipoxemia: Pneumopatia crônica Insuficiência cardíaca crônica Altitudes elevadas (> 2000 metros) Hemoglobinopatias Não associada a hipoxemia: Tumores renais Hidronefrose Nefropatia policística Hiperadrenocorticismo Feocromocitoma Fibrossarcoma nasal e pulmonar Meu paciente sofre de eritrocitose? Confirmar a suspeita de eritrocitose: primeiro passo A determinação do VG é suficiente para se confirmar uma eritrocitose e estimar seu grau, não sendo necessário aumentar os custo do exame determinando-se a concentração de eritrócitos e de hemoglobina no sangue. No momento da colheita da amostra de sangue alguns cuidados devem ser tomados para se evitar falsos valores de VG: Manter o animal em repouso e sem excitação a fim de não estimular uma contração esplênica. Evitar garrotear por muito tempo o vaso a ser puncionado. Suspender tratamentos com andrógenos e fluidos. Confirma-se a eritrocitose quando o valor de VG é superior a 0,60 l/l.
5 Qual o tipo de eritrocitose de meu paciente? Diferenciar a eritrocitose relativa da absoluta: segundo passo Para realizar o diagnóstico diferencial das eritrocitoses, o clínico inicialmente deve confirmar ou excluir uma possível hemoconcentração por desidratação ou contração esplênica do paciente. Na eritrocitose relativa por desidratação, normalmente verifica-se uma hemoconcentração proporcional à elevação da proteína total plasmática (PPT), exceto quando ocorre uma condição concomitante de perda de proteína. Já a eritrocitose relativa por contração esplênica é temporária (poucas horas) e os valores de PPT não se elevam significativamente. O clínico, diante de uma eritrocitose com PPT normal que persiste por mais de algumas horas ou após uma adequada hidratação, pode excluir de seu diagnóstico a contração esplênica e concluir por uma eritrocitose absoluta. A taxa de VG no caso de eritrocitose relativa geralmente não ultrapassa 0,60 l/l Se não há hemoconcentração, qual a causa da eritrocitose? Diferenciando as causas de eritrocitoses absolutas: terceiro passo Diante de valores de VG maiores que 0,60 l/l e uma vez descartada a existência de hemoconcentração, o clínico necessita realizar uma gasometria sangüínea do paciente a fim de se fazer o diagnóstico diferencial das eritrocitoses absolutas. A baixa concentração de oxigênio (Po 2 < 80 mm Hg) no sangue (hipoxemia) indica que a causa da eritrocitose está relacionada com doenças cardio-pulmonares. Para identificação da causa cardiopulmonar de hipoxemia, torna-se necessário complementar a investigação laboratorial com outros exames (clínico, radiográfico e ultra-sonográficos). O clínico deve ter em mente que a eritrocitose absoluta por hipoxemia ocorre também em animais obesos e mantidos em regiões com altitude superiore a 2000 metros acima do nível do mar. Para realizar o diagnóstico diferencial das causas de eritrocitose sem hemoconcentração e hipoxemia, o clínico necessita direcionar primeiro sua investigação no sentido de identificar tumores e cistos renais. Caso os exames radiográficos e ultrasonográficos dos rins não detectem anormalidades, o clínico deve investigar hiperadrenocorticismo ou neoplasias extra-renais como o fibrossarcoma nasal e pulmonar. A determinação de eritropoetina no sangue ou urina é recomendada nos casos de pacientes portadores de eritrocitose sem hemoconcentração, sem hipoxemia e que não apresentem sinais de nefropatias. Entretanto, a determinação dos níveis de eritropoetina animal é um exame de alto custo e realizado apenas em alguns centros de pesquisa. Na policitemia vera os níveis de eritropoetina costumam ser normais ou baixos e o VG geralmente maior que 0,70 l/l. Nos demais casos de eritrocitose absoluta sem hipoxemia,
6 as taxas de eritropoetina são inadequadamente elevadas e o VG não é geralmente superior a 0,70 l/l. 6
7 Roteiro laboratorial racional para o diagnóstico das eritocitoses. ERITROCITOSE? Volume Globular? N Normal Eritrocitose mascarada por hidratação < 0,60 l/l Eritrocitose relativa a PPT? > 0,60 l/l PPT Normal Eritrocitose absoluta b N Po 2 arterial? Contração esplênica Desidratação > 80 mm Hg Doença não cardio-pulmonar < 80 mm Hg Doença cardio-pulmonar Metahemiglobinopatias C Imagem US / UE renal? Alterada N Rim policístico d Neoplasia renal d Eritropoetina? Neoplasia extra-renal d Hiperadrenocorticismo d Hipertiroidismo d N Policitemia vera e N: valor normal; : diminuição; : elevação; PPT: proteína plasmática total; Po 2: pressão parcial de oxigênio; >: maior que; <: menor que; US/UE: ultra-sonografia / urografia excretora; a: responde à fluidoterapia; b: não responde à fluidoterapia; c: Animal apresenta sangue escuro e mucosa cianótica; d: volume globular geralmente entre 0,60 0,70 l/l; e: volume globular geralmente superior a 0,70 l/l.
8 Saiba mais sobre avaliação laboratorial das eritrocitoses. BUSH, B.M. Haematology. Red blood cells. In: Interpretation of laboratory results for small animal clinicans, Blackwell scientific publications, London, 1994, p CAMPBELL, K.L. Diagnosis and management of polycytemia in dog. Compend. Cont. Educ. v.12, p , JAIN, N.C. Evaluation of anemias and polycytemias. In: Essentials of veterinary hematology. Philadelphia, Lea & Febiger, p KERR. M.G. Glóbulos vermelhos (eritrócitos/hemácias). In: Exames laboratoriais em medicina veterinária. Bioquímica clínica e hematologia. 2. ed. ROCA, São Paulo p NELSON, R.W.; COUTO, C.G. Eritrocitose. In: Medicina interna de pequenos animais. 2. ed. Guanabara Koogan, Cap. 86. p THRALL, M.A. et al. Classificação e Diagnóstico de Policitemia. In:.Hematologia e Bioquímica Clínica Veterinária. São Paulo, Roca, p TURNWALD, G.H. Small animal clinical diagnosis by laboratory methods. 2 ed. Philadelphia, W.B. Saunders, p WATSON, A.D.J. Erythrocytosis and polycytemia. In: FELDMAN, B.F.; ZINKL, J.G.; JAIN, N. C. Schalm's Veterinary Hematology. 5. ed. Philadelphia, Lippincott, cap.38, p
DISCIPLINA DE HEMATOLOGIA HEMATÓCRITO
DISCIPLINA DE HEMATOLOGIA HEMATÓCRITO Profª.: Aline Félix HEMATÓCRITO Indica a porcentagem do volume de glóbulos vermelhos presente em uma certa quantidade de sangue. Faz parte de um exame chamado de Hemograma
Programa Analítico de Disciplina VET362 Laboratório Clínico Veterinário
0 Programa Analítico de Disciplina Departamento de Veterinária - Centro de Ciências Biológicas e da Saúde Número de créditos: Teóricas Práticas Total Duração em semanas: 5 Carga horária semanal Períodos
UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS CAMPUS JATAÍ UNIDADE JATOBÁ. Carga Horária Total Carga Horária Semestral Ano Letivo 48 hs Teórica: 32 Prática:
UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS CAMPUS JATAÍ UNIDADE JATOBÁ 1- DADOS DE IDENTIFICAÇÃO CURSO: MEDICINA VETERINÁRIA DISCIPLINA: LABORATÓRIO CLÍNICO VETERINÁRIO DEPARTAMENTO: CAMPUS JATAÍ PRÉ-REQUISITO: disciplina
AVALIAÇÃO LABORATORIAL DAS ANEMIAS: ASPECTOS FISIOPATOLÓGICOS
1 AVALIAÇÃO LABORATORIAL DAS ANEMIAS: ASPECTOS FISIOPATOLÓGICOS Paulo César Ciarlini Doutor em Clínica Veterinária pela Universidade Estadual Paulista Professor Adjunto de Laboratório Clínico Veterinário
[ERLICHIOSE CANINA]
[ERLICHIOSE CANINA] 2 Erlichiose Canina A Erlichiose Canina é uma hemoparasitose causada pela bactéria Erlichia sp. Essa bactéria parasita, geralmente, os glóbulos brancos (neste caso, Erlichia canis)
PLANO DE ENSINO Ficha nº 1 (permanente) EMENTA
PLANO DE ENSINO Ficha nº 1 (permanente) Departamento: Medicina Veterinária Setor: Ciências Agrárias Disciplina: Patologia Clínica Veterinária Código: AV 062 Natureza: Semestral Obrigatória Número de Créditos:
Universidade Federal do Paraná. Treinamento em Serviço em Medicina Veterinária. Laboratório de Patologia Clínica Veterinária
Universidade Federal do Paraná Treinamento em Serviço em Medicina Veterinária Laboratório de Patologia Clínica Veterinária Hospital Veterinário UFPR Marília de Oliveira Koch Título: SINAIS CLÍNICOS E ALTERAÇÕES
POLICITEMIA E ERITROCITOSE EM ANIMAIS DOMÉSTICOS REVISÃO DE LITERATURA
POLICITEMIA E ERITROCITOSE EM ANIMAIS DOMÉSTICOS REVISÃO DE LITERATURA SOTO, Juan Carlos Herbst OLIVEIRA, Richard Guimarães de MENEGUETI, Valéria Carvalho Discentes do Curso de Medicina Veterinária da
03/08/2016. Patologia Clínica e Análises Laboratoriais Prof. Me. Diogo Gaubeur de Camargo
2 3 4 5 6 Patologia Clínica e Análises Laboratoriais Prof. Me. Diogo Gaubeur de Camargo Especialidade médica Exames complementares Análise: Sangue; Urina; Líquor; Liquído peritoneal; Etc... Hematologia
PRINCIPAIS SINDROMES PARANEOPLÁSICAS HEMATOLÓGICAS DE CÃES COM LINFOMA MAIN PARANEOPLASTIC HEMATOLOGICAL SYNDROMES OF DOGS WITH LYMPHOMA
PRINCIPAIS SINDROMES PARANEOPLÁSICAS HEMATOLÓGICAS DE CÃES COM LINFOMA MAIN PARANEOPLASTIC HEMATOLOGICAL SYNDROMES OF DOGS WITH LYMPHOMA Agrício Moreira DANTAS NETO¹*; Melania Loureiro MARINHO²; Evilda
Equilíbrio ácido-básico. Monitor: Tarcísio Alves Teixeira Professor: Guilherme Soares Fisiologia Veterinária / MFL / IB / UFF
Equilíbrio ácido-básico Monitor: Tarcísio Alves Teixeira Professor: Guilherme Soares Fisiologia Veterinária / MFL / IB / UFF O que são Ácidos e Bases Ácido: substância que, em solução, é capaz de doar
INSUFICIÊNCIA RESPIRATÓRIA
Clínica Médica e Cirúrgica I INSUFICIÊNCIA RESPIRATÓRIA João Adriano de Barros Disciplina de Pneumologia Universidade Federal do Paraná Objetivos da Aula... Importância da IRA devido a sua alta mortalidade
Programa Analítico de Disciplina VET171 Semiologia Veterinária
0 Programa Analítico de Disciplina Departamento de Veterinária - Centro de Ciências Biológicas e da Saúde Número de créditos: Teóricas Práticas Total Duração em semanas: 15 Carga horária semanal Períodos
Campus Universitário s/n Caixa Postal 354 CEP Universidade Federal de Pelotas.
ESTUDO RETROSPECTIVO DAS NEOPLASIAS PULMONARES DIAGNOSTICADAS NO SETOR DE RADIODIAGNÓSTICO DO HCV-UFPel NO PERÍODO DE FEVEREIRO DE 2003 A AGOSTO DE 2006. XAVIER 1 *, Fernanda da Silva; SPADER 1, Melissa
LEUCEMIA LINFOCÍTICA CRÔNICA EM CANINO RELATO DE CASO CHRONIC LYMPHOCITIC LEUKEMIA IN DOG CASE REPORT
LEUCEMIA LINFOCÍTICA CRÔNICA EM CANINO RELATO DE CASO CHRONIC LYMPHOCITIC LEUKEMIA IN DOG CASE REPORT Viviane Mota dos Santos MORETTO¹, Jéssica Iglesias de SOUZA², Aline MAGALHÃES¹, Darlan Henrique CANEI¹,
Avaliação Nutricional - Profa. Raquel Simões
IEL - hematologia Profa. Raquel 1 S 2 1 3 Componentes do sangue Plasma - Água - Íons - Proteinas - Carboidratos - Gorduras - Vitaminas - Hormônios -Enzimas Células - Células vermelhas (Eritrócitos) - Células
Fisiologia Aviária. - Cardiovascular - Respiratória. Departamento de Zootecnia Laboratório de Avicultura - LAVIC. Universidade Federal de Santa Maria
www.ufsm.br/lavic [email protected] Rodrigo Uttpatel - Cardiovascular - Respiratória Fisiologia Aviária Universidade Federal de Santa Maria Departamento de Zootecnia Laboratório de Avicultura - LAVIC
Parte I ABORDAGEM LABORATORIAL DAS ANEMIAS DOS ANIMAIS DOMÉSTICOS CIARLINI, PC LCV - FMVA. Prof. Adjunto Paulo César C
ABORDAGEM LABORATORIAL DAS ANEMIAS DOS ANIMAIS DOMÉSTICOS Parte I Prof. Adjunto Paulo César C Ciarlini LCV UNESP Araçatuba atuba [email protected] HEMATOPOESE FETAL (Tiedemann & Ooyen, 1978) Saco
Programa Analítico de Disciplina VET375 Clínica Médica de Cães e Gatos
Catálogo de Graduação 016 da UFV 0 Programa Analítico de Disciplina Departamento de Veterinária - Centro de Ciências Biológicas e da Saúde Número de créditos: 6 Teóricas Práticas Total Duração em semanas:
INSUFICIÊNCIA RENAL AGUDA EM GATOS
INSUFICIÊNCIA RENAL AGUDA EM GATOS Rafael Fighera Laboratório de Patologia Veterinária Hospital Veterinário Universitário Universidade Federal de Santa Maria Definição da síndrome Insuficiência renal Insuficiência
Faculdade de Medicina. Bioquímica I
Faculdade de Medicina Bioquímica I Aprofundar conhecimentos acerca da composição química do sangue Determinar o Hematócrito INTRODUÇÃO O sangue é constituído por plasma e células sanguíneas, de entre as
DOENÇA DO RIM POLICÍSTICO EM FELINO- RELATO DE CASO 1
DOENÇA DO RIM POLICÍSTICO EM FELINO- RELATO DE CASO 1 Bruna Carolina Ulsenheimer 2, Simoní Janaína Ziegler 3, Luciane Ribeiro Viana Martins 4, Cristiane Elise Teichmann 5, Luciana Mori Viero 6, Cristiane
Branco Azul Amarelo Questão nº Teor da reclamação A maioria dos candidatos argumenta que a alínea onde se refere que Análise
Questão nº 4 24 84 Teor da reclamação A maioria dos candidatos argumenta que a alínea onde se refere que apenas raros doentes com talassémia desenvolvem deficiências endócrinas deve ser considerada verdadeira
Reconhecendo os agravos clínicos em urgência e emergência. Prof.º Enfº. Diógenes Trevizan
Reconhecendo os agravos clínicos em urgência e emergência Prof.º Enfº. Diógenes Trevizan Cuidando do cliente com agravos respiratórios em urgência e emergência Introdução Em atenção às urgências, a insuficiência
Profª Allana dos Reis Corrêa Enfermeira SAMU BH Mestranda em Enfermagem UFMG
Gasometria Arterial Profª Allana dos Reis Corrêa Enfermeira SAMU BH Mestranda em Enfermagem UFMG Gasometria arterial Por quê a Gasometria se temos o Oxímetro de pulso e Capnógrafo? Gasometria Arterial
ESPECIALIZAÇÃO EM HEMATOLOGIA E BANCO DE SANGUE. Aulas Teóricas: On Line Práticas: Presenciais
ESPECIALIZAÇÃO EM HEMATOLOGIA E BANCO DE SANGUE Aulas Teóricas: On Line Práticas: Presenciais Início: 21/05/2016 Término: 23/09/2017 PROGRAMAÇÃO DO CURSO 1ª AULA PRESENÇA OBRIGATÓRIA (P) 21 e 22 de maio
TETRALOGIA DE FALLOT TETRALOGY OF FALLOT. Ivan Carlos da SILVA JUNIOR
TETRALOGIA DE FALLOT TETRALOGY OF FALLOT Ivan Carlos da SILVA JUNIOR Estudante de Medicina Veterinária da Universidade Paulista - UNIP, Bauru, São Paulo, Brasil. Natalia Sayuri Hotta MUNHOZ Estudante de
Exercícios de Aprofundamento Biologia Trocas Gasosas
1. (Unesp 2014) Os gráficos representam a concentração de três gases no sangue assim que passam pelos alvéolos pulmonares. É correto afirmar que os gráficos que representam as concentrações dos gases O
ENFERMAGEM DOENÇAS INFECCIOSAS E PARASITÁRIAS. DENGUE Aula 3. Profª. Tatiane da Silva Campos
ENFERMAGEM DOENÇAS INFECCIOSAS E PARASITÁRIAS DENGUE Aula 3 Profª. Tatiane da Silva Campos Diagnóstico: Anamnese; Exame clinico; Diagnóstico Diferencial Dengue clássica: principais doenças a serem consideradas
REVISTA CIENTÍFICA ELETRÔNICA DE MEDICINA VETERINÁRIA ISSN: Ano X Número 19 Julho de 2012 Periódicos Semestral
ASSOCIAÇÃO DOS ÍNDICES DE FIBRINOGÊNIO E CONTAGEM DE LEUCÓCITOS: AUXILIO DE DIAGNÓSTICO EM CÃES INDEX ASSOCIATION OF FIBRINOGEN AND LEUKOCYTE COUNT: DIAGNOSTIC AID FOR DOGS MEINERZ, Ana Raquel Mano Professora
Alterações do equilíbrio hídrico Alterações do equilíbrio hídrico Desidratação Regulação do volume hídrico
Regulação do volume hídrico Alteração do equilíbrio hídrico em que a perda de líquidos do organismo é maior que o líquido ingerido Diminuição do volume sanguíneo Alterações do equilíbrio Hídrico 1. Consumo
Urgência e Emergência
Urgência e Emergência CHOQUE Choque Um estado de extrema gravidade que coloca em risco a vida do paciente. Dica: Em TODOS os tipos de choques ocorre a queda da pressão arterial e, consequentemente, um
PATOLOGIA DO SISTEMA CARDIOVASCULAR
PATOLOGIA DO SISTEMA CARDIOVASCULAR Prof. Rafael Fighera Serviço de Consultoria Diagnóstica Veterinária Laboratório de Patologia Veterinária Hospital Veterinário Universitário Universidade Federal de Santa
HIPERADRENOCORTICISMO CANINO ADRENAL- DEPENDENTE ASSOCIADO A DIABETES MELLITUS EM CÃO - RELATO DE CASO
1 HIPERADRENOCORTICISMO CANINO ADRENAL- DEPENDENTE ASSOCIADO A DIABETES MELLITUS EM CÃO - RELATO DE CASO ADRENAL-DEPENDENT HYPERADRENOCORTICISM ASSOCIATED WITH DIABETES MELLITUS IN DOG - CASE REPORT 1-
PATOLOGIA DO SISTEMA CARDIOVASCULAR
PATOLOGIA DO SISTEMA CARDIOVASCULAR Prof. Rafael Fighera Serviço de Consultoria Diagnóstica Veterinária Laboratório de Patologia Veterinária Hospital Veterinário Universitário Universidade Federal de Santa
O Cancro - Aspectos gerais O termo Cancro é aplicado e utilizado genericamente para identificar um vasto conjunto de doenças que são os tumores malign
presentes na Leucemia Daniela Bessa O Cancro - Aspectos gerais O termo Cancro é aplicado e utilizado genericamente para identificar um vasto conjunto de doenças que são os tumores malignos, também designamos
HEMANGIOSSARCOMA ESPLÊNICO EM CÃO: RELATO DE CASO
HEMANGIOSSARCOMA ESPLÊNICO EM CÃO: RELATO DE CASO MACHADO, Rodrigo 1 ; LAMB, Luciana¹; LUNARDI, Gabriele¹; PALMA, Heloísa. 2 Universidade de Cruz Alta - UNICRUZ, Campus, Cruz Alta, RS. e-mail: [email protected]
Sistema Circulatório. Sistema Circulatório Apresentação: Luciana Ramalho 2017
Sistema Circulatório Sistema Circulatório Apresentação: Luciana Ramalho 2017 Funções do sangue Transporte de gases respiratórios; Transporte de nutrientes; Remoção de produtos metabólicos (excretas); Distribuição
Esplenomegalia, com acentuada leucocitose, em decorrência de piometra
Esplenomegalia, com acentuada leucocitose, em decorrência de piometra Autor(es): Apresentador: Orientador: Revisor 1: Revisor 2: Instituição: FERREIRA, Lílian das Neves; SOUZA, Juliana Graciela Machado;
ENFERMAGEM. DOENÇAS HEMATOLÓGICAS Parte 1. Profª. Tatiane da Silva Campos
ENFERMAGEM DOENÇAS HEMATOLÓGICAS Parte 1 Profª. Tatiane da Silva Campos Composição do Sangue: Doenças Hematológicas Plasma = parte liquida; 55% sangue; é constituído por 90% de água, sais minerais, proteínas
Febre maculosa febre carrapato
A febre maculosa, também conhecida como febre do carrapato é uma doença infecciosa aguda causada pela bactéria Rickettsia rickettsii, que é intracelular obrigatória e tem como vetor biológico o carrapato
INFLUÊNCIA DO TEMPO DE ARMAZENAMENTO DA AMOSTRA SOBRE OS PARÂMETROS HEMATOLÓGICOS DE CÃES
INFLUÊNCIA DO TEMPO DE ARMAZENAMENTO DA AMOSTRA SOBRE OS PARÂMETROS HEMATOLÓGICOS DE CÃES Liamara A. LEIDENTZ, Daiane LAZAROTTO. Orientador: Wanderson A. B. Pereira. Introdução O hemograma é um dos exames
ALCALOSES 1. Introdução HA H + +A -.
ALCALOSES 1 Introdução Acidose e alcalose referem-se aos mecanismos fisiopatológicos que causam acúmulo de ácido ou base no organismo. Os termos acidemia e alcalemia referem-se ao ph no fluido extracelular.
IMPORTÂNCIA DO FIBRINOGÊNIO PLASMÁTICO NA IDENTIFICAÇÃO DE PROCESSOS INFLAMATÓRIOS DE CÃES
31 Artigo Científico IMPORTÂNCIA DO FIBRINOGÊNIO PLASMÁTICO NA IDENTIFICAÇÃO DE PROCESSOS INFLAMATÓRIOS DE CÃES Juliana Falcato VECINA 1 *, Renata Formaggio PATRÍCIO 2, Paulo César CIARLINI 3 Realizou-se
Imagem da Semana: Ressonância nuclear magnética
Imagem da Semana: Ressonância nuclear magnética Imagem 01. Ressonância Margnética do Abdomen Imagem 02. Angiorressonância Abdominal Paciente masculino, 54 anos, obeso, assintomático, em acompanhamento
Biologia. etor 1403 Aulas 39 à 42. Prof. Rafa
Biologia etor 1403 Aulas 39 à 42 Prof. Rafa Sistema Circulatório (SC) Função: transporte e distribuição de substâncias SANGUE : tecido conjuntivo, com funções de transporte (nutrientes, gases, excretas,
CRISE HIPOXÊMICA. Maria Regina da Rocha Corrêa
CRISE HIPOXÊMICA Maria Regina da Rocha Corrêa Crise Hipoxêmica Introdução Fisiopatologia Quadro clínico Fatores Precipitantes Tratamento Crise Hipoxêmica Cardiopatia Cianótica crise hipoxêmica Tratamento
NOVOS CONCEITOS NA MEDICINAL TRANSFUSIONAL DE CÃES E GATOS MARCIO MOREIRA SANIMVET UNVERSIDADE ANHEMBI MORUMBI
NOVOS CONCEITOS NA MEDICINAL TRANSFUSIONAL DE CÃES E GATOS MARCIO MOREIRA SANIMVET UNVERSIDADE ANHEMBI MORUMBI EVOLUÇÃO DA MEDICINA TRANSFUSIONAL NA VETERINÁRIA QUAL A MELHOR TRANSFUSÃO A SER REALIZADA?
Exercício Físico em altitudes. Prof a. Dr a. Bruna Oneda
Exercício Físico em altitudes elevadas Prof a. Dr a. Bruna Oneda Altitude Elevada Menor disponibilidade de oxigênio; Alterações fisiológicas para garantir oxigênio em todos os tecidos Treinamento em altitude
18/08/2016. Anemia e Policitemia Prof. Me. Diogo Gaubeur de Camargo
1 Anemia e Policitemia Prof. Me. Diogo Gaubeur de Camargo 2 3 4 5 Principais achados clínicos Mucosas pálidas Fraqueza e apatia Taquicardia Sopro sistólico Polipnéia Hipersensibilidade ao frio Choque (perda
SEPSE MATERNA SINAIS PRECOCES DE INFECÇÃO
ATENÇÃO ÀS MULHERES SEPSE MATERNA SINAIS PRECOCES DE INFECÇÃO Se uma infecção materna não for reconhecida precocemente e tratada oportunamente pode progredir para choque e morte. Tópicos abordados nessa
BOTULISMO EM CÃES - RELATO DE CASO
BOTULISMO EM CÃES - RELATO DE CASO SALVARANI, Renata de Sá ALVES, Maria Luiza SUZUKI, Érika Yuri Discentes da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia - FAMED - Garça - São Paulo ZAPPA, Vanessa Docente
INSUFICIÊNCIA HEPÁTICA AGUDA EM GATOS
INSUFICIÊNCIA HEPÁTICA AGUDA EM GATOS Rafael Fighera Laboratório de Patologia Veterinária Hospital Veterinário Universitário Universidade Federal de Santa Maria SUSPEITANDO DE INSUFICIÊNCIA HEPÁTICA AGUDA
AVALIAÇÃO LABORATORIAL DAS ALTERAÇÕES LEUCOCITÁRIAS PARTE II
AVALIAÇÃO LABORATORIAL DAS ALTERAÇÕES LEUCOCITÁRIAS PARTE II 1 Paulo César Ciarlini Doutor em Clínica Veterinária pela Universidade Estadual Paulista Professor Adjunto de Laboratório Clínico Veterinário
MANEJO DOS CASOS SUSPEITOS E CONFIRMADOS DE INFLUENZA NO HIAE E UNIDADES
MANEJO DOS CASOS SUSPEITOS E CONFIRMADOS DE INFLUENZA NO HIAE E UNIDADES AVANÇADAS Maio de 2013 Serviço de Controle de Infecção Hospitalar Conteúdo Definições atualmente utilizadas Diagnóstico Tratamento
INSUFICIÊNCIA HEPÁTICA CRÔNICA EM GATOS
INSUFICIÊNCIA HEPÁTICA CRÔNICA EM GATOS Rafael Fighera Laboratório de Patologia Veterinária Hospital Veterinário Universitário Universidade Federal de Santa Maria SUSPEITANDO DE INSUFICIÊNCIA HEPÁTICA
PDF created with pdffactory Pro trial version Sistema Circulatório
Sistema Circulatório Função Transporte de gases Transporte de nutrientes Transporte de resíduos Transporte de hormônios Transporte de calor Transporte de anticorpos e células de defesa Coagulação sanguínea
AVALIAÇÂO DO HEMATÓCRITO E DA PROTEÍNA PLASMÁTICA EM SANGUES HEMODILUÍDOS
AVALIAÇÂO DO HEMATÓCRITO E DA PROTEÍNA PLASMÁTICA EM SANGUES HEMODILUÍDOS GOMES, Keila R. SANTOS, Michelli Gonçalves C. FRANCO, Débora Fernandes PIRES, Rosemeire Batista Alunas do Curso de Medicina Veterinária
PROVA DE BIOLOGIA 3 o TRIMESTRE DE 2015
PROVA DE BIOLOGIA 3 o TRIMESTRE DE 2015 PROFa. FLÁVIA CARLETE NOME Nº 8º ANO A prova deve ser feita com caneta azul ou preta. É terminantemente proibido o uso de corretor. Respostas com corretor serão
Funções: Constituição: Distribuição nutrientes e oxigénio; Eliminação dióxido de carbono; Transporte hormonas; Manutenção temperatura corporal e ph;
Funções: Distribuição nutrientes e oxigénio; Eliminação dióxido de carbono; Transporte hormonas; Manutenção temperatura corporal e ph; Prevenção desidratação e infeções; Constituição: Coração + vasos sanguíneos
Guia para a Hemovigilância no Brasil ANVISA Profª. Fernanda Barboza
Guia para a Hemovigilância no Brasil ANVISA 2015 Profª. Fernanda Barboza Hemovigilância Um conjunto de procedimentos de vigilância que abrange todo o ciclo do sangue, com o objetivo de obter e disponibilizar
O Hemograma. Hemograma: Interpretação clínica e laboratorial do exame. NAC Núcleo de Aprimoramento Científico Jéssica Louise Benelli
Hemograma: Interpretação clínica e laboratorial do exame. NAC Núcleo de Aprimoramento Científico Jéssica Louise Benelli O que é? Faillace e cols., disse que o Hemograma é a hematologia ; Hematologia é
Leucemias Agudas: 2. Anemia: na leucemia há sempre anemia, então esperamos encontrar valores diminuídos de hemoglobina, hematócrito e eritrócitos.
Leucemias Agudas: Leucemias são disfunções graves da hematopoese, consideradas neoplasias hematológicas, que resultam em grandes alterações na composição do sangue. Na maioria das leucemias, todo o hemograma
Trauma. Primeiros Socorros. Trauma. Trauma. Trauma. Trauma. Conceito. Objetivos: Classificação Mecanismos. Mecanismos. Energia
Primeiros Socorros Objetivos: Conceito Acontecimentos não previstos e indesejáveis que, de forma mais ou menos violenta, atingem indivíduos neles envolvidos, produzindo-lhes alguma forma de lesão ou dano.
A Bioquímica Da Célula. Alternar entre páginas 0/1 Página Anterior Próxima página
A Bioquímica Da Célula Alternar entre páginas 0/1 Página Anterior Próxima página A importância da água em nossa vida A água é indispensável para o nosso planeta. Foi através dela que surgiram as primeiras
LEISHMANIOSE CANINA (continuação...)
LEISHMANIOSE CANINA (continuação...) Prof. Rafael Fighera Laboratório de Patologia Veterinária Hospital Veterinário Universitário Universidade Federal de Santa Maria CRITÉRIOS CLÍNICOS PARA SUSPEITA DE
Aula 05 DIABETES MELLITUS (DM) Definição CLASSIFICAÇÃO DA DIABETES. Diabetes Mellitus Tipo I
Aula 05 DIABETES MELLITUS (DM) Definição O diabetes surge de um distúrbio na produção ou na utilização da insulina por isso é considerado um distúrbio endócrino provocado pela falta de produção ou de ação
INTRODUÇÃO AO LINFOMA EM GATOS
INTRODUÇÃO AO LINFOMA EM GATOS Rafael Fighera Laboratório de Patologia Veterinária Hospital Veterinário Universitário Universidade Federal de Santa Maria Linfoma em gatos (sinônimos) Linfoma Século XXI
UNISALESIANO. Profª Tatiani
UNISALESIANO Profª Tatiani CARACTERÍSTICAS FÍSICO- QUÍMICAS DO SANGUE O sangue constitui o líquido corporal que se encontra dentro dos vasos sanguíneos e que através do sistema circulatório participa da
Drogas que atuam no sistema cardiovascular, respiratório e urinário
Drogas que atuam no sistema cardiovascular, respiratório e urinário Drogas que atuam no sistema cardiovascular As principais classes terapêuticas: 1. Antihipertensivos 2. Antiarrítmicos 3. Antianginosos
PROBLEMAS NUTRICIONAIS EM CÃES E GATOS OBESIDADE VISÃO GERAL
PROBLEMAS NUTRICIONAIS EM CÃES E GATOS OBESIDADE VISÃO GERAL Prof. Roberto de Andrade Bordin DMV, M.Sc. Setor de Nutrição e Metabolismo Animal Medicina Veterinária Universidade Anhembi Morumbi São Paulo,
SISTEMA CARDIOVASCULAR. Prof. Jair
SISTEMA CARDIOVASCULAR Prof. Jair FUNÇÕES Transporte de gases dos pulmões aos tecidos e dos tecidos aos pulmões Transporte dos nutrientes das vias digestivas aos tecidos Transporte de toxinas Distribuição
MEDICAMENTOS QUE ATUAM NO SISTEMA CIRCULATÓRIO
MEDICAMENTOS QUE ATUAM NO SISTEMA CIRCULATÓRIO SISTEMA CIRCULATORIO - CORAÇÃO, - VASOS SANGUINEOS - SANGUE 1 DROGAS DO SISTEMA CARDIOVASCULAR - ANTIARRÍTMICOS - VASODILATADORES - CARDIOTÔNICOS - ANTI-HIPERTENSIVOS
Alterações Circulatórias Trombose, Embolia, Isquemia, Infarto e Arterosclerose
Alterações Circulatórias Trombose, Embolia, Isquemia, Infarto e Arterosclerose PhD Tópicos da Aula A. Patologias vasculares B. Patologias circulatórias C. Arterosclerose 2 Patogenia Trombose A. Patologias
Fluidoterapia. Vias de Administração. Fluidoterapia. Fluidoterapia. Fluidoterapia. Fluidoterapia. Enteral Via oral Via intra retal
Vias de Administração Enteral Via oral Via intra retal Parenteral Via Subcutânea Via Intramuscular Via endovenosa Via Intra Óssea Via Intra Cardíaca Via Intra Traqueal Via Epidural Via Subaracnóidea Via
Sepse Professor Neto Paixão
ARTIGO Sepse Olá guerreiros concurseiros. Neste artigo vamos relembrar pontos importantes sobre sepse. Irá encontrar de forma rápida e sucinta os aspectos que você irá precisar para gabaritar qualquer
Objetivos da Respiração. Prover oxigênio aos tecidos Remover o dióxido de carbono
Anatomia e Fisiologia pulmonar Objetivos da Respiração Prover oxigênio aos tecidos Remover o dióxido de carbono PatologiasRespiratórias Mais Comuns Patologias Respiratórias Mais Comuns Insuficiência Respiratória
1/100. Residência /1 PROCESSO SELETIVO DOS PROGRAMAS DE RESIDÊNCIA EM ÁREA PROFISSIONAL DE 2ª FASE: PROFISSÃO 7: MEDICINA ANATOMIA PATOLÓGICA
1/100 1 1/1 Residência 2019 2ª Fase Prova Dissertativa P2 (30/09/2018) QRRSTQUVWQ XYZ[\]^_`[\^a G! "#$%&' Š Œ ŽÇ Œ Á Ž Ž Ž Ž xyz{ }y ~ {~ x{ƒ z { yˆ{ {y ƒ xy z PROCESSO SELETIVO DOS PROGRAMAS DE RESIDÊNCIA
ENFERMAGEM DOENÇAS INFECCIOSAS E PARASITÁRIAS. OUTRAS DOENÇAS INFECCIOSAS E PARASITÁRIAS Aula 4. Profª. Tatiane da Silva Campos
ENFERMAGEM DOENÇAS INFECCIOSAS E PARASITÁRIAS Aula 4 Profª. Tatiane da Silva Campos Caxumba = Parotidite Infecciosa aguda, caracterizada por febre e aumento de volume de uma ou mais glândulas salivares,
TÍTULO: OS MARCADORES BIOQUÍMICOS NO DIAGNÓSTICO DO INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS
TÍTULO: OS MARCADORES BIOQUÍMICOS NO DIAGNÓSTICO DO INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: BIOMEDICINA INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES
