A Rota do Românico do Vale do Sousa

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A Rota do Românico do Vale do Sousa"

Transcrição

1 DVD Promocional A Rota do Românico do Vale do Sousa Trabalho de Pós-Graduação Autor: Gorete Babo

2 INDICE Introdução 1 Enquadramento 2 Análise da Situação 7 Objectivos 9 Segmentação e Posicionamento 9 O Marketing-mix 11 Implementação e Controlo 19 Conclusão 21 Bibliografia 22 Anexos 23

3 INTRODUÇÃO O património cultural tem vindo a ocupar lugar de destaque nas motivações dos viajantes, sobretudo ao nível do espaço europeu. As visitas aos grandes monumentos, que constituem em cada destino, a expressão maior da história e do saber artístico, começam a ser preteridas pela curiosidade e vontade de contactos com realidades diversificadas, fora dos grandes centros de atracção turística. Esta realidade levou à consciencialização dos responsáveis pela promoção dos destinos para a necessidade de se fazer face a tamanho desafio. O reconhecimento do papel que podem desempenhar os bens culturais, de interesse histórico, arqueológico e arquitectónico no incremento do turismo de qualidade e consequentemente a abertura de janelas de oportunidades para o desenvolvimento de actividades económicas, para a criação de emprego e para a melhoria da qualidade de vida das populações, foram razões de peso que levaram a VALSOUSA Associação de Municípios do Vale do Sousa, com o apoio da CCDRN Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte e demais entidades da região a decidir pela dinamização turística e cultural da Rota do Românico no Vale do Sousa. É neste pano de fundo que surge o projecto da Rota do Românico do Vale do Sousa visando a valorização integral do património arquitectónico e artístico deste espaço geográfico, de origem românica, através de intervenções de conservação e salvaguarda, bem como pelo incremento de um Plano de Dinamização, Promoção e Animação desta Rota. Estamos indubitavelmente perante um projecto relevante para o desenvolvimento turístico nesta área de transição do Baixo Minho para as Terras do Paiva, uma vez que a este se poderá associar a expansão do Turismo Cultural e do Touring, para além de permitir um potencial de articulação com o Turismo de Negócios e Actividades Profissionais e com o Turismo em Espaço Rural. (DHV FBO - Consultores, S.A., PLANO DE ACÇÃO PARA A IMPLEMENTAÇÃO E DINAMIZAÇÃO TURÍSTICA E CULTURAL DA ROTA DO ROMÂNICO DO VALE DO SOUSA, I Parte Enquadramento e Estruturação da Rota Românico do Vale do Sousa (Relatório Final) - Tomo I - Análise e Enquadramento do Turismo Cultural, Diagnóstico e Caracterização do Vale do Sousa, 10 e 11 p.) Seguindo a mesma linha de pensamento do texto utilizado para introduzir o trabalho e porque sou da opinião que o turismo cultural será a curto prazo um dos segmentos mais importantes da industria turística, não podia perder a oportunidade de fazer uma pósgraduação nesta área. Como uma formação deste tipo implica a elaboração de um trabalho final, propus-me a fazer um DVD promocional da Rota do Românico do Vale do Sousa. O tema do trabalho é A Rota do Românico do Vale do Sousa e pretende ajudar a criar e a promover a imagem do Vale do Sousa como um destino de turismo cultural. Este trabalho destina-se não só aos consumidores do turismo cultural mas também à comunidade docente e aos alunos do 2º e 3.º ciclo do ensino básico, aos Homens de negócio e a sua família e a pessoas que procuram novas experiências e novos conhecimentos. Cumpre-me ainda agradecer ao Manuel Madureira pela sua colaboração na concretização deste projecto.

4 1. ENQUADRAMENTO 1.1. APRESENTAÇÃO GERAL DA ROTA DO ROMÂNICO DO VALE DO SOUSA A Rota estrutura-se em dois percursos que combinam os 21 objectos patrimoniais identificados (19 propostos inicialmente, sob definição do IPPAR; 2 propostos pela equipa técnica deste estudo, excluindo um terceiro a Capela de Gradim de Idães - para o qual se apreciou a viabilidade de inserção), abrangendo os seis concelhos que integram a Associação de Municípios do Vale do Sousa (que será Comunidade Urbana num futuro próximo). Todavia, o objectivo de garantir uma matriz alargada de públicos alvo desta Rota Temática, levou à diferenciação de três tipos específicos de Percursos na sua estruturação, que poderão ser fruídos (e comercializados) como modelos alternativos de visitas ou estadias no Vale do Sousa, ancorados no património românico. Os dois conjuntos de objectos patrimoniais referidos, aos quais está ancorada a Rota do Românico, são os seguintes, ordenados segundo uma ordem alfabética dos municípios onde se localizam: Igreja do Mosteiro de Pombeiro de Ribavizela (Felgueiras) Igreja de S. Salvador de Unhão (Felgueiras) Igreja de S. Vicente de Sousa (Felgueiras) Igreja de Santa Maria de Meinedo (Lousada) Torre de Vilar (Lousada) Igreja de S. Pedro de Ferreira (Paços de Ferreira) Igreja de S. Pedro de Cete (Paredes) Igreja de S. Salvador de Paço de Sousa (Penafiel) Igreja de S. Gens de Boelhe (Penafiel) Igreja de S. Miguel de Gândara / Cabeça Santa (Penafiel) Igreja de S. Pedro de Abragão (Penafiel) EIXO COMPLEMENTAR (DEZ OBJECTOS PATRIMONIAIS) 2

5 Monumento Funerários do Sobrado (Marmoiral) (Castelo de Paiva) Igreja de Santa Maria de Airães (Felgueiras) Igreja Velha de S. Mamede de Vila Verde (Felgueiras) Igreja do Salvador de Aveleda (Lousada) Ponte de Vilela (Lousada) Ponte de Espindo (Lousada) Ermida de Nossa Senhora do Vale de Cete (Paredes) Torre / Castelo de Aguiar de Sousa (Paredes) Igreja de S. Miguel de Entre-os-Rios (Penafiel) Memorial da Ermida, em Irivo (Penafiel) A configuração da Rota foi preparada na óptica de uma fase de lançamento desta, que se espera na subsequência do presente estudo. Neste sentido, e aplicando os critérios que foram definidos, a estruturação de cada um dos percursos selecciona como dominantes, os vários objectos patrimoniais que evidenciam valores mais relevantes da arte românica ou que são portadores de uma memória histórica assinalável, ficando como complementares os restante objectos integrantes desta Rota. Os percursos que sejam fruídos num modelo de viagem e estadia mais prolongada e, consequentemente, mais exploratória dos valores patrimoniais deste território, combinam aqueles dois eixos de objectos românicos com um terceiro conjunto que se designa por suplementar e que integra diversos outros elementos (igrejas, capelas, solares, citânias, magalitos, etc.), independentemente da exigência da sua identidade românica, deixando ao critério dos visitantes ou dos operadores turísticos, que definam e comercializem programas associados a esta Rota, a escolha mais adequada destes, proporcionando um campo mais abrangente à aplicação uma geografia variável na definição de percursos. A Rota está estruturada em função de dois percursos elementares referidos, combinados diferencialmente em três tipos de configuração desta Rota, alternativos entre si: ROTA GENÉRICA 3

6 Rota Genérica (Tipo A) Públicos alvo relacionados com as motivações culturais, que procuram produtos de turismo cultural, que podem ser fruídos no contexto de estadias curtas, frequentemente realizadas em fins-de-semana, mini-férias ou pontes (short-breaks), bem como na complementaridade de estadias realizadas em áreas próximas do Vale do Sousa (ex. Porto, Guimarães, Braga, etc.). Rota baseada nos objectos dominantes, com inclusão parcial de complementares Estadia indicativa de 2 dias: Percurso 1: um dia; Percurso 2: um dia; ROTA COMPLEMENTAR Rota Alargada (Tipo B) Públicos alvo mais alargados, que procuram a fruição de uma Rota Temática mas combinando-a com a exploração de outros atractivos turísticos, quer do património cultural, quer ligados ao ambiente e às paisagens ou à animação. Trata-se de um tipo de Rota correspondente a estadias mais longas e envolvendo uma fruição ampla de atractivos turísticos, em que o património românico pode constituir o eixo orientador do itinerário mas com um desempenho eventualmente parcial na satisfação turística dos visitantes envolvidos. Rota estruturada em função dos objectos patrimoniais dominantes e complementares (românicos) mas alargada aos que se designam por suplementares, na óptica de uma fruição turística alargada que poderá assumir uma geografia variável, em função dos interesses específicos de cada visitante ou grupo de visitantes. Estadia indicativa de 4 dias: Percurso 1: dois dias; Percurso 2: dois dias; ROTA ESPECIALIZADA 4

7 Rota Especializada (Tipo C) Públicos alvo com interesses especializados em torno do património cultural, particularmente do românico, quer sejam admiradores deste, quer se trate de turistas ou visitantes do Vale do Sousa que optam pela realização, em um dia, de uma Rota Temática contemplativa e interpretativa do património românico. Nesta óptica de complementaridade, este tipo de Rota do Românico articula-se potencialmente com o Touring que se desenvolve em combinação com destinos próximos, como o Porto, o eixo Braga / Guimarães ou o espaço envolvente do Douro. Rota centrada numa selecção de oito objectos patrimoniais românicos (do eixo considerado dominante ) que revelam a excepcionalidade do destino Vale do Sousa, enquanto espaço românico no Noroeste Português e Peninsular. Estadia indicativa de 1 dia: Percurso 1 (seleccionado): manhã; Percurso 2 (seleccionado): tarde; PERCURSO 1 (de Pombeiro a S. Pedro de Ferreira) Lista codificada de objectos patrimoniais - (D - Dominantes; C - Complementares) PERCURSO 1 (De Pombeiro a S. Pedro de Ferreira) D01 - Igreja do Mosteiro de Pombeiro de Ribavizela D02 - Igreja de S. Vicente de Sousa D03 - Igreja de S. Salvador de Unhão C01 - Igreja de Santa Maria de Airães C02 - Igreja Velha de S. Mamede de Vila Verde D04 - Torre de Vilar C03 - Ponte de Vilela C04 - Igreja do Salvador de Aveleda D05 - Igreja de Santa Maria de Meinedo C05 - Ponte de Espindo D06 - Igreja de S. Pedro de Ferreira PERCURSO 2 (De Cete a S. Pedro de Abragão) Lista codificada de objectos patrimoniais - (D - Dominantes; C - Complementares) 5

8 PERCURSO 2 (De Cête a S. Pedro de Abragão e Terras do Paiva) D07 - Igreja de S. Pedro de Cete C06 - Ermida de Nossa Senhora do Vale de Cete C07 - Torre / Castelo de Aguiar de Sousa D08 - Igreja de S. Salvador de Paço de Sousa C08 - Memorial da Ermida, em Irivo D09 - Igreja de S. Miguel de Gândara / Cabeça Santa D10 - Igreja de S. Gens de Boelhe D11 - Igreja de S. Pedro de Abragão C09 - Igreja de S. Miguel de Entre-os-Rios C10 - Monumento Funerários do Sobrado (Marmoiral) (DHV FBO - Consultores, S.A., PLANO DE ACÇÃO PARA A IMPLEMENTAÇÃO E DINAMIZAÇÃO TURÍSTICA E CULTURAL DA ROTA DO ROMÂNICO DO VALE DO SOUSA, I Parte -- Enquadramento e Estruturação da Rota Românico do Vale do Sousa (Relatório Final), Tomo II - Diagnóstico e Caract. do Vale do Sousa (continuação) - A Rota do Românico do Vale do Sousa - Análise Comparativa de Estudos de Caso - Potenciais da Procura Turística no Vale do Sousa, 161 a 165 p.) 2. ANÁLISE DA SITUAÇÃO 6

9 2.1 - Análise SWOT O DVD promocional da Rota do Românico do Vale do Sousa é para ser comercializado no Vale do Sousa, numa 1.ª fase e só mais tarde se estenderá à região Norte e posteriormente ao país. Os consumidores serão: A população do Vale do Sousa, nomeadamente os docentes e as crianças em idade escolar, A população da região norte do país; A população nacional; Os visitantes, nacionais ou internacionais, que visitem os concelhos vizinhos e o Vale do Sousa, independentemente do tipo de motivação. Quadro 1 Análise Externa Ameaças Falta de cultura turística na região: as pessoas do Vale do Sousa não estão habituadas a lidar com o fenómeno turístico e ainda há muita gente que nunca fez turismo Falta de conhecimento da região: a região do Vale do Sousa é pouco conhecida Oportunidades Proximidade de mercados dinamizadores de turismo, os patrimónios mundiais do Porto, de Guimarães e do Douro Vinhateiro Mercado por explorar turisticamente o que permite a criação e desenvolvimento de novos produtos Percursos difíceis, sinuosos e com maus acessos: apesar do DVD simplificar a rota a experiência, no terreno, vai ser mais dolorosa Inexistência de produtos similares: esta rota é única, apesar de existirem outras rotas do românico todas elas são diferentes Oferta hoteleira insuficiente Especificidade do produto turístico, oferece um produto cultural com características únicas Industria turística desorganizada Oferta gastronómica rica e de qualidade Inexistências de circuitos de transporte organizados, os turistas têm que recorrer aos seus veículos Hospitalidade e simplicidade do povo do Vale do Sousa Baixos níveis culturais da população do Vale do Sousa Possibilidade de cativar os visitantes do Vale do Sousa e dos concelhos vizinhos, nomeadamente homens de negócio e 7

10 turistas. Quadro 2 Análise Interna Pontos Fortes Divulgação de um produto turístico único: o conjunto de monumentos da rota é um produto único Pontos Fracos Falta de know how da empresa, será uma empresa nova que lançará um produto no mercado pela 1.ª vez Produto novo no mercado: ainda não existe nenhum DVD da Rota do Românico do Vale do Sousa Falta de capital para investir no lançamento do produto, será necessário recorrer ao crédito e aos patrocínios Inexistência de concorrência: como ainda não existe nenhum DVD da RRVS o meu produto não tem concorrência Falta de tempo e disponibilidade para angariar patrocínios, uma vez que a empresa não contará com colaboradores A embalagem do produto, que recorre à fotografia de um dos portais característicos dos monumentos românicos (só é pena ainda não estar definido e disponível o logótipo da RRVS para ser inserido e destacado na embalagem) Como é uma empresa nova tem a sua imagem limpa no mercado Capacidade de obter crédito financeiro junto da banca, uma vez que não tem antecedentes e terá um financiador com prestígio junto da banca Mercado em desenvolvimento: com a ajuda do ON Vale do Sousa ainda se estão a criar as condições para recepção do turismo cultural Inexistência de imagem do produto turístico: a imagem da RRVS ainda não foi definida Falta de projecção nacional: o Vale do Sousa é desconhecido no contexto nacional 3. OBJECTIVOS 8

11 3.1 - Objectivos: Qualitativo: Este produto, o DVD Promocional da Rota do Românico do Vale do Sousa, pretende ajudar a criar e a promover a imagem do Vale do Sousa como um destino de turismo cultural. Numa altura em que a motivação cultural está em pleno crescimento, que as politicas turísticas nacionais estão a diversificar e que existem apoios financeiros para estas áreas, a criação da Rota do Românico do Vale do Sousa será uma boa aposta desde que bem promovida e divulgada. A posição no mercado será de especialista ou de nicho: o produto pretende ser um meio de promoção e de divulgação de um destino cultural. Apesar de ser um produto promocional idêntico a muitos outros produtos promocionais deste tipo, a sua especificidade encontra-se no produto que promove: a Rota do Românico do Vale do Sousa. 4. SEGMENTAÇÃO E POSICIONAMENTO Segmentação A segmentação do mercado para este produto recorrerá a: Critérios geográficos: 1.ª Fase - Região do Vale do Sousa; 2.ªFase - Região norte do país; 3.ª Fase - País; Critérios sociais: Comunidade docente; Alunos do 2º e 3.º ciclo do ensino básico; Consumidores do turismo cultural; Homens de negócio e a sua família; Critérios de estilo de vida: Amantes do turismo cultural; Turistas com tempo disponível para viajar; 9

12 Pessoas que procuram experiências e conhecimentos; Amantes dos short e city breacks. 4.2 Selecção dos segmentos-alvo: Relativamente à selecção de um segmento-alvo a opção da empresa será a Especialização num Produto. A empresa surge para lançar um único produto, o DVD promocional da Rota do Românico do Vale do Sousa Posicionamento: fig. 1 - Triângulo do posicionamento Expectativas do Consumidor: conhecer e visitar um produto cultural único Posicionamento dos produtos concorrentes: não existe concorrência directa, uma vez que ainda não foi lançado nenhum outro DVD da RRVS Trunfos potenciais do Produto: divulga um produto turístico único, só na região do Vale do Sousa é que poderemos visitar a Rota do Românico do Vale do Sousa Identificação é um DVD promocional de um destino turístico. Diferenciação DVD promocional que divulga um produto único, a Rota do Românico do Vale do Sousa, que ainda não foi divulgado neste formato. 5. O MARKETING-MIX 10

13 5.1 A Politica do Produto Na política de produto a aposta será: Na embalagem (capa do DVD e o próprio dvd que têm um dos portais românicos mais ricos dos monumentos existentes na RRVS) A utilização de uma marca umbrella (rota do românico, sinónimo de turismo cultural, que cada vez ganha mais adeptos). Fig. 2 Estratégia do Produto Marca Como identificar e diferenciar: DVD promocional com o título A Rota do Românico do Vale do Sousa Embalagem Como proteger e aumentar a agressividade comercial de produto? A capa e o próprio dvd têm o mesmo desenho, (um dos portais mais ricos de um monumento da RRVS). a agressividade comercial do dvd aumentará quando já existir o logótipo da RRVS e este ser identificador da própria rota, quando isso acontecer o desenho da embalagem será reconstruído com esse elemento Estratégia de produto Que características físicas? É um dvd com uma capa de dvd. Produto Como aumentar a performance? não aplicável neste caso uma vez que apenas será lançado este produto, que não terá um serviço associado Serviço Selecção da variável do marketing-mix 11

14 Relativamente às variáveis do marketing-mix (produto, preço, comunicação e distribuição) será privilegiada a variável produto. Justificação da aposta na política do produto: A inovação o DVD promocional da Rota do Românico do Vale do Sousa é um produto novo no mercado turístico, que permitirá ao seu consumidor conhecer os percursos e monumentos principais da RRVS; A especialização o DVD é um produto direccionado para os consumidores do produto cultural, nomeadamente do turismo cultural. Além disso, só divulga um produto turístico; A variável preço não poderá ser privilegiada porque o preço do produto será igual ao preço de outros produtos similares; A variável distribuição não poderá ser privilegiada porque será feita pela proprietária da empresa, não terá uma força de vendas capaz de empurrar o produto; A variável comunicação também não será privilegiada pois a aposta em publicidade será quase nula, a empresa apenas poderá contar com as relações públicas dos funcionários dos locais de venda e com a Internet, como meios para que o consumidor peça o produto Apresentação do Conteúdo do Produto Inserida na região turística de Porto e Norte de Portugal, o Vale do Sousa é uma subregião bem característica do Norte. Situada a poucos quilómetros do Porto e com uma acessibilidade excepcional pela auto-estrada A4, é um refúgio por descobrir. A ROTA DO ROMÂNICO DO VALE DO SOUSA estrutura-se em dois percursos, o Percurso 1 e o Percurso 2, que combinam os 21 objectos patrimoniais identificados no 12

15 Plano de Acção para a Implementação e Dinamização Turística e Cultural da Rota do Românico do Vale do Sousa. PERCURSO 1 - De Pombeiro a S. Pedro de Ferreira No Concelho de Felgueiras, O Mosteiro de Pombeiro de Ribavizela, outrora um mosteiro beneditino e antigo panteão dos Sousas, juntamente com a sua igreja, está classificado como Monumento Nacional. Situado em Sousa, no Lugar de Passal e implantado num pequeno adro murado encontramos a Igreja de São Vicente de Sousa. Outrora um antigo Mosteiro rural está classificado como Monumento Nacional. A freguesia de Unhão, orgulha-se de possuir uma das mais características igrejas românicas do Vale do Sousa, a Igreja de São Salvador de Unhão. A igreja foi um antigo Mosteiro rural e está classificado como Imóvel de Interesse Público. Implantada no meio rural, isolada, num terreiro plano com adro envolvente, a Igreja de Santa Maria de Airães, no lugar com o mesmo nome, foi um antigo Mosteiro rural e está classificado como Monumento Nacional. Situada em Vila Verde, Serrinha, no Lugar de São Mamede encontramos a Igreja Velha de São Mamede de Vila Verde. Construída provavelmente já no século XIII, pouco se sabe sobre a história desta Igreja. Entrando no Concelho de Lousada podemos visitar, No Lugar da Torre, em Vilar de Torno e Alentém, numa pequena elevação isolada no meio de campos e vinhedos a Torre de Vilar. Outrora uma torre senhorial, com utilidade residencial e defensiva está classificada como Imóvel de Interesse Público. 13

16 Situada em Aveleda, no Lugar de Vilela, numa zona rural e sobre o Rio Sousa a Ponte de Vilela, actualmente fechada ao trânsito, para sua protecção e fruição cultural. Ainda em Aveleda, no Lugar da Igreja, isolada e dentro de um adro murado a Igreja do Salvador de Aveleda, classificada como Imóvel de Interesse Público. Edifício tardio, a sua construção não será anterior ao século XIII. Em Meinedo, no Lugar da Estação podemos visitar a Igreja de Santa Maria de Meinedo, classificada como Imóvel de Interesse Público. Chegando ao Concelho de Paços de Ferreira No Lugar de Ferreira, a cerca de 4 Km de Paços de Ferreira, podemos visitar a Igreja de São Pedro de Ferreira. Outrora um antigo Mosteiro Rural, está classificada como Monumento Nacional. PERCURSO 2 - De Cete a S. Pedro de Abragão O percurso 2, com a designação De Cete a S. Pedro de Abragão, inicia-se no Concelho de Paredes e dirige-se para o concelho de Penafiel. No Concelho de Paredes No Lugar do Barreiro e implantada em meio rural, num local isolado perto da povoação de Cête, podemos visitar a Igreja de S. Pedro de Cête. Outrora um antigo Mosteiro Rural está classificada como Monumento Nacional. Ainda em Cête, no Lugar da Senhora do Vale encontramos a Ermida de Nossa Senhora do Vale de Cête, classificada como Imóvel de Interesse Público. A construção da ermida não será anterior ao séc. XIV. Entrando no Concelho de Penafiel, 14

17 Situada na Rua Padre Américo, em Paço de Sousa, numa colina fronteira ao Rio Sousa, em área tratada paisagisticamente podemos visitar a Igreja de São Salvador de Paço de Sousa. Situada em Cabeça Santa, a 2 Km do cruzamento de Oldrões para Rio de Moinhos e implantada numa zona rural, podemos visitar a Igreja de São Miguel de Gândara também conhecida por Cabeça Santa. A igreja está classificada como Monumento Nacional. Na povoação de Boelhe, junto à Igreja Paroquial, encontramos a Igreja de São Gens de Boelhe. Tendo sido um antigo Mosteiro rural está classificada como Monumento Nacional. A sua construção não deverá ser anterior à primeira metade do século XIII, sendo uma pequena Igreja românica quase íntegra. No término deste percurso, situada na Av. Melo e Sousa, em Abragão, dentro de um adro encontramos a Igreja da São Pedro de Abragão, classificada como Monumento Nacional. Fundada no século XII, esta Igreja seria totalmente remodelada no século XIII, sofrendo nova e mais radical alteração no século XVII. Ainda em Penafiel, mas num dos eixos complementares ao Percurso 2, podemos visitar a Igreja de S. Miguel de Entre-os-Rios. Situada em Eja, Entre-os-Rios, no enfiamento da ponte, no cimo de um plataforma rochosa elevada, dominando uma vasta panorâmica sobre a paisagem circundante, incluindo os Rios Douro e Tâmega. A igreja está classificada como Monumento Nacional. 5.2 A Politica de Preço Como será a 1.º vez que a empresa lançará um produto irá ter as mesmas dificuldades de qualquer outra para definir o preço. O objectivo é que o produto seja competitivo a nível de preço, nem mais caro nem mais barato que qualquer outro produto deste tipo. 15

18 O preço terá em consideração: Os custos: custo + margem = preço; A concorrência: será considerada a média de preços dos produtos similares; A procura: será considerado o preço de aceitação do mercado-alvo O preço foi estabelecido considerando o orçamento para este tipo de trabalho, as mensalidades do empréstimo feito à banca e o valor pela produção de unidades de DVD: Para fazer o seu investimento inicial a empresa terá que recorrer ao crédito, negociará um empréstimo de ,00 a 5 anos. A mensalidade ao banco será de ; O preço de elaboração de um trabalho deste tipo é de 380,00 ; A produção de DVD s será de aproximadamente ,00 ; Cálculos: x 60 meses + 380, unidades x 1.5 = = , , = = ,60 Investimento total = : unidades = 4,61 Custo Bruto estimado: 4,61 A margem de lucro será de 75% porque ainda existirão alguns custos com a distribuição do produto. Depois da análise ao mercado a empresa considerou o valor médio de 10,00, uma vez que os preços deste tipo de produto oscilavam entre os 5 e os 15 ; Na procura e atendendo ao mercado-alvo a empresa considerou como preço de aceitação os 7,50. Preço de venda do produto = 8 16

19 5.3 A Politica de Distribuição Para a distribuição deste produto a empresa recorrerá às parcerias que irá estabelecer com as câmaras dos municípios do Vale do Sousa, com as escolas do 2.º e 3.º ciclo do ensino básico, com os postos de turismo da região norte e do país. Quadro 3 Distribuição Física do Produto Distribuição física do produto Função Transporte Armazenamento Manutenção Procedimento Será feito pela proprietária da empresa indo pessoalmente a cada um dos locais de distribuição sempre que necessário Não haverá grandes necessidades de armazenamento porque a quantidade inicial será a necessária para colocar algum stock nos pontos de distribuição. Só quando se justificar é que serão produzidos mais dvd, até porque se o escoamento for maior num ponto de distribuição do que noutro o próprio dono da empresa assegura a transferência de stocks Não exige nada de especial porque o produto é de fácil transporte e armazenamento A distribuição será feita pela empresária nos seguintes locais: 1.ª Fase de comercialização: postos de turismo e escolas do Vale do Sousa; 2.ª Fase de comercialização: postos de turismo da região norte; 3.ª Fase de comercialização: postos de turismo nacionais. 5.4 A Politica de Comunicação A comunicação deste produto recorrerá: Ás relações públicas dos funcionários dos locais de venda como a distribuição será feita directamente pela empresária, ela terá que criar empatias e usar o seu poder de persuasão junto desses funcionários; 17

20 Indirectamente à publicidade como a empresa não terá muita capacidade financeira para recorrer a campanhas publicitárias beneficiará das campanhas feitas pelos municípios do Vale do Sousa à sua rota do românico. Como uma dos objectivos da empresa é estabelecer protocolos com a entidade promotora da RRVS e com os municípios do Vale do Sousa, o produto será publicitado nos seus sítios da Internet; A promoção só será considerada se o escoamento do produto não corresponder às expectativas. Quadro 4 - Classificação dos meios de comunicação Nos media above the line Fora dos media below the line Internet Outdoors da RRVS Relações publicas Alvos da comunicação: Comunidade docente; Alunos do 2º e 3.º ciclo do ensino básico; Consumidores do turismo cultural; Homens de negócio e a sua família; Eixo da comunicação: Visitem a Rota do Românico do Vale do Sousa; A Rota do Românico do Vale do Sousa é um produto turístico Canais da comunicação: direccionado para amantes da cultura. internet; Relações públicas. 18

21 6. IMPLEMENTAÇÃO E CONTROLO Datas e meios de comercialização: Abertura da empresa: início de Nos dois primeiros meses do ano a empresa tentará estabelecer os protocolos de colaboração com as câmaras municipais dos concelhos do Vale do Sousa e com as escolas do 2.º e 3.º ciclo do ensino básico. Relativamente às escolas o objectivo não é a venda propriamente dita mas sim a divulgação da Rota do Românico e dos seus monumentos. Com os protocolos de colaboração a empresa pretende que o produto seja colocado nos postos de turismo das autarquias. Lançamento do produto: 1.ª fase - Fevereiro de 2007, o objectivo é que a distribuição seja feita antes do início da Primavera, altura propícia para a prática deste tipo de turismo. Nesta fase, o produto será distribuído pelos postos de turismo e escolas do 2.º e 3.º ciclo do ensino básico. 2.ª fase 4.º trimestre de 2007, só nesta fase e depois de já ter algum feed-back do mercado é que a empresa passará para a distribuição do produto pela região norte do país. Nesta fase, os acordos de colaboração terão que ser estabelecidos não só com os postos de turismo das câmaras municipais mas também com os postos de turismo das regiões de turismo e do Instituto de Turismo de Portugal. 3.º fase meados de 2008 (depois do projecto da RRVS estar concluído e a ser publicitado pela entidade promotora e entidades parceiras) será feita a distribuição por todo o país. Nesta fase serão privilegiados os protocolos de colaboração com as entidade centrais e regionais, nomeadamente o Instituto de Turismo de Portugal e as Regiões de Turismo. 19

22 6.2 - Indicadores de desempenho: O indicador de desempenho a privilegiar será o escoamento do produto nos locais de venda; A informação do número de vendas será actualizada quinzenalmente, através do telefone e de visitas aos locais de venda; Para quantificar e qualificar o grau de satisfação dos clientes, junto do dvd seguirá um inquérito e um postal RSF que retornará à empresa; Será também quantificado o número de visitas à RRVS. Como haverá todo o interesse das partes intervenientes em compreender e quantificar os motivos da visita, nos acordos de parceria tentar-se á estudar a possibilidade de colocar inquéritos, em dois dos principais monumentos da rota. 20

23 CONCLUSÃO A ideia inicial de elaboração de um DVD promocional da Rota do Românico do Vale do Sousa parecia uma tarefa difícil, trabalhosa mas possível, e de facto assim foi. As dificuldades começaram pelo levantamento fotográfico, pois não foi nada fácil encontrar determinados monumentos e foi completamente impossível fotografar os seus interiores. No levantamento ficaram por fotografar 3 monumentos: a Ponte de Espindo, o Monumento Funerário do Sobrado e a Torre/Castelo de Aguiar de Sousa. Como não os fotografamos não os pudemos incluir no DVD. A selecção dos textos que acompanham as fotografias foi a tarefa mais fácil, mas mesmo assim não foi possível colocar todos os textos seleccionados para cada uma das fotografias, os motivos foram: a locução estava deficiente e não tinha fotografias suficientes para os textos seleccionados (não foi possível fotografar o interior das igrejas). Por último, na produção do DVD não foi possível utilizar os mapas do Plano de Acção para a Implementação e Dinamização Turística e Cultural da Rota do Românico do Vale do Sousa, tivemos que criar mapas próprios, que não tinham a mesma apresentação visual, nem o mesmo impacto como promoção da Rota. Apesar de todas as dificuldades foi muito interessante fazer este trabalho, serviu para eu me ter consciencializado de uma realidade: a implementação turística da Rota do Românico do Vale do Sousa vai ser uma tarefa difícil, trata-se de uma área extensa e com muitas condicionantes infraestruturais (estradas e acessos precários). 21

24 BIBLIOGRAFIA Publicações: DHV FBO - Consultores, S.A, Plano de Acção Para A Implementação E Dinamização Turística E Cultural Da Rota Do Românico Do Vale Do Sousa. Associação Turística das Terras Verdes, TUTEVE, Vale do Sousa, Análise e Prospecção de um Sector Coelho Castro e Correia Vítor, Manual de Introdução ao Marketing. Praeducar, Sites da Internet: (Site da ADERSOUSA Associação de Desenvolvimento Rural das Terras do Sousa) (Site da Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais) (site do VALSOUSA Comunidade Urbana do Vale do Sousa) 22

25 ANEXOS 23

26

27 Para: Gorete Babo De: CITY LAB Fax: Págs.: 01 Telefone: Data: 8/6/2007 Assunto: Proposta Cc: Loja Praça Exma. Dna. Gorete Babo Conforme pedido junto envio proposta para o trabalho requisitado. 1 Montagem e Locução de Filme com anexo de fotos 314,05 euros + IVA Total com IVA 380 Euros Este orçamento de serviço pressupõe 1 dia de trabalho em estúdio. Sem outro assunto de momento, subscrevemo-nos. António Pinto Dep. Video Citylab Zona Industrial de Tuías Rua 1, nº 173, Apartado Marco de Canaveses Telf.: (+351) Fax: (+351) [email protected]

PROJECTOS DE APOIO AO DESENVOLVIMENTO TURÍSTICO DA REGIÃO DO NORTE

PROJECTOS DE APOIO AO DESENVOLVIMENTO TURÍSTICO DA REGIÃO DO NORTE PROJECTOS DE APOIO AO DESENVOLVIMENTO O desenvolvimento turístico da Região Norte constitui uma aposta fundamental e distintiva do ON.2 O Novo Norte (Programa Operacional Regional do Norte). Essa aposta

Leia mais

A Pesca Desportiva num Lago Artificial

A Pesca Desportiva num Lago Artificial Curso de Especialização Empreendorismo do Vale do Sousa A Pesca Desportiva num Lago Artificial Paços de Ferreira 25 de Março de 2006 A Pesca Desportiva em Lago Artificial O Vale de Sousa aposta numa dinamização

Leia mais

CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE RECEPÇÃO Planificação anual de Informação Turística e Marketing 12ºano

CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE RECEPÇÃO Planificação anual de Informação Turística e Marketing 12ºano Planificação anual de Informação Turística e Marketing 12ºano Turmas N Professora: Sónia Vieira 1 - Estrutura e Finalidades da disciplina Componente da formação Técnica; Organização semanal de 6 tempos

Leia mais

Igreja Matriz de Meinedo / Igreja de Santa Maria / Igreja de Nossa Senhora das Neves. IPA Monumento Nº IPA PT

Igreja Matriz de Meinedo / Igreja de Santa Maria / Igreja de Nossa Senhora das Neves. IPA Monumento Nº IPA PT Page 1 of 5 Igreja Matriz de Meinedo / Igreja de Santa Maria / Igreja de Nossa Senhora das Neves IPA Monumento Nº IPA PT011305130002 Designação Igreja Matriz de Meinedo / Igreja de Santa Maria / Igreja

Leia mais

Igreja de São Miguel de Entre-os-Rios. IPA Monumento Nº IPA PT Designação Igreja de São Miguel de Entre-os-Rios

Igreja de São Miguel de Entre-os-Rios. IPA Monumento Nº IPA PT Designação Igreja de São Miguel de Entre-os-Rios Page 1 of 5 Igreja de São Miguel de Entre-os-Rios IPA Monumento Nº IPA PT011311100010 Designação Igreja de São Miguel de Entre-os-Rios Localização Porto, Penafiel, Eja Acesso Entre-os-Rios, a partir de

Leia mais

Igreja de Gândara / Igreja de São Miguel / Igreja de Cabeça Santa. IPA Monumento Nº IPA PT

Igreja de Gândara / Igreja de São Miguel / Igreja de Cabeça Santa. IPA Monumento Nº IPA PT Page 1 of 5 Igreja de Gândara / Igreja de São Miguel / Igreja de Cabeça Santa IPA Monumento Nº IPA PT011311040009 Designação Igreja de Gândara / Igreja de São Miguel / Igreja de Cabeça Santa Localização

Leia mais

Roteiros Turísticos do Património Mundial. Alcobaça~Batalha ~Tomar

Roteiros Turísticos do Património Mundial. Alcobaça~Batalha ~Tomar Roteiros Turísticos do Património Mundial Alcobaça~Batalha ~Tomar O Turismo Cultural hoje 44 milhões de turistas procuram turismo cultural na Europa O património cultural aproxima civilizações e motiva

Leia mais

GASTRONOMIA, PATRIMÓNIO CULTURAL um ativo da restauração e do turismo nacional

GASTRONOMIA, PATRIMÓNIO CULTURAL um ativo da restauração e do turismo nacional GASTRONOMIA, PATRIMÓNIO CULTURAL um ativo da restauração e do turismo nacional A Gastronomia Nacional é "bem" que deve ser vivido para ser compreendido e apreciado. É fundamental que o nosso rico Património

Leia mais

Componente de Formação Técnica

Componente de Formação Técnica CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE TURISMO 3º ANO-Ano Letivo:2014/2015 PLANIFICAÇÃO DA DISCIPLINA: TURISMO-INFORMAÇÃO E ANIMAÇÃO TURÍSTICA Componente de Formação Técnica 1- Elenco Modular Duração de referência

Leia mais

PLANO SUCINTO DE NEGÓCIO

PLANO SUCINTO DE NEGÓCIO PLANO SUCINTO DE NEGÓCIO 1. IDENTIFICAÇÃO DO PROJECTO Título do projecto: Nome do responsável: Contacto telefónico Email: 1.1. Descrição sumária da Ideia de Negócio e suas características inovadoras (Descreva

Leia mais

Carta Municipal de Património Edificado

Carta Municipal de Património Edificado Município de Óbidos Introdução A presente proposta tem por objectivo a identificação e caracterização da e respectivo Inventário Municipal de Património Edificado na área do município de Óbidos, destinando-se

Leia mais

Fundação Serrão Martins Plano de Actividades Plano de Actividades 2012

Fundação Serrão Martins Plano de Actividades Plano de Actividades 2012 1. A (FSM) é uma instituição de direito privado e utilidade pública com sede na Mina de S. Domingos, concelho de Mértola. Tem como membros fundadores a Câmara Municipal de Mértola e La Sabina Sociedade

Leia mais

Muito mais do que turismo de adegas ou turismo de vinhos ; Desenvolvimento das actividades turísticas, de lazer e tempo livre cultural e enológico da

Muito mais do que turismo de adegas ou turismo de vinhos ; Desenvolvimento das actividades turísticas, de lazer e tempo livre cultural e enológico da Câmara Municipal de Melgaço Vale d Algares Cartaxo, 30 de Junho de 2009 Muito mais do que turismo de adegas ou turismo de vinhos ; Desenvolvimento das actividades turísticas, de lazer e tempo livre dedicadas

Leia mais

Igreja Matriz de Unhão. IPA Monumento Nº IPA PT Designação Igreja Matriz de Unhão. Localização Porto, Felgueiras, Unhão

Igreja Matriz de Unhão. IPA Monumento Nº IPA PT Designação Igreja Matriz de Unhão. Localização Porto, Felgueiras, Unhão Page 1 of 5 Igreja Matriz de Unhão IPA Monumento Nº IPA PT011303280004 Designação Igreja Matriz de Unhão Localização Porto, Felgueiras, Unhão Acesso Lug. da Igreja Protecção IIP, Dec. nº 37 728, DG 4 de

Leia mais

Eco new farmers. Módulo 1 - Introdução á agricultura biológica. Sessão 7 Marketing de produtos biológicos

Eco new farmers. Módulo 1 - Introdução á agricultura biológica. Sessão 7 Marketing de produtos biológicos Eco new farmers Módulo 1 - Introdução á agricultura biológica Sessão 7 Marketing de produtos biológicos Módulo 1 Introdução à agricultura biológica Sessão 7 Marketing de produtos biológicos www.econewfarmers.eu

Leia mais

Experiência Supraconcelhia do Tâmega e Sousa

Experiência Supraconcelhia do Tâmega e Sousa Experiência Supraconcelhia do Tâmega e Sousa conjunto de ações e comportamentos estabelecidos através da interação social que permite aos parceiros, a capacidade de agir, participar e provocar mudança

Leia mais

programa de revitalização da rota do vinho da bairrada

programa de revitalização da rota do vinho da bairrada programa de revitalização da rota do vinho da bairrada proposta de estratégia 25 de Fevereiro de 2008 proposta estratégica 1. Região da Bairrada 1.1. Recursos 1.2. Perfil dos Aderentes 1.3. Análise Sociométrica

Leia mais

Programa MOVE. Contribuição para a Melhoria da Competitividade das Empresas: Apresentação de boas práticas. Lisboa, 29 de Setembro de 2011

Programa MOVE. Contribuição para a Melhoria da Competitividade das Empresas: Apresentação de boas práticas. Lisboa, 29 de Setembro de 2011 Programa MOVE Contribuição para a Melhoria da Competitividade das Empresas: Apresentação de boas práticas Lisboa, 29 de Setembro de 2011 INDÍCE 1. Breve Apresentação da Empresa 2. Porquê participar no

Leia mais

Reunião Técnica - ENOTURISMO PRODUTO ESTRATÉGICO PARA PORTUGAL - CONCLUSÕES

Reunião Técnica - ENOTURISMO PRODUTO ESTRATÉGICO PARA PORTUGAL - CONCLUSÕES Reunião Técnica - ENOTURISMO PRODUTO ESTRATÉGICO PARA PORTUGAL - CONCLUSÕES Cartaxo, 30 de Junho de 2009 Na sequência da reflexão desenvolvida ao longo deste dia de trabalho, foi possível comprovar que

Leia mais

ROTA DAS IGREJAS DO CONCELHO DE PENICHE. Promoção e Valorização do

ROTA DAS IGREJAS DO CONCELHO DE PENICHE. Promoção e Valorização do ROTA DAS IGREJAS DO CONCELHO DE PENICHE Promoção e Valorização do Património Histórico-Religioso Peniche dispõe de um volumoso, diversificado e raro património histórico cultural, tanto móvel como imóvel.

Leia mais

ITINERÁRIOS DE TURISMO EQUESTRE METODOLOGIA DE IMPLEMENTAÇÃO

ITINERÁRIOS DE TURISMO EQUESTRE METODOLOGIA DE IMPLEMENTAÇÃO METODOLOGIA DE IMPLEMENTAÇÃO estudo de caso minho - lima Fevereiro 2012 O Turismo Equestre representa um importante segmento do produto Touring Cultural e Paisagístico, de Turismo de Natureza e de valorização

Leia mais

INQUÉRITO DE OPINIÃO

INQUÉRITO DE OPINIÃO ELABORAÇÃO DO PROJETO GERAL PARA OS CENTROS DE ACOLHIMENTO TURÍSTICO E INTERPRETATIVOS DE ÉVORA E ALENTEJO CENTRAL INQUÉRITO DE OPINIÃO A CIMAC Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central está a realizar,

Leia mais

MANUAL DE SOBREVIVÊNCIA

MANUAL DE SOBREVIVÊNCIA MANUAL DE SOBREVIVÊNCIA ---------------------------------- Frequência de Gestão do Marketing ---------------------------------- Como [tentar] responder bem // por Diogo Parreira [2014] ----------------------------------------------4ª

Leia mais

UMA ESTRATÉGIA ALIMENTAR MUNICIPAL ATRAVÉS DO AROUCA GEOPARK

UMA ESTRATÉGIA ALIMENTAR MUNICIPAL ATRAVÉS DO AROUCA GEOPARK UMA ESTRATÉGIA ALIMENTAR MUNICIPAL ATRAVÉS DO AROUCA GEOPARK ESTRUTURA Caraterização local Problemáticas Análise swot Estratégia Ponto de situação Impacto Conclusões Todo o município de Arouca está classificado

Leia mais

Igreja de Aveleda / Igreja de São Salvador. IPA Monumento Nº IPA PT Designação Igreja de Aveleda / Igreja de São Salvador

Igreja de Aveleda / Igreja de São Salvador. IPA Monumento Nº IPA PT Designação Igreja de Aveleda / Igreja de São Salvador Page 1 of 5 Igreja de Aveleda / Igreja de São Salvador IPA Monumento Nº IPA PT011305020004 Designação Igreja de Aveleda / Igreja de São Salvador Localização Porto, Lousada, Aveleda Acesso Lug. da Igreja,

Leia mais

O valor mínimo de despesas elegíveis por projecto Euros; O valor máximo de despesas elegíveis por projecto Euros.

O valor mínimo de despesas elegíveis por projecto Euros; O valor máximo de despesas elegíveis por projecto Euros. 1. INVESTIMENTOS 1.1 INVESTIMENTOS EM INFRA-ESTRUTURAS Apoio financeiro a iniciativas de investimento em infra-estruturas de natureza colectiva que defendam e preservem actividades culturais e recreativas,

Leia mais

Programa Operacional Regional do Norte ON.2

Programa Operacional Regional do Norte ON.2 Programa Operacional Regional do Norte 2007-2013 ON.2 Eixo Prioritário 2 Valorização Económica de Recursos Específicos Aviso XXX/ X /2009 Turismo Escolas de Hotelaria e Turismo Modelo da Memória Descritiva

Leia mais

ROTA DAS IGREJAS DO CONCELHO DE PENICHE

ROTA DAS IGREJAS DO CONCELHO DE PENICHE ROTA DAS IGREJAS DO CONCELHO DE PENICHE Promoção e Valorização do Património Histórico-Religioso 3ª Temporada 14 de Junho 07 de Novembro de 2011 Peniche dispõe de um volumoso, diversificado e raro património

Leia mais

Enquadramento. Multifuncionalidade - Integração de várias funções no mesmo espaço e tempo, numa determinada escala >>> conceito analítico

Enquadramento. Multifuncionalidade - Integração de várias funções no mesmo espaço e tempo, numa determinada escala >>> conceito analítico Projecto Mural Enquadramento Função - Capacidade da paisagem de fornecer bens e serviços que correspondem a necessidades, procura e objectivos da sociedade, directa ou indirectamente. Comodidades: produção

Leia mais

5º Congresso APECATE. Contextualização do Turismo Cultural em Portugal ESTRUTURAR NEGÓCIO PARA POTENCIAR O CRESCIMENTO. Évora, 2 a 4 de Fevereiro 2017

5º Congresso APECATE. Contextualização do Turismo Cultural em Portugal ESTRUTURAR NEGÓCIO PARA POTENCIAR O CRESCIMENTO. Évora, 2 a 4 de Fevereiro 2017 5º Congresso APECATE ESTRUTURAR NEGÓCIO PARA POTENCIAR O CRESCIMENTO Évora, 2 a 4 de Fevereiro 2017 Contextualização do Turismo Cultural em Portugal José Maria Lobo de Carvalho 3 de Fevereiro de 2017 ÁREA

Leia mais

PLANO ANUAL DE ACTIVIDADES INVESTIMENTO E DESENVOLVIMENTO PARA Fundo do Baixo Sabor

PLANO ANUAL DE ACTIVIDADES INVESTIMENTO E DESENVOLVIMENTO PARA Fundo do Baixo Sabor PLANO ANUAL DE ACTIVIDADES INVESTIMENTO E DESENVOLVIMENTO PARA 2011 Fundo do Baixo Sabor I - INTRODUÇÃO O Plano Anual de Actividades constitui-se como o documento orientador da actividade do Fundo Baixo

Leia mais

Turismo Equestre Organização e Promoção da Oferta Nacional. Évora, 20 de Junho 2012 Departamento de Dinamização

Turismo Equestre Organização e Promoção da Oferta Nacional. Évora, 20 de Junho 2012 Departamento de Dinamização Turismo Equestre Organização e Promoção da Oferta Nacional Évora, 20 de Junho 2012 Departamento de Dinamização 1. Turismo Equestre nos Produtos do PENT 2. Turismo Equestre Oportunidades de Desenvolvimento

Leia mais

GESTÃO DE PRODUTOS TURÍSTICOS 2º ano ANIMAÇÃO TURÍSTICA 2010/2011. Francisco Peça.

GESTÃO DE PRODUTOS TURÍSTICOS 2º ano ANIMAÇÃO TURÍSTICA 2010/2011. Francisco Peça. GESTÃO DE PRODUTOS TURÍSTICOS 2º ano ANIMAÇÃO TURÍSTICA 2010/2011 Francisco Peça [email protected] Objectivos da Animação Turística: Proporcionar ao turista uma agradável estadia; Bom usufruto do

Leia mais

Programa Polis Vila Real

Programa Polis Vila Real Mestrado em Riscos, Cidades e Ordenamento do território. UC-Cidades e Ordenamento do Território Programa Polis Vila Real Trabalho elaborado por: Bruno Vieira Catarina Pereira Pedro Silveira Docentes: Helena

Leia mais

MOTIVAÇÕES E PERFIL DO VISITANTE DE GUIMARÃES 2011

MOTIVAÇÕES E PERFIL DO VISITANTE DE GUIMARÃES 2011 MOTIVAÇÕES E PERFIL DO VISITANTE DE GUIMARÃES 2011 INTRODUÇÃO O Município de Guimarães promoveu, nos últimos anos, vários estudos relativos às motivações de viagem e perfil do visitante a Guimarães. Estes

Leia mais

TURISMO INDUSTRIAL NO CONTEXTO DO PRODUTO TOURING. Conferência Turismo Industrial e Desenvolvimento Local

TURISMO INDUSTRIAL NO CONTEXTO DO PRODUTO TOURING. Conferência Turismo Industrial e Desenvolvimento Local TURISMO INDUSTRIAL NO CONTEXTO DO PRODUTO TOURING Conferência Turismo Industrial e Desenvolvimento Local Imagem: museu chapelaria, s.j.madeira Lisboa, 30 de Outubro de 2013 Teresa Ferreira O produtotouring

Leia mais

ROTEIRO MEDIEVAL DO VALE DO SOUSA

ROTEIRO MEDIEVAL DO VALE DO SOUSA ADER-SOUSA ASSOCIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO RURAL DAS TERRAS DO SOUSA UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA ROTEIRO MEDIEVAL DO VALE DO SOUSA RELATÓRIO DA PÓS-GRADUAÇÃO CURSO: TURISMO CULTURAL ORIENTADOR: MESTRE JORGE

Leia mais

REFERENCIAL DE ANÁLISE DE MÉRITO DO PROJETO AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS

REFERENCIAL DE ANÁLISE DE MÉRITO DO PROJETO AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS REFERENCIAL DE ANÁLISE DE MÉRITO DO PROJETO AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS PRIORIDADE DE INVESTIMENTO: INVESTIMENTO NA CONSERVAÇÃO, PROTECÇÃO, PROMOÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO PATRIMÓNIO CULTURAL

Leia mais

ENOGASTRONOMIA Turismo de vinhos

ENOGASTRONOMIA Turismo de vinhos As Rotas de Vinho como Destino Turístico ENOGASTRONOMIA Turismo de vinhos Ponferrada, 6 de novembro de 2015 AGOSTINHO PEIXOTO Bem vindos ao paraíso Historia Paisagem Cultura Rios e Vales Montanhas Natureza

Leia mais

PROMOÇÃO DA VIA VERDE RIO MINHO CROSS-BORDER

PROMOÇÃO DA VIA VERDE RIO MINHO CROSS-BORDER PROJETO VISIT RIO MINHO: PERSPETIVAS DE PROMOÇÃO DA VIA VERDE RIO MINHO CROSS-BORDER GREENWAYS Bruno Caldas CIM Alto Minho ESTRUTURA DA APRESENTAÇÃO PROJETO VISIT RIO MINHO: PERSPETIVAS DE PROMOÇÃO DA

Leia mais

PRÉMIOS SIL DO IMOBILIÁRIO 2018

PRÉMIOS SIL DO IMOBILIÁRIO 2018 PRÉMIOS SIL DO IMOBILIÁRIO 2018 REGULAMENTO 1/6 REGULAMENTO Considerandos A Entidade Promotora do presente Concurso é a Fundação AIP, através da participada Lisboa Feiras, Congressos e Eventos, Associação

Leia mais

Protocolo Bancário BES/Turismo de Portugal (Linha de Apoio à Qualificação da Oferta) Apresentação a clientes

Protocolo Bancário BES/Turismo de Portugal (Linha de Apoio à Qualificação da Oferta) Apresentação a clientes Protocolo Bancário BES/Turismo de Portugal (Linha de Apoio à Qualificação da Oferta) Apresentação a clientes Gestão da Poupança Linha de crédito para apoio à Qualificação da Oferta (1/6) Beneficiários

Leia mais

PLANO DE GESTÃO DO CENTRO HISTÓRICO DO PORTO PATRIMÓNIO MUNDIAL RUI LOZA IHRU E PORTO VIVO,SRU GESTÃO URBANA DE UMA CIDADE PATRIMÓNIO MUNDIAL

PLANO DE GESTÃO DO CENTRO HISTÓRICO DO PORTO PATRIMÓNIO MUNDIAL RUI LOZA IHRU E PORTO VIVO,SRU GESTÃO URBANA DE UMA CIDADE PATRIMÓNIO MUNDIAL DO CENTRO HISTÓRICO DO PORTO PATRIMÓNIO MUNDIAL RUI LOZA IHRU E PORTO VIVO,SRU PORTO VIVO, SRU SEMINÁRIO ALFÂNDEGA DO PORTO 4 E 5 DE DEZEMBRO DE 2009 CENTRO HISTÓRICO DO PORTO PORTO ESPAÇO HUMANO DE EXCELÊNCIA

Leia mais

EESTÁGIO PROFISSIONAL

EESTÁGIO PROFISSIONAL CAPÍTULO I Artigo 1.º Regime aplicável 1. O presente regulamento refere-se aos procedimentos de regulação do Estágio do 1.º ano do ramo de Design, da licenciatura do Curso de Arte e Design da Escola Superior

Leia mais

PLANO DE ACÇÃO REGIONAL ALENTEJO 2020

PLANO DE ACÇÃO REGIONAL ALENTEJO 2020 FORUM REGIONAL ALENTEJO 2020 DESAFIOS E OPORTUNIDADES PLANO DE ACÇÃO REGIONAL ALENTEJO 2020 COMISSÃO DE COORDENAÇÃO E DESENVOLVIMENTO REGIONAL DO ALENTEJO Joaquim Fialho [email protected] Vendas

Leia mais

AUTO-AVALIAÇÃO DO AGRUPAMENTO SEGUNDO O MODELO CAF AUTO-AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DO AGRUPAMENTO

AUTO-AVALIAÇÃO DO AGRUPAMENTO SEGUNDO O MODELO CAF AUTO-AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DO AGRUPAMENTO AUTO-AVALIAÇÃO DO AGRUPAMENTO SEGUNDO O MODELO CAF AUTO-AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DO AGRUPAMENTO PLANO DE MELHORIAS Introdução A análise sobre dados recolhidos pela equipa de auto-avaliação do Agrupamento

Leia mais