Carta Municipal de Património Edificado

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Carta Municipal de Património Edificado"

Transcrição

1 Município de Óbidos

2 Introdução A presente proposta tem por objectivo a identificação e caracterização da e respectivo Inventário Municipal de Património Edificado na área do município de Óbidos, destinando-se a figurar no elenco de espaços e imóveis de Interesse Cultural Relevante inventariados a contemplar no Regulamento do Plano Director Municipal de Óbidos, actualmente em revisão. A proposta de listagem e de referenciação geográfica integra: Todos os imóveis classificados (MN, IIP, IIM); Respectivas zonas de protecção legais (ZP, ZEP); Imóveis em vias de classificação; Todos os imóveis inventariados em bases nacionais (IHRU); Todos os móveis inventariados no regulamento do PDM (versão em vigor); Novas propostas de inventário que devam ser objecto de especial protecção e valorização. A carta e inventário em apreço deverá ser entendida como uma peça complementar a uma Carta/Inventário Geral de Património Cultural do Concelho de Óbidos cujo âmbito deverá integrar um conjunto de outras tipologias de Património Cultural definidas no Art.º2 do Título I, da Lei 107/2001 de 8 de Setembro, designadamente histórico, paleontológico, arqueológico, arquitectónico, linguístico, documental, artístico, etnográfico, científico, social, industrial ou técnico que reflictam valores de memória, antiguidade, autenticidade, originalidade, raridade, singularidade ou exemplaridade. A estes diversos tipos de Património Cultural deve ainda juntar-se uma Carta de Paisagem que integre valores identitários do território, nomeadamente a expressão agrícola, florestal, espaços silvestres, etc., considerando não só o impacto nas actividades humanas, como o enquadramento geral dos imóveis inventariados. A determinação de uma lista de bens inventariados é essencial como instrumento de gestão e como expressão de uma estratégia de desenvolvimento do município, constituindo simultaneamente um factor de reserva à proliferação urbana e uma oportunidade acrescida ao nível da defesa dos valores identitários, de salvaguarda cultural e patrimonial, de estratégias de incremento turístico e, sobretudo da qualidade de vida das populações de forma integrada e sustentável.

3 A deve, ainda, nortear as acções de inventário (levantamento sistemático em permanente actualização); planeamento no contexto da gestão territorial; compatibilização com as políticas de salvaguarda e desenvolvimento cultural em articulação com instituições públicas e privadas; valorização no domínio da educação e formação; garantir a aplicação de princípios de intervenção adequados; incentivar o acesso e fruição aos bens culturais; vivificar aspectos identitários; em suma, promover o bem-estar social e económico e ainda a qualidade de vida dos munícipes. Por último deve a constitui uma base indicadora dos imóveis que devam ser propostos para classificação e inventário nacional, dirigidas às respectivas instituições responsáveis: IGESPAR e IHRU. Os referidos objectos arquitectónicos são sujeitos a uma caracterização sumária considerando os seguintes elementos básicos: Número de identificação; Topónimo; Microtopónimo; Tipo; Subtipo; Designação; Descrição; Protecção; Observações; Nível. No que respeita ao tipo e subtipo estabeleceram-se as seguintes divisões: 1. Conjunto Urbano 2. Zona de Protecção Urbana 3. Zona de Protecção Paisagística 4. Arquitectura Militar 4.1. Castelo 5. Arquitectura Religiosa 5.1. Santuário 5.2. Igreja 5.3. Capela 5.4. Ermida 5.5. Oratório 5.6. Tumular 5.7. Cruzeiro 5.8. Passos da Via-sacra 5.9. Convento Mosteiro 6. Arquitectura pública 6.1. Assistencial 6.2. Coreto 6.3. Correios 6.4. Cultural

4 6.5. Escola 6.6. Espaço Público 6.7. Ferroviária 6.8. Jogo da Bola 6.9. Marco Memorativa Paços do Concelho Pelourinho Ponte Relógio de Sol Turística 7. Arquitectura Civil 7.1. Casal 7.2. Comércio 7.3. Eira 7.4. Habitação 7.5. Quinta 8. Arquitectura da Água 8.1. Aqueduto 8.2. Casa de Fresco 8.3. Chafariz 8.4. Fonte 8.5. Mina 8.6. Poço 8.7. Tanque 8.8. Termas 9. Arquitectura pré-industrial 9.1. Azenha / Moinho de água 9.2. Fábrica 9.3. Lagar de Azeite 9.4. Lagar de Vinho 9.5. Moinho de vento 10. Arquitectura Efémera Na metodologia adoptada estabeleceram-se 2 níveis operativos que deverão resultar em princípios norteadores e condicionantes a possíveis intervenções. Assim, propõem-se para Nivel 1 todos os imóveis (individuais ou conjuntos) que pela sua relevância patrimonial (raridade, antiguidade, valor intrínseco) ou coerência de conjunto, se constituam como objectos prioritários de inventário, estudo, salvaguarda, reabilitação/restauro. São eles todos os imóveis classificados (Monumento Nacional, Imóvel de Interesse Público, Imóvel de Interesse Municipal), em vias de classificação e todos aqueles inventariados a nível nacional (pelo IHRU). Este mesmo nível integra outros objectos arquitectónicos que, independentemente de individualmente poderem assumir o Nível 2, estejam contudo integrados na Zona Especial de Protecção do Conjunto Urbano da Vila de Óbidos, da Zona de Protecção do Aqueduto da Usseira ou da Zona 1 e 2 do Plano de Pormenor de A-da-Gorda. Como Nível 2 ficam todos os restantes imóveis (individuais, conjuntos, zonas de protecção urbana e zonas de protecção paisagística) cuja relevância

5 patrimonial ou coerência, embora menos estruturante em termos patrimoniais, constituam objectos de interesse em si mesmos ou, dado o diálogo espacial com objectos identificados a Nível 1, se tornem essenciais como área de protecção. Em Nível 3 consideram-se bens edificados que se enquadram num contexto de Património Rural, nomeadamente objectos que em si mesmos podem ou não ter alguma relevância arquitectónica ou artística, mas são assim classificados por serem parte integrante te uma memória vivencial e de uma caracterização cultural do território. Neste caso encontram-se a maior parte de estruturas de apoio como eiras, poços, minas, tanques, etc.. Das tipologias mais correntes neste nível existem contudo bens que poderão dispor de outros níveis (1 ou 2) caso estejam integrados em zonas de elevado interesse ou relevância cultural, quer disponham de características particulares que os distingam como objectos individuais. Dadas as limitações de tempo para levantamentos e confirmação no terreno, optou-se, termos metodológicos, por integrar nesta proposta de Carta Municipal de Património Edificado todo o Património Arquitectónico e Urbanístico e o Património Rural que eventualmente poderiam ser caracterizados separadamente. Pareceu, pois, mais interessante considerar ambos os âmbitos patrimoniais num só plano atendendo ao entrosamento de dados e concomitâncias entre si, evitando-se a ambiguidade conceptual que poderia resultar de tal diferenciação. Contudo deve ser ressalvado que, além dos elementos identificados (eventualmente os mais significativos), existem componentes do património rural ainda não exaustivamente inventariados (como o caso de eiras, estruturas de água, lagares, etc.), dado apenas existirem registos parciais. Considerando o exposto no parágrafo anterior, além das estruturas identificadas na presente proposta de inventário, devem ressalvar-se todos aqueles imóveis que, a seu tempo, venham a ser identificados e aos quais se devam aplicar os mesmos critérios de circunstâncias análogas.

6 Listagem de bens a inventariar

7 Peças gráficas

Carta Municipal de Património Edificado

Carta Municipal de Património Edificado ID Freguesia Topónimo Microtopónimo Tipo Sub_Tipo Designação Descrição Protecção Observações Nível A dos Negros Casal da Boa Vista Arquitectura da Água Azenha Azenha São Pedro Quinta do Pego Arquitectura

Leia mais

2. Termos de referência 2.1 Área de Intervenção 2.2 Enquadramento no PDM

2. Termos de referência 2.1 Área de Intervenção 2.2 Enquadramento no PDM Janeiro 2010 Fundamentação para a Elaboração do Plano de Pormenor do Conjunto das Azenhas do Boco Termos de Referência Índice 1. Introdução 2. Termos de referência 2.1 Área de Intervenção 2.2 Enquadramento

Leia mais

CARTA DO PATRIMÓNIO ARQUITECTÓNICO

CARTA DO PATRIMÓNIO ARQUITECTÓNICO CARTA DO PATRIMÓNIO ARQUITECTÓNICO Maio de 2013 VERSÃO final 1/15 Relatório Para além do património classificado, a principal fonte de informação para elaboração da Carta do Património foi o Inventário

Leia mais

Câmara Municipal de Vagos Dezembro de 2010

Câmara Municipal de Vagos Dezembro de 2010 Fundamentação para a Elaboração da Alteração ao Plano de Pormenor da Zona Industrial de Vagos & Justificação para a não sujeição da Alteração ao Plano de Pormenor da Zona Industrial de Vagos a Avaliação

Leia mais

Ordenamento do Território Nível Municipal Ano lectivo 2013/2014

Ordenamento do Território Nível Municipal Ano lectivo 2013/2014 Ordenamento do Território Nível Municipal Ano lectivo 2013/2014 7ª Aula Prática Continuação do trabalho à escala 1:10000 8ª Aula Prática Apresentações dos trabalhos desenvolvidos à escala 1:10000. 9ª Aula

Leia mais

Plano de Ordenamento de Parque Arqueológico POPA

Plano de Ordenamento de Parque Arqueológico POPA V Encontro Nacional de Planeadores O planeador e a sua experiência profissional: Estudo de casos e balanço da actividade Plano de Ordenamento de Parque Arqueológico POPA Fernando Pau-Preto & Luís Luís

Leia mais

O Planeamento do. Gestão e ordenamento do território

O Planeamento do. Gestão e ordenamento do território O Planeamento do Território em Portugal Gestão e ordenamento do território Henrique Miguel Pereira Enquadramento jurídico Constituição da República Lei de Bases do Ambiente (Lei 11/1987) Lei de Bases de

Leia mais

Estrutura Regional de Protecção e Valorização Ambiental

Estrutura Regional de Protecção e Valorização Ambiental Documento de Trabalho Área sectorial Estrutura Regional de Protecção e Valorização Ambiental Designação do documento Diagnóstico Estratégico/Visão Contacto da equipa Data 03 07 Equipa: Hipólito Bettencourt,

Leia mais

JUSTIFICAÇÃO PARA A NÃO SUJEIÇÃO DO PLANO DE PORMENOR DE SALVAGUARDA DO CENTRO HISTÓRICO DE SINES A AVALIAÇÃO AMBIENTAL ESTRATÉGICA

JUSTIFICAÇÃO PARA A NÃO SUJEIÇÃO DO PLANO DE PORMENOR DE SALVAGUARDA DO CENTRO HISTÓRICO DE SINES A AVALIAÇÃO AMBIENTAL ESTRATÉGICA JUSTIFICAÇÃO PARA A NÃO SUJEIÇÃO DO PLANO DE PORMENOR DE SALVAGUARDA DO CENTRO HISTÓRICO DE SINES A AVALIAÇÃO AMBIENTAL ESTRATÉGICA CÂMARA MUNICIPAL DE SINES DEPARTAMENTO DE AMBIENTE, PLANEAMENTO E URBANISMO

Leia mais

A ARQUEOLOGIA NÁUTICA E SUBAQUÁTICA na Direcção Geral do Património Cultural. Pedro Barros e João Coelho

A ARQUEOLOGIA NÁUTICA E SUBAQUÁTICA na Direcção Geral do Património Cultural. Pedro Barros e João Coelho A ARQUEOLOGIA NÁUTICA E SUBAQUÁTICA na Direcção Geral do Património Cultural Pedro Barros e João Coelho [email protected] Campanha M@rBis 2014 O VALOR HISTÓRICO DO PATRIMÓNIO NAUTICO E SUBÁTICO PARA A IDENTIDADE

Leia mais

PATRIMÓNIO CULTURAL IMÓVEL DO CONCELHO FREGUESIA DE MATOSINHOS

PATRIMÓNIO CULTURAL IMÓVEL DO CONCELHO FREGUESIA DE MATOSINHOS PATRIMÓNIO CULTURAL IMÓVEL DO CONCELHO FREGUESIA DE MATOSINHOS RELATÓRIO DE APRESENTAÇÃO 1. MATÉRIA Apresenta-se o trabalho realizado pela Comissão do Património Arquitectónico e Histórico, de inventário

Leia mais

O Sistema Nacional de Indicadores de Ordenamento do Território e a sua articulação com outros sistemas de indicadores

O Sistema Nacional de Indicadores de Ordenamento do Território e a sua articulação com outros sistemas de indicadores O Sistema Nacional de Indicadores de Ordenamento do Território e a sua articulação com outros sistemas de indicadores Vitor Campos Director-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano Porquê

Leia mais

2. BREVE EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS SOBRE O LABOR REALIZADO EM 2014

2. BREVE EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS SOBRE O LABOR REALIZADO EM 2014 Relatório 1. INTRODUÇÃO No seguimento dos contactos com a Comissão Nacional da Unesco inerentes à possibilidade de inscrição de Vila Viçosa na Lista Indicativa de Portugal para o Património Mundial, foi

Leia mais

D.M.G.P Direção Municipal de Gestão Patrimonial DIVISÃO DE OPERAÇÕES PATRIMONIAIS Desenho HASTA PÚBLICA O Técnico Drª Teresa Gomes A Chefe de Divisão Arq.ta Catarina Milharó Freguesia: Santa Maria Maior

Leia mais

GESTÃO INTEGRADA DE RECURSOS ESTRUTURA ECOLÓGICA DO MUNICIPIO DE SETÚBAL

GESTÃO INTEGRADA DE RECURSOS ESTRUTURA ECOLÓGICA DO MUNICIPIO DE SETÚBAL GESTÃO INTEGRADA DE RECURSOS Estrutura da apresentação: 1. Enquadramento 2. Objetivos 3. Metodologia 4. Estrutura Ecológica Municipal (EEM) 5. Compatibilização com o PROTAML 6. Corredores Ecológicos 7.

Leia mais

PLANO PORMENOR DA ÁREA DE INTERVENÇÃO ESPECIFICA DA PAISAGEM OCEANO (LOTEAMENTO PAISAGEM OCEANO) TERMOS DE REFERÊNCIA

PLANO PORMENOR DA ÁREA DE INTERVENÇÃO ESPECIFICA DA PAISAGEM OCEANO (LOTEAMENTO PAISAGEM OCEANO) TERMOS DE REFERÊNCIA PLANO PORMENOR DA ÁREA DE INTERVENÇÃO ESPECIFICA DA PAISAGEM OCEANO (LOTEAMENTO PAISAGEM OCEANO) TERMOS DE REFERÊNCIA 1. ENQUADRAMENTO O Loteamento Paisagem Oceano, titulada pelo Alvará nº 1/83 de 8/11/1983,

Leia mais

PLANO DE URBANIZAÇÃO DE VALE DO GROU TERMOS DE REFERÊNCIA 1/8

PLANO DE URBANIZAÇÃO DE VALE DO GROU TERMOS DE REFERÊNCIA 1/8 PLANO DE URBANIZAÇÃO DE VALE DO GROU TERMOS DE REFERÊNCIA 1/8 Índice 1. Introdução 2. Enquadramento legal do plano 3. Enquadramento territorial da área de intervenção 4. Oportunidade da elaboração do plano

Leia mais

Quadro político e legislativo relativo ao ordenamento do território. Planeamento Urbano 2011/12 JOÃO CABRAL FA/UTL

Quadro político e legislativo relativo ao ordenamento do território. Planeamento Urbano 2011/12 JOÃO CABRAL FA/UTL Quadro político e legislativo relativo ao ordenamento do território Planeamento Urbano 2011/12 JOÃO CABRAL FA/UTL LEI CONSTITUCIONAL nº 1/2005 Artigo 9.º Tarefas fundamentais do Estado São tarefas fundamentais

Leia mais

TECNOLOGIA E DESENVOLVIMENTO DE ALJUSTREL

TECNOLOGIA E DESENVOLVIMENTO DE ALJUSTREL PLANO DE PORMENOR DO PARQUE DE INVESTIGAÇÃO, TECNOLOGIA E DESENVOLVIMENTO DE ALJUSTREL TERMOS DE REFERÊNCIA 1. Introdução 2. Oportunidade da elaboração do Plano 3. Enquadramento do plano nos instrumentos

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA DO MONTE DA CAPARICA Curso de Educação e Formação de Adultos NS Trabalho Individual Área / UFCD CLC 6 Formador

ESCOLA SECUNDÁRIA DO MONTE DA CAPARICA Curso de Educação e Formação de Adultos NS Trabalho Individual Área / UFCD CLC 6 Formador 1 de 5 Guião de Exploração Planeamento Habitacional 1. Devem em primeiro lugar escolher um lugar que vos seja familiar (localidade onde cresceram, onde vivem actualmente, terra dos pais ou avós). 2. Depois

Leia mais

GESTÃO SUSTENTÁVEL DA ORLA COSTEIRA

GESTÃO SUSTENTÁVEL DA ORLA COSTEIRA S e m i n á r i o DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL O MAR GESTÃO SUSTENTÁVEL DA ORLA COSTEIRA IST 03 Nov 2004 Quaternaire Portugal http://www.quaternaire.pt Decreto-lei n.º 380/99: DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

Leia mais

Termos de Referência. 4. Enquadramento nos Instrumentos de Gestão Territorial. Página 1 de 5

Termos de Referência. 4. Enquadramento nos Instrumentos de Gestão Territorial. Página 1 de 5 Termos de Referência 1. Oportunidade da elaboração do Plano de Pormenor do Parque Empresarial para Novas Estratégias de Localização do Investimento O Plano Director Municipal de Penela, em processo de

Leia mais

Avaliação Ambiental Estratégica: Âmbito e Alcance

Avaliação Ambiental Estratégica: Âmbito e Alcance Revisão do PDM de Vila Real de Santo António Avaliação Ambiental Estratégica: Âmbito e Alcance Pedro Bettencourt 1 1 Geólogo, Director-Geral NEMUS, Gestão e Requalificação Ambiental Vila Real de Santo

Leia mais

Ordenamento do Espaço Rural

Ordenamento do Espaço Rural Ordenamento do Espaço Rural Ano lectivo 2005/2006 Capítulo 4 Ordenamento do Espaço Rural 1 4.1 A Política Nacional de Ordenamento do Território 2 Ordenamento do Território Assenta no sistema de gestão

Leia mais

CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE RECEPÇÃO Planificação anual de Informação Turística e Marketing 12ºano

CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE RECEPÇÃO Planificação anual de Informação Turística e Marketing 12ºano Planificação anual de Informação Turística e Marketing 12ºano Turmas N Professora: Sónia Vieira 1 - Estrutura e Finalidades da disciplina Componente da formação Técnica; Organização semanal de 6 tempos

Leia mais

REFERENCIAL DE ANÁLISE DE MÉRITO DO PROJETO AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS

REFERENCIAL DE ANÁLISE DE MÉRITO DO PROJETO AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS REFERENCIAL DE ANÁLISE DE MÉRITO DO PROJETO AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS PRIORIDADE DE INVESTIMENTO: INVESTIMENTO NA CONSERVAÇÃO, PROTECÇÃO, PROMOÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO PATRIMÓNIO CULTURAL

Leia mais

PLANO DE PORMENOR PARA A UOPG 13 (DO PLANO DE URBANIZAÇÃO DA MEIA PRAIA)

PLANO DE PORMENOR PARA A UOPG 13 (DO PLANO DE URBANIZAÇÃO DA MEIA PRAIA) PLANO DE PORMENOR PARA A UOPG 13 (DO PLANO DE URBANIZAÇÃO DA MEIA PRAIA) TERMOS DE REFERÊNCIA CÂMARA MUNICIPAL DE LAGOS DEPARTAMENTO DE PLANEAMENTO E GESTÃO URBANÍSTICA 2010 1. ENQUADRAMENTO LEGAL DO PLANO

Leia mais

Avaliação Ambiental de Planos Municipais de Ordenamento do Território a integração da agenda ambiental e da sustentabilidade no planeamento local

Avaliação Ambiental de Planos Municipais de Ordenamento do Território a integração da agenda ambiental e da sustentabilidade no planeamento local Avaliação Ambiental de Planos Municipais de Ordenamento do Território a integração da agenda ambiental e da sustentabilidade no planeamento local JOÃO CABRAL FAUTL 2011 A integração da agenda ambiental

Leia mais

I N V E N T Á R I O D O P A T R I M Ó N I O I M Ó V E L D O S A Ç O R E S

I N V E N T Á R I O D O P A T R I M Ó N I O I M Ó V E L D O S A Ç O R E S I N V E N T Á R I O D O P A T R I M Ó N I O I M Ó V E L D O S A Ç O R E S 5 APRESENTAÇÃO - DIRECÇÃO REGIONAL DA CULTURA 7 APRESENTAÇÃO - INSTITUTO AÇORIANO DE CULTURA 9 APRESENTAÇÃO CÂMARA MUNICIPAL DA

Leia mais

Planos Directores Municipais Enquadramento Jurídico

Planos Directores Municipais Enquadramento Jurídico Planos Directores Municipais Enquadramento Jurídico Lei de Bases de OT e Urbanismo Lei n.º 48/98 de 11 de Agosto - Lei de Bases da Política de Ordenamento do Território e de Urbanismo Lei n.º 54/2007 de

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE MONTEMOR-O-NOVO

CÂMARA MUNICIPAL DE MONTEMOR-O-NOVO CÂMARA MUNICIPAL DE MONTEMOR-O-NOVO PLANO DE INTERVENÇÃO EM ESPAÇO RURAL NO LOCAL DA REBOLA JUSTIFICAÇÃO DA NÃO SUJEIÇÃO A AVALIAÇÃO AMBIENTAL ESTRATÉGICA Fevereiro de 2011 JUSTIFICAÇÃO DA NÃO SUJEIÇÃO

Leia mais

PLANO PORMENOR DA ÁREA DE INTERVENÇÃO ESPECIFICA DE EQUIPAMENTOS E USO TURÍSTICO A NORTE DE ALJEZUR TERMOS DE REFERÊNCIA

PLANO PORMENOR DA ÁREA DE INTERVENÇÃO ESPECIFICA DE EQUIPAMENTOS E USO TURÍSTICO A NORTE DE ALJEZUR TERMOS DE REFERÊNCIA PLANO PORMENOR DA ÁREA DE INTERVENÇÃO ESPECIFICA DE EQUIPAMENTOS E USO TURÍSTICO A NORTE DE ALJEZUR TERMOS DE REFERÊNCIA 1. ENQUADRAMENTO A Área de Intervenção Especifica de Equipamentos e Uso Turístico

Leia mais

Roteiros Turísticos do Património Mundial. Alcobaça~Batalha ~Tomar

Roteiros Turísticos do Património Mundial. Alcobaça~Batalha ~Tomar Roteiros Turísticos do Património Mundial Alcobaça~Batalha ~Tomar O Turismo Cultural hoje 44 milhões de turistas procuram turismo cultural na Europa O património cultural aproxima civilizações e motiva

Leia mais

PLANO DE GESTÃO DO CENTRO HISTÓRICO DO PORTO PATRIMÓNIO MUNDIAL RUI LOZA IHRU E PORTO VIVO,SRU GESTÃO URBANA DE UMA CIDADE PATRIMÓNIO MUNDIAL

PLANO DE GESTÃO DO CENTRO HISTÓRICO DO PORTO PATRIMÓNIO MUNDIAL RUI LOZA IHRU E PORTO VIVO,SRU GESTÃO URBANA DE UMA CIDADE PATRIMÓNIO MUNDIAL DO CENTRO HISTÓRICO DO PORTO PATRIMÓNIO MUNDIAL RUI LOZA IHRU E PORTO VIVO,SRU PORTO VIVO, SRU SEMINÁRIO ALFÂNDEGA DO PORTO 4 E 5 DE DEZEMBRO DE 2009 CENTRO HISTÓRICO DO PORTO PORTO ESPAÇO HUMANO DE EXCELÊNCIA

Leia mais

Proposta técnica e orçamental para o estudo monográfico do MOSTEIRO DE SANTA MARIA DE POMBEIRO. - evolução do edificado e da cerca

Proposta técnica e orçamental para o estudo monográfico do MOSTEIRO DE SANTA MARIA DE POMBEIRO. - evolução do edificado e da cerca Proposta técnica e orçamental para o estudo monográfico do MOSTEIRO DE SANTA MARIA DE POMBEIRO - evolução do edificado e da cerca PROPOSTA: ELABORAÇÃO DE UMA MONOGRAFIA SOBRE O MOSTEIRO DE SANTA MARIA

Leia mais

Centro Histórico do Porto Património Mundial

Centro Histórico do Porto Património Mundial Centro Histórico do Porto Património Mundial Plano de Gestão Centro Histórico do Porto Património Mundial Plano de Gestão é um documento estratégico para a construção de uma parceria que deve proporcionar

Leia mais

Os Recursos Geológicos na Região do Norte: Ambiente e Ordenamento do Território

Os Recursos Geológicos na Região do Norte: Ambiente e Ordenamento do Território Os Recursos Geológicos na Região do Norte: Ambiente e 9 de Outubro de 2008 ISEP Recursos Geológicos: Pressupostos Instrumentos Programáticos de Instrumentos Programáticos de Ordenamento Sectorial Acção

Leia mais

Ficha de Caracterização Edificado com Interesse Cultural

Ficha de Caracterização Edificado com Interesse Cultural Ficha de Caracterização Edificado com Interesse Cultural (Art. 19º e 45º da Lei 107/2001, de 8 de setembro) I. Identificação 1.1 Data 1.2 Nome do imóvel: 1.3 Freguesia: 1.4 Localização: n.º 1.5 Proprietário

Leia mais

PLANO DE PORMENOR ESPAÇOS RESIDENCIAIS EM SOLO URBANIZÁVEL TERMOS DE REFERÊNCIA

PLANO DE PORMENOR ESPAÇOS RESIDENCIAIS EM SOLO URBANIZÁVEL TERMOS DE REFERÊNCIA PLANO DE PORMENOR ESPAÇOS RESIDENCIAIS EM SOLO URBANIZÁVEL TERMOS DE REFERÊNCIA 1. Introdução 2. Oportunidade da elaboração do Plano 3. Enquadramento do plano nos instrumentos de gestão territorial 4.

Leia mais

Termo de Responsabilidade do Projecto de Arquitectura

Termo de Responsabilidade do Projecto de Arquitectura Termo de Responsabilidade do Projecto de Arquitectura Termo de Responsabilidade da Autora do Projecto de Arquitectura Susana Maria Pinto Martins, funcionária da câmara municipal de Vinhais, com sede na

Leia mais

Termos de Referência do Plano de Pormenor da Costa de Lavos

Termos de Referência do Plano de Pormenor da Costa de Lavos MUNICIPIO DA FIGUEIRA DA FOZ CÂMARA MUNICIPAL Divisão de Ordenamento do Território Termos de Referência do Plano de Pormenor da Costa de Lavos Os Técnicos Superiores de Planeamento Regional e Urbano Victor

Leia mais

5º Congresso APECATE. Contextualização do Turismo Cultural em Portugal ESTRUTURAR NEGÓCIO PARA POTENCIAR O CRESCIMENTO. Évora, 2 a 4 de Fevereiro 2017

5º Congresso APECATE. Contextualização do Turismo Cultural em Portugal ESTRUTURAR NEGÓCIO PARA POTENCIAR O CRESCIMENTO. Évora, 2 a 4 de Fevereiro 2017 5º Congresso APECATE ESTRUTURAR NEGÓCIO PARA POTENCIAR O CRESCIMENTO Évora, 2 a 4 de Fevereiro 2017 Contextualização do Turismo Cultural em Portugal José Maria Lobo de Carvalho 3 de Fevereiro de 2017 ÁREA

Leia mais

MUNICÍPIO DE ALENQUER

MUNICÍPIO DE ALENQUER MUNICÍPIO DE ALENQUER IX Reunião da Comissão de Acompanhamento 3 de Novembro REVISÃO DO ponto de Situação Trabalhos / Estudos concluídos 1. Estudos de Caracterização (inclui rede natura, mapa de ruído

Leia mais

Câmara Municipal de Sesimbra DIVISÃO DE PLANEAMENTO URBANISTÍCO

Câmara Municipal de Sesimbra DIVISÃO DE PLANEAMENTO URBANISTÍCO PLANO DE URBANIZAÇÃO DA RIBEIRA DO MARCHANTE VERSÃO FINAL REGULAMENTO Câmara Municipal de Sesimbra DIVISÃO DE PLANEAMENTO URBANISTÍCO ÍNDICE TÍTULO I - DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º - Âmbito...3 Artigo

Leia mais

Alcochete 2030: Visão e Estratégia. Construindo o Futuro: Agenda Estratégica para o Desenvolvimento Sustentável

Alcochete 2030: Visão e Estratégia. Construindo o Futuro: Agenda Estratégica para o Desenvolvimento Sustentável Alcochete 2030: Visão e Estratégia Construindo o Futuro: Agenda Estratégica para o Desenvolvimento Sustentável Alcochete 2030: Visão e estratégia A. O processo B. A síntese do diagnóstico C. A visão e

Leia mais

PLANO DE PORMENOR INFRAESTRUTURAS DE APOIO DE ATIVIDADES ECONÓMICAS DE ERVIDEL TERMOS DE REFERÊNCIA ACOLHIMENTO PARA EMPRESAS, LOCALIZADO NO ESPAÇO DE

PLANO DE PORMENOR INFRAESTRUTURAS DE APOIO DE ATIVIDADES ECONÓMICAS DE ERVIDEL TERMOS DE REFERÊNCIA ACOLHIMENTO PARA EMPRESAS, LOCALIZADO NO ESPAÇO DE PLANO DE PORMENOR INFRAESTRUTURAS DE APOIO DE ACOLHIMENTO PARA EMPRESAS, LOCALIZADO NO ESPAÇO DE ATIVIDADES ECONÓMICAS DE ERVIDEL TERMOS DE REFERÊNCIA 1. Introdução 2. Oportunidade da elaboração do Plano

Leia mais

Ministério das Cidades, Ordenamento do Território e Ambiente PLANO DE ORDENAMENTO DO PARQUE NATURAL DE SINTRA-CASCAIS 5. PLANO OPERACIONAL DE GESTÃO

Ministério das Cidades, Ordenamento do Território e Ambiente PLANO DE ORDENAMENTO DO PARQUE NATURAL DE SINTRA-CASCAIS 5. PLANO OPERACIONAL DE GESTÃO Ministério das Cidades, Ordenamento do Território e Ambiente PLANO DE ORDENAMENTO DO PARQUE NATURAL DE SINTRA-CASCAIS 1.. REGULAMENTO 2.. PLANTA DE ORDENAMENTO 3.. RELATÓRIO 4.. PLANTA DE CONDICIONANTES

Leia mais

PLANO DE URBANIZAÇÃO DE VALE DE BOI ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS/TERMOS DE REFERÊNCIA

PLANO DE URBANIZAÇÃO DE VALE DE BOI ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS/TERMOS DE REFERÊNCIA Câmara Municipal de Vila do Bispo PLANO DE URBANIZAÇÃO DE VALE DE BOI ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS/TERMOS DE REFERÊNCIA JULHO 2008 Índice 1 INTRODUÇÃO... 3 2 ENQUADRAMENTO TERRITORIAL DA ÁREA DE INTERVENÇÃO...

Leia mais

Alteração Regulamentar ao PDM de Sintra. Direção Municipal de Ambiente, Planeamento e Gestão do Território

Alteração Regulamentar ao PDM de Sintra. Direção Municipal de Ambiente, Planeamento e Gestão do Território Alteração Regulamentar ao PDM de Sintra Direção Municipal de Ambiente, Planeamento e Gestão do Território 24 março 2015 Enquadramento Participação pública preventiva Procedimentos Projetos de Relevante

Leia mais

ROTA DAS IGREJAS DO CONCELHO DE PENICHE. Promoção e Valorização do

ROTA DAS IGREJAS DO CONCELHO DE PENICHE. Promoção e Valorização do ROTA DAS IGREJAS DO CONCELHO DE PENICHE Promoção e Valorização do Património Histórico-Religioso Peniche dispõe de um volumoso, diversificado e raro património histórico cultural, tanto móvel como imóvel.

Leia mais

ACTOS PRÓPRIOS RESERVADOS E OUTROS ACTOS EM QUE PODEM INTERVIR OS ARQUITECTOS

ACTOS PRÓPRIOS RESERVADOS E OUTROS ACTOS EM QUE PODEM INTERVIR OS ARQUITECTOS ACTOS PRÓPRIOS RESERVADOS E OUTROS ACTOS EM QUE PODEM INTERVIR OS ARQUITECTOS INSCRIÇÃO EFECTIVA ACTIVA NA ORDEM DOS ARQUITECTOS DECLARAÇÃO GENÉRICA EMITIDA PELA OA - Elaborar e apreciar estudos, projectos

Leia mais

SERVIÇO DOS ECOSSISTEMAS NAS CIDADES. biodiversidade e adaptação climática o serviço da qualidade de vida. Gestão da Estrutura Ecológica do Barreiro

SERVIÇO DOS ECOSSISTEMAS NAS CIDADES. biodiversidade e adaptação climática o serviço da qualidade de vida. Gestão da Estrutura Ecológica do Barreiro SERVIÇO DOS ECOSSISTEMAS NAS CIDADES biodiversidade e adaptação climática o serviço da qualidade de vida Gestão da Estrutura Ecológica do Barreiro CONTEXTO HISTÓRICO No final do século XIX a localização

Leia mais

PLANO DE URBANIZAÇÃO DA AVENIDA DA REPÚBLICA REDELIMITAÇÃO DA ÁREA-PLANO

PLANO DE URBANIZAÇÃO DA AVENIDA DA REPÚBLICA REDELIMITAÇÃO DA ÁREA-PLANO PLANO DE URBANIZAÇÃO DA AVENIDA DA REPÚBLICA REDELIMITAÇÃO DA ÁREA-PLANO FUNDAMENTAÇÃO TÉCNICA 1) ANTECEDENTES A Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia deliberou, em 20 de novembro de 2017, iniciar o procedimento

Leia mais

1. Matriz de compatibilização das classes de espaço dos Planos Directores Municipais com as Classes de Espaço propostas pelo POOC.

1. Matriz de compatibilização das classes de espaço dos Planos Directores Municipais com as Classes de Espaço propostas pelo POOC. Lista de quadros 1. Matriz de compatibilização das classes de espaço dos Planos Directores Municipais com as Classes de Espaço propostas pelo. 2. UOPG do : Correspondência entre classes de espaço (/PDM).

Leia mais

PLANO ANUAL DE ACTIVIDADES INVESTIMENTO E DESENVOLVIMENTO PARA Fundo do Baixo Sabor

PLANO ANUAL DE ACTIVIDADES INVESTIMENTO E DESENVOLVIMENTO PARA Fundo do Baixo Sabor PLANO ANUAL DE ACTIVIDADES INVESTIMENTO E DESENVOLVIMENTO PARA 2011 Fundo do Baixo Sabor I - INTRODUÇÃO O Plano Anual de Actividades constitui-se como o documento orientador da actividade do Fundo Baixo

Leia mais

Revisão do Plano de Pormenor das Penhas da Saúde Zona Sul TERMOS DE REFERÊNCIA

Revisão do Plano de Pormenor das Penhas da Saúde Zona Sul TERMOS DE REFERÊNCIA Revisão do Plano de Pormenor das Penhas da Saúde - Zona Sul T E R M O S D E R E F E R Ê N C I A Pág. 1 de 4 Revisão do Plano de Pormenor das Penhas da Saúde Zona Sul TERMOS DE REFERÊNCIA 1 ÍNDICE GERAL

Leia mais

REFERENCIAL DE ANÁLISE DE MÉRITO DO PROJETO AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS

REFERENCIAL DE ANÁLISE DE MÉRITO DO PROJETO AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS REFERENCIAL DE ANÁLISE DE MÉRITO DO PROJETO AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS PRIORIDADE DE INVESTIMENTO: INVESTIMENTO NA CONSERVAÇÃO, PROTECÇÃO, PROMOÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO PATRIMÓNIO NATURAL

Leia mais

Planta do PDM - Ordenamento I

Planta do PDM - Ordenamento I Planta do PDM - Ordenamento I Revisão do Plano Diretor Municipal de Cinfães, publicado no Diário da República, 2º Série - Nº 203-20 de outubro de 2017, Aviso nº 12625/2017 1:10.000 0 125 250 Meters 5.500

Leia mais

Câmara Municipal de Aveiro Departamento de Gestão Urbanística de Obras Particulares

Câmara Municipal de Aveiro Departamento de Gestão Urbanística de Obras Particulares Câmara Municipal de Aveiro Departamento de Gestão Urbanística de Obras Particulares Visto em 15/07/2008, A Directora de Departamento Relação dos Instrumentos de Gestão Territorial, das servidões e restrições

Leia mais

FICHA DE APOIO À CARTOGRAFIA

FICHA DE APOIO À CARTOGRAFIA Designação: Cerca de Coimbra, designadamente, Arco e Torre de Almedina, Arco Pequeno de Almedina e Torre de Anto Outras designações: Muralhas de Coimbra incluindo o Arco Pequeno de Almedina Categoria /

Leia mais

Enquadramento. Multifuncionalidade - Integração de várias funções no mesmo espaço e tempo, numa determinada escala >>> conceito analítico

Enquadramento. Multifuncionalidade - Integração de várias funções no mesmo espaço e tempo, numa determinada escala >>> conceito analítico Projecto Mural Enquadramento Função - Capacidade da paisagem de fornecer bens e serviços que correspondem a necessidades, procura e objectivos da sociedade, directa ou indirectamente. Comodidades: produção

Leia mais

Regulamento Cidade do Vinho 2017

Regulamento Cidade do Vinho 2017 Regulamento Cidade do Vinho 2017 CIDADE DO VINHO 2017 REGULAMENTO DE PARTICIPAÇÃO A designação de "Cidade do Vinho" tem o objectivo de contribuir para valorizar a riqueza, a diversidade e as características

Leia mais

Património Cultural Imaterial

Património Cultural Imaterial Património Cultural Imaterial PROGRAMA DE ESTÁGIOS EM ANTROPOLOGIA REGULAMENTO O Instituto dos Museus e da Conservação, I.P. (IMC) é o organismo do Ministério da Cultura que tem por missão desenvolver

Leia mais