A RNP e as Mudanças na Internet

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A RNP e as Mudanças na Internet"

Transcrição

1 Seminário Serviços e Sistemas de Informação Tecnológica Junho de 1998 Ari Frazão Jr. Consultor de Redes da RNP A

2 Índice: Rede Internet A RNP A Nova Geração da Internet O Brasil Rumo à Internet2 A Ação Conjunta ProTeM/RNP Para Onde Caminha a Internet

3 Rede Internet Definição Breve Histórico Abrangência A Rede Internet no Brasil

4 Definição Rede de Redes

5 Breve Histórico Anos 60/70 - ARPanet Anos 70 - Entrada do setor acadêmico Anos 80 - Crescimento acadêmico mundial Anos 90 - Crescimento comercial

6 Abrangência

7 A Rede Internet no Brasil A Rede Nacional de Pesquisa - RNP A Rede da Embratel Outros backbones: Banco RURAL IBM etc.

8 A RNP Situação Atual Backbone Expansões em Implantação

9 Situação Atual Enlaces do Backbone Nacional 5 x 2 Mbps para os Estados Unidos 9 x 2 Mbps nacionais (RS,SC,PR,SP,RJ,MG,DF,PE,CE) 2 x 1 Mbps (PB e BA) 5 x 256 Kbps (AL, AM, GO, RN, SE) 7 x 128 Kbps (AC, ES, MA, MS, PA, RO, TO) 2 x 64 Kbps (PI e MT) Mais de 400 instituições de ensino e pesquisa

10 Backbone

11 Expansões em Implantação Enlaces internacionais Circuitos a 256 Kbps para Argentina, Chile e Venezuela Enlaces nacionais Conexões de 256 Kbps para os estados do NE Mais um link de 2 Mbps entre Rio e São Paulo A velocidade mínima no backbone nacional passa para 128 Kbps

12 A Nova Geração da Internet Iniciativas nos EUA Iniciativas na Europa

13 Iniciativas nos EUA Next Generation Internet ( Iniciativa do Governo Federal Investimentos diretos de US$100 milhões Apoio a diversas agências do governo Meta principal: redes de gigabits e aplicações interativas

14 Iniciativas nos EUA Internet2 ( Consórcio de mais de 100 universidades Parcerias com as indústrias do setor Foco em aplicações interativas e multimídia Apoio da NGI através da NSF

15 Iniciativas nos EUA University Corporation for Advanced Internet Development Organização criada para coordenar as atividades do Consórcio da Internet2 Dirigida por reitores das principais universidades americanas

16 Iniciativas nos EUA S T A R T A P

17 Iniciativas na Europa TEN-34 ( Interconecta 16 redes acadêmicas da Europa Projeto apoiado pelo Programa de Telemática da Comissão Européia Conexões de 10 a 34 Mbps incluindo todos os países da Europa oriental e vários países da Europa central Próximo passo: TEN-155

18 Iniciativas na Europa

19 O Brasil Rumo à Internet 2 Internet 2 - Objetivos Requisitos Estratégia Restrições e Limitações

20 Internet2 - Objetivos Facilitar e coordenar o desenvolvimento, emprego, operação e transferência de tecnologia de aplicações e serviços avançados de redes Manter a liderança americana em P&D para a Internet Acelerar a disponibilização de novos serviços e aplicações para a educação Implantar serviços de rede banda larga

21 Requisitos Capacitação Técnica Equipamentos (GigaPOPs) Infra-estrutura de comunicação de dados baseada em fibras ópticas

22 Implantar redes metropolitanas de alto desempenho Participação no Consórcio Internet 2 Acesso às tecnologias e aplicações em desenvolvimento Intercâmbio de pesquisadores Aumento da conectividade aos EUA Acesso ao STARTAP e vbns Adequação da infra-estrutura (LAN) das universidades Estratégia

23 Restrições e Limitações Falta de infra-estrutura física de comunicação de dados de alta velocidade (45 a 155 Mbps) para o exterior Incompatibilidade das políticas de uso RNP1 x RNP2 Definição de uma AUP para a nova fase Separação do tráfego acadêmico a nível nacional e internacional

24 A Ação Conjunta ProTeM /RNP Objetivos Áreas Temáticas Apoio aos Consórcios

25 Objetivos Implantar Redes Metropolitanas de Alto Desempenho Capacitação de Recursos Humanos Experiência prática com redes de alta velocidade Implantação de infra-estrutura de serviços Implantação de aplicações multimídia Transferência de tecnologia para as operadoras de telecomunicações

26 Operação e Gerenciamento de Redes Interoperação de plataformas de gerenciamento sobre ATM Avaliação de desempenho de redes ATM em larga escala Gerenciamento de redes com tráfego gerado por aplicações multicast Interoperação de redes ATM e SMDS Gerenciamento integrado ATM sobre SDH Áreas Temáticas

27 Aplicações Interativas Teleconferência (incluindo criptografia) Gravação e reprodução de vídeo conferências sobre MBONE Gerenciamento de redes com tráfego gerado por aplicações multicast Ensino à distância e bibliotecas virtuais Tele-medicina Áreas Temáticas

28 Apoio aos Consórcios RNP Equipamentos de rede (switches, hubs, etc.) ProTeM Bolsas DTI e ITI Equipamentos servidores e desktops Recursos para custeio/equipamentos Seis consórcios já contemplados: PR, RJ, SP, CE, GO, RS

29 Para Onde Caminha a Internet Internet: Algo em Transformação Tendências Temas em Debate

30 Internet: Algo em Transformação Crescimento exponencial de usuários e hosts levando a congestionamentos Intranets e redes corporativas virtuais A Internet2

31 Tendências Aperfeiçoamento de mecanismos de busca Catálogos sofisticados Search engines poderosos Filtros de acesso Aperfeiçoamento de interfaces Amigáveis (ícones, gráficos) Integradas (browser + + news) Interativas (CGI, Java) Multimídia (VRLM, vídeo-conferência, áudio)

32 Tendências continuação Transações seguras Protocolos de comunicação e sistemas de pagamento Convergência de meios de acesso: telefonia, TV a cabo, satélite,...

33 Tendências continuação Temas em debate: Direitos autorais e crimes via computador Censura x liberdade de expressão

34 Rede Nacional de Pesquisa

Resultados da Lei de Informática - Uma Avaliação. Parte 4 - Programas Prioritários em Informática

Resultados da Lei de Informática - Uma Avaliação. Parte 4 - Programas Prioritários em Informática Resultados da Lei de Informática - Uma Avaliação Parte 4 - Programas Prioritários em Informática Rede Nacional de Pesquisa Ministério da Ciência e Tecnologia Resultados da Lei de Informática - Uma Avaliação

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES Acessos Quantidade de Acessos no Brasil Dividido por Tecnologia/Velocidade/UF

AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES Acessos Quantidade de Acessos no Brasil Dividido por Tecnologia/Velocidade/UF AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES Acessos Quantidade de Acessos no Brasil Dividido por Tecnologia/Velocidade/UF UF Tecnologia Velocidade Quantidade de Acessos AC ATM 12 Mbps a 34Mbps 3 AC ATM 34 Mbps

Leia mais

O Brasil Rumo à Internet 2

O Brasil Rumo à Internet 2 O Brasil Rumo à Internet 2 IV Seminário de Capacitação Interna da RNP Novembro de 1998 José Luiz Ribeiro Filho / Nelson SImões RNP Sumário As Redes de Nova Geração Internet 2 e NGI Novos Requisitos de

Leia mais

Primeiro Técnico. Comunicão na Internet Prof. Cesar

Primeiro Técnico. Comunicão na Internet Prof. Cesar Primeiro Técnico Comunicão na Internet Prof. Cesar 1 A Internet é freqüentemente comparada a um sistema interestadual de estradas. 2 * Permitem alta-velocidade aos viajantes (para os dadosecarros); 3 *

Leia mais

Agência Nacional de Telecomunicações. Entidade Aferidora da Qualidade

Agência Nacional de Telecomunicações. Entidade Aferidora da Qualidade Agência Nacional de Telecomunicações Entidade Aferidora da Qualidade Qualidade da Banda Larga Publicação de Indicadores (setembro/13) outubro de 2013 Medição Banda Larga Fixa (SCM) Para a medição da banda

Leia mais

Desenvolvimento de Novos Produtos e Serviços para a Área Social

Desenvolvimento de Novos Produtos e Serviços para a Área Social Programa 0465 SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO - INTERNET II Objetivo Incrementar o grau de inserção do País na sociedade de informação e conhecimento globalizados. Público Alvo Empresas, usuários e comunidade

Leia mais

Fernando Albuquerque - [email protected] REDES LAN - WAN. Fernando Albuquerque (061) 273-3589 [email protected]

Fernando Albuquerque - fernando@cic.unb.br REDES LAN - WAN. Fernando Albuquerque (061) 273-3589 fernando@cic.unb.br REDES LAN - WAN Fernando Albuquerque (061) 273-3589 [email protected] Tópicos Modelos Protocolos OSI e TCP/IP Tipos de redes Redes locais Redes grande abrangência Redes metropolitanas Componentes Repetidores

Leia mais

Conjunto de Realização Busca de Oportunidades e Iniciativa Exigência de Qualidade e Eficiência Correr Riscos Calculados Persistência Comprometimento

Conjunto de Realização Busca de Oportunidades e Iniciativa Exigência de Qualidade e Eficiência Correr Riscos Calculados Persistência Comprometimento O que é? Seminário de 80 horas em sala, aplicado num período de 9 dias, em regime de imersão; Metodologia trabalha, através de vivências, 10 Características do Comportamento Empreendedor (CCEs), que compreendem

Leia mais

Marcel Menezes Fortes II CONGRESSO BRASILEIRO DE ACREDITAÇÃO E CERTIFICAÇÃO EM SERGIPE

Marcel Menezes Fortes II CONGRESSO BRASILEIRO DE ACREDITAÇÃO E CERTIFICAÇÃO EM SERGIPE Marcel Menezes Fortes II CONGRESSO BRASILEIRO DE ACREDITAÇÃO E CERTIFICAÇÃO EM SERGIPE 1 Agradecimentos e reflexões iniciais 2 Normas e Sistema de Gestão Integrado 3 Modelo de Excelência na Gestão 4 Interfaces

Leia mais

Tecnologias disponíveis e as possíveis parcerias com a RNP

Tecnologias disponíveis e as possíveis parcerias com a RNP Tecnologias disponíveis e as possíveis parcerias com a RNP Encontro Provedores Regionais Rio de Janeiro Julho/2014 Agenda Tecnologias e tendências em redes ópticas; Oportunidades de negócio com a RNP.

Leia mais

ANEXO I BICICLETA ESCOLAR. Modelo de ofício para adesão à ata de registro de preços (GRUPO 1)

ANEXO I BICICLETA ESCOLAR. Modelo de ofício para adesão à ata de registro de preços (GRUPO 1) ANEXO I BICICLETA ESCOLAR Modelo de ofício para adesão à ata de registro de preços (GRUPO 1) Assunto: Adesão à ata de registro de preços nº 70/2010 do pregão eletrônico nº 40/2010. 1 2 BICICLETA 20 - AC,

Leia mais

Tecnologia da Informação e Comunicação. Euber Chaia Cotta e Silva

Tecnologia da Informação e Comunicação. Euber Chaia Cotta e Silva Tecnologia da Informação e Comunicação Euber Chaia Cotta e Silva Redes e a Internet Conceitos Básicos 01 Para que você possa entender o que é e como funciona a Internet é necessário primeiro compreender...

Leia mais

Agência Nacional de Telecomunicações. Entidade Aferidora da Qualidade

Agência Nacional de Telecomunicações. Entidade Aferidora da Qualidade Agência Nacional de Telecomunicações Entidade Aferidora da Qualidade Qualidade da Banda Larga Publicação de Indicadores (dezembro/13) Janeiro de 2014 Medição Banda Larga Fixa (SCM) Para a medição da banda

Leia mais

I Simpósio de Ciência e Tecnologia COMCIT. Rede GigaNatal: uma Rede Metropolitana de Alta Velocidade. Sergio Vianna Fialho, D.Sc.

I Simpósio de Ciência e Tecnologia COMCIT. Rede GigaNatal: uma Rede Metropolitana de Alta Velocidade. Sergio Vianna Fialho, D.Sc. I Simpósio de Ciência e Tecnologia COMCIT : uma Rede Metropolitana de Alta Velocidade Sergio Vianna Fialho, D.Sc. CG- RN / PoP- RN Agosto de 2008 Agenda A RNP e as iniciativas do Governo federal Rede Ipê

Leia mais

Administração de Sistemas de Informação Gerenciais

Administração de Sistemas de Informação Gerenciais Administração de Sistemas de Informação Gerenciais UNIDADE V: Telecomunicações, Internet e Tecnologia Sem Fio. Tendências em Redes e Comunicações No passado, haviam dois tipos de redes: telefônicas e redes

Leia mais

Implantação de QoS no fone@rnp

Implantação de QoS no fone@rnp III Workshop VoIP Marcel R. Faria & Fábio Okamura Maio 2008 Agenda Introdução Backbone RNP rede Ipê QoS na rede Ipê - Serviço Premium Aplicação no fone@rnp Introdução A fim de atender a crescente demanda

Leia mais

Projeto Hospitais Sentinela: A experiência da Anvisa e da Rede Sentinela no Controle de EA em Hospitais

Projeto Hospitais Sentinela: A experiência da Anvisa e da Rede Sentinela no Controle de EA em Hospitais Projeto Hospitais Sentinela: A experiência da Anvisa e da Rede Sentinela no Controle de EA em Hospitais Anvisa: : Agência Nacional de Vigilância Sanitária Clarice Alegre Petramale EPI 2008 Um pouco de

Leia mais

NOTAS DE AULA - TELECOMUNICAÇÕES

NOTAS DE AULA - TELECOMUNICAÇÕES NOTAS DE AULA - TELECOMUNICAÇÕES 1. Conectando a Empresa à Rede As empresas estão se tornando empresas conectadas em redes. A Internet e as redes de tipo Internet dentro da empresa (intranets), entre uma

Leia mais

Redes de Computadores. Prof. José Gonçalves Pereira Filho Departamento de Informática [email protected]

Redes de Computadores. Prof. José Gonçalves Pereira Filho Departamento de Informática zegonc@inf.ufes.br Redes de Computadores Prof. José Gonçalves Pereira Filho Departamento de Informática [email protected] Classificação de Redes Redes de Computadores Conjunto de nós processadores capazes de trocar informações

Leia mais

Gestão da Qualidade da Banda Larga

Gestão da Qualidade da Banda Larga Gestão da Qualidade da Banda Larga Agência Nacional de Telecomunicações Brasília, 17 de maio de 2013 METODOLOGIA DE MEDIÇÃO INDICADORES DE BANDA LARGA FIXA Avaliações realizadas através de medidores instalados

Leia mais

Ana Lúcia Vitale Torkomian. Secretária Adjunta de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Ministério da Ciência e Tecnologia

Ana Lúcia Vitale Torkomian. Secretária Adjunta de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Ministério da Ciência e Tecnologia Sessão Plenária 5: Programas Nacionais de Estímulo e Apoio às Incubadoras de Empresas e Parques Tecnológicos Ana Lúcia Vitale Torkomian Secretária Adjunta de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Ministério

Leia mais

UNIP UNIVERSIDADE PAULISTA. Curso: Redes de Computadores e Telecomunicações

UNIP UNIVERSIDADE PAULISTA. Curso: Redes de Computadores e Telecomunicações UNIP UNIVERSIDADE PAULISTA Curso: Redes de Computadores Módulo 2 - Conceitos e Fundamentos Evolução das Redes d LAN, MAN e WAN Material de Apoio 2011 / sem2 Prof. Luiz Shigueru Seo CONCEITOS e FUNDAMENTOS

Leia mais

Conceitos sobre Internet 2

Conceitos sobre Internet 2 Conceitos sobre Internet 2 Realizada em 27/01/2000, atualizada em 06/02/2001 Cláudia Helena Bianchi Lencioni e-mail: [email protected] Seção de Rede Internet no Brasil Possui metade do número total de

Leia mais

Agência Nacional de Telecomunicações. Entidade Aferidora da Qualidade

Agência Nacional de Telecomunicações. Entidade Aferidora da Qualidade Agência Nacional de Telecomunicações Entidade Aferidora da Qualidade Qualidade da Banda Larga Publicação de Indicadores (Setembro/14) Medição Banda Larga Fixa (SCM) Para a medição da banda larga fixa (SCM)

Leia mais

Informática Aplicada

Informática Aplicada Informática Aplicada Internet Aula 4 Prof. Walteno Martins Parreira Jr www.waltenomartins.com.br [email protected] 2014 APRESENTAÇÃO A Internet é um grande conjunto de redes de computadores interligadas

Leia mais

Projeto e-caixa NOVA ARQUITETURA DE TELECOMUNICAÇÕES DA CAIXA CENÁRIOS, DESAFIOS, RESULTADOS

Projeto e-caixa NOVA ARQUITETURA DE TELECOMUNICAÇÕES DA CAIXA CENÁRIOS, DESAFIOS, RESULTADOS Projeto e-caixa NOVA ARQUITETURA DE TELECOMUNICAÇÕES DA CAIXA CENÁRIOS, DESAFIOS, RESULTADOS 80,2Milhões de Clientes 154 Anos Mil Empregados 100,0 Tamanho R$ 1,08 trilhão Ativos Administrados R$ 968 bilhões

Leia mais

Desenvolvimento da ReMAV-Curitiba Perspectivas Novos parceiros e alianças Institucionalização

Desenvolvimento da ReMAV-Curitiba Perspectivas Novos parceiros e alianças Institucionalização ,,:RUNVKRS :RUNVKRSGD513 %HOR+RUL]RQWHGHPDLRGH 5(0$9&XULWLED ([SHULPHQWRVGH*HVWmRH$SOLFDo}HV HP5HGHVGH$OWD9HORFLGDGH &HQWUR,QWHUQDFLRQDOGH7HFQRORJLDGH6RIWZDUH &HQWUR)HGHUDOGH(GXFDomR7HFQROyJLFDGR3DUDQi,QVWLWXWRGH7HFQRORJLDGR3DUDQi

Leia mais

O direito à tecnologia da informação: perspectivas e desafios. Prof. José Carlos Vaz EACH-USP

O direito à tecnologia da informação: perspectivas e desafios. Prof. José Carlos Vaz EACH-USP O direito à tecnologia da informação: perspectivas e desafios Prof. José Carlos Vaz EACH-USP 1 1. A importância da democratização do acesso à TI A desigualdade no acesso à tecnologia é um fator adicional

Leia mais

RTM: uma solução tecnológica para o Sped. Diretora de Marketing e Produtos

RTM: uma solução tecnológica para o Sped. Diretora de Marketing e Produtos RTM: uma solução tecnológica para o Sped RTM: uma solução tecnológica para o Adriane dos Santos Rêgo Diretora de Marketing e Produtos Histórico 1997 Criada pela ANDIMA para interligar o setor financeiro

Leia mais

SETOR DE TELECOMUNICAÇÕES

SETOR DE TELECOMUNICAÇÕES SETOR DE TELECOMUNICAÇÕES NO BRASIL COMISSÃO DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA, INOVAÇÃO, COMUNICAÇÃO E INFORMÁTICA SENADO FEDERAL EDUARDO LEVY BRASÍLIA, 04 DE NOVEMBRO DE 2014 crescimento do setor de telecomunicações

Leia mais

profissional: desafios e integração

profissional: desafios e integração O papel das IES na formação profissional: desafios e integração da equipe de saúde Clarice A. Ferraz Coordenadora d Geral das Ações Técnicas em Educação na Saúde e Formação de Profissionais de Nível Médio

Leia mais

Projeto 05. Plano de intercâmbio / parceria entre os examinadores de diferentes Estados e Setores

Projeto 05. Plano de intercâmbio / parceria entre os examinadores de diferentes Estados e Setores Projeto 05 Plano de intercâmbio / parceria entre os examinadores de diferentes Estados e Setores Estimular intercâmbio/ parceria entre os examinadores de diferentes estados e setores Desenvolver plano

Leia mais

Agência Nacional de Telecomunicações. Entidade Aferidora da Qualidade

Agência Nacional de Telecomunicações. Entidade Aferidora da Qualidade Agência Nacional de Telecomunicações Entidade Aferidora da Qualidade Qualidade da Banda Larga Publicação de Indicadores (Junho/14) Medição Banda Larga Fixa (SCM) Para a medição da banda larga fixa (SCM)

Leia mais

Agência Nacional de Telecomunicações. Entidade Aferidora da Qualidade

Agência Nacional de Telecomunicações. Entidade Aferidora da Qualidade Agência Nacional de Telecomunicações Entidade Aferidora da Qualidade Qualidade da Banda Larga Publicação de Indicadores (julho/2015) Medição Banda Larga Fixa (SCM) Para a medição da banda larga fixa (SCM)

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES

REDES DE COMPUTADORES CURSO TÉCNICO DE INFORMÁTICA Módulo A REDES DE COMPUTADORES Introdução ARPANET E SURGE UMA REDE... Na década de 60, militares desejavam criar um meio de comunicação que fosse robusto e não tivesse ponto

Leia mais

01. O QUE É? 02. OBJETIVOS DO CURSO 03. CAMPO DE ATUAÇÃO

01. O QUE É? 02. OBJETIVOS DO CURSO 03. CAMPO DE ATUAÇÃO 01. O QUE É? O Curso de Desenvolvimento de Websites é um curso de graduação tecnológica de nível superior com duração de dois anos e meio. Este curso permite a continuidade dos estudos em nível de bacharelado

Leia mais

PROPOSTA DE PROJETO DE PESQUISA APLICADA PARA AUXÍLIO FINANCEIRO A CURSOS PROJETO DE TELEFONIA IP

PROPOSTA DE PROJETO DE PESQUISA APLICADA PARA AUXÍLIO FINANCEIRO A CURSOS PROJETO DE TELEFONIA IP Ministério Público do Estado do Paraná PROPOSTA DE PROJETO DE PESQUISA APLICADA PARA AUXÍLIO FINANCEIRO A CURSOS PROJETO DE TELEFONIA IP ALEXANDRE GOMES DE LIMA SILVA CURITIBA - PR 2012-2013 Ministério

Leia mais

Audiência Pública CFFC - Comissão de Fiscalização Financeira e Controle

Audiência Pública CFFC - Comissão de Fiscalização Financeira e Controle Audiência Pública CFFC - Comissão de Fiscalização Financeira e Controle Brasília, 17 de abril de 2012 Visão Geral AC Rio Branco Venezuela Boa Vista Manaus AM Hub Satélite RR Porto Velho Rede de fibra ótica

Leia mais

UNIVERSIDADE VIRTUAL BRASILEIRA. w w w. u v b. b r

UNIVERSIDADE VIRTUAL BRASILEIRA. w w w. u v b. b r UNIVERSIDADE VIRTUAL BRASILEIRA w w w. u v b. b r João Vianney Diretor Executivo [email protected] A uvb.br Rede de cooperação universitária voltada para o desenvolvimento de competências nas áreas de Pesquisas,

Leia mais

O ECONOMISTA Fundamental em qualquer empresa por quê?

O ECONOMISTA Fundamental em qualquer empresa por quê? O profissional mais estratégico que a empresa precisa ter: O ECONOMISTA Fundamental em qualquer empresa por quê? Diagnostica. Avalia. Cria. Planeja. Resolve. O Economista é um profissional imprescindível

Leia mais

Telecomunicações e Redes. Objetivos do Capítulo

Telecomunicações e Redes. Objetivos do Capítulo Objetivos do Capítulo Identificar as principais tendências e avanços nas indústrias, tecnologias e aplicações de telecomunicações e da Internet nas empresas. Fornecer exemplos do valor comercial de aplicativos

Leia mais

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NSCA 7-6 DIRETRIZES ESPECÍFICAS PARA OS CENTROS DE COMPUTAÇÃO DA AERONÁUTICA (CCA) 2005 MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA

Leia mais

Rede WAN da Codevasf. Histórico, Características e Recursos. Área de Gestão Estratégica Gerência de Tecnologia da Informação

Rede WAN da Codevasf. Histórico, Características e Recursos. Área de Gestão Estratégica Gerência de Tecnologia da Informação Rede WAN da Codevasf Histórico, Características e Recursos Área de Gestão Estratégica Gerência de Tecnologia da Informação Junho / 2011 Rede WAN Definição Uma rede WAN (Wide Area Network) ou Rede de longa

Leia mais

GRUPO 5 - COMUNICAÇÃO

GRUPO 5 - COMUNICAÇÃO GRUPO 5 - COMUNICAÇÃO Nº PROPOSTA UF e Nº Original da Proposta 01 Garantir que todo material produzido pelo poder público e privado seja produzido e veiculado em sistema de braile, texto digital, caracteres

Leia mais

Programa Rede A PARCERIA CFC E SEBRAE: EDUCAÇÃO EMPREENDEDORA EM RESPONSABILIDADE PROFISSIONAL E SOCIAL

Programa Rede A PARCERIA CFC E SEBRAE: EDUCAÇÃO EMPREENDEDORA EM RESPONSABILIDADE PROFISSIONAL E SOCIAL Programa Rede A PARCERIA CFC E SEBRAE: EDUCAÇÃO EMPREENDEDORA EM RESPONSABILIDADE PROFISSIONAL E SOCIAL JUSTIFICATIVA A experiência na implementação da primeira versão do Programa Contabilizando o Sucesso

Leia mais

Vamos Cuidar do Brasil com Escolas Sustentáveis

Vamos Cuidar do Brasil com Escolas Sustentáveis IV Conferência Nacional Infanto-Juvenil pelo Meio Ambiente Vamos Cuidar do Brasil com Escolas Sustentáveis Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão SECADI Coordenação Geral

Leia mais

Componentes dos sistemas computadorizados Aula 04 FTC FACULDADE DE TECNOLOGIA E CIÊNCIAS ADMINISTRAÇÃO IV SEMESTRE

Componentes dos sistemas computadorizados Aula 04 FTC FACULDADE DE TECNOLOGIA E CIÊNCIAS ADMINISTRAÇÃO IV SEMESTRE Componentes dos sistemas computadorizados Aula 04 FTC FACULDADE DE TECNOLOGIA E CIÊNCIAS ADMINISTRAÇÃO IV SEMESTRE Componentes da infraestrutura Hardware Software Tecnologia de gerenciamento de dados Tecnologia

Leia mais

Telebras Institucional

Telebras Institucional Telebras Institucional Ibirubá-RS, Setembro 2011 A Telebrás Quem somos A TELEBRAS é uma S/A de economia mista, vinculada ao Ministério das Comunicações, autorizada a usar e manter a infraestrutura e as

Leia mais

Rede PLC da Restinga Primeira Etapa do Projeto

Rede PLC da Restinga Primeira Etapa do Projeto Primeira Etapa do Projeto Transferência de sinal da rede elétrica do prédio para cabo ou wireless e vice-versa D Repetidores e extratores de sinal para baixa tensão (220V/127V) e vice-versa C B Injeção

Leia mais

Inovação. no Estado de São Paulo. Políticas Públicas para a promoção da Ciência, Tecnologia e

Inovação. no Estado de São Paulo. Políticas Públicas para a promoção da Ciência, Tecnologia e Políticas Públicas para a promoção da Ciência, Tecnologia e no Estado de São Paulo Inovação Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia Subsecretaria de Ciência e Tecnologia Vantagens

Leia mais

Censo Nacional das Bibliotecas Públicas P

Censo Nacional das Bibliotecas Públicas P Ministério da Cultura Secretaria de Articulação Institucional Diretoria de Livro, Leitura e Literatura Fundação Biblioteca Nacional Sistema Nacional de Bibliotecas PúblicasP Censo Nacional das Bibliotecas

Leia mais

AVALIAÇÕES E PERSPECTIVAS ESTRATÉGIAS PARA OS PROJETOS IV SEMINÁRIO NACIONAL DO PNCF

AVALIAÇÕES E PERSPECTIVAS ESTRATÉGIAS PARA OS PROJETOS IV SEMINÁRIO NACIONAL DO PNCF AVALIAÇÕES E PERSPECTIVAS ESTRATÉGIAS PARA OS PROJETOS IV SEMINÁRIO NACIONAL DO PNCF Crédito Fundiário no combate a pobreza rural: Sustentabilidade e qualidade de vida 2011 PROGRAMA NACIONAL DE CRÉDITO

Leia mais

ESTRATÉGIAS DO MCTI PARA INCENTIVAR A INOVAÇÃO EM TI: Startups e Centros de P&D

ESTRATÉGIAS DO MCTI PARA INCENTIVAR A INOVAÇÃO EM TI: Startups e Centros de P&D ESTRATÉGIAS DO MCTI PARA INCENTIVAR A INOVAÇÃO EM TI: Startups e Centros de P&D 1. DESAFIOS de formular uma política pública 2. Programa Start-Up Brasil 3. Ação de Atração de Centros Globais de P&D JOSE

Leia mais

Prof. Samuel Henrique Bucke Brito

Prof. Samuel Henrique Bucke Brito - Redes WAN de Circuitos Virtuais www.labcisco.com.br ::: [email protected] Prof. Samuel Henrique Bucke Brito Introdução Na aula de hoje serão apresentadas duas tecnologias de redes de longa distância

Leia mais

Anteprojeto de Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas

Anteprojeto de Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas Avanços e Pontos para Reflexão Renato da Fonseca Secretário-Executivo do Conselho da Micro e Pequena Empresa da Confederação Nacional da Indústria Pontos para reflexão Por que devemos criar um regime especial

Leia mais

Sistemas de Informações Gerenciais Prof. Esp. André Luís Belini Bacharel em Sistemas de Informações MBA em Gestão Estratégica de Negócios

Sistemas de Informações Gerenciais Prof. Esp. André Luís Belini Bacharel em Sistemas de Informações MBA em Gestão Estratégica de Negócios Sistemas de Informações Gerenciais Prof. Esp. André Luís Belini Bacharel em Sistemas de Informações MBA em Gestão Estratégica de Negócios Capítulo 6 Pág. 167 Telecomunicações, Internet e Tecnologia Sem

Leia mais

Anderson L. S. Moreira

Anderson L. S. Moreira Tecnologia da Informação Aula 9 Telecomunicações e Rede Interconectando a Empresa Anderson L. S. Moreira [email protected] Instituto Federal de Pernambuco Recife PE Esta apresentação está sob

Leia mais

FUNDAÇÃO TELEFÔNICA: EDUCAÇÃO INOVATIVA

FUNDAÇÃO TELEFÔNICA: EDUCAÇÃO INOVATIVA FUNDAÇÃO TELEFÔNICA: EDUCAÇÃO INOVATIVA INOVAÇÃO EDUCATIVA FOCO DE ATUAÇÃO DA FUNDAÇÃO TELEFÔNICA VIVO INOVAÇÃO EDUCATIVA VISÃO_ Conectando pessoas e instituições podemos transformar o futuro, tornando-o

Leia mais

Sistemas de Informações Gerenciais

Sistemas de Informações Gerenciais Sistemas de Informações Gerenciais Intranets, Extranets e a Internet Uma intranet Sites é uma na rede Internet interna a uma organização que utiliza tecnologias da Internet para fornecer um ambiente do

Leia mais

Buscamos sempre a solução mais eficaz, de acordo com o avanço tecnológico dos sistemas de Telecomunicações e Tecnologia da Informação.

Buscamos sempre a solução mais eficaz, de acordo com o avanço tecnológico dos sistemas de Telecomunicações e Tecnologia da Informação. A T7 Solutions Informática e Telecomunicações atua como prestadora de serviços de Infraestrutura de TI e Telecom, com foco no desenvolvimento e implementação de soluções de Infraestrutura, Dados e Voz.

Leia mais

MEC. Censo da Educação Superior 2014

MEC. Censo da Educação Superior 2014 MEC Censo da Educação Superior 2014 BRASÍLIA DF 04 DE DEZEMBRO DE 2015 Tabela Resumo Estatísticas Gerais da Educação Superior Brasil 2014 Categoria Administrativa Estatísticas Básicas Total Geral Pública

Leia mais

ANEXO I-a ARQUITETURA DA REDE INFOSUS II

ANEXO I-a ARQUITETURA DA REDE INFOSUS II ANEXO I-a ARQUITETURA DA REDE INFOSUS II 1. Descrição da rede INFOSUS II A Rede INFOSUS II, Infovia Integrada do Sistema Único de Saúde (SUS), consistirá em infra-estrutura de telecomunicações, a ser utilizada

Leia mais

Panorama de incidentes de segurança nas redes acadêmicas brasileiras

Panorama de incidentes de segurança nas redes acadêmicas brasileiras Panorama de incidentes de segurança nas redes acadêmicas brasileiras Atanaí Sousa Ticianelli Coordenador de segurança Gestão de Incidentes de Segurança - GIS Centro de Atendimento a Incidentes de Segurança

Leia mais

Workshop Saneamento Básico Fiesp. Planos Municipais de Saneamento Básico O apoio técnico e financeiro da Funasa

Workshop Saneamento Básico Fiesp. Planos Municipais de Saneamento Básico O apoio técnico e financeiro da Funasa Workshop Saneamento Básico Fiesp Planos Municipais de Saneamento Básico O apoio técnico e financeiro da Funasa Presidente da Funasa Henrique Pires São Paulo, 28 de outubro de 2015 Fundação Nacional de

Leia mais

Rede Ipê - Visão técnica

Rede Ipê - Visão técnica Rede Ipê - Visão técnica Nova rede de núcleo Raniery Pontes Outubro 2005 Tópicos sobre conectividade básica em redes Enlaces e Operadoras Lambdas, acessos, equipamentos Rede Ipê Roteadores e switches Premissas

Leia mais

DEMANDA DE CANDIDATOS POR CARGO / UF NÍVEL SUPERIOR

DEMANDA DE CANDIDATOS POR CARGO / UF NÍVEL SUPERIOR EM CARGOS DE E DE NÍVEL INTERMEDIÁRIO Administrador AC 1 14 14.00 Administrador AL 1 53 53.00 Administrador AP 1 18 18.00 Administrador BA 1 75 75.00 Administrador DF 17 990 58.24 Administrador MT 1 55

Leia mais

Cooperação científica e técnica e o mecanismo de intermediação de informações

Cooperação científica e técnica e o mecanismo de intermediação de informações Página 144 VIII/11. Cooperação científica e técnica e o mecanismo de intermediação de informações A Conferência das Partes, Informando-se sobre o relatório do Secretário Executivo sobre as atividades do

Leia mais

O modelo ISO/OSI (Tanenbaum,, 1.4.1)

O modelo ISO/OSI (Tanenbaum,, 1.4.1) Cenário das redes no final da década de 70 e início da década de 80: Grande aumento na quantidade e no tamanho das redes Redes criadas através de implementações diferentes de hardware e de software Incompatibilidade

Leia mais

Arquitetura Corporativa

Arquitetura Corporativa Arquitetura Corporativa Desafio em desenvolver Arquitetura de TIC PÚBLICO versão: 1 Abril / 2011 Gestor: Tecnologia da Informação e Telecomunicações Agenda 1. Um Pouco da Petrobras 2. Complexidade 3. Alinhamento

Leia mais

Guia Técnico Inatel Guia das Cidades Digitais

Guia Técnico Inatel Guia das Cidades Digitais Guia Técnico Inatel Guia das Cidades Digitais Módulo 1: Etapas de Projeto e Dimensionamento do Sistema INATEL Competence Center [email protected] Tel: (35) 3471-9330 Etapas de projeto e dimensionamento

Leia mais

INSTITUTO DE INOVAÇÃO E CONHECIMENTO TERMO DE REFERÊNCIA

INSTITUTO DE INOVAÇÃO E CONHECIMENTO TERMO DE REFERÊNCIA INSTITUTO DE INOVAÇÃO E CONHECIMENTO TERMO DE REFERÊNCIA REALIZAÇÃO DE ESTUDOS E FORMULAÇÃO DE PROJECTO DE BACKBONE DE FIBRA OPTICA PARA IMPLANTAÇÃO DE INFRA-ESTRUTURA DE COMUNICAÇÃO REDE DO ESTADO INIC

Leia mais

Evolução das Redes. Paulo Aguiar

Evolução das Redes. Paulo Aguiar Evolução das Redes Paulo Aguiar Década de 40-50 Havia somente válvulas Tamanho de pequenas lâmpadas Alta consumo e dissipação de energia Vida útil limitada Primeiros computadores eram objetos de grandes

Leia mais

2 INOVAÇÃO NA PROVISÃO DE SERVIÇOS

2 INOVAÇÃO NA PROVISÃO DE SERVIÇOS 1 MELHORIA DA GESTÃO FISCAL DE MÉDIO PRAZO E DO INVESTIMENTO PÚBLICO 1.1 Diagnóstico e Proposição de Melhorias do Marco de Gasto de Médio Prazo 1.1.0 Não há 1.1.0.0 Não há 1.1.0.0.1 Diagnóstico da metodologia

Leia mais

famílias de baixa renda com acesso aos direitos

famílias de baixa renda com acesso aos direitos Acompanhamento das Condicionalidades do Programa Bolsa Família Na Saúde Seminário Regional Programa Bolsa Família na Saúde - 2009 Programa Bolsa Família Programa de transferência de renda para famílias

Leia mais

X.25, Frame Relay, ATM, Ethernet, Orgãos Reguladores. X.25 e Frame Relay

X.25, Frame Relay, ATM, Ethernet, Orgãos Reguladores. X.25 e Frame Relay Alan Menk Santos [email protected] www.sistemasul.com.br/menk X.25, Frame Relay, ATM, Ethernet, Orgãos Reguladores X.25 e Frame Relay X.25, exemplo de rede orientada a conexão Primeira Rede Publica

Leia mais

POLOS EAD ESTÁCIO 11º Seminário Nacional ABED

POLOS EAD ESTÁCIO 11º Seminário Nacional ABED POLOS EAD ESTÁCIO 11º Seminário Nacional ABED Rio de Janeiro, 10 de junho de 2015 MODELO DE PARCERIA: POLO TERCEIRO EAD Contribuições de cada uma das partes para a Parceria Estácio Parceiro Disponibilizar

Leia mais

A INTERNET E A NOVA INFRA-ESTRUTURA DA TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO

A INTERNET E A NOVA INFRA-ESTRUTURA DA TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO A INTERNET E A NOVA INFRA-ESTRUTURA DA TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO 1 OBJETIVOS 1. O que é a nova infra-estrutura informação (TI) para empresas? Por que a conectividade é tão importante nessa infra-estrutura

Leia mais

Funcionalidade Escalabilidade Adaptabilidade Gerenciabilidade

Funcionalidade Escalabilidade Adaptabilidade Gerenciabilidade Projeto de Redes Requisitos Funcionalidade -- A rede precisa funcionar. A rede precisa permitir que os usuários desempenhem os seus deveres profissionais. A rede precisa oferecer conectividade de usuário-para-usuário

Leia mais

Telecomunicações. Prof. André Y. Kusumoto [email protected]

Telecomunicações. Prof. André Y. Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com Telecomunicações Prof. André Y. Kusumoto [email protected] Introdução à tecnologia de redes Redes de Computadores Século XX - Era da Informação -> invenção do computador. No início, os mainframes

Leia mais

Revisão. Karine Peralta [email protected]

Revisão. Karine Peralta karine.peralta@pucrs.br Revisão Karine Peralta Agenda Revisão Evolução Conceitos Básicos Modelos de Comunicação Cliente/Servidor Peer-to-peer Arquitetura em Camadas Modelo OSI Modelo TCP/IP Equipamentos Evolução... 50 60 1969-70

Leia mais

Secretaria para Assuntos Estratégicos

Secretaria para Assuntos Estratégicos Secretaria para Assuntos Estratégicos DO DESAFIO A REALIDADE Nosso desafio: 399 municípios conectados por uma internet rápida, que oportuniza a aproximação da gestão pública com o cidadão. O projeto Rede399

Leia mais

RESULTADOS FINAIS DO ENCONTRO NACIONAL - ÁREA MEIO - ESTRATÉGIA NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO

RESULTADOS FINAIS DO ENCONTRO NACIONAL - ÁREA MEIO - ESTRATÉGIA NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO RESULTADOS FINAIS DO ENCONTRO NACIONAL - ÁREA MEIO - ESTRATÉGIA NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO SISTEMATIZAÇÃO DOS RESULTADOS Atendendo a solicitação do CNMP, o presente documento organiza os resultados

Leia mais

Acesso à Internet e à televisão e posse de telefone móvel celular para uso pessoal

Acesso à Internet e à televisão e posse de telefone móvel celular para uso pessoal Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Ministério das Comunicações Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios PNAD Suplementar 2013 Acesso à Internet e à televisão e posse de telefone móvel celular

Leia mais

Soluções de Voz. Otimize os serviços de comunicações e os custos de telefônia com nossas soluções integradas de voz.

Soluções de Voz. Otimize os serviços de comunicações e os custos de telefônia com nossas soluções integradas de voz. Nossas Soluções Soluções de Voz Otimize os serviços de comunicações e os custos de telefônia com nossas soluções integradas de voz. lâmina_option_voz.indd 1 10/30/13 2:47 PM Soluções de Voz Soluções Integradas

Leia mais