INDICADORES CORK SERVICES ABRIL 2014
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- Stéphanie Cavalheiro da Silva
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1 Página1 1. APRESENTAÇÃO INDICADORES CORK SERVICES ABRIL 2014 Os indicadores Cork Services contemplam os principais números de referência para a gestão de frotas, incluindo índices de inflação e variação dos preços de combustíveis, com atualizações mensais. Caso tenha dúvidas consulte o glossário ao final do documento ou nos consulte pelos endereços [email protected] ou Cork Services possui extenso know-how técnico em toda a cadeia de valor relativa a frotas, adquirido em 12 anos. Da decisão de compra de veículos até sua venda, fornecemos informações que tornarão sua decisão mais segura e precisa. Contamos com uma sólida rede de parceiros no Brasil e no exterior para o fornecimento de informações e serviços. Nossa missão é convergir e integrar dados do mercado automotivo para a geração de informações e serviços que reduzam os riscos nas decisões e aumentem a produtividade e rentabilidade dos nossos clientes. 2. OBJETIVO Com o fornecimento mensal dos indicadores pretendemos ajudá-lo a: Acompanhar de forma ampla as variações dos gastos; Obter de forma rápida, dados e referências relevantes para a gestão de frotas; Manter-se informado quanto ao comportamento do mercado.
2 Página2 3. ESCOPO Os indicadores contemplam as informações abaixo: Indicadores de mercado: o Inflação do Carro (fonte: autoinforme.com.br) o IGPM-FGV o IPCA-IBGE Combustíveis (fonte: anp.gov.br) As informações pesquisadas são compiladas, reunidas e disponibilizadas em visões anuais, semestrais, trimestrais, mensais e acumuladas do ano. Consultas de períodos específicos podem ser feitas pelo endereço [email protected]. Processo:
3 Página3 4. INDICADORES Indicadores de mercado ABRIL Inflação do Carro (%) * IGPM (%) IPCA (%) abr/13 0,7500 0,1500 0,5500 abr/14 0,4300 0,7800 0,6700 Variação últimos 12 meses 4,3990 7,9837 6,2798 Variação últimos 6 meses 4,7270 4,2677 4,3667 Variação últimos 3 meses 2,3250 2,8524 2,2972 Variação último mês 1,8159 2,4630 1,5962 Acumulado ,1334 3,3461 2,8598 Acumulado ANO (%) ,24 8,69 9, ,40 12,42 7, ,83 1,20 5, ,80 3,85 3, ,52 7,75 4, ,59 9,81 5, ,37-1,71 4, ,49 11,32 5, ,85 5,10 6, ,09 7,81 5, ,95 5,53 5, ,13 3,35 2,86 * Fonte: Autoinforme
4 Página4 Combustíveis (fonte: VARIAÇÃO PONTUAL Mês final versus mês inicial, desconsiderando as variações no intervalo. PREÇO MÉDIO BRASIL GASOLINA (lit) ÁLCOOL (lit) GNV (m3) DIESEL (lit) DIESEL S10 (lit) abr/13 2,930 2,341 1,884 2,374 2,493 abr/14 3,035 2,484 1,967 2,550 2,676 Variação últimos 12 meses 3,58% 6,11% 4,41% 7,41% 0,073 Variação últimos 6 meses 4,66% 8,00% 3,96% 7,10% 6,91% Variação últimos 3 meses 0,90% 5,08% 2,13% 0,87% 0,79% Variação último mês 0,30% 2,26% 0,92% 0,16% 0,19% Variação Acumulada ,90% 5,08% 2,13% 0,87% 0,79% Variação acumulada ANO ,49% -4,96% 2,96% -8,42% NA ,52% 22,78% 3,65% 19,75% NA ,12% 1,87% 12,67% 12,40% NA ,74% 6,08% -7,81% 0,64% NA ,32% -3,38% 10,53% 0,23% NA ,69% 0,80% 16,35% 12,53% NA ,77% 7,24% -5,11% -4,99% NA ,01% -1,91% -3,67% 0,10% NA ,18% 12,02% 4,00% 1,06% NA ,61% -1,16% 5,97% 0,10% NA ,51% 5,25% 3,72% 13,72% 14,90% ,90% 5,08% 2,13% 0,87% 0,79% VARIAÇÃO MÉDIA Mês final versus mês inicial, considerando as variações no intervalo. PREÇO MÉDIO BRASIL GASOLINA (lit) ÁLCOOL (lit) GNV (m3) DIESEL (lit) DIESEL S10 (lit) Variação últimos 12 meses 3,11% 6,22% 3,45% 4,98% 0,048 Variação últimos 6 meses 2,05% 5,54% 2,36% 2,84% 2,75% Variação últimos 3 meses 0,67% 3,90% 1,58% 0,50% 0,48% Variação último mês 0,30% 2,26% 0,92% 0,16% 0,19% Variação Acumulada ,67% 3,90% 1,58% 0,50% 0,48% Variação acumulada ANO ,71% -10,31% 0,45% -4,46% NA ,98% 21,93% 2,11% 14,96% NA ,55% 4,89% 6,99% 9,09% NA ,16% -10,02% 2,77% -0,45% NA ,36% 0,15% 6,45% 0,45% NA ,06% 0,45% 9,51% 4,94% NA ,66% 7,82% 1,08% -2,66% NA ,30% 2,08% -2,60% -0,07% NA ,33% 2,24% 1,80% 0,28% NA ,67% -0,19% 2,78% 3,19% NA ,04% 1,78% 2,45% 6,41% 6,65% ,67% 3,90% 1,58% 0,50% 0,48%
5 Página5 Comparativo FLEX Vale a pena utilizar Etanol Custos iguais Não vale a pena utilizar Etanol Média Diferença Custo / km rodado, considerando os desempenhos abaixo (KM / Litro) GASOLINA ETANOL Gasolina Etanol R$ % º Sao Paulo 2,89 2,042 0,848 29,34% 0,2890 0,2917-1% 2º Mato Grosso 3,159 2,263 0,896 28,36% 0,3159 0,3233-2% 3º Parana 2,986 2,143 0,843 28,23% 0,2986 0,3061-3% 4º Goias 3,125 2,255 0,87 27,84% 0,3125 0,3221-3% 5º Mato Grosso do Sul 3,117 2,3 0,817 26,21% 0,3117 0,3286-5% 6º Tocantins 3,125 2,36 0,765 24,48% 0,3125 0,3371-8% 7º Minas Gerais 2,988 2,292 0,696 23,29% 0,2988 0, % 8º Bahia 3,041 2,407 0,634 20,85% 0,3041 0, % 9º Paraiba 2,841 2,274 0,567 19,96% 0,2841 0, % 10º Rio de Janeiro 3,132 2,509 0,623 19,89% 0,3132 0, % 11º Acre 3,394 2,724 0,67 19,74% 0,3394 0, % 12º Pernambuco 2,959 2,406 0,553 18,69% 0,2959 0, % 13º Ceara 2,92 2,404 0,516 17,67% 0,2920 0, % 14º Amazonas 3,099 2,556 0,543 17,52% 0,3099 0, % 15º Rondonia 3,215 2,673 0,542 16,86% 0,3215 0, % 16º Distrito Federal 3,132 2,641 0,491 15,68% 0,3132 0, % 17º Maranhao 3,003 2,543 0,46 15,32% 0,3003 0, % 18º Alagoas 2,97 2,526 0,444 14,95% 0,2970 0, % 19º Sergipe 2,924 2,497 0,427 14,60% 0,2924 0, % 20º Para 3,101 2,676 0,425 13,71% 0,3101 0, % 21º Rio Grande do Sul 2,972 2,568 0,404 13,59% 0,2972 0, % 22º Santa Catarina 2,995 2,606 0,389 12,99% 0,2995 0, % 23º Rio Grande do Norte 3,019 2,643 0,376 12,45% 0,3019 0, % 24º Espirito Santo 3,009 2,639 0,37 12,30% 0,3009 0, % 25º Roraima 3,075 2,752 0,323 10,50% 0,3075 0, % 26º Piaui 2,808 2,527 0,281 10,01% 0,2808 0, % 27º Amapa 2,964 2,842 0,122 4,12% 0,2964 0, % MÉDIA BRASIL 3,036 2,484 0,552 18,17% 0,3036 0, %
6 Página6 Comparativo Diesel x Diesel S10 Preço médio do litro R$ Diferença ESTADO Diesel Diesel S10 R$ % Ceara 2,564 2,494 0,07 2,73% Para 2,67 2,638 0,032 1,20% Acre 3,085 3,074 0,011 0,36% Roraima 2,78 2,878-0,098-3,53% Pernambuco 2,442 2,535-0,093-3,81% Amazonas 2,568 2,669-0,101-3,93% Maranhao 2,428 2,525-0,097-4,00% Rondonia 2,759 2,873-0,114-4,13% Piaui 2,455 2,577-0,122-4,97% Parana 2,44 2,562-0,122-5,00% Mato Grosso 2,762 2,908-0,146-5,29% Mato Grosso do Sul 2,665 2,812-0,147-5,52% Tocantins 2,461 2,597-0,136-5,53% Espirito Santo 2,489 2,628-0,139-5,58% Sergipe 2,457 2,599-0,142-5,78% Minas Gerais 2,517 2,664-0,147-5,84% Bahia 2,449 2,600-0,151-6,17% Santa Catarina 2,51 2,666-0,156-6,22% Sao Paulo 2,442 2,610-0,168-6,88% Rio Grande do Sul 2,495 2,668-0,173-6,93% Alagoas 2,441 2,615-0,174-7,13% Goias 2,551 2,739-0,188-7,37% Rio de Janeiro 2,456 2,644-0,188-7,65% Paraiba 2,408 2,593-0,185-7,68% Distrito Federal 2,541 2,768-0,227-8,93% Rio Grande do Norte 2,478 2,738-0,26-10,49% Amapa 2,554 2,978-0,424-16,60% MÉDIA BRASIL 2,551 2,691-0,140-5,50%
7 Página7 Preços por UF: Gasolina UF Preço % x média 1º Piaui 2,808-8,11% 2º Paraiba 2,841-6,85% 3º Sao Paulo 2,890-5,04% 4º Ceara 2,920-3,96% 5º Sergipe 2,924-3,82% 6º Pernambuco 2,959-2,59% 7º Amapa 2,964-2,42% 8º Alagoas 2,970-2,21% 9º Rio Grande do Sul 2,972-2,14% 10º Parana 2,986-1,66% 11º Minas Gerais 2,988-1,60% 12º Santa Catarina 2,995-1,36% 13º Maranhao 3,003-1,09% 14º Espirito Santo 3,009-0,89% 15º Rio Grande do Norte 3,019-0,55% 16º Bahia 3,041 0,18% 17º Roraima 3,075 1,28% 18º Amazonas 3,099 2,04% 19º Para 3,101 2,11% 20º Mato Grosso do Sul 3,117 2,61% 21º Goias 3,125 2,86% 22º Tocantins 3,125 2,86% 23º Distrito Federal 3,132 3,08% 24º Rio de Janeiro 3,132 3,08% 25º Mato Grosso 3,159 3,90% 26º Rondonia 3,215 5,58% 27º Acre 3,394 10,56% MÉDIA BRASIL 3,036
8 Página8 Etanol UF Preço % x média 1º Sao Paulo 2,042-21,65% 2º Parana 2,143-15,91% 3º Goias 2,255-10,16% 4º Mato Grosso 2,263-9,77% 5º Paraiba 2,274-9,23% 6º Minas Gerais 2,292-8,38% 7º Mato Grosso do Sul 2,300-8,00% 8º Tocantins 2,360-5,25% 9º Ceara 2,404-3,33% 10º Pernambuco 2,406-3,24% 11º Bahia 2,407-3,20% 12º Sergipe 2,497 0,52% 13º Rio de Janeiro 2,509 1,00% 14º Alagoas 2,526 1,66% 15º Piaui 2,527 1,70% 16º Maranhao 2,543 2,32% 17º Amazonas 2,556 2,82% 18º Rio Grande do Sul 2,568 3,27% 19º Santa Catarina 2,606 4,68% 20º Espirito Santo 2,639 5,87% 21º Distrito Federal 2,641 5,94% 22º Rio Grande do Norte 2,643 6,02% 23º Rondonia 2,673 7,07% 24º Para 2,676 7,17% 25º Acre 2,724 8,81% 26º Roraima 2,752 9,74% 27º Amapa 2,842 12,60% MÉDIA BRASIL 2,484
9 Página9 GNV UF Preço % x média 1º Rio de Janeiro 1,700-15,71% 2º Sao Paulo 1,742-12,92% 3º Pernambuco 1,795-9,59% 4º Bahia 1,850-6,33% 5º Paraiba 1,858-5,87% 6º Espirito Santo 1,867-5,36% 7º Sergipe 1,905-3,26% 8º Ceara 1,915-2,72% 9º Minas Gerais 1,927-2,08% 10º Parana 1,937-1,55% 11º Alagoas 1,957-0,52% 12º Rio Grande do Norte 1,968 0,05% 13º Mato Grosso do Sul 2,042 3,67% 14º Amazonas 2,103 6,46% 15º Mato Grosso 2,161 8,97% 16º Rio Grande do Sul 2,191 10,22% 17º Santa Catarina 2,240 12,18% 18º Goias 2,250 12,57% MÉDIA BRASIL 1,967
10 Página10 Diesel UF Preço % x média 1º Paraiba 2,408-5,92% 2º Maranhao 2,428-5,05% 3º Parana 2,440-4,53% 4º Alagoas 2,441-4,49% 5º Pernambuco 2,442-4,45% 6º Sao Paulo 2,442-4,45% 7º Bahia 2,449-4,15% 8º Piaui 2,455-3,90% 9º Rio de Janeiro 2,456-3,85% 10º Sergipe 2,457-3,81% 11º Tocantins 2,461-3,64% 12º Rio Grande do Norte 2,478-2,93% 13º Espirito Santo 2,489-2,48% 14º Rio Grande do Sul 2,495-2,23% 15º Santa Catarina 2,510-1,62% 16º Minas Gerais 2,517-1,34% 17º Distrito Federal 2,541-0,38% 18º Goias 2,551 0,01% 19º Amapa 2,554 0,13% 20º Ceara 2,564 0,52% 21º Amazonas 2,568 0,68% 22º Mato Grosso do Sul 2,665 4,29% 23º Para 2,670 4,47% 24º Rondonia 2,759 7,55% 25º Mato Grosso 2,762 7,65% 26º Roraima 2,780 8,25% 27º Acre 3,085 17,32% MÉDIA BRASIL 2,551
11 Página11 Diesel S10 UF Preço % x média 1º Ceara 2,494-7,89% 2º Maranhao 2,525-6,57% 3º Pernambuco 2,535-6,15% 4º Parana 2,562-5,03% 5º Piaui 2,577-4,42% 6º Paraiba 2,593-3,77% 7º Tocantins 2,597-3,61% 8º Sergipe 2,599-3,53% 9º Bahia 2,600-3,49% 10º Sao Paulo 2,610-3,10% 11º Alagoas 2,615-2,90% 12º Espirito Santo 2,628-2,39% 13º Para 2,638-2,00% 14º Rio de Janeiro 2,644-1,77% 15º Minas Gerais 2,664-1,01% 16º Santa Catarina 2,666-0,93% 17º Rio Grande do Sul 2,668-0,86% 18º Amazonas 2,669-0,82% 19º Rio Grande do Norte 2,738 1,72% 20º Goias 2,739 1,76% 21º Distrito Federal 2,768 2,79% 22º Mato Grosso do Sul 2,812 4,31% 23º Rondonia 2,873 6,34% 24º Roraima 2,878 6,50% 25º Mato Grosso 2,908 7,47% 26º Amapa 2,978 9,64% 27º Acre 3,074 12,47% MÉDIA BRASIL 2,691
12 Página12 5. GLOSSÁRIO Inflação do Carro: Desde 2002 a Agência AutoInforme realiza esse estudo de levantamento dos preços dos produtos e serviços usados pelo motorista no dia a dia, para andar e manter o seu carro. São pesquisadas dezenas de itens usado pelo motorista, cada qual com seu peso no cálculo do índice do IMC de acordo com seu custo e sua durabilidade. O IMC é o Índice de Manutenção do Carro, mais conhecido como Inflação do Carro, A Inflação do Carro dá ao consumidor uma referência sobre os gastos mensais que ele tem com o veículo. O método usado na pesquisa da Inflação do Carro da AutoInforme (ICA) é de amostragem. São pesquisados os preços dos principais itens de uso e manutenção do carro em todas as regiões de São Paulo, num total de 60 estabelecimentos do setor. Vários modelos (populares, médios e utilitários) são usados para a obtenção final do índice, cada qual com seu peso de acordo com a participação nas vendas. IGPM-FGV: O IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado) é uma das versões do Índice Geral de Preços (IGP). É medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV) e registra a inflação de preços desde matérias-primas agrícolas e industriais até bens e serviços finais. Esse índice é formado pelo IPA-M (Índice de Preços por Atacado - Mercado), IPC-M (Índice de Preços ao Consumidor - Mercado) e INCC-M (Índice Nacional do Custo da Construção - Mercado), com pesos de 60%, 30% e 10%, respectivamente. A pesquisa de preços é feita entre o dia 21 do mês anterior até o dia 20 do mês atual. Esses indicadores medem itens como bens de consumo (um exemplo é alimentação) e bens de produção (matérias-primas, materiais de construção, entre outros). Entram, além de outros componentes, os preços de legumes e frutas, bebidas e fumo, remédios, embalagens, aluguel, condomínio, empregada doméstica, transportes, educação, leitura e recreação, vestuário e despesas diversas (cartório, loteria, correio, mensalidade de Internet e cigarro, entre outros). O IGP-M abrange toda a população, sem restrição de nível de renda. Para que é usado o IGP-M? Contratos de aluguel, reajustes de tarifas públicas e planos e seguros de saúde (nos contratos mais antigos).
13 Página13 IPCA-IBGE: O período de coleta do IPCA vai do dia 1º ao dia 30 ou 31, dependendo do mês. A pesquisa é realizada em estabelecimentos comerciais, prestadores de serviços, domicílios (para verificar valores de aluguel) e concessionárias de serviços públicos. Os preços obtidos são os efetivamente cobrados ao consumidor, para pagamento à vista. São considerados nove grupos de produtos e serviços: alimentação e bebidas; artigos de residência; comunicação; despesas pessoais; educação; habitação; saúde e cuidados pessoais; transportes e vestuário. Eles são subdivididos em outros itens. Ao todo, são consideradas as variações de preços de 465 subitens. O indicador reflete o custo de vida de famílias com renda mensal de 1 a 40 salários mínimos, residentes nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Salvador, Recife, Fortaleza e Belém, além do Distrito Federal e do município de Goiânia. O indicador é utilizado pelo Banco Central como medidor oficial da inflação do país. O governo usa o IPCA como referência para verificar se a meta estabelecida para a inflação está sendo cumprida. ANP: A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), implantada pelo Decreto nº 2.455, de 14 de janeiro de 1998, é o órgão regulador das atividades que integram a indústria do petróleo e gás natural e a dos biocombustíveis no Brasil. Autarquia federal, vinculada ao Ministério de Minas e Energia, a ANP é responsável pela execução da política nacional para o setor energético do petróleo, gás natural e biocombustíveis, de acordo com a Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997). A ANP tem como finalidades: REGULAR - estabelecer regras por meio de portarias, instruções normativas e resoluções para o funcionamento das indústrias e do comércio de óleo, gás e biocombustíveis. CONTRATAR - Promover licitações e assinar contratos em nome da União com os concessionários em atividades de exploração, desenvolvimento e produção de petróleo e gás natural, e autorizar as atividades das indústrias reguladas. FISCALIZAR Fazer cumprir as normas nas atividades das indústrias reguladas, diretamente ou mediante convênios com outros órgãos públicos. A ANP é também um centro de referência em dados e informações sobre a indústria do petróleo e gás natural: mantém o Banco de Dados de Exploração e Produção (BDEP), promove estudos sobre o potencial petrolífero e o desenvolvimento do setor; recebe e torna públicas as notificações de descobertas; divulga as estatísticas oficiais sobre reservas e produção no Brasil; realiza pesquisas periódicas sobre qualidade dos combustíveis e lubrificantes, e sobre preços desses produtos. Na área dos biocombustíveis, mantém e divulga dados sobre autorizações, produção e comercialização de biodiesel e etanol.
14 Diesel S10 O S vem de enxofre e o número 10 sinaliza a quantidade desse elemento no combustível. Ou seja, o novo diesel contém 10 partes por milhão de enxofre, uma grande mudança se comparado ao diesel utilizado nas regiões interioranas atualmente, o S1800, com partes por milhão de enxofre. Tratase de um combustível de última geração, já vendido na Europa e fundamental para reduzir a emissão veicular. Estima-se que, quando utilizado nos veículos novos, há uma redução de 10% a 15% na emissão de material particulado e NOx. O S10 garante melhor partida a frio e redução de fumaça branca, por exemplo. O novo diesel traz também benefícios relacionados à proteção do motor, com relação ao desgaste e à formação de depósito. Página14
Informações sobre salários e escolaridade dos professores e comparativo com não-professores
Informações sobre salários e escolaridade dos professores e comparativo com não-professores Total de profissionais, independentemente da escolaridade 2003 2007 2008 Professores da Ed Básica (públicas não
NÚMERO DE ACIDENTES POR DIA DA SEMANA
RODOVIÁRIAS Quadro 13 - UF: ACRE Ano de 211 82 5 6 8 9 5 3 14 4 11 9 4 4 63 2 4 7 6 6 9 4 8 4 4 3 6 68 4 2 8 3 1 8 4 9 2 6 7 5 63 3 6 3 2 13 9 8 7 5 1 5 1 67 4 2 9 6 8 5 5 7 6 6 4 5 85 3 7 1 1 4 7 9 6
PRINCIPAIS ÍNDICES DE INFLAÇÃO NO BRASIL
PRINCIPAIS ÍNDICES DE INFLAÇÃO NO BRASIL Belo Horizonte, 17 de dezembro de 2009 2 SUMÁRIO PÁGINA 3 IPC (FIPE) PÁGINA 4 IPCA (IBGE) PÁGINA 5 INPC (IBGE) PÁGINA 6 IGP-DI (FGV) PÁGINA 7 IGP-M (FGV) PÁGINA
RANKING NACIONAL DO TRABALHO INFANTIL (5 a 17 ANOS) QUADRO COMPARATIVO DOS DADOS DA PNAD (2008 e 2009)
NACIONAL DO TRABALHO INFANTIL (5 a 17 ANOS) QUADRO COMPARATIVO DOS DADOS DA PNAD (2008 e 2009) População Ocupada 5 a 17 anos 2008 Taxa de Ocupação 2008 Posição no Ranking 2008 População Ocupada 5 a 17
FLUXO ATIVIDADES DOS SERVIÇOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009
FLUXO ATIVIDADES DOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009
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FLUXO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 Estados Norte 0 0,00 0 0 0 0,00 Rondônia
Grandes Regiões e Unidades da Federação: Esperança de vida ao nascer segundo projeção populacional: 1980, 1991-2030 - Ambos os sexos
e Unidades da Federação: Esperança de vida ao nascer segundo projeção populacional: 1980, 1991-2030 - Ambos os sexos Unidades da Federação 1980 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002
FLUXO ATIVIDADES DE SEDES DE EMPRESAS E DE CONSULTORIA EM GESTÃO EMPRESARIAL POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO DO ESTADO DA PARAÍBA 2009
FLUXO ATIVIDADES DE SEDES DE EMPRESAS E DE CONSULTORIA EM GESTÃO EMPRESARIAL POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO DO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO ATIVIDADES DE SEDES DE EMPRESAS
FLUXO DE ATIVIDADES DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE INFORMAÇÃO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009
FLUXO DE ATIVIDADES DE PRESTAÇÃO DE DE INFORMAÇÃO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO DE, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA -
FLUXO ATIVIDADES FINANCEIRAS, DE SEGUROS E SERVIÇOS RELACIONADOS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009
FLUXO ATIVIDADES FINANCEIRAS, DE SEGUROS E RELACIONADOS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA
CREDITO SUPLEMENTAR E G R M I F FUNC PROGRAMATICA PROGRAMA/ACAO/SUBTITULO/PRODUTO S N P O U T VALOR F D D E 0083 PREVIDENCIA SOCIAL BASICA 48553400
ORGAO : 33000 - MINISTERIO DA PREVIDENCIA SOCIAL UNIDADE : 33201 - INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL ANEXO CREDITO SUPLEMENTAR PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1,
FLUXO FABRICAÇÃO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES, REBOQUES E CARROCERIAS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009
FLUXO FABRICAÇÃO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES, REBOQUES E CARROCERIAS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO
FLUXO ATIVIDADES ADMINISTRATIVAS E SERVIÇOS COMPLEMENTARES POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009
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ÍNDICES NACIONAIS DE PREÇOS AO CONSUMIDOR IPCA e INPC Fevereiro 2015
ÍNDICES NACIONAIS DE PREÇOS AO CONSUMIDOR IPCA e INPC Fevereiro 2015 Rio de Janeiro, 06 de março de 2015 SISTEMA NACIONAL DE ÍNDICES DE PREÇOS AO CONSUMIDOR COMENTÁRIOS Fevereiro 2015 ÍNDICE NACIONAL DE
ÍNDICES NACIONAIS DE PREÇOS AO CONSUMIDOR IPCA e INPC Abril 2015
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ÍNDICES NACIONAIS DE PREÇOS AO CONSUMIDOR IPCA e INPC abril 2014
ÍNDICES NACIONAIS DE PREÇOS AO CONSUMIDOR IPCA e INPC abril 2014 Rio de Janeiro, 09 de maio de 2014 SISTEMA NACIONAL DE ÍNDICES DE PREÇOS AO CONSUMIDOR COMENTÁRIOS Abril 2014 ÍNDICE NACIONAL DE PREÇOS
Tabela 4 - Participação das atividades econômicas no valor adicionado bruto a preços básicos, por Unidades da Federação - 2012
Contas Regionais do Brasil 2012 (continua) Brasil Agropecuária 5,3 Indústria 26,0 Indústria extrativa 4,3 Indústria de transformação 13,0 Construção civil 5,7 Produção e distribuição de eletricidade e
ÍNDICES NACIONAIS DE PREÇOS AO CONSUMIDOR Novembro 2015
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Tabela 1 - Conta de produção por operações e saldos, segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação - 2004-2008
(continua) Produção 5 308 622 4 624 012 4 122 416 3 786 683 3 432 735 1 766 477 1 944 430 2 087 995 2 336 154 2 728 512 Consumo intermediário produtos 451 754 373 487 335 063 304 986 275 240 1 941 498
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Figura 1: Distribuição de CAPS no Brasil, 25. RORAIMA AMAPÁ AMAZONAS PARÁ MARANHÃO CEARÁ RIO GRANDE DO NORTE PAIUÍ PERNAMBUCO ACRE ALAGOAS SERGIPE TOCANTINS RONDÔNIA PARAÍBA BAHIA MATO GROSSO DISTRITO
75,4. 1,95 mulher, PNAD/08) Taxa de analfabetismo (15 anos ou mais em %) 4,4% População urbana 5.066.324
SEMINÁRIO ESTRUTURA E PROCESSO DA NEGOCIAÇÃO COLETIVA CONJUNTURA DO SETOR RURAL E MERCADODETRABALHOEMSANTA DE EM CATARINA CONTAG CARACTERÍSTICAS C C S GERAIS CARACTERÍSTICA GERAIS DE SANTA CATARINA Área
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ÍNDICES NACIONAIS DE PREÇOS AO CONSUMIDOR IPCA e INPC Maio 2015 Rio de Janeiro, 10 de junho de 2015 SISTEMA NACIONAL DE ÍNDICES DE PREÇOS AO CONSUMIDOR COMENTÁRIOS Maio 2015 ÍNDICE NACIONAL DE PREÇOS AO
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