O FENÔMENO ENOS E A TEMPERATURA NO BRASIL
|
|
|
- Izabel Bugalho de Abreu
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 O FENÔMENO ENOS E A TEMPERATURA NO BRASIL Daniel P. GUIMARÃES 1,2, Ruibran J. dos REIS 3 1 Embrapa Milho e Sorgo Sete Lagoas Minas Gerais 2 [email protected] RESUMO: A variabilidade das temperaturas máximas e mínimas mensais de 265 estações convencionais componentes do Banco de Dados Meteorológicos para Ensino e Pesquisa (BDMEP do INMET) nos últimos 50 anos foi relacionada com as variações do Oceanic Niño Index do NOAA Climate Prediction Center através do treinamento de uma rede neural artificial. Os resultados mostram que os eventos de El Niño contribuem para o aumento das temperaturas máximas e mínimas enquanto o inverso ocorre em eventos de La Niña, exceto para a Região Amazônica. ABSTRACT: The variability of monthly maximum and minimum temperatures of 265 stations components of INMET s Meteorological Database for Teaching and Research (BDMEP) in the last 50 years was related to variations in the Oceanic Niño Index from NOAA Climate Prediction Center by training an artificial neural network. The results show that El Niño contributed to the increase of the maximum and minimum temperatures while the reverse occurs in La Niña events, except for the Amazon region. 1 INTRODUÇÃO O fenômeno ENOS (El Niño-Oscilação Sul) exerce marcante influência sobre a variabilidade climática em diferentes regiões do Brasil e os impactos sobre os regimes pluviométricos são os mais conhecidos. Conforme TRENBERTH (1997) define-se a presença do evento El Niño quando a anomalia de temperatura das águas da região 3.4 (5ºN -5ºS, 120º 170ºW) excede a 0.4ºC de magnitude e uma duração superior a 6 meses. WOLLMANN E SARTORI (2009) relatam a influência de sua fase positiva (El Niño) sobre o fortalecimento do Anticiclone do Atlântico e conseqüente barramento do deslocamento de frentes polares ocasionando aumento na pluviosidade e desastres ambientais relacionados às enchentes. BRISTOT E PINHEIRO (2000) relatam a condição inversa na Região Nordeste do Brasil onde o efeito está relacionado a severos períodos de estiagem. FILGUEIRA et al. (2007) relacionaram os efeitos do fenômeno El Niño com a estiagem e os problemas sócio-econômicos e degradação dos solos na Região Nordeste. MORAES e NERY (2009) observaram que as precipitações acima da média na região Sudeste do Brasil estão relacionadas com as intensificações do fenômeno El Niño. FIRPO et al. (2012) concluíram pela influência defasada dos eventos de El Niño sobre a ocorrência de temperaturas acima da média e dos eventos de La Niña sobre temperaturas abaixo da média no
2 Rio Grande do Sul. SOPPA et al. (2011) observaram influências do ENOS sobre as oscilações térmicas no Oceano Atlântico Sudoeste. 2 DADOS E MÉTODOS DE ANÁLISE Foram analisados os dados de Temperatura Máxima e Temperatura Mínima de 265 estações meteorológicas convencionais componentes do Banco de Dados Meteorológicos para Ensino e Pesquisa - BDMEP do Instituto Nacional de Meteorologia INMET contendo séries históricas entre os anos de 1960 e A Fig. 1 mostra a localização geográfica dessas estações meteorológicas no território brasileiro. Os dados diários de temperatura foram submetidos a análises de consistência e organizados em bases mensais. As informações sobre a variabilidade da temperatura do Oceano Pacífico na região 3.4 e determinantes do fenômeno ENSO (El Niño-Oscilação Sul) basearam-se no Oceanic Niño Index do NOAA Climate Prediction Center. As relações funcionais entre o Oceanic Niño Index e as temperaturas registradas nas estações meteorológicas foram avaliadas pelo treinamento de uma rede neural artificial contendo como variáveis de input a localização geográfica da estação (latitude, longitude e altitude), o mês de referência e o Oceanic Niño Index e como variáveis de saída as temperaturas máximas e mínimas mensais ocorridas nos últimos 50 anos. O número de neurônios incluídos na rede correspondeu ao número de variáveis de input da rede sendo 1 neurônio linear e 4 não lineares. A metodologia de análise permite avaliar inúmeros cenários a partir de variações nas variáveis de input da rede neural artificial. Para fins ilustrativos, foram avaliadas as tendências esperadas de alteração mensal em municípios representativos de diferentes regiões geográficas: Manaus, Recife, Cuiabá, Brasília, São Paulo e Porto Alegre tendo como base alterações nos eventos de El Niño e La Niña de médias e extremas intensidades. 3 RESULTADOS A contribuição das variáveis de input para explicar a variabilidade da temperatura no Brasil obedeceu as seguintes ordens sequenciais: - Temperatura Máxima: Latitude, Altitude, Mês, Longitude, Enso. - Temperatura Mínima: Latitude, Mês, Altitude, Longitude, Enso. As tendências de variação mensal das temperaturas máximas e mínimas em função de eventos El Niño e La Niña são apresentadas nas Figs. 2 e 3. Os resultados evidenciam a influência positiva do aquecimento das águas do Pacífico sobre as temperaturas em eventos de El Niño e a redução das temperaturas em eventos de La Niña. As temperaturas de Manaus, na região Amazônica praticamente não são afetadas pelo fenômeno ENSO. Eventos medianos de El Niño e La Niña apresentam baixos impactos sobre as condições
3 térmicas brasileiras. As anomalias provocadas pelo evento de El Niño são mais expressivas que as provocadas pelos eventos de La Niña. 4 CONCLUSÕES O fenômeno ENOS impacta as temperaturas máximas e mínimas mensais no Brasil exceto na Região Amazônica. A ocorrência de eventos de El Niño tende a ocasionar aumentos nas temperaturas máximas e mínimas e a ocorrência de eventos de La Niña tende a provocar efeitos inversos. Figura 1: Distribuição espacial das estações convencionais do Banco de Dados Meteorológicos para Ensino e Pesquisa (BDMEP Figura 2. Anomalias nas Temperaturas Máxima e Mínima Mensal em municípios brasileiros em função de eventos medianos e extremos de El Niño.
4 Figura 3. Anomalias nas Temperaturas Máxima e Mínima Mensal em municípios brasileiros em função de eventos medianos e extremos de La Niña. AGRADECIMENTOS Ao Instituto Nacional de Meteorologia INMET, pela disponibilização das séries históricas do Banco de Dados Meteorológicos para Ensino e Pesquisa, BDMEP. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BRISTOT, G. E PINHEIRO, J. V., Influência dos fenômenos El Niño e La Niña nas variações da temperatura máxima mensal para a cidade do Natal RN. In: Anais do XII Congresso Brasileiro de Meteorologia. Rio de Janeiro. P FILGUEIRA, H. J. A.; NETO, A. F. S. E BARBOSA, M. P., Impacto dos eventos ENOS (El Niño-Oscilação Sul) nas precipitações pluviométricas, nos recursos hídricos superficiais e na degradação do solo em região do semi-árido brasileiro. In: Anais XIII Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto. Florianópolis, SC. P FIRPO, M. A. F.; SANSIGOLO, C. A. E ASSIS, S. V., Climatologia e variabilidade sazonal do número de ondas de calor e de frio no Rio Grande do Sul associadas ao ENOS. Revista Brasileira de Meteorologia, v. 27, p MORAES, M. P. C. E NERY, J. T., Variabilidade da precipitação na unidade de gerenciamento de recursos hídricos do médio Paranapanema. Revista Brasileira de Climatologia, v. 7, p
5 SOPPA, M. A.; PEZZI, L. P. E SOUZA, R. B., 2011.Variabilidade das anomalias de temperatura da superfície do mar no Oceano Atlântico sudoeste e sua relação com o fenomeno El Niño-Oscilação Sul. Revista Brasileira de Meteorologia, v.26, p TRENBERTH, K. E., The definition of El Niño. Bulletin of the American Meteorological Society, v.78, p WOLLMANN, C. A.; SARTORI, M. G. B., Sazonalidade dos episódios de enchentes ocorridos na bacia hidrográfica do Rio Caí RS, e sua relação com a atuação do fenômeno El Niño, no periodo de 1982 a Revista Brasileira de Climatologia, v.7, p.103:118.
Impactos do Fenômeno Enos Sobre a Temperatura no Brasil
Revista Espinhaço, 2012 1(1): 34-40 Impactos do Fenômeno Enos Sobre a Temperatura no Brasil Daniel P. Guimarães¹*, Ruibran dos Reis² ¹Engenheiro Florestal (UFV) e Doutor em Engenharia Florestal (UFV).
INFLUÊNCIA DE ANO DE LA NINÃ (1996), EL NINÕ (1997) EM COMPARAÇÃO COM A PRECIPITAÇÃO NA MUDANÇA DE PRESSÃO ATMOSFÉRICA NO MUNICIPIO DE TERESINA PIAUÍ
INFLUÊNCIA DE ANO DE LA NINÃ (1996), EL NINÕ (1997) EM COMPARAÇÃO COM A PRECIPITAÇÃO NA MUDANÇA DE PRESSÃO ATMOSFÉRICA NO MUNICIPIO DE TERESINA PIAUÍ Virgínia Mirtes de Alcântara Silva 1 ;Raimundo Mainar
VARIABILIDADE DA PRECIPITAÇÃO SOBRE O SUL DO NORDESTE BRASILEIRO ( ) PARTE 1 ANÁLISE ESPACIAL RESUMO
VARIABILIDADE DA PRECIPITAÇÃO SOBRE O SUL DO NORDESTE BRASILEIRO (1979-1997) PARTE 1 ANÁLISE ESPACIAL ROSANE RODRIGUES CHAVES 1 IRACEMA F. A. CAVALCANTI 2 RESUMO Com o objetivo de conhecer as características
RELAÇÃO ENTRE O ÍNDICE OSCILAÇÃO SUL (IOS) E A PRECIPITAÇÃO NO RIO GRANDE DO SUL 1. INTRODUÇÃO
RELAÇÃO ENTRE O ÍNDICE OSCILAÇÃO SUL (IOS) E A PRECIPITAÇÃO NO RIO GRANDE DO SUL FERNANDES, Valesca 1 ; SPERLING, Vinicius 2 ; MARQUES, Julio Renato 2 1 Graduanda da Faculdade de Meteorologia da UFPel.
INFLUÊNCIA DO EL NIÑO/ LA NIÑA NO NÚMERO DE DIAS COM PRECIPITAÇAO PLUVIOMÉTRICA NO MUNICÍPIO DE PARNAIBA-PI
INFLUÊNCIA DO EL NIÑO/ LA NIÑA NO NÚMERO DE DIAS COM PRECIPITAÇAO PLUVIOMÉTRICA NO MUNICÍPIO DE PARNAIBA-PI Maria José Herculano Macedo 1 ; Leandro Velez da Silva 2 ; Virgínia Mirtes de Alcântara Silva
A INFLUÊNCIA DE ANOS DE EL NIÑO NA ANÁLISE DA TEMPERATURA DO AR NO MUNICÍPIO DE TERESINA- PIAUÍ, BRASIL
A INFLUÊNCIA DE ANOS DE EL NIÑO NA ANÁLISE DA TEMPERATURA DO AR NO MUNICÍPIO DE TERESINA- PIAUÍ, BRASIL Virgínia Mirtes de Alcântara Silva 1 ;Raimundo Mainar de Medeiros 2 ;Victor Herbert de Alcântara
AS ESTIAGENS NO OESTE DE SANTA CATARINA ENTRE
AS ESTIAGENS NO OESTE DE SANTA CATARINA ENTRE 22-26 Fábio Z. Lopes 1, Maria Laura G. Rodrigues 2 1,2 Epagri/Ciram, Florianópolis - SC, Br. [email protected], [email protected]. RESUMO: O presente
XII Congresso Brasileiro de Meteorologia, Foz de Iguaçu-PR, 2002 INFLUÊNCIA DA LA NIÑA NAS TEMPERATURAS MÁXIMAS E MÍNIMAS MENSAIS PARA VIÇOSA-MG
INFLUÊNCIA DA LA NIÑA NAS TEMPERATURAS MÁXIMAS E MÍNIMAS MENSAIS PARA VIÇOSA-MG Rosandro Boligon Minuzzi Universidade Federal de Viçosa Dep. de Engenharia Agrícola Av. P.H. Rolfs, s/n Campus Universitário
ESTUDO DA PRECIPITAÇÃO PLUVIOMÉTRICA NO MUNICÍPIO DE CAMPINAS DO PIAUÍ
ESTUDO DA PRECIPITAÇÃO PLUVIOMÉTRICA NO MUNICÍPIO DE CAMPINAS DO PIAUÍ Medeiros, R.M. (1) ; Santos, D.C. (1) ; Correia, D. S, (1) ; Oliveira, V.G (1) ; Rafael, A. R. (1) [email protected] (1) Universidade
Geografia Física. Turmas: T/R Chicão. Aula 2 Dinâmica Climática
Geografia Física Turmas: T/R Chicão Aula 2 Dinâmica Climática Geografia Física Turmas TR 1 Sem Cartografia, escala, fuso horário, geologia e relevo 02/08 Dinâmica climática 16/08 Dinâmica climática 30/08
BOLETIM DE INFORMAÇÕES CLIMÁTICAS PARA O ESTADO DO PIAUÍ
BOLETIM DE INFORMAÇÕES CLIMÁTICAS PARA O ESTADO DO PIAUÍ Teresina - PI Janeiro/Fevereiro/Março (2016) Rua 13 de Maio, 307, 4º, 5º e 6º Andar Centro CEP 64.001-150 - www.semar.pi.gov.br Teresina - PI TELEFONE:
BOLETIM CLIMÁTICO PRIMAVERA Início: 22/09/2017 às 17h02min - Término: 21/12/2017 às 13h28min*
BOLETIM CLIMÁTICO PRIMAVERA 2017 Início: 22/09/2017 às 17h02min - Término: 21/12/2017 às 13h28min* * Não considerado o horário de verão No Brasil o equinócio de setembro sinaliza o início da primavera.
INFLUÊNCIA DOS OCEANOS PACÍFICO E ATLÂNTICO NA VARIABILIDADE DA TEMPERATURA EM BELÉM-PARÁ.
INFLUÊNCIA DOS OCEANOS PACÍFICO E ATLÂNTICO NA VARIABILIDADE DA TEMPERATURA EM BELÉM-PARÁ. Daniel Meninéa Santos 1, Pedro Alberto Moura Rolim 2, Tarcísio Schnaider de Oliveira 3 ; Edson José Paulino da
ANOMALIAS CLIMÁTICAS E SEUS IMPACTOS NO BRASIL DURANTE O EVENTO EL NIÑO DE E PREVISÃO PARA O EVENTO EL NIÑO DE
ANOMALIAS CLIMÁTICAS E SEUS IMPACTOS NO BRASIL DURANTE O EVENTO EL NIÑO DE 1982-83 E PREVISÃO PARA O EVENTO EL NIÑO DE 1997-98. 1 Expedito Ronald Gomes Rebello 2 José de Fátima da Silva 1- RESUMO 3 Viviane
A RELAÇÃO DA PRECIPITAÇÃO E DA TEMPERATURA DA SUPERFÍCIE DO MAR EM ANOS DE ALTA E BAIXA QUALIDADE DA UVA NA REGIÃO NORDESTE DO RIO GRANDE DO SUL
A RELAÇÃO DA PRECIPITAÇÃO E DA TEMPERATURA DA SUPERFÍCIE DO MAR EM ANOS DE ALTA E BAIXA QUALIDADE DA UVA NA REGIÃO NORDESTE DO RIO GRANDE DO SUL Juliano Lisbôa GRUPPELLI 1, Julio Renato MARQUES 2, Gilberto
BOLETIM CLIMÁTICO SOBRE A PRIMAVERA NO ESTADO DO PARANÁ
BOLETIM CLIMÁTICO SOBRE A PRIMAVERA NO ESTADO DO PARANÁ Data da previsão: 22/09/15 Duração da Primavera: 23/09/15 (05h20) a 22/12/2015 (01h48 não ajustado ao horário de verão) Características climáticas
RELAÇÃO DA TEMPERATURA DA SUPERFÍCIE DOS OCEANOS PACÍFICO E ATLANTICO TROPICAIS E A PRECIPITAÇÃO NA MICRORREGIÃO DE PETROLINA (SERTÃO PERNAMBUCANO)
RELAÇÃO DA TEMPERATURA DA SUPERFÍCIE DOS OCEANOS PACÍFICO E ATLANTICO TROPICAIS E A PRECIPITAÇÃO NA MICRORREGIÃO DE PETROLINA (SERTÃO PERNAMBUCANO) FLAVIANO FERNANDES FERREIRA (1), PATRICE ROLAND DA SILVA
Relação da Zona de Convergência Intertropical do Atlântico Sul com El Niño e Dipolo do Atlântico
Relação da Zona de Convergência Intertropical do Atlântico Sul com El Niño e Dipolo do Atlântico Hudson Ellen Alencar Menezes 1, José Ivaldo Barbosa de Brito 2 1 Doutorando em Meteorologia - UACA/UFCG,
RELAÇÃO DA TEMPERATURA DA SUPERFÍCIE DOS OCEANOS PACÍFICO E ATLANTICO TROPICAIS E A PRECIPITAÇÃO NA MICRORREGIÃO DE ARARIPINA (SERTÃO PERNAMBUCANO)
RELAÇÃO DA TEMPERATURA DA SUPERFÍCIE DOS OCEANOS PACÍFICO E ATLANTICO TROPICAIS E A PRECIPITAÇÃO NA MICRORREGIÃO DE ARARIPINA (SERTÃO PERNAMBUCANO) FLAVIANO FERNANDES FERREIRA (1), PATRICE ROLAND DA SILVA
INFOCLIMA, Ano 12, Número 04 INFOCLIMA
INFOCLIMA BOLETIM DE INFORMAÇÕES CLIMÁTICAS Ano 12 12 de abril de 2005 Número 4 Previsão de Consenso 1 CPTEC/INPE e INMET PREVISÃO DE CHUVAS VARIANDO DE NORMAL A ACIMA DA MÉDIA PARA O LESTE DO NORDESTE
BOLETIM DE INFORMAÇÕES CLIMÁTICAS PARA O ESTADO DO PIAUÍ
BOLETIM DE INFORMAÇÕES CLIMÁTICAS PARA O ESTADO DO PIAUÍ Teresina - PI Dezembro(2015)/Janeiro(2016)/Fevereiro(2016) Rua 13 de Maio, 307, 4º, 5º e 6º Andar Centro CEP 64.001-150 - www.semar.pi.gov.br Teresina
INFORMATIVO CLIMÁTICO
GOVERNO DO MARANHÃO UNIVERSIDADE ESTADUAL DO MARANHÃO NÚCLEO GEOAMBIENTAL LABORATÓRIO DE METEOROLOGIA INFORMATIVO CLIMÁTICO MARANHÃO Chuvas em todo o Estado do Maranhão em fevereiro de 2016 foram determinantes
1. Considere os climogramas e o mapa a seguir.
1. Considere os climogramas e o mapa a seguir. Os climogramas I e II apresentam respectivamente os climas nas seguintes áreas: a) equatorial (A); tropical de altitude (D). b) tropical (A); semi-árido (E).
1. (UNIPAM) Nas últimas décadas, diversos fenômenos climáticos têm sido foco de discussões na academia e na mídia, devido às implicações sociais,
1. (UNIPAM) Nas últimas décadas, diversos fenômenos climáticos têm sido foco de discussões na academia e na mídia, devido às implicações sociais, econômicas e ambientais que desencadeiam. Entre esses fenômenos,
O ÍNDICE RAI COMO MÉTODO DE AVALIAÇÃO DA INTENSIDADE DE EVENTOS HIDROLÓGICOS EXTREMOS NO SEMIÁRIDO BRASILEIRO
O ÍNDICE RAI COMO MÉTODO DE AVALIAÇÃO DA INTENSIDADE DE EVENTOS HIDROLÓGICOS EXTREMOS NO SEMIÁRIDO BRASILEIRO Carlos Diego de Sousa Gurjão 1 ; Magaly de Fatima Correia 2 ; Roni Valter de Souza Guedes 3
Alunos de graduação em Meteorologia da UFPA,
ANÁLISE DO QUADRIMESTRE CHUVOSO DO NORDESTE PARAENSE Frank bruno Baima de Sousa 1, Amanda Souza Campos 2, Antonio José Silva Sousa 3 Adriana Alves de Carvalho 4 1,2 e 4 Alunos de graduação em Meteorologia
ANOMALIA DA PRECIPITAÇÃO PLUVIAL DO ESTADO DE SÃO PAULO Jonas Teixeira Nery 1, Eraldo Silva Sunchk 2, João MaurícioHypolit 3,
RESUMO ANOMALIA DA PRECIPITAÇÃO PLUVIAL DO ESTADO DE SÃO PAULO Jonas Teixeira Nery, Eraldo Silva Sunchk, João MaurícioHypolit, O objetivo desse trabalho foi analisar a precipitação pluvial do Estado de
CONDIÇÕES CLIMÁTICAS OBSERVADAS NO BRASIL EM 2009
Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais - INPE Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos - CPTEC Rodovia Pres. Dutra, km 40, Cachoeira Paulista, SP, CEP:12630-000 Tel:(012) 3186-8400, fax:(012)
UNIVERSIDADE ESTADUAL DO MARANHÃO-UEMA CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS - CCA NÚCLEO GEOAMBIENTAL - NUGEO
I REUNIÃO DE ANÁLISE E PREVISÃO CLIMÁTICA PARA O SETOR NORTE DO NORDESTE DO BRASIL São Luis, 23 de novembro de 2012 Nos dias 22 e 23 de novembro de 2012, estiveram reunidos no auditório do Curso de Agronomia,
INFORMATIVO CLIMÁTICO
GOVERNO DO MARANHÃO UNIVERSIDADE ESTADUAL DO MARANHÃO NÚCLEO GEOAMBIENTAL LABORATÓRIO DE METEOROLOGIA INFORMATIVO CLIMÁTICO MARANHÃO Em setembro de 2016 os números de queimadas se destacaram principalmente
BOLETIM CLIMÁTICO - NOVEMBRO 2015
BOLETIM CLIMÁTICO - NOVEMBRO 2015 1. Condições meteorológicas sobre o Brasil No mês de novembro de 2015 os valores acumulados de precipitação mais significativos ocorreram nas regiões Sul, São Paulo, e
INFLUÊNCIA DE LA NIÑA SOBRE A CHUVA NO NORDESTE BRASILEIRO. Alice M. Grimm (1); Simone E. T. Ferraz; Andrea de O. Cardoso
INFLUÊNCIA DE LA NIÑA SOBRE A CHUVA NO NORDESTE BRASILEIRO Alice M. Grimm (1); Simone E. T. Ferraz; Andrea de O. Cardoso (1) Grupo de Meteorologia - Universidade Federal do Paraná Depto de Física Caixa
Variabilidade da Precipitação Pluviométrica no Estado do Amapá
Variabilidade da Precipitação Pluviométrica no Estado do Amapá Alan Pantoja Braga 1, Edmundo Wallace Monteiro Lucas 1, Fabrício Daniel dos Santos Silva 1 1 Instituto Nacional de Meteorologia - Eixo Monumental
CARACTERÍSTICAS DA PRECIPITAÇÃO SOBRE O BRASIL NO VERÃO E OUTONO DE 1998.
CARACTERÍSTICAS DA PRECIPITAÇÃO SOBRE O BRASIL NO VERÃO E OUTONO DE 1998. Nuri Calbete ([email protected]), Iracema F.A.Cavalcanti ([email protected]), Mario F.L.Quadro ([email protected]) Centro
Relação entre a precipitação pluvial no Rio Grande do Sul e a Temperatura da Superfície do Mar do Oceano Atlântico
Relação entre a precipitação pluvial no Rio Grande do Sul e a Temperatura da Superfície do Mar do Oceano Atlântico Eliane Barbosa Santos 1 e Gilberto Barbosa Diniz 1 Universidade Federal de Pelotas Curso
BOLETIM TÉCNICO INFLUENCE OF LA NIÑA AND EL NIÑO IN PRECIPITATION VARIABILITY IN LONDRINA, PARANA STATE.
INFLUÊNCIA DA LA NIÑA E DO EL NIÑO NA VARIABILIDADE DE PRECIPITAÇÃO EM LONDRINA, PR Luiz Gustavo Batista Ferreira 1, Paulo Henrique Caramori 2, Pablo Ricardo Nitsche 3, Angela Beatriz Ferreira da Costa
CLIMATOLOGIA DA PRECIPITAÇÃO NO MUNICIPIO DE TOMÉ-AÇU NO PERÍODO DE 1985 A
CLIMATOLOGIA DA PRECIPITAÇÃO NO MUNICIPIO DE TOMÉ-AÇU NO PERÍODO DE 1985 A 2011 Jeymison Margado Bezerra¹, Nilza Araujo Pacheco², Alailson Venceslau Santiago³ ¹ Graduando em Meteororologia UFPA - [email protected],
POSICIONAMENTO DA ZONA DE CONVERGÊNCIA INTERTROPICAL EM ANOS DE EL NIÑO E LA NIÑA
POSICIONAMENTO DA ZONA DE CONVERGÊNCIA INTERTROPICAL EM ANOS DE EL NIÑO E LA NIÑA BACELAR, Luiz Carlos Salgueiro Donato¹,²; MARQUES, Júlio Renato³ 1 Bolsista do Programa de Educação Tutorial (PET/MEC/SESu),
Variabilidade Temporal Anual do Campo de Pressão TELECONEXÕES
Variabilidade Temporal Anual do Campo de Pressão TELECONEXÕES Dinâmica do Clima Ano Lectivo 2006-2007 INTRODUÇÃO A distribuição dos sistemas de altas e baixas pressões influência os padrões de ventos e
COMO UM MODELO CLIMÁTICO REPRODUZ A CLIMATOLOGIA DA PRECIPITAÇÃO E O IMPACTO DE EL NIÑO E LA NIÑA NO SUL DA AMÉRICA DO SUL?
COMO UM MODELO CLIMÁTICO REPRODUZ A CLIMATOLOGIA DA PRECIPITAÇÃO E O IMPACTO DE EL NIÑO E LA NIÑA NO SUL DA AMÉRICA DO SUL? Alice M. Grimm Grupo de Meteorologia, Departamento de Física, Universidade Federal
O FENÔMENO EL NIÑO DE 2015/2016 E SEUS IMPACTOS NAS CHUVAS DO PARANÁ
O FENÔMENO EL NIÑO DE 2015/2016 E SEUS IMPACTOS NAS CHUVAS DO PARANÁ Luiz Gustavo Batista Ferreira 1, Paulo Henrique Caramori 2, Heverly Morais 2, Pablo Ricardo Nitsche 2, Ângela Beatriz Ferreira da Costa
A VARIABILIDADE ANUAL DA TEMPERATURA NO ESTADO DE SÃO PAULO 1971/1998: UMA CONTRIBUIÇÃO AO ESTUDO DAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS NO MUNDO TROPICAL
A VARIABILIDADE ANUAL DA TEMPERATURA NO ESTADO DE SÃO PAULO 71/98: UMA CONTRIBUIÇÃO AO ESTUDO DAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS NO MUNDO TROPICAL João Lima Sant`anna Neto (*) RESUMO: Este trabalho de pesquisa, ainda
USO DE REDES NEURAIS PARA A PROJEÇÃO CLIMÁTICA NO BRASIL: TEMPERATURA MÍNIMA
USO DE REDES NEURAIS PARA A PROJEÇÃO CLIMÁTICA NO BRASIL: TEMPERATURA MÍNIMA Daniel Pereira Guimarães', Eduardo Delgado Assad", Elena Charlotte Landau', r---~ e Castro da Costa Thomaz Correa 'Pesquisador,
INFORMATIVO CLIMÁTICO
GOVERNO DO ESTADO DO MARANHÃO UNIVERSIDADE ESTADUAL DO MARANHÃO NÚCLEO GEOAMBIENTAL LABORATÓRIO DE METEOROLOGIA INFORMATIVO CLIMÁTICO Condições do tempo no Estado do Maranhão em Janeiro de 2011 Considerado
CAPTAÇÃO DE ÁGUA DE CHUVA EM REGIÕES DE GRANDE VARIABILIDADE INTERANUAL E INTERDECADAL DE PRECIPITAÇÃO
CAPTAÇÃO DE ÁGUA DE CHUVA EM REGIÕES DE GRANDE VARIABILIDADE INTERANUAL E INTERDECADAL DE PRECIPITAÇÃO José Ivaldo Barbosa de Brito, Departamento de Ciências Atmosféricas, Centro de Ciências e Tecnologia,
Variabilidade da Precipitação em Belém-Pará Relacionada com os Fenômenos El Niño e La Niña
Variabilidade da Precipitação em Belém-Pará Relacionada com os Fenômenos El Niño e La Niña Eliane de Castro Coutinho 1 ; Lucy Anne Cardoso Lobão Gutierrez 2 ; Ana Júlia Soares Barbosa 3 1 Universidade
