TABELA DE HONORÁRIOS PROFISSIONAIS
|
|
|
- Sofia Alvarenga Minho
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 TABELA DE HONORÁRIOS PROFISSIONAIS 01 Consultas técnicas no escritório (por hora) Com solução verbal R$ 400, Com solução por escrito R$ 600, Com consulta a arquivos, registros ou bibliografia R$ 800, Com visita técnica R$ 1.500, Com deslocamento até 60 Km R$ 1.000, Com deslocamento superior a 60 Km (p/cada 100 Km) acréscimo de R$ 150,00 02 Consultoria ou Assistência Técnica Contrato mínimo de 40 horas (por mês) R$ 4.000, Assistência a pequena e micro empresa (por mês) R$ 2.000, Consultoria técnica eventual (por dia) R$ 700,00 03 Perícias e Arbitramentos Técnico-Legais Mínimo de 20 horas até 150 Km da sede (por unidade) R$ 3.500, Distância superior a 150 Km (a cada 100 Km) acréscimo de R$ 150,00 04 Requerimento de Registro de Licença Incluindo o Plano de Lavra R$ ,00 Incluindo o Memorial Descritivo R$ 6.000,00 05 Requerimento de Pesquisa Por área (até 03 áreas) R$ 6.000, Por área (acima de 03 áreas) R$ 3.000,00
2 06 Relatório de Pesquisa, completo (por unidade) Minerais Metálicos R$ , Minerais não Metálicos R$ , Água Mineral (incluindo Área de Proteção da Fonte) R$ , Elaboração de Guia de Utilização para areia, argila, saibro e similares R$ , Elaboração de Guia de Utilização para demais minerais R$ ,00 07 Requerimento de Lavra (incluindo o PAE), completo (por unidade) Substâncias Minerais Metálicos R$ , Substâncias Minerais não Metálicos R$ , Água Mineral R$ ,00 08 Relatório Anual de Lavra - RAL, completo (por unidade) Regime de Concessão Concessão com suspensão temporária de lavra R$ 4.000, Concessão em atividade R$ 5.000, Regime Licenciamento Concessão com suspensão temporária de lavra R$ 3.500, Concessão em atividade R$ 4.500,00 09 Atendimento a exigência (por área) Atendimento a exigência de órgãos, municipais, estaduais ou federais (exceto as complementares aos itens 5 a 7) R$ 1.500,00 10 Outorga e Licenciamento Ambiental (por área) Licença Prévia R$ 3.000, Licença de Instalação R$ 5.000, Licença de Operação (inclusive renovação) R$ 4.000, Regularização de Licença de Operação (dispensa LP, LI, nos casos em que exige RCA-PCA-PRAD) R$ , Caracterização hidrogeológica e ambiental para postos de gasolina R$ 4.500,00
3 11 Estudos de Impacto Ambiental Regime de Concessão de lavra PCA/PRAD - Plano de Controle Ambiental e de Recuperação de Áreas Degradadas , RCA - Relatório de Controle Ambiental , EIA e RIMA - Estudo e Relatório de Impacto Ambiental a combinar Regime de Licenciamento para minerais com Plano de lavra PCA/PRAD - Plano de Contr. Amb. e de Recup. de Áreas Degrad , RCA - Relatório de Controle Ambiental , Regime de Licenciamento para minerais com memorial explicativo das atividades de produção mineral PCA/PRAD - Plano de Contr. Amb. e de Recup. de Áreas Degrad , RCA - Relatório de Controle Ambiental 4.000,00 12 Laudos Técnicos e Pareceres Por unidade (até 10 hs de duração) 5.000,00 13 Laudo Geológico para Loteamentos Até 100 lotes 3.000, De 101 a 200 lotes 3.600, Mais de 200 lotes 4.500, Até 150 Km da cidade domicílio 5.000, Mais de 150 Km da cidade domicílio 8.000,00 14 Geologia para Obras Viárias Estudos geológicos preliminares (até 10 Km) 5.000, Para cada Km adicional ou fração 180, Estudos geológicos definitivos (até 10 Km) , Para cada Km adicional ou fração 300,00 15 Geologia para Obras Hidráulicas Estudos geotécnicos preliminares para fundações de barragens, pesquisa de jazidas de material de empréstimo (para cada mês com 180 horas) ,00
4 15.02 Estudos geotécnológicos incluindo locação, acompanhamento, interpretação de sondagens e ensaios geotécnicos de laboratório (para cada mês com 180 horas) ,00 16 Geologia para Construção Civil Locação, acompanhamento, interpretação de sondagens com relatório (por área, com até 100 metros de sondagem) 8.000,00 17 Hidrogeologia Locação de poço tubular ou obra de captação de água (s/geofísica) 2.000, Até 400 Km de distância da cidade domícilio 3.000, Entre 400 e 800 Km de distância da cidade domícilio 4.000, Assistência técnica durante a perfuração (por hora) Na cidade domícilio 100, Fora da cidade domícilio até 400 Km 120, Fora da cidade domícilio, além de 400 Km a combinar Acompanhamento e/ou Responsabilidade técnica com visitas diárias (% do total da obra): Até 300 m de profundidade 7% Acima de 300 m de profundidade 4% Estudos hidrogeológicos para definição de sistemas de captação de água subterrânea, com ou sem interpretação de ensaios de bombeamento (por cada semana com 40 hs) , Avaliação da capacidade de produção de poços: Execução de Teste de Produção, utilizando-se equipamento que permita manter 6.000,00 constante a vazão e tenha precisão superior a 95%, com determinação da equação característica do poço e relatório conclusivo Determinação de parâmetros hidrodinâmicos de aquífero com execução e interpretação de Teste de Aquífero e relatório conclusivo (por cada 12 horas de bombeamento): Até 01 poço de obaservação/piezômetro 8.000, A cada poço de observação/piezômetro extra 2.000, A cada 12 horas ou fração extra (% do total) 20% Manutenção de poço tubular com relatório conclusivo 4.000, Perfilagem óptica de poço tubular com relatório conclusivo e gravação (por cada 10 metros) 250,00
5 18 Estudos Petrográficos e Sedimentológicos Confecção de seção delgada 65, Confecção de seção polida 100, Estudo macro e microscópico completo de seção delgada, sem análise modal 400, Estudo macro e microscópico completo de seção delgada, inclusive análise modal (com fotomicrografia acrescentar 30% sobre o valor até 12 fotos, acima deste valor, a combinar) 750, Estudo macro e microscópico completo de minérios em seção polida, sem análise modal 600, Estudo macro e microscópico completo de minérios em seção polida, inclusive análise modal (com fotomicrografia acrescentar 30% sobre o valor até 12 fotos, acima deste valor, a combinar) 950, Estudo mineralógico e morfoscópico de sedimentos Descrição de minerais pesados transparentes em concentrado de bateia 400, Material natural sem separação (com análise modal, acresc. 30%) 400, Material já separado (com análise modal, acrescentar 30%) 250,00 19 Mapeamento Geológico (por Km2) Escala 1: (mínimo de 10 Km2 = ha) 550, Escala 1: (mínimo de 5 Km2 = 500 ha) 850, Escala 1: (mínimo de 3 Km2 = 300 ha) 1.000, Escala 1: (mínimo de 2 Km2 = 200 ha) 1.400, Escala 1:1.000 (mínimo de 0,5 Km2 = 50 ha) 2.000,00 20 Mapa Preliminar (% do custo do mapeamento geológico) Fotointerpretação de imagens (fotografias aéreas, imagens de satélite) com croquis e relatório preliminar 30% 21 Serviços Básicos - Topografia Determinação do Norte Verdadeiro (por unidade) 500, Levantamento topográficos planimétricos (inclui caderneta de campo, planilhas, cálculos, desenhos, mapas e seções nas escalas adequadas - por Km) A0 e A1 400, A2 e A3 300, A4 e A5 250,00
6 21.03 Poligonal de áreas de pesquisa e Portarias de Lavra (excluídos o custo de estacas de concreto) por Km 450,00 22 Diárias de Campo Cidade com menos de hab. ou até 150 Km do domícilio 400, Cidade com a hab. ou 150 a 500 Km do domícilio 500, Cidade com mais de hab. ou mais de 500 Km do domícilio 600,00 23 Explosivos - Portaria nº 3 - DivFPC/MEx, de 10/05/2012 (Boletim do Exercito nº 20/2012) Documentação para Licença de Instalação de Paiol de explosivos 6.000, Renovação de Licença 3.000, Plano de Segurança 3.000,00 24 Direitos Minerários Cessão e Tranferência Total de Direitos Minerários 5.000, Cessão e Tranferência Parcial de Direitos Minerários 6.000,00 25 Avaliação Econômica (valor mínimo, a 2% do valor econômico da Jazida) Laudo de Avaliação de Valor Econõmico de Jazidas Minerais ,00 26 Locação de Área com GPS Até 30 Km do domícilio (por ponto locado) 120, De 30 a 50 Km do domícilio (por ponto locado) 150, De 50 a 100 Km do domícilio (por ponto locado) 180, A partir de 100 Km do domícilio (acréscimo para cada 100 Km) 200,00 27 Geofísica Magnetometria (p/km) 400, Eletromagnetrometria (p/km) 100, VLF (p/km) 300,00
7 27.04 Gamaespectrometria (p/km) 300, Polarização induzida 300, Sondagem elétrica (AB até 500m) 650, Somente interpretação dos resultados 40% Somente levantamento dos dados 60% Sondagem Elétrica Vertical - SEV Até 500 m por SEV 450, Até m por SEV 550, Acima de 1.00 m por SEV 1.600, Perfis de resistência Até 400 m pr estação 300, Acima de 400 m por estação 360, Perfilagem de poços (por método) 360,00 28 Geoquímica Locação de serviços 400, Amostragem de sedimentos de corrente, concentrado de bateia, solo ou rochas (p/ amostra) R$ 16,00/40, Tratamento estatístico dos dados analíticos, com mapas: Primeias 30 amostras 1.500, Cada amostra adicional 25,00 29 Hidrogeoquímica Locação de serviços 400, Amostragem de água em poços, fontes, cursos d'água ou reservatórios superficiais (p/ amostra) R$ 16,00/40, Tratamento estatístico dos dados analíticos, com mapas: Primeiras 30 amostras 1.500, Cada amostra adicional 25,00 NOTAS 1 - Em todos os trabalhos estão excluídas as despesas com viagens, hospedagem, alimentação ou diárias de campo, que deverão ser reembolsadas mediante acerto prévio 2 - Também estão excluídas as taxas do DNPM, CREA, CPRH e demais órgãos públicos 3 - Os custos com análises, pessoal de campo e levantamentos plani-altimétricos não estão incluidos TABELA ELABORADA PELA AGP E ANBEM E APROVADA PELO CREA-PE EM SEÇÃO PLENÁRIA DO DIA 20 DE AGOSTO DE 2014
Carga horária de 44 h/semana
1. Assessoria e Consultoria Técnica * Locação de área com GPS e mapeamento preliminar (GPS de navegação) 800,00 Locação de área com GPS e mapeamento preliminar (GPS geodésico) 1.500,00 Consultoria técnica
GEOLOGIA Geologia Básica Hidrogeologia Assessoria, Consultoria e Laudos
GEOLOGIA Geologia Básica Mapeamento Geológico e Estrutural Sensoriamento Remoto, Aerogeofísica e Imagem de Satélite Descrições Microscópicas em Luz Transmitida e Refletida Acompanhamento e Interpretação
SENGE Sindicato dos Engenheiros do Estado da Bahia TABELA DE HONORÁRIOS PROFISSIONAIS EDIÇÃO 2011
EDIÇÃO 2011 Apresentação O presente trabalho tem como objetivo de fornecer aos profissionais representados pelo SENGE, bem como seus clientes contratantes de serviços, subsídios básicos que possibilitem
1 - A Empresa... 2 - Dados Cadastrais... 3 - Áreas de Atuação... 4 - Serviços Oferecidos... 4.1 - Petróleo e Gás Natural...
Dossiê Geoprospectus 2013 2 Índice 1 - A Empresa... 2 - Dados Cadastrais... 3 - Áreas de Atuação... 4 - Serviços Oferecidos... 4.1 - Petróleo e Gás Natural... 4.1.1 - Engenharia do Petróleo... 4.1.2 -
PESQUISA MINERAL E O MEIO AMBIENTE
PESQUISA MINERAL E O MEIO AMBIENTE A mineração não brota simplesmente do subsolo acima do qual o Estado impõe a sua jurisdição. É preciso que a geologia desse subsolo tenha características peculiares (que
TABELAS DE HONORÁRIOS PROFISSIONAIS
TABELAS DE HONORÁRIOS PROFISSIONAIS Apresentação O presente trabalho tem como objetivo de fornecer aos profissionais representados pelo SENGE, bem como seus clientes contratantes de serviços, subsídios
GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ SECRETARIA DE ESTADO DE MEIO AMBIENTE DIRETORIA DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL GERÊNCIA DE PROJETOS MINERÁRIOS
GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ SECRETARIA DE ESTADO DE MEIO AMBIENTE DIRETORIA DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL GERÊNCIA DE PROJETOS MINERÁRIOS ITAITUBA PA Junho/2012 O QUE É O LICENCIAMENTO AMBIENTAL? O Licenciamento
HIDROGEOLOGIA E MINERAÇÃO (PLANEJAMENTO E OPERAÇÃO)
HIDROGEOLOGIA E MINERAÇÃO (PLANEJAMENTO E OPERAÇÃO) Marcus Vinícios Andrade Silva Engenheiro Geólogo / Hidrogeólogo Professor de Hidrogeologia CEFET MG (Campus Araxá) Supervisor Corporativo de Hidrogeologia
A regulamentação da profissão de Geólogo e atribuições profissionais. Antonio Christino Pereira de Lyra Sobrinho
A regulamentação da profissão de Geólogo e atribuições Antonio Christino Pereira de Lyra Sobrinho 1) Lei 4076/1962 e demais. Art. 3º - O Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura somente concederá
LICENÇA DE INSTALAÇÃO LI
LICENÇA DE INSTALAÇÃO LI Autoriza o início da implementação do empreendimento ou atividade, de acordo com as especificações constantes dos planos, programas e projetos aprovados, incluindo as medidas de
LICENÇA DE INSTALAÇÃO LI
LICENÇA DE INSTALAÇÃO LI Autoriza o início da implementação do empreendimento ou atividade, de acordo com as especificações constantes dos planos, programas e projetos aprovados, incluindo as medidas de
O que é a Pesquisa Mineral?
O que é a Pesquisa Mineral? Belém, 08 de Agosto de 2012 O QUE É A PESQUISA MINERAL? A Pesquisa Mineral é um conjunto de atividades desenvolvidas, sem garantia de sucesso, para evidenciar a existência de
TÉCNICO EM ELETROMECÂNICA Objetivo do Curso
I MÓDULO I TÉCNICO EM ELETROMECÂNICA Objetivo do Curso Habilitar e qualificar profissionais para desenvolver atividades de projeto, especificação, instalação, montagem e manutenção de sistemas eletromecânicos
SERVIÇO AUTÔNOMO DE ÁGUA E ESGOTOS DE ITAPIRA
NORMAS PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA E DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO PARA LOTEAMENTOS URBANOS 1 DO OBJETIVO A presente Norma estabelece os requisitos mínimos a serem obedecidos
TABELA MÍNIMA DE HONORÁRIOS FLORESTAIS
TABELA MÍNIMA DE HONORÁRIOS FLORESTAIS ESPECIFICAÇAO DOS SERVIÇOS HONORÁRIOS 1-Projeto Básico de Licenciamento Ambiental- Lau Até 150 há. De 151 a 500 há De 501 a 1.000 há De 1.001 a 3.000 há De 3.001
LICENCIAMENTO AMBIENTAL DOS SISTEMAS DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO NA CPRH
LICENCIAMENTO AMBIENTAL DOS SISTEMAS DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO NA CPRH Clarisse Wanderley Souto Ferreira Clemildo Torres de Oliveira Walter Calábria Júnior EQUIPE TÉCNICA Clarisse Wanderley Souto Ferreira.Engenheira
ESTADUAL ÓRGÃO AMBIENTAL. Lic. Previa. Lic. Istalação. Lic. Operação
O Processo Burocrático (RJ) Instituições: i Instituições: i DNPM; Prefeitura Municipal; DRM; INEA : Ambiental (ex-feema); Recursos Hídricos (ex-serla): Flora e Fauna (ex-ief) IBAMA; Corpo de Bombeiros;
ABAS Associação Brasileira de Águas Subterrâneas QUALIFICAÇÃO DE EMPRESAS NAS ATIVIDADES DE HIDROGEOLOGIA E ÁGUAS SUBTERRÂNEAS
ABAS Associação Brasileira de Águas Subterrâneas QUALIFICAÇÃO DE EMPRESAS NAS ATIVIDADES DE HIDROGEOLOGIA E ÁGUAS SUBTERRÂNEAS CREDENCIAMENTO E SELO DE QUALIDADE Prezado(a) Colega, Segue abaixo o manual
CRITÉRIOS DE MEDIÇÃO E PAGAMENTO
TABELA DE PREÇOS CRITÉRIOS DE MEDIÇÃO E PAGAMENTO ENGENHARIA CONSULTIVA SANEAGO_15-02 8892 ADMINISTRADOR DE EMPRESAS - JÚNIOR (MENSALISTA) MÊS EFETIVAMENTE TODOS OS SERVIÇOS DE COORDENAÇÃO, ORGANIZAÇÃO
Procedimento para Serviços de Sondagem
ITA - 009 Rev. 0 MARÇO / 2005 Procedimento para Serviços de Sondagem Praça Leoni Ramos n 1 São Domingos Niterói RJ Cep 24210-205 http:\\ www.ampla.com Diretoria Técnica Gerência de Planejamento e Engenharia
Palácio dos Bandeirantes Av. Morumbi, 4.500 - Morumbi - CEP 05698-900 - Fone: 3745-3344 Nº 118 DOE de 24/06/06. Saúde GABINETE DO SECRETÁRIO
Diário Oficial Estado de São Paulo Poder Executivo Seção I Palácio dos Bandeirantes Av. Morumbi, 4.500 - Morumbi - CEP 05698-900 - Fone: 3745-3344 Nº 118 DOE de 24/06/06 Saúde GABINETE DO SECRETÁRIO Resolução
Gerenciamento de Drenagem de Mina. Soluções e Tecnologias Avançadas. www.water.slb.com
Gerenciamento de Drenagem de Mina Soluções e Tecnologias Avançadas www.water.slb.com Buscando sempre desenvolver solução inovadoras, eficientes e econômicas. A Schlumberger Water Services é um segmento
ANEXO I GRADE CURRICULAR
ANEXO I GRADE CURRICULAR Projeto Curricular GEO-ICADS Anexo I 13 1º SEMESTRE 1 ANEXO I GRADE CURRICULAR IAD 071 Biologia Geral 68 --- IAD 235 Geometria analítica 68 --- IAD 249 Geologia Introdutória 68
ATIVIDADES DE MINERAÇÃO. A FMMA coloca-se a disposição dos interessados para dirimir possíveis dúvidas sobre esta instrução normativa.
IN-08 ATIVIDADES DE MINERAÇÃO INSTRUÇÕES GERAIS: A FMMA coloca-se a disposição dos interessados para dirimir possíveis dúvidas sobre esta instrução normativa. Sempre que julgar necessário a FMMA solicitará
13/10/2010 LICENCIAMENTO AMBIENTAL. CIESP de Indaiatuba AS IMPLICAÇÕES DO SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE RECURSOS HÍDRICOS PARA OS USUÁRIOS
13/10/ CIESP de Indaiatuba 08 de outubro de AS IMPLICAÇÕES DO SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE RECURSOS HÍDRICOS PARA OS USUÁRIOS COMITÊS DE BACIAS CIESP de Indaiatuba 08 de outubro de Organização ( Lei n 6938/81
ROTEIRO PARA A ELABORAÇÃO DO RAS - Obras de Telecomunicação
1 Informações iniciais Indentificação do empreendedor Responsável pelo empreendimento: Responsável pelo RAS ROTEIRO PARA A ELABORAÇÃO DO RAS - Obras de Telecomunicação Razão Social CNPJ Telefone Nome CPF
PREFEITURA MUNICIPAL DE BAURU
P.32818/99 LEI Nº 4553, DE 08 DE JUNHO DE 2000 Dispõe sobre Perfuração de Poços para Captação de Águas Subterrâneas no Município de Bauru e dá outras providências. NILSON COSTA, Prefeito Municipal de Bauru,
INSTRUÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA E ESGOTAMENTO SANITÁRIO DE LOTEAMENTO URBANO
SERVIÇO AUTÔNOMO DE ÁGUA E ESGOTO GUANHÃES MG INSTRUÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA E ESGOTAMENTO SANITÁRIO DE LOTEAMENTO URBANO SERVIÇO AUTÔNOMO DE ÁGUA E ESGOTO
SEMINÁRIO PROJETO BÁSICO E PROJETO EXECUTIVO NAS CONTRATAÇÕES PÚBLICAS ASPECTOS TÉCNICOS SIURB
SEMINÁRIO PROJETO BÁSICO E PROJETO EXECUTIVO NAS CONTRATAÇÕES PÚBLICAS ASPECTOS TÉCNICOS SIURB PROJETOS DE INFRAESTRUTURA URBANA DRENAGEM CANAIS RESERVATÓRIOS MICRODRENAGEM OU DRENAGEM SUPERFICIAL OBRAS
Resolução Conama 237/97. Resolução Conama 237/97. Resolução Conama 237/97. Resolução Conama 237/97 7/10/2010
LICENCIAMENTO AMBIENTAL NA ATIVIDADE DE MINERAÇÃO: ASPECTOS LEGAIS E TÉCNICOS GEÓLOGO NILO SÉRGIO FERNANDES BARBOSA Art. 1º - Para efeito desta Resolução são adotadas as seguintes definições: I - Licenciamento
ANEXO 16 DOCUMENTOS E FASES PARA APROVAÇÃO E IMPLANTAÇÃO DE LOTEAMENTOS. - DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA A SER APRESENTADA: 1.
DOCUMENTOS E FASES PARA APROVAÇÃO E IMPLANTAÇÃO DE LOTEAMENTOS 1º FASE - DIRETRIZES PARA PROJETO DE LOTEAMENTO 1. Requerimento; 2. Documento de propriedade (1 Via); 3. Plantas do imóvel (planialtimétrica
Instituto de Meio Ambiente de Alagoas IMA Diretoria da Presidência DIPRE Diretoria Técnica DIT Diretoria de Licenciamento DILIC POSTOS DE COMBUSTÍVEIS
POSTOS DE COMBUSTÍVEIS LICENÇA PRÉVIA 1. Formulário de requerimento padrão dirigido à Presidência do IMA, devidamente preenchido e assinado; 2. Comprovante de pagamento da Taxa de Concessão da Licença
SISTEMAS DE TRATAMENTO DE ESGOTOS SANITÁRIOS PROJETO, IMPLANTAÇÃO E OPERAÇÃO DA ETE - ROTEIRO DO ESTUDO
SISTEMAS DE TRATAMENTO DE ESGOTOS SANITÁRIOS PROJETO, IMPLANTAÇÃO E OPERAÇÃO DA ETE - ROTEIRO DO ESTUDO Projetos de interceptor, emissário por gravidade, estação elevatória de esgoto e linha de recalque,
Instrução Normativa SEMARH nº 11 de 12/12/2011
Instrução Normativa SEMARH nº 11 de 12/12/2011 Dispõe sobre o licenciamento dos sistemas de abastecimento de água e dos sistemas de esgotamento sanitário, no Estado de Goiás. O Secretário de Estado do
HACH ENGENHARIA, CONSTRUÇÕES E CONSULTORIA AMBIENTAL CONSULTORIA AMBIENTAL
HACH ENGENHARIA, CONSTRUÇÕES E CONSULTORIA AMBIENTAL CONSULTORIA AMBIENTAL Quem somos: Somos HACH ENGENHARIA, CONSTRUÇÕES E CONSULTORIA AMBIENTAL Ltda. um grupo multidisciplinar de profissionais com conhecimentos
TERRAPLENAGEM Conceitos Básicos de Terraplenagem Definição Operações básicas da terraplenagem: Classificação dos materiais:
- Conceitos Básicos de Terraplenagem - Elaboração do Projeto de terraplenagem - Movimento de terra Cálculo de volumes, DMT e notas de serviço - Diagrama de Bruckner - Execução de terraplenagem- equipamentos
ESTUDO DE VIABILIDADE TÉCNICO- ECONÔMICA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA DA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO (RMSP) PELO AQUÍFERO GUARANI
ESTUDO DE VIABILIDADE TÉCNICO- ECONÔMICA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA DA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO (RMSP) PELO AQUÍFERO GUARANI LEBAC/IGCE/UNESP Janeiro-2004 ESTUDO DE VIABILIDADE TÉCNICO-ECONÔMICA
Considerando a necessidade de conferir maior agilidade na implantação das obras de saneamento básico, visando a melhoria da qualidade de vida;
1 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 02/2010 Dispõe sobre licenciamento de sistemas de abastecimento de água e sistemas esgotamento sanitário, no Estado de Goiás. O Secretário da Secretaria do Meio Ambiente e dos
PODER EXECUTIVO FEDERAL. Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária do Rio Grande do Sul
PODER EXECUTIVO FEDERAL Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária do Rio Grande do Sul ESTUDO DE CONCEPÇÃO OBRA: Rede de Abastecimento de Água do Assentamento de Umbu, Piratini RS. ÍNDICE: 1.
NORMA DE OUTORGA. Assunto: Instrução Documental para Requerimentos de Outorga INTERVENÇÕES E OBRAS
Dezembro de 2010 1/... A seguir serão descritos os documentos necessários para abertura de processos administrativos de Outorga para Intervenções e Obras. Cabe salientar que o AGUASPARANÁ a seu critério
DOCUMENTOS PARA SOLICITAÇÃO DE LICENÇA AMBIENTAL DE ESTAÇÃO RÁDIO-BASE (ERB) Portaria SMMA nº 002/2012 e Lei Mun. 11.535/2005
DOCUMENTOS PARA SOLICITAÇÃO DE LICENÇA AMBIENTAL DE ESTAÇÃO RÁDIO-BASE (ERB) Portaria SMMA nº 002/2012 e Lei Mun. 11.535/2005 ***TODOS OS DOCUMENTOS E PROJETOS ENTREGUES FICARÃO RETIDOS. *** TODOS OS PROJETOS
Informações para Licenciamento Ambiental Municipal de PADARIAS, CONFEITARIAS E PASTELARIAS (2.640,10 Padarias, Confeitarias e Pastelarias)
PADARIAS, CONFEITARIAS E PASTELARIAS (2.640,10 ) 1 - IDENTIFICAÇÃO DO EMPREENDEDOR Nome ou Razão Social: CNPJ: CPF: CGC/TE: Endereço (Rua/Av.) : nº: Bairro: CEP: Município: Telefone: Celular: e-mail: Contato
POLÍTICA NACIONAL DO MEIO AMBIENTE. Instrumento preventivo de tutela do meio ambiente (art. 9º, IV da Lei nº. 6.938/81)
POLÍTICA NACIONAL DO MEIO AMBIENTE 1. LICENCIAMENTO AMBIENTAL 1.1 NATUREZA JURÍDICA: Instrumento preventivo de tutela do meio ambiente (art. 9º, IV da Lei nº. 6.938/81) 1.2 CONCEITO: Segundo o art. 1º,
Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade
Procedência: Grupo de Trabalho da Câmara Técnica de Recursos Hídricos Decisão Consema 02/2012 Assunto: Normas para exploração de areia e argila em rios intermitentes de Pernambuco Proposta de Resolução
ORÇAMENTO ESTIMATIVO DETALHADO
ORÇAMENTO ESTIMATIVO DETALHADO ITEM ATIVIDADES UNIDADE QUANTIDADE PREÇO UNITÁRIO PREÇO TOTAL OBSERVAÇÕES 4.1 SERVIÇOS DE LEVANTAMENTO PLANIALTIMÉTRICO 4.1.1 LOCAÇÃO DE EQUIPE DE TOPOGRAFIA PARA EXECUÇÃO
Relatório de Vistoria Técnica com Cadastramento do Imóvel
Relatório de Vistoria Técnica com Cadastramento do Imóvel REFORMA DA SEDE DA SUBSEÇÃO DA OAB/BA NO MUNICÍPIO DE GUANAMBI/BA Avenida Presidente Castelo Branco, nº 271, Aeroporto Velho Guanambi/BA Foto:
INSTRUÇÃO TÉCNICA DPO Nº 001, de 30/07/2007
INSTRUÇÃO TÉCNICA DPO Nº 001, de 30/07/2007 Atualizada em 01/04/2013 Objeto: Esta Instrução tem por objeto complementar o item 6 da Norma da Portaria DAEE nº 717/96. Trata dos requerimentos, documentação
ENGENHARIA CIVIL. COORDENADOR José Carlos Bohnenberger [email protected]
ENGENHARIA CIVIL COORDENADOR José Carlos Bohnenberger [email protected] UFV Catálogo de Graduação 2009 187 Engenheiro Civil ATUAÇÃO Ao Engenheiro Civil compete o desempenho das atividades profissionais previstas
Instruções Técnicas para Apresentação de Projetos de Bases de Apoio a Empresas Transportadoras de Cargas e Resíduos - Licença de Instalação (LI) -
Governo do Estado do Rio Grande do Norte Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos Instruções Técnicas para Apresentação de Projetos de Bases de Apoio a Empresas Transportadoras de Cargas e Resíduos
HIDROGEOLOGIA DO OESTE DE SANTA CATARINA
HIDROGEOLOGIA DO OESTE DE SANTA CATARINA PROESC Introdução O Projeto Oeste de Santa Catarina (PROESC), é o resultado de um convênio firmado entre a CPRM-Serviço Geológico do Brasil e o Governo do Estado
Investigações Geotécnicas
Investigações Geotécnicas Investigações Geotécnicas Interpretação de imagens; Métodos geofísicos ou indiretos; Amostragem e ensaios de laboratório; Ensaios de campo. Imagem de satélite simples Argila mole
ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE SINOP DEPARTAMENTO DE
ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE SINOP DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL SONDAGENS Em virtude da dificuldade de se prever
RESIDENCIAL SANTA MONICA MEMORIAL DESCRITIVO ANEXO I
RESIDENCIAL SANTA MONICA MEMORIAL DESCRITIVO ANEXO I CONTRATO N.º ANEXO I MEMORIAL DESCRITIVO DO RESIDENCIAL SANTA MÔNICA A INFRAESTRUTURA DE IMPLANTAÇÃO DO LOTEAMENTO RESIDENCIAL SANTA MONICA OBEDECERÁ
FISCALIZAÇÃO NA ÁREA DA ENGENHARIA CIVIL
FISCALIZAÇÃO NA ÁREA DA ENGENHARIA CIVIL Eng. ª Civil Cristiane de Oliveira Analista de Processos CEEC Rogério Fernando G. de Oliveira Supervisor Temas a serem abordados: - Fiscalização em obras de Profissionais
Etapas do planejamento e da elaboração de um estudo de impacto ambiental
Etapas do planejamento e da elaboração de um estudo de impacto ambiental Fernando Jakitsch Medina Izabela Márcia Coelho de Abreu Lucas de Araújo Cezar Introdução Projetos de engenharia ou aproveitamento
Sistema Nacional de Meio Ambiente
Procedimentos e Aspectos Legais do Licenciamento Ambiental das Atividades de E & P no Espírito Santo GESTÃO PAULO HARTUNG Luiz Fernando Schettino Secretário de Meio Ambiente e Recursos Hídricos Presidente
PERFIL DO SETOR DA ARQUITETURA E ENGENHARIA CONSULTIVA
PERFIL DO SETOR DA ARQUITETURA E ENGENHARIA CONSULTIVA São Paulo 2009 CONTEÚDO 1. PERFIL DO SETOR DA ARQUITETURA E ENGENHARIA CONSULTIVA... 3 1.1 O segmento... 3 1.2 As empresas... 6 1.3 - Postos de trabalho
TERMO DE REFERÊNCIA TR/001/12
TERMO DE REFERÊNCIA TR/001/12 Contratação de empresa especializada em serviços de topografia para Levantamento Topográfico da linha de distribuição 69 kv SE Areal / SE Centro em Porto Velho/RO e da linha
SUMÁRIO 2.0 - SONDAGENS, AMOSTRAGENS E ENSAIOS DE LABORATÓRIO E CAMPO
ESPECIFICAÇÃO PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO DE SERVIÇOS GEOTÉCNICOS ADICIONAIS SUMÁRIO 1.0 INTRODUÇÃO 2.0 - SONDAGENS, AMOSTRAGENS E ENSAIOS DE LABORATÓRIO E CAMPO 2.1 - CORTES 2.2 - ATERROS 2.3 - OBRAS DE
REGULAMENTO DE HONORÁRIOS DO IBAPE-ES
REGULAMENTO DE HONORÁRIOS DO IBAPE-ES CAPÍTULO I - EXPOSIÇÕES DE MOTIVOS O presente Regulamento tem por objetivo estabelecer valores e formas de compatibilizar os interesses entre contratante e contratado,
CONDIÇÕES BÁSICAS DE FINANCIAMENTO DE LONGO PRAZO
CONDIÇÕES BÁSICAS DE FINANCIAMENTO DE LONGO PRAZO 1. ORIGEM DOS RECURSOS: BANCO FINANCIADOR: Banco do Nordeste do Brasil S/A LINHA DE CRÉDITO: Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste FNE PROGRAMA:
ANEXO II DO REGULAMENTO TÉCNICO 001/08 -RELATÓRIO DE TESTES DE BOMBEAMENTO-
ANEXO II DO REGULAMENTO TÉCNICO 001/08 -RELATÓRIO DE TESTES DE BOMBEAMENTO- Secretaria de Recursos Hídricos 1) IDENTIFICAÇÃO Folha 01/15 Processo N o : 1.1) CONTRATANTE: Nome Completo : CPF / CNPJ: ; CPF
A OUTORGA DE DIREITO DE USO DOS RECURSOS HÍDRICOS NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO CAPIBARIBE, PERNAMBUCO- BRASIL.
XII Simpósio de Recursos Hídricos do Nordeste A OUTORGA DE DIREITO DE USO DOS RECURSOS HÍDRICOS NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO CAPIBARIBE, PERNAMBUCO- BRASIL. Marcos Antonio Barbosa da Silva Junior (UPE)
FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE DE PALMAS DIRETORIA DE CONTROLE AMBIENTAL GERÊNCIA DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL
TERMO DE REFERÊNCIA PARA ELABORAÇÃO DE PROJETO AMBIENTAL DE EMPREENDIMENTOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE Este Termo de Referência visa orientar na elaboração de PROJETO AMBIENTAL PA para empreendimentos de serviços
TERMO DE REFERÊNCIA Construção da Estação de Tratamento de Efluentes - ETE
TERMO DE REFERÊNCIA Construção da Estação de Tratamento de Efluentes - ETE 1. OBJETO: Contratação de empresa especializada para Construção da Estação de Tratamento de Efluentes do Centro de Biotecnologia
Nº 1.0.0 Nº 1.2.0 Nº 1.2.8
Macroprocesso Processo Subprocesso Gerência GERÊNCIA REGIONAL Nº 1.0.0 Nº 1.2.0 Nº 1.2.8 1.2.8.1 Receber e analisar solicitação Receber solicitação de demanda de expansão do sistema de Supervisor de Unidade
O leque de nossas possibilidades profissionais
O perfil da empresa O leque de nossas possibilidades profissionais Perfuração & Explosão Jens Weiss Ltda É uma empresa especializada em serviços de preparação e execução de explosão de todos os tipos.
INSTRUÇÃO NORMATIVA. Assunto: Procedimentos para Tamponamento de Poços
IN-2/06 Outubro/26 1/6 1. OBJETIVO Esta Instrução Normativa em sua primeira versão visa definir procedimentos genéricos para desativação de poços tubulares que tenham sido abandonados por qualquer motivo
TOMADA DE PREÇOS 01/2015 QUESTIONAMENTOS E RESPOSTAS
TOMADA DE PREÇOS 01/2015 Contratação de empresa especializada em engenharia ou arquitetura para elaboração de projetos básicos e executivos de arquitetura e complementares, destinados à construção do edifício-sede
MODULO 1 - IDENTIFICAÇÃO Identificação do requerente Pessoa física. Caixa Postal Município UF CEP DDD Fone Fax E-mail
1 Definição: Retirada de minerais (como areia, argila e etc.) do fundo dos rios com a utilização de dragas, para fins industriais ou de comercialização. Nome CPF Endereço MODULO 1 - IDENTIFICAÇÃO Identificação
Id Nome da tarefa Duração %
1 PONTE SOBRE O RIO TOCANTINS - Projeto de Reforço Estrutural 1667 dias 6% Qui 01/12/11 2 PRODUTOS FEL 3 797 dias 51% Qui 01/12/11 3 Escopo do projeto 390 dias 100% Qui 01/12/11 4 FCE 5 dias 100% Qui 01/12/11
BACHARELADO EM GEOLOGIA
BACHARELADO EM GEOLOGIA Estrutura Curricular Duração : 10 semestres Mínima: 10 semestres Máxima: 20 semestres Currículo para ingressantes a partir de 2004 s Obrigatórias (Sequência Aconselhada) Conjunto
MANUAL ORIENTATIVO DE FISCALIZAÇÃO DAS CÂMARAS ESPECIALIZADAS DE GEOLOGIA E ENGENHARIA DE MINAS DOS CREAS
MANUAL ORIENTATIVO DE FISCALIZAÇÃO DAS CÂMARAS ESPECIALIZADAS DE GEOLOGIA E ENGENHARIA DE MINAS DOS CREAS Coordenadoria das Câmaras Especializadas de Geologia e Engenharia de Minas dos Creas == CCEGM ==
Instruções Técnicas Licenciamento Prévio para Destinação Final de RESIDUOS DE FOSSA SÉPTICA
Instruções Técnicas Licenciamento Prévio para Destinação Final de RESIDUOS DE FOSSA SÉPTICA DISA INSTRUÇÕES PARA PREENCHIMENTO: As instruções necessárias para o preenchimento da folha de rosto deste formulário,
O PREFEITO MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE. Faço saber que a Câmara Municipal aprovou e eu sanciono a seguinte Lei:
LEI Nº 8.267 Dispõe sobre o licenciamento ambiental no Município de Porto Alegre, cria a Taxa de Licenciamento Ambiental e dá outras providências. O PREFEITO MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE. Faço saber que a
RESUMO DE ORÇAMENTO POR PREÇO GLOBAL - DUPLICAÇÃO
ANEXO III 50612.001705/2008-80 RESUMO DE ORÇAMENTO POR PREÇO GLOBAL - DUPLICAÇÃO DISCRIMINAÇÃO PARCIAL VALOR TOTAL A - EQUIPE TÉCNICA R$ 271.064,61 A.1 - Pessoal de Nível Superior R$ 160.487,94 A.2 - Pessoal
TERMO DE REFERÊNCIA PARA LICENCIAMENTO AMBIENTAL DE ATIVIDADES EM GERAL
TERMO DE REFERÊNCIA PARA LICENCIAMENTO AMBIENTAL DE ATIVIDADES EM GERAL O processo administrativo para aprovação e licenciamento de atividades em geral junto à Prefeitura Municipal de Santa Clara do Sul
Instituto do Meio Ambiente ESTADO DE ALAGOAS DOCUMENTAÇÃO PARA POSTOS DE COMBUSTÍVEIS NOVOS
DOCUMENTAÇÃO PARA POSTOS DE COMBUSTÍVEIS NOVOS LICENÇA PRÉVIA - Documentação necessária 1. Requerimento Padrão definido pelo IMA, devidamente preenchido e assinado; 2. Cadastro do empreendimento, definido
CONSELHO ESTADUAL DO MEIO AMBIENTE CONEMA RESOLUÇÃO Nº 01/2014
1 CNSELH ESTAUAL MEI AMBIENTE CNEMA RESLUÇÃ Nº 01/2014 Estabelece critérios de aceitabilidade para utilização provisória de fossas sépticas com ou sem filtro anaeróbico + sumidouros ou valas de infiltração.
UNIVERSIDADE MUNICIPAL DE SÃO CAETANO DO SUL PARECER DE GEOTECNIA
UNIVERSIDADE MUNICIPAL DE SÃO CAETANO DO SUL PARECER DE GEOTECNIA Rua Macéio, s/n Bairro Barcelona São Caetano do Sul /SP PAR 15026 Março/2015 Revisão 0 CPOI Engenharia e Projetos Ltda Índice 1. INTRODUÇÃO...3
TERMO DE REFERÊNCIA PARA PARCELAMENTO DE SOLO: CODRAM 3414,40; CODRAM 3414,50; CODRAM 3414,60; CODRAM 3414,70; CODRAM 3415,10
TERMO DE REFERÊNCIA PARA PARCELAMENTO DE SOLO: CODRAM 3414,40; CODRAM 3414,50; CODRAM 3414,60; CODRAM 3414,70; CODRAM 3415,10 O processo administrativo para aprovação e licenciamento de parcelamentos de
TABELA DE REFERÊNCIA DE HONORÁRIOS PROFISSIONAIS. Registrada no CREA-PR Sessão Plenária n.º 741, de 10/06/1.997
TABELA DE REFERÊNCIA DE HONORÁRIOS PROFISSIONAIS Registrada no CREA-PR Sessão Plenária n.º 741, de 10/06/1.997 INTRODUÇÃO Há muito tempo o C.E.A.L. - Clube de Engenharia e Arquitetura de Londrina, pretende
Investigação Confirmatória
MODULO 3 Gestores e Técnicos Ambientais Procedimentos para postos e sistemas retalhistas Licenciamento Ambiental Recebimento de Denúncia ou Reclamação Medidas Emergenciais Nenhuma intervenção necessária
MEMO Nº 022/ENG/IFC/2010 Blumenau, 15 de julho de 2010. Do: Departamento de Engenharia do Instituto Federal Catarinense
MEMO Nº 022/ENG/IFC/2010 Blumenau, 15 de julho de 2010. Ao: Pró Reitor de Desenvolvimento Institucional ANTÔNIO A. RAITANI JÚNIOR Do: Departamento de Engenharia do Instituto Federal Catarinense Assunto:
RESOLUÇÃO Nº 502, DE 21 DE SETEMBRO DE 2007
RESOLUÇÃO Nº 502, DE 21 DE SETEMBRO DE 2007 Fixa os valores de registro de ART e dá outras providências. O CONSELHO FEDERAL DE ENGENHARIA, ARQUITETURA E AGRONOMIA Confea, no uso das atribuições que lhe
Concepção de instalações para o abastecimento de água
Universidade Federal de Ouro Preto Escola de Minas Departamento de Engenharia Civil CIV 640 Saneamento Urbano Concepção de instalações para o abastecimento de água Prof. Aníbal da Fonseca Santiago Universidade
1º Para aplicação da Tabela I, será considerado o valor da obra, no caso de atividade de execução e o valor dos serviços para as demais atividades.
ATO NORMATIVO Nº 55/03 Dispõe sobre os valores das taxas de registro de ART devidas ao Crea ES, para o exercício de 2004 e dá outras providências. O CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA, ARQUITETURA E AGRONOMIA
RESÍDUOS DA INDÚSTRIA EXTRATIVA O PROCESSO DE LICENCIAMENTO GESTÃO, PROJETO, CONSTRUÇÃO E ENCERRAMENTO DE INSTALAÇÕES DE RESÍDUOS MINEIROS SEMINÁRIO
GESTÃO, PROJETO, CONSTRUÇÃO E ENCERRAMENTO DE INSTALAÇÕES DE RESÍDUOS MINEIROS SEMINÁRIO RESÍDUOS DA INDÚSTRIA EXTRATIVA O PROCESSO DE LICENCIAMENTO Patrícia Falé [email protected] ESTRUTURA DA APRESENTAÇÃO
ESTRUTURA CURRICULAR - 2012/1º semestre (Aprovada pela Resolução nº 01 CONSEPE, de 09/02/2012). 1º PERÍODO 2º PERÍODO
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DOS VALES DO JEQUITINHONHA E MUCURI INSTITUTO DE CIÊNCIA, ENGENHARIA E TECNOLOGIA - TEÓFILO OTONI CURSO DE GRADUAÇÃO - ENGENHARIA CIVIL ESTRUTURA CURRICULAR
RESOLUÇÃO Nº 218, DE 29 DE JUNHO DE 1973
RESOLUÇÃO Nº 218, DE 29 DE JUNHO DE 1973 Discrimina atividades das diferentes modalidades profissionais da Engenharia, Arquitetura e Agronomia. O CONSELHO FEDERAL DE ENGENHARIA, ARQUITETURA E AGRONOMIA,
RELATÓRIO DE SONDAGEM
Vitória, 19 de junho de 201 RELATÓRIO DE SONDAGEM CLIENTE: PREFEITURA MUNICIPAL DE PRESIDENTE KENNEDY OBRA/LOCAL: SANTA LUCIA - PRESIDENTE KENNEDY CONTRATO: ETFC.0..1.00 1 SUMÁRIO INTRODUÇÃO...02 PERFIL
PORTARIA Nº 541/2014 - CONSIDERAÇÕES E ANÁLISE COMPARATIVA
PORTARIA Nº 541/2014 - CONSIDERAÇÕES E ANÁLISE COMPARATIVA INTRODUÇÃO Em 19 de dezembro de 2014, foi publicada no DOU a Portaria nº 541, expedida pelo Diretor-Geral do Departamento Nacional de Produção
Os Recursos Minerais na nossa vida
Os Recursos Minerais na nossa vida Min. Volfrâmio Expl. Argilas Gesso Cobre nativo Calcário Granito Ouro Expl. Areias Min. Chumbo Min. Urânio Realizado por INETI, Área de Geologia Económica (Daniel Oliveira,
LIC - LEVANTAMENTO DE INDÍCIOS DE CONTAMINAÇÃO EM IMÓVEIS URBANOS (para esclarecimentos consultar Anexo III) DATA DA VISITA: / /
LIC - LEVANTAMENTO DE INDÍCIOS DE CONTAMINAÇÃO EM IMÓVEIS URBANOS (para esclarecimentos consultar Anexo III) 1. DADOS GERAIS DO IMÓVEL DATA DA VISITA: / / 1.1. Identificação do Imóvel: 1.2. Endereço: Cidade:
Estrutura Curricular do Curso de Engenharia Civil
Estrutura Curricular do Curso de Engenharia Civil 1º Semestre 1. Cálculo Diferencial e Integral I 2. Desenho Básico 3. Física I 4. Laboratório de Física I 1º Básica 5. Química Geral 6. Introdução a Engenharia
Licenciamento Ambiental na CETESB IV Aquishow
SECRETARIA DE AGRICULTURA E ABASTECIMENTO 120 anos Licenciamento Ambiental na CETESB IV Aquishow Pesquisadora Científica Dra. Daercy Mª M. de Rezende Ayroza Polo Regional Médio Paranapanema Regularização
TABELA DE PREÇOS DE PROJETOS DE ARQUITETURA E ENGENHARIA SIN 2011-2013 (SEM BDI)
TABELA DE PREÇOS DE PROJETOS DE ARQUITETURA E ENGENHARIA SIN 2011-2013 (SEM BDI) AGOSTO/2011 1 ÍNDICE GERAL 1. PROJETO DE ARQUITETURA... 5 2. PROJETO DE URBANISMO... 5 3. PROJETO DE URBANISMO PAISAGÍSTICO...
Fechamento e Sistema de Monitoramento do Aterro. Gersina N. da R. Carmo Junior
Fechamento e Sistema de Monitoramento do Aterro Gersina N. da R. Carmo Junior Objetivo: avaliar as conseqüências da presença dos efluentes do aterro no meio ambiente. Sistema de Monitoramento do Aterro
2.1. Projeto de Monitoramento Batimétrico. Revisão 00 NOV/2013. PCH Senhora do Porto Plano de Controle Ambiental - PCA PROGRAMAS AMBIENTAIS
PCH Senhora do Porto Plano de Controle Ambiental - PCA PROGRAMAS AMBIENTAIS 2.1 Projeto de Monitoramento Batimétrico Revisão 00 NOV/2013 Coordenador da Equipe Carlos Eduardo Alencar Carvalho CRBio 37538/4-D
