Investigação Confirmatória
|
|
|
- Octavio Belém Carvalho
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 MODULO 3 Gestores e Técnicos Ambientais
2 Procedimentos para postos e sistemas retalhistas Licenciamento Ambiental Recebimento de Denúncia ou Reclamação Medidas Emergenciais Nenhuma intervenção necessária Medidas para eliminação do vazamento Atendimento Inicial SIM Existe Perigo NÃO SIM Vazamento SIM Avaliação da Ocorrência NÃO SIM AS NÃO AP / E Monitoramento para encerramento Valores abaixo das Metas? NÃO SIM SIM Existe FL SIM NÃO AI SIM NÃO AMR SIM Metas atingidas NÃO AR Investigação Detalhada Plano de Intervenção NÃO AC FIM Recuperação da Fase Livre CMAs ou PLAs superadas SIM Intervenção e monitoramento da eficiência e eficácia
3 Passivos Ambientais em Postos de Serviços Procedimento para a Identificação de Passivos Ambientais em Estabelecimentos com Sistema de Armazenamento Subterrâneo de Combustíveis (SASC) (CETESB - Decisão de Diretoria nº 010/2005/C, de )
4 OBJETIVOS Conteúdo Programático MODULO III Caracterizar a presença de hidrocarbonetos constituintes de combustíveis automotivos e de lubrificantes no subsolo, possibilitando concluir a respeito da existência ou não de contaminação na área objeto de avaliação e a caracterização das fontes primárias de contaminação.
5 Fonte primária de contaminação: Instalação ou material a partir dos quais os contaminantes se originam e foram ou estão sendo liberados para os meios impactados: Tanques Tubulações SAO Descarga à distância Bombas Filtros de diesel, etc.
6 Tarefa 1 - Comunicação à CETESB Responsável: empresa contratada Quando: antes do início dos trabalhos Para: [email protected] O que deve conter: Contratante e contratada: Razão social da empresa, CNPJ, endereço, telefone, responsável pela informação e seu ; Local de execução do trabalho; Razão social do estabelecimento, CNPJ, endereço, telefone; Data de início e previsão de término dos trabalhos.
7 Objetivo: Conteúdo Programático MODULO III Tarefa 2. Coleta de Dados sobre a Área Identificar as características da instalação e operação do empreendimento, possibilitando o desenvolvimento do Modelo Conceitual de Área (MCA) O modelo conceitual é um relato escrito e/ou a representação gráfica do empreendimento investigado, das fontes primárias de contaminação e do meio físico, sendo fundamental para embasar a execução das etapas ou investigações seguintes.
8 As informações a serem obtidas são: - O histórico das construções da área, considerando as principais melhorias, demolições e reformas realizadas - O histórico da operação com combustíveis na área - As operações atuais com combustíveis - Os sistemas de drenagem existentes na área (água pluvial e esgoto) - As características e situação (em uso ou desativado) dos tanques e das linhas de combustíveis
9 As informações a serem obtidas são (cont.): - A distribuição dos sistemas de abastecimento de combustíveis; - Os eventos de vazamento, as medidas tomadas e os relatórios emitidos; - As plantas da construção e o layout da área; - Os diagramas esquemáticos do sistema de abastecimento de combustíveis.
10 Situação Inicial Posto Antigo N Situação Atual Posto Novo Área Comercial Área Comercial Troca Óleo Loja 40,0m 0 5,0m Dep. 20,0m 0 5,0m 40,0m Troca Óleo Loja 20,0m
11 Tarefa 4. Locação de Pontos de Investigação Objetivo: possibilitar a coleta de amostras em pontos adequados, com base no MCA. Situações: Áreas Menores que m 2 Áreas Maiores que m 2
12 Áreas Menores que m 2 Pontos de investigação locados a jusante dos equipamentos considerando o provável sentido de fluxo Prioridades a serem consideradas para locação: SASC em uso e desativados, exceto os SASC de álcool Filtros de diesel Bocais de descarga à distância Unidades de abastecimento (bombas), exceto as de abastecimento de álcool Tanques de óleo usado
13 Número Mínimo de Amostras de Solo e de Água Subterrânea (Situação 1 Nível d água até 15 m) A1 A2 A3 A4 Até 4 Tanques Entre 5 e 9 Tanques Acima de 10 Tanques T T T
14 Número Mínimo de Amostras de Solo (Situação 2 Nível d água abaixo de 15 m) A1 A2 A3 A4 Até 4 Tanques Entre 5 e 9 Tanques Acima de 10 Tanques T T T
15 Situação Inicial Posto Antigo N Situação Atual Posto Novo Área Comercial Área Comercial Troca Óleo Loja 40,0m 0 5,0m Dep. 20,0m 0 5,0m 40,0m Troca Óleo Loja 20,0m
16 Áreas Maiores que m2 Investigação da ocorrência de vapores no solo Estabelecimento de malha Medição de vapores
17 0 2,5 5,0m Conteúdo Programático MODULO III Área Comercial N 0 1 Troca Óleo Loja 40,0m 0 5,0m Dep. 20,0m A B C D E F G H I
18 Investigação da Ocorrência de Vapores no Solo Medição de Vapores Deverá ser procedida pontualmente em malha regular com espaçamento máximo de 5 m Adicionalmente a malha supramencionada deverá ser realizada uma malha adicional de 10 X 10 metros para delimitação da pluma de vapores Nos pontos onde ocorram anomalias de medições de vapores a malha deve ser adensada
19 0 2,5 5,0m 0 2,5 5,0m Conteúdo Programático MODULO III N A B C D E F G H I A B C D E F G H I
20 0 2,5 5,0m Conteúdo Programático MODULO III A B C D E F G H I
21 0 2,5 5,0m Conteúdo Programático MODULO III Figura - Área contígua N A B C D E F G H I
22 0 2,5 5,0m Conteúdo Programático MODULO III N A B C D E F G H I
23 Número Mínimo de Amostras de Solo e de Água Subterrânea (Situação 1 Nível d água até 15 m) A1 A2 A3 A4 Até 4 Tanques Entre 5 e 9 Tanques Acima de 10 Tanques T T T
24 Número Mínimo de Amostras de Solo (Situação 2 Nível d água abaixo de 15 m) A1 A2 A3 A4 Até 4 Tanques Entre 5 e 9 Tanques Acima de 10 Tanques T T T
25 Prioridades a serem consideradas para locação Pontos de investigação locados a jusante dos equipamentos considerando o provável sentido de fluxo Modelo Conceitual da Área (MCA) SASC em uso e desativados, exceto os SASC de álcool Filtros de diesel Bocais de descarga à distância Unidades de abastecimento (bombas), exceto as de abastecimento de álcool Tanques de óleo usado Anomalias resultantes do mapeamento de vapores do solo
26 Tarefa 5 - Coleta de Amostras e Realização de Análises Químicas Coleta de amostras de solo Coleta de amostras de água subterrânea
27 Trado Manual Perfuratriz GEOPROBE Qual método de sondagem utilizar? Trado mecanizado Metodologias de Gerenciamento de Áreas Contaminadas
28 Coleta de Amostras de Solo Medidas de Vapores nas Sondagens Coleta de solo a cada metro perfurado Cravação de amostrador tubular com liner Amostragem A amostra coletada - dividida em duas alíquotas. Alíquota 1 - saco plástico impermeável auto-selante Alíquota 2 - parte central do liner, mantida sob refrigeração (temperatura inferior a 4 o C).
29 Cuidados Minimizar geração de resíduos Armazenar e descartar adequadamente resíduos Preencher os furos sem poço instalado (calda de cimento ou bentonita umedecida)
30 Instalação de poços de monitoramento Instalar poços de monitoramento com seção plena Um metro acima do nível d água estabilizado Dois metros abaixo do nível d água estabilizado Norma ABNT NBR Construção de Poços de Monitoramento Norma ABNT NBR Desenvolvimento de Poços de Monitoramento
31 Qual método de amostragem utilizar?
32 Amostragem de Água Subterrânea Método Convencional Purga de 3 volumes de água parada no poço de monitoramento Amostragem com bailer Purga de baixa vazão - Purga controlada com mínimo rebaixamento - Controle de parâmetros (T, ph, condutividade, Eh,OD e turbidez) - Amostragem com bomba
33 Amostragem de Água Subterrânea Purga mínima Aplicável para poços instalados em áreas com condutividade hidráulica baixa - Coleta a água ocorre somente na seção filtrante, e deve evitar o esgotamento total do poço. Período de 3 a 5 dias entre a instalação do poço e a coleta de amostras de água, não sendo aceitável que o desenvolvimento do poço substitua a purga (valor será revisto para ficar equalizado com Investigação Detalhada)
34 Análise Química laboratorial Solo e Água Subterrânea Parâmetros a serem Analisados - BTEX (benzeno, tolueno, etilbenzeno e xilenos) - PAH (hidrocarbonetos aromáticos polinucleados) - Para amostras coletadas na área de tanques e armazenamento de óleo também TPH (hidrocarbonetos totais de petróleo), na faixa dos óleos lubrificantes (C20 a C30+).
35 Controle de Qualidade de Amostragem e Analítico Cadeia de Custódia (COC) Acondicionamento Adequado Laboratório acreditado pelo Inmetro (ISO17025 a partir de 31 de agosto de 2009) Branco (campo e equipamento) Check List de Recebimento Controles Laboratoriais (QA/QC) Padrão de Laudos Laboratoriais
36 Como saber qual laboratório está acreditado e para quê? Não basta saber que o laboratório é certificado. É importante avaliar o Certificado, verificando: Sua validade O escopo da certificação: parâmetros métodos matrizes limites aplicáveis onde são feitas as análises.
37 Conteúdo Programático MODULO III
PROCEDIMENTO PARA IDENTIFICAÇÃO DE PASSIVOS AMBIENTAIS EM POSTOS DE COMBUSTÍVEIS
PROCEDIMENTO PARA IDENTIFICAÇÃO DE PASSIVOS AMBIENTAIS EM POSTOS DE COMBUSTÍVEIS Este documento apresenta o procedimento a ser adotado na identificação de passivos ambientais em postos revendedores e de
PORTARIA Nº. 018, DE 20 DE OUTUBBRO DE 2004.
PORTARIA Nº. 018, DE 20 DE OUTUBBRO DE 2004. Dispõem sobre a investigação de passivo ambiental em prestadores de serviços de revenda, distribuição, armazenamento e abastecimento de combustíveis veiculares,
TERMO DE REFERÊNCIA TR 087 PROCEDIMENTO PARA REMOÇÃO DE TANQUES SUBTERRÂNEOS DE SISTEMA DE ARMAZENAMENTO E ABASTECIMENTO DE COMBUSTÍVEL
TERMO DE REFERÊNCIA TR 087 PROCEDIMENTO PARA REMOÇÃO DE TANQUES SUBTERRÂNEOS DE SISTEMA DE ARMAZENAMENTO E ABASTECIMENTO DE COMBUSTÍVEL Este documento apresenta o procedimento a ser adotado na remoção
PROCEDIMENTO PARA A IDENTIFICAÇÃO DE PASSIVOS AMBIENTAIS EM ESTABELECIMENTOS COM SISTEMA DE ARMAZENAMENTO SUBTERRÂNEO DE COMBUSTÍVEIS (SASC)
ANEXO IV (a que se refere o artigo 1, inciso IV, da Decisão de Diretoria n 010/2006/C) PROCEDIMENTO PARA A IDENTIFICAÇÃO DE PASSIVOS AMBIENTAIS EM ESTABELECIMENTOS COM SISTEMA DE ARMAZENAMENTO SUBTERRÂNEO
Diário Oficial Nº. 31996 de 12/09/2011 GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ SECRETARIA DE ESTADO DE MEIO AMBIENTE ANEXO II DA INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 11/2011
Diário Oficial Nº. 31996 de 12/09/2011 GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ SECRETARIA DE ESTADO DE MEIO AMBIENTE ANEXO II DA INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 11/2011 Número de Publicação: 280632 TERMO DE REFERÊNCIA PARA ELABORAÇÃO
PROCEDIMENTO PARA A IDENTIFICAÇÃO DE PASSIVOS AMBIENTAIS EM ESTABELECIMENTOS COM SISTEMA DE ARMAZENAMENTO AÉREO DE COMBUSTÍVEIS (SAAC)
ANEXO V (a que se refere o artigo 1, inciso V, da Decisão de Diretoria n 010/2006/C) PROCEDIMENTO PARA A IDENTIFICAÇÃO DE PASSIVOS AMBIENTAIS EM ESTABELECIMENTOS COM SISTEMA DE ARMAZENAMENTO AÉREO DE COMBUSTÍVEIS
PROCEDIMENTO PARA A REMOÇÃO DE TANQUES E DESMOBILIZAÇÃO DE SISTEMA DE ARMAZENAMENTO E ABASTECIMENTO DE COMBUSTÍVEIS
ANEXO VI (a que se refere o artigo 1, inciso VI, da Decisão de Diretoria n 010/2006/C) PROCEDIMENTO PARA A REMOÇÃO DE TANQUES E DESMOBILIZAÇÃO DE SISTEMA DE ARMAZENAMENTO E ABASTECIMENTO DE COMBUSTÍVEIS
Plano de Intervenção
onteúdo Programático MODULO III Gerenciamento de Áreas ontaminadas com Base no isco Plano de Intervenção MODULO 3 Gestores e Técnicos Ambientais onteúdo Programático MODULO III Gerenciamento de Áreas ontaminadas
GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ Conselho de Políticas e Gestão do Meio Ambiente Superintendência Estadual do Meio Ambiente SEMACE
1. OBJETIVO: Este Termo de Referência têm como objetivo atender as Resoluções CONAMA Nº 237/1997, 273/2000 e 319/2002, Norma Técnica da ABNT NBR 14973:2004, bem como outras normas da Associação Brasileira
Instituto de Meio Ambiente de Alagoas IMA Diretoria da Presidência DIPRE Diretoria Técnica DIT Diretoria de Licenciamento DILIC POSTOS DE COMBUSTÍVEIS
POSTOS DE COMBUSTÍVEIS LICENÇA PRÉVIA 1. Formulário de requerimento padrão dirigido à Presidência do IMA, devidamente preenchido e assinado; 2. Comprovante de pagamento da Taxa de Concessão da Licença
Instituto do Meio Ambiente ESTADO DE ALAGOAS DOCUMENTAÇÃO PARA POSTOS DE COMBUSTÍVEIS NOVOS
DOCUMENTAÇÃO PARA POSTOS DE COMBUSTÍVEIS NOVOS LICENÇA PRÉVIA - Documentação necessária 1. Requerimento Padrão definido pelo IMA, devidamente preenchido e assinado; 2. Cadastro do empreendimento, definido
Termo de Referência para Posto de Combustível no Município de Teresina
Termo de Referência para Posto de Combustível no Município de Teresina Requisitos e procedimentos para expedição do Licenciamento Ambiental de postos de combustíveis instalados/localizados e/ou a serem
RESOLUÇÃO CONEMA 06/2011. Art. 2º. Para os fins desta Resolução são adotadas as seguintes definições:
RESOLUÇÃO CONEMA 06/2011 DISPÕE SOBRE A INSTALAÇÃO E OPERAÇÃO DE POSTOS (REVENDEDORES E DE ABASTECIMENTO), SISTEMAS RETALHISTAS DE COMBUSTÍVEIS, POSTOS FLUTUANTES E DEMAIS INSTALAÇÕES QUE UTILIZAM SISTEMAS
Considerando que é dever do Estado instaurar condições para a existência de concorrência justa no País, resolve baixar as seguintes disposições:
MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO Portaria nº 109, de 13 de junho de 2005. O PRESIDENTE DO
AGÊNCIA ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE
Conforme a Lei Estadual nº 1., de de embro de 200, FORMULÁRIO PARA EMPREENDIMENTOS POSTOS DE COMBUSTÍVEIS 1. IDENTIFICAÇÃO DO RESPONSÁVEL PELO EMPREENDIMENTO NOME: IDENTIDADE: ENDEREÇO: ÓRGÃO EXPEDIDOR:
CADASTRO DE POSTOS DE SERVIÇOS
CADASTRO DE POSTOS DE SERVIÇOS REQUERENTE SEÇÃO 1: DADOS DE IDENTIFICAÇÃO RAZÃO SOCIAL PRINCIPAL ATIVIDADE LOCAL DA ATIVIDADE BAIRRO CEP NOME DO REPRESENTANTE CARGO TEL. E RAMAL SEÇÃO 2: DADOS ADMINISTRATIVOS
LIC - LEVANTAMENTO DE INDÍCIOS DE CONTAMINAÇÃO EM IMÓVEIS URBANOS (para esclarecimentos consultar Anexo III) DATA DA VISITA: / /
LIC - LEVANTAMENTO DE INDÍCIOS DE CONTAMINAÇÃO EM IMÓVEIS URBANOS (para esclarecimentos consultar Anexo III) 1. DADOS GERAIS DO IMÓVEL DATA DA VISITA: / / 1.1. Identificação do Imóvel: 1.2. Endereço: Cidade:
ESGOTAMENTO ESPECIFICAÇÕES OBJETIVO... 2 CONSIDERAÇÕES GERAIS... 2 CONSIDERAÇÕES ESPECÍFICAS... 2
1/7 SUMÁRIO OBJETIVO... 2 CONSIDERAÇÕES GERAIS... 2 CONSIDERAÇÕES ESPECÍFICAS... 2 01 ESGOTAMENTO COM BOMBAS... 3 02 REBAIXAMENTO DE LENÇOL FREÁTICO COM PONTEIRAS FILTRANTES... 3 03 REBAIXAMENTO DE LENÇOL
SISTEMA DE LICENCIAMENTO DE POSTOS II - Quadros de Exigências para o Licenciamento Ambiental de Postos e Sistemas Retalhistas de Combustíveis
A = Aplicável NA = Não Aplicável Quadro 1 Documentação Necessária para obtenção de LP e LI SASC SAAC* GNV Item Descritivo Reforma Condição Novo Reforma Condição Novo*** C.Mínimas C.Mínimas Completa Intermed.
III - ANEXO I e ANEXO II (Conforme Resolução CONAMA n. 273/2000)
III - ANEXO I e ANEXO II (Conforme Resolução CONAMA n. 273/2000) 1. IDENTIFICAÇÃO DO RESPONSÁVEL PELO EMPREENDIMENTO Nome: Endereço: CEP: CPF: RG: e-mail: 2. IDENTIFICAÇÃO DO EMPREENDIMENTO Nome Fantasia:
PROCEDIMENTO MEIO AMBIENTE IDENTIFICAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE ASPECTOS E IMPACTOS AMBIENTAIS DO SGA
1. ESCOPO Identificar e classificar os aspectos ambientais das atividades, produtos e serviços da XXXX, visando estabelecer quais causam ou poderão causar impactos ambientais significativos. 2. DEFINIÇÕES
CADASTRO 6- Garagens de ônibus, transportadoras e similares
CADASTRO 6- Garagens de ônibus, transportadoras e similares 1. Identificação Empresa/Interessado: para correspondência: Bairro: Município: CEP: CNPJ/CPF: Fone: Fax: E-mail: Atividade: Localização do empreendimento:
INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 005/2006
INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 005/2006 Disciplina o processo de licenciamento ambiental dos Postos Revendedores de Combustíveis localizados no Estado de Pernambuco, bem como os procedimentos a serem adotados
GOVERNO DO ESTADO DA PARAÍBA SUDEMA Superintendência de Administração do Meio Ambiente
RELAÇÃO DE DOCUMENTOS PARA LICENCIAMENTO ARMAZENAGEM E REVENDA DE COMBUSTIVEIS EM GERAL LICENÇA PRÉVIA 01 Requerimento de Licença; 02 Cadastro Serviços; 03 Guia de Recolhimento devidamente quitada; 04
TERMO DE REFERÊNCIA PARA A ELABORAÇÃO DE PLANOS DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS - PGRS
TERMO DE REFERÊNCIA PARA A ELABORAÇÃO DE PLANOS DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS - PGRS 1. JUSTIFICATIVA O presente Termo de Referência tem por fim orientar a elaboração do PGRS conforme previsto no
Erro! ROTEIRO PARA INSPEÇÃO SISTEMAS E SOLUÇÕES ALTERNATIVAS COLETIVAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA COM REDE DE DISTRIBUIÇÃO
Erro! ROTEIRO PARA INSPEÇÃO SISTEMAS E SOLUÇÕES ALTERNATIVAS COLETIVAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA COM REDE DE DISTRIBUIÇÃO Formulário de Entrada de Dados - PARTE A - IDENTIFICAÇÃO DO SISTEMA OU SOLUÇÃO ALTERNATIVA
Seminário Sul-brasileiro de Gerenciamento de Áreas Contaminadas. Porto Alegre, 3 e 4 de setembro de 2012
Seminário Sul-brasileiro de Gerenciamento de Áreas Contaminadas Porto Alegre, 3 e 4 de setembro de 2012 Experiência na aplicação da Resolução CONAMA 420 Rodrigo César de Araújo Cunha CETESB Companhia Ambiental
Orientações e Procedimentos para o Manuseio e Armazenagem de Óleo Diesel B
Setembro, 2010. Orientações e Procedimentos para o Manuseio e Armazenagem de Óleo Diesel B Com a criação do Programa Nacional de Produção e Uso de Biodiesel, em 2004, e a aprovação da Lei 11.097, de 13
ROTEIRO ORIENTATIVO. anteriores, com as medidas de controle ambiental e condicionantes determinadas para a operação.
ROTEIRO ORIENTATIVO POSTO REVENDEDOR DE COMBUSTÍVEIS, POSTO DE ABASTECIMENTO E INSTALAÇÕES DE SISTEMA RETALHISTA LICENÇA PRÉVIA LP 1, LICENÇA DE INSTALAÇÃO LI 2 e LICENÇA DE OPERAÇÃO LO 3 Documentos GERAIS
APRESENTAÇÃO DO ESTUDO TÉCNICO ATUALIZADO DO CASO MANSÕES SANTO ANTÔNIO INVESTIGAÇÃO AMBIENTAL DETALHADA E AVALIAÇÃO DE RISCO À SAÚDE HUMANA
APRESENTAÇÃO DO ESTUDO TÉCNICO ATUALIZADO DO CASO MANSÕES SANTO ANTÔNIO INVESTIGAÇÃO AMBIENTAL DETALHADA E AVALIAÇÃO DE RISCO À SAÚDE HUMANA Histórico da Área A área alvo de estudo (Lotes 04 e 05) pertenceu
PENSE NO MEIO AMBIENTE SIRTEC. TEMA: PREA Plano de Resposta a Emergências Ambientais
PENSE NO MEIO AMBIENTE SIRTEC TEMA: PREA Plano de Resposta a Emergências Ambientais Agosto/2015 Fazer obras e serviços para transmissão, distribuição e uso de energia. Contribuir para o bem estar e o desenvolviment
Instruções Técnicas para Apresentação de Projetos de Bases de Apoio a Empresas Transportadoras de Cargas e Resíduos - Licença de Instalação (LI) -
Governo do Estado do Rio Grande do Norte Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos Instruções Técnicas para Apresentação de Projetos de Bases de Apoio a Empresas Transportadoras de Cargas e Resíduos
1) Considerando os organismos de certificação acreditados pelo INMETRO defina:
1) Considerando os organismos de certificação acreditados pelo INMETRO defina: OCA OCS OCF 2- Considerando a sistemática de uma certificação de sistemas enumere de 1 à 6 a seqüência correta das etapas
SAÚDE. Bairro: Município: CEP: CNPJ/CPF: Telefone: Fax: Localização do empreendimento (Endereço): Bairro: CEP:
SAÚDE 1. Identificação Empresa/Interessado: Endereço: Bairro: Município: CEP: CNPJ/CPF: Telefone: Fax: E-mail: Atividade: Localização do empreendimento (Endereço): Bairro: CEP: Contato: Cargo/Função: 2.Informações
RESOLUÇÃO SEMA Nº 028/2010
RESOLUÇÃO SEMA Nº 028/2010 Dispõe sobre a coleta, armazenamento e destinação de embalagens plásticas de óleo lubrificante pós-consumo no Estado do Paraná. O SECRETÁRIO DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE E RECURSOS
CADASTRO 3 - Comércio varejista de combustível
CADASTRO 3 - Comércio varejista de combustível 1. Identificação Empresa/Interessado: Nome fantasia: para correspondência: Bairro: Município: CEP: CNPJ/CPF: Fone: Fax: E-mail: Atividade: Localização do
[email protected] www.zeppini.com.br Estrada Sadae Takagi, 665 CEP 09852-070 Fone (11) 4393-3600 Fax (11) 4393-3609 Zeppini Comercial Ltda
+ Sideraço Industrial do Brasil Ltda Rua Francisco Reis, 785-3º Distrito Industrial CEP 88311-710 Itajaí - SC Fone (47) 3341-6700 Fax (47) 3341-6717 [email protected] www.sideraco.ind.br Zeppini Comercial
SECRETARIA MUNICIPAL DA AGRICULTURA, DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E MEIO AMBIENTE
SECRETARIA MUNICIPAL DA AGRICULTURA, DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E MEIO AMBIENTE LICENÇA OPERAÇÃO/REGULARIZAÇÃO LO - Nº 14/2015 DEMA A Secretaria Municipal da Agricultura, Desenvolvimento Econômico e Meio
Seminário Internacional de Remediação e Revitalização de Áreas Contaminadas (São Paulo, SP BRASIL Outubro de 2014)
SEMINÁRIO EKOS Session 3 - Urban development and social aspects Seminário Internacional de Remediação e Revitalização de Áreas Contaminadas (São Paulo, SP BRASIL Outubro de 2014) Trabalho: Dimensionamento,
PENSE NO MEIO AMBIENTE SIRTEC TEMAS: PREA PREO
PENSE NO MEIO AMBIENTE SIRTEC TEMAS: PREA PREO Agosto/2014 Você conhece a Política Ambiental Sirtec? Disponível nos murais e no site da empresa Brigada de Emergência O que é a Brigada de Emergência? A
ANÁLISE DOCUMENTAL (CHECK LIST)
ANÁLISE DOCUMENTAL (CHECK LIST) CÓDIGO 09.00 GRUPO/ATIVIDADES 09.07 Postos de Revenda de Combustíveis e Derivados de Petróleo com ou sem lavagem e ou lubrificação de veículos PPD M AGRUPAMENTO NORMATIVO
Normas da ABNT precisam ser seguidas
Normas da ABNT precisam ser seguidas Além das leis ambientais e toda a burocracia que o negócio da revenda exige, o revendedor precisa realizar os procedimentos de acordo com as normas da Associação Brasileira
Investigação de Passivos Ambientais. Tiago Luis Haus, Msc
Investigação de Passivos Ambientais Tiago Luis Haus, Msc Setembro / 2014 Apresentação Pessoal Formação: Engenheiro Ambiental (UFPR) Mestre em Engenharia de Recursos Hídricos (UFPR) Experiência Profissional:
ULC/0417 PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL. 1.0 18/08/09 Ajuste de layout para adequação no sistema eletrônico.
CONTROLE DE REVISÃO Código do Documento: Nome do Documento: ULC/0417 PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL Responsável pela Elaboração: Gerente de Segurança e Meio NE/SE Responsável
BINACIONAL ALCÂNTARA CYCLONE SPACE
N.º: PRO-0001-DG BR- GSA Página 1 de 5 Responsabilidade Técnica: Josildo L. Portela - Gerência Socioambiental Necessidade de Treinamento: Sim Público-alvo: Responsáveis por veículos a Diesel, Gestores
DIAGNÓSTICO AMBIENTAL DE UM POSTO REVENDEDOR DE COMBUSTÍVEIS (PRC) NA CIDADE DE NATAL/RN
DIAGNÓSTICO AMBIENTAL DE UM POSTO REVENDEDOR DE COMBUSTÍVEIS (PRC) NA CIDADE DE NATAL/RN Cleciana Raylle Lopes Ferreira¹ ; Dayanne Costa da Silva²; Estefhany Marreiros de Lima³; Robson Garcia da Silva
MANUSEIO E ARMAZENAMENTO DE ÓLEO DIESEL B ORIENTAÇÕES E PROCEDIMENTOS
MANUSEIO E ARMAZENAMENTO DE ÓLEO DIESEL B ORIENTAÇÕES E PROCEDIMENTOS Com a criação do Programa Nacional de Produção e Uso de Biodiesel, em 2004, e a aprovação da Lei nº 11.097, de 13 de janeiro de 2005,
SISTEMA DA QUALIDADE. Garantia da Qualidade Controle de Qualidade Rastreabilidade Não conformidade
SISTEMA DA QUALIDADE Garantia da Qualidade Controle de Qualidade Rastreabilidade Não conformidade GARANTIA DA QUALIDADE Definição: Portaria 348/1997 RDC 48/2013 Todas as ações sistemáticas necessárias
CAIXAS SEPARADORAS NUPI BRASIL - MANUAL DE INSTALAÇÃO E OPERAÇÃO -
CAIXAS SEPARADORAS NUPI BRASIL - MANUAL DE INSTALAÇÃO E OPERAÇÃO - INTRODUÇÃO Conforme a Resolução CONAMA 273 de 2000, postos de revenda e de consumo de combustíveis devem ser dotados de sistema de drenagem
AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO
AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO PORTARIA ANP N. 127, DE 30.07.99 REVOGADA PELA RESOLUÇÃO ANP N. 20, DE 18.06.09 O DIRETOR da AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO ANP, no uso de suas atribuições legais, conferidas
DICAS PARA OPERAÇÃO DE POSTOS DE COMBUSTÍVEIS.
DICAS PARA OPERAÇÃO DE POSTOS DE COMBUSTÍVEIS. Nosso dia a dia é feito de escolhas e o resultado delas é o que vai definir o quanto somos bem-sucedidos nas nossas ações. Como você sabe, a venda de combustíveis
RELATÓRIO DE SONDAGEM
Vitória, 19 de junho de 201 RELATÓRIO DE SONDAGEM CLIENTE: PREFEITURA MUNICIPAL DE PRESIDENTE KENNEDY OBRA/LOCAL: SANTA LUCIA - PRESIDENTE KENNEDY CONTRATO: ETFC.0..1.00 1 SUMÁRIO INTRODUÇÃO...02 PERFIL
POSTOS E SISTEMAS RETALHISTAS DE COMBUSTÍVEIS ROTEIRO PARA POSTOS NOVOS REFORMA E AMPLIAÇÕES PROCEDIMENTOS PARA LICENCIAMENTO AMBIENTAL DE POSTOS E SISTEMAS RETALHISTAS DE COMBUSTÍVEIS CAD ADASTRO ASTRO
AMOSTRAGEM DE BTEX EM ÁGUA SUBTERRÂNEA: COMPARAÇÃO DE RESULTADOS E O GERENCIAMENTO DE ÁREAS CONTAMINADAS
247 AMOSTRAGEM DE EM ÁGUA SUBTERRÂNEA: COMPARAÇÃO DE RESULTADOS E O GERENCIAMENTO DE ÁREAS CONTAMINADAS Marlon Pontonico Lima - Engenheiro Ambiental pelo Centro Universitário UniSEB; Engenheiro na Companhia
CERTIFICAÇÃO DAS EMPRESAS DE SONDAGENS À PERCUSSÃO TIPO SPT
CERTIFICAÇÃO DAS EMPRESAS DE SONDAGENS À PERCUSSÃO TIPO SPT Objetivo geral Proposta do NRCO Propiciar a melhoria da qualidade das sondagens em todo o país bem como padronizar os procedimentos operacionais
TERMO DE REFERÊNCIA PARA A ELABORAÇÃO DE PLANOS DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS (PGRS)
TERMO DE REFERÊNCIA PARA A ELABORAÇÃO DE PLANOS DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS (PGRS) 1 - DIRETRIZ GERAL O presente Termo de Referência tem o objetivo de orientar os empreendimentos, sujeitos ao
INSTRUÇÃO NORMATIVA. Assunto: Procedimentos para Tamponamento de Poços
IN-2/06 Outubro/26 1/6 1. OBJETIVO Esta Instrução Normativa em sua primeira versão visa definir procedimentos genéricos para desativação de poços tubulares que tenham sido abandonados por qualquer motivo
Adequação Ambiental na Indústria Naval. Estaleiro Mauá. Daniel Meniuk Raphael Goffeto Schulz
Adequação Ambiental na Indústria Naval Estaleiro Mauá Daniel Meniuk Raphael Goffeto Schulz Objetivos Descrever o ambiente para o surgimento e permanência da gestão ambiental no Estaleiro Mauá Apresentar
SISTEMAS DE TRATAMENTO DE ESGOTOS SANITÁRIOS PROJETO, IMPLANTAÇÃO E OPERAÇÃO DA ETE - ROTEIRO DO ESTUDO
SISTEMAS DE TRATAMENTO DE ESGOTOS SANITÁRIOS PROJETO, IMPLANTAÇÃO E OPERAÇÃO DA ETE - ROTEIRO DO ESTUDO Projetos de interceptor, emissário por gravidade, estação elevatória de esgoto e linha de recalque,
Treinamento: FSSC 22000 / Versão 3 Formação de auditores internos
Treinamento: FSSC 22000 / Versão 3 Formação de auditores internos 1. Interpretar os requisitos das normas ISO 22000:2005; ISO TS 22002-1:2012 e requisitos adicionais da FSSC 22000. Fornecer diretrizes
6º CONGRESSO BRASILEIRO DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO EM PETRÓLEO E GÁS
6º CONGRESSO BRASILEIRO DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO EM PETRÓLEO E GÁS TÍTULO DO TRABALHO: Design Gráfico da Malha de Compostos Orgânicos Voláteis utilizando Software CAD na Investigação de Passivo Ambiental
RELATÓRIO 1. Programa de Monitoramento Hidrogeológico AHE JIRAU. Agosto de 2009.
RELATÓRIO 1 Programa de Monitoramento Hidrogeológico AHE JIRAU Agosto de 2009. Conteúdo 1 Introdução... 2 2 Atividades Desenvolvidas... 2 2.1 Locação dos piezômetros... 2 2.2 Plano de Contaminação de Propriedades
PLANO DIRETOR PARA COMBATE ÀS PERDAS EM SISTEMAS DE ABASTECIMENTO PÚBLICO DE ÁGUA
PLANO DIRETOR PARA COMBATE ÀS PERDAS EM SISTEMAS DE ABASTECIMENTO PÚBLICO DE ÁGUA A PERDA DE ÁGUA NO ABASTECIMENTO PÚBLICO O índice de perdas é um dos principais indicadores da eficiência da operação dos
MANUSEIO DE ÓLEO DIESEL B ORIENTAÇÕES E PROCEDIMENTOS
MANUSEIO E ARMAZENAMENTO DE ÓLEO DIESEL B ORIENTAÇÕES E PROCEDIMENTOS Com a criação do Programa Nacional de Produção e Uso de Biodiesel, em 2004, e a aprovação da Lei 11.097, de 13 de janeiro de 2005,
REQUISITOS DE QUALIDADE TÉCNICA E EFICIÊNCIA DOS
REQUISITOS DE QUALIDADE TÉCNICA E EFICIÊNCIA DOS OPERADORES DE GESTÃO DE ÓLEOS USADOS APROVADOS PELA APA E PELA DGAE 25 de agosto de 2015 1 / 6 Critérios Obrigatórios Critérios obrigatórios Validação APLICABILIDADE
Gerenciamento de Drenagem de Mina. Soluções e Tecnologias Avançadas. www.water.slb.com
Gerenciamento de Drenagem de Mina Soluções e Tecnologias Avançadas www.water.slb.com Buscando sempre desenvolver solução inovadoras, eficientes e econômicas. A Schlumberger Water Services é um segmento
Manual Técnico PROPOSTA COMERCIAL CONSULTORIA TÉCNICA
Manual Técnico PROPOSTA COMERCIAL CONSULTORIA TÉCNICA À xxxx Aos cuidados Sr. xxxxxx São Paulo, 23 de Março de 2011 2 1 INTRODUÇÃO O CESVI BRASIL através da prestação de serviços de consultoria tem como
Documento sujeito a revisões periódicas Natal RN CEP 59056-450 Tel: (84) 3232-2102 / 3232-1975 / 3232-2118
Governo do Estado do Rio Grande do Norte Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos Instruções Técnicas para Apresentação de Projetos de Postos (Revendedores e de Abastecimento) e Sistemas
Passivos ambientais e restrições no uso de ocupação do solo. M.moliterno Engenharia Preventiva e Ambiental
Passivos ambientais e restrições no uso de ocupação do solo M.moliterno Engenharia Preventiva e Ambiental M.moliterno Engenharia Preventiva e Ambiental Historico: 1970 / 2000: Love Canal 1988: emergências
RESOLUÇÃO No 273 DE 29 DE NOVEMBRO 2000
RESOLUÇÃO No 273 DE 29 DE NOVEMBRO 2000 O Conselho Nacional do Meio Ambiente-CONAMA, no uso das competências que lhe foram conferidas pela Lei no 6.938, de 31 de agosto de 1981, regulamentada pelo Decreto
Sistema Integrado de Licenciamento - SIL
Sistema Integrado de Licenciamento - SIL CERTIFICADO DE LICENCIAMENTO INTEGRADO SECRETARIA ESTADUAL DE GESTÃO PÚBLICA Prefeitura do Município de Tatuí Governo do Estado de São Paulo É importante saber
Perguntas frequentes Resíduos Sólidos. 1) Quais são os tipos de resíduos frequentemente gerados em plantas industriais?
Perguntas frequentes Resíduos Sólidos 1) Quais são os tipos de resíduos frequentemente gerados em plantas industriais? Resíduos industriais: gerados nos processos produtivos e instalações industriais.
PROCEDIMENTO PARA FISCALIZAÇÃO DE AGENTE REDUTOR LÍQUIDO DE NOx AUTOMOTIVO ARLA 32 Portaria Inmetro 139/2011 - Código: 3469
MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA- INMETRO Diretoria da Qualidade Dqual Divisão de Fiscalização e Verificação
ANEXO V QUESTIONÁRIO AMBIENTAL
ANEXO V QUESTIONÁRIO AMBIENTAL INTERESSADO Nome / Razão Social ENDEREÇO DO IMÓVEL OBJETO DO LICENCIAMENTO Logradouro Número Bairro Inscrição Fiscal ENTREVISTADO (responsável pelas respostas do questionário)
RESOLUÇÃO No 273 DE 29 DE NOVEMBRO 2000
RESOLUÇÃO No 273 DE 29 DE NOVEMBRO 2000 O Conselho Nacional do Meio Ambiente-CONAMA, no uso das competências que lhe foram conferidas pela Lei no 6.938, de 31 de agosto de 1981, regulamentada pelo Decreto
CURSO DE CAPACITAÇÃO PARA A GESTÃO DOS MUNICÍPIOS. Marcos Vieira Analista Ambiental GELSAR/INEA
CURSO DE CAPACITAÇÃO PARA A GESTÃO DOS MUNICÍPIOS Marcos Vieira Analista Ambiental GELSAR/INEA Março/2012 Gerência ESTRUTURA GELSAR 1 Gerente SERURB SERVIÇO DE RESÍDUOS URBANOS 1 Chefe de Serviço, 5 analistas
Resoluções RESOLUÇÃO Nº 9, DE 31 DE AGOSTO DE 1993
Resoluções RESOLUÇÃO Nº 9, DE 31 DE AGOSTO DE 1993 Resolução CONAMA Nº 009/1993 - "Estabelece definições e torna obrigatório o recolhimento e destinação adequada de todo o óleo lubrificante usado ou contaminado".
Procedimento de Verificação da Presença do Mexilhão-Dourado em Reservatórios.
Procedimento de Verificação da Presença do Mexilhão-Dourado em Reservatórios. OBJETIVOS Verificar a existência de larvas do mexilhão-dourado na água. Verificar a presença de mexilhões-dourados adultos
P L A N O M U N I C I P A L D E S A N E A M E N T O B Á S I C O
P L A N O M U N I C I P A L D E S A N E A M E N T O B Á S I C O V o l u m e V R E L A T Ó R I O D O S P R O G R A M A S, P R O J E T O S E A Ç Õ E S P A R A O A L C A N C E D O C E N Á R I O R E F E R
NBR ISO/IEC 17025 CONCEITOS BÁSICOS
NBR ISO/IEC 17025 CONCEITOS BÁSICOS Alexandre Dias de Carvalho INMETRO/CGCRE/DICLA 1/ 28 NBR ISO/IEC 17025 Estabelece requisitos gerenciais e técnicos para a implementação de sistema de gestão da qualidade
DE COMBUSTÍVEIS POST
POSTOS E SISTEMAS RET ETALHIST ALHISTAS AS DE COMBUSTÍVEIS ROTEIRO PARA POST OSTOS JÁ EXISTENTES PROCEDIMENTOS PARA LICENCIAMENTO AMBIENTAL DE POSTOS E SISTEMAS RETALHISTAS DE COMBUSTÍVEIS CADASTRO 2001
Controle Ambiental do Transporte de Produtos Perigosos. Belo Horizonte, Fevereiro de 2015
Controle Ambiental do Transporte de Produtos Perigosos Belo Horizonte, Fevereiro de 2015 OCORRÊNCIA 2006 M OCORRÊNCIA 2007 OCORRÊNCIA 2008 SUMÁRIO 1) Histórico 2) Instrução Normativa IBAMA n.º 05/2012
SAN.T.IN.NT 33. A.R.T.: Anotação de Responsabilidade Técnica do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura CREA;
1 / 5 SUMÁRIO: 1. FINALIDADE 2. ÂMBITO DE APLICAÇÃO 3. DEFINIÇÕES 4. PROCEDIMENTOS 5. REFERÊNCIAS 6. ANEXOS 1. FINALIDADE Esta Norma tem como finalidade disciplinar e padronizar os procedimentos para liberação
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DETALHADO FORMAÇÃO DE ESPECIALISTA EM SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO
PARTE 1 ESTRUTURA DO SGI Módulo SGI-1.0 - Introdução (04 horas) Apresentação da metodologia do Programa de Formação Manual do Aluno Critérios de aprovação e reposição de módulos Uso da plataforma do Ambiente
COLETA DE AMOSTRA 01 de 06
01 de 06 1. PRINCÍPIO Para que os resultados dos métodos de análise expressem valores representativos da quantidade total de substância disponível, é imprescindível recorrer a técnica de coleta definida
CERTIFICAÇÃO DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE E/OU AMBIENTAL (ISO 9001 / 14001) Palavra chave: certificação, qualidade, meio ambiente, ISO, gestão
1 de 8 1. OBJETIVO Estabelecer o processo para concessão, manutenção, extensão, suspensão e cancelamento de certificações de Sistema de Gestão da Qualidade, conforme a Norma NBR ISO 9001 e Sistema de Gestão
Plano Básico Ambiental - PBA. Estrada Parque Visconde de Mauá - RJ-163 / RJ-151. Novembro de 2009
- PBA Estrada Parque Visconde de Mauá - RJ-16 / RJ-151 4.2.6 Programa de Treinamento Ambiental dos Trabalhadores Elaborado por: SEOBRAS Data: 18/11/2009 Revisão Emissão Inicial INDÍCE 4.2 Plano Ambiental
Instruções Técnicas para Apresentação de Projetos de Serviços de Lavagem, Lubrificação e Troca de Óleo de Veículos - Licença de Instalação (LI) -
Governo do Estado do Rio Grande do Norte Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos Instruções Técnicas para Apresentação de Projetos de Serviços de Lavagem, Lubrificação e Troca de
ESTUDO DIRIGIDO ISO 14001
ESTUDO DIRIGIDO ISO 14001 Responda as questões abaixo relacionadas a Sistema de Gestão Ambiental (SGA). Nas questões indique Evidências, Critérios e Não Conformidades das questões enunciadas. Utilize como
CARTILHA PARA O USO DA MARCA
Página 1 de 11 PROCEDIMENTO DO SISTEMA DE GESTÃO Este procedimento é parte integrante do Sistema de Gestão da Qualidade da BRICS. Quando disponível em domínio público, está sujeito a alterações sem aviso
PAINEL Meio Ambiente
PAINEL Meio Ambiente TEMA Uma década de legislação ambiental para o segmento de Postos de Serviço: Realidade e Expectativas Título A atuação dos setores de distribuição e revenda de combustíveis e da indústria
INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO
MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR-MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO Portaria n.º 189,de 17 de novembro de 2004. CONSULTA PÚBLICA
SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE E AMBIENTAL ISO 9001:2008 + ISO 14001:2004
ISO 91:28 + ISO 141:24 1. PROPÓSITO: Descrever o Sistema de Gestão da Qualidade e Ambiental (SGQA) da MONDIL MONTAGEM INDUSTRIAL, comprovando assim a sua plena adequação à norma NBR ISO 91:28 Sistemas
O EXERCÍCIO REGULAR DA ATIVIDADE DA REVENDA VAREJISTA
O EXERCÍCIO REGULAR DA ATIVIDADE DA REVENDA VAREJISTA Diante do elevado número de autuações de postos revendedores pela Agência Nacional do Petróleo ANP, por situações que podem ser evitadas, lembramos
PORTARIA N.º 034/2009, de 03 de agosto de 2009
PORTARIA N.º 034/2009, de 03 de agosto de 2009 Aprova o MANIFESTO DE TRANSPORTE DE RESÍDUOS MTR e dá outras providências. A DIRETORA PRESIDENTA DA FUNDAÇÃO ESTADUAL DE PROTEÇÃO AMBIENTAL HENRIQUE LUIZ
Preparando a Implantação de um Sistema de Gestão da Qualidade
Preparando a Implantação de um Projeto Pró-Inova - InovaGusa Ana Júlia Ramos Pesquisadora em Metrologia e Qualidade e Especialista em Sistemas de Gestão da Qualidade 1. Gestão Gestão Atividades coordenadas
PREFEITURA MUNICIPAL DE BAURU
P.32818/99 LEI Nº 4553, DE 08 DE JUNHO DE 2000 Dispõe sobre Perfuração de Poços para Captação de Águas Subterrâneas no Município de Bauru e dá outras providências. NILSON COSTA, Prefeito Municipal de Bauru,
ESCOPO DA ACREDITAÇÃO ABNT NBR ISO/IEC 17025 ENSAIO
Norma de Origem: NIT-DICLA-013 Folha: 1 / 07 RAZÃO SOCIAL/DESIGNAÇÃO DO LABORATÓRIO LABORATÓRIO DE ANÁLISES AMBIENTAIS TECLAB LTDA HUMANO S QUÍMICOS Dureza Total Alcalinidade Cloretos LQ:0,5 mg/l NORMA
Soluções para produção de Oxigênio Medicinal
Soluções para produção de Oxigênio Medicinal Page1 O propósito da BHP é de fornecer ao hospital uma usina de oxigênio dúplex e enchimento de cilindros para tornar o hospital totalmente independente do
