NCRF 22 Subsídios do Governo. Casos Práticos
|
|
|
- Filipe Castilho Nobre
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 NCRF 22 Subsídios do Governo Casos Práticos
2 150 Caso 1- Subsídios: transição do POC para o SNC Caso 2 Subsídio relacionado com ativos depreciáveis Caso 3 Subsídio não monetário (ativo não depreciável) Caso 4 Subsídio à exploração Caso 5 Subsídio não monetário Caso 6 Subsídio reembolsável
3 151 Caso 1 Subsídios: transição do POC para o SNC
4 152 Em 31 de dezembro de 2009, a sociedade Vidros do Norte, Lda. apresentava no seu balanço (conta 2745 Subsídios para investimentos) a parcela ainda não reposta de um subsídio para a aquisição de uma máquina de corte transversal no valor de , cujo período estimado de vida útil é de 10 anos. O subsídio recebido corresponde a 60% do valor do investimento, e o montante do subsídio que ainda não foi afeto a resultados ascende a Pedido: Considerando uma taxa de IRC de 25%, apresentar o tratamento contabilístico do subsídio na transição do POC para o SNC.
5 153 No caso em análise, o ajustamento de transição a efetuar em 1/1/2010 resume-se à reclassificação do subsídio, de uma conta de Passivo em POC, para uma conta de Capital Próprio em SNC, tal como se apresenta de seguida: 01/01/ Reclassificação do subsídio não reembolsável relacionado com o ativo: 27 Acréscimos e diferimentos (POC) 274 Proveitos diferidos 2745 Subsídios para investimentos a 59 Outras variações no capital próprio (SNC) 593 Subsídios 5931 Antes de imposto sobre o rendimento
6 154 A entidade tem de calcular o passivo por imposto diferido, correspondente à parcela que ainda não foi afetada a resultados e que, em consequência, ainda não foi fiscalmente tributada, e efetuar o correspondente registo contabilístico: Valor do subsídio a tributar: Passivo por imposto diferido: ( x 25 %) 01/01/ Efeito tributário na transição (impostos diferidos) 59 Outras variações no capital próprio 593 Subsídios 5932 Impostos diferidos a 27 Outras contas a receber e a pagar 274 Impostos diferidos 2742 Passivos por impostos diferidos
7 155 Subsequentemente, em 31/12/2010 e períodos contabilísticos seguintes, até ao final da vida útil da máquina, a entidade deverá imputar numa base sistemática a rendimentos uma parcela do subsídio e, paralelamente, reverter o passivo por impostos diferidos, na proporção da depreciação daquele ativo. 31/12/2010 Imputação parcial do subsídio a rendimentos 59 Outras variações no capital próprio 593 Subsídios 5931 Antes de imposto sobre o rendimento a 78 Outros rendimentos e ganhos 788 Outros 7883 Imputação de subsídios para investimentos * * ( / 10 anos) ou [ / (10 anos 6 anos)]
8 156 31/12/2010 Reversão parcial do imposto diferido relacionado com o subsídio 27 Outras contas a receber e a pagar 274 Impostos diferidos 2742 Passivos por impostos diferidos a 81 Resultado líquido do período 812 Imposto sobre o rendimento do período 8122 Imposto diferido * * ( / 4 anos) 31/12/2010 Afetação parcial do imposto relacionado com o subsídio 56 Resultados transitados a 59 Outras variações no capital próprio 593 Subsídios 5932 Impostos diferidos
9 Abordagem Pequenas Entidades e Microentidades: O tratamento contabilístico deste caso prático por parte de uma PE ou ME que adote a NCRF-PE ou a NC-ME, respetivamente, é semelhante à resolução apresentada para o modelo geral do SNC. A única diferença prende-se com os impostos diferidos. Com efeito, de acordo com o ponto 16.1 da NCRF-PE e da NC-ME, o tratamento contabilístico dos impostos sobre o rendimento é o método do imposto a pagar, não havendo, por isso, lugar ao reconhecimento de quaisquer impostos diferidos. 157
10 158 Caso 2 Subsídio relacionado com ativos depreciáveis
11 159 A sociedade Madeiplus, S.A. dedica-se à fabricação de tampos de madeira. Com o objetivo de diversificar a sua atividade, a empresa pretende produzir também aglomerado de madeira para aproveitamento da matériaprima. Para o efeito, necessita de adquirir uma máquina específica de colagem, pelo que se candidatou a um subsídio no âmbito do QREN para a aquisição da mesma.
12 160 A sociedade adquiriu a máquina no dia 1 de outubro do ano N, pelo custo de , com pagamento a 60 dias, tendo-se iniciado a sua utilização apenas dois meses após a aquisição. O Governo apoia a sociedade em 30% do valor do investimento, mas a atribuição e contratualização do subsídio apenas ocorreu no início de março de N+1, tendo o mesmo sido recebido um mês após a assinatura do contrato. A máquina tem uma vida útil estimada de 10 anos. Pedido: Sabendo que a taxa de IRC é de 25%, proceder aos adequados registos contabilísticos referentes aos anos N e N+1.
13 161 Cumprindo a máquina adquirida com a definição de ativo fixo tangível e respetivos critérios de reconhecimento, deve a mesma ser reconhecida pelo seu custo de aquisição: 01/10/N - Reconhecimento inicial da máquina 43 Ativos fixos tangíveis 433 Equipamento básico a 27 Outras contas a receber e a pagar 271 Fornecedores de investimentos 2711 Fornecedores de investimentos contas gerais /12/N Pagamento ao fornecedor da máquina: 27 Outras contas a receber e a pagar 271 Fornecedores de investimentos 2711 Fornecedores de investimentos contas gerais a 12 Depósitos à ordem
14 162 Sabendo que a máquina tem uma vida útil de 10 anos, não tendo mais dados relativamente à produção anual da mesma, vai-se calcular a depreciação do período de acordo com o método da linha reta. Depreciação do período N = / 10 x (3/12) = /12/N Depreciação do período N da máquina 64 Gastos de depreciação e de amortização 642 ativos fixos tangíveis a 43 ativos fixos tangíveis 438 Depreciações acumuladas 3.750
15 163 Em março de N+1, aquando da contratualização do subsídio concedido pelo Governo, a empresa está em condições de poder reconhecer a atribuição do mesmo. Por se tratar de um subsídio não reembolsável, deve o mesmo ser inicialmente reconhecido nos Capitais Próprios. 1/3/N+1 Reconhecimento inicial do subsídio 27 Outras contas a receber e a pagar 278 Outros devedores e credores a 59 Outras variações no capital próprio 593 Subsídios 5931 Antes de imposto sobre o rendimento * * ( x 30%)
16 164 Nesta data, a sociedade Madeiplus, S.A. tem ainda de calcular o passivo por imposto diferido, correspondente ao subsídio: - Valor do subsídio a tributar = Passivo por impostos diferidos = ( x 25 %) 1/3/N+1 Reconhecimento do passivo por impostos diferidos: 59 Outras variações no capital próprio 593 Subsídios 5932 Impostos diferidos a 27 Outras contas a receber e a pagar 274 Impostos diferidos 2742 Passivos por impostos diferidos
17 165 Aquando do recebimento do subsídio, deve ser registado tal facto: 1/4/N+1 Recebimento do subsídio 12 Depósitos à ordem a 27 Outras contas a receber e a pagar 278 Outros devedores e credores
18 166 No final do ano N+1, a empresa deve proceder novamente à depreciação da máquina e à imputação do correspondente subsídio a rendimentos. Depreciação do período N+1 = / 10 = /12/N+1 Depreciação do período N+1 da máquina 64 Gastos de depreciação e de amortização 642 Ativos fixos tangíveis a 43 Ativos fixos tangíveis 438 Depreciações acumuladas
19 167 Subsídio a imputar a rendimentos de N+1: relativo ao ano N = / 10 x (3/12) = relativo ao ano N+1 = / 10 = /12/N+1 Imputação parcial do subsídio a rendimentos 59 Outras variações no capital próprio 593 Subsídios 5931 Antes de imposto sobre o rendimento a 78 Outros rendimentos e gastos 788 Outros 7883 Imputação de subsídios para investimentos 5.625
20 Como a sociedade imputou a rendimentos em N+1 o valor de 5.625, terá de proceder à utilização do imposto diferido correspondente a esse valor: Utilização em N+1 = x 25% = 1.406,25 31/12/N+1 Utilização parcial do imposto diferido relacionado com o subsídio 27 Outras contas a receber e a pagar 274 Impostos diferidos 2742 Passivos por impostos diferidos a 81 Resultado líquido do período 812 Imposto sobre o rendimento do período 8122 Imposto diferido 1.406,25 31/12/N+1 Afetação parcial do imposto relacionado com o subsídio 56 Resultados transitados a 59 Outras variações no capital próprio 593 Subsídios 5932 Impostos diferidos 1.406,25 168
21 169 Abordagem Pequenas Entidades e Microentidades: Uma entidade sujeita, obrigatória ou facultativamente, a CLC fica excluída da possibilidade de adotar a NCRF-PE ou a NC-ME. Assim, uma vez que a entidade em análise é uma Sociedade Anónima e está, nos termos do artigo 262.º do CSC, sujeita a revisão legal, significa que não pode adotar a NCRF-PE ou a NC-ME. Todavia, se este caso prático ocorrer numa entidade que aplique, ou a NCRF-PE, ou a NC-ME, a resolução seria semelhante à apresentada para o modelo geral do SNC. A única diferença prende-se com os impostos diferidos.
22 170 Caso 3 Subsídio não monetário (ativo não depreciável)
23 171 A sociedade Cogumelos do Campo, Lda., com sede em Lamego, dedica-se à produção e comercialização de cogumelos. A empresa tem vindo sucessivamente a aumentar a sua carteira de clientes, o que se tem traduzido num elevado crescimento no seu volume de negócios. Face à elevada procura dos seus produtos e estando a capacidade produtiva dos seus terrenos completamente utilizada, o número de encomendas em carteira tem-se vindo a acumular, de tal modo que a empresa decidiu proceder à extensão da sua plantação.
24 172 Para o efeito, a empresa candidatou-se a um subsídio governamental, justificando a sua candidatura com o número de trabalhadores locais que emprega, e que, por força do crescimento da sua capacidade produtiva, aquele número poderá vir a aumentar, sendo um agente de dinamização da economia e desenvolvimento local.
25 173 A candidatura da empresa foi aprovada, tendo o subsídio sido concretizado com a atribuição pelo Governo de um terreno para a exploração agrícola, no dia 1 de junho de N. O justo valor do terreno, determinado por um avaliador profissional e independente, ascende naquela data a Pedido: Sabendo que a taxa de IRC é de 25%, efetuar os registos contabilísticos associados à operação descrita.
26 174 Resolução: No ano N, o único registo a efetuar é o relativo ao reconhecimento inicial do terreno e do subsídio associado. 01/06/N Reconhecimento do terreno e do subsídio 43 Ativos fixos tangíveis 431 Terrenos e recursos naturais a 59 Outras variações no capital próprio 593 Subsídios 5931 Antes de imposto sobre o rendimento
27 175 Como contabilisticamente o subsídio não irá afetar os resultados, mas fiscalmente vai ser tributado durante 10 anos, a empresa terá de reconhecer impostos diferidos e imputá-los a resultados durante aquele período. Valor do imposto diferido = x 25% = /06/N Reconhecimento do passivo impostos diferidos 59 Outras variações no capital próprio 593 Subsídios 5932 Impostos diferidos a 27 Outras contas a receber e a pagar 274 Impostos diferidos 2742 Passivos por impostos diferidos
28 176 Subsequentemente, de acordo com a alínea b) do n.º 1 do art. 22.º do CIRC, há que reverter o imposto diferido durante 10 anos, sendo o primeiro já no ano N. Reversão no ano N = / 10 anos = /12/N Reversão parcial do imposto diferido relacionado com o subsídio 27 Outras contas a receber e a pagar 274 Impostos diferidos 2742 Passivos por impostos diferidos a 81 Resultado líquido do período 812 Imposto sobre o rendimento do período 8122 Imposto diferido /12/N Afetação parcial do imposto relacionado com o subsídio 56 Resultados transitados a 59 Outras variações no capital próprio 593 Subsídios 5932 Impostos diferidos 3.000
29 177 Abordagem Pequenas Entidades e Microentidades: O tratamento contabilístico deste caso prático por parte de uma PE ou ME que adote a NCRF-PE ou a NC-ME, respetivamente, é semelhante à resolução apresentada para o modelo geral do SNC. A única diferença prende-se com os impostos diferidos. Com efeito, de acordo com o ponto 16.1 da NCRF-PE e da NC-ME, o tratamento contabilístico dos impostos sobre o rendimento é o método do imposto a pagar, não havendo, por isso, lugar ao reconhecimento de quaisquer impostos diferidos.
30 178 Caso 4 Subsídio à exploração
31 179 A sociedade Jovens em Fúria, Lda. foi constituída em outubro do ano N-1 e emprega jovens licenciados interessados em investigação. A empresa prefere recrutar recém-licenciados por estes não terem vícios e por poder concorrer a um subsídio governamental, referente a apoio ao primeiro emprego. Em janeiro de N, a sociedade recrutou 10 jovens, tendo-lhe sido atribuída uma subvenção de primeiro emprego. Este apoio consiste no seguinte: Isenção dos encargos patronais referentes a estes jovens por um período de 3 anos; Recebimento de por cada jovem, no momento da contratação.
32 180 A sociedade fica com o compromisso de manter estes jovens empregados por um período de 3 anos. O seu incumprimento obriga a sociedade ao reembolso do valor recebido na íntegra, ou seja, de por cada trabalhador. Sabe-se que a sociedade terá um gasto com pessoal anual de , referente a estes 10 funcionários, e prevê, para os próximos 3 anos, um aumento salarial de 2% ao ano.
33 181 Pedido: Efetuar os pertinentes registos contabilísticos para os anos N, N+1 e N+2, admitindo que a empresa deixou de ter ao seu serviço, a partir do início de julho de N+2: a) Três trabalhadores. b) Quatro trabalhadores.
34 182 Resolução: Cálculo do valor da isenção dos encargos patronais referentes aos 10 jovens por um período de 3 anos: N N+1 N+2 Total Gastos com Pessoal , , , ,00 Encargos Patronais (23,75%) , , , ,30 Isenção de encargos , , , ,30
35 Uma vez que a entidade obtém benefícios económicos com o não pagamento dos encargos patronais, por via do não exfluxo de recursos, consideramos que a isenção do pagamento dos encargos patronais se pode enquadrar na definição de apoio do governo. Se assim for, o mesmo não é contabilisticamente reconhecido, devendo apenas ser divulgado nos termos do 31 da NCRF 22. Face ao exposto, apenas os de subsídio atribuído por cada trabalhador contratado serão de reconhecer como subsídio à exploração. Subsídio atribuído em N = 10 trabalhadores x =
36 184 janeiro/n - Reconhecimento do subsídio atribuído 27 Outras contas a receber e a pagar a 278 Outros devedores e credores 28 Diferimentos 282 Rendimentos a reconhecer janeiro/n Recebimento do subsídio 12 Depósitos à ordem a 27 Outras contas a receber e a pagar 278 Outros devedores e credores
37 185 Uma vez que o valor recebido é para compensar os gastos com os trabalhadores por um período de 3 anos, o subsídio deve ser afeto a rendimentos de cada um daqueles 3 períodos, ou numa base dos gastos estimados com o pessoal, ou numa base temporal: N N+1 N+2 Total Gastos com Pessoal % s/ total de gastos 32,68 % 33,33 % 33,99 % 100 % Subsídio a imputar
38 186 Na resolução deste caso o reconhecimento do subsídio será na proporção dos gastos estimados com o pessoal, de acordo com os valores calculados no quadro anterior. 31/12/N - Imputação parcial do subsídio a rendimentos 28 Diferimentos 282 Rendimentos a reconhecer a 75 Subsídios à exploração 751 Subsídios do Estado e outros entes públicos /12/N+1 - Imputação parcial do subsídio a rendimentos 28 Diferimentos 282 Rendimentos a reconhecer a 75 Subsídios à exploração 751 Subsídios do Estado e outros entes públicos 3.333
39 187 No caso em análise, o montante do subsídio ainda não afeto a resultados é de Tratamento contabilístico do reembolso parcial do subsídio para as duas situações propostas: a) Saída de três trabalhadores b) Saída de quatro trabalhadores
40 188 a) Saída de três trabalhadores Dado que o reembolso do subsídio deve ser tratado como uma alteração de estimativa, o efeito do reembolso será refletido apenas no ano N+2, por via do reconhecimento do subsídio à exploração por apenas 399 ( ). jul./n+2 Reembolso parcial do subsídio 28 Diferimentos 282 Rendimentos a reconhecer a 12 Depósitos à ordem /12/N+2 - Imputação parcial do subsídio a rendimentos 28 Diferimentos 282 Rendimentos a reconhecer a 75 Subsídios à exploração 751 Subsídios do Estado e outros entes públicos 399
41 189 b) Saída de quatro trabalhadores Nesta segunda situação, o efeito do reembolso será refletido apenas no ano N+2, por via da eliminação do subsídio ainda não reconhecido em rendimentos e do reconhecimento de um gasto. jul./n+2 Reembolso parcial do subsídio 28 Diferimentos 282 Rendimentos a reconhecer Outros gastos e perdas 688 Outros 6888 Outros não especificados 601 a 12 Depósitos à ordem 4.000
42 190 Impostos diferidos: De referir que no caso em análise, não há lugar ao reconhecimento de quaisquer impostos diferidos uma vez não existe diferença entre a base contabilística e a base fiscal, porquanto nos termos da alínea j) do n.º 1 do art. 20.º do CIRC, o subsídio à exploração é considerado rendimento quando reconhecido contabilisticamente como tal.
43 191 Abordagem Pequenas Entidades e Microentidades: O tratamento contabilístico deste caso prático por parte de uma entidade que adote, ou a NCRF-PE, ou a NC-ME, é semelhante à resolução apresentada para o modelo geral do SNC. A única diferença reside no facto de, na nota 11 do modelo de Anexo da NCM, não estar contemplado nenhum ponto específico para a divulgação de apoios do Governo.
44 192 Caso 5 Subsídio não monetário
45 193 Devido às dificuldades económicas que o sector do calçado atravessa nos últimos tempos, a sociedade Plascoténis, Lda. remeteu uma candidatura ao sistema de incentivos CALÇADOINVEST. No âmbito daquele programa, foi-lhe concedido um incentivo, mediante a entrega, no início de abril do ano N, de uma máquina em 2.ª mão, mas que ainda tem uma vida útil estimada de 5 anos e um justo valor de
46 194 Pedido: Sabendo que a taxa de IRC é de 25%, proceder aos registos contabilísticos relativos aos anos N, N+1 e N+2, admitindo que à data do balanço de N+1 a máquina sofreu uma perda por imparidade de , por deixar de estar operacional uma das funcionalidades de que dispunha.
47 195 Resolução - Ano N 01/04/N Reconhecimento da máquina e do subsídio 43 Ativos fixos tangíveis a 433 Equipamento básico 59 Outras variações no capital próprio 593 Subsídios 5931 Antes de imposto sobre o rendimento
48 196 Esta operação dá lugar ao reconhecimento de um passivo por impostos diferidos. Valor do passivo por imposto diferido = x 25% = /12/N Reconhecimento do passivo por impostos diferidos 59 Outras variações no capital próprio 593 Subsídios 5932 Impostos diferidos a 27 Outras contas a receber e a pagar 274 Impostos diferidos 2742 Passivos por impostos diferidos
49 197 Em 31/12/N a sociedade Plascoténis, Lda. terá de calcular e reconhecer: Depreciação da máquina = [ /5 x (9/12)] = Imputação parcial do subsídio = [ /5 x (9/12)] = /12/N - Depreciação da máquina 64 Gastos de depreciação e de amortização 642 Ativos fixos tangíveis a 43 Ativos fixos tangíveis 438 Depreciações acumuladas /12/N Imputação parcial do subsídio a rendimentos 59 Outras variações no capital próprio 593 Subsídios 5931 Antes de imposto sobre o rendimento a 78 Outros rendimentos e ganhos 788 Outros 7883 Imputação de subsídios para investimentos
50 198 A imputação do subsídio a rendimentos deve balancear os gastos com a depreciação do bem subjacente, e reverter o passivo por impostos diferidos Utilização = x 25 % = /12/N Utilização parcial do imposto diferido relacionado com o subsídio 27 Outras contas a receber e a pagar 274 Impostos diferidos 2742 Passivos por impostos diferidos a 81 Resultado líquido do período 812 Imposto sobre o rendimento do período 8122 Imposto diferido /12/N Afetação parcial do imposto relacionado com o subsídio 56 Resultados transitados a 59 Outras variações no capital próprio 593 Subsídios 5932 Impostos diferidos
51 199 Resolução - Ano N+1 À data do balanço de N+1, a máquina sofreu uma perda por imparidade: a 31/12/N+1 - Depreciação da máquina 64 Gastos de depreciação e de amortização 642 Ativos fixos tangíveis 43 Ativos fixos tangíveis 438 Depreciações acumuladas * * ( / 5 anos) 31/12/N+1 Perda por imparidade da máquina 65 Perdas por imparidade 655 Em ativos fixos tangíveis a 43 Ativos Fixos Tangíveis 439 Perdas por imparidade acumuladas
52 200 O reconhecimento da perda por imparidade da máquina em N+1 gera ativos por impostos diferidos, que correspondem à dedutibilidade futura para efeitos fiscais, através da dedução no Quadro 07 da Modelo /12/N+1 Reconhecimento do ativo por impostos diferidos 27 Outras contas a receber e a pagar 274 Impostos diferidos 2741 Ativos por impostos diferidos a 81 Resultado líquido do período 812 Imposto sobre o rendimento do período 8122 Imposto diferido * * ( x 25%)
53 201 Em N+1 os gastos com a máquina incluem a depreciação e a perda por imparidade, ou seja, ascendem a (= ). Assim, também o subsídio a imputar a rendimentos em N+1 deve ser no valor de /12/N+1 Imputação parcial do subsídio a rendimentos 59 Outras variações no capital próprio 593 Subsídios 5931 Antes de imposto sobre o rendimento a 78 Outros Rendimentos e Ganhos 788 Outros 7883 Imputação de subsídios para investimentos
54 202 Utilização do passivo por impostos diferidos = x 25% = /12/N+1 Utilização parcial do imposto diferido relacionado com o subsídio 27 Outras contas a receber e a pagar 274 Impostos diferidos 2742 Passivos por impostos diferidos a 81 Resultado líquido do período 812 Imposto sobre o rendimento do período 8122 Imposto diferido /12/N+1 Afetação parcial do imposto relacionado com o subsídio 56 Resultados transitados a 59 Outras variações no capital próprio 593 Subsídios 5932 Impostos diferidos
55 203 Resolução - N+2 Depreciações acumuladas = = Perdas por imparidade acumuladas = Quantia escriturada da máquina = = Vida útil remanescente = 3 anos e 3 meses = 39 meses Depreciação do período N+2 = / 39 meses x 12 meses = ,38 Nesta data a entidade deve Utilizar parcialmente o ativo por impostos diferidos, referente à perda por imparidade: Utilização de ativos por impostos diferidos = / 39 x 12 = 3.846,15
56 204 31/12/N+2 - Depreciação da máquina 64 Gastos de depreciação e de Amortização a 642 Ativos Fixos Tangíveis 43 Ativos Fixos Tangíveis 438 Depreciações acumuladas ,38 31/12/N+2 Reversão parcial do ativo por impostos diferidos 81 Resultado líquido do período 812 Imposto sobre o rendimento do período 8122 Imposto diferido a 27 Outras contas a receber e a pagar 274 Impostos diferidos 2741 Ativos por impostos diferidos 3.846,15
57 205 Subsídio não imputado a resultados = = Imputação parcial do subsídio = / 39 meses x 12 = ,38 a 31/12/N+2 Imputação parcial do subsídio a rendimentos: 59 Outras variações no capital próprio 593 Subsídios 5931 Antes de imposto sobre o rendimento 78 Outros Rendimentos e Ganhos 788 Outros 7883 Imputação de subsídios para investimentos ,38
58 206 Utilização do passivo por impostos diferidos = x 25% = /12/N+2 Reversão parcial do imposto diferido relacionado com o subsídio 27 Outras contas a receber e a pagar 274 Impostos diferidos 2742 Passivos por impostos diferidos a 81 Resultado líquido do período 812 Imposto sobre o rendimento do período 8122 Imposto diferido /12/N+2 Afetação parcial do imposto relacionado com o subsídio 56 Resultados transitados a 59 Outras variações no capital próprio 593 Subsídios 5932 Impostos diferidos
59 207 Por fim, a entidade deve ainda utilizar parcialmente o ativo por impostos diferidos: 31/12/N+2 Utilização parcial do ativo por impostos diferidos 81 Resultado líquido do período 812 Imposto sobre o rendimento do período 8122 Imposto diferido a 27 Outras contas a receber e a pagar 274 Impostos diferidos 2741 Ativos por impostos diferidos 3.846,15
60 208 Abordagem Pequenas Entidades e Microentidades: O tratamento contabilístico deste caso prático por parte de uma entidade que adote, ou a NCRF-PE, ou a NC-ME, é semelhante à resolução apresentada para o modelo geral do SNC. As únicas diferenças prendem-se com: Não reconhecimento de quaisquer impostos diferidos;
61 209 Abordagem Pequenas Entidades e Microentidades: As únicas diferenças prendem-se com: A omissão na NC-ME do tratamento contabilístico dos subsídios do Governo não monetários e das perdas por imparidade em ativos fixos tangíveis e intangíveis: Solução: adotar o tratamento previsto no SNC (NCRF 22 e NCRF 12, respetivamente). (atendendo ao disposto nos pontos 6.2. e 6.3 da NC-ME)
62 210 Caso 6 Subsídio reembolsável
63 211 A sociedade FerroSul, Lda. está a ampliar a sua unidade industrial. Como os custos já ultrapassam as previsões iniciais, a sociedade candidatou-se a um subsídio para a aquisição do seguinte equipamento: Equipamento Valor Vida Útil Uma máquina de corte de ferro anos Uma máquina de quinar anos Um empilhador anos
64 212 Sabe-se que a candidatura foi aceite e a sociedade recebeu o subsídio, no dia 1 de julho do ano N, no valor de 70% do equipamento, data que coincidiu com a aquisição do investimento. O subsídio é reembolsável (sem juros) através de 5 prestações anuais iguais. Pedidos: 1.Registo contabilístico das operações descritas nos ano N e N+1, pressupondo que a sociedade utiliza o método da linha reta para a contabilização das depreciações dos seus ativos e que a taxa de juro do mercado é de 5%.
65 Admitindo que este subsídio contemplava a possibilidade de o mesmo vir a ser convertido em não reembolsável, desde que cumpridas determinadas condições, nomeadamente um aumento de 25% da produção, e que a FerroSul, Lda. alcançou tais condições no início de N+4, efetuar os adequados registos contabilísticos do período N+4. Considere que a taxa de IRC é de 25%.
66 214 Resolução: Pedido 1 01/07/N - Reconhecimento inicial do equipamento 43 Ativos fixos tangíveis 433 Equipamento básico a 27 Outras contas a receber e a pagar 271 Fornecedores de investimentos 2711 Fornecedores de investimentos contas gerais /07/N Pagamento ao fornecedor do equipamento 27 Outras contas a receber e a pagar 271 Fornecedores de investimentos 2711 Fornecedores de investimentos contas gerais a 12 Depósitos à ordem
67 215 No dia 1 de julho do ano N a empresa recebeu o subsídio, no valor de 70% do equipamento, ou seja: Equipamento Valor % Subsídio Valor Subsídio Máquina de corte de ferro % Máquina de quinar % Empilhador % Total %
68 216 Valor presente do subsídio = x [1 (1 + 0,05) -5 ] / 0,05 = ,46 Juros associados ao subsídio = ,46 = ,54 01/07/N - Reconhecimento inicial do subsídio 12 Depósitos à ordem a 25 Financiamentos obtidos 258 Outros financiadores 258x Subsídio reembolsável ,46 a 28 Diferimentos 282 Rendimentos a reconhecer ,54
69 217 À data do balanço de N, a sociedade terá que reconhecer a depreciação dos seus equipamentos, cujos montantes se apresentam no quadro seguinte: Equipamento Valor Vida Útil Depreciação Anual Depreciação Ano N Máquina de corte de ferro anos Máquina de quinar anos Empilhador anos Total
70 218 a 31/12/N Reconhecimento das depreciações 64 Gastos de depreciação e de amortização 642 Ativos fixos tangíveis 43 Ativos fixos tangíveis 438 Depreciações acumuladas Ainda em 31/12/N a entidade deverá ajustar o valor presente da dívida relativa ao subsídio, de modo a registar, por um lado, o efeito temporal do dinheiro (gasto do período) e, simultaneamente, o rendimento associado ao pagamento diferido do subsídio a uma taxa zero de juro.
71 219 Data Subsídio antes do reembolso (valor atual) 1/7/N ,47 Juros 31/12/N , ,34 Reembolso Subsídio após reembolso (valor atual) 1/7/N , , , ,15 31/12/N , ,65 1/7/N , , , ,45 31/12/N , ,74 1/7/N , , , ,93 31/12/N , ,87 1/7/N , , , ,67 31/12/N , ,67 1/7/N , , ,00 0,00 Total , ,00
72 220 Valor do juro de N = ,47 x 5% x 6/12 = ,34 31/12/N Reconhecimento do juro de N 69 Gastos e perdas de financiamento 698 Outros gastos e perdas de financiamento 6988 Outros a 25 Financiamentos obtidos 258 Outros financiadores 258x Subsídio reembolsável ,34 31/12/N Reconhecimento do rendimento de N 28 Diferimentos 282 Rendimentos a reconhecer a 79 Juros, dividendos e out. rendim. similares 798 Outros rendimentos similares ,34
73 221 Em julho de N+1, a entidade deverá efetuar e registar o pagamento da primeira prestação do subsídio reembolsável: 01/07/N+1 Primeiro reembolso do subsídio 25 Financiamentos obtidos 258 Outros financiadores 258x Subsídio reembolsável a 12 Depósitos à Ordem
74 222 À data do balanço de N+1, a entidade deverá, por um lado, reconhecer as depreciações do período do equipamento (ver quadro acima) e, por outro lado, os juros associados ao subsídio, conforme cálculos do quadro anterior. 31/12/N+1 Reconhecimento das depreciações: 64 Gastos de depreciação e de amortização a 642 Ativos fixos tangíveis 43 Ativos fixos tangíveis 438 Depreciações acumuladas
75 223 Valor do juro de N+1 = , ,65 = ,99 31/12/N+1 Reconhecimento do juro de N+1 69 Gastos e perdas de financiamento 698 Outros gastos e perdas de financiamento 6988 Outros a 25 Financiamentos obtidos 258 Outros financiadores 258x Subsídio reembolsável ,99 31/12/N+1 Reconhecimento do rendimento de N+1 28 Diferimentos 282 Rendimentos a reconhecer a 79 Juros, dividendos e out. rendim. similares 798 Outros rendimentos similares ,99
76 224 Pedido 2: Admitindo que este subsídio contemplava a possibilidade de o mesmo vir a ser convertido em não reembolsável, desde que cumpridas determinadas condições, nomeadamente um aumento de 25% da produção, e que a FerroSul, Lda. alcançou tais condições no início de N+4, efetuar os registos contabilísticos desta conversão. Considere que a taxa de IRC é de 25%.
77 225 Quando a empresa alcançou as condições que lhe permitem converter o subsídio reembolsável em não reembolsável, no início de N+4, o valor atual da correspondente dívida ascendia a ,80 (conforme quadro anterior), valor que resulta de: (2 prestações a valores nominais), deduzido do rendimento a reconhecer no valor de ,20 (13.015, , ,66 ).
78 226 jan./n+4 Conversão do subsídio em não reembolsável 25 Financiamentos obtidos 258 Outros financiadores 258x Subsídio reembolsável ,80 28 Diferimentos 282 Rendimentos a reconhecer ,20 a 59 Outras variações no capital próprio 593 Subsídios 5931 Antes de imposto sobre o rendimento
79 227 A sociedade FerroSul, Lda. terá que registar o imposto diferido relacionado com o subsídio: Valor do imposto diferido = x 25% = jan/n+4 Reconhecimento do passivo por impostos diferidos: 59 Outras variações no capital próprio 593 Subsídios 5932 Impostos diferidos a 27 Outras contas a receber e a pagar 274 Impostos diferidos 2742 Passivos por impostos diferidos
80 A imputação a rendimentos deve ser efetuada pelo período de vida útil dos equipamentos, com a afetação em N+4 do subsídio relativo aos períodos de N a N+3: Equipamento Vida útil total (a) Custo de aquisição Subsídio relacionado com ativos* (b) Afetação a rendimentos em N+4 [(b) / (a)] x 4,5 Máquina de corte de ferro 10 anos Máquina de quinar 8 anos Empilhador 6 anos Total * Afetação na proporção do custo de aquisição dos equipamentos. 228
81 229 a 31/12/N+4 Reconhecimento das depreciações 64 Gastos de depreciação e de amortização 642 Ativos fixos tangíveis 43 Ativos fixos tangíveis 438 Depreciações acumuladas a 31/12/N+4 Imputação parcial do subsídio a rendimentos 59 Outras variações no capital próprio 593 Subsídios 5931 Antes de imposto sobre o rendimento 78 Outros Rendimentos e Ganhos 788 Outros 7883 Imputação de subsídios para investimentos
82 230 No ano N+4, a sociedade FerroSul, Lda. irá proceder à reversão do imposto diferido proporcionalmente à imputação parcial do subsídio a rendimentos no período em causa: Reversão = x 25% = ,25 31/12/N+4 Reversão parcial do imposto diferido relacionado com o subsídio 27 Outras contas a receber e a pagar 274 Impostos diferidos 2742 Passivos por impostos diferidos a 81 Resultado líquido do período 812 Imposto sobre o rendimento do período 8122 Imposto diferido ,25 31/12/N+4 Afetação parcial do imposto relacionado com o subsídio 56 Resultados transitados a 59 Outras variações no capital próprio 593 Subsídios 5932 Impostos diferidos ,25
83 Abordagem Pequenas Entidades e Microentidades: O tratamento contabilístico deste caso prático por parte de uma entidade que adote, ou a NCRF-PE, ou a NC-ME, é bastante mais simples do que o apresentado para o modelo geral do SNC. Com efeito, a NCRF-PE, no seu ponto 17.7, e a NC-ME, no seu ponto 17.3, apenas contempla a mensuração ao custo das contas a pagar, não prevendo a mensuração ao custo amortizado. Assim, o valor do subsídio reembolsável deverá ser reconhecido, inicial e subsequentemente, pelo seu valor nominal, não sendo necessário proceder à sua atualização. Outra diferença prende-se com o não reconhecimento de impostos diferidos. 231
84 232 Questão: No início de agosto do ano N, a empresa Subsídio, S.A. adquiriu uma máquina industrial por , e um terreno por para a construção de um armazém. A obra terá início em junho de N+1. Para estas aquisições a empresa recebeu, em 2 de julho de N+1, a comunicação da aprovação de um subsídio de 40% do valor dos ativos adquiridos. Este subsídio foi recebido a 16 de setembro do mesmo ano.
85 233 Questão: Sabe-se que a máquina tem uma vida útil estimada de 8 anos e é depreciada usando o método da linha reta. Pedido: Contabilizar as operações relativas a N e N+1, à luz da NCRF 22.
86 234 Resolução: De acordo com o 12 da NCRF 22, esta subvenção enquadra-se nos subsídios do Governo não reembolsáveis para ativos, pelo que deve ser inicialmente reconhecida nos Capitais Próprios.
87 235 Resolução: Subsequentemente, a parte do subsídio relativa: À máquina industrial - deve ser imputada numa base sistemática como rendimento durante a vida útil da máquina; Ao terreno como o ativo não é amortizável, deve ser mantida nos capitais próprios (exceto se a respetiva quantia for necessária para compensar qualquer perda por imparidade).
88 236 Resolução: Depreciação da máquina em N = / 8 x (5/12) = 9.114,58 31/12/N Depreciação do período 64 Gastos de depreciação e de amortização 642 Ativos fixos tangíveis a 43 Ativos fixos tangíveis 438 Depreciações acumuladas 9.114,58
89 237 Resolução: Relativamente ao subsídio, e uma vez que apenas em julho de N+1 a empresa tomou conhecimento da aprovação do mesmo, no ano N ainda não estavam reunidas as condições para o seu reconhecimento. Assim, apenas em julho de N+1 a empresa estará, em princípio, em condições de reconhecer o subsídio atribuído.
90 238 Resolução: Valor total do subsídio = ( ) x 40% = /07/N+1 - Reconhecimento inicial do subsídio 27 Outras contas a receber e a pagar 278 Outros devedores e credores a 59 Outras variações no capital próprio 593 Subsídios
91 239 Resolução: Em setembro de N+1, tem que se registar o recebimento do subsídio: 16/09/N+1 - Recebimento total do subsídio 12 Depósitos à ordem a 27 Outras contas a receber e a pagar 278 Outros devedores e credores
92 240 Resolução: À data do balanço de N+1, além do registo da depreciação da máquina, a empresa deverá imputar a parte proporcional do subsídio da máquina a rendimentos. Como apenas em N+1 a empresa estava em condições de reconhecer o subsídio, neste período a entidade deve reconhecer em rendimentos a parte do subsídio relativo a N e a N+1 ( 18 e 20 da NCRF 22).
93 241 Resolução: Depreciação da máquina em N+1 = / 8 = Valor do subsídio relativo à máquina = x 40% = Imputação do subsídio a rendimentos: - relativo a N = / 8 x (5/12) = 3.645,83 - relativo a N+1 = / 8 = 8.750
94 242 Resolução: 31/12/N+1 Depreciação do período 64 Gastos de depreciação e de amortização 642 Ativos fixos tangíveis a 43 Ativos fixos tangíveis 438 Depreciações acumuladas /12/N+1 Imputação parcial do subsídio a rendimentos 59 Outras variações no capital próprio 593 Subsídios a 78 Outros rendimentos e ganhos 788 Outros 7883 Imputação de subsídios p/ investimento ,83 * * (3.645, )
95 243 Resolução: Admitindo que em N+1 o edifício ainda não estará concluído para poder ser depreciado, já que a construção apenas terá iniciado em junho de N+1: Nenhum subsídio relativo ao terreno será imputado a rendimentos em N+1. Só o será a partir do momento, e na proporção, em que o edifício comece a ser depreciado.
96 244 Questão: A 6 de janeiro do ano N, a empresa BoloToc, Lda. viu aprovado um subsídio do IEFP, que veio a receber no dia 1 de março do mesmo ano, no valor de , para compensar gastos com a formação do seu quadro de pessoal. As ações de formação decorrerão por um período de 3 anos, e tiveram início em setembro de N-1. Na atribuição do subsídio é exigido que a empresa mantenha aqueles trabalhadores ao seu serviço durante 2 anos após a atribuição do mesmo. Pedido: Efetuar o tratamento contabilístico do subsídio recebido.
97 245 Resolução: Um subsídio à exploração deve ser reconhecido no período em que a entidade se qualificar para o receber, com a divulgação necessária para assegurar que o seu efeito seja claramente compreendido.
98 246 Resolução: Gastos parcialmente incorridos em períodos anteriores: Reconhecer a parte relacionada com os gastos já incorridos (período e períodos anteriores) como rendimentos do período (conta 75). Registar a parte dos gastos ainda não incorridos em rendimentos a reconhecer (conta 282).
99 247 Resolução: 06/01/N - Reconhecimento da dívida do IEFP 27 Outras contas a receber e a pagar 278 Outros devedores e credores a 28 Diferimentos 282 Rendimentos a reconhecer /01//N - Reconhecimento do subsídio relativo a N-1 em rendimentos 28 Diferimentos 282 Rendimentos a reconhecer a 75 Subsídios à exploração 751 Subsídios do Estado e outros entes públicos *
100 248 Resolução: a 01/03/N Recebimento do subsídio 12 Depósitos à ordem 27 Outras contas a receber e a pagar 278 Outros devedores e credores À data do balanço de N, ou durante o período contabilístico (se a entidade tiver maiores exigências de informação), a empresa deve reconhecer o rendimento associado à formação desse período.
101 Resolução: A melhor base para a repartição do subsídio pelos períodos económicos seria a proporção do gasto incorrido na respetiva formação. No entanto, na ausência de tal informação, uma alternativa é efetuar a periodização económica do subsídio em função do período temporal decorrido. a 31/12/N - Reconhecimento parcial do subsídio em rendimentos 28 Diferimentos 282 Rendimentos a reconhecer 75 Subsídios à exploração 751 Subsídios do Estado e outros entes públicos * * ( / 3) =
102 250 Questão: A sociedade ArcoToldo, Lda. concorreu a um subsídio governamental que veio a receber no dia 1 de julho do ano N. Esse subsídio consistiu no recebimento de painéis solares fotovoltaicos para a produção de energia elétrica utilizada na atividade produtiva da entidade. O justo valor, naquela data, dos painéis é de , tendo-lhe sido atribuída uma vida útil de 20 anos. Pedido: Registo contabilístico das operações descritas para o ano N.
103 251 Resolução: Os subsídios do Governo, incluindo subsídios não monetários pelo justo valor, só devem ser reconhecidos após existir segurança de que: a entidade cumprirá as condições a eles associadas; e, os subsídios serão recebidos.
104 252 Resolução: Como o Governo concedeu o subsídio mediante a atribuição de um ativo, os painéis solares, aquele configura um subsídio não monetário. Dado que o justo valor dos painéis foi fiavelmente determinado, e ascende a , será esse o valor pelo qual, quer os painéis, quer o correspondente subsídio, serão reconhecidos. 01/07/N Reconhecimento do ativo e do subsídio 43 Ativos fixos tangíveis 433 Equipamento básico a 59 Outras variações no capital próprio 593 Subsídios
105 253 Resolução: Posteriormente, o subsídio é imputado numa base sistemática como rendimento durante os períodos necessários para balanceálo com os gastos relacionados que se pretende que eles compensem, ou seja, na proporção das correspondentes depreciações. À data do balanço do período N: Depreciação dos painéis = [ /20 x (6/12)] = Imputação proporcional do subsídio = [ /20 x (6/12)] = 3.750
106 254 Resolução: 31/12/N - Depreciação dos painéis solares: 64 Gastos de depreciação e de amortização 642 Ativos fixos tangíveis a 43 Ativos fixos tangíveis 438 Depreciações acumuladas /12/N - Reconhecimento parcial do subsídio em rendimentos 59 Outras variações no capital próprio 593 Subsídios a 78 Outros rendimentos e ganhos 788 Outros 7883 Imputação de subsídios para investimentos 3.750
107 255 Questão: Devido à crise económica que se faz sentir no sector cerâmico, a sociedade Ceramic, Lda. teve uma queda de 65% nas suas vendas nos últimos dois anos. Para fazer face à crise do sector, o Governo concede subsídios reembolsáveis, sem juro, para apoiar a aquisição e remodelação de fornos cerâmicos. A sociedade concorreu ao subsídio, tendo-lhe sido atribuído, em 14 de janeiro de N, um subsídio no valor de , com 3 reembolsos anuais constantes. A entidade adquiriu, de imediato, alguns fornos cerâmicos pelo custo total de , aos quais foi atribuído um período de vida útil de 12 anos.
108 256 Pedidos: 1. Reconhecimento inicial do subsídio reembolsável e registo do primeiro reembolso anual. 2. Admitindo que, após o pagamento do segundo reembolso, em janeiro de N+2, o subsídio adquiriu a condição de não reembolsável, proceder aos correspondentes registos contabilísticos no período N+2.
109 257 Resolução: 1. Reconhecimento inicial do subsídio reembolsável e registo do primeiro reembolso anual. Nesta primeira hipótese, está-se na presença de um subsídio reembolsável. Deste modo, e de acordo com o 12 da NCRF 22, este subsídio será contabilizado como Passivo.
110 258 Resolução: Para a resolução do caso em concreto utiliza-se o custo como a base de mensuração do passivo: 14/01/N - Recebimento do subsídio reembolsável 12 Depósitos à ordem a 25 Financiamentos obtidos 258 Outros financiadores 258x Subsídio reembolsável
111 259 Resolução: Em 14 de janeiro de cada um dos anos seguintes, a sociedade vai procedendo ao reembolso parcial do subsídio, devendo efetuar o respetivo registo contabilístico: 14/01/N+1 Primeiro reembolso do subsídio 25 Financiamentos Obtidos 258 Outros Financiadores 258x Subsídio reembolsável a 12 Depósitos à Ordem
112 260 Resolução: 2. Admitindo que, após o pagamento do segundo reembolso, em janeiro de N+2, o subsídio adquiriu a condição de não reembolsável, proceder aos correspondentes registos contabilísticos no período N+2.
113 261 Resolução: Quando o subsídio adquiriu a condição de não reembolsável, no final de janeiro de N+2, o mesmo deverá passar a ser reconhecido nos Capitais Próprios e, subsequentemente, como respeita a ativos fixos tangíveis depreciáveis, deve ser imputado numa base sistemática como rendimentos durante os períodos necessários para balanceá-lo com os gastos relacionados que se pretende que eles compensem.
114 262 Resolução: Montante do subsídio ainda não reembolsado = (último reembolso) Jan./N+2 Conversão do subsídio em não reembolsável 25 Financiamentos Obtidos 258 Outros Financiadores 258x Subsídio reembolsável a 59 Outras variações no capital próprio 593 Subsídios
115 263 Resolução: Relativamente à imputação do subsídio a resultados, no período N+2 deve-se afetar a rendimentos o subsídio correspondente às depreciações do período e dos dois períodos anteriores (N e N+1): Depreciação de N+2 = / 12 anos = Subsídio a imputar a rendimentos de N+2 = ( / 12 anos) x 3 =
116 264 Resolução: 31/12/N+2 Reconhecimento das depreciações 64 Gastos de depreciação e de amortização 642 Ativos fixos tangíveis a 43 Ativos fixos tangíveis 438 Depreciações acumuladas /12/N+2 Imputação parcial do subsídio a rendimentos 59 Outras variações no capital próprio 593 Subsídios a 78 Outros rendimentos e ganhos 788 Outros 7883 Imputação de subsídios para investimentos
newsletter Nº 82 NOVEMBRO / 2013
newsletter Nº 82 NOVEMBRO / 2013 Assuntos em Destaque Resumo Fiscal/Legal Outubro de 2013 2 Contabilização dos Subsídios do Governo e Divulgação de Apoios do Governo 3 Revisores e Auditores 7 LEGISLAÇÃO
NBC T 19.4 - Subvenção e Assistência Governamentais Pronunciamento Técnico CPC 07
NBC T 19.4 - Subvenção e Assistência Governamentais Pronunciamento Técnico CPC 07 José Félix de Souza Júnior Objetivo e Alcance Deve ser aplicado na contabilização e na divulgação de subvenção governamental
Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa Ano Lectivo 2013/2014 1º Semestre. 28 de NOVEMBRO de 2013 Duração da prova: 60 minutos
Contabilidade Financeira Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa Ano Lectivo 2013/2014 1º Semestre 28 de NOVEMBRO de 2013 Duração da prova: 60 minutos 3º TESTE INTERMÉDIO NOME: NÚMERO: Atenção
SIFIDE (SISTEMA DE INCENTIVOS FISCAIS EM INVESTIGAÇÃO E DESENVOLVIMENTO EMPRESARIAL)
SIFIDE (SISTEMA DE INCENTIVOS FISCAIS EM INVESTIGAÇÃO E DESENVOLVIMENTO EMPRESARIAL) Condições de Acesso (Lei n.º 55-A/2010 de 31 de Dezembro) 0 SIFIDE (SISTEMA DE INCENTIVOS FISCAIS EM INVESTIGAÇÃO E
Impostos Diferidos e o SNC
Impostos Diferidos e o SNC Na vigência do anterior Plano Oficial de Contabilidade (POC) a Directriz Contabilistica (DC) nº 28, da Comissão de Normalização Contabilística (CNC) veio, em tempo, estabelecer
Portaria n.º 104/2011, de 14 de Março, n.º 51 - Série I
Aprova os modelos para várias demonstrações financeiras para microentidades A O Decreto-Lei n.º 36-A/2011, de 9 de Março, aprovou o regime da normalização contabilística para microentidades, prevendo a
Fundação Denise Lester
Relatório e Contas 2010 Fundação Denise Lester Fundação Denise Lester 1/14 Balanço ACTIVO Notas Exercício findo a 31/12/2010 Exercício findo a 31/12/2009 Activo não corrente Activos fixos tangíveis 2.291.289,31
CFEI. Crédito Fiscal Extraordinário ao Investimento
CFEI Crédito Fiscal Extraordinário ao Investimento A Lei n.º 49/2013, de 16 de julho, criou um incentivo fiscal ao investimento designado por CFEI Crédito Fiscal Extraordinário ao Investimento. O presente
RESOLUÇÃO CFC Nº. 1.265/09. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais,
NOTA - A Resolução CFC n.º 1.329/11 alterou a sigla e a numeração desta Interpretação de IT 12 para ITG 12 e de outras normas citadas: de NBC T 19.1 para NBC TG 27; de NBC T 19.7 para NBC TG 25; de NBC
Fundação Casa Museu Mario Botas
DEMOSNTRAÇAO DE RESULTADOS 2012 Fundação Casa Museu Mario Botas RENDIMENTOS E GASTOS 31-Dez-2012 31-Dez-2011 Vendas 551,62 Prestação de serviços Subsídios à exploração Ganhos/perdas imputados a subsidiárias
Programa Investe Jovem. Apoio à Criação do Próprio Emprego
Programa Investe Jovem Apoio à Criação do Próprio Emprego Portal dos Incentivos Jan 2015 Índice 1 Apresentação de Tema... 2 1.1 Objeto... 2 1.2 Objetivo... 2 1.3 Destinatários do Apoio... 2 1.4 Requisitos
INFORMAÇÃO EMPRESARIAL SIMPLIFICADA - IES DECLARAÇÃO ANUAL PERGUNTAS & RESPOSTAS. Formulários ANEXO I
Formulários ANEXO I 290) UM EMPRESÁRIO INDIVIDUAL, APESAR DE REUNIR AS CONDIÇÕES PARA ESTAR ENQUADRADO NO REGIME SIMPLIFICADO DE TRIBUTAÇÃO EM IRS, OPTOU POR TER CONTABILIDADE ORGANIZADA. DEVE ENTREGAR
NBC TSP 10 - Contabilidade e Evidenciação em Economia Altamente Inflacionária
NBC TSP 10 - Contabilidade e Evidenciação em Economia Altamente Inflacionária Alcance 1. Uma entidade que prepara e apresenta Demonstrações Contábeis sob o regime de competência deve aplicar esta Norma
O MEP nos Investimentos em Associadas e Subsidiárias
O MEP nos Investimentos em Associadas e Subsidiárias Enquadramento em SNC Influência e Controlo Controlo exclusivo a sociedade dominante tem mais de 50% dos direitos de voto da filial; Controlo conjunto
1. O Fluxo de Caixa para á Análise Financeira
ANÁLISE DE FLUXOS A DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA ESTGV-IPV Mestrado em Finanças Empresariais 1. O Fluxo de Caixa para á Análise Financeira A análise baseada nos fluxos visa ultrapassar algumas das limitações
INFORMAÇÃO TÉCNICA N.º 42/2013. FGCT, FCT e ME
INFORMAÇÃO TÉCNICA N.º 42/2013 FGCT, FCT e ME Índice 1.Introdução... 1 2.Fundo de Garantia de Compensação do Trabalho (FGCT)... 1 2.1.Enquadramento contabilístico do FGCT... 1 2.2.Enquadramento fiscal
NCRF 2 Demonstração de fluxos de caixa
NCRF 2 Demonstração de fluxos de caixa Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base a Norma Internacional de Contabilidade IAS 7 - Demonstrações de Fluxos de Caixa, adoptada pelo texto
CADERNO DE EXERCÍCIOS
CONTABILIDADE II CADERNO DE EXERCÍCIOS CONSOLIDAÇÃO DE CONTAS Ano Lectivo 2009/2010 Maio de 2010 EXERCÍCIO N º 1C A sociedade M possui 60% de voto da sociedade A, a qual possui, por sua vez, 40% de direitos
CONTABILIDADE FINANCEIRA AVANÇADA
Exame Época Normal 04 de Julho de 0 Duração: H 00M Deve identificar-se nesta folha de prova, indicando o nome completo, número de matrícula e turma em que se encontra inscrito(a). As opções de resposta
2. Regra geral, o IVA não dedutível deve ser registado na conta 68111 : a) Verdadeira; b) Falsa Justificação:
1. A aplicação do princípio da prudência está exclusivamente relacionada com o registo de perdas de imparidade em activos e provisões : a) Verdadeira; b) Falsa 2. Regra geral, o IVA não dedutível deve
Diário da República, 1.ª série N.º 51 14 de Março de 2011 1425. c) Quantia de qualquer reembolso de subsídio que tenha sido reconhecido como um gasto.
Diário da República, 1.ª série N.º 51 14 de Março de 2011 1425 c) Quantia de qualquer reembolso de subsídio que tenha sido reconhecido como um gasto. 12 Impostos sobre o rendimento: 12.1 Devem ser divulgados
NORMA CONTABILISTICA E DE RELATO FINANCEIRO 2 DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA. Objectivo ( 1) 2 Âmbito ( 2) 2 Definições ( 3 a 6) 2
NORMA CONTABILISTICA E DE RELATO FINANCEIRO 2 DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base a Norma Internacional de Contabilidade IAS 7 Demonstrações de
EMISSOR: Ministério da Solidariedade, Emprego e Segurança Social. Artigo 1.º Objeto
DATA: Quarta-feira, 30 de julho de 2014 NÚMERO: 145 SÉRIE I EMISSOR: Ministério da Solidariedade, Emprego e Segurança Social DIPLOMA: Portaria n.º 151/2014 SUMÁRIO: Cria o Programa Investe Jovem Artigo
FUNDO DE COMPENSAÇÃO DO TRABALHO (FCT) MECANISMO EQUIVALENTE (ME) FUNDO DE GARANTIA DA COMPENSAÇÃO DO TRABALHO (FGCT)
Informação n.º 3/2013 08/novembro/2013 FUNDO DE COMPENSAÇÃO DO TRABALHO (FCT) MECANISMO EQUIVALENTE (ME) FUNDO DE GARANTIA DA COMPENSAÇÃO DO TRABALHO (FGCT) Legislação O Orçamento de estado para 2013,
1. Os AFT devem ser contabilisticamente mensurados no reconhecimento inicial pelo seu custo.
Classificação: 00 0. 0 1. 0 9 GABINETE DO DIRECTOR GERAL Direcção de Serviços do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas Activos Fixos Tangíveis Código do IRC Decreto Regulamentar n.º 25/2009,
Microentidades passam a integrar o Sistema de Normalização Contabilística (SNC) a partir de 2016
Microentidades passam a integrar o Sistema de Normalização Contabilística (SNC) a partir de 2016 Foi publicado no dia 2 de junho, o Decreto-lei n.º 98/2015, que procedeu à transposição da Diretiva n.º
ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO DE VISEU DEPARTAMENTO DE GESTÃO LICENCIATURA EM GESTÃO DE EMPRESAS GESTÃO FINANCEIRA. 3º Ano 1º Semestre
DEPARTAMENTO DE GESTÃO LICENCIATURA EM GESTÃO DE EMPRESAS GESTÃO FINANCEIRA 3º Ano 1º Semestre Caderno de exercícios Planeamento Financeiro de ML/ Prazo Ano letivo 2015/2016 1 Planeamento Financeiro de
Demonstrações Financeiras & Anexo. 31 Dezembro 2013
Demonstrações Financeiras & Anexo 31 Dezembro 2013 1 I. Demonstrações Financeiras individuais a) Balanço em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 2 b) Demonstração dos resultados por naturezas dos exercícios findos
31-Dez-2013 31-Dez-2012
FUNDAÇÃO CASA MUSEU MÁRIO BOTAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS E ANEXO ÀS CONTAS 31 DE DEZEMBRO DE 2013 DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS PARA OS PERÍODOS FFI INDOS EM 31 DE DEZZEMBRO DE 2013 E DE 2012 ACTIVO NÃO CORRENTE
COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 20 (R1) Custos de Empréstimos
COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 20 (R1) Custos de Empréstimos Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 23 (IASB BV 2011) Índice OBJETIVO 1 Item ALCANCE 2
IMPARIDADE DE ACTIVOS FINANCEIROS
BOLETIM INFORMATIVO N.º 3/2010 IMPARIDADE DE ACTIVOS FINANCEIROS ASPECTOS CONTABILÍSTICOS E FISCAIS (Esta informação contém apenas informação geral, não se destina a prestar qualquer serviço de auditoria,
2.28. Benefícios dos Empregados
. Modelo Geral do Sistema de Normalização Contabilística 179.8. Benefícios dos Empregados.8.1. Introdução O presente ponto é fundamentado na Norma Contabilística e de Relato Financeiro (NCRF) 8, e visa
A prestação de contas de 2011 é elaborada de acordo com o SNC 1, não existiram alterações no capital nem perdas ou ganhos por imparidade.
INTERPRETAÇÃO DAS CONTAS DO EXERCÍCIO DE 2011 Nota Introdutória: A prestação de contas de 2011 é elaborada de acordo com o SNC 1, não existiram alterações no capital nem perdas ou ganhos por imparidade.
CÓDIGO DE CONTAS DO SNC
CÓDIGO DE CONTAS DO SNC 1 MEIOS FINANCEIROS LÍQUIDOS 11 Caixa 12 Depósitos à ordem 13 Outros depósitos bancários 14 Outros instrumentos financeiros 141 Derivados 1411 Potencialmente favoráveis 1412 Potencialmente
CONTABILIDADE. Docente: José Eduardo Gonçalves. Elementos Patrimoniais
CONTABILIDADE Docente: José Eduardo Gonçalves Ano: 2008/2009 Universidade da Madeira Elementos Patrimoniais Activo Recurso controlado pela entidade como resultado de acontecimentos passados e do qual se
C N INTERPRETAÇÃO TÉCNICA Nº 2. Assunto: RESERVA FISCAL PARA INVESTIMENTO Cumprimento das obrigações contabilísticas I. QUESTÃO
C N C C o m i s s ã o d e N o r m a l i z a ç ã o C o n t a b i l í s t i c a INTERPRETAÇÃO TÉCNICA Nº 2 Assunto: RESERVA FISCAL PARA INVESTIMENTO Cumprimento das obrigações contabilísticas I. QUESTÃO
Bacharelado CIÊNCIAS CONTÁBEIS. Parte 6
Bacharelado em CIÊNCIAS CONTÁBEIS Parte 6 1 NBC TG 16 - ESTOQUES 6.1 Objetivo da NBC TG 16 (Estoques) O objetivo da NBC TG 16 é estabelecer o tratamento contábil para os estoques, tendo como questão fundamental
NORMA CONTABILISTICA E DE RELATO FINANCEIRO 10 CUSTOS DE EMPRÉSTIMOS OBTIDOS
NORMA CONTABILISTICA E DE RELATO FINANCEIRO 10 CUSTOS DE EMPRÉSTIMOS OBTIDOS Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base a Norma Internacional de Contabilidade IAS 23 Custos de Empréstimos
2ª edição Ampliada e Revisada. Capítulo 6 Grupo de contas do Balanço Patrimonial
2ª edição Ampliada e Revisada Capítulo Grupo de contas do Balanço Patrimonial Tópicos do Estudo Grupo de Contas do Ativo. Ativo Circulante Realizável a Longo Prazo Permanente Grupo de Contas do Passivo.
José Eduardo Mendonça S. Gonçalves
José Eduardo Mendonça S. Gonçalves Estrutura Conceptual 49 Posição Financeira (Balanço) Activo, Passivo e Capital Próprio 64 Subclassificação no Balanço Fundos contribuídos pelos accionistas. Resultados
DISSOLUÇÃO E LIQUIDAÇÃO DE SOCIEDADES
DISSOLUÇÃO E LIQUIDAÇÃO DE SOCIEDADES Perspectiva Contabilística e Fiscal Fases DISSOLUÇÃO LIQUIDAÇÃO PARTILHA Formalidades da Dissolução A dissolução deve obedecer a uma das seguintes formas: Por escritura
1 - Identificação da entidade
ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS DO EXERCÍCIO DE 2014 ATAS Apartamentos Turísticos Amorim Santos, Lda 1 - Identificação da entidade 1.1 Designação da entidade: Apartamentos Turísticos Amorim
Contabilidade Financeira II 1G111
Introdução 1G111 Balanço da CIRES Comp.ª Industrial de Resinas Sintéticas II. Demonstração dos Fluxos de 2 Introdução Introdução Numa perspectiva estática, o Balanço evidencia as origens e as aplicações
CFI - Código Fiscal ao Investimento - DL 162/2014 de 31 Outubro
CFI - Código Fiscal ao Investimento - DL 162/2014 de 31 Outubro Generalidades Aplicação a investimentos realizados a partir de 1 Janeiro de 2014 (excepto para efeito de apuramento dos limites máximos dos
Definições (parágrafo 9) 9 Os termos que se seguem são usados nesta Norma com os significados
Norma contabilística e de relato financeiro 14 Concentrações de actividades empresariais Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base a Norma Internacional de Relato Financeiro IFRS 3
NORMA CONTABILISTICA E DE RELATO FINANCEIRO 14 CONCENTRAÇÕES DE ACTIVIDADES EMPRESARIAIS. Objectivo ( 1) 1 Âmbito ( 2 a 8) 2
NORMA CONTABILISTICA E DE RELATO FINANCEIRO 14 CONCENTRAÇÕES DE ACTIVIDADES EMPRESARIAIS Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base a Norma Internacional de Contabilidade IFRS 3 Concentrações
Normas Contabilísticas e de Relato Financeiro NCRF
Sistema de Normalização Contabilística Após leitura e análise das Normas Contabilísticas e de Relato Financeiro (NCRF), a entrarem em vigor já em Janeiro próximo, senti me na obrigação de escrever este
COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 07. Subvenção e Assistência Governamentais
COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 07 Subvenção e Assistência Governamentais Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 20 (IASB) Índice Item OBJETIVO E ALCANCE
REGULAMENTO DE PROCEDIMENTOS DO PROGRAMA NACIONAL DE MICROCRÉDITO
REGULAMENTO DE PROCEDIMENTOS DO PROGRAMA NACIONAL DE MICROCRÉDITO INDICE 1. OBJETIVO 2. DESTINATÁRIOS 3. REQUISITOS GERAIS DE ACESSO À TIPOLOGIA MICROINVEST 4. MODELO ESPECÍFICO DE APOIO TÉCNICO À CRIAÇÃO
1. Activos Fixos Intangíveis (IAS 38) 2. Propriedades de Investimento (IAS 40)
AULA 08 1. Activos Fixos Intangíveis (IAS 38) 2. Propriedades de Investimento (IAS 40) 3. Capital Próprio - Contabilidade Financeira II 2007/ 2008 2º Semestre 1 Activos Fixos Intangíveis Activo intangível:
CENTRO DE CARIDADE NOSSA SENHORA DO PERPÉTUO SOCORRO
CENTRO DE CARIDADE NOSSA SENHORA DO PERPÉTUO SOCORRO Demonstrações Financeiras 31 de Dezembro de 2014 Índice Balanço... 3 Demonstração dos Resultados por Naturezas... 4 Demonstração dos Fluxos de Caixa...
I B 1:) CERTIFICAÇÃO LEGAL DAS CONTAS. Introdução
Relatório e Contas do Exercício de 2013 10, I B 1:) Te[: +351 217 990 420 Av. da República, 50-1Q Fax: +351 217990439 1069-211 Lisboa www. bdo. pt CERTIFICAÇÃO LEGAL DAS CONTAS Introdução 1. Examinámos
LIVRO SNC CONTABILIDADE FINANCEIRA: SUA APLICAÇÃO
LIVRO SNC CONTABILIDADE FINANCEIRA: SUA APLICAÇÃO P. 2 Sistema de Normalização Contabilística Prático SNC Contabilidade Financeira: sua aplicação CAPÍTULO 1 CONTABILIDADE E O SEU PAPEL PARTE I P. 28 (QUESTÃO
CNC CNC COMISSÃO DE NORMALIZAÇÃO CONTABILÍSTICA CONTABILIZAÇÃO DOS EFEITOS DA INTRODUÇÃO DO EURO DIRECTRIZ CONTABILÍSTICA Nº21 1. INTRODUÇÃO DO EURO
DIRECTRIZ CONTABILÍSTICA Nº21 CONTABILIZAÇÃO DOS EFEITOS DA INTRODUÇÃO DO EURO INDICE 1. INTRODUÇÃO DO EURO 1 2. PREPARAÇÃO E APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 3 3. DEFINIÇÕES 3 4. EFEITOS DA
Câmara Municipal de Águeda
Câmara Municipal de Águeda Fundamentação Económico-Financeira das Taxas e Licenças Municipais 1. Introdução As taxas e licenças municipais resultam essencialmente da prestação de serviços públicos locais,
ANEXO PE, EXERCÍCIO ECONÓMICO DE 2010
ANEXO PE, EXERCÍCIO ECONÓMICO DE 2010 1 Identificação da entidade 1.1 Designação da entidade APOTEC Associação Portuguesa de Técnicos de Contabilidade 1.2 Sede Rua Rodrigues Sampaio, 50-3º-Esq. 1169-029
3º Alargamento de Prazo das Linhas de Crédito PME Investe - Documento de divulgação - V.1
1. Beneficiários: As empresas que tenham operações contratadas ao abrigo das Linhas de Crédito PME Investe e que à data de contratação do alargamento do prazo não tenham incumprimentos não regularizados
NORMA CONTABILÍSTICA E DE RELATO FINANCEIRO 15 INVESTIMENTOS EM SUBSIDIÁRIAS E CONSOLIDAÇÃO
NORMA CONTABILÍSTICA E DE RELATO FINANCEIRO 15 INVESTIMENTOS EM SUBSIDIÁRIAS E CONSOLIDAÇÃO Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base a Norma Internacional de Contabilidade IAS 27 Demonstrações
1.5. Sede da entidade-mãe Largo Cónego José Maria Gomes 4800-419 Guimarães Portugal.
ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS DO PERÍODO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 (Montantes expressos em euros) 1. IDENTIFICAÇÃO DA ENTIDADE 1.1. Designação da Entidade Casfig Coordenação de âmbito social
Obrigações declarativas das entidades que não exercem a título principal atividades comerciais, industriais ou agrícolas
Obrigações declarativas das entidades que não exercem a título principal atividades comerciais, industriais ou agrícolas Elaborado por Paula Franco e Amândio Silva Assessores do Bastonário da Ordem Com
INFORMAÇÃO EMPRESARIAL SIMPLIFICADA - IES DECLARAÇÃO ANUAL. PERGUNTAS & RESPOSTAS Anexo A. Formulários ANEXO A
Formulários ANEXO A 90) QUAL É A UNIDADE MONETÁRIA A CONSIDERAR PARA PREENCHIMENTO DA IES? O preenchimento deve ser efetuado em euros, com duas casas decimais. 91) COMO DEVO PREENCHER O QUADRO 02-A? Este
ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS GOTE - SOCIEDADE DE MEDIAÇÃO DE SEGUROS, LDA
ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS GOTE - SOCIEDADE DE MEDIAÇÃO DE SEGUROS, LDA ANO : 2012 ÍNDICE 1 - Identificação da entidade 1.1 Dados de identificação 2 - Referencial contabilístico de preparação das
Artigo 7.º Fiscalização
Artigo 7.º Fiscalização 1 - Todas as pessoas, singulares ou coletivas, de direito público ou de direito privado, a quem sejam concedidos benefícios fiscais, automáticos ou dependentes de reconhecimento,
31. A DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA
31. A DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA A demonstração de fluxos de caixa é um mapa de fluxos que releva a entradas e as saídas de caixa, durante um exercício. A Demonstração de fluxos de caixa é estruturada
Contabilidade Financeira II 2008/2009
Contabilidade Financeira II 2008/2009 Demonstração de Fluxos de Caixa Demonstração de Fluxos de Caixa Conceitos gerais Métodos directo e indirecto Análise de uma DFC - Contabilidade Financeira II 2008/
Relatório de Gestão. Exercício de 2014 INSTITUTO CARDIOLOGIA PREVENTIVA DE ALMADA. Audite Gestão Financeira
Relatório de Gestão INSTITUTO CARDIOLOGIA PREVENTIVA DE ALMADA Audite Exercício de 2014 11-03-2015 Linda-a Velha, 11 de Março de 2015 Estimado cliente, O presente relatório pretende dar-lhe um flash da
Exame de 2.ª Chamada de Contabilidade Financeira Ano letivo 2013-2014
PARTE A (13,50v) Realize as partes A e B em folhas de teste separadas devidamente identificadas I A empresa A2, SA dedica-se à compra e venda de mobiliário, adotando o sistema de inventário periódico.
Câmara do Comércio de Angra do Heroísmo Associação Empresarial das ilhas Terceira, Graciosa e São Jorge
PROENERGIA - Programa de incentivos à produção de energia a partir de fontes renováveis Âmbito São suscetíveis de apoio projetos que envolvam: a) Investimentos na exploração de recursos energéticos renováveis
Inovação Empreendedorismo Qualificado e Criativo
Inovação Empreendedorismo Qualificado e Criativo Objetivos Promover o empreendedorismo qualificado e criativo Tipologias de Projetos 1. São suscetíveis de financiamento os projetos das PME, com menos de
www.pwc.pt/tax FCT e FGCT Aspetos contabilísticos Carla Massa Aspetos fiscais Rodrigo Rabeca
www.pwc.pt/tax Aspetos contabilísticos Carla Massa Aspetos fiscais Rodrigo Rabeca Enquadramento da Lei nº. 70/2013 no âmbito da IAS 19 / NCRF 28 Remunerações no âmbito da IAS 19 / NCRF 28 Benefícios aos
ABERTURA DAS CONTAS DA PLANILHA DE RECLASSIFICAÇÃO DIGITAR TODOS OS VALORES POSITIVOS.
ABERTURA DAS CONTAS DA PLANILHA DE RECLASSIFICAÇÃO DIGITAR TODOS OS VALORES POSITIVOS. I. BALANÇO ATIVO 111 Clientes: duplicatas a receber provenientes das vendas a prazo da empresa no curso de suas operações
ÁREA DE FORMAÇÃO: CONTRAIR CRÉDITO CRÉDITO À HABITAÇÃO
ÁREA DE FORMAÇÃO: CONTRAIR CRÉDITO CRÉDITO À HABITAÇÃO Índice Finalidades do crédito à habitação Avaliação da capacidade financeira Ficha de Informação Normalizada (FIN) Prazo Modalidades de reembolso
EM QUE CONSISTE? QUAL A LEGISLAÇÃO APLICÁVEL?
EM QUE CONSISTE? As entidades devedoras de pensões, com exceção das de alimentos, são obrigadas a reter o Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares (IRS) no momento do seu pagamento ou colocação
ANEXO RELATIVO AO ANO DE 2014
NOTA 1 IDENTIFICAÇÃO DA ENTIDADE: 1.1. Designação da entidade INSTITUTO PROFISSIONAL DO TERÇO 1.2. Sede PRAÇA MARQUÊS DO POMBAL, 103 4000 391 PORTO 1.3. NIPC 500836256 1.4. - Natureza da actividade CAE
Agenda Evolução de mapas legais Obrigado AGENDA Evolução do Normativo Contabilístico Nacional SNC Demonstrações Financeiras A nova terminologia Dificuldades de transição Siglas SNC: Sistema de Normalização
INSTITUTO SUPERIOR DE ECONOMIA E GESTÃO LICENCIATURA EM GESTÃO LICENCIATURA EM MAEG LICENCIATURA EM FINANÇAS
LICENCIATURA EM GESTÃO LICENCIATURA EM MAEG LICENCIATURA EM FINANÇAS CONTABILIDADE GERAL I V - CADERNO DE EXERCÍCIOS Imobilizações ANO LECTIVO 2004/2005 1º SEMESTRE Exercício 29 A empresa Sempre a dever,
- Contabilidade Financeira II 2007/ 2008 2º Semestre 1 AUMENTOS DE CAPITAL. Por incorporação de Reservas. Por entrada de Dinheiro
AULA 10 Capital Próprio Aumentos de capital Demonstração de fluxos de caixa Construção da DFC - Contabilidade Financeira II 2007/ 2008 2º Semestre 1 AUMENTOS DE CAPITAL Por incorporação de Reservas Por
Portaria n.º 92-A/2011, de 28 de Fevereiro - 41 SÉRIE I, 1º SUPLEMENTO
Define os elementos que integram o dossier fiscal, aprova novos mapas de modelo oficial e revoga a Portaria n.º 359/2000, de 20 de Junho A Nos termos do artigo 129.º do Código do Imposto sobre o Rendimento
ORA newsletter. Resumo Fiscal/Legal Março de 2012 1 Custo Amortizado Enquadramento e Determinação 2 Revisores e Auditores 6
Assuntos Resumo Fiscal/Legal Março de 2012 1 Custo Amortizado Enquadramento e Determinação 2 Revisores e Auditores 6 LEGISLAÇÃO FISCAL/LEGAL MARÇO DE 2012 Ministério da Solidariedade e da Segurança Social
PRESIDÊNCIA DO GOVERNO Resolução do Conselho do Governo n.º 138/2015 de 15 de Setembro de 2015
PRESIDÊNCIA DO GOVERNO Resolução do Conselho do Governo n.º 138/2015 de 15 de Setembro de 2015 Considerando que o desenvolvimento de ações e medidas tendentes à formação e à educação do consumidor é concretizado,
ATIVO Explicativa 2012 2011 PASSIVO Explicativa 2012 2011
ASSOCIAÇÃO DIREITOS HUMANOS EM REDE QUADRO I - BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE DEZEMBRO (Em reais) Nota Nota ATIVO Explicativa PASSIVO Explicativa CIRCULANTE CIRCULANTE Caixa e equivalentes de caixa 4 3.363.799
Contabilidade Financeira II 2008/2009
Contabilidade Financeira II 2008/2009 Capital Próprio CAPITAL PRÓPRIO Conceitos Gerais Aplicação de resultados Valor nominal, contabilístico e de mercado Demonstração das Alterações do C.P. Aumentos de
(a) Propriedade detida por locatários que seja contabilizada como propriedade de investimento (ver NCRF 11 - Propriedades de Investimento);
NCRF 9 Locações Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base a Norma Internacional de Contabilidade IAS 17 - Locações, adoptada pelo texto original do Regulamento (CE) n.º 1126/2008 da
ANEXOS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS GOTE - SOCIEDADE DE MEDIAÇÃO DE SEGUROS, LDA
ANEXOS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS ANO : 2010 ÍNDICE 1 - Identificação da entidade 1.1 Dados de identificação 2 - Referencial contabilístico de preparação das demonstrações financeiras 2.1 Referencial
DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS E ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS
DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS E ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS (EM EUROS) Relatório Anual 2012 2 Relatório Anual 2012 3 Relatório Anual 2012 4 Relatório Anual 2012 5 Relatório
ÁREA DE FORMAÇÃO: CONTRAIR CRÉDITO CUSTO DO CRÉDITO
ÁREA DE FORMAÇÃO: CONTRAIR CRÉDITO CUSTO DO CRÉDITO Índice Componentes do custo do crédito Taxa de juro Comissões Despesas Seguros Medidas agregadas do custo do crédito: TAE e TAEG Taxas máximas no crédito
Regime geral dos trabalhadores por conta de outrem
Gastos e operações com o pessoal Os recursos humanos implicam gastos: Remunerações fixas e/ou variáveis recebidas pelos trabalhadores vinculados à empresa por contrato individual de trabalho; Remunerações
Efeito do Sistema de Normalização Contabilística
Efeito do Sistema de Normalização Contabilística - Enquadramento do SNC (Novo Sistema de Normalização Contabilística) - O papel do empresário neste processo - Justo valor Quais os efeitos nas empresas.
O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais,
RESOLUÇÃO CFC Nº. 1.137/08 Aprova a NBC T 16.10 Avaliação e Mensuração de Ativos e Passivos em Entidades do Setor Público. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e
Análise Financeira 2º semestre
ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA DE VISEU DEPARTAMENTO DE GESTÃO Análise Financeira 2º semestre Caderno de exercícios CAP II Luís Fernandes Rodrigues António Manuel F Almeida CAPITULO II 2011 2012 Página
CASA DO POVO DA ALAGOA. Demonstrações Financeiras e Anexo
CASA DO POVO DA ALAGOA Demonstrações Financeiras e Anexo em 31 de Dezembro de 2014 BALANÇO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2014 RUBRICAS ACTIVO Euros DATAS 31-12-2014 31-12-2013 Activo não corrente Activos fixos
TRATAMENTO FISCAL DE PARTILHA POR DIVÓRCIO
Antas da Cunha LAW FIRM TRATAMENTO FISCAL DE PARTILHA POR DIVÓRCIO I) MAIS-VALIAS A mais-valia consiste na diferença entre o valor de aquisição (que pode ser gratuita ou onerosa) e o valor de realização
SISTEMAS DE INCENTIVOS QREN INFORMAÇÃO PARA ACESSO À LINHA DE CRÉDITO INVESTE QREN
SISTEMAS DE INCENTIVOS QREN INFORMAÇÃO PARA ACESSO À LINHA DE CRÉDITO INVESTE QREN A. BENEFICIÁRIOS Entidades beneficiárias dos Sistemas de Incentivos do QREN (SI QREN) e entidades beneficiárias do Sistema
