REVISTA ELETRÔNICA ESTÁCIO SAÚDE - ISSN (on line)
|
|
|
- Glória Arruda Bonilha
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 REVISTA ELETRÔNICA ESTÁCIO SAÚDE - ISSN (on line) ESTUDO MORFO-FUNCIONAL DO COMPLEXO ARTICULAR DO JOELHO MORFOFUNCIONALES RODILLA COMPLEJO CONJUNTO MORPHO-FUNCTIONAL COMPLEX OF THE KNEE JOINT MARIA FERNANDA MARINHO DA SILVA 1 ; MYLANNE CARLA VIEIRA AMORIM GATO 2 ; JEYCE ADRIELLY ANDRÉ NOGUEIRA 3 ; CAMILA ALBUQUERQUE MELO DE CARVALHO 4 ; POLYANA CARMENCITA FARES ALMEIDA 5. (1) Graduanda em Fisioterapia. Integrante da Liga de Fisioterapia Respiratória e Terapia Intensiva da Universidade de Ciências Médicas de Alagoas. Faculdade Estácio de Alagoas, Brasil. [email protected]. (2) Graduanda em Fisioterapia. Presidente da Liga de Fisioterapia Neurológica da Faculdade Estácio de Alagoas. Bolsista PIBIC Faculdade Estácio de Alagoas, Brasil. [email protected]. (3) Graduanda em Fisioterapia. Bolsista PIBIC. Faculdade Estácio de Alagoas, Brasil. [email protected]. (4) Doutoranda pelo Departamento de Cirurgia e Anatomia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Docente e Coordenadora do Projeto de Extensão Anatomia Topográfica e Projeto de Extensão Ver para Crer: Anatomia para Todos, da Faculdade Estácio de Alagoas, Brasil. [email protected]. (5) Docente e Coordenadora do Projeto de Extensão Anatomia Topográfica E Projeto de Extensão Ver para Crer: Anatomia para Todos, da Faculdade Estácio de Alagoas, Brasil. [email protected]. RESUMO Objetivo: Identificar e descrever características das classificações funcional e morfológica do complexo articular do joelho, mostrando principais divergências entre os autores. Materiais e Métodos: A pesquisa bibliográfica refere-se a publicações em livros e artigos nos últimos 27 anos. Resultados: A literatura apresenta possibilidades de classificação da articulação como gínglimo, trocogínglimo e condiloidiana. É observado o movimento de flexão e extensão, rotação axial da tíbia em relação ao fêmur, adução e abdução. A relação com que estes movimentos foram estabelecidos influencia na sua classificação morfológica. Conclusão: São necessários estudos mais detalhados do complexo articular do joelho, a fim de unificar os critérios de identificação e classificação do complexo articular. RESUMEN Objetivo: Identificar y describir las características de las clasificaciones morfológicas y funcionales de la articulación de la rodilla complejo, mostrando grandes diferencias entre los autores. Materiales y Métodos: La literatura se refiere a las publicaciones en libros y artículos sobre los últimos 27 años. Resultados: La literatura muestra posibilidades para su clasificación como conjunto ginglymus, trocogínglimo y condiloidiana. Se observa el movimiento de flexión y extensión, rotación axial de la tibia con respecto al fémur aducción y abducción.. La relación que estos movimientos se establecieron las influencias de su clasificación morfológica. Conclusión: Se necesitan estudios más detallados de la articulación de la rodilla complejo con el fin de unificar criterios para la identificación y clasificación de la compleja articulación. ABSTRACT Objective: Identify and describe characteristics of functional and morphological classifications of complex knee joint, showing major differences between the authors. Materials and Methods: The literature refers to publications in books and articles in the last 27 years. Results: The literature provides opportunities for joint classification as ginglymus, and trocogínglimo condiloidiana. It is observed the movement of flexion and extension, axial rotation of the tibia relative to the femur adduction and abduction. The relationship with these movements were established influence in their morphological classification. Conclusion: You need more detailed studies of complex knee joint in order to unify criteria for the identification and classification of the joint complex. DESCRITORES: Morfologia. Articulação. Joelho. DESCRIPTORES: Morfología. Articulación. Rodilla. DESCRIPTORS: Morphology. Join. Knee. 61
2 INTRODUÇÃO O termo articulação deriva da palavra latina artículo, que significa união entre ossos. Morfologicamente, as articulações são descritas como a conexão existente entre duas partes rígidas, podendo ser osso ou cartilagem, e que produzem movimentos de graus variáveis de acordo com o tipo da articulação 1-2. De acordo com o grau de movimento e com o tecido que interpõe as articulações, podem ser divididas em três tipos: sinartroses (tecido fibroso), comum nos ossos do crânio; cartilaginosas (fibrocartilagem), representada pelos discos intervertebrais, sínfises, sincondroses; e sinoviais com a cápsula articular exibindo maior grau de liberdade de movimento. As articulações sinoviais possuem cápsula articular, que externamente é fibrosa e pode estar reforçada por ligamentos e, internamente apresenta a membrana sinovial, responsável pela produção do líquido sinovial que está presente no espaço articular, onde nutre a cartilagem articular e faz a lubrificação da articulação permitindo liberdade de movimento. O joelho possui dois meniscos (medial e lateral) que tornam a articulação mais congruente e auxiliam na redistribuição das forças que incidem nessa junção 1-3. As articulações sinoviais são classificadas basicamente em seis tipos. Articulações planas como o nome diz, as superfícies articulares são planas ou pouco curvas, permitindo apenas um pequeno deslizamento de uma superfície sobre a outra; exemplo: acromiocravicular. Articulação trocoide: superfície semelhante à um pivô articulando-se com uma superfície em forma de circulo. Permite somente rotação em torno de um eixo, monoaxial. Um exemplo: radioulnar proximal. A articulação condilar possui uma superfície articular ovoide ou condilar é recebida em uma cavidade elíptica. Exemplo: articulação radio-cárpica. Articulação Selar é uma articulação em forma de sela, ou seja, com uma superfície côncava e outra convexa. Uma articulação característica é a carpometacárpica. Articulação esferóide possui superfícies articulares em forma de esfera, são exemplos a articulação glenoumeral e coxofemoral. É a que possui maior grau de movimento 1,4-5. O complexo articular do joelho é constituído por três ossos: fêmur, tíbia e patela, formam as articulações tíbio-femoral, patelo-femoral, e tibiofibular proximal, sendo referida na literatura como não participante dessa articulação, por atuar funcionalmente na articulação do tornozelo 2-3,6-7. Nesta articulação acontece um reforço ligamentar, principalmente através dos ligamentos colaterais tibial e fibular (LCT e LCF), ligamentos cruzado anterior e posterior (LCA e LCP), e ligamentos capsulares, já que esta articulação, biomecanicamente falando, é fraca, devido a anatomia das suas superfícies articulares 8. A estabilização é reforçada pelos meniscos medial e lateral e pelo músculo quadríceps, principalmente o vasto medial obliquo (VMO) e vasto lateral (VL) e isquiotibiais 9. Todos os ligamentos estão tensionados na extensão total do joelho, sendo esta a sua posição de bloqueio (closedpack) e de maior estabilidade 10. O fêmur possui dois côndilos (medial e lateral) arredondados posteriormente e aplanados posteriormente, revestidos por cartilagem hialina, se articulam com a tíbia, já 62 Revista Eletrônica Estácio Saúde - Volume 2, Número 2, 2013.
3 REVISTA ELETRÔNICA ESTÁCIO SAÚDE - ISSN (on line) a superfície articular com a patela formam uma vala em V, ajudando a manter a patela centralizada na superfície patelar do fêmur durante os movimentos normais do joelho 9,11. A tíbia é osso medial da perna e é o único que possui contato direto com o fêmur na articulação do joelho; possui dois côndilos, transversalmente maiores que sua diáfise; no seu platô onde articula com o fêmur, localizam-se áreas de inserção dos ligamentos cruzados e dos meniscos, importantes estabilizadores estáticos da articulação 11. O fêmur possui um eixo anatômico longitudinal oblíquo, enquanto que o da tíbia é vertical, assim o fêmur se inclina obliquamente sobre a tíbia, formando um ângulo de seis graus com o eixo mecânico dos membros inferiores 2,10. A patela é o maior osso sesamoide do corpo, está imersa no tendão do quadríceps e tem sua superfície posterior recoberta por cartilagem hialina. Articula-se com a face patelar do fêmur, é o ponto onde convergem os ligamentos, músculos, tendões e cápsula articular; o ponto de contato da patela com o fêmur se altera durante o movimento de flexoextensão. O maior responsável pela estabilização patelar é o músculo quadríceps femoral 9,12. A articulação do joelho é de certo, uma articulação sinovial, porém quanto ao tipo, surgem algumas dúvidas, a literatura mostra-se confusa ao classificá-la. Alguns autores a consideram como gínglimo 4,13-14, gínglimo com componente rotacional 8, outros como trocogínglimo 13,15 e ainda como condiloidiana dupla Ainda, quando se refere á articulação femoropatelar é visto que ela é classificada como sinovial plana, por permitir apenas o deslizamento 14. Sabe-se que. é uma das mais completas e complexas articulações do corpo humano e permite movimentação de flexo-extensão e rotação axial, sendo por isso classificada como biaxial em algumas obras 6, O complexo articular do joelho está exposto à constante ação de forças do corpo, portanto é essencial a observação da relação entre sua anatomia óssea, a atividade dos ligamentos que realizam a estabilização estática e os músculos com a estabilização dinâmica 4,14,18. Devido aos impasses da classificação, este artigo busca fazer uma revisão de literatura com o intuito de abordar as diferenças nas classificações do complexo do joelho. METOLOGIA Foi realizada uma revisão de literatura não sistemática na base de dados SciElo, com as palavras-chaves: Articulação do joelho, Biomecânica do joelho, Osteocinemática e artrocinemática do joelho, Anatomia do joelho, Articulação femoropatelar, e Articulação patelofemoral. Também foram feitas pesquisas em livros de Anatomia, Biomecânica e Cinesiologia, publicados nos últimos 27 anos. RESULTADOS E DISCUSSÃO Palastanga, Field e Soames 14 afirmam que o complexo articular do joelho é formado pela tíbia e fêmur e patela, que possui um certo grau de participação na movimentação. Severino et al. 20 dizem que na flexão acontece rotação medial da tíbia, enquanto o fêmur, em uma amplitude de movimento de 15º a 20º faz rolamento sobre a 63
4 tíbia; seguindo até os 90º é notado os movimentos de rolamento e deslizamento do fêmur sobre a tíbia; se o grau de flexão aumentar acontece somente rolamento; na volta à extensão acontece rotação medial da perna até 0º. Através de uma análise desse complexo, também se observa estruturas importantes para sustentação estática: os ligamentos. Os ligamentos colaterais, por exemplo, tem a função de evitar a inclinação excessiva do joelho, ou seja, as forças em valgo e varo. Com o joelho estendidos eles estão sob tensão, e com os joelhos flexionados, relaxados. Considerando este fato, na realização dos movimentos laterais, como girar lateralmente isto será feito com o joelho flexionado, até que os ligamentos colaterais voltem a estar sob tensão 15. Dentre as várias funções do complexo articular do joelho, o auxílio do suporte de peso corporal é de extrema importância, principalmente durante atividades estáticas e dinâmicas. Há divergências em relação ao número de ossos incluídos e do número articulações existentes no complexo do joelho, além da classificação morfológica, e movimentação 16. Quanto à estabilidade do complexo, Castro e Vieira 2 consideram a articulação com certo grau de estabilidade, enquanto Soares et al. 8 se referem como pouco estável devido às suas superfícies articulares, ficando dependente dos ligamentos para estabilizarse. Possivelmente, a conclusão do primeiro refira-se durante o movimento de extensão onde todos os ligamentos estão tensionados, favorecendo a estabilização. Para Smith, Weiss e Lehmkeil 4, a articulação do joelho é composta por duas articulações a femoropatelar e femorotibial. Weineck 18 afirma que complexo do joelho é do ponto de vista funcional, de uma articulação do tipo trocogínglimo (trocoide) e possui características semelhantes com a articulação do cotovelo, porém, divide em duas, pois segundo o autor, a articulação do complexo do joelho ocorre apenas pela união de dois ossos, o que diferencia do cotovelo, onde na mesma observa-se a articulação de três ossos. Miranda 17 e Palastanga, Field e Soames 14 definem duas articulações femorotibiais e uma femoropatelar. Sendo que o primeiro afirma que as duas femorotibiais classificadas como sinovial condilartrose dupla, que pode ser considerada como dobradiça e, a articulação femoropatelar como sinovial plana. Os autores supracitados afirmam também que em algum estágio da evolução humana, as três articulações eram completamente separadas devido à disposição da membrana sinovial. Porém, no Homo Sapiens não são separadas, mas unidas por aberturas restritas formando uma única e grande cavidade articular. Moore 13 acredita que este complexo é do tipo gínglimo; Palastanga, Field e Soames 14 descrevem que o complexo do joelho é em dobradiça bicondiliana sinovial. Norkin e Levangie 16 afirmam que a articulação tibiofemoral é do tipo condiloidiana dupla (definida pelas superfícies articulares interna e externa), Wirhed 15 refere-se à articulação do joelho como sendo uma combinação de gínglimo e trocoide. Para Smith, Weiss e Lehmkeil 4 a articulação do joelho é exclusivamente uma articulação em dobradiça. Quanto aos movimentos articulares, a literatura pesquisada mostra que algumas divergências entre autores acerca dos 64 Revista Eletrônica Estácio Saúde - Volume 2, Número 2, 2013.
5 REVISTA ELETRÔNICA ESTÁCIO SAÚDE - ISSN (on line) movimentos que podem ser realizados pela mesma. Segundo Boone e Azen 21, Weineck 18, Smith, Weiss e Lehmkeil 4 e Miranda 17, a articulação do joelho (articulação femoropatelar e femorotibial) é uma articulação que realiza movimentos de flexão, extensão e rotação axial. Norkin e Levangie 16 e Palastanga, Field e Soames 14 consideram os movimentos de flexão e extensão como principais movimentos desta articulação, denominando-se primários. Afirma ainda que esta articulação possui alguns movimentos laterais, porém, em graus moderados tais como deslocamento tibial e fibular. Os mesmos autores completam que estes movimentos tibiais dependem na posição que encontra-se esta articulação. Assim, ao classificar a articulação como trocoide, visto ser uniaxial só poderia realizar os movimentos em um eixo, nesse caso, transversal (flexão/ extensão), porém é notável na literatura que é realizado rotação axial no eixo longitudinal, sendo por isso classificada como biaxial, e ainda é conhecido certo grau de adução e abdução dessa articulação. CONSIDERAÇÕES FINAIS No estudo do complexo articular do joelho, nota-se que os autores possuem descrições diferentes, quanto ao número de articulações, ao tipo de movimento e à classificação morfológica. Tais divergências acima citadas demonstram a importância de pesquisas principalmente cinesiológicas mais detalhadas em relação a este complexo articular.. REFERÊNCIAS 1. Gardner E; Gray DJ; O Rahilly, R. Anatomia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 4.ed Castro DM; Viera LCR. Joelho: revisão de aspectos pertinentes à Fisioterapia Pós-graduação em Reabilitação em Ortopedia e Traumatologia com ênfase em terapia manual Faculdade Ávila. pedia/20.pdf. Acesso em 13 de fev. de Rubinstein E; Cardoso MA. Sistema articular. Departamento de Morfologia do Instituto de Ciências Biológicas da Universidade Federal de Minas Gerais, articular.htm. Acesso em 09 de fev. de Smith LK; Weiss EL; Lehmkul LD. Cinesiologia Clínica de Brunnstrom. São Paulo: Manole. 5.ed Tortora GJ; Grabowski SR. Corpo Humano Fundamentos de Anatomia e Fisiologia. Porto Alegre: Artmed. 6.ed Toledo JD. Classificação da articulação do joelho na visão de anatomistas e cinesiologistas. In: anais do XXV Congresso Brasileiro de Anatomia Salvador- Bahia. papers/pdf/777. Acesso em 13 de fev. de Pereira WS; Souza ALV. Benefícios da Cadeia Cinética Fechada na Reabilitação de Pacientes com Lesão do Ligamento Cruzado Anterior. Corpus et Scientia v. 8, n. 1, p.60-66, jun., rpusetscientia/article/view/8/14. Acesso em 13 de fev. de Soares M; Marques RL; Frazão RS; Assis T. Intervenção Fisioterapêutica no Pós- Operatório de Lesões do Ligamento Cruzado Anterior. TEMA - Revista Eletrônica de Ciênciasv. 11, n. 16 (2011), Campina Grande. tatema/article/view/81/90. Acesso em 12 de fev. de Nobre TL. Comparação dos exercícios em Cadeia Cinética Aberta e Fechada Cadeia Cinética na Reabilitação da Disfunção femoropatelar. Fisioter. mov.(impr.) [online]. 2011, vol.24, n.1, pp f. Acesso em 13 de fev. de
6 10. Mendes LN. Biomecânica do Joelho iomecanica-do-joelho.html. Acesso em 09 de fev. 11. Mitchell AWM; VOGL W; DRAKE RL. Gray ś Anatomia Para Estudantes. Membro inferior. Elsevier Brasil, D13fEC&pg=PA514&lpg=PA514&dq=c%C3% B4ndilo+e+faceta&source=bl&ots=LAxn0VhbY A&sig=SXoQoCKBaTRltM6AerAd9eJ28Zw&hl =pt- BR&sa=X&ei=4vYZUZmAHMjF0QGhhoHgCg &ved=0cgaq6aewbw#v=onepage&q=c%c3 %B4ndilo%20e%20faceta&f=false. Acesso em 13 de fev. de Calderon KA; Inhoti PA; Bertolini SMMG. Anatomia da Patela de Esqueletos Humanos. Revista Saúde e Pesquisa, v. 5, n. 1, p , jan./abr ISSN ex.php/saudpesq/article/viewfile/2239/1559. Acesso em 13 de fev. de Moores KL. Anatomia Orientada para a clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 3.ed., Palastanga N; Field D; Soames R. Anatomia e movimento humano: estrutura e função. São Paulo: Manole, 1.ed Wirhed R. Atlas de Anatomia do movimento. São Paulo: Manole Norkin CC; Levangie PK. Articulações Estrutura e Funções: Uma abordagem prática e Abrangente. Rio de Janeiro: Revinter. 2.ed., Miranda E. Bases de anatomia e Cinesiologia. Rio de Janeiro: Sprint, 2.ed., Weineck J. Anatomia Aplicada ao Esporte. São Paulo: Manole, Rohen JW; Yokochi C. Anatomia humana - Atlas fotográfico de anatomia. 3.ed. São Paulo: Manole, Severino NR; Cury RPL; Oliveira VM; Camargo OPA; Aihara T. Afecções do Joelho. In: Ortopedia Geral. Cap. 13, pág. 145, ub28.pdf. Acesso em 26 de fev. de Boone DC; Azen SP. Normal range of motion of joints in male subjects. J.Bone Joint Surg. Am., 61: 756, Acesso em 13 de fev Revista Eletrônica Estácio Saúde - Volume 2, Número 2, 2013.
ARTROLOGIA. Prof.: Gustavo Martins Pires
ARTROLOGIA Prof.: Gustavo Martins Pires CONCEITO CONCEITO Os ossos se unem para constituir o esqueleto, e essa união tem a finalidade exclusiva de colocar os ossos em contato, mas também a de permitir
ANATOMIA HUMANA. Faculdade Anísio Teixeira Prof. João Ronaldo Tavares de Vasconcellos Neto
ANATOMIA HUMANA Faculdade Anísio Teixeira Prof. João Ronaldo Tavares de Vasconcellos Neto Os ossos se unem uns aos outros para constituir o esqueleto; Permitem a mobilidade Permitem a união entre os ossos
Tema C NOÇÕES GERAIS SOBRE ARTICULAÇÕES
1 Noções e tipos de articulações 1.1 Imóveis 1.2 Semimóveis 1.3 - Móveis Tema C NOÇÕES GERAIS SOBRE ARTICULAÇÕES 2 Constituintes articulares típicos das articulações móveis 2.1 Superfícies articulares
Cinesiologia. Cinesio = movimento Logia = estudo. Cinesiologia = estudo do movimento
Cinesiologia Cinesio = movimento Logia = estudo Cinesiologia = estudo do movimento Cinesiologia Movimento: mudança de local, posição ou postura com relação a algum ponto do ambiente. Estudo do movimento
DINÂMICA DE GRUPO. Exercícios de fixação
DINÂMICA DE GRUPO Exercícios de fixação COMO AS ARTICULAÇÕES PODEM SER DIVIDIDAS? a) Fibrosas, suturas e cartilaginosas. b) Fibrosas, Cartilaginosas e Sinoviais. c) Anfiartrose, Diartrose e Sincondrose.
ANATOMIA DESCRITIVA ANIMAL I PERÍODO 2010/1
ANATOMIA DESCRITIVA ANIMAL I PERÍODO 2010/1 VICENTE DE PAULA FERNANDES NETO MÉDICO VETERINÁRIO ÁREAS DE ATUAÇÃO: FISIOLOGIA REPRODUÇÃO ANIMAL MESTRANDO PELO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA ANIMAL/CCA/UFPI
Universidade Federal do Pampa Campus Itaqui Curso de Nutrição Anatomia Humana. Sistema esquelético. Profa. Dra. Silvana Boeira
Universidade Federal do Pampa Campus Itaqui Curso de Nutrição Anatomia Humana Sistema esquelético Profa. Dra. Silvana Boeira É composto por ossos e (articulações). É constituído por um total de 206 ossos.
Generalidades sobre as Articulações
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Instituto de Ciências Biomédicas Departamento de Anatomia Generalidades sobre as Articulações Profa. Elen H. Miyabara [email protected] ESTUDO DAS ARTICULAÇÕES ARTROLOGIA ARTHROS =
Fibrosa - escamosa. Sindesmose. Sínfise Púbica
Articulações Articulações Definição: O local onde dois ou mais ossos se encontram, existindo ou não movimento é chamado Articulação. Prof. Me. Altair Pereira Júnior Articulações A A união entre os ossos
AVALIAÇÃO DO JOELHO. Articulação Tibiofibular Superior: É uma articulação sinovial plana entre a tíbia e a cabeça da fíbula.
AVALIAÇÃO DO JOELHO 1. Anatomia Aplicada: Articulação Tibiofemoral: É uma articulação em dobradiça modificada que possui 2 graus de liberdade; Posição de repouso: 25 de flexão; Posição de aproximação máxima:
10/17/2011. Conhecimento Técnico. Construir Argumentos
Conhecimento Técnico Construir Argumentos 1 Manhã (9:00 12:00) 04/10 (terça-feira) Principais 05/10 Lesões das 06/10 (quarta-feira) Modalidades Esportivas (quinta-feira) (Corrida e Futebol) Ms Andrea Bloco
Biomecânica do. Complexo Articular do Joelho 08/08/2016. COMPLEXO ARTICULAR do JOELHO. Isabel Sacco
Biomecânica do Complexo Articular do Joelho Isabel Sacco COMPLEXO ARTICULAR do JOELHO Atividades Vida Diária Atividade Física Atividades Esportivas Reabilitação Complexo Articular do Joelho Femorotibial
M ART R ICU IC L U AR
SISTEMA ARTICULAR PROFESSOR RODRIGO FREITAS 1 SISTEMA ARTICULAR FUNÇÕES MOVIMENTO FIXAÇÃO (ENCAIXE) CRESCIMENTO CONCEITO DE ARTICULAÇÃO É a conexão existente entre quaisquer partes rígidas do esqueleto,
Generalidades das Articulações
Generalidades das Articulações Profa. Katiúcia B. S. Paiva [email protected] ARTROLOGIA artro = articulação; - logia = estudo do CINESIOLOGIA cinesi(o) = movimento; - logia = estudo do ESQUELETO Sistema
AVALIAÇÃO DO JOELHO. Clique para adicionar texto
AVALIAÇÃO DO JOELHO Clique para adicionar texto ANATOMIA PALPATÓRIA Fêmur Côndilos femurais ( Medial e Lateral ) Sulco Troclear ou Fossa Intercondiliana Epicôndilos femurais ( Medial e Lateral ) Tíbia
1 ARTICULAÇÕES FIBROSAS (SINARTROSES) OU IMÓVEIS; 2 ARTICULAÇÕES CARTILAGÍNEAS (ANFIARTROSES) OU COM MOVIMENTOS LIMITADOS;
1 ARTICULAÇÕES FIBROSAS (SINARTROSES) OU IMÓVEIS; 2 ARTICULAÇÕES CARTILAGÍNEAS (ANFIARTROSES) OU COM MOVIMENTOS LIMITADOS; 3 ARTICULAÇÕES SINOVIAIS (DIARTROSES) OU ARTICULAÇÕES DE MOVIMENTOS AMPLOS. AS
Definição de Articulação
Generalidad es sobre Introdução Definição de Articulação Conceito Articulação ou Juntura Conexão entre quaisquer partes rígidas do esqueleto ARTICULAÇÃO (latim) / ARTRO (grego) Variam em estrutura e disposição
JOELHO INTRODUÇÃO ESTRUTURA ÓSSEA ESTRUTURA ÓSSEA ESTRUTURA ÓSSEA ESTRUTURA ÓSSEA 28/08/2015. Mais complexa articulação do corpo
INTRODUÇÃO Mais complexa articulação do corpo JOELHO PROF. DR. Wouber Hérickson de B. Vieira DEPARTAMENTO DE FISIOTERAPIA - UFRN [email protected] Local mais comum de lesões desportivas Resiste
Anatomia de superfície e palpatória da coxa e joelho
2010 Anatomia de superfície e palpatória da coxa e joelho http://www.imagingonline.com.br/ Esse capítulo descreve a anatomia de superfície e procedimentos palpatórios simples para a coxa e articulação
ARTICULAÇÕES. Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior
ARTICULAÇÕES Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior ARTICULAÇÕES Articulação Local de conexão entre dois ossos (ou osso e cartilagem) podem aparecer juntos Artrologia = estudo da articulações Funções
Osteologia e Artrologia. Tema F Descrição e caraterização funcional do sistema ósseo e articular do membro inferior.
Tema F Descrição e caraterização funcional do 1 Cintura pélvica; 2 Bacia 3 Articulação coxo-femural e seu funcionamento nos movimentos da coxa. 4 Complexo articular do joelho e seu funcionamento nos movimentos
Características Gerais. Anatomia do Joelho INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO MOVIMENTOS. Curso Reabilitação nas Lesões do Joelho
INTRODUÇÃO Anatomia do Joelho Marcelo Marques Soares Prof. Didi Jonas Wecker Douglas Lenz O complexo do joelho localiza-se na transição entre a coxa e a perna e é considerado a mais complexa articulação
Articulações fibrosas
CAPÍTULO 4: SINDESMOLOGIA (ARTROLOGIA) Uma articulação ou juntura é formada pela união de dois ou mais ossos ou cartilagens por outro tecido. O osso é a parte fundamental da maioria das articulações; em
08/08/2016 CINESIOLOGIA E BIOMECÂNICA DOS SEGMENTOS ARTICULARES DO MEMBRO INFERIOR COMPONENTES DO COMPLEXO DO QUADRIL
CINESIOLOGIA E BIOMECÂNICA DOS SEGMENTOS ARTICULARES DO MEMBRO INFERIOR COMPONENTES DO COMPLEXO DO QUADRIL PELVE (isquio, ilio, pubis) FÊMUR 1 COMPLEXO DO QUADRIL ARTICULAÇÃO SINOVIAL, TIPO ESFERÓIDE 3
Total de páginas: 06 1
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 Articulações Articulação é um ponto de contato entre: Ossos Cartilagens e Ossos Dente e Ossos Espectro entre força e flexibilidade Fortes e imóveis Fracas e muito flexíveis Quanto
Médico Cirurgia de Joelho
Caderno de Questões Prova Objetiva Médico Cirurgia de Joelho SRH Superintendência de Recursos Humanos DESEN Departamento de Seleção e Desenvolvimento de Pessoal 01 Na semiologia da lesão meniscal medial
18/03/2014 ARTICULAÇÃO. Funções: Movimentos Manutenção da Postura Proteção dos Órgãos Crescimento dos Ossos Longos Amortecedor. O que é Articulação???
O que é Articulação??? ARTICULAÇÃO É o conjunto dos elementos que promovem a união de dois ou mais ossos, com a finalidade de permitir maior ou menor possibilidade de movimento, entre os segmentos articulados
Conceitos Gerais de Osteologia, Artrologia e Miologia.
Conceitos Gerais de Osteologia, Artrologia e Miologia 1 Conceitos Gerais de Osteologia, Artrologia e Miologia. 1 - Formação do Aparelho Locomotor: a) Sistema Esquelético parte passiva Ossos, cartilagens,
Exame do Joelho. -A maior das junturas sinoviais do corpo humano, bem como uma das mais complexas e discutidas.
Exame do Joelho Joelho -A maior das junturas sinoviais do corpo humano, bem como uma das mais complexas e discutidas. - Principais movimentos: flexão e extensão, além de rotação (em peq. ADM). 1 Anatomia
Anatomia Humana Módulo 02 Conceitos Gerais do Sistema Osteomioarticular
Anatomia Humana 1 Profª Fabíola Claudia Henrique da Costa Parte 01 Osteologia Partedaanatomiaque estuda o esqueleto, o qual é constituído por ossos e cartilagens. 1 Axial Ossos da cabeça, pescoço e tronco
OMBRO. Sistema Articular - Articulações Sinoviais (Diartroses)
OMBRO Sistema Articular - Articulações Sinoviais (Diartroses) O ombro é formado por três articulações: Esternoclavicular (Plana ou selar) Acromioclavicular (Plana) Glenoumeral (Esferóide) Alguns autores
TERAPIA MANUAL APLICADA AO TRATAMENTO DAS DISFUNÇÕES DAS EXTREMIDADES INFERIORES
TERAPIA MANUAL APLICADA AO TRATAMENTO DAS DISFUNÇÕES DAS EXTREMIDADES INFERIORES A articulação do quadril é composta pelo acetábulo (côncavo) e a cabeça do fêmur (convexa). Repouso articular: 30º flex,
Profa. Roberta Paresque Anatomia Humana - CEUNES/UFES
Sistema Articular Profa. Roberta Paresque Anatomia Humana - CEUNES/UFES Articulações ou junturas Local de união ou junção entre dois ou mais componentes rígidos (ossos, cartilagens ou partes do mesmo osso).
Roteiro de Aula - Artrologia
Roteiro de Aula - Artrologia O que é uma Articulação? Articulação ou "juntura" é a conexão entre duas ou mais peças esqueléticas (ossos ou cartilagens) Essas uniões colocam as pecas do esqueleto em contato,
Dr. Ricardo Anatomia dos membros inferiores junho site recomendado para estudar anatomia KENHUB
WWW.cedav.com.br Dr. Ricardo Anatomia dos membros inferiores junho 2017 site recomendado para estudar anatomia KENHUB Ossos da bacia Sacro Ilíacos Crista ilíaca Espinhas ilíacas anteriores Ísquios Espinhas
PROGRAMA DE INTEGRAÇÃO E EDUCAÇÃO CONTINUADA ORTOCURSO JOELHO CURSO PREPARATÓRIO PARA O TEOT 30 de Abril de 2016
PROGRAMA DE INTEGRAÇÃO E EDUCAÇÃO CONTINUADA ORTOCURSO JOELHO CURSO PREPARATÓRIO PARA O TEOT 30 de Abril de 2016 NOME: HOSPITAL: ( ) R1 ( ) R2 ( ) R3 ( ) R4 ( ) Não Residentes 1) Na fratura supracondiliana
PROGRAMA DE INTEGRAÇÃO E EDUCAÇÃO CONTINUADA ORTOCURSO JOELHO CURSO PREPARATÓRIO PARA O TEOT 30 de Abril de 2016
PROGRAMA DE INTEGRAÇÃO E EDUCAÇÃO CONTINUADA ORTOCURSO JOELHO CURSO PREPARATÓRIO PARA O TEOT 30 de Abril de 2016 NOME: HOSPITAL: ( ) R1 ( ) R2 ( ) R3 ( ) R4 ( ) Não Residentes 1) Na fratura da patela,
OSTEOLOGIA. Osteon osso Logus estudo
OSTEOLOGIA Osteon osso Logus estudo Osso Estruturas rígidas e esbranquiçadas que participam da formação do esqueleto Esqueleto Conjunto de ossos e tecido cartilaginoso unidos entre si que dão conformação
Prof André Montillo
Prof André Montillo www.montillo.com.br Ossificação Endocondral O Tecido ósseo é o único que no final de sua cicatrização originará tecido ósseo verdadeiro e não fibrose como os demais tecidos Tecido Ósseo
ENFERMAGEM ANATOMIA. SISTEMA MÚSCULO ESQUELÉTICO Aula 4. Profª. Tatiane da Silva Campos
ENFERMAGEM ANATOMIA SISTEMA MÚSCULO ESQUELÉTICO Aula 4 Profª. Tatiane da Silva Campos Ossos do pé mantêm-se unidos por meio de fortes ligamentos que lhe permitem sustentar o peso corporal e funcionar como
É importante compreender a biomecânica do joelho (fêmoro tibial e patelo femoral ao prescrever exercícios para o joelho em um programa de
É importante compreender a biomecânica do joelho (fêmoro tibial e patelo femoral ao prescrever exercícios para o joelho em um programa de reabilitação, seja qual for o diagnóstico Fêmur Tíbia Fíbula Patela
ANATOMIA DO JOELHO. ESTRUTURAS IMPORTANTES - Ossos e articulações - Ligamentos e tendões
ANATOMIA DO JOELHO INTRODUÇÃO Para uma melhor compreensão de como os problemas ocorrem é importante algum conhecimento da anatomia da articulação do joelho e como as partes se relacionam para manter uma
Lesões Traumáticas dos Membros Inferiores
Prof André Montillo Lesões Traumáticas dos Membros Inferiores Lesões do Joelho: Lesões Ósseas: Fratura Distal do Fêmur Fratura da Patela Fratura Proximal da Tíbia: Platô Tibial Anatomia: Lesões Traumáticas
Ligamento Cruzado Posterior
O joelho é estabilizado por quatro ligamentos principais: 2 ligamentos colaterais (medial e lateral) e 2 ligamentos cruzados - anterior (frente) e posterior (costas). Os ligamentos cruzados originam-se
Anatomia do joelho. Introdução
Introdução Didaticamente o joelho é dividido em duas articulações distintas: uma entre o fêmur e a tíbia chamada de fêmoro-tibial (AFT) e outra entre o F6emur e a patela denominada fêmoro-patelar. É a
ASPECTOS BIOMECÂNICOS APLICADOS AO TREINAMENTO DE FORÇA. Professor Marcio Gomes
ASPECTOS BIOMECÂNICOS APLICADOS AO TREINAMENTO DE FORÇA ANATOMIA HUMANA O conhecimento da Anatomia é de fundamental importância na hora de prescrever o exercício... Ossos e músculos; Tipos de articulações;
MÚSCULOS DO QUADRIL. Glúteo Máximo (Maior) Músculos dos Membros Inferiores. Inervação: Ação: Músculos do Quadril T12 L1 PLEXO LOMBAR.
Músculos dos Membros Inferiores Marcelo Marques Soares Prof.Didi PLEXO LOMBAR T12 L1 MÚSCULOS DO QUADRIL L2 L3 L4 L5 Glúteo Máximo Glúteo Médio Glúteo Mínimo Piriforme Gêmeo Superior Interno Gêmeo Inferior
Biomecânica aplicada ao esporte. Biomecânica aplicada ao esporte SÍNDROME PATELOFEMORAL
SÍNDROME PATELOFEMORAL A Síndrome da Dor Fêmoropatelar (SDFP) é ocasionada por um desequilíbrio biomecânico, que atinge a articulação do joelho, mais especificamente a articulação entre o fêmur e a patela.
Lesões Traumáticas do Membro Superior. Lesões do Ombro e Braço Lesões do Cotovelo e Antebraço Lesões do Punho e Mão
André Montillo UVA Lesões Traumáticas do Membro Superior Lesões do Ombro e Braço Lesões do Cotovelo e Antebraço Lesões do Punho e Mão Fratura Distal do Úmero Fratura da Cabeça do Rádio Fratura do Olecrâneo
Ortopedia e Traumatologia Soluções inovadoras para Joelho
Ortopedia e Traumatologia Soluções inovadoras para Joelho NexGen LPS, CR, LPS Flex y LCCK Osteoartrose Grupo de enfermidades que têm diferentes etiologias, porém similar biologia, morfologia e quadro clínico.
Roteiro da Aula Prática - Generalidades sobre Ossos, Articulações e Músculos
BMA129 Anatomia do Aparelho Locomotor/Curso: Educação Física Departamento de Anatomia Instituto de Ciências Biomédicas Universidade de São Paulo Roteiro da Aula Prática - Generalidades sobre Ossos, Articulações
EMENTA E CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Credenciada pela Portaria Ministerial n o 4065 de 31/12/02
CURSO: EDUCAÇÃO FÍSICA SÉRIE: 2º Semestre DISCIPLINA: ANATOMIA TURNO: Noturno CARGA HORÁRIA SEMANAL: 3,0 horas/aula CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 60 horas PROFESSOR JOSÉ MUSSE COSTA LIMA JEREISSATI EMENTA A
COLUNA: SEGMENTO TORÁCICO
COLUNA: SEGMENTO TORÁCICO Ft. Ms. Adriana de Sousa do Espírito Santo ANATOMIA 12 vértebras. 1a. e 2a. São de transição. O corpo possui o d ântero-posterior e transversal iguais e apresenta semifacetas
A influência da cadeia visceral nos membros inferiores
A influência da cadeia visceral nos membros inferiores As diferenças longitudinais e arquitetónicas dos membros inferiores dependem das compensações das cadeias musculares (Busquet, L. 2012). Torna se
ANATOMIA. SISTEMA MÚSCULO ESQUELÉTICO Aula 3. Profª. Tatianeda Silva Campos
ANATOMIA SISTEMA MÚSCULO ESQUELÉTICO Aula 3 Profª. Tatianeda Silva Campos Ossos da coluna vertebral coluna vertebral = eixo do esqueleto e sustentação do corpo. É formada pela superposição de 33 vértebras:
Pós Graduação em. Exercício e lesões do Joelho. Prof. Dr. Rafael Cusatis Neto
Pós Graduação em Exercício e lesões do Joelho Prof. Dr. Rafael Cusatis Neto 1 Articulação intermédia dos MMII Trabalha em compressão pela ação da gravidade Possui principalmente 01 grau de liberdade e,
ANÁLISE DA BIOMECÂNICA DO AGACHAMENTO LIVRE COM BARRA NA MUSCULAÇÃO
34 ANÁLISE DA BIOMECÂNICA DO AGACHAMENTO LIVRE COM BARRA NA MUSCULAÇÃO Juceli Oliveira da Silva Marciano Graduando em Bacharelado em Educação Física na Universidade de Mogi das Cruzes ([email protected]
CINESIOTERAPIA E KINESIO TAPING NO TRATAMENTO DE PACIENTE PÓS- OPERATÓRIO COM LESÃO DE LCA: ESTUDO DE CASO
CINESIOTERAPIA E KINESIO TAPING NO TRATAMENTO DE PACIENTE PÓS- OPERATÓRIO COM LESÃO DE LCA: ESTUDO DE CASO JOAQUIM, L.A.; PRZYBYSZ, C.H. RESUMO O joelho é uma articulação sinovial composta por vários ligamentos,
MEMBRO INFERIOR - Anatomia Funcional Faculdade de Motricidade Humana ANATOMOFISIOLOGIA I 2008/2009 Prof. RAUL OLIVEIRA
MEMBRO INFERIOR - Anatomia Funcional Faculdade de Motricidade Humana ANATOMOFISIOLOGIA I 2008/2009 Prof. RAUL OLIVEIRA Bacia Ligação coluna vertebral Suporte de Peso Transmissão do Peso Membro Inferior
ASPECTOS BIOMECÂNICOS APLICADOS AO TREINAMENTO DE FORÇA. Professor Marcio Gomes
ASPECTOS BIOMECÂNICOS APLICADOS AO TREINAMENTO DE FORÇA O homem que se esvazia do orgulho, dá espaço ao conhecimento. ANATOMIA HUMANA O conhecimento da Anatomia é de fundamental importância na hora de
APLICABILIDADE DE UM PROTOCOLO FISIOTERÁPICO NO PÓS- OPERATÓRIO DE LIGAMENTO CRUZADO ANTERIOR RESUMO
APLICABILIDADE DE UM PROTOCOLO FISIOTERÁPICO NO PÓS- OPERATÓRIO DE LIGAMENTO CRUZADO ANTERIOR Weverthon Soares 1 ; Walace Érick de Medeiros Moura 2 ; Júlio Corrêa Campos 2 ; Júlio Marco Soutelino Costa
Roteiro de Aula Prática Femoropatelar
Roteiro de Aula Prática Femoropatelar Disciplina de Fisioterapia Aplicada à Ortopedia e Traumatologia Docente: Profa. Dra. Débora Bevilaqua-Grossi 1) Palpação de estruturas Responsáveis: Marcelo Camargo
Ossos da Perna Vista Anterior
TORNOZELO Ossos da Perna Vista Anterior FÍBULA TÍBIA MALÉOLO LATERAL MALÉOLO MEDIAL Ossos do Pé Vista Lateral TÁLUS CALCÂNEO NAVICULAR CUBÓIDE TARSO METATARSO FALANGES Ossos do Pé Vista Dorsal FALANGES
Avaliação Fisioterapêutica do Joelho Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional
Avaliação Fisioterapêutica do Joelho Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional Profa. Dra. Sílvia Maria Amado João 1. Anatomia Aplicada Articulação Tibiofemoral: É uma articulação
Cotovelo - Antebraço. Cotovelo - Antebraço Cinesiologia. Renato Almeida
Cotovelo - Antebraço Questão de Concurso Treinando... (EBSERH) Ligamento é um feixe de tecido fibroso, formado por tecido conjuntivo denso modelado. A principal função dos ligamentos é prevenir movimentos
s.com.br Prof. Ms. José Góes Página 1
1 O Ombro é uma articulação de bastante importância para todos nós, visto que para fazermos até as atividades mais simples, como escovar os dentes e dirigir, precisamos dele. Devido a esta característica,
ANATOMIA RADIOLÓGICA DOS MMII. Prof.: Gustavo Martins Pires
ANATOMIA RADIOLÓGICA DOS MMII Prof.: Gustavo Martins Pires OSSOS DO MEMBRO INFERIOR OSSOS DO MEMBRO INFERIOR Tem por principal função de locomoção e sustentação do peso. Os ossos do quadril, constituem
CURSO DE FISIOTERAPIA Autorizado plea Portaria nº 377 de 19/03/09 DOU de 20/03/09 Seção 1. Pág. 09 Componente Curricular: Anatomia II PLANO DE CURSO
CURSO DE FISIOTERAPIA Autorizado plea Portaria nº 377 de 19/03/09 DOU de 20/03/09 Seção 1. Pág. 09 Componente Curricular: Anatomia II Código: Fisio 105 CH Total: 60h Pré-requisito: Anatomia I Período Letivo:
PLANOS E EIXOS E NOMECLATURA DOS MOVIMENTOS HUMANOS. RESUMO: o objetivo deste artigo é revisar a descrição dos planos de movimento e sua
PLANOS E EIXOS E NOMECLATURA DOS MOVIMENTOS HUMANOS Ana Júlia Cunha Brito * Orientador: Nelson Higino ** RESUMO: o objetivo deste artigo é revisar a descrição dos planos de movimento e sua nomenclatura
Cinesiologia Aplicada. Quadril, Joelho e tornozelo
Cinesiologia Aplicada Quadril, Joelho e tornozelo Cintura Pélvica - Ossos Ossos Pélvicos: Ílio Isquio Púbis Femúr Cintura Pélvica - Movimentos Movimentos da Cintura Pélvica Rotação Pélvica posterior Retroversão
AVALIAR A ANATOMIA DE SUPERFÍCIE DO MEMBRO PÉLVICO DO CÃO.
AVALIAR A ANATOMIA DE SUPERFÍCIE DO MEMBRO PÉLVICO DO CÃO. Orientar o membro em relação a sua posição in vivo. Usando os esqueletos da sala de dissecação, como auxílio, orientar o membro e decidir se você
Quadril. Quadril Cinesiologia. Renato Almeida
Quadril Questão de Concurso Treinando... (QUEIMADAS - PB) A capacidade do corpo de transformar movimentos angulares estereotipados das articulações em movimentos curvilineares mais eficientes das partes
Exame Físico Ortopédico
TAKE HOME MESSAGES! Exame Físico Ortopédico ANAMNESE REALIZAR UMA HISTÓRIA CLÍNICA DETALHADA, LEMBRANDO QUE DETALHES DA IDENTIFICAÇÃO COMO SEXO, IDADE E PROFISSÃO SÃO FUNDAMENTAIS, POIS MUITAS DOENÇAS
PÓS GRADUAÇÃO EM FISIOTERAPIA TRAUMATO ORTOPÉDICA. Módulo: CINESIOLOGIA E SEMIOLOGIA ORTOPÉDICA
PÓS GRADUAÇÃO EM FISIOTERAPIA TRAUMATO ORTOPÉDICA Módulo: CINESIOLOGIA E SEMIOLOGIA ORTOPÉDICA Prof. Msc Rogério Olmedija de Araújo Prof. Msc Rogério Olmedija de Araújo -Fisioterapeuta pela UNISA/SP -Formação
Anatomia. Luís Marcos de Medeiros Guerra
Anatomia Luís Marcos de Medeiros Guerra ANATOMIA CONCEITOS BÁSICOS Ciência que estuda, macro e microscopicamente, a constituição e desenvolvimento dos seres organizados Ana (em partes); tomia (cortar)
Prof.ª Leticia Pedroso SISTEMA ESQUELÉTICO
Prof.ª Leticia Pedroso SISTEMA ESQUELÉTICO SISTEMA ESQUELÉTICO Composto de ossos e cartilagens. É uma forma especializada de tecido conjuntivo cuja a principal característica é a mineralização (cálcio)
CURSO DE FISIOTERAPIA Autorizado plea Portaria nº 377 de 19/03/09 DOU de 20/03/09 Seção 1. Pág. 09
CURSO DE FISIOTERAPIA Autorizado plea Portaria nº 377 de 19/03/09 DOU de 20/03/09 Seção 1. Pág. 09 Componente Curricular: Anatomia II Código: Fisio-105 Pré-requisito: Anatomia I Período Letivo: 2016.1
ANÁLISE DOS MOVIMENTOS DO MÉTODO PILATES LUCIANA DAVID PASSOS
ANÁLISE DOS MOVIMENTOS DO MÉTODO PILATES LUCIANA DAVID PASSOS O CORPO É FEITO PARA OBSERVAR, PERCEBER, REAGIR, MOVIMENTAR. O HOMEM EM ORTOSTATISMO DEVERÁ SE ADAPTAR À GRAVIDADE, ASSEGURAR SEU EQUILÍBRIO
SISTEMA OSTEO ARTICULAR VII ARTROLOGIA SUMÁRIO
1 SISTEMA OSTEO ARTICULAR VII ARTROLOGIA SUMÁRIO 1 Definição de articulação 2 Classificação das articulações Fibrosas e cartilagíneas Sinoviais (diartroses) e não sinoviais (sinartroses) 3 Articulações
MENISCOS :
http://traumatologiaeortopedia.com/ http://ortopediabrasil.blogspot.com.br/ MENISCOS : - Lateral : circular c/ largura antero-posterior uniforme - Medial : formato de meia lua - Ligamento cruzado anterior:
Sistema esquelético. Prof. Dr. Marcos Roberto de Oliveira.
Sistema esquelético Prof. Dr. Marcos Roberto de Oliveira [email protected] Sistema ósseo Divisões do sistema esquelético: -Esqueleto axial: composto pelos ossos da cabeça (CRÂNIO) + pescoço
Músculos da Perna e Pé
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Instituto de Ciências Biomédicas Departamento de Anatomia Músculos da Perna e Pé Profa. Elen H. Miyabara [email protected] Dorsiflexão Flexão plantar Dorsiflexão Flexão Plantar Art.
Cinesiologia aplicada a EF e Esporte. Prof. Dr. Matheus Gomes
Cinesiologia aplicada a EF e Esporte Prof. Dr. Matheus Gomes 1 Cinesiologia PARTE I Descrição dos movimentos e ações musculares 2 Planos e Eixos Plano Frontal ou Coronal (eixo sagital ou ânteroposterior)
CASO CLÍNICO BIOMECÂNICA PÉ E TORNOZELO O pé é considerado como uma das mais importantes articulações do corpo, pois além de possuir importantes funções no suporte de peso e na marcha, ele é causa
UFPB PRG X ENCONTRO DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA
6CCSDFTMT09.P DEFORMIDADES EM VALGO E VARO DE JOELHOS ALTERAM A CINESIOLOGIA DOS MEMBROS INFERIORES Alana Elza Fontes da Gama², Larissa Coutinho de Lucena², Michelle Moura de Andrade², Simone Bezerra Alves³.
Sinergias dos Membros Superiores
Flexão do Extensão do Deltóide; Córaco ; Bícipite ; peitoral; Deltóide; Grande dorsal; Tricipite Sinergias dos Membros Superiores Articulação escápulo-umeral Articulação do cotovelo Articulação rádio-cubital
3/26/2009. ALTERAÇÕES DA ESTRUTURA CORPORAL -parte I (MMII)
ALTERAÇÕES DA ESTRUTURA CORPORAL -parte I (MMII) 1 SÓLEO GASTROCNÊMIO FIBULAR TIBIAL POSTERIOR FLEXORES CURTO DOS DEDOS L C (Marques, 2005) 2 CONSIDERAÇÕES SOBRE O PÉ BIPEDESTAÇÃO /MARCHA MECANISMO ANTIGRAVITACIONAL
15/03/2016 ESQUELETO APENDICULAR OSTEOLOGIA DO ESQUELETO APENDICULAR MEMBRO TORÁCICO. Constituído por ossos dos membros torácico e pélvico
ESQUELETO APENDICULAR Constituído por ossos dos membros torácico e pélvico OSTEOLOGIA DO ESQUELETO APENDICULAR Ombro - Escápula Braço - Úmero Antebraço Rádio e Ulna Joelho - Carpos Canela - Metacarpos
LESÕES TRAUMÁTICAS DO JOELHO LESÕES DOS MENISCOS. Prof. Dr. Gabriel Paulo Skroch
LESÕES TRAUMÁTICAS DO JOELHO LESÕES DOS LIGAMENTOS LESÕES DOS MENISCOS Prof. Dr. Gabriel Paulo Skroch LESÕES DOS LIGAMENTOS DO JOELHO I Introdução II Anatomia Aplicada III Mecanismos de lesão IV Classificação
Componentes 08/08/2016. Úmero Rádio. Ulna
Componentes Úmero Rádio Ulna 1. Articulação Úmero-radial e Úmero-ulnar (do cotovelo, propriamente dita) 2. Articulação Rádio-ulnar proximal 3. Articulação Rádio-ulnar distal 1 Complexo Articular do Cotovelo
Biomecânica da Coluna Cervical
Biomecânica da Coluna Cervical MFT 0833 Isabel de Camargo Neves Sacco Sacco ICN 2007 PROPEDÊUTICA E ANATOMIA DE SUPERFÍCIE Base da cabeça: C1 + occipital C3 - osso hióide C4 e C5 - cartilagem tireoidiana
AVALIAÇÃO DE TORNOZELO E PÉ
AVALIAÇÃO DE TORNOZELO E PÉ 1- Anatomia aplicada: Retropé: Articulação Tibiofibular inferior (distal): é uma articulação do tipo fibroso ou sindesmose. A posição de repouso é a flexão plantar e a posição
ALTERAÇÕES DAS CURVAS DA COLUNA VERTEBRAL
PROBLEMAS POSTURAIS * Profª Érica Verderi ALTERAÇÕES DAS CURVAS DA COLUNA VERTEBRAL Hipercifose É aumento da curvatura da região dorsal, ou seja, é o aumento da convexidade posterior no plano sagital,
18/03/2018. Avaliação Ortopédica MEMBROS INFERIORES. Hugo Leonardo Miranda Coelho Ortopedista Médico do Trabalho Perito Médico
Avaliação Ortopédica MEMBROS INFERIORES Hugo Leonardo Miranda Coelho Ortopedista Médico do Trabalho Perito Médico 1 Quadril Diagnósticos a considerar: Coxartrose Impacto femoroacetabular Osteonecrose da
Prof. Fábio C. Prosdócimi. Unidade I ANATOMIA
Prof. Fábio C. Prosdócimi Unidade I ANATOMIA Introdução ao estudo da anatomia Histórico: 3000 e 1500 a.c. no Egito Antigo mumificações Antiguidade: Aristóteles, Hipócrates... Renascença: Leonardo da Vinci
Cinesiologia. Aula 2
Cinesiologia Aula 2 Graus de Liberdades de Movimentos São classificados pelo número de planos nos quais se movem os segmentos ou com o número de eixos primários que possuem Um grau de liberdade (uniaxial)
ARTICULAÇÕES por Dra. Kaori Nakano
ARTICULAÇÕES por Dra. Kaori Nakano A articulação é formada pela coaptação de dois ossos com o auxílio de músculos esqueléticos, ligamentos e cápsula articular. Para uma melhor compreensão é necessário
