Francisco José Soller de Mattos
|
|
|
- Brian Galindo Vidal
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Princípios gerais da publicidade no Código de Proteção e Defesa do Consumidor Francisco José Soller de Mattos
2 Introdução Nosso ordenamento jurídico não obriga a Nosso ordenamento jurídico não obriga a ninguém a anunciar os seus produtos ou serviços, porém, se o fizer, a sua publicidade está sujeita a uma série de deveresimpostospelaleinº8.078de11 de setembro de 1990(CDC).
3 O que é publicidade? É toda informação dirigida ao públicocomoobjectivodepromover, directa ou indirectamente, uma actividadeeconómica. Carlos Ferreira Almeida apud Antônio Herman de Vasconcelos e Benjamin.
4 Publicidade e propaganda A publicidade tem objetivo comercial x A propaganda visa a um fim ideológico, religioso, político, econômico ou social. Os elementos que constituem a publicidade são: a difusão e a informação. A publicidade caracteriza-se por ser paga e sempre identifica-se o seu patrocinador, o que nem sempre ocorre com a propaganda. Napropagandadifunde-se uma idéia,aopassoquena publicidade divulga-se uma mercadoria ou serviço.
5 Princípios Gerais da Publicidade no CDC Princípio da identificação da publicidade(art. 36). Princípio da vinculação contratual da publicidade(arts. 30e35). Princípiodaveracidade(art.37 1º). Princípio da não-abusividade da publicidade(art. 37 2º). Princípiodainversãodoônusdaprova(art.38). Princípio da transparência( art. 36, parágrafo único). Princípio da correção do desvio publicitário (art. 56, XII).
6 Princípio da Identificação da Publicidade Art.36.Apublicidadedeveserveiculadadetal forma que o consumidor, fácil e imediatamente, a identifique como tal. Parágrafo Único. O fornecedor, na publicidade de seus produtos ou serviços, manterá, em seu poder, para informação dos legítimos interessados, os dados fáticos, técnicos e científicos que dão sustentação à mensagem.
7 Objetivo do Princípio da Identificação da Publicidade Prevenir contra as chamadas "publicidades Prevenir contra as chamadas "publicidades ocultas" e"subliminares", através da técnica do Merchandising, de freqüente utilização em espetáculos, novelas, teatros, ou seja, a aparição dosprodutosnovídeo,noáudioounosartigos impressos, que insinuam situação normal de consumo, sem declaração ostensiva da marca.
8 Princípio da Vinculação Contratual da Publicidade Art. 30. Toda informação ou publicidade, suficientemente precisa, veiculada por qualquer formaoumeiodecomunicaçãocomrelaçãoa produtos e serviços oferecidos ou apresentados, obriga o fornecedor que a fizer veicular, ou dela seutilizar,eintegraocontratoquevieraser celebrado.
9 Objetivo do Princípio da Vinculação Contratual da Publicidade O consumidor pode exigir do fornecedor o cumprimento do conteúdo da comunicação publicitária. A publicidade constitui uma espécie de negócio jurídico unilateral, na medida em que obriga o fornecedor a cumprir com a promessa, desde a sua difusão.
10 Princípio da Veracidade da Publicidade OArt. 37 1º veda a publicidade enganosa, que pode ser apresentada de duas formas: Por comissão O fornecedor afirma alguma coisa capaz de induzir o consumidor a erro, dizendo alguma coisa que não é verdadeira. Por omissão. O anunciante deixa de afirmar o que é relevante, também induzindo o consumidor a erro. Irrelevanteaboaouamáfédofornecedor.
11 Princípio da Não Abusividade da Publicidade O art. 37, 2º, do CDC, proíbe de qualquer forma, dentre outras, a publicidade que: seja discriminatória; incite à violência; desperte o medo ou superstição; se aproveite da deficiência de julgamento e inexperiência da criança; atinja valores ambientais; induza a comportamento prejudicial ou perigoso à sua saúde ou segurança.
12 Abusividade do art. 37, 2º, do CDC. discrimine raça, sexo, condição social, nacionalidade, profissão, convicções políticas ou religiosas, etc. mostreaviolência,sejaentrehomens,sejaentrehomense animais, ou até contra bens públicos ou privados. atinge o meio ambiente, como direito fundamental. exploredomedooudasuperstição. sedirijaainfantes. Responde pelo desvio publicitário, em regra, o anunciante ou a quem o anúncio aproveita, não se excluindo, porém, a agência e do próprio veículo de comunicação.
13 Princípio da Inversão do Ônus da Prova (art. 38). Decorre dos Princípios da veracidade e da não abusividade da publicidade, bem como do reconhecimento opis legi, da vulnerabilidade do consumidor. Facilitaadefesadoconsumidoremjuízo,cabendoao fornecedor demonstrar que sua publicidade foi veiculada adequadamente. Justificativa: Trata-se, pois, de ação tendente a instruir, ilegitimamente, o consumidor, a respeito de bens ou serviços oferecidos, condicionando o seu comportamento para a respectiva aquisição ou fruição; daíporquesedeslocaparaopatrocinadoroônusda provadaveracidadeedacorreçãodainformaçãoouda comunicação publicitária.(c. A. Bittar)
14 Princípio da Transparência da Fundamentação DeveranexoaoPrincípiodaboa-fécomonormadeconduta,poisa publicidade constitui-se em verdadeira oferta (Princípio da vinculação contratual da publicidade- art. 31, do CDC): Art. 31. A oferta e apresentação de produtos ou serviços devem assegurar informações corretas, claras, precisas, ostensivas e em língua portuguesa sobre suas características, qualidades, quantidade, composição, preço, garantia, prazos de validade e origem, entre outros dados, bem como sobre os riscos que apresentam à saúde e segurança dos consumidores. A publicidade deve conter informações suficientes para esclarecer ao consumidor sobre os elementos básicos que irão fundamentar a eventual formação segura e satisfatória de um contrato que atenda a seus interesses econômicos.
15 Princípio da Correção do Desvio Publicitário Ocorrido o desvio publicitário, além da sua reparação civil, repressão administrativa e penal, necessário que sejam desfeitos o seu impacto sobre os consumidores, o que se faz através da contrapropaganda, sic,(melhor seria contra publicidade), acolhida pelocódigoemseuart.56,xii. Trata-se de veiculação de outra publicidade para sanar os malefícios causados pela publicidade originária. Naquela, de caráter explicativo, o fornecedor, às suas expensas, informa corretamente ao consumidor, desfazendo os erros do anúncio original. Édivulgadanomesmoveiculodecomunicaçãoutilizadoecomas mesmas características empregadas, no que se refere à duração, espaço, local e horário. Tem como objetivo apagar a informação inadequada da percepção do consumidor, restaurando dessa forma, a realidade dos fatos.
16 A tutela penal da publicidade Considera-se crimes contra as relações de consumo a prática de publicidade enganosa ou abusiva, bem como a promoção de publicidade que induza o consumidor a se comportar de forma prejudicial ou perigosa a sua saúde ou segurança. Aofornecedorquenãomantenhaemseupoderos dados fáticos, técnicos e científicos que embasaram a sua mensagem publicitária, será cominada pena de detençãoemulta(arts.67,68e69).
DIREITO DO CONSUMIDOR MARIA BERNADETE MIRANDA
DIREITO DO CONSUMIDOR MARIA BERNADETE MIRANDA OFERTA VÍNCULO DA RELAÇÃO DE CONSUMO MERCADO DE CONSUMO OFERTA Artigo 30 Toda informação ou publicidade, suficientemente precisa, veiculada por qualquer forma
PRÁTICAS COMERCIAS. Oferta Princípios da publicidade Publicidade abusiva e enganosa
PRÁTICAS COMERCIAS Oferta Princípios da publicidade Publicidade abusiva e enganosa CONCEITO Práticas comerciais são os procedimentos, mecanismos, métodos e técnicas utilizados pelos fornecedores para,
A PUBLICIDADE NA LÓGICA DE UM. Adalberto Pasqualotto São Paulo, 12/08/2011
A PUBLICIDADE NA LÓGICA DE UM JURISTA Adalberto Pasqualotto São Paulo, 12/08/2011 1 A pirâmide de Kelsen Norma fundamental: CF: dignidade humana Leis: Código de Defesa do Consumidor Decretos Portarias
RELAÇÃO DE CONSUMO DIREITO DO CONSUMIDOR
DIREITO DO CONSUMIDOR RELAÇÃO DE CONSUMO APLICABILIDADE O presente código estabelece normas de proteção e defesa do consumidor, de ordem pública e interesse social, nos termos dos arts. 5, inciso XXXII,
Comunicação: tendências e desafios, realizada na Universidade do Sagrado Coração Bauru SP, no período de 27 a 29 de agosto de 2009.
111 1ª Jornada Científica de Comunicação Social A pesquisa em Comunicação: tendências e desafios PUBLICIDADE E PROPAGANDA: UMA REFLEXÃO SOBRE A IMPORTÂNCIA DA LEGISLAÇÃO BRASILEIRA E DA ÉTICA PARA A PROFISSÃO
DIREITO DO CONSUMIDOR. Das práticas Comerciais
DIREITO DO CONSUMIDOR AULA 02 Das práticas Comerciais 1. Da Oferta Toda informação ou publicidade, suficientemente precisa, veiculada por qualquer forma ou meio de comunicação com relação a produtos e
DIREITOS BÁSICOS DO CONSUMIDOR
DIREITOS BÁSICOS DO CONSUMIDOR O PROCON MUNICIPAL tem como principal tarefa a proteção e defesa do consumidor, por isso desenvolveu este guia para melhor transparência e respeito, para você, consumidor.
O COMÉRCIO ELETRÔNICO E O CÓDIGO DE DEFESA E PROTEÇÃO DO CONSUMIDOR
O COMÉRCIO ELETRÔNICO E O CÓDIGO DE DEFESA E PROTEÇÃO DO CONSUMIDOR OSMAR LOPES JUNIOR O COMÉRCIO ELETRÔNICO E O CÓDIGO DE DEFESA E PROTEÇÃO DO CONSUMIDOR Introdução Não é preciso dizer o quanto a internet
PUBLICIDADE DE BEBIDAS ALCOÓLICAS E OS JOVENS ALAN VENDRAME UNIFESP/EPM
PUBLICIDADE DE BEBIDAS ALCOÓLICAS E OS JOVENS ALAN VENDRAME UNIFESP/EPM Apoio: FAPESP 03/06250-7 e 04/13564-0 Introdução Importantes questões: 1. O controle social da mídia (propagandas) é importante medida
O MARKETING DIRECTO POR EMAIL
O MARKETING DIRECTO POR EMAIL 1 AS IMPLICAÇÕES LEGAIS DO EMAIL MARKETING Enquadramento da questão Equilíbrio entre o poder e a eficácia do marketing directo por e-mail no contacto com os consumidores e
CRIANÇA e CONSUMO. Publicidade dirigida à infância IMPACTOS E CONSEQÜÊNCIAS. Isabella Vieira Machado Henriques
CRIANÇA e CONSUMO Publicidade dirigida à infância IMPACTOS E CONSEQÜÊNCIAS Isabella Vieira Machado Henriques o instituto ALANA Organização sem fins lucrativos que desenvolve atividades educacionais, culturais
CURSO DE DIREITO DA INFORMÁTICA LUIZ MÁRIO MOUTINHO
1 CURSO DE DIREITO DA INFORMÁTICA LUIZ MÁRIO MOUTINHO 03/09/2013 2 PROTEÇÃO DO CONSUMIDOR NO COMÉRCIO ELETRÔNICO E AS LIMITAÇÕES DO DECRETO 7.962/2013 3 Conclusões O CDC é mais do que suficiente para a
FUTURAINVEST DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS LTDA. CARTILHA DO CONSUMIDOR
FUTURAINVEST DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS LTDA. CARTILHA DO CONSUMIDOR 1 Sumário 1 - A origem do Código de Defesa do Consumidor...3 2 - Código de Defesa do Consumidor... 3 3 - Direitos
O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO
O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO Competitividade Perenidade Sobrevivência Evolução Orienta na implantação e no desenvolvimento de seu negócio de forma estratégica e inovadora. O que são
AFIXAÇÃO DE PREÇOS. PROCON Campinas Orientações aos fornecedores
2013 AFIXAÇÃO DE PREÇOS PROCON Campinas Orientações aos fornecedores AFIXAÇÃO DE PREÇOS - LEGISLAÇÃO A Lei Federal nº 10.962/2004 e o Decreto Federal nº 5.903/2006 que regulamenta a lei - regulam o direito/dever
Direito do Consumidor: Responsabilidade Civil e o Dever de Indenizar
Direito do Consumidor: Responsabilidade Civil e o Dever de Indenizar Formação de Servidores do PROCON RJ - 2012 RESUMO Finalidade da Responsabilidade Civil Segurança Jurídica Sistema de Garantias Tutela
RESPONSABILIDADE DO SERVIDOR E DEVERES DO ADMINISTRADOR
RESPONSABILIDADE DO SERVIDOR E DEVERES DO ADMINISTRADOR A punição administrativa ou disciplinar não depende de processo civil ou criminal a que se sujeite também o servidor pela mesma falta, nem obriga
Vício de Informação nos Boletos de Cobrança Bancários Código de Defesa do Consumidor
Vício de Informação nos Boletos de Cobrança Bancários Código de Defesa do Consumidor PLÍNIO LACERDA MARTINS Mestre em Direito Promotor de Justiça Prof. de Direito do Consumidor UGF [email protected]
O DIREITO DO CONSUMIDOR Aspectos Constitucionais
Direito do Consumidor Aula 01 Professora Flávia Zebulum O DIREITO DO CONSUMIDOR Aspectos Constitucionais -Direito e Garantia Fundamental: Art. 5, XXXII CF/88 -Princípio Inerente a Ordem Econômica: Art.
Orientações para o tratamento de dados pessoais com finalidade da propaganda na eleição
Orientações para o tratamento de dados pessoais com finalidade da propaganda na eleição As presentes orientações aplicam-se ao tratamento de dados pessoais pelos candidatos a deputado da Assembleia Legislativa
PRODUTOS: FAÇA VALER SEUS DIREITOS NA HORA DA COMPRA E NO PÓS-VENDA!
PRODUTOS: FAÇA VALER SEUS DIREITOS NA HORA DA COMPRA E NO PÓS-VENDA! CUIDADOS AO COMPRAR UM PRODUTO Houve um tempo em que o consumidor se sentia desamparado na hora de adquirir um produto. Sem contar com
CONSIDERAÇÕES SOBRE O COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR E A TUTELA ESTATAL DIANTE DA PUBLICIDADE ABUSIVA
CONSIDERAÇÕES SOBRE O COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR E A TUTELA ESTATAL DIANTE DA PUBLICIDADE ABUSIVA Elaborado em 10.2006 Vitor Vilela Guglinski Assessor de juiz, especialista em Direito do Consumidor em
POLÍTICA GERAL PARA PREVENÇÃO A LAVAGEM DE DINHEIRO
POLÍTICA GERAL PARA PREVENÇÃO A LAVAGEM DE DINHEIRO Sumário Introdução... 2 Quem comete crime de lavagem de dinheiro?... 2 Situações que podem configurar crime de Lavagem de Dinheiro... 2 Relacionadas
MANUAL DE PROCEDIMENTOS E REGRAS PARA AGENTE AUTÔNOMO DE INVESTIMENTOS
1. INTRODUÇÃO MANUAL DE PROCEDIMENTOS E REGRAS PARA AGENTE AUTÔNOMO DE INVESTIMENTOS Em atendimento à Instrução CVM nº 497, de 03 de junho de 2011], o presente Manual dispõe sobre os procedimentos e regras
Código de Ética. Diante dos Consumidores Diante dos Vendedores Diretos e entre Empresas
Código de Ética Diante dos Consumidores Diante dos Vendedores Diretos e entre Empresas Código de Ética Diante dos Consumidores (Texto em conformidade com as deliberações da Assembléia Geral Extraordinária
1. Direitos das pessoas com Autismo e suas famílias. Beatriz Valério Direito da Família e Sucessões
1. Direitos das pessoas com Autismo e suas famílias Beatriz Valério Direito da Família e Sucessões Direitos das pessoas com Autismo e suas famílias Normas nacionais sobre a não discriminação: a Constituição
Orientações Jurídicas
São Paulo, 13 de agosto de 2015. OJ-GER/030/15 Orientações Jurídicas Legitimidade da cobrança da taxa de adesão nos planos de saúde. Devido a inúmeros questionamentos acerca da licitude da cobrança da
AUTORIZAÇÃO DE USO DE BEM PERMANENTE EM AMBIENTE EXTERNO A UFRB
AUTORIZAÇÃO DE USO DE BEM PERMANENTE EM AMBIENTE EXTERNO A UFRB 1 BASE LEGAL LEI Nº 8.112, DE 11 DE DEZEMBRO DE 1990 (Dispõe sobre o regime jurídico dos servidores públicos civis da União, das Autarquias
A configuração da relação de consumo
BuscaLegis.ccj.ufsc.br A configuração da relação de consumo Samuel Borges Gomes 1. Introdução O Código de Defesa do Consumidor (CDC) foi sem dúvida um marco na legislação brasileira no sentido de legitimação
Cartilha do Jovem Consumidor
MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO PIAUÍ PROCURADORIA GERAL DE JUSTIÇA PROGRAMA DE PROTEÇÃO E DEFESA DO CONSUMIDOR - PROCON/PI Cartilha do Jovem Consumidor Projeto Educação para o Consumo Responsabilidade
A >> Abuso de Direito
CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR "O consumidor deve ser tratado com respeito, independente do estado de espírito momentâneo de quem o atende. A >> Abuso de Direito - atuação do juiz - Art. 28 Lei no 8.078,
Profilaxia das alegações de erro médico. Paulo Afonso - BA
Profilaxia das alegações de erro médico Paulo Afonso - BA Princípios Fundamentais do CEM I - A Medicina é uma profissão a serviço da saúde do ser humano e da coletividade e será exercida sem discriminação
CONTRATOS ELETRÔNICOS RESPONSABILIDADE CIVIL. Ana Amelia Menna Barreto
CONTRATOS ELETRÔNICOS RESPONSABILIDADE CIVIL Ana Amelia Menna Barreto AMBIENTE DIGITAL IMATERIALIDADE DAS OPERAÇÕES Novas aplicações molde concretização Dispensa presença e registro físicos Documentos
1904 (XVIII). Declaração das Nações Unidas sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial
Décima Oitava Sessão Agenda item 43 Resoluções aprovadas pela Assembléia Geral 1904 (XVIII). Declaração das Nações Unidas sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial A Assembléia Geral,
O Congresso Nacional, invocando a proteção de Deus, decreta e promulga a seguinte
1967/69 Constituição da República Federativa do Brasil (de 24 de janeiro de 1967) O Congresso Nacional, invocando a proteção de Deus, decreta e promulga a seguinte CONSTITUIÇÃO DO BRASIL TÍTULO I Da Organização
Módulo Operações na Logística. Objetivos. Questões
Módulo Operações na Logística 1. O Direito, a lei e a Logística 2. Os Direitos do Consumidor 3. Atividade Empresarial e a Logística 4. As Obrigações Tributárias Prof. Mardônio da Silva Girão Objetivos
Assunto: Consulta Pública nº1/2010. Exmos. Senhores,
Assunto: Consulta Pública nº1/2010 Exmos. Senhores, Fundada em 13 de Outubro de 1994 por diversas empresas de Rádio e Televisão e Associações de Imprensa e de Rádio, a Confederação Portuguesa dos Meios
PROJETO BÁSICO AGÊNCIA DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA
PROJETO BÁSICO AGÊNCIA DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA Projeto Básico da Contratação de Serviços: Constitui objeto do presente Projeto Básico a contratação de empresa especializada em serviços de comunicação
Os aspectos da Lei de Proteção de Dados Pessoais
Os aspectos da Lei de Proteção de Dados Pessoais PL n. 4060/2012 Veridiana Alimonti Coletivo Intervozes 25 de agosto de 2015 2 Nossas ações cotidianas geram ou podem gerar arquivos, registros e bancos
Análise de propaganda comercial irregular promovida pela Kia e veiculada pela
Análise de propaganda comercial irregular promovida pela Kia e veiculada pela Rede Record de televisão (Correio da Paraíba) no dia 17 de agosto de 2010. Autora: Mirza Mara Porto Núcleo Psicossocial do
Parecer Consultoria Tributária Segmentos EFD ICMS/IPI Registro 1110 Operações de Exportação Indireta
EFD ICMS/IPI Registro 1110 Operações de 04/02/2015 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3 3. Análise da Consultoria... 3 3.1 Demonstração das informações na
Código de Ética. Diante dos Consumidores Diante dos Vendedores Diretos e entre Empresas
Código de Ética Diante dos Consumidores Diante dos Vendedores Diretos e entre Empresas Código de Ética Diante dos Consumidores (Texto em conformidade com as deliberações da Assembléia Geral Extraordinária
Estratégias de Comunicação Ferramentas Utilizadas para Comunicação de Marketing
Estratégias de Comunicação Ferramentas Utilizadas para Comunicação de Marketing Profa. Waléria Macaciel Comunicação de marketing É o meio pelo qual as empresas buscam informar, persuadir e lembrar os consumidores,
Se não tem respeito, não tem negócio
Se não tem respeito, não tem negócio O que faz o CENP Centro Referencial de informações sobre as normas regentes das relações comerciais da publicidade brasileira AUTORREGULAÇÃO É prática de CIDADANIA
PROJETO BÁSICO AGÊNCIA DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA
PROJETO BÁSICO AGÊNCIA DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA Projeto Básico da Contratação de Serviços: Constitui objeto do presente Projeto Básico a contratação de empresa especializada em serviços de comunicação
A PROTEÇÃO DOS INTERESSES TRANSINDIVIDUAIS NO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR E O PAPEL DO MINISTÉRIO PÚBLICO 1
A PROTEÇÃO DOS INTERESSES TRANSINDIVIDUAIS NO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR E O PAPEL DO MINISTÉRIO PÚBLICO 1 BRANCO DE MIRANDA, Guilherme 1 ; BRUDER, Azor Nogueira 2 ; CANTON, Leonardo Ayres 3 ; VIEIRA,
MJ ORIENTA CONSUMIDOR PARA COMPRAS PELA INTERNET
MJ ORIENTA CONSUMIDOR PARA COMPRAS PELA INTERNET O Ministério da Justiça divulgou na sexta-feira (20/8), durante a 65ª reunião do Sistema Nacional de Defesa do Consumidor (SNDC), um documento com as diretrizes
PARECER Nº, DE 2013. RELATOR: Senador WALTER PINHEIRO RELATOR ad hoc: Senador PEDRO TAQUES I RELATÓRIO
PARECER Nº, DE 2013 Da COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO, JUSTIÇA E CIDADANIA, sobre o Projeto de Lei do Senado nº 62, de 2007, do Senador Alvaro Dias, que estabelece instrumentos para evitar que as loterias da
DIREITO DO CONSUMIDOR II
DIREITO DO CONSUMIDOR II RESPONSABILIDADE CIVIL Prof. Thiago Gomes Direito do Consumidor II RESPONSABILIDADE CIVIL DO FORNECEDOR 1. CONTEXTUALIZAÇÃO E agora Doutor? Direito do Consumidor II RESPONSABILIDADE
DOS FATOS JURÍDICOS. FATO JURÍDICO = é todo acontecimento da vida relevante para o direito, mesmo que seja fato ilícito.
DOS FATOS JURÍDICOS CICLO VITAL: O direito nasce, desenvolve-se e extingue-se. Essas fases ou os chamados momentos decorrem de fatos, denominados de fatos jurídicos, exatamente por produzirem efeitos jurídicos.
COMO A PROPAGANDA FUNCIONA?
COMO A PROPAGANDA FUNCIONA? Definição: a manipulação planejada da comunicação visando, pela persuasão, promover comportamentos em benefício do anunciante que a utiliza. Funções: cabe a propaganda informar
Deputada Estadual Vanessa Damo LEI DA ENTREGA COM HORA MARCADA - SP
Deputada Estadual Vanessa Damo LEI DA ENTREGA COM HORA MARCADA - SP Deputada Estadual Vanessa Damo Graduada em Desenho Industrial Pós graduada em Gestão Ambiental Eleita Vereadora no município de Mauá/SP
11/11/2010 (Direito Empresarial) Sociedades não-personificadas. Da sociedade em comum
11/11/2010 (Direito Empresarial) Sociedades não-personificadas As sociedades não-personificadas são sociedades que não tem personalidade jurídica própria, classificada em: sociedade em comum e sociedade
DECRETO Nº 30033 DE 10 DE NOVEMBRO DE 2008
DECRETO Nº 30033 DE 10 DE NOVEMBRO DE 2008 Regulamenta as Leis nº 2.475, de 1996, e nº 4.774, de 2008, e dá outras providências. O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, no uso de suas atribuições legais,
Contrato de Prestação de Serviços. Profª. MSc. Maria Bernadete Miranda
Contrato de Prestação de Serviços Contrato de Prestação de Serviços Visão Geral dos Contratos: Formação dos Contratos;e Inadimplemento Contratual. Formação dos Contratos Validade do Negócio Jurídico: Agente
A PUBLICIDADE E PROPAGANDA: face á moral, á ética e ao direito
A PUBLICIDADE E PROPAGANDA: face á moral, á ética e ao direito Fabiana Ferraz Dias 1 Marcela Juliana.A. de Oliveira Marink Martins de Souza Vagliano Ralphe Vinicius Pereira dos Santos Resumo: Diante do
MARKETING II. Comunicação Integrada de Marketing
CENTRO UNIVERSITÁRIO FRANCISCANO CIÊNCIAS SOCIAIS CURSO DE ADMINISTRAÇÃO MARKETING II Comunicação Integrada de Marketing Profª: Michele Freitas Santa Maria, 2012. O que é comunicação integrada? É o desenvolvimento
REGULAMENTO PARA A SUBMISSÃO DE ARTIGOS - ADMINISTRAR 2015
Este Regulamento tem como objetivo comunicar as orientações, normas e demais informações pertinentes a submissão de artigos do ADMINISTRAR 2015 a ser realizado nos dias 16,17 e 18 de outubro de 2015, com
PROJETO DE LEI N2 J. A Câmara Municipal de Belo Horizonte decreta: CAPÍTULO 1 Disposições Gerais
CÂMARA MUNICIPAL DE BELO HORIZONTE PROJETO DE LEI N2 J 25Ô//-I Dispõe sobre a ação do Município no combate às práticas discriminatórias por orientação sexual e dá outras providências. 2 A Câmara Municipal
Decreto-Lei n.º 111/2000 de 4 de Julho
Decreto-Lei n.º 111/2000 de 4 de Julho Regulamenta a lei que proíbe as discriminações no exercício de direitos por motivos baseados na raça, cor, nacionalidade ou origem étnica A Lei n.º 134/99, de 28
Código de Ética. SPL Consultoria e Informática Ltda.
Código de Ética SPL Consultoria e Informática Ltda. Introdução Segundo o dicionário Aurélio ética é o estudo dos juízos de apreciação que se referem à conduta humana suscetível de qualificação do ponto
GUIA DO CONSUMIDOR CONSCIENTE.
GUIA DO CONSUMIDOR CONSCIENTE. Buscar informações sobre os seus direitos e deveres é tão importante quanto o dinheiro que você tem no banco. 2717-12-AFQ_Folheto Procon 10x20cm.indd 1 A gente vive preocupado
Código de Ética e Conduta
Código de Ética e Conduta Introdução A Eucatex, através deste Código de Ética e Conduta, coloca à disposição de seus colaboradores, fornecedores e comunidade, um guia de orientação para tomada de decisões
Código de Ética. Capítulo 1 - DEFINIÇÕES PRELIMINARES
Código de Ética Considerando que: O Estatuto Social da Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação, ASSESPRO NACIONAL, estabelece a existência de um Código de Ética a ser observado
Orientações Jurídicas
São Paulo, 24 de outubro de 2014. OJ-GER/043/14 Orientações Jurídicas Resolução Normativa - RN nº 357, de 16 de outubro de 2014 Altera a Resolução Normativa - RN nº 48, de 19 de setembro de 2003, que dispõe,
INCENTIVOS FISCAIS, UMA VISÃO GERAL
INCENTIVOS FISCAIS, UMA VISÃO GERAL Danilo Brandani Tiisel [email protected] MOBILIZAÇÃO DE RECURSOS Características da Atividade Atividade planejada e complexa: envolve marketing, comunicação,
PUBLICIDADE ABUSIVA E A RESOLUÇÃO 163/14 DO CONANDA: NOVAS PERSPECTIVAS PARA A PUBLICIDADE DIRECIONADA À CRIANÇA E AO ADOLESCENTE
1 PUBLICIDADE ABUSIVA E A RESOLUÇÃO 163/14 DO CONANDA: NOVAS PERSPECTIVAS PARA A PUBLICIDADE DIRECIONADA À CRIANÇA E AO ADOLESCENTE Grupo temático Direito e relações de consumo Lorena Luzia Alexandre Silva
MARCO CIVIL DA INTERNET PROTEÇÃO DE DIREITOS AUTORAIS E MARCAS. RODRIGO BORGES CARNEIRO [email protected]
MARCO CIVIL DA INTERNET PROTEÇÃO DE DIREITOS AUTORAIS E MARCAS RODRIGO BORGES CARNEIRO [email protected] MARCO CIVIL - LEI 12.965/14 Constituição da Internet Estabelece princípios, garantias,
Práticas comerciais. Oferta. Ahyrton Lourenço Neto
Ahyrton Lourenço Neto Especialista em Administração Tributária pela Universidade Castelo Branco. Graduado em Direito pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR). Atua como advogado e é professor
Responsabilidade Civil dos Administradores das Sociedades. Profª. MSc. Maria Bernadete Miranda
Responsabilidade Civil dos Administradores das Sociedades Administrador Administrador é a pessoa a quem se comete a direção ou gerência de qualquer negócio ou serviço, seja de caráter público ou privado,
Juliana Toledo. Ética e seus aspectos jurídicos ÉTICA: A ÚNICA FORMA DE MANTER O NEGÓCIO DA COMUNICAÇÃO NO AGRONEGÓCIO SAUDÁVEL.
PAINEL ÉTICA Juliana Toledo Ética e seus aspectos jurídicos Juliana Toledo Formada pela Faculdade de Direito do Largo São Francisco Tem especialização na área de Direito Empresarial e Tributário. Master
Direito do Consumidor: Importante Instrumento de Regulação do Mercado. Anotações para o debate interno sobre Regulação e Direito do Consumidor.
NOTA TÉCNICA n 3 Direito do Consumidor: Importante Instrumento de Regulação do Mercado. Anotações para o debate interno sobre Regulação e Direito do Consumidor. Alayde Avelar Freire Sant Anna Ouvidora/ANAC
Antes da compra, defina a marca, o modelo e faça uma pesquisa de preços.
Antes da compra, defina a marca, o modelo e faça uma pesquisa de preços. Considere também a qualidade do produto e as reais necessidades da pessoa que será presenteada. Nem sempre aparelhos mais sofisticados
Noções de Direito Civil Personalidade, Capacidade, Pessoa Natural e Pessoa Jurídica Profª: Tatiane Bittencourt
PESSOA NATURAL 1. Conceito: é o ser humano, considerado como sujeito de direitos e deveres. Tais direitos e deveres podem ser adquiridos após o início da PERSONALIDADE, ou seja, após o nascimento com vida
O MENSALÃO E A PERDA DE MANDATO ELETIVO
O MENSALÃO E A PERDA DE MANDATO ELETIVO José Afonso da Silva 1. A controvérsia 1. A condenação, pelo Supremo Tribunal Federal, na Ação Penal 470, de alguns deputados federais tem suscitado dúvidas relativamente
Atos administrativos Parte 1
Parte 1 Todos os direitos reservados. A comercialização não autorizada desta obra, por qualquer meio, eletrônico ou reprográfico, ainda que parcial, constitui ato ilícito, respondendo os infratores nos
Por outro lado, estabelece ainda o referido preceito a susceptibilidade da Norma Regulamentar emitida se aplicar igualmente aos mediadores de seguros.
Não dispensa a consulta da Norma Regulamentar publicada em Diário da República NORMA REGULAMENTAR N.º 03/2010-R, DE 18 DE MARÇO DE 2010 Publicidade Pelo Decreto-Lei n.º 8-A/2002, de 11 de Janeiro, foram
Assim: Nos termos da alínea a), do n. 1, do artigo 198. da Constituição, o Governo decreta o seguinte:
Foram ouvidos o Conselho Superior da Magistratura, o Conselho Superior do Ministério Público, a Ordem dos Advogados, a Câmara dos Solicitadores, o Conselho dos Oficiais de justiça, o Instituto de Seguros
