CONTROLE DE QUALIDADE DE FÁRMACOS VEGETAIS
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- Cláudio Sequeira Coelho
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1 26 Universidade Federal do Paraná Setor de Ciências da Saúde Departamento de Farmácia Laboratório de Farmacognosia Manual Prático - Farmacognosia II Márcia do Rocio Duarte Nilce Nazareno da Fonte Cid Aimbiré de M. Santos CONTROLE DE QUALIDADE DE FÁRMACOS VEGETAIS O controle de qualidade de fármacos vegetais deve ser realizado em todas as etapas que envolvem a produção de drogas, como seleção da espécie, cultivo racional (solo, luminosidade, temperatura, irrigação), coleta planejada, limpeza da parte usada, secagem controlada, expurgo da matéria estranha, embalagem e armazenagem adequadas, para que o produto final atenda aos requisitos de qualidade. Muitas drogas vegetais à venda no comércio têm-se revelado mal preparadas ou em condições impróprias para o consumo. Essa situação se agrava à medida que grande parte delas é comercializada como matéria-prima de fitoterápicos, considerados medicamentos, e sujeitos à legislação que exige segurança e eficácia. O controle de qualidade procura avaliar as drogas, quanto a identificação correta (parte usada e espécie botânica), pesquisas qualitativa e quantitativa de marcadores químicos (muitos deles, princípios ativos) e de impurezas e falsificações, segundo as monografias das farmacopeias nacionais, internacionais e publicações científicas. Na ausência de parâmetros estabelecidos, padrões de drogas são utilizados para comparação. ANÁLISE FARMACOGNÓSTICA DE FÁRMACOS VEGETAIS 1. Dados da amostra: informações fornecidas pelo fabricante, constantes da embalagem ou bula, que são referidas no laudo exatamente como grafadas pelo produtor.
2 27 2. Pesquisa bibliográfica: consulta a obras especializadas (farmacopeias, livros, periódicos). Obs.: na ausência de publicações que tratem do assunto, comparação com drogapadrão. 3. Especificação da análise: 3.1. Determinação do peso líquido e, sendo o caso, do número de unidades (saquinhos ou sachets) Identificação da amostra: análise macroscópica (incluindo, organoléptica) para drogas inteiras ou parcialmente fragmentadas, onde essencialmente se verificam tamanho e forma. OBS.: separação da matéria orgânica estranha e observação da presença de fungos, insetos..., que devem constar no item respectivo. análise microscópica material pulverizado, fragmentado, ou seccionado transversalmente e longitudinalmente, para determinação de características estruturais Pesquisa de marcadores químicos / princípios ativos: qualitativa (reações gerais para grupos químicos e específicas) quantitativa (doseamentos)
3 Pesquisa de impurezas: matéria orgânica estranha matéria inorgânica (cinzas, cinzas insolúveis em ácido) 3.5. Pesquisa de falsificações: ensaios especificados na monografia da droga 4. Observações: referentes a peso inferior, presença de terra, pedra, insetos, fio de cabelo, pelo, pena Referências bibliográficas de acordo com as normas da ABNT 6. Conclusão: AMOSTRA (IN) SATISFATÓRIA 7. Técnico responsável nome do profissional encarregado da análise
4 29 CONSIDERAÇÕES GERAIS 1 observância à sequência das etapas de análise 2 peso inferior ao especificado não reprova observação 3 MOE não especificada - padronização: partes aéreas - máx. 3% órgãos subterrâneos - máx. 5% 4 bom senso impossibilidade de quantificação 5 presença de insetos, pelo, pena... falta de cuidado reprovação 6 caracterização da amostra - macroscópica (organoléptica) e microscópica resultado em bloco 7 produtos isentos de registro eficácia - número do cadastro farmacopeicos com estudos de toxicidade e 8 pesquisa de óleo essencial microquímica (Sudan) 9 laudo se refere à amostra analisada (lote amostragem) OBS: aula prática em equipe pelo menos 4 drogas de grupos diferentes droga única (não associações) in natura (não extrato) não somente a granel número de laudos por equipe laudo acompanhado da droga
5 30 RELAÇÃO DE FÁRMACOS VEGETAIS GRUPO 1 - chá-da-índia, mate, guaraná GRUPO 2 - hortelã, erva-cidreira, capim-limão, lípia, eucalipto GRUPO 3 - camomila, alfazema, macela GRUPO 4 - salsaparrilha, polígala, quilaia, alcaçuz, ginseng nacional (pfáfia) GRUPO 5 - quina, ipeca, trombeteira, beladona, boldo-do-chile, jaborandi GRUPO 6 - maracujá, calêndula, sabugueiro GRUPO 7 - barbatimão, hamamélis, espinheira-santa, goiabeira GRUPO 8 - ruibarbo, cáscara-sagrada, frângula, sene GRUPO 9 - canela, cravo-da-índia, erva-doce, funcho, coentro GRUPO 10 - alecrim, orégano, louro, carqueja, manjerona, sálvia, losna GRUPO 11 - guaco, pata-de-vaca, abacateiro, cipó-cabeludo, confrei, cavalinha, pariparoba Drogas referidas apenas pelo Gênero (Genero sp.): carqueja - Baccharis, pata-de-vaca - Bauhinia, sene Cassia = Senna, quina - Cinchona, canela - Cinnamomum, cavalinha - Equisetum, eucalipto - Eucalyptus, espinheira-santa - Maytenus, hortelã - Mentha, guaco - Mikania, maracujá - Passiflora, jaborandi - Pilocarpus, ruibarbo - Rheum, sabugueiro - Sambucus e salsaparrilha - Smilax.
CONTROLE DE QUALIDADE DE FÁRMACOS VEGETAIS
27 CONTROLE DE QUALIDADE DE FÁRMACOS VEGETAIS O controle de qualidade de fármacos vegetais deve ser realizado em todas as etapas que envolvem a produção de drogas, como seleção da espécie, cultivo racional
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