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- Cláudio Schmidt Viveiros
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48 Ainda, de acordo com BAUMRIND & FRANTZ6, no ano 1971, os erros nas medidas angulares e lineares são de três tipos: 1) erros de projeção; 2) erros de localização dos pontos cefalométricos, e 3) erros mecânicos no. desenho de linhas entre pontos, no traçado, e, ainda, nas mensurações com a régua ou protractor. Quanto ao erro de projeção, é apropriado repetir que um controle completo não é possível, a não ser que as posições dos pontos sejam conhecidas n.as três dimensões. Uma tentativa de reduzir o impacto dos erros de projeção é o uso de medidas angulares ao invés de lineares. Os erros introduzidos no desenho de linhas entre pontos feitos manualmente, método convencional, e nas mensurações com régua e protractor são reais, mas conceitualmente triviais, pois estes tipos podem ser inteiramente eliminados por um simples programa de computação. Reconhecem que existem três considerações que determinam o tipo de impacto do erro de localização dos pontos sobre os valores das medidas angulares e lineares. A primeira é a magnitude do erro envolvido na'localização do ponto. A segunda é a distância no traçado entre os pontos de uma medida. Para medidas lineares, quanto menor for a distância entre dois pontos, maior será a porcentagem de erro. O mesmo é válido para medidas angulares. A terceira é a direção pela qual o segmento de linha entre os dois pontos cruza o envelope de erro de cada ponto. Se a direção do segmento de linha cruzar a borda do envelope, a média de erro será menor do que no caso de o segmento cruzar toda extensão do envelope. Os autores6 acima citados estabeleceram algumas normas e limites de confiança, através de rigorosos procedimentos, para os erros de estimativa de 33
49 medidas lineares e angulares especificas, utilizando dados de pontos cefalométricos anteriormente registrados, pois os erros na computação de medidas lineares e angulares ocorrem devido a erros anteriores, isto é, na identificação dos pontos. Estatísticas simples foram apresentadas para análise da distribuição desses erros, os quais foram consideráveis e variaram de medida para medida. Não se pode considerar medidas angulares e lineares iguais em fidelidade. Parece que os valores dos erros e a variabilidade entre réplicas tendem a ser maiores para medidas angulares que para lineares. Os procedimentos clínicos sempre invocam comparações entre valores de dois traçados ou entre o valor de um traçado e um valor padrão "normal". Em ambos os eventos a importância reside na diferença dos valores. Parece óbvio que, para que uma diferença seja considerada real, biológica, deverá exceder a margem de erro para esta medida. Somente assim, pode-se afirmar, com razoável certeza, que a diferença observada é real e não simplesmente um produto de estimativas, podendo aceitar-se que a diferença obser,vada seja, no mínimo, duas vezes o desvio padrão do erro estimado. Usando esse critério, a diferença será real, verdadeira, para o ângulo ANB e não o fruto de um possível erro, quando esta for maior que 2 x 0.62 ou Da mesma forma, não se pode atribuir significância clínica para uma alteração no plano mandibular, a não ser que essa fosse maior que 2 x 1.81 ou 3.6. Os exemplos, porém, não servem para se afirmar que pequenas mudanças não são importantes para os clínicos, mas sim, para dizer que os instrumentos atuais de medidas - de medidas angulares - são, na maioria, inexatos para diferenciar pequenas mudanças. A percepção deste caso não é nova. A severidade deste 34
50 problema tem levado alguns observadores críticos a abandonarem diversas tentativas de discernir pequenas alterações em casos individualizados. Existem, porém, passos para diminuir tais erros, como reconhecer a existência do problema e ter mais cuidado e concentração na obtenção dos detalhes durante o traçado. A partir disto, cresce a consideração de que os requisitos quanto aos procedimentos da tomada radiográfica e de interpretação devem ser padronizados e realizados sob ótimas condições. Existem, ainda, dois aspectos oriundos das pesquisas destes autores: rigorosa e uniforme definição dos pontos cefalométricos, abandonando aqueles com pouca chance de reprodutibilidade; a duplicação de traçados deverá ser uma rotina. KROGSTAD & KVAM34, 1971, realizaram um estudo em treze telerradiografias de uma lâmina de acrílico, onde se apresentavam doze esferas de O,8mm estrategicamente colocadas em relação a um desenho facial, com variação da distância filme-objeto de 13 a 37cm, com aumento de 2cm a cada exposição de raios X. Doze estudantes de Pós-Graduação ~fetuaram as mensurações cefalométricas, utilizando papel de acetato, em ClfiCO oportunidades, com uma semana de intervalo de tempo entre as mensurações. o objetivo do estudo foi de estimar as medidas lineares quando os pontos cefalométricos são precisamente localizados. O erro de medida foi bastante pequeno, resultado este atribuído à precisa localização dos pontos, confirmando assim que a mensuração representa uma fonte de erro. Independente do tamanho da dimensão mensurada, o erro de medida deve ser esperado, uma vez que a variabilidade está correlacionada com o erro de medida. Isto implica que se os pontos forem bem definidos e se o procedimento 35
51 de mensuração foi realizado com suficiente precisão, a influência do erro de medida sobre a variabilidade pode ser desprezível, exceto para pequenas dimensões. A distorção do tamanho real das medidas, com alteração da " distância objeto-filme, foi linear com um fator de O,085mm por centímetro de aumento na distância objeto-filme. Em 1972, SEKIGUCHI & SAVARA 53 discutiram a problemática da variabilidade na localização dos pontos cefalométricos, apresentando alguns critérios para a correta identificação. As variações individuais nas imagens dos pontos nos cefalogramas são consideráveis. Os fatores que contribuem para esse problema são: 1) técnica radiográfica deficiente; 2) complexidade anatômica da região a ser traçada; e 3) dificuldade de localização precisa dos pontos anatômicos. No mesmo ano, SAVARA50 alertou que os implementos anuais de crescimento facial promovem pequenas alterações ósseas, donde se conclui a necessidade em obter medidas com a máxima precisão. Mesmo os mais suaves erros de medidas podem levar a conclusões errôneas. Desta forma, faz-se necessário empregar métodos de registros com máximo de precisão e o mínimo de erro. Visto que as medidas são utilizadas para construir normas, que constituem as bases do diagnóstico, elas devem ser derivadas a partir de pontos cefalométricos válidos e confiáveis, em complemento à sua precisão. O autor propõe um método tridimensional, computadorizado, que satisfaz todas essas solicitações. Para RICKETTS47, em 1972, a cefalometria, com o propósito clínico ou de pesquisa, pode ser analisada dentro de quatro funções principais: 1) 36
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