RESERVA ESPECIAL DE MAPUTO
|
|
|
- Victor Almeida Carvalho
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 RESERVA ESPECIAL DE MAPUTO 1
2 Estrutura do trabalho Capítulo 1- Introdução Capítulo 2- Revisão da literatura Capítulo 3- Metodologia Capítulo 4- Caraterização da área de estudo Capítulo 5- Análise e discussão dos resultados Capítulo 6- Principais conclusões, contributos, limitações, recomendações e propostas para investigações futuras 2
3 Introdução Relevância dainvestigação O interesse em desenvolver um estudo desta natureza na Reserva Especial de Maputo (REM). A localização privilegiada da REM, na zona transfronteiriça (África do Sul e Moçambique). Principais objetivos Analisar o impacte do turismo no desenvolvimento sustentável de destinos naturais. Avaliar as perceções dos stakeholders dos impactes do turismo, a interação entre residentes e visitantes e as suas atitudes e comportamentos, face ao desenvolvimento da atividade turística. Definir algumas linhas orientadoras para incrementar o papel do turismo no desenvolvimento sustentável de destinos naturais. 3
4 Conceitos operatórios Revisão da literatura Turismo e desenvolvimento sustentável de destinos naturais Desenvolvimento Sustentabilidade Turismo Rural e de Natureza Desenvolvimento rural Agro - turismo Turismo de Natureza Desenvolvimento do turismo sustentável Destinos naturais Perceções dos stakeholders 4
5 Desenvolvimento Sustentabilidade Turismo e desenvolvimento sustentável Económica Tecnológica Social Dimensões Política Cultural Ambiental Goulet, 2006; Choia & Sirakaya, 2006; Telfer & Sharpley, 2008) Maputo, Setembroo de
6 Turismo e desenvolvimento sustentável Desenvolvimento sustentável É o desenvolvimento que satisfaz as necessidades do presente, sem comprometer a capacidade das gerações futuras satisfazerem as suas próprias necessidades (World Comission on Environment and Development WCED, 1987: 8). Desenvolvimento do turismo sustentável Desenvolvimento que mantém a integridade ambiental, social e económica e utilização equilibrada dos recursos naturais e do património cultural e construído (Stabler, 1997). 6
7 Desenvolvimento Rural Desenvolvimento Rural - é o processo de melhoria das condições de vida, de trabalho, de lazer e bem-estar das populações que habitam nas áreas rurais. É a transformação do importante, do fraco em forte, do improdutivo em produtivo, com vista a gerar progresso, crescimento e expansão da economia rural. Turismo Rural e de Natureza - turismo em áreas rurais. Consiste numa actividade complexa e com características próprias. O principal objectivo é oferecer aos visitantes a possibilidade de (re)viver as práticas, as culturas, as tradições e os valores das comunidades rurais, podendo beneficiar de um serviço de hospedagem personalizado (Pinto, 2004 citado por Silvano, 2006). Agro-turismo integrado nas modalidades de Turismo no Espaço Rural, corresponde aos imóveis integrados em explorações agrícolas que permitem aos hóspedes o acompanhamento e o conhecimento da actividade agrícola ou a participação nas tarefas agrícolas. Turismo de Natureza - empreendimentos que se destinam a prestar serviços de alojamento a turistas em áreas classificadas ou noutras áreas, com valores naturais, dispondo de serviços complementares relacionados com a animação ambiental, visita a áreas naturais, o desporto de natureza e a interpretação ambiental. 7
8 Destinos turísticos naturais Destino- é um espaço geográfico onde existem elementos naturais (clima e paisagem), construídos (atrações construídas, infraestruturas de apoio e serviços turísticos) e elementos socioculturais (cultura e hospitalidade dos residentes) (Eusébio, 2006). Elementos-chave na definição de um destino Existência de vários elementos (físicos e humanos) A sua interligação Tipos de Destinos Naturais Construídos (Holloway, 1994). (Eusébio, 2006) Destino natural- é uma expressão quase mágica que evoca a natureza e que tem concretização nos parques nacionais (Richez, 1992). 8
9 Metodologia Método da recolha de dados: residentes/ colaboradores e visitantes Técnica de amostragem- por conveniência Instrumento de inquirição- inquérito por questionário. Questões fechadas do tipo Likert, escala de 1 a 5, adotando os critérios de Aarker & Day, Estrutura do questionário dos visitantes Preparação da viagem Estrutura do questionário dos residentes Identificação da amostra Interação residente- visitante Perceção dos residentes do desenvolvimento do turismo e seus impactes Atitudes e comportamentos dos residentes face ao desenvolvimento turístico Caraterização sociodemográfica do inquirido Realização da viagem entre o local de residência e o destino Caraterização da visita à Reserva Perceção dos visitantes do desenvolvimento do turismo e seus impactes Gastos efetuados no destino Atitudes e comportamentos dos visitantes, face ao desenvolvimento turístico Maputo, Setembrode 2013 Avaliação da Reserva Caraterização sociodemográfica do inquirido 9
10 Metodologia Aplicação do pré-teste Método de administração Treinamento dos auxiliares Aplicação dos questionários- Mês de junho/2012 Dimensão da amostra Residentes- 73 questionários Visitantes- 81 questionários 10
11 11
12 Metodologia Statistical Package for Social Sciences (SPSS) Métodos de análise de dados Análise de estatística univariada Análise de estatística bivariada 12
13 Caraterização geográfica da REM Fonte: 13
14 Caraterização da Reserva Especial de Maputo 14
15 Perceções dos visitantes Análise e discussão dos resultados Tipo Natureza Impactes N Média Desviopadrão Aumento de investimentos na Reserva 79 4,87 0,607 Económicos Ambientais Positivos Negativos Positivos Negativos Aumento do rendimento dos residentes 81 4,54 1,152 Aumento do preço dos produtos 77 3,60 1,648 Promove a educação ambiental 77 3,38 1,170 Aumento da poluição 79 2,23 1,768 Socioculturai s Positivos Negativos Promove o acesso à educação e à formação profissional dos residentes Diminuição do tempo que os residentes passam com os familiares e amigos 77 3,40 1, ,91 1,453 15
16 Perceções dos residentes Análise e discussão dos resultados Aumento do rendimento dos residentes da Reserva N Média Desviopadrão 73 4,92 0,363 Económicos Positivos Promove o envolvimento das comunidades na gestão da Reserva Aumento de investimentos na Reserva 73 4,62 0, ,49 1,271 Negativos Aumento do preço dos produtos 72 4,06 1,433 Ambientais Positivos Promove a educação ambiental 72 3,92 1,230 Negativos Diminuição da quantidade de animais na Reserva 73 4,33 1,131 Positivos Reforça o espírito da comunidade 73 4,33 1,131 Sociocultur ais Promove o acesso à educação e à formação profissional dos residentes 73 4,32 1,223 Negativos Diminuição do tempo que os residentes passam com familiares e amigos 73 3,84 1,564 16
17 Comparação dos stakeholders Perceções dos impactes Média Aumento de investimentos na Reserva R=4,49 V= 4,87 Aumento do rendimento dos residentes R=4,92 V= 4,54 Económicos positivos Promove o envolvimento das comunidades na gestão da Reserva R=4,63 V= 3,86 Económicos negativos Aumento do preço dos produtos R= 4,06 V= 3,60 Abandono do cultivo dos campos R= 3,45 V= 2,96 Ambientais positivos Promove a educação ambiental R= 3,92 V= 3,38 Aumento da poluição R= 1,36 V= 2,23 Ambientais negativos Aumento da pesca ilegal nas reservas marinhas R=1,32 V= 1,81 Socioculturais positivos Promove acesso à educação e à formação profissional dos residentes R= 4,32 V= 3,40 Aumento das vendas de produtos locais (artesanato) R= 1,67 V= 2,13 Socioculturais negativos Aumento dos conflitos entre os residentes R= 1,49 V= 1,88 Diminuição da paz e tranquilidade R= 1,23 V= 1,63 17
18 Conclusões, contributos, imitações e recomendações Principais conclusões Em termos gerais, a abordagem dos conceitos desta dissertação permitiu: Analisar a importância do envolvimento dos stakeholders no processo de gestão de um destino turístico natural. Avaliar as perceções dos stakeholders dos impactes do turismo, suas atitudes e comportamentos. Principais contributos Melhor conhecimento das caraterísticas sociodemográficas da área de estudo. Melhor conhecimento dos impactes do turismo, percecionados pelos.stakeholders, nos destinos naturais. Elaboração do questionário na língua local (Xirhonga), que facilitou na recolha de informação e na interacção com os residentes. 18
19 Conclusões, contributos, limitações e recomendações Principais recomendações Melhoria da sinalização. Melhor envolvimento dos residentes, colaboradores e alunos da Escola Primária da Reserva. na atividade turística. Melhorar a oferta de souvenirs e de atividades culturais e recreativas. Principais dificuldades e limitações Limitações financeiras. A pequena dimensão da amostra. A realização da investigação empírica numa época baixa. A falta de informações disponíveis e nem sempre fiáveis. Propostas para investigações futuras A inclusão de todas ascomunidades do interior da Reserva no processo de inquirição. A comparação das perceções, atitudes e comportamentos entre residentes do interior e da zona circundante da Reserva. A realização de um estudo desta natureza a nível do território nacional e a nível da região da África Austral. 19
20 . 20
CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE TURISMO AMBIENTAL E RURAL
CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE TURISMO AMBIENTAL E RURAL O Técnico de Turismo Ambiental e Rural é o profissional que participa na aplicação de medidas de valorização do turismo em espaço rural, executando
Planificação Anual de Turismo: Informação e Animação Turística TIAT 11º Ano
ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3.º CICLO DE AMORA Curso Profissional de Técnico de Turismo Planificação Anual de Turismo: Informação e Animação Turística TIAT 11º Ano Componente de Formação Técnica Ano Letivo 2014/2015
TIPOLOGIAS DE ALOJAMENTO ENQUADRÁVEIS NO COMPETIR+
TIPOLOGIAS DE ALOJAMENTO ENQUADRÁVEIS NO COMPETIR+ 1 EMPREENDIMENTOS TURÍSTICOS São considerados Empreendimentos Turísticos os estabelecimentos que se destinam a prestar serviços de alojamento turístico,
TURISMO RURAL. Helga Andrade Instituto Federal do Sul de Minas Gerais. Turismóloga (UFMG) Barista (certificada ACBB)
TURISMO RURAL Helga Andrade Instituto Federal do Sul de Minas Gerais Turismóloga (UFMG) Barista (certificada ACBB) Plano de Curso Conceitos Caracterização do Turismo Rural Agroturismo Turismo Rural na
AVALIAÇÃO DE SATISFAÇÃO DE UTENTES DOS POSTOS DE TURISMO
AVALIAÇÃO DE SATISFAÇÃO DE UTENTES DOS POSTOS DE TURISMO 2016 RELATÓRIO ANUAL 1 ÍNDICE 1. METODOLOGIA... 5 1.1. AMOSTRA... 5 1.2. REALIZAÇÃO DO INQUÉRITO... 6 1.2.1. Questionário... 6 2. RESULTADOS DOS
INQUÉRITO DE OPINIÃO
ELABORAÇÃO DO PROJETO GERAL PARA OS CENTROS DE ACOLHIMENTO TURÍSTICO E INTERPRETATIVOS DE ÉVORA E ALENTEJO CENTRAL INQUÉRITO DE OPINIÃO A CIMAC Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central está a realizar,
Apresentação de Angola na XII Reunião dos Ministros do Trabalho e dos Assuntos Sociais Os Desafios na Protecção Social para alcançar a Segurança
Apresentação de Angola na XII Reunião dos Ministros do Trabalho e dos Assuntos Sociais Os Desafios na Protecção Social para alcançar a Segurança Alimentar e Nutricional Maputo, 25 de Abril de 2013 Constituição
GESTÃO DE PRODUTOS TURÍSTICOS 2º ano ANIMAÇÃO TURÍSTICA 2010/2011. Francisco Peça.
GESTÃO DE PRODUTOS TURÍSTICOS 2º ano ANIMAÇÃO TURÍSTICA 2010/2011 Francisco Peça [email protected] Objectivos da Animação Turística: Proporcionar ao turista uma agradável estadia; Bom usufruto do
A DESPESA EM CONSUMO TURÍSTICO REPRESENTA 10,2 % DO PIB EM 2000
Conta Satélite do Turismo 2000 (Dados Provisórios) 17 de Março de 2005 A DESPESA EM CONSUMO TURÍSTICO REPRESENTA 10,2 % DO PIB EM 2000 No ano 2000, a oferta turística interna representou cerca de 10,2%
O Papel do Turismo na Dinamização das Economias Locais: a importância do Programa Municipal do Turismo
O Papel do Turismo na Dinamização das Economias Locais: a importância do Programa Municipal do Turismo Fonte: Minhotur (2013) Luís Ferreira 1 Agenda Dimensão e evolução do fenómeno turístico Dinâmicas
Programa de Doutoramento em Gestão, Liderança e Políticas no Sector Agroalimentar
Programa de Doutoramento em Gestão, Liderança e Políticas no Sector Agroalimentar Workshop Colaboração entre Moçambique e Portugal nos Sectores Agrícola, Alimentar e Florestal, Maputo, 2 de Junho 2015
Pobreza e Percepções sobre o Progresso no Bem-Estar nas Comunidades Rurais em Moçambique (2008/9-2014/15)
Pobreza e Percepções sobre o Progresso no Bem-Estar nas Comunidades Rurais em Moçambique (2008/9-2014/15) Constantino Marrengula Fausto Mafambissa Finório Castigo José Cardoso Conferência Uni-wider 2018
PLANO DE ACÇÃO REGIONAL ALENTEJO 2020
FORUM REGIONAL ALENTEJO 2020 DESAFIOS E OPORTUNIDADES PLANO DE ACÇÃO REGIONAL ALENTEJO 2020 COMISSÃO DE COORDENAÇÃO E DESENVOLVIMENTO REGIONAL DO ALENTEJO Joaquim Fialho [email protected] Vendas
Enquadramento. Multifuncionalidade - Integração de várias funções no mesmo espaço e tempo, numa determinada escala >>> conceito analítico
Projecto Mural Enquadramento Função - Capacidade da paisagem de fornecer bens e serviços que correspondem a necessidades, procura e objectivos da sociedade, directa ou indirectamente. Comodidades: produção
ESTRATÉGIA NACIONAL PORTUGAL 2030 Preparação do Contributo Estratégico Regional do Alentejo
ESTRATÉGIA NACIONAL PORTUGAL 2030 Preparação do Contributo Estratégico Regional do Alentejo Situação de partida e principais desafios para o desenvolvimento do Alentejo no período 2020-2030 Beja e Sines,
Componente de Formação Técnica
CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE TURISMO 3º ANO-Ano Letivo:2014/2015 PLANIFICAÇÃO DA DISCIPLINA: TURISMO-INFORMAÇÃO E ANIMAÇÃO TURÍSTICA Componente de Formação Técnica 1- Elenco Modular Duração de referência
Ecopista do Dão À redescoberta do Património
Seminário Equipamentos Desportivos, que Futuro, que Tendências Ecopista do Dão À redescoberta do Património 23 de novembro, Almada A CIM DÃO LAFÕES Associação de municípios (direito público) ao abrigo
Conta Satélite do Turismo
Conta Satélite do Turismo Principais resultados Departamento de Contas Nacionais Serviço de Contas Satélite e Avaliação de Qualidade das Contas Nacionais CSE, 2019.03.22 Índice 1. O que é a Conta Satélite
COMO O SENAR PODE ME AJUDAR?
COMO O SENAR PODE ME AJUDAR? ESPAÇO RESERVADO PARA O NOME DO PROJETO ESPAÇO RESERVADO PARA O NOME DO PALESTRANTE [email protected] AQUI NINGUÉM SABE TUDO TODOS SABEMOS ALGO E JUNTOS SABEMOS MAIS...
Estatísticas do Emprego 1º trimestre de 2011
Estatísticas do Emprego 1º trimestre de 2011 18 de Maio de 2011 A taxa de desemprego foi de 12,4% - Resultados do Inquérito ao Emprego, relativos ao 1º trimestre de 2011, com a adopção da nova metodologia.
AVALIAÇÃO DE SATISFAÇÃO DE UTENTES DOS POSTOS DE TURISMO
AVALIAÇÃO DE SATISFAÇÃO DE UTENTES DOS POSTOS DE TURISMO 2017 RELATÓRIO ANUAL 1 ÍNDICE 1. METODOLOGIA... 5 1.1. AMOSTRA... 5 1.2. REALIZAÇÃO DO INQUÉRITO... 6 1.2.1. Questionário... 6 2. RESULTADOS DOS
O turismo na RAM e o caso particular do time-sharing. Paulo Baptista Vieira
O turismo na RAM e o caso particular do time-sharing Paulo Baptista Vieira Agenda 1. Breves referências históricas 2. Fontes de informação 3. Caraterização geral do turismo na RAM 4. O caso particular
Estratégia para a Aplicação de Planos de Intervenção em Espaço Rural em Espaço Periurbano. O caso de Setúbal.
Estratégia para a Aplicação de Planos de Intervenção em Espaço Rural em Espaço Periurbano. O caso de Setúbal. Discussão para obtenção do grau de Mestre em Urbanismo e Ordenamento do Território Patrícia
I - O que é uma Reserva da Biosfera?
I - O que é uma Reserva da Biosfera? UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura) Programa MAB, Man and Biosphere Objetivo principal: - Utilização sustentada dos recursos;
Atividade Turística manteve resultados positivos em 2015
Estatísticas do Turismo 2015 28 de julho de 2016 Atividade Turística manteve resultados positivos em 2015 Segundo os dados mais recentes publicados pela Organização Mundial de Turismo, as chegadas de turistas
Quais práticas podem contribuir para o desenvolvimento do turismo de base local nas comunidades do entorno da Lagoa do Cajueiro?
1 INTRODUÇÃO As exigências da demanda atual em relação à prática do turismo têm influenciado diretamente na maneira como os municípios piauienses apresentam a sua oferta turística. Alguns governos, agentes
Perfil do Turista - 1 ZONA DE TURISMO DE GUIMARÃES PERFIL DO TURISTA
1 ZONA DE TURISMO DE GUIMARÃES PERFIL DO TURISTA - 2002 2 A Zona de Turismo de Guimarães promoveu durante os meses de Maio a Setembro de 2002 um inquérito aos turistas. Foram realizados 428 inquéritos
O CMIA DE VIANA DO CASTELO
O CMIA DE VIANA DO CASTELO Centro de Monitorização e Interpretação Ambiental de Viana do Castelo Desenvolvido no âmbito do Programa Polis Inaugurado a 21 de junho de 2007 Gerido pela Câmara Municipal de
ENSINO SECUNDÁRIO CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE TURISMO
Agrupamento de Escolas Nº 1 de Abrantes ENSINO SECUNDÁRIO CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE TURISMO ESCOLA: Escola Sec. Dr.Solano de abreu DISCIPLINA: TIAT ANO: 11º ANO LETIVO 2013/2014 CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS
António Júnior, Yasser Arafat Dadá e João Mosca
António Júnior, Yasser Arafat Dadá e João Mosca INTRODUÇÃO Esta pesquisa procurou estudar as associações dos pequenos produtores, com o intuito de analisar as vantagens da adesão à estas ou outras organizações
MATRIZ DA PROVA DE EXAME A NÍVEL DE ESCOLA AO ABRIGO DO DECRETO-LEI Nº 357/2007, DE 29 DE OUTUBRO
MATRIZ DA PROVA DE EXAME A NÍVEL DE ESCOLA AO ABRIGO DO DECRETO-LEI Nº 357/2007, DE 29 DE OUTUBRO 1. Unidades temáticas, conteúdos e objectivos/competências (Duração: 90 minutos + 30 minutos de tolerância)
REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA TERRA, AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO RURAL DIRECÇÃO NACIONAL DO AMBIENTE DEPARTAMENTO DE GESTÃO AMBIENTAL
REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA TERRA, AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO RURAL DIRECÇÃO NACIONAL DO AMBIENTE DEPARTAMENTO DE GESTÃO AMBIENTAL TERMOS DE REFERÊNCIA PARA A REALIZAÇÃO DO INVENTÁRIO DE TERRAS
VALOR ECONÓMICO DA ONDA
UNIVERSIDADE DOS AÇORES FACULDADE DE ECONOMIA E GESTÃO DISSERTAÇÃO DE MESTRADO EM CIÊNCIAS ECONÓMICAS E EMPRESARIAIS VALOR ECONÓMICO DA ONDA Rui Pedro Vitória Medeiros Ponta Delgada, setembro de 2016 FACULDADE
ECOTURISMO NAS UNIDADES DE CONSERVAÇÃO ESTADUAIS DO RIO GRANDE DO SUL. 1. Andressa Caroline Trautenmüller 2, Romário Trentin 3.
ECOTURISMO NAS UNIDADES DE CONSERVAÇÃO ESTADUAIS DO RIO GRANDE DO SUL. 1 Andressa Caroline Trautenmüller 2, Romário Trentin 3. 1 Relatório técnico científico 2 Acadêmica do Curso de Formação de Professores
Turismo e Espaço Econômico. Prof. Dr. Marcos Aurélio Tarlombani da Silveira
Turismo e Espaço Econômico Prof. Dr. Marcos Aurélio Tarlombani da Silveira TURISMO: Fenômeno socioespacial contemporâneo O ESPAÇO TURÍSTICO É A CONFIGURAÇÃO E A DISTRIBUIÇÃO TERRITORIAL DOS ATRATIVOS TURÍSTICOS
Oportunidades de negócio para a Agricultura familiar: circuitos curtos e diversificação de actividades
Oportunidades de negócio para a Agricultura familiar: circuitos curtos e diversificação de actividades Seminário A diversificação na agricultura no Oeste Caldas da Rainha 5 Dezembro 2014 Definições Venda
GESTÃO SUSTENTÁVEL DA ORLA COSTEIRA
S e m i n á r i o DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL O MAR GESTÃO SUSTENTÁVEL DA ORLA COSTEIRA IST 03 Nov 2004 Quaternaire Portugal http://www.quaternaire.pt Decreto-lei n.º 380/99: DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
Cecília Isabel Viriato Guambe. Turismo e Desenvolvimento Sustentável de Destinos Naturais
Universidade de Aveiro Departamento de Economia, Gestão e Engenharia 2012 Industrial Cecília Isabel Viriato Guambe Turismo e Desenvolvimento Sustentável de Destinos Naturais Universidade de Aveiro Departamento
Yasfir Daudo Ibraimo
Emprego e Condições de Emprego nas Zonas Rurais, Suas Implicações Para a Pobreza: O Caso da Açucareira De Xinavane Yasfir Daudo Ibraimo [email protected] SEMINÁRIO IESE e OIT ACÇÃO SOCIAL PRODUTIVA
Emprego e Condições de Emprego nas Zonas. Rurais, Suas Implicações Para a Pobreza: O. Caso da Açucareira De Xinavane
Emprego e Condições de Emprego nas Zonas Rurais, Suas Implicações Para a Pobreza: O Caso da Açucareira De Xinavane SEMINÁRIO IESE e OIT ACÇÃO SOCIAL PRODUTIVA EM MOÇAMBIQUE: QUE POSSIBILIDADES E OPÇÕES
Lisboa, 25 de novembro de 2011
Lisboa, 25 de novembro de 2011 A reabilitação urbana constitui um fator essencial no desenvolvimento do setor do turismo, enquanto elemento integrante da nossa oferta turística A regeneração urbana estabelece
Geografia do Turismo Definições de turismo e sua dimensão geográfica. Prof. Dr. Marcos Aurélio Tarlombani da Silveira - Geografia - UFPR
Geografia do Turismo Definições de turismo e sua dimensão geográfica Prof. Dr. Marcos Aurélio Tarlombani da Silveira - Geografia - UFPR TURISMO: DEFINIÇÕES O turismo é um assunto "sério"? O TURISMO EM
Sessão de Divulgação PDR DLBC Terras de Basto
Sessão de Divulgação PDR 2020 - DLBC Terras de Basto Operação 10.2.1.1 - Pequenos investimentos nas explorações agrícolas Promover a melhoria das condições de vida, de trabalho e de produção dos agricultores;
Unidades curriculares disponíveis para Programa IPL60+ 1º Semestre Escola Superior de Turismo e Tecnologia do Mar
Unidades curriculares disponíveis para Programa IPL60+ Semestre 16-17 Escola Superior de Turismo e Tecnologia do Mar Animação Turística Inglês para Animação I Introdução ao Turismo Comunicação e Desenvolvimento
AVALIAÇÃO AMBIENTAL ESTRATÉGICA. RELATÓRIO DE DEFINIÇÃO DE ÂMBITO. Formulário Consulta ERAE
Secretaria Regional da Energia, Ambiente e Turismo Direção Regional do Turismo AVALIAÇÃO AMBIENTAL ESTRATÉGICA RELATÓRIO DE DEFINIÇÃO DE ÂMBITO. Formulário Consulta ERAE Outubro 2017 Avaliação Ambiental
O lazer ajuda na realização do indivíduo e por isso sua concretização é um exercício de cidadania. Grande parte da população mundial está excluída do
Turismo O O entretenimento é extremamente necessário ao ser humano em nossa sociedade moderna.é muito bom dispormos de tempo para atividades distintas daquelas que realizamos sistematicamente. A diversão,
SETORES DA ECONOMIA SAÚDE NA ESCOLA MARCELO LIMA GEOGRAFIA
MARCELO LIMA GEOGRAFIA SETORES DA ECONOMIA SAÚDE NA ESCOLA 20.05.2019 Setores da Economia O conjunto de pessoas que praticam alguma atividade produtiva ou população economicamente ativa estão distribuídos
Decreto Presidencial n.º 216/11, de 8 de Agosto
Decreto Presidencial n.º 216/11, de 8 de Agosto Página 1 de 10 Considerando que o acesso à terra é fundamental para o processo de reconstrução, construção e desenvolvimento económico e social do País e
MOTIVAÇÕES E PERFIL DO VISITANTE DE GUIMARÃES 2011
MOTIVAÇÕES E PERFIL DO VISITANTE DE GUIMARÃES 2011 INTRODUÇÃO O Município de Guimarães promoveu, nos últimos anos, vários estudos relativos às motivações de viagem e perfil do visitante a Guimarães. Estes
Reunião Técnica - ENOTURISMO PRODUTO ESTRATÉGICO PARA PORTUGAL - CONCLUSÕES
Reunião Técnica - ENOTURISMO PRODUTO ESTRATÉGICO PARA PORTUGAL - CONCLUSÕES Cartaxo, 30 de Junho de 2009 Na sequência da reflexão desenvolvida ao longo deste dia de trabalho, foi possível comprovar que
INDICADORES DE REFERÊNCIA NA ÁREA DO TURISMO 1. Chegadas Internacionais o número de viajantes que entraram no país durante um determinado período.
REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE ------------------ INDICADORES DE REFERÊNCIA NA ÁREA DO TURISMO 1. Chegadas Internacionais o número de viajantes que entraram no país durante um determinado período. Por motivo
Fichas técnicas das fontes de informação
Fichas técnicas das fontes de informação Inquérito a Turistas Abril de 2015 Inquérito referente ao Período de Inverno, elaborado pelo Turismo de Portugal. Universo Constituído pelos turistas residentes
