DISCIPLINA DE PATOLOGIA GERAL
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- Andreia Maria das Graças Ramires Gonçalves
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1 DISCIPLINA DE PATOLOGIA GERAL INFLAMAÇÃO CRÔNICA PARTE 4 Prof.Dr. Lucinei Roberto de Oliveira 2013
2 INFLAMAÇÃO CRÔNICA Inflamação de duração prolongada na qual a inflamação ativa, destruição tecidual e tentativas de reparação estão ocorrendo simultaneamente.
3 INFLAMAÇÃO CRÔNICA A progressão para a inflamação crônica ocorre quando não é possível resolver a resposta inflamatória aguda por: (a) persistência do agente agressor (b) interferência no processo normal de cura
4 INFLAMAÇÃO CRÔNICA A inflamação aguda é basicamente uma reação vascular e a inflamação crônica é uma reação celular proliferativa
5 INFLAMAÇÃO CRÔNICA Na inflamação crônica proliferam básicamente células mesenquimais: FIBROBLASTOS CÉLULAS ENDOTELIAIS MACRÓFAGOS
6 ORIGEM DOS MACRÓFAGOS
7 GRANULOMA PIOGÊNICO
8 TECIDO DE GRANULAÇÃO
9 INFLAMAÇÃO CRÔNICA TIPOS INESPECÍFICA ESPECÍFICA (GRANULOMATOSA)
10 Definição: INFLAMAÇÃO CRÔNICA INESPECÍFICA Inflamação crônica comum a vários tipos de agentes que atuam como corpos estranhos Exsudato rico em células linfomononucleares, proliferação de vasos neoformados e tecido conjuntivo fibroso
11 INFLAMAÇÃO CRÔNICA INESPECÍFICA FOUSP
12 INFLAMAÇÃO CRÔNICA ESPECÍFICA Padrão distinto caracterizado pelo acúmulo focal de macrófagos ativados, que geralmente desenvolvem uma aparência epitelióide Kumar et al., 2005
13 INFLAMAÇÃO CRÔNICA ESPECÍFICA Inflamações Granulomatosas Tipo de inflamação crônica em que se observam os granulomas Permitem uma lista de possíveis diagnósticos de doenças mesmo sem a visualização do seu agente causal Dependente de resposta imunitária
14 GRANULOMAS Granuloma é um acúmulo microscópico de macrófagos que se transformam em células semelhantes às epiteliais (epitelióides), cercadas por um colar de linfócitos. As células epitelióides podem se fundir e formar células gigantes
15 Condição para se formar o GRANULOMA A presença de irritantes pouco digeríveis e de imunidade mediada por células T contra o agente irritante.
16 CÉLULAS EPITELIÓIDES Macrófagos modificados com citoplasma abundante, ricos em RER, Golgi, vesículas e vacúolos, adaptadas para a secreção extracelular, em vez de fagocitose.
17 Células Gigantes - São formadas pela coalescência e fusão de células epitelióides, podem ter cerca de 50 núcleos. - Presença de material indigerível Células de Langhans Célula Gigante do Tipo Corpo Estranho
18 GRANULOMA - MICROSCOPIA: REAÇÃO TECIDUAL ORGANIZADA CIRCUNSCRITA COM OU SEM NECROSE CENTRAL - Limites mais precisos - Pouco vascularizado
19 INFLAMAÇÃO CRÔNICA GRANULOMATOSA Componentes do Granuloma: Células Gigantes (Langhans e Corpo Estranho) Macrófagos (Células epitelióides) Linfócitos Fibroblastos Elementos alternativos: Necrose, Neutrófilos, Plasmócitos e Eosinófilos
20 GRANULOMAS
21 Tuberculose pulmonar: granuloma
22
23 Granuloma
24 Tuberculose Mediado principalmente por TNFα e INFγ Linfócito Th1
25 GRANULOMA NECROSE CASEOSA MACRÓFAGOS
26 Infecção Micótica (Coccidioidis immitis)
27 EVOLUÇÃO E DESTINO DOS GRANULOMAS Evoluem para cura por fibrose - Apoptose em células epitelióides - Deposição de colágeno, fibras elásticas e componentes da MEC (deposição centrípeta) - Reabsorção do agente inflamatório e da necrose - Formação de cicatriz (pode ser removida por ação de colagenases) Reabsorção incompleta, fibrose estabiliza-se Encapsulamento
28 Fibrose (Inalação de Sílica)
29 INFLAMAÇÃO MEDIADORES PERMEABILIDADE
30 RESUMO Comparação entre inflamação aguda e crônica Aguda: Permeabilidade vascular e edema Neutrófilos e Macrófagos Duração: dias Resolução, formação de abcesso, fibrose ou inflamação crônica Crônica: Fenômenos proliferativos Linfócitos, macrófagos e fibroblastos Semanas, anos Destruição tecidual, fibrose ou equilíbrio entre agressor e hospedeiro
31 FIM
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