TUBERCULOSE HUMANA E ANIMAL
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- Simone Olivares de Almada
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1 TUBERCULOSE HUMANA E ANIMAL Dra. Eliana Roxo1 INTRODUÇÃO A tuberculose no homem como nos animais continua a desempenhar um papel preponderante entre as doenças infecto-contagiosas com grave impacto nas populações, levando a grandes prejuízos econômicos e sociais. O combate à tuberculose bovina no Brasil visa diminuir o impacto desta enfermidade no comércio nacional e internacional de animais e de produtos de origem animal, certificando os rebanhos, como garantia de qualidade na sua origem. A tuberculose zoonótica, causada pelo Mycobacterium bovis em humanos, assume na atualidade um caráter de doença profissional, mais freqüente em indivíduos que lidam diretamente com animais infectados ou com produtos provenientes destes, como tratadores, magarefes, veterinários e laboratoristas, manifestando-se não somente na forma clássica de tuberculose intestinal ou escrofulose (transmitida por alimentos), mas principalmente na forma pulmonar (transmitida por aerossóis). Com o intuito de informar sobre os principais pontos da transmissão da tuberculose bovina, suas formas de diagnóstico e controle, numeramos resumidamente alguns itens de forma objetiva. Para maiores informações, sugerimos consultar outros links: SUMMARY Tuberculosis in man, as in the animals, continuous to play an important role among the infectious diseases with severe impact in the populations, causing large economic and social losses. The fight against bovine tuberculosis in Brazil intent to reduce the impact of this disease in the national and international meat market by the certification of free herds, providing sanitary guarantees from the products origin. 1 Dra. Eliana Roxo Médica Veterinária Pesquisadora Científica IV Laboratório de Tuberculose Instituto Biológico Av. Cons. Rodrigues Alves, 1252 Vila Mariana São Paulo - SP CEP Fone:
2 The zoonotic tuberculosis, caused by Mycobacterium bovis in human, assume in the present a character of occupational disease that is more frequent in individuals straightly related with infected animals or there products, as farm workers, slaughters, veterinarians and laboratory workers. They usually manifest as the classical intestinal tuberculosis or scrophula (transmitted by food) as mainly the pulmonary disease (transmitted by aerosols). With the intention to inform about the main aspects of the transmission of the bovine tuberculosis, as well as its diagnostic and control, some items are briefly pointed out. For further information, theses sites are suggested: PROBLEMAS PARA O HOMEM Aquisição da doença através do leite cru (normalmente Tuberculose intestinal); Aquisição de doença profissional, ou seja, tratadores de animais, magarefes, veterinários (normalmente tuberculose pulmonar). 2. SOLUÇÕES PARA O HOMEM Pasteurização do leite cru, ou seja, aquecimento de 62,8 a 65,6 º C por trinta minutos (Pasteurização lenta) ou aquecimento do leite cru a 71,7 º C por quinze segundos (Pasteurização rápida), que destrói a bactéria; Rigorosas medidas de higiene, como limpeza e desinfeção das instalações onde os animais ficam, fômites, etc; Desinfeção: calor úmido; luz solar direta; química: hipoclorito de sódio (1%), fenol, formol, álcool, (observar concentração do produto, tempo de exposição, temperatura, presença de matéria orgânica); Não usar desinfetantes ineficazes como compostos quaternários de amônia e clohexidine = NÃO DESTRÓEM A BACTÉRIA DA TUBERCULOSE; Rigorosas medidas de manejo sanitário, como cuidados na introdução de novos animais no rebanho, ou seja, animal com testes negativos para a doença e originário de rebanhos livres da doença, quarentenário e isolamento de animais suspeitos. 3. CONTROLE DA TUBERCULOSE Em regiões de alta prevalência: sacrifício dos animais reagentes; rigorosas medidas de higiene e manejo sanitário; Em regiões de baixa prevalência: implantação de programas de controle e erradicação da tuberculose: testes tuberculínicos; sacrifício de animais reagentes;
3 certificação de rebanhos livres da doença; certificação de áreas livres da doença. 4. TRANSMISSÃO DA TUBERCULOSE De um animal infectado para outro animal sadio: Vias mais comuns: aerossóis da respiração, corrimento nasal, ou seja, orofarínge; Leite cru; Vias menos comuns: Fezes; Urina; Secreções vaginais/uterinas; Sêmen; De um animal doente para o homem aerossóis da respiração Leite cru Carne crua De um animal sem sintomas para outro animal O animal recém infectado já pode transmitir, mesmo sem lesões ou outros sinais de sua presença, a infecção para outros animais; Geralmente, animais mais velhos têm mais chance de terem a doença mais adiantada e, assim, serem a principal fonte de infecção para os mais jovens. 5. TUBERCULOSE EM BOVINOS Causada pelo M. bovis, normalmente é doença crônica e debilitante e sempre progressiva. a) Entrada da bactéria: Aparelho digestivo: através da boca, por água ou alimentos contaminados, indo para o trato digestivo (intestinos); Aparelho respiratório: narinas, garganta, faringe até os pulmões; Nos pulmões: Os bacilos invadem os macrófagos alveolares, causam inflamação e pneumonia difusa no início; Nódulos caseosos se formam (as bactérias em seu interior podem se multiplicar ou ficar dormentes ); Nódulos caseosos se fundem (confluência) formando grandes nódulos; Os bacilos podem se disseminar pelos tecidos vizinhos e também por via linfática e sangüínea; As bactérias atingem os linfonodos regionais (Complexo primário); Desenvolve-se a hipersensibilidade tardia (reação tuberculínica) As bactérias espalham-se para todo o corpo do animal (disseminação do processo);
4 6. TUBERCULOSE EM HUMANOS Tosse crônica, por 3 semanas ou mais, pode expectorar material bacteriano das lesões cavitárias (paciente com quadro respiratório bacilífero); Febre ligeira e sudorese noturna Dor toráxica e dispnéia Hemoptise Perda de peso (caquexia) reinfecção, ou seja, a lesão inativa passa a ser ativada (recrudescimento) e nesta etapa, estabelece-se necrose no nódulo ou na cavidade; 7. QUEM CAUSA A DOENÇA Quem: Bactéria em forma de bastonete, ou seja BACILO = Bacilo de Koch Classificação: Ordem: Actinomycetales; Gênero: Mycobacterium Quais que podem causar tuberculose: Mycobacterium tuberculosis, Mycobacterium bovis, Mycobacterium africanum (ainda não encontrado no Brasil); Figura 1. Bacilos Álcool-Ácido Resistentes (BAAR) corados pelo método de Ziehl-Neelsen, formando grumos. Viabilidade: até uma hora em suspensão no ar (ao abrigo da luz solar direta) até dois anos em estábulos, pastos e esterco; até um ano na água; até dez meses nos produtos de origem animal; 8. DISTRIBUIÇÃO DA DOENÇA Mundial, concentrando-se em países em desenvolvimento e em criações intensivas, como em bovinos leiteiros;
5 concentra-se principalmente na América do Sul, por esta deter a maior população bovina comercial; Na América Latina e Caribe existem aproximadamente 300 milhões de bovinos, dos quais 73,7% estão em áreas com prevalência de tuberculose maior que 1%; Brasil e Argentina juntos possuem 3,5 milhões de bovinos infectados espalhados por praticamente todo o território, que representa quase 2% da população bovina existente; Brasil, possui uma população bovina maior que 200 milhões de cabeças e dados mostram que os animais testados ( aproximadamente 0, 3% do rebanho nacional) apresentavam: nível de infecção entre 0,9 a 2,9%; 6,2 a 26,3% dos rebanhos com animais infectados (sem que essas taxas mostrassem tendência de diminuição); 0,14% de lesões encontradas nos animais abatidos em matadouro; 9. DIAGNÓSTICO Exame após a morte do animal: Histopatologia - utilizado em regiões de alta prevalência, mas é apenas presuntivo, necessitando de confirmação através da bacteriologia; - depende dos critérios de inspeção (de carcaça e sítios); - depende de coleta adequada de: - pares de linfonodos (pelo menos seis): cabeça mandibulares, parotídeos e retrofaríngeo; tórax mediastínicos e bronquiais; abdômen - mesentérios carcaça pré-escapulares, ilíacos, isqueáticos, sacral, inguinal superior; - amostras de órgãos acometidos: pulmão; fígado; intestinos baço; rim; úbere; órgãos genitais.
6 Figura 2. Corte histológico corado por H-E evidenciando infiltrado predominantemente mononuclear em pulmão bovino. Exame com o animal vivo: Exame clínico: palpação dos linfonodos; auscultação dos pulmões, etc.; Teste tuberculínico: É uma resposta de hipersensibilidade tardia mediada por linfócitos T sensibilizados em indivíduos previamente expostos ao bacilo tuberculoso. Esta resposta consiste num infiltrado de células mononucleares no local da aplicação, com formação de edema mais ou menos pronunciado em no máximo 72 horas. Preparações de tuberculinas: PPD (purified protein derivate), é um derivado do crescimento de bacilo em meio líquido, ajustando-se o conteúdo de Nitrogênio proteico, conforme os padrões internacionais. PPD Bovino, preparado com uma amostra de Mycobacterium bovis AN5. PPD Aviário, preparado com uma amostra de Mycobacterium avium D4. Resposta esperada: nos bovinos aparece comumente após 30 a 50 dias da infecção; Resposta não esperada: anergia: ausência de reatividade cutânea à tuberculina em indivíduos previamente sensibilizados mecanismo desconhecido, em animais em estado avançado de infecção; dessensibilização: capacidade de responder a novos testes diminuída, por reaplicação indevida da tuberculina, recobrada após um período de 42 a 60 dias; impedimento da resposta: se a infecção for recente; em animais desnutridos; por imunossupressão, no final de gestação e quatro a seis semanas após o parto; por variações inerentes ao próprio teste ou à leitura e interpretação do teste; tratamentos inescrupulosos com certas drogas; Sensibilidade e especificidade do teste: Não há consenso entre os estudiosos, variando de: Sensibilidade : 75 a 99 %; Especificidade: 75,5 a 99,9 %; Variações por: Presença de outras micobactérias no ambiente (aviária, etc); skin tuberculosis (não endêmica no país);
7 dosagem de tuberculina utilizada; diferentes potências do PPD ou tuberculina, etc; intervalo após infecção; tipo de teste, simples (caudal ou cervical) ou comparativo; presença de animais anérgicos; Figura 3. Teste Cervical Simples, Teste Cervical Comparativo e Teste da Prega Caudal, respectivamente, em bovinos. Exame bacteriológico: Cultivo: para primo isolamento de M.bovis: método tradicional de descontaminação de Petroff e semeadura em meios a base de ovo, como Stonebrink (contendo piruvato de sódio e não glicerina). crescimento após três a cinco semanas de incubação a 37º C; Isolamento de M. bovis pode demorar até mais de 12 semanas (podendo chegar a 90 dias); Identificação da cepa isolada por métodos bioquímicos é demorada e utilização de sondas de DNA pode facilitar;
8 Figura 4. Pulmão bovino apresentando diversas lesões de aspecto caseoso sugestivas de tuberculose. 10. PREJUÍZOS QUE A DOENÇA CAUSA NOS ANIMAIS Perda de peso Atraso na primeira lactação; Menor número de lactações; Menor duração da lactação; Perdas econômicas pelo sacrifício de animais reagentes; Entraves para o comércio nacional e internacional; Possibilidade de contaminação para humanos. 11. PROCEDIMENTOS EM REBANHO POSITIVO Esclarecimentos ao criador sobre a doença e suas implicações em saúde pública Planejamento do combate da doença no rebanho Destino dos animais reagentes, com abate sanitário ou destruição da carcaça na propriedade. Isolamento dos animais com diagnóstico inconclusivo Desinfecção de instalações, como cochos, bebedouros e salas de ordenha, retirandose todo o resíduo orgânico e desinfetando preferencialmente com hipoclorito de sódio 10% Examinar clinicamente o rebanho e verificar a possibilidade de existência de animais não reagentes, como recém paridos, recém infectados ou em fase adiantada de doença já anérgicos. Intervalo entre as tuberculinizações, de no mínimo 60 dias entre o teste de triagem o teste confirmatório ou 90 dias durante todo o período de saneamento do rebanho. Aconselhar a realização de exames de saúde das pessoas envolvidas. Verificar a possibilidade de contágio com outros animais da propriedade. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e da Tuberculose Animal (PNCEBT). Brasília: MAPA/DAS/DAS, p. KANTOR, I. N., RITACCO, V. Bovine tuberculosis in Latin America and the Caribbean: current status, control and eradication programs. Veterinary Microbiology, v.40, p.5-14, O'REILLY, L.M.; DABORN, C.J. The epidemiology of Mycobacterium bovis infections in animals and man: a review. Tubercle and Lung Disease, v.76, p.1-46, Suplemento 1. ROXO, E. Tuberculose bovina: Revisão. (Bovine Tuberculosis: review). Arquivos do Instituto Biológico, São Paulo, v.63, n.2, p.91-97, 1996.
9 ROXO, E. M.bovis como causa de zoonose: Revisão. (M.bovis as zoonosis: review). Revista de Ciências Farmacêuticas, São Paulo, v.18, n.1, p , RUSSEL, A.D.; YARNYCH, V.S.; KOULIKOVSKII, A.V. (Eds.). Guidelines on disinfection in animal husbandry for prevention ans control of zoonotic diseases. Geneve: World Health Organization, (WHO/VPH/84.4)
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