O QUE SIGNIFICA RACIONALIZAR?
|
|
|
- Ruth de Escobar Brás
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Escola Politécnica Universidade Federal da Bahia Tecnologia da Construção Civil AULA 3 ALVENARIAS: EXECUÇÃO, Prof. Dr. Luiz Sergio Franco Escola Politécnica da USP Dep. de Engenharia de Construção Civil O QUE SIGNIFICA RACIONALIZAR? OTIMIZAR AS ATIVIDADES QUE AGREGAM VALOR ELIMINAR AS ATIVIDADES QUE NÃO AGREGAM VALOR Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 1
2 PRODUÇÃO DA ALVENARIA DIVISÃO EM ETAPAS: MARCAÇÃO ELEVAÇÃO DA ALVENARIA FIXAÇÃO DA ALVENARIA MARCAÇÃO E PREPARAÇÃO Locação precisa de todas as paredes; Abrir frente para grande produtividade Preparar uma ligação adequada com a estrutura Correção de erros de nivelamento das lajes Decidir como corrigir erros de execução da estrutura Controlar antes da continuidade dos serviços Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 2
3 MARCAÇÃO E PREPARAÇÃO MARCAÇÃO DA ALVENARIA Locar com precisão; Proporcionar prumo, planeza, nivelamento; Proporcionar regularidade das juntas; Eliminar desperdícios; Eliminar retrabalho. Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 3
4 MARCAÇÃO DA ALVENARIA a precisão da alvenaria é muito influenciada pela precisão com que se executa a estrutura Trasferência dos eixos de referência do pavimento inferior Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 4
5 MARCAÇÃO DA ALVENARIA REFERENCIAS NO PROJETO Arquitetura Estrutura Instalações Esquadrias Impermeabilização PROJETO DE ALVENARIA MARCAÇÃO DA ALVENARIA REFERENCIAS NA OBRA Eixos transferidos das lajes Elementos estruturais Prumo das fachadas Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 5
6 MARCAÇÃO DA ALVENARIA ESTRUTURA PROJETADA ESTRUTURA EXECUTADA VERFICAR a estrutura DECIDIR como intervir CONTROLE DE PRODUÇÃO MARCAÇÃO DA ALVENARIA A VIGA ABRIU!!!! Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 6
7 MARCAÇÃO DA ALVENARIA SOBRESPESSURA DO REVESTIMENTO EM TODA A FACHADA SOBRESPESSURA DO REVESTIMENTO E DIMINUIÇÃO DAS DIMENSÕES INTERNAS MARCAÇÃO DA ALVENARIA DESCASCAR A VIGA OU PASSAR O REVESTIMENTO COM MENOR ESPESSURA SOBRE ELA Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 7
8 DIRETRIZES Minimizar erros da estrutura Manter esquadro da parede Evitar enchimento nos revestimentos Descascando parte do substrato Reposicionando as paredes Prioridade para o revestimento de fachada CUIDADOS!!! Banheiros de pequenas dimensões Ambientes com revestimentos modulares Caixas de escada Regiões de batentes envolventes Contramarcos pré-moldados Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 8
9 Limpeza da poeira e sujeira Remoção de argamassa sobre a laje Escarificação ou chapisco dos pilares, vigas e lajes, em contato com a alvenaria Tradicional PREPARAÇÃO Argamassa industrializada para chapisco Chapisco rolado PREPARAÇÃO Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 9
10 PREPARAÇÃO Ligação da alvenaria com a estrutura por meio de dispositivos: Telas Metálicas Posições definidas em projeto PREPARAÇÃO Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 10
11 EXECUÇÃO DA MARCAÇÃO REFERENCIAL: Projeto de alvenaria ou arquitetura; Eixos demarcados nas lajes; Saída das fachadas. Marcação materialização dos eixos Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 11
12 EXECUÇÃO DA MARCAÇÃO NIVELAMENTO: nível alemão ; nível a laser POSICIONA-SE E NIVELA-SE INICIALMENTE OS BLOCOS CHAVES cantos das paredes encontros posição das aberturas MARCAÇÃO COM FAIXA DE ARGAMASSA lajes com rebaixos muito grandes lajes com muito erro de nivelamento EXECUÇÃO DA MARCAÇÃO Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 12
13 EXECUÇÃO DA MARCAÇÃO DISTRIBUIÇÃO DOS BLOCOS Distribuir inicialmente sem assentar Assentar com blocos chave de referência Conferir com alinhamento da estrutura Juntas preenchidas para evitar deslocamento EXECUÇÃO DA MARCAÇÃO Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 13
14 Marcação blocos de extremidade EXECUÇÃO DA MARCAÇÃO Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 14
15 EXECUÇÃO DA MARCAÇÃO EXECUÇÃO DA MARCAÇÃO POSICIONAMENTO DAS PASSAGENS DE INSTALAÇÕES POSICIONAMENTO DE BATENTES ENVOLVENTES POSICIONAMENTO DE ESCANTILHÕES Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 15
16 EXECUÇÃO DA MARCAÇÃO EXECUÇÃO DA MARCAÇÃO Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 16
17 ELEVAÇÃO ELEVAÇÃO DA ALVENARIA Uso de equipamentos e técnicas para incrementar a produtividade É necessário o planejamento das atividades Controle contínuo da execução Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 17
18 EQUIPAMENTOS AUXILIARES: ANDAIME METÁLICO DESMONTÁVEL CAIXA DE ARGAMASSA COM ALTURA REGULÁVEL CORTE DE BLOCOS ELEVAÇÃO GABARITOS PARA PORTAS E JANELAS CARRINHO PARA TRANSPORTE DE BLOCOS CARRINHO PARA TRANSPORTE DA ARGAMASSA ANDAIMES E CAIXA DE ARGAMASSA Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 18
19 DEFINIÇÃO DA GEOMETRIA DA PAREDE: CASTELOS NOS CANTOS DAS PAREDES LINHA DE PEDREIRO RÉGUAS DE PRUMO ELEVAÇÃO ESCANTILHÕES (RECOMENDADO) CASTELO + LINHA Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 19
20 RÉGUA TÉCNICA ELEVAÇÃO DA ALVENARIA USO DO ESCANTILHÃO Ajuste do prumo em duas direções Ajuste do nível com a fiada de demarcação Elevada produtividade Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 20
21 USO DO ESCANTILHÃO USO DO ESCANTILHÃO Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 21
22 ELEVAÇÃO DA ALVENARIA ASSENTAMENTO DOS BLOCOS Junta moldada com dois cordões USO DE BISNAGA, RÉGUA OU MEIA-CANA ELEVAÇÃO DA ALVENARIA USO DA BISNAGA Junta moldada com dois cordões Aumento da estanqueidade Dificuldade inicial de implantação Necessidade de argamassa adequada Maior regularidade na definição da espessura Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 22
23 USO DA BISNAGA ELEVAÇÃO DA ALVENARIA USO DA RÉGUA OU MEIA-CANA Mais facilmente adaptada à mão-deobra Formação de dois cordões Espessura menos regular (que a bisnaga) Não oferece risco de LER Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 23
24 USO DA RÉGUA USO DA MEIA-CANA Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 24
25 ASSENTAMENTO ELEVAÇÃO FEITO FIADA A FIADA, SEGUINDO AS ELEVAÇÕES DO PROJETO GARANTIR O COMPLETO PREENCHIMENTO NA LIGAÇÃO COM O PILAR DEVEM SER EXECUTADOS TODOS OS DETALHES CONSTRUTIVOS PRESENTES NO PROJETO ELEVAÇÃO FIADA A FIADA Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 25
26 GARANTIR O PREENCHIMENTO NA LIGAÇÃO COM O PILAR EXECUÇÃO DOS DETALHS CONSTRUTIVOS Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 26
27 ASSENTAMENTO ELEVAÇÃO INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DEVEM ACOMPANHAR O ASSENTAMENTO, PASSANDO PELO VAZADO DOS BLOCOS EMBUTIMENTO PRÉVIO DE CAIXAS O CONTROLE DEVE SER CONTÍNUO DURANTE A ELEVAÇÃO INSTALAÇÕES ELÉTRICAS Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 27
28 EMBUTIMENTO PRÉVIO DE CAIXAS CONTROLE CONTÍNUO Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 28
29 CONTROLE CONTÍNUO ELEVAÇÃO EXECUÇÃO DE REFORÇOS NAS ABERTURAS MOLDADOS NO LOCAL COM BLOCOS CANALETAS PRÉ-MOLDADOS Cuidado com o peso Padronização dos vãos Central de pré-moldados na obra Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 29
30 MOLDADAS NO LOCAL COM BLOCO CANALETA PRÉ-MOLDADAS Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 30
31 PRÉ-MOLDADAS ELEVAÇÃO ELEVAÇÃO DA ALVENARIA PROSSEGUE ATÉ DEIXAR-SE ESPAÇO PARA A EXECUÇÃO DA FIXAÇÃO: NÃO EMPREGAR COMPONENTE DE MENOR RESISTÊNCIA Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 31
32 ESPAÇO NECESSÁRIO PARA A FIXAÇÃO: 2 a 2,5 cm FIXAÇÃO Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 32
33 FIXAÇÃO DA ALVENARIA TIPOS DE FIXAÇÃO ALVENARIA LIGADA À ESTRUTURA ALVENARIA DESVINCULADA DA ESTRUTURA RELACIONAMENTO COM A ESTRUTURA ALVENARIA LIGADA À ESTRUTURA LIGAÇÃO CONTÍNUA Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 33
34 RELACIONAMENTO COM A ESTRUTURA LIGAÇÃO FLEXÍVEL ALVENARIA DESVINCULADA DA ESTRUTURA FIXAÇÃO DA ALVENARIA FIXAÇÃO CONTÍNUA ESPAÇO NECESSÁRIO DE 1,5 cm a 2,5 cm FAZER A FIXAÇÃO UTILIZANDO TAMBÉM 2 CORDÕES DE ARGAMASSA É OBRIGATÓRIO O USO DE BISNAGA NESTA INTERFACE PODE-SE EMPREGAR UMA ARGAMASSA ESPECIAL COM ALTA ADERÊNCIA Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 34
35 LIGAÇÃO CONTÍNUA (EM DESUSO) LIGAÇÃO CONTÍNUA Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 35
36 LIGAÇÃO CONTÍNUA FIXAÇÃO DA ALVENARIA FIXAÇÃO FLEXÍVEL USO DE MATERIAIS ELASTOMÉRICOS (ESPUMA DE POLIURETANO, MÁSTIQUES) DEIXA-SE JUNTA NO REVESTIMENTO CUIDADO COM A ESTANQUEIDADE NAS FACHADAS Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 36
37 LIGAÇÃO FLEXÍVEL LIGAÇÃO FLEXÍVEL Limitador de profundidade selante Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 37
38 PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO O PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO É ESSENCIAL PARA OBTENÇÃO DE ALTA PRODUTIVIDADE NA ALVENARIA ATUALMENTE, OS CUSTOS LIGADOS À MÃO DE OBRA SÃO MUITO SIGNIFICATIVOS. É POSSÍVEL UM AUMENTO SIGNIFICATIVO DA PRODUTIVIDADE PASSAR DE 1,2 HH/Aparece = 2,5 HH/Apelante ALVENARIA PERDULÁRIA PARA - 0,25 a 0,5 HH/Aparece = 0,5 a 1,0 HH/Apelante, ALVENARIA RACIONALIZADA Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 38
39 PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO PRINCIPAIS CAUSAS DA FALTA DE PRODUTIVIDADE: INDISPONIBILIDADE DE EQUIPAMENTOS E FERRAMENTAS PARA INCREMENTO DA PRODUTIVIDADE: carrinhos caixas de argamassa escantilhão andaimes ferramentas adequadas PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO INDISPONIBILIDADE DE EQUIPAMENTOS Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 39
40 PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO PRINCIPAIS CAUSAS DA FALTA DE PRODUTIVIDADE: FALTA DE TREINAMENTO DA MÃO-DE-OBRA A MÃO DE OBRA NÃO PRECISA SER REQUALIFICADA (COMO EM OUTROS PROCESSOS CONSTRUTIVOS), MAS APENAS TREINADA, PARA FAZER AQUILO QUE JÁ CONHECE, COM NOVAS DIRETRIZES E FERRAMENTAS A MÃO-DE-OBRA DEVE ESTAR MOTIVADA PARA A EXECUÇÃO DOS SERVIÇOS incentivos e premiação reconhecimento condições do canteiro (limpeza, higiene, etc..) segurança do trabalho PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO TREINAMENTO DA MÃO-DE-OBRA Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 40
41 PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO PRINCIPAIS CAUSAS DA FALTA DE PRODUTIVIDADE: DESORGANIZAÇÃO E FALTA DE LOGÍSTICA DE DISTRIBUIÇÃO NO CANTEIRO tempos de espera (improdutivos) muito grandes, por componentes ou materiais ou equipamentos que não estão à mão movimentação indevida de materiais e componentes interferência entre serviços equipe de apoio (ajudantes) insuficientes, mal orientados ou mal distribuídos PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO DESORGANIZAÇÃO E FALTA DE LOGÍSTICA x Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 41
42 PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO PRINCIPAIS CAUSAS DA FALTA DE PRODUTIVIDADE: FALTA DE PROJETO DE PRODUÇÃO DA ALVENARIA TEMPO DE ESPERA (NÃO PRODUTIVO), AGUARDANDO PARA SABER COMO FAZER FALTA DE TERMINALIDADE DOS SERVIÇOS RETRABALHOS CONSTANTES INTERFERÊNCIA ENTRE SUBSISTEMAS RETIFICAÇÃO DE SERVIÇOS MAL EXECUTADOS (por exemplo relocação das saídas de elétrica) PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO FALTA DE PROJETO DE PRODUÇÃO Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 42
43 PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO PRINCIPAIS CAUSAS DA FALTA DE PRODUTIVIDADE: FALTA DE SUPERVISÃO E CONTROLE SERVIÇOS EXECUTADOS ERRONEAMENTE NECESSIDADE DE REPAROS E ENCHIMENTOS RETRABALHOS CONSTANTES PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO ITENS IMPORTANTES DO PLANEJAMENTO: PEDIDO DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS COM ANTECEDÊNCIA ADEQUADA MONTAGEM DAS EQUIPES E TREINAMENTO MONTAGEM DE CENTRAIS DE PRODUÇÃO DEFINIÇÃO DA LOGÍSTICA DE RECEBIMENTO DOS MATERIAS, ESTOCAGEM, TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO (principalmente dos blocos de concreto) DEFINIÇÃO DA SEQÜÊNCIA DE EXECUÇÃO DOS SERVIÇOS Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 43
44 PEDIDO DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS PRÉ-MOLDADOS E DEMAIS COMPONENTES PEDIDO DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS EQUIPAMENTOS: ESCANTILHÃO Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 44
45 PEDIDO DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS EQUIPAMENTOS: BISNAGA OU RÉGUA PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO ITENS IMPORTANTES DO PLANEJAMENTO: PEDIDO DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS COM ANTECEDÊNCIA ADEQUADA MONTAGEM DAS EQUIPES E TREINAMENTO MONTAGEM DE CENTRAIS DE PRODUÇÃO DEFINIÇÃO DA LOGÍSTICA DE RECEBIMENTO DOS MATERIAS, ESTOCAGEM, TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO (principalmente dos blocos de concreto) DEFINIÇÃO DA SEQÜÊNCIA DE EXECUÇÃO DOS SERVIÇOS Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 45
46 EQUIPES E TREINAMENTO A MONTAGEM DAS EQUIPES DEVE SER FEITA COM BASE NAS CARACTERÍSTICAS DA OBRA A CONSTRUIR, DO CRONOGRAMA E DA APROPRIAÇÃO DE PRODUTIVIDADE FEITA EM OUTRAS OBRAS DA EMPRESA EQUIPES SUBDIMENSIONADAS LEVAM AO ATRASO DA OBRA E PERDA DE PRODUTIVIDADE POR ESPERA EQUIPES SUPERDIMENSIONADAS LEVAM A DIMINUIÇÃO DE PRODUTIVIDADE POR INTERFERÊNCIA ENTRE PROFISSIONAIS, FALTA DE FRENTES DE SERVIÇO, DIFICULDADE DE LIDERANÇA O TREINAMENTO DEVE SER REALIZADO POR PROFISSIONAIS QUALIFICADOS, NAS TÉCNICAS E EQUIPAMENTOS QUE SERÃO EMPREGADOS PARA A EXECUÇÃO DOS SERVIÇOS. CENTRAIS DE PRODUÇÃO DE ARGAMASSA SE FOR INDUSTRIALIZADA PODE SER PRODUZIDA NO PAVIMENTO (não necessita de controle de dosagem) SE FOR DOSADA EM OBRA É RECOMENDÁVEL QUE SEJA CENTRALIZADA VERIFICAR SOBRECARGA NOS EQUIPAMENTOS DE TRANSPORTE DE PRÉ-MOLDADOS DE BLOCOS ELÉTRICOS E BLOCOS ESPECIAIS Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 46
47 CENTRAIS DE PRODUÇÃO DE ARGAMASSA INDUSTRIALIZADA CENTRAIS DE PRODUÇÃO DE ARGAMASSA DOSADA EM OBRA Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 47
48 CENTRAIS DE PRODUÇÃO DE PRÉ-MOLDADOS CENTRAIS DE PRODUÇÃO BLOCOS ELÉTRICOS E BLOCOS ESPECIAIS Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 48
49 PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO ITENS IMPORTANTES DO PLANEJAMENTO: PEDIDO DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS COM ANTECEDÊNCIA ADEQUADA MONTAGEM DAS EQUIPES E TREINAMENTO MONTAGEM DE CENTRAIS DE PRODUÇÃO DEFINIÇÃO DA LOGÍSTICA DE RECEBIMENTO DOS MATERIAS, ESTOCAGEM, TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO (principalmente dos blocos de concreto) DEFINIÇÃO DA SEQÜÊNCIA DE EXECUÇÃO DOS SERVIÇOS LOGÍSTICA DE RECEBIMENTO DOS MATERIAS, ESTOCAGEM, TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO RECEBIMENTO DOS BLOCOS PREFERIVELMENTE PALETIZADOS PARA TRANSPORTE: EM MINI-PALETES PARA TRANSPORTE COM CARRINHO MANUAL EM PALETES GRANDES PARA TRANSPORTE COM CARROS PORTA PALETE OU GRUAS Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 49
50 RECEBIMENTO E TRANSPORTE DOS BLOCOS RECEBIMENTO E TRANSPORTE DOS BLOCOS Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 50
51 LOGÍSTICA DE RECEBIMENTO DOS MATERIAS, ESTOCAGEM, TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO DEVE-SE PLANEJAR A DISTRIBUIÇÃO DOS BLOCOS NO PAVIMENTO EM FUNÇÃO DO CONSUMO NO PAVIMENTO DISTRIBUÍDO SEGUNDO AS POSIÇÕES DAS PAREDES VERIFICANDO-SE A INTERFERÊNCIA ENTRE A EXECUÇÃO DAS PAREDES E O CAMINHO DOS PALETES VERIFICAR (COM O PROJETISTA DE ESTRUTURA) A SOBRECARGA NAS LAJES TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO DISTRIBUIÇÃO DOS BLOCOS NO PAVIMENTO Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 51
52 TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO DISTRIBUIÇÃO DOS BLOCOS NO PAVIMENTO PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO ITENS IMPORTANTES DO PLANEJAMENTO: PEDIDO DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS COM ANTECEDÊNCIA ADEQUADA MONTAGEM DAS EQUIPES E TREINAMENTO MONTAGEM DE CENTRAIS DE PRODUÇÃO DEFINIÇÃO DA LOGÍSTICA DE RECEBIMENTO DOS MATERIAS, ESTOCAGEM, TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO (principalmente dos blocos de concreto) DEFINIÇÃO DA SEQÜÊNCIA DE EXECUÇÃO DOS SERVIÇOS Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 52
53 SEQÜÊNCIA DOS SERVIÇOS ESTABELECER UMA SEQÜÊNCIA EXECUTIVA QUE ATENDA AOS SEGUINTES OBJETIVOS: PERMITA EXISTIR ETAPAS DE CONTROLE E LIBERAÇÃO PARCIAIS DO SERVIÇO SEPARAR A MARCAÇÃO DA ELEVAÇÃO PERMITA A DISSIPAÇÃO DA RETRAÇÃO INICIAL DAS PAREDES PRAZO MÍNIMO ENTRE ELEVAÇÃO E FIXAÇÃO DA ALVENARIA DE 2 SEMANAS PROCURE MINIMIZAR A TRANSFERÊNCIA DE DEFORMAÇÃO ENTRE ESTRUTURA E ALVENARIA ATENDA O CRONOGRAMA DA OBRA SEQÜÊNCIA DOS SERVIÇOS DIRETRIZES: RETARDAR AO MÁXIMO A FIXAÇÃO; COLOCAR ANTES TODA A CARGA PERMANENTE POSSÍVEL; executar o contrapiso antes da alvenaria EXECUTAR A ALVENARIA DOS PAVIMENTOS SUPERIORES PARA OS INTERIORES; Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 53
54 SEQÜÊNCIA DOS SERVIÇOS DIRETRIZES: ter no mínimo 2 a 3 pavimentos acima com a estrutura já executada; ter o maior número possível de pavimentos com a alvenaria já executada antes da fixação SEQÜÊNCIA DOS SERVIÇOS Se não for possível a execução de toda a estrutura antes da alvenaria (a maioria dos casos), a seqüência de execução e fixação poderá ser executada em grupos de pavimento Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 54
55 executada em grupos de pavimento executada em grupos de pavimento Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 55
56 SEQÜÊNCIA DOS SERVIÇOS por exemplo de 4 em 4 pavimentos EDIFÍCIO DE 18 PAVIMENTOS ESTRUTURA NO 6o. INÍCIO DA MARCAÇÃO SEQÜÊNCIA DOS SERVIÇOS por exemplo de 4 em 4 pavimentos EDIFÍCIO DE 18 PAVIMENTOS ESTRUTURA NO 8o. MARCAÇÃO NO 6o. ALVENARIA DO 4o. PARA O 1o. Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 56
57 SEQÜÊNCIA DOS SERVIÇOS por exemplo de 4 em 4 pavimentos EDIFÍCIO DE 18 PAVIMENTOS ESTRUTURA NO 12o. MARCAÇÃO NO 10o. ALVENARIA DO 8o. PARA O 5o. FIXAÇÃO DO 4o. PARA O 1o. SEQÜÊNCIA DOS SERVIÇOS por exemplo de 4 em 4 pavimentos EDIFÍCIO DE 18 PAVIMENTOS ESTRUTURA NO 16o. MARCAÇÃO NO 14o. ALVENARIA DO 12o. PARA O 9o. FIXAÇÃO DO 8o. PARA O 5o. Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 57
58 SEQÜÊNCIA DOS SERVIÇOS por exemplo de 4 em 4 pavimentos EDIFÍCIO DE 18 PAVIMENTOS ESTRUTURA NO 18o. MARCAÇÃO NO 16o. ALVENARIA DO 16o. PARA O 13o. FIXAÇÃO DO 12o. PARA O 9o. SEQÜÊNCIA DOS SERVIÇOS por exemplo de 4 em 4 pavimentos EDIFÍCIO DE 18 PAVIMENTOS ESTRUTURA NO 18o. MARCAÇÃO NO 18o. ALVENARIA NO 18o. FIXAÇÃO DO 18o. PARA O 10o. Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 58
59 Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco Escola Politécnica da USP ARCO-Assessoria em Racionalização Construtiva F. (0xx11) F. (0xx11) Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 59
! Locação precisa de todas as paredes; ! Abrir frente para grande produtividade. ! Preparar uma ligação adequada com a
Escola Politécnica Universidade Federal da Bahia Tecnologia da Construção Civil AULA 3 ALVENARIAS: EXECUÇÃO, Prof. Dr. Luiz Sergio Franco Escola Politécnica da USP Dep. de Engenharia de Construção Civil
O QUE SIGNIFICA RACIONALIZAR?
Escola Politécnica Universidade Federal da Bahia Tecnologia da Construção Civil AULA 3 ALVENARIAS: EXECUÇÃO, Prof. Dr. Luiz Sergio Franco Escola Politécnica da USP Dep. de Engenharia de Construção Civil
ALVENARIA EXECUÇÃO. Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 7º Período Turma A01 Disc. Construção Civil I
ALVENARIA EXECUÇÃO Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 7º Período Turma A01 Disc. Construção Civil I ALVENARIA CONDIÇÕES DE INÍCIO Vigas baldrames impermeabilizadas e niveladas,
METODOLOGIA DE EXECUÇÃO - PASSO A PASSO PARA CONSTRUIR ALVENARIAS DE BLOCOS VAZADOS DE CONCRETO
METODOLOGIA DE EXECUÇÃO - PASSO A PASSO PARA CONSTRUIR ALVENARIAS DE BLOCOS VAZADOS DE CONCRETO Segurança Antes do início de qualquer serviço, verificar a existência e condições dos equipamentos de segurança
ALVENARIA ESTRUTURAL DE CONCRETO COM BLOCOS CURSO DE FORMAÇÃO DE EQUIPES DE PRODUÇÃO PASSO A PASSO
ALVENARIA ESTRUTURAL COM BLOCOS DE CONCRETO CURSO DE FORMAÇÃO DE EQUIPES DE PRODUÇÃO PASSO A PASSO ALVENARIA ESTRUTURAL EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA 2 SEGURANÇA COLETIVA 3 SEGURANÇA COLETIVA ANDAIME COM GUARDA
VIABILIDADE E RESULTADOS OBTIDOS COM O USO DO BLOCO DE CONCRETO EM ALVENARIA DE VEDAÇÃO - Construtora Dacaza. Elaine Valentim
VIABILIDADE E RESULTADOS OBTIDOS COM O USO DO BLOCO DE CONCRETO EM ALVENARIA DE VEDAÇÃO - Construtora Dacaza Elaine Valentim CONSTRUTORA DACAZA CENÁRIO - 2005 Mais de 20 anos no mercado; Focada na qualidade
BRICKA ALVENARIA ESTRUTURAL
BRICKA ALVENARIA ESTRUTURAL BRICKA ALVENARIA ESTRUTURAL Indice ALVENARIA ESTRUTURAL MANUAL DE EXECUÇÃO E TREINAMENTO...1 O QUE É ALVENARIA ESTRUTURAL?...1 Seu trabalho fica mais fácil...1 CUIDADOS QUE
RECOMENDADA PRÁTICA PR - 4
PRÁTICA RECOMENDADA PR - 4 Execução de Alvenaria - Marcação Sair do discurso e implantar mudanças efetivas nos procedimentos habituais tem sido uma ação cada vez mais constante nas empresas que atuam no
VIABILIDADE TÉCNICA E ECONÔMICA DA ALVENARIA ESTRUTURAL COM BLOCOS DE CONCRETO
VIABILIDADE TÉCNICA E ECONÔMICA DA ALVENARIA ESTRUTURAL COM BLOCOS DE CONCRETO 1a. parte: TÉCNICA Engenheiro Civil - Ph.D. 85-3244-3939 9982-4969 [email protected] skipe: la99824969 de que alvenaria
SISTEMA DE VEDAÇÃO RACIONALIZADA
SISTEMA DE VEDAÇÃO RACIONALIZADA Concrete Show - 2011 Guilherme Coelho de Andrade PAE / 14 SISTEMA DE VEDAÇÃO RACIONALIZADA Gama Filho - Março de 2009 Guilherme Andrade PAE / 14 UM ÍCONE DA PESQUISA MCKINSEY
ALVENARIA DE BLOCOS DE CONCRETO Recomendações gerais
ALVENARIA DE BLOCOS DE CONCRETO Recomendações gerais LA-J ARTEFATOS DE CIMENTO LUCAS LTDA Av. Cônsul Assaf Trad 6977 Em frente ao Shopping Bosque dos Ipês / Campo Grande MS 0800 647 1121 www.lajlucas.com.br
PRÉ-MOLD RM PRÉ-MOLD RM PRÉ-MOLD RM PRÉ-MOLD RM
Com mais de 20 anos de experiência na fabricação de pré-moldados em concreto, a PRÉ-MOLD RM oferece uma completa linha de produtos para a dinamização de sua obra. Laje Treliçada Bidirecional; Laje Treliçada
5. ESTUDO DO LAY-OUT DE CANTEIRO
Soluções Consultoria 22 5. ESTUDO DO LAY-OUT DE CANTEIRO Foi feito um projeto específico para o canteiro de obras, conforme anexo. O engenheiro da obra iniciou sua participação nesta fase do processo.
Conceito AULA 4. Escola Politécnica Universidade Federal da Bahia Tecnologia da Construção Civil
Escola Politécnica Universidade Federal da Bahia Tecnologia da Construção Civil AULA 4 Gesso Acartonado Prof. Dr. Luiz Sergio Franco Escola Politécnica da USP Dep. de Engenharia de Construção Civil Construção
Relatório de Estágio Curricular. Rafael Menezes Albuquerque
Instituto Tecnológico de Aeronáutica Divisão de Engenharia de Infra-Estrutura Aeronáutica Relatório de Estágio Curricular Rafael Menezes Albuquerque São José dos Campos Novembro2005 Relatório de Estágio
PROJETOS EM ALVENARIA ESTRUTURAL: MODULAÇÃO E COMPATIBILIZAÇÃO
PROJETOS EM ALVENARIA ESTRUTURAL: MODULAÇÃO E COMPATIBILIZAÇÃO PRINCIPÍOS BÁSICOS PARA PROJETOS/ MODULAÇÃO E COMPATIBILIZAÇÃO EM ALVENARIA ESTRUTURAL EM BLOCOS DE CONCRETO ARQUITETA NANCI CRUZ MODULAÇÃO
REVESTIMENTO DEFACHADA. Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 7º Período Turma A01 Disc. Construção Civil I
REVESTIMENTO DEFACHADA Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 7º Período Turma A01 Disc. Construção Civil I FUNÇÕES DO REVESTIMENTO DE FACHADA Estanqueida de Estética CONDIÇÕES DE INÍCIO
Alvenaria de Vedação CARTILHA COM BLOCOS DE CONCRETO. Capacitação de equipes de produção. Realização. Recife - PE
Alvenaria de Vedação COM BLOCOS DE CONCRETO CARTILHA Capacitação de equipes de produção Realização Recife - PE Gerência Regional ABCP N/NE Eduardo Barbosa de Moraes Gestão da Comunidade da Construção Roberto
poder de compra x custo da construção poder de compra:
w ALVENARIA ESTRUTURAL COM BLOCOS DE CONCRETO poder de compra x custo da construção poder de compra: - Conceito Geral - Engenheiro Civil - Ph.D. (85)3244-3939 (85)9982-4969 [email protected] custo
Alvenaria racionalizada
Como construir Alvenaria racionalizada A alvenaria de vedação pode ser definida como a alvenaria que não é dimensionada para resistir a ações além de seu próprio peso. O subsistema vedação vertical é responsável
Paredes Maciças as de Concreto
Escola Politécnica Universidade Federal da Bahia Tecnologia da Construção Civil AULA 4B Paredes Maciças as de Concreto Prof. Dr. Luiz Sergio Franco Escola Politécnica da USP Dep. de Engenharia de Construção
1. FERRAMENTAS. Elevação e Marcação. Trenas de 5m e 30m. Nível a laser ou Nível alemão. Pág.4 1. Ferramentas
ÍNDICE: 1. Ferramentas 2. Equipamentos de Proteção Individual - EPI 3. Serviços Preliminares 4. Marcação da Alvenaria 5. Instalação dos Escantilhões 6. Nivelamento das Fiadas 7. Instalação dos gabaritos
ESQUADRIAS MÉTODO EXECUTIVO. Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 8º Período Turmas C01, C02 e C03 Disc. Construção Civil II
E ESQUADRIAS MÉTODO EXECUTIVO Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 8º Período Turmas C01, C02 e C03 Disc. Construção Civil II MÉTODO EXECUTIVO Cuidados no Recebimento Formas de Instalação
Alvenaria de Blocos de Concreto
Alvenaria de Blocos de Concreto Recomendações Gerais Av. Verbo Divino Nº 331 Bairro: Chácara Da Cotia Contagem - MG Tel.: 3394-6104 Conceitos Gerais O que é Alvenaria Estrutural? Alvenaria estrutural é
Principais funções de um revestimento de fachada: Estanqueidade Estética
REVESTIMENTO DE FACHADA Principais funções de um revestimento de fachada: Estanqueidade Estética Documentos de referência para a execução do serviço: Projeto arquitetônico Projeto de esquadrias NR 18 20
LOGÍSTICA DE OBRAS. Eng. GUILHERME COELHO DE ANDRADE
LOGÍSTICA DE OBRAS Eng. GUILHERME COELHO DE ANDRADE Integração Sistêmica GESTÃO DA IMPLANTAÇÃO DO PROCESSO CONSTRUTIVO NA EMPRESA Parede Controles, Indicadores de desempenho Laje Organização lay-out, fluxo
FCH Consultoria e Projetos de Engenharia Escritório: São Paulo Atuação: Nacional
Projeto de Revestimento de Fachada em Argamassa Engª MSc Fabiana Andrade Ribeiro www.fchconsultoria.com.br Projeto de Revestimento de Fachada Enfoque na Racionalização FCH Consultoria e Projetos de Engenharia
PROCEDIMENTOS PARA EXECUÇÃO DE REVESTIMENTO INTERNO COM PROGESSO PROJETÁVEL
PROCEDIMENTOS PARA EXECUÇÃO DE REVESTIMENTO INTERNO COM PROGESSO PROJETÁVEL DESCRIÇÃO DO MÉTODO DE EXECUÇÃO: 1. Condições para o início dos serviços A alvenaria deve estar concluída e verificada. As superfícies
COMUNIDADE DA CONSTRUÇÃO RECIFE
COMUNIDADE DA CONSTRUÇÃO RECIFE - 2º CICLO - PROJETO E EXECUÇÃO DA ALVENARIA DE VEDAÇÃO COM BLOCOS DE CONCRETO - ALVENARIA RACIONALIZADA MÓDULO 03 24 de janeiro de 2007 Prof. Dr. Alberto Casado (Escola
Soluções para Alvenaria
Aços Longos Soluções para Alvenaria BelgoFix Tela BelgoRevest Produtos Murfor BelgoFix Telas Soldadas Galvanizadas para Alvenaria BelgoFix são telas soldadas produzidas com fio de 1,65 mm de diâmetro e
PAULUZZI BLOCOS CERÂMICOS
Conheça a PAULUZZI BLOCOS CERÂMICOS Mais de 80 anos de experiência O imigrante italiano Giovanni Pauluzzi e seus filhos Theo e Ferrucio construíram a primeira unidade da empresa em 1928, especializada
$OYHQDULD(VWUXWXUD±SDVVRDSDVVR
$OYHQDULD(VWUXWXUD±SDVVRDSDVVR Sair do discurso e implantar mudanças efetivas nos procedimentos habituais tem sido uma ação cada vez mais constante nas empresas que atuam no setor de construções. E, nos
Soluções para Alvenaria
Aços Longos Soluções para Alvenaria BelgoFix Tela BelgoRevest Murfor BelgoFix Telas Soldadas Galvanizadas para Alvenaria BelgoFix : marca registrada da Belgo Bekaert Arames BelgoFix são telas soldadas
MELHORES PRÁTICAS DE EXECUÇÃO DA ALVENARIA DE VEDAÇÃO. Prof. Dr. Alberto Casado Lordsleem Jr. [email protected]
MELHORES PRÁTICAS DE EXECUÇÃO DA ALVENARIA DE VEDAÇÃO Prof. Dr. Alberto Casado Lordsleem Jr. [email protected] HABILIDADE? SORTE? ou... BIZARRO? IMPENSÁVEL? Importância Econômica DÁ PARA ACREDITAR QUE UMA
MANUAL DO FABRICANTE:
MANUAL DO FABRICANTE: ALVENARIA ESTRUTURAL Características e especificações, instruções de transporte, estocagem e utilização. GESTOR: Engenheiro civil EVERTON ROBSON DOS SANTOS LISTA DE TABELAS Tabela
Belo Horizonte - MG Interface com Outros Subsistemas
Belo Horizonte - MG Interface com Outros Subsistemas 10/11/2009 Carlos Chaves LOG Gestão de Obras Subsistemas Deus está nos detalhes Mies van der Rohe (1886-1969) Pavilhão alemão na Feira Mundial de Barcelona
EXECUÇÃO DO REVESTIMENTO ARGAMASSA DE FACHADA DE P R O M O Ç Ã O
EXECUÇÃO DO REVESTIMENTO DE FACHADA DE ARGAMASSA P R O M O Ç Ã O Início dos Serviços Alvenarias concluídas há 30 dias e fixadas internamente há 15 dias Estrutura concluída há 120 dias Contra marcos chumbados
Execução de Alvenaria - Elevação
PRÁTICA RECOMENDADA PR - 5 Execução de Alvenaria - Elevação A metodologia proposta para a execução da alvenaria alterou significativamente a seqüência do serviço na etapa de marcação das paredes. Nenhum
FORMAS E ARMADURAS. Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 7º Período Turma A01 Disc. Construção Civil I
FORMAS E ARMADURAS Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 7º Período Turma A01 Disc. Construção Civil I CUSTO DA ESTRUTURA (SABBATINI, et. Al, 2007) CUSTO DOS ELEMENTOS DA ESTRUTURA
ASPECTOS SOBRE A PRODUÇÃO DA ALVENARIA
ASPECTOS SOBRE A PRODUÇÃO DA ALVENARIA A produção da alvenaria está dividida em quatro passos fundamentais, que são: - Planejamento; - Marcação; - Elevação; - Fixação. 3ODQHMDPHQWR 1. Equipamentos Colher
Curso: Gestão de Estruturas Racionalizadas de Concreto
COMUNIDADE DA CONSTRUÇÃO - SALVADOR Curso: Gestão de Estruturas Racionalizadas de Concreto Trabalho Final: Marcações e Execuções Racionalizadas em Estruturas de Concreto. COMUNIDADE DA CONSTRUÇÃO - SALVADOR
LINHA de Argamassas. Uma mistura de qualidade com alta produtividade.
Concreto LINHA de Argamassas Uma mistura de qualidade com alta produtividade. Estabilizada 01Argamassa Projetada A evolução chegou ao canteiro de obras. Elimine etapas, corte custos e aumente o controle
A importância dos projetos no processo (executivo de paredes de concreto)
A importância dos projetos no processo (executivo de paredes de concreto) - Fatores Críticos de Sucesso Francisco Paulo Graziano Características necessárias das estruturas dos em parede estrutural Facilidade
SISTEMA CONSTRUTIVO EM PAREDES DE CONCRETO:
SISTEMA CONSTRUTIVO EM PAREDES DE CONCRETO: Adequações frente às s normas de desempenho. Marcelo Moacyr Diretor de Engenharia, Construção e Relacionamento 1 Escolha do Sistema Construtivo 2 Avaliações
EXERCÍCIO PROJETO DO CANTEIRO DE OBRAS DE EDIFÍCIOS
EXERCÍCIO PROJETO DO CANTEIRO DE OBRAS DE EDIFÍCIOS Você foi incumbido do planejamento da execução do edifício habitacional, constituído por um subsolo, um pavimento térreo e oito pavimentos tipo, com
O QUE É ALVENARIA ESTRUTURAL? ALVENARIA ESTRUTURAL O QUE É ALVENARIA ESTRUTURAL? Conceituação: O QUE É ALVENARIA ESTRUTURAL?
Escola Politécnica Universidade Federal da Bahia Tecnologia da Construção Civil O QUE É ALVENARIA ESTRUTURAL? AULA 5 ALVENARIA ESTRUTURAL Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco PREDIO COM BLOCO DE VEDAÇÃO MACEIO
PRODUÇÃO DA ARMADURA PRODUÇÃO DE ARMADURAS. Barras e fios de aço destinados à armadura. Barras e fios de aço destinados à armadura
DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE CONSTRUÇÃO CIVIL PCC 2435 - Tecnologia da Construção de Edifícios I PRODUÇÃO DA ARMADURA PRODUÇÃO DE ARMADURAS Qual a função das armaduras? Estruturar o concreto simples Profs.
Alvenaria de Blocos de Concreto
Alvenaria de Blocos de Recomendações Gerais Est. Mun. Eduardo Duarte, 1100 - Esq. RST 287. Santa Maria - RS Fone: (55) 3221 2000 e-mail : [email protected] Conceitos Gerais O que é Alvenaria Estrutural?
SISTEMAS CONSTRUTIVOS Professor:Regialdo BLOCOS DE CONCRETO
SISTEMAS CONSTRUTIVOS Professor:Regialdo BLOCOS DE CONCRETO CONCEITO A tipologia estrutural composta por bloco, argamassa, graute e eventualmente armações é responsável por um dos sistemas construtivos
CIRURGIA DE CASAS. Guilherme Felipe. Nathali Padovani Pflex. Profª. Silke Kapp. dezembro 2010
CIRURGIA DE CASAS Guilherme Felipe. Nathali Padovani Pflex. Profª. Silke Kapp. dezembro 2010 Entrevista com o cliente Quatro moradores: Cândida : 45 anos Petra: 22 anos Bárbara : 16 anos Gabriel: 2 anos,
CAPÍTULO IV - ALVENARIA
CAPÍTULO IV - ALVENARIA Alvenaria é a arte ou ofício de pedreiro ou alvanel, ou ainda, obra composta de pedras naturais ou artificiais, ligadas ou não por argamassa. Segundo ZULIAN et al. (2002) também
PAREDES EXTERNAS EM CONCRETO ARMADO MOLDADO IN LOCO COMO SOLUÇÃO PARA EDIFÍCIOS VERTICAIS
I CONFERÊNCIA LATINO-AMERICANA DE CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL X ENCONTRO NACIONAL DE TECNOLOGIA DO AMBIENTE CONSTRUÍDO 18-21 julho 2004, São Paulo. ISBN 85-89478-08-4. PAREDES EXTERNAS EM CONCRETO ARMADO MOLDADO
ALVENARIA ESTRUTURAL
Alvenaria Ministério Estruturalda Educação 18:04 Universidade Federal do Paraná Setor de Tecnologia Construção Civil II ( TC-025) Prof. José de Almendra Freitas Jr. [email protected] Versão 2013
Dicas importantes para você construir ou reformar a sua casa.
Distribuição gratuita Dicas importantes para você construir ou reformar a sua casa. 1 Este folheto fornece informações úteis para orientá-lo na construção ou reforma de sua casa. Qualquer construção ou
Profª. Angela A. de Souza DESENHO DE ESTRUTURAS
DESENHO DE ESTRUTURAS INTRODUÇÃO A estrutura de concreto armado é resultado da combinação entre o concreto e o aço. Porém, para a sua execução, não é suficiente apenas a presença desses dois materiais;
Bairro Novo: Sistema Construtivo em Paredes de Concreto.
Bairro Novo: Sistema Construtivo em Paredes de Concreto. 1 Escolha do Sistema Construtivo Sistema construtivo com foco nas seguintes características: Alta produtividade Baixo custo de construção Redução
IGDITCC Importância da Gestão, do Desempenho e da Inovação Tecnológica na Construção Civil. Subsistema vedação vertical
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA CIVIL Universidade de Pernambuco Escola Politécnica de Pernambuco IGDITCC Importância da Gestão, do Desempenho e da Inovação Tecnológica na Construção Civil Aula
Compatibilização de Projetos. Eng Mário Ribeiro da Silva Filho ProCAD Projetos e Consultoria SS
Compatibilização de Projetos Eng Mário Ribeiro da Silva Filho ProCAD Projetos e Consultoria SS Porque Compatibilizar Projetos? 2 Porque Compatibilizar Projetos? 3 Porque Compatibilizar Projetos? 4 Porque
PRÉ-FABRICAÇÃO EM OBRAS DE ALVENARIA ESTRUTURAL
PRÉ-FABRICAÇÃO EM OBRAS DE ALVENARIA ESTRUTURAL APRESENTAÇÃO REALIZAÇÃO A portoferraz... Ser referência no mercado imobiliário, desenvolvendo projetos que transformem a ocupação urbana, de maneira criativa
Produtividade da mão de obra do setor de construção no Brasil 100
O QUE O EXECUTIVO DEVE PERSEGUIR NO SISTEMA CONSTRUTIVO INTERVENÇÕES PARA RESULTADOS DE CURTO PRAZO Produtividade da mão de obra do setor de construção no Brasil 1 32 EUA (Houston) BR (São Paulo) Fonte:Entrevistas,
O QUE É ALVENARIA ESTRUTURAL? O QUE É ALVENARIA ESTRUTURAL? Conceituação: O QUE É ALVENARIA ESTRUTURAL? Histórico UFBA TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL
Escola Politécnica Universidade Federal da Bahia Tecnologia da Construção Civil AULA 5 ALVENARIA ESTRUTURAL: PROJETO E RACIONALIZAÇÃO Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco O QUE É ALVENARIA ESTRUTURAL? PREDIO COM
CONTRAPISO Documentos de referência Condições para o início dos trabalhos Preparo da base Marcação do nível do contrapiso
CONTRAPISO 1 camada (s) de argamassa (s) que pode ser aplicada sobre a laje ou lastro de concreto, sobre camada de impermeabilização* ou sobre camada de isolamento térmico/acústico* (* na maioria das vezes
INOVAÇÃO NA CONSTRUÇÃO CIVIL BRASILEIRA AÇÕES INOVADORAS
INOVAÇÃO NA CONSTRUÇÃO CIVIL BRASILEIRA AÇÕES INOVADORAS UNIEMP São Paulo, 31 de março 2005 Eng. Luiz Henrique Ceotto [email protected] BREVE HISTÓRIA DA EVOLUÇÃO TECNOLGIA DA CONSTRUÇÃO DE EDIFÍCIOS
LOCAÇÃO DE OBRAS. Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 7º Período Turma A01 Disc. Construção Civil I
LOCAÇÃO DE OBRAS Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 7º Período Turma A01 Disc. Construção Civil I O QUE É? Implantação de um projeto no terreno, de modo a determinar todos os referenciais
COLHER MEIA-CANA OBLONGULAR E TIPO PALHETA
MANUSEIO COLHER MEIA-CANA OBLONGULAR E TIPO PALHETA Produzida com chapa zincada, é um equipamento indispensável para a elevação da alvenaria. Sua utilização proporciona economia de até 50% da argamassa
ALVENARIA ESTRUTURAL: DISCIPLINA: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO II PROF.: JAQUELINE PÉRTILE
ALVENARIA ESTRUTURAL: BLOCOS DE CONCRETO DISCIPLINA: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO II PROF.: JAQUELINE PÉRTILE O uso de alvenaria como sistema estrutural já vem sendo usado a centenas de anos, desde as grandes
E S T A D O D O M A T O G R O S S O. Prefeitura Municipal de Jaciara
MEMORIAL DESCRITIVO REDE CEGONHA - HOSPITAL MUNICIPAL JACIARA/MT O presente memorial descritivo define diretrizes referentes à reforma do espaço destinado a Programa REDE CEGONHA no Hospital Municipal
ESTRUTURAS MISTAS: AÇO - CONCRETO
ESTRUTURAS MISTAS: AÇO - CONCRETO INTRODUÇÃO As estruturas mistas podem ser constituídas, de um modo geral, de concreto-madeira, concretoaço ou aço-madeira. Um sistema de ligação entre os dois materiais
PROGRAMA MINHA CASA MINHA VIDA
Parede de Concreto 29/04/2015 1 PROGRAMA MINHA CASA MINHA VIDA OBJETIVO - reduzir o déficit habitacional 2009 MCMV Início do Programa 2010 MCMV I 1.000.000 de unid. contratadas 2011/14 MCMV II 2.400.000
RACIONALIZAÇÃO CONSTRUTIVA
RACIONALIZAÇÃO CONSTRUTIVA Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco Depto. Eng. Construção Civil da EPUSP ARCO Assessoria em Racionalização Construtiva S/C ltda. [email protected] A busca de soluções para o aumento
SUPORTE TÉCNICO SOBRE LIGHT STEEL FRAME
Sistema de ds A SOLUÇÃO INTELIGENTE PARA A SUA OBRA SUPORTE TÉCNICO SOBRE LIGHT STEEL FRAME www.placlux.com.br VOCÊ CONHECE O SISTEMA CONSTRUTIVO LIGHT STEEL FRAME? VANTAGENS LIGHT STEEL FRAME MENOR CARGA
MEMORIAL DESCRITIVO. 2.0 - Calçadas Externas/rampa/escada:
PROJETO Nº 051/2013 Solicitação: Memorial Descritivo Tipo da Obra: Reforma, ampliação e adequação acesso Posto de Saúde Santa Rita Área existente: 146,95 m² Área ampliar: 7,00 m² Área calçadas e passeio:
DE PROJETOS. Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 7º Período Turma A01 Disc. Construção Civil I
DE PROJETOS Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 7º Período Turma A01 Disc. Construção Civil I PROJETO Atividade ou serviço integrante do processo de produção, responsável pelo desenvolvimento,
Líder em Tecnologia. www.ceramicacity.com.br SAC (15) 3246 8030
Líder em Tecnologia Líder em Tecnologia Vedação Racional As maiores construtoras buscam a qualidade e desempenho dos s City para ganhar em produtividade e reduzir desperdícios Vedação Racional O bloco
Crescendo com Você. Montagem de Sistemas
Crescendo com Você Montagem de Sistemas Estocagem Armazene as chapas em local seco e abrigado. Transporte as chapas de duas em duas. Transporte as chapas na posição vertical. Os calços devem ter 5 cm de
MONTAGEM INDUSTRIAL UNIDADE VII MONTAGEM ESTRUTURA METÁLICA
MONTAGEM INDUSTRIAL UNIDADE VII MONTAGEM ESTRUTURA METÁLICA Montagem Estrutura Metálica Em uma obra de estruturas metálicas, a montagem é considerada uma das fases mais importantes por representar uma
Ferramentas para Melhorar a Qualidade e a Produtividade da Sua Obra
PRÁTICA RECOMENDADA PR - 2 Ferramentas para Melhorar a Qualidade e a Produtividade da Sua Obra O hábito de se trabalhar em sistemas ruins tinha a compensação de permitir a muitos trabalhadores incorporar
Painéis de concreto pré-moldados e soluções complementares para o segmento econômico. Otávio Pedreira de Freitas Pedreira Engenharia Ltda
Painéis de concreto pré-moldados e soluções complementares para o segmento econômico Otávio Pedreira de Freitas Pedreira Engenharia Ltda Painéis de concreto pré-moldados e soluções complementares para
Execução e Manutenção de Pavimento Intertravado. MSc. Eng. Cláudio Oliveira Silva
Execução e Manutenção de MSc. Eng. Cláudio Oliveira Silva Norma de Execução e Manutenção NBR 15953 com peças de concreto - Execução NBR 15953 Escopo Se aplica à pavimentação intertravada com peças de concreto
QUE DEFINEM E LIMITAM VERTICALMENTE O EDIFÍCIO E SEUS AMBIENTES INTERNOS QUE CONTROLAM A PASSAGEM DE AGENTES ATUANTES.
Escola Politécnica Universidade Federal da Bahia Tecnologia da Construção Civil AULA 2 VEDAÇÕES VERTICAIS: CONCEITOS BÁSICOS ALVENARIAS: CARACTERÍSTICAS E PROJETO Prof. Dr. Luiz Sergio Franco Escola Politécnica
Relatório de Acompanhamento de obra
Prezado(a) Sr. Daniel e Maria Carolina, Relatório de Acompanhamento de obra Nesta etapa, os trabalhos foram concentrados na execução da alvenaria e o conjunto de tarefas necessárias para a execução da
Parede de Garrafa Pet
CONCEITO As paredes feitas com garrafas pet são uma possibilidade de gerar casas pré fabricadas através da reciclagem e é uma solução barata e sustentável. As garrafas pet são utilizadas no lugar dos tijolos
Empresa jovem e 100 % nacional, a Bazze está sediada em PORTÃO RS e é referência na extrusão de perfis em PVC.
Empresa jovem e 100 % nacional, a Bazze está sediada em PORTÃO RS e é referência na extrusão de perfis em PVC. Comprometida com a qualidade e o desenvolvimento dos nossos produtos investimos continuamente
EXECUÇÃO DA ESTRUTURA DE CONCRETO Resumo dos requisitos de atendimento à NBR 15575/ 14931 Execução de estruturas de concreto
EXECUÇÃO DA ESTRUTURA DE CONCRETO Resumo dos requisitos de atendimento à NBR 15575/ 14931 Execução de estruturas de concreto Item a ser atendido Exigência de norma Conforme / Não Conforme Área Impacto
1 - Apresentação. Foto 1. Foto 2. Fotos 1 e 2: Canteiro de obras de uma construção em alvenaria estrutural com blocos cerâmicos.
1 - Apresentação A alvenaria estrutural é um processo construtivo em que as paredes de alvenaria e as lajes enrijecedoras ALVENARIA funcionam estruturalmente em substituição aos pilares e vigas utilizados
Transformando aço, conduzindo soluções. Lajes Mistas Nervuradas
Transformando aço, conduzindo soluções. Lajes Mistas Nervuradas TUPER Mais de 40 anos transformando aço e conduzindo soluções. A Tuper tem alta capacidade de transformar o aço em soluções para inúmeras
Rua do Príncipe nº 526 - Boa Vista - Recife - PE CEP 50050-900 Fone: (81) 2119-4217
MEMORIAL DESCRITIVO PROJETO DE RECUPERAÇÃO DAS FACHADAS DO BLOCO A Recife, 10 de julho de 2015 1 APRESENTAÇÃO A Universidade Católica de Pernambuco, com mais de 60 anos de história, vem contribuindo cada
2.1. Considerações Gerais de Lajes Empregadas em Estruturas de Aço
23 2. Sistemas de Lajes 2.1. Considerações Gerais de Lajes Empregadas em Estruturas de Aço Neste capítulo são apresentados os tipos mais comuns de sistemas de lajes utilizadas na construção civil. 2.1.1.
Ganhos na Implantação de Projeto de Revestimento de Fachadas. São Paulo, 29/08/12
Ganhos na Implantação de Projeto de Revestimento de Fachadas São Paulo, 29/08/12 HISTÓRICO DA LORENGE S.A. A Empresa fez 32 anos de existência em Janeiro/12; Empresa familiar com 6 sócios; Missão Empreender
Manual de Montagem Casa 36m²
Manual de Montagem Casa 36m² cga -gerência de desenvolvimento da aplicação do aço Usiminas - Construção Civil INTRODUÇÃO Solução para Habitação Popular - é uma alternativa econômica, simples e de rápida
Blocos de. Absorção de água. Está diretamente relacionada à impermeabilidade dos produtos, ao acréscimo imprevisto de peso à Tabela 1 Dimensões reais
Blocos de CONCRETO DESCRIÇÃO: Elementos básicos para a composição de alvenaria (estruturais ou de vedação) BLOCOS VAZADOS DE CONCRETO SIMPLES COMPOSIÇÃO Cimento Portland, Agregados (areia, pedra, etc.)
TÉCNICAS DE CONSTRUÇÃO CIVIL E CONSTRUÇÃO DE EDIFÍCIOS
TÉCNICAS DE CONSTRUÇÃO CIVIL E CONSTRUÇÃO DE EDIFÍCIOS 4 - ALVENARIA APÓS ESTUDAR ESTE CAPÍTULO; VOCÊ DEVERÁ SER CAPAZ DE: Escolher a alvenaria adequada; Orientar a elevação das paredes (primeira fiada,
Tuper LAJES MISTAS NERVURADAS Mais velocidade e economia em sua obra.
Tuper LAJES MISTAS NERVURADAS Mais velocidade e economia em sua obra. O sistema industrializado de Lajes Mistas Nervuradas da Tuper é composto por vigotas metálicas fabricadas com aço estrutural galvanizado
PROVA DE ENGENHARIA CIVIL. Para uma viga bi-apoiada, com carga concentrada, se desprezarmos o efeito do peso próprio, é CORRETO afirmar:
18 PROVA DE ENGENHARIA CIVIL QUESTÃO 41 Para uma viga bi-apoiada, com carga concentrada, se desprezarmos o efeito do peso próprio, é CORRETO afirmar: a) o diagrama do esforço cortante (DEC) é composto
IFES/CAMPUS DE ALEGRE - ES PROJETO BÁSICO
IFES/CAMPUS DE ALEGRE - ES PROJETO BÁSICO Especificação Destinada Construção do Núcleo de Empresas Junior INTRODUÇÃO A execução dos serviços referente Construção do Núcleo de Empresas Junior, obedecerá
INSTITUTO ALGE DE CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL JANILSON CASSIANO
CONSTRUINDO NO SISTEMA (CES) LIGHT STEEL FRAMING O sistema Light Steel Frame é caracterizado por um esqueleto estrutural leve composto por perfis de aço galvanizado que trabalham em conjunto para sustentação
COMUNIDADE DA CONSTRUÇÃO RECIFE
COMUNIDADE DA CONSTRUÇÃO RECIFE - 2º CICLO - PROJETO E EXECUÇÃO DA ALVENARIA DE VEDAÇÃO COM BLOCOS DE CONCRETO - ALVENARIA RACIONALIZADA MÓDULO 02 05 e 06 de dezembro de 2006 Prof. Dr. Alberto Casado (Escola
10 anos de atuação para oferecer blocos de concreto de qualidade ao mercado.
: 10 anos de atuação para oferecer blocos de concreto de qualidade ao mercado. 1 , a associação a serviço da qualidade da construção 2 A Associação Brasileira da Indústria de Blocos de Concreto- foi fundada
Estrutura usual (tradicional) Mais recentemente ESTRUTURAS: FÔRMAS. Lajes Vigas Pilares. Lajes Pilares. Estruturas em Concreto Armado
DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE CONSTRUÇÃO CIVIL PCC 2435 - Tecnologia da Construção de Edifícios I Aula 8 ESTRUTURAS: FÔRMAS Profs. Fernando Henrique Sabbatini, Francisco Ferreira Cardoso Luiz Sergio Franco
ALVENARIA ESTRUTURAL DE CONCRETO COM BLOCOS CURSO DE FORMAÇÃO DE EQUIPES DE PRODUÇÃO
ALVENARIA ESTRUTURAL COM BLOCOS DE CONCRETO CURSO DE FORMAÇÃO DE EQUIPES DE PRODUÇÃO HISTÓRICO O uso da alvenaria é a mais antiga forma de construção empregada pelo homem. 2 HISTÓRICO Pirâmides do Egito
