Organização da Produção

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1 Organização da Produção ESTUDO DE TEMPOS E MÉTODOS Jorge Muniz 2011

2 Velocidade do Operador A velocidade V (também denominada de RÍTMO) do operador é determinada subjetivamente por parte do cronometrista, que a referencia à assim denominada velocidade normal de operação, à qual é atribuído um valor 1,00 (ou 100%). Assim, se: V = 100% Velocidade Normal V > 100% Velocidade Acelerada V < 100% Velocidade Lenta 2

3 Determinação das Tolerâncias Necessidades Pessoais: de 10 a 25 min por turno de 8 horas Alívio da Fadiga: depende basicamente das condições do trabalho, geralmente variando de 10% (trabalho leve e um bom ambiente) a 50% (trabalho pesado em condições inadequadas) da jornada de trabalho. 3

4 Determinação das Tolerâncias O fator FT (Fator de Tolerância) é geralmente dado por: FT = 1/(1-p) Onde p é a relação entre o total de tempo parado devido às permissões e a jornada de trabalho. 4

5 Determinação do Tempo Padrão Uma vez obtidas as n cronometragens válidas, deve-se: Calcular a média da n cronometragens, obtendo-se Tempo Cronometrado (TC); Calcular o Tempo Normal (TN): TN = TC x V Calcular o Tempo Padrão (TP) TP = TN x FT 5

6 Carta de Observação do Tempo Visão Geral Enfoque as atividades do operador e não os tempos de ciclo da máquina. Observe a operação (método) e quebre-a em pequenos elementos. Elemento é a quantidade mínima de trabalho que poderia ser transferido a outro operador. 6

7 Carta de Observação do Tempo C arta d e O b servaç ão d o T em p o P rocesso: Processo de Enlatam ento O b servador/ D ata: J ohn S m ith / N o. Tare fa Tem po 1 Pegar conversor, carregar I no 4SW W ork C at V W I C om e ntários 2 Pegar conversor, montagem do Q.C., carregar no 5ST, iniciar ciclo 3 Pegar flanges e canos 4 Carregar as flanges direita e esquerda e o cano no 6SM 5 Pegar conversor, carregar no 6SM I I '01 28 I I Pegar conversor, carregar I no 7FM Tempo de um ciclo

8 Carta de Trabalho Padrão 8

9 Exercício p. 114 Laugeni A lanchonete Max Burger fez um estudo de produtividade e anotou os tempos necessários para o preparo de um sanduiche. As tolerâncias são de 15% (FT = 1,15). Determinar o tempo normal e o tempo padrão. Se a estimativa de demanda máxima é de 50 sanduíches entre as 12h e 13h, quantos chapeiros serão necessários? Cronometragens (Minutos) Elementos V (%) 1. Colocar hambúrquer na chapa 0,40 0,42 0, Cozinhar um lado 0,75 0,82 0, Virar e cozinhar outro lado 0,70 0,80 0, Montar o sanduíche 0,35 0,38 0,

10 Exercício p. 114 Laugeni - Solução Elementos Tempo Médio TC (min) V (%) TN = TCxV 1. Colocar hambúrquer na chapa 0, ,38 2. Cozinhar um lado 0, ,85 3. Virar e cozinhar outro lado 0, ,75 4. Montar o sanduíche 0, ,36 TN Total 2,42 TP = TN x FT FT = 1,15 TP = 2,42 * 1,15 = 2,78 min Um Chapeiro consegue preparar em 1 hora: 60 min/ 2,78 min = 21,58 sanduíches. São necessários para atender a demanda de 50 sanduíches: 50/ 21,58 = 2,32 chapeiros, ou 3 pessoas 10

11 Tempo Padrão de Atividades Acíclicas TS Tempo Padrão = + TPi + q TF L Onde: TS Tempo Padrão do setup q Quantidade de peças para as quais o setup é suficiente Tpi Tempo Padrão da operação i TF Tempo Padrão das atividades de finalização L Lote de peças para que ocorra a finalização 11

12 Tempo Padrão para um lote de uma mesma peça Tempo Padrão para um lote TPLote = (n.ts) + p.( TPi) + (f.tf) Onde: n número de setup que devem ser feitos f número de finalizações que devem ser feitas p quantidade de peças do lote 12

13 Exercício p. 116 Laugeni Em uma fábrica de parafusos e porcas são produzidos conjuntos constituídos por um parafuso e uma porca que são embalados em caixas com 100 unidades. Para verificar se a caixa contém 100 conjuntos, a caixa vazia é colocada sobre uma balança, e os conjuntos porca-parafuso são colocados na caixa até completar o peso determinado, após o que a caixa é colocada de lado. Determinar o TN e TP por caixa. (FT = 1,20) Cronometragens (Segundos) Elementos/Operação V (%) 1. Fabricar uma porca Fabricar um parafuso Montar a porca no parafuso Encher a caixa com os 100 conjuntos, pesar e colocar de lado

14 Exercício p. 116 Laugeni - Solução Elementos/Operação TC V (%) TN 1. Fabricar uma porca 11, ,54 2. Fabricar um parafuso 25, ,51 3. Montar a porca no parafuso 6, ,60 4. Encher a caixa com os 100 conjuntos, pesar e colocar de lado 24, ,62 Em função do processo de produção, podem existir diferentes soluções. Analisaremos dois casos: Caso1: Os processos são executados pelo mesmo operador em sequência. Neste caso, os tempos devem ser somados, e temos: TN para a caixa = 100 conjuntos x (12, ,51 + 6,60) + 26,62 = 4.391,62 segundos TP para a caixa = FT x TN = 1,20 x 4.391,62 = 5.269,94 segundos 14

15 Exercício p. 116 Laugeni - Solução Elementos/Operação TC V (%) TN 1. Fabricar uma porca 11, ,54 2. Fabricar um parafuso 25, ,51 3. Montar a porca no parafuso 6, ,60 4. Encher a caixa com os 100 conjuntos, pesar e colocar de lado 24, ,62 Caso2: A porca e o parafuso são produzidos em linhas independentes por operadores diferentes. As porcas e os parafusos são enviados à montagem, onde o conjunto é montado e a caixa é preenchida. TN porcas = 100 conjuntos x 12,54 = segundos TN parafusos = 100 conjuntos x 24,51 Como o tempo do parafuso é maior que o tempo das porcas, consideramos o tempo dos parafusos para o cálculo do tempo normal e do tempo padrão da caixa. Temos: TN para a caixa = 100 x 24, x 6, ,62 = 3.137,62 segundos TC para a caixa = 3.266,62 x 1,2 = 3.765,14 segundos 15

16 Tempos Predeterminados ou Sintéticos Os tempos sintéticos permitem calcular o tempo padrão para um trabalho ainda não iniciado. Existem dois sistemas principais de tempos sintéticos: o work-factor ou fator de trabalho e sistema methodstime measurement (MTM) ou métodos e medidas de tempo. Unidade de medida TMU 1 TMU = 0,0006 min ou 0,00001 h 16

17 Tempos Predeterminados ou Sintéticos MICROMOVIMENTOS: Alcançar Movimentar Girar Agarrar Posicionar Soltar Desmontar Tempo para os olhos 17

18 Amostragem V.S. Tempos Cronometrados Vantagens Operações cuja medição por cronômetro é cara; Estudos simultâneos de equipes; Custo do cronometrista é alto; Observações longas diminuem a Influência de variações ocasionais; O operador não se sente observado de perto; Desvantagens Não é bom para operações de ciclo restrito; Não pode ser detalhada como estudo com cronômetro; A configuração do trabalho pode mudar no período; A administração não entende tão bem; Às vezes se esquece de registrar o método de trabalho. 18

19 Atividade 1 Uma operação consiste em cortar barras de ferro com 1 metro de comprimento em uma máquina de serrar. Para executar o corte a máquina deve ser preparada de maneira adequada, colocando-se uma serra nova e demarcar o ponto de corte para que as barras cortadas tenham o comprimento correto. Estas atividades levam um tempo de 10 min, que é considerado o tempo padrão de setup (ou tempo de preparação da máquina). A cada 100 barras cortadas, deve-se trocar a serra e reajustar a máquina de serrar. A operação de corte foi cronometrada 10 vezes, obtendo-se um tempo médio de 10,7 segundos e o cronometrista avaliou a velocidade do operador em 110%. Se o fator de tolerâcias FT é igual a 1,20. Determinar: A. O tempo padrão por peça B. O tempo padrão por peça com setup C. O tempo padrão para um lote de peças D. Se a operação é realizada em um turno de 8h e a movimentação para o estoque das barras é realizada a cada 50 barras, levando um tempo médio de 4 min, quantos operadores são necessários para produzir um lote de peças 19

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