Capítulo 11 Sistemas de Arquivos
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- Gabriela Sequeira Deluca
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1 Sistemas Operacionais Prof. Esp. André Luís Belini Bacharel em Sistemas de Informações MBA em Gestão Estratégica de Negócios Capítulo Sistemas de s
2 Introdução O armazenamento e a recuperação de informações são atividades essenciais para qualquer tipo de aplicação. Um processo deve ser capaz de ler e gravar de forma permanente grande volume de dados em dispositivos como fitas e discos, além de poder compartilhá-los com outros processos. A maneira pela qual o sistema operacional estrutura e organiza estas informações é por intermédio do sistema de arquivos. 3 Um arquivo é constituído por informações logicamente relacionadas. Essas informações podem representar instruções ou dados. Um arquivo é um conjunto de registros definidos pelo sistema de arquivos, tornando seu conceito abstrato e generalista. Um arquivo é identificado por um nome, composto por uma sequência de caracteres. Em alguns S.O., a identificação de um arquivo é composta por duas partes separadas por um ponto. A parte após o ponto é a extensão do arquivo. 4
3 Organização de arquivos A organização de arquivos consiste em como os seus dados estão internamente armazenados. A estrutura dos dados pode variar em função do tipo de informação contida no arquivo. No momento da criação de um arquivo, seu criador pode definir qual a organização adotada. Esta organização pode ser uma estrutura suportada pelo S.O. ou definida pela própria aplicação. 5 A forma mais simples de organização de arquivos é através de uma sequência não estruturada de bytes (próximo slide). Nesse tipo de organização, o sistema de arquivos não impõe nenhuma estrutura lógica para os dados. A aplicação deve definir toda a organização, estando livre para estabelecer seus próprios critérios. A grande vantagem deste modelo é a flexibilidade para criar diferentes estruturas de dados, porém todo o controle de acesso ao arquivo é de inteira responsabilidade da aplicação. 6 3
4 Organização de s Ana Cláudia Teresa Byte Beatriz Camila Daniele Patrícia Tina Vanessa Isabela Maria (a) Organização não-estruturada Registro (b) Organização Indexada 7 Métodos de Acesso Em função de como o arquivo está organizado, o sistema de arquivos pode recuperar registros de diferentes maneiras. Inicialmente, nos primeiros S.O., estavam limitados à leitura dos registros na ordem em que eram gravados e a gravação de novos registros só era possível no final do arquivo. Esse tipo de acesso era chamando de sequencial, era próprio da fita magnética. 8 4
5 Acesso direto Permite a leitura/gravação de um registro diretamente na sua posição. Este método é realizado através do número do registro, que é a sua posição relativa ao início do arquivo. No acesso direto não existe restrição à ordem em que os registros são lidos ou gravados. O acesso direto pode ser combinado com o acesso sequencial. Com isso é possível acessar diretamente um registro qualquer de um arquivo e, a partir deste, acessar sequencialmente os demais. Um método mais sofisticado, que tem como base o acesso direto, é o chamado acesso indexado ou acesso por chave. Para este acesso, o arquivo deve possuir uma área de índice onde existam ponteiros para diversos registros. 9 Acesso direto Registro 0 Registro Registro Registro n Deslocamento de dois registros 0 5
6 Operações de Entrada / Saída O sistema de arquivos disponibiliza um conjunto de rotinas que permite às aplicações realizarem operações de E/S, como tradução de nomes em endereços, leitura e gravação de dados e criação/eliminação de arquivos. Aplicação Operações de entrada/saída Rotinas de E/ S Dispositivos Atributos Cada arquivo possui informações denominadas atributos. Os atributos variam dependendo do sistema de arquivos, porém alguns, como tamanho do arquivo, proteção, identificação do criador e data da criação, estão presentes em quase todos os sistemas. Atributos como não podem ser modificados. 6
7 Diretórios A estrutura de diretórios é como o sistema organiza logicamente os diversos arquivos contidos em um disco. O diretório é uma estrutura de dados que contém entradas associadas aos arquivos onde cada entrada armazena informações como localização física, nome, organização e demais atributos. Quando um arquivo é aberto, o S.O. procura a sua entrada na estrutura de diretórios, armazenando as informações sobre atributos e localização do arquivo em uma tabela mantida na memória principal. Essa tabela contém todos os arquivos abertos, sendo fundamental para aumentar o desempenho das operações com arquivos. É importante que ao término do uso de arquivos estes sejam fechados, ou seja, que se libere o espaço na tabela de arquivos aberta. 3 Estrutura de diretórios de nível único Identificação Proteção Organização Localização Atributos Diretórios s 4 7
8 Estrutura de diretórios com dois níveis Usuário Usuário 3 Usuário 3 Usuário n 3 User File Directory (UFD) s 5 Estrutura de diretórios em árvore Diretório Usuário Diretório Usuário Usuário 3 Diretório Usuário n Diretório Raiz 6 8
9 Path de um arquivo Disco C:/ Carlos Ivan Ivan Paulo Teste Pessoal Soma.exe 7 Gerência de Espaço Livre em Disco A criação de arquivos em disco exige que o S.O. tenha o controle de quais áreas ou blocos no disco estão livres. A forma mais simples de implementar uma estrutura de espaços livres é através de uma tabela denominada mapa de bits (bit map). Cada entrada na tabela é associada a um bloco do disco representado por um bit, podendo assumir valor igual a 0 (bloco livre) ou (bloco ocupado). Uma segunda maneira de realizar este controle é com uma estrutura de lista encadeada de todos os blocos livres do disco. 8 9
10 Para que isto seja possível, cada bloco possui uma área reservada para armazenamento do endereço do próximo bloco. A partir do primeiro bloco livre é, então, possível o acesso sequencial aos demais de forma encadeada. Este esquema apresenta algumas restrições se considerarmos que, além do espaço utilizado no bloco com informação de controle, o algoritmo de busca de espaço livre sempre deve realizar uma pesquisa sequencial na lista. Uma outra solução leva em consideração que blocos contíguos são geralmente alocados ou liberados simultaneamente. 9 Alocação de espaço em disco Início Bloco Contador (a) Mapa de bits (b) Lista encadeada Tabela de blocos livres 0 0
11 Gerência de alocação de espaço em disco Alocação contígua: A alocação contígua consiste em armazenar um arquivo em blocos sequencialmente dispostos no disco. O acesso a arquivos dispostos contiguamente no disco é bastante simples tanto para a forma sequencial quanto para a direta. Seu principal problema é a alocação de espaço livre para novos arquivos. Caso um arquivo deva ser criado com determinado tamanho, é necessário existir uma quantidade suficiente de blocos contíguos no disco para realizar a alocação. Principais estratégias First-Fit: O primeiro segmento livre com tamanho suficiente para alocar o arquivo é selecionado Best-Fit: seleciona o menor segmento livre disponível com tamanho suficiente para armazenar o arquivo. Worst-Fit: O maior segmento é alocado. Mais uma vez a busca em toda a lista se faz necessária, a menos que exista uma ordenação por tamanho.
12 Desfragmentação Área de trabalho 3 Alocação Encadeada Na alocação encadeada, um arquivo pode ser organizado como um conjunto de blocos ligados logicamente no disco, independente da sua localização física. Cada bloco deve possuir um ponteiro para o bloco seguinte do arquivo, e assim sucessivamente. Início 0 Bloco A.TXT
13 Alocação Indexada A alocação indexada soluciona uma das principais limitações da alocação encadeada, que é a impossibilidade do acesso direto aos blocos dos arquivos. O princípio desta técnica é manter os ponteiros de todos os blocos do arquivo em uma única estrutura denominada bloco de índice A alocação indexada, além de permitir o acesso direto aos blocos do arquivo, não utiliza informações de controle nos blocos de dados, como existente na alocação encadeada. 5 Alocação Indexada Bloco de índice
14 Proteção de Acesso Qualquer sistema de arquivos deve possuir mecanismos próprios para proteger o acesso às informações gravadas em disco e fitas, além de possibilitar o compartilhamento de arquivos entre usuários. O tipo de acesso a arquivos é implementado mediante a concessão ou não dos diferentes acessos que podem ser realizados, como leitura (read), gravação (write), execução (execute) e eliminação (delete). 7 Senha de acesso A associação de uma senha de acesso a um arquivo é um mecanismo bastante simples. Como cada arquivo possui apenas uma senha, o acesso é liberado ou não na sua totalidade. Isto significa que não é possível determinar quais tipos de operação podem ou não ser concedidas. Outra desvantagem deste método é a dificuldade de compartilhamento de arquivos, pois, além do dono do arquivo, todos os demais usuários teriam que conhecer a senha de acesso. 8 4
15 Grupos de usuários A proteção baseada em grupos de usuários é implementada por diversos S.O. Este tipo de proteção tem como princípio a associação de cada usuário do sistema a um grupo. Os grupos de usuários são organizados logicamente com o objetivo de compartilhar arquivos e diretórios os usuários que desejam compartilhar arquivos entre si devem pertencer a um mesmo grupo. 9 Proteção por grupos de usuários Owner Group Leitura Escrita Execução Eliminação Leitura All DADOS.TXT 30 5
16 Lista de Controle de Acesso A lista de Controle de Acesso (ACL) consiste em uma lista associada a cada arquivo, onde são especificados quais os usuários e os tipos de acesso permitidos. Nesse caso, quando um usuário tenta acessar um arquivo, o S.O. verifica se a lista de controle autoriza a operação desejada. 3 Lista de Controle de Acesso Usuário: Maia Acesso: Leitura + Escrita Usuário: Machado Acesso: Leitura Usuário: Maia Acesso: Leitura + Escrita + Execução Usuário: Machado Acesso: Eliminação 3 6
17 Implementação de Caches O acesso a disco é bastante lento se comparado ao acesso à memória principal, devido à arquitetura dos discos magnéticos. Este é o principal motivo das operações de E/S com discos serem um problema para o desempenho do sistema. Para minimizar esse problema, a maioria dos S.O. implementa a técnica de buffer cache. Neste esquema, o S.O. reserva uma área da memória para que se tornem disponíveis caches utilizados em operações de acesso ao disco. 33 Prof. André Luís Belini [email protected] Blog: 7
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