Implementação de Diretórios (1)
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- João Victor Pinheiro Pinto
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1 Implementação de Diretórios (1) Ao abrir um arquivo, o SO usa o caminho para localizar a entrada no diretório. A entrada no diretório fornece informações para localizar os blocos de disco. Endereço de disco do arquivo (alocação contígua); O número do 1º bloco (listas ligadas); O número do i-node (nós índice). Necessidade de armazenar os atributos diretamente na entrada do diretório; Usar um nó para tais informações. Estratégias convenientes para nome de arquivos curtos e tamanho fixo. Sistemas atuais suportam nomes longos com tamanhos variáveis. Reservar 255 caracteres por entrada de diretório simples, porém ineficiente.
2 Implementação de Diretórios Ao abrir um arquivo, o SO usa o caminho para localizar a entrada no diretório. A entrada no diretório fornece informações para localizar os blocos de disco. Endereço de disco do arquivo (alocação contígua); O número do 1º bloco (listas ligadas); O número do i-node (nós índice). Necessidade de armazenar os atributos diretamente na entrada do diretório; Usar um nó para tais informações. Estratégias convenientes para nome de arquivos curtos e tamanho fixo. Sistemas atuais suportam nomes longos com tamanhos variáveis. Reservar 255 caracteres por entrada de diretório simples, porém ineficiente.
3 Implementação de Diretórios Entradas de diretório com tamanho variável Linear: Parte fixa (atributos comuns com um formato fixo) mais um nome real para o arquivo (por mais longo que ele seja) lacunas variáveis e tamanho potencialmente grande. Heap: Entradas fixas com nomes agrupados em uma área temporária (heap) qualquer entrada removida está apta a receber outro arquivo; gerência do heap. Independente do projeto: busca linear de arquivo no diretório. Tabelas hash ou cache de buscas. Não esquecer: manutenção das informações em memória principal.
4 Esquema do Sistema de Arquivos Disco dividido em uma ou mais partições; Um SA para cada partição; Setor especial: setor 0, MBR registro de controle de inicialização do sistema; O fim da MBR armazena a tabela de partição; O BIOS localiza na MBR uma partição ativa e lê seu primeirobloco (bloco de boot). Compartilhamento Conveniente um mesmo arquivo aparecer em vários diretórios. Conexão entre um arquivo e o diretório ligação. Grafo Acíclico Orientado. Associação ao próprio arquivo; Ligação simbólica.
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6 Implementação de Arquivos Ponto chave: Associar blocos de disco a arquivos. Alocação Contígua mais simples de todos os esquemas de alocação; cada arquivo é armazenado no disco como um bloco contínuo de dados. armazenar um arquivo de 50 KB: com blocos de 1 KB 50 blocos consecutivos alocados; com blocos de 2 KB 25 blocos consecutivos alocados. Vantagens: simplicidade e desempenho. Desvantagens: conhecer o tamanho máximo do arquivo no momento de sua criação; a fragmentação do disco.
7 Implementação de Arquivos Alocação com Lista Ligada manter o espaço em disco alocado ao arquivo com uma lista ligada de blocos. em cada bloco além das informações do arquivo há um ponteiro para o próximo bloco. Vantagens: não se perde com a fragmentação, pois qualquer bloco do disco pode ser usado; a entrada do diretório só precisa armazenar o endereço em disco do primeiro bloco do arquivo. Desvantagens: acesso randômico extremamente lento; necessidade de armazenar em cada bloco um ponteiro.
8 Implementação de Arquivos Alocação com Lista Ligada Usando um Índice ambas as desvantagens apontadas para a alocação com listas ligadas podem ser eliminadas tirando-se o ponteiro de cada um dos blocos e colocando-os em uma tabela ou índice na memória. Vantagens: todo o bloco fica disponível para armazenamento da informação; apesar do acesso ser randômico, permite o acesso relativo. Toda a cadeia está na memória principal, podendo ser seguida sem necessidade de nenhum acesso a disco. Desvantagem: O toda a tabela deve estar na memória durante todo o tempo.
9 Implementação de Arquivos Nós-i: consiste em associar a cada arquivo uma pequena tabela denominada nó-i (nó-índice), que lista os atributos e os endereços em disco dos blocos do arquivo. Primeiros endereços de disco são armazenados no próprio nói; Em arquivos maiores, um dos endereços no nó-i é o endereço de um bloco de disco chamado bloco indireto simples. bloco indireto duplo e blocos indiretos triplos relativos a este arquivo são usados se necessário. Vantagens: arquivos pequenos (que são a grande maioria) são acessados rapidamente, pois sua tabela de índices está na memória; não há necessidade de ter toda a tabela de índices na memória principal. Desvantagem: arquivos maiores terão o acesso mais lento em função da
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11 Manutenção de Espaço Livre 1 - Tamanho do Bloco Leitura de um bloco k posicionamento (seek): tempo para mover o braço do disco; atraso rotacional (latência): tempo para que o setor gire até a cabeça de E/S; taxa de transferência: Bytes transferidos em um s. Geralmente medidos em milissegundos. Considerar a taxa de transferência: x MB/s Ex.: seek (20 ms); latência (10 ms) taxa de transferência de 2 MB/s (1 setor) = tempo de 0,2 ms. Leitura de 1 KB: Bloco do tamanho do setor (512 B) = 30,2 * 2 = 60,4 ms; Bloco utilizando dois setores (1 KB) = 30,4 ms.
12 Manutenção de Espaço Livre Considerar o tempo de rotação Tamanho da trilha X tempo de rotação Blocos com k bytes: seek + latência + (k/cap.trilha)*tt Ex.: seek (20ms); latência (10ms); trilha(100 KB); TT(18ms); arq. de 2 KB para blocos (k) de 0,5; 1; 2; 4; 8; 16 e 32 KB.
13 Manutenção de Espaço Livre 2 Manutenção dos blocos livres Lista de espaço livre Blocos que podem ser alocados 2.1 Vetor de bits ou mapa de Bits Cada bloco é representado por um bit; Tamanho diretamente relacionado à capacidade do disco; Independente do estado do disco (cheio/vazio), o tamanho do mapa é fixo; Ex.: Disco de 10 GB com blocos de 1 KB KB bits 1 bloco (1024B*8b) 8192 bits 1280 blocos (KB)
14 Manutenção de Espaço Livre 2.2 Lista Encadeada Cada bloco guarda o máximo de blocos livres; Com blocos de 1 KB e números de bloco ocupando 32 bits temos: 1 bloco (1024B * 8b) 8192 bits 256 blocos; Uma entrada é ponteiro para próximo bloco com entradas livres (portanto 1 bloco armazena 255 blocos livres); Tamanho da lista depende da quantidade de blocos livres; Quanto mais ocupado estiver o disco, menor será a lista; Ex.: Disco de 10 GB com blocos de 1 KB KB (blocos) ,63 blocos blocos (KB) são necessários (40,12 MB)
15 Mapa de Bits e Lista Encadeada
16 Confiabilidade do S.A. Valor da informação superior ao do hardware. Necessidade de proteger o sistema de arquivos. Duas estratégias típicas: Cópias de Segurança (backups); Consistência do sistema de arquivos. Cópias de Segurança (1ª) Possibilidade de trazer à normalidade o computador após a ocorrência de falhas com o sistema de arquivos; ou restabelecer arquivos acidentalmente apagados. cópia de segurança de todo o sistema mostra-se ineficiente (questões de tempo e quantidade de dados). fazer cópia de arquivos específicos e que tenham sido modificados.
17 Confiabilidade do S.A. Cópias incrementais Fazer cópias completas periódicas; e Fazer cópias diárias de arquivos modificados desde a última cópia completa. Duas alternativas de backup podem ser adotadas: Cópia Física (dump físico) simplicidade e desempenho; blocos defeituosos, restauração individual, cópia incremental. Cópia Lógica (dump lógico) Cópia recursiva a partir de um diretório especificado. Inclui subdiretórios, mesmo os inalterados. Cópia incremental e restauração individual (esqueleto do AS). Lista de blocos livres, links, arquivos especiais.
18 Backups Estudo de Caso Algoritmo de cópia baseado em um bit de controle e quatro fases
19 Confiabilidade do S.A. Consistência do Sistema de Arquivos (2ª) Estado inconsistente ocasionado por alterações em blocos que não foram efetivadas em disco. Uso de utilitários que verificam a consistência do SA. 1 Verificação da consistência por blocos Uso de duas tabelas freqüência do bloco em um arquivo; freqüência do bloco na lista de livres (ou mapa de bits) Em um sistema consistente, cada bloco estará em uma tabela. 2 Verificação da consistência por arquivos Inspeção recursiva de cada diretório a partir da raiz. Comparação das entradas no diretório com os contadores de ligações de cada nó.
20 Consistência do Sistema de Arquivos
21 Desempenho do Sistema de Arquivos Acesso a disco é muito mais lento que o acesso a memória. Implementação de SA com otimizações. Três otimizações principais: Cache de blocos ou cache de buffer; Leitura antecipada de blocos; Redução do movimento do braço do disco. 1 Cache de blocos Coleção de blocos (logicamente de disco) mantidos em memória; Uso de algoritmo com comportamento típico; Algoritmo alternativo: Menos Recentemente Usado.
22 Desempenho cache (cont.) Problema com blocos críticos; Solução: uso do MRU modificado. Considera dois fatores: Probabilidade do bloco ser novamente necessário; e Se o bloco é essencial para a consistência do sistema. Dividir os blocos em categorias. Não manter dados na cache por muito tempo. Unix: Uso de chamada de sistema especial (sync); Projeto prioriza o SO baseado em discos rígidos. MS-DOS: Write-through cache: blocos modificados são imediatamente escritos (projeto baseado em discos flexíveis).
23 Desempenho do Sistema de Arquivos 2 Leitura Antecipada dos Blocos Tentar transferir blocos para a cache antes que eles sejam necessários. Boa estratégia para arquivos lidos seqüencialmente. Péssima idéia para acessos randômicos. Alternativa: Uso de um bit de controle para as duas situações: 1 modo de acesso seqüencial; 0 modo de acesso aleatório. Inicialmente o arquivo é setado com 1. Em caso de posicionamento, o bit vira 0. Se recomeçarem leituras seqüenciais, o bit volta para 1.
24 Desempenho do Sistema de Arquivos 3 Redução do movimento do braço do disco Redução na quantidade de movimentos do disco colocando blocos com mais acessos em seqüência. 1 - Ao criar arquivos, reservar mais blocos que os usados: (Redução do número de posicionamentos). 2 Ou alocar blocos consecutivos em um mesmo cilindro: (Redução do atraso rotacional). Manipulação de arquivos geralmente necessitam acessos duplos ao disco: Um acesso para a localização do índice o outro para o bloco. Alocação dos índices no centro do disco; ou agrupar os índices aos blocos de dados.
25 Exemplos de Sistemas de Arquivos ISO 9660 Padrão internacional de 1988 para CD-ROMs; Possibilita que o CD-ROM seja lido por qualquer computador, independentemente do SO; Impõe certas restrições para manter compatibilidade; Blocos mantidos em uma única espiral contínua; Blocos lógicos com 2352 bytes (payload: 2 KB); Fator de conversão: 1 s 75 blocos; Conjunto de blocos livres e restritos: manter compatibilidade; Algumas informações em ASCII e outras em binário; Especificado em três níveis: quanto mais baixo o nível, mas restritiva é a definição; Extensões: Rock Ridge e Joliet.
26 Exemplos de Sistemas de Arquivos CP/M Sistema operacional dos primeiros microcomputadores; Extremamente compacto: para máquinas com 64 KB; Um nível de diretório com entradas de tamanho fixo; Uso de mapa de bits em memória, sem gastar disco; FAT Versão com mais recursos do CP/M; O sistema de arquivos forma uma árvore a partir do raiz; Nome com 8+3 caracteres com bits para atributos; Três versões de sistema de arquivos: FAT 12, FAT 16 e FAT 32 As vantagens do FAT 32 implicam não somente o tamanho da partição, mas também o tamanho do cluster. Ex.: HD de 2 GB com blocos de 4 KB=512K blocos (2MB RAM).
27 Exemplos de Sistemas de Arquivos NTFS desenvolvido especificamente para o NT; mantém compatibilidade com FAT 16 e FAT 32; endereçamento de 64 bits; um setor pode ser diretamente endereçado; recursos de segurança e de gerenciamento de disco (ex.: hotfix). EXT usado na maioria das distribuições Linux; suporta partições de 4 TB e nome de arquivos de 255 caracteres; EXT 3: versão atual, com melhoria no suporte a tolerância a falhas; Manutenção de um diário das operações realizadas.
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