DISCO MAGNÉTICO Cabeçote Trilha
|
|
|
- Estela Brezinski Galindo
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 1
2 São os componentes mais importantes da memória externa. É formado por um prato circular coberto de um material que pode ser magnetizado. Os dados são gravados e posteriormente lidos por meio de uma bobina condutora denominada cabeçote, conhecida também como bobina/cabeça de leitura e gravação. O disco é montado sobre uma unidade de disco que consiste em um braço, um eixo para girar o disco e circuitos para entrada e saída de dados binários. 2
3 Durante uma operação de leitura e escrita, o cabeçote permanece estático enquanto o prato gira embaixo dele. Escrita: são enviados pulso de corrente elétrica (positivas -1, ou negativas 0) no cabeçote, que resultam na gravação de padrões magnéticos na superfície do disco 3
4 Cabeçote: dispositivo capaz de ler ou escrever sobre uma trilha no prato que gira abaixo dele. Trilha: anel concêntrico que possua a largura de um cabeçote. A mesma quantidade de bits é armazenado em cada trilha, portanto trilhas internas possuem uma maior densidade de bits. Os dados são armazenados em setores (regiões do tamanho de um bloco). Os dados são transferidos de e para o disco na forma de blocos. 4
5 Cabeçote: um cabeçote pode ser fixo ou móvel. Em um disco de cabeçote fixo existe um cabeçote de leitura e escrita em cada trilha. Em um disco de cabeçote móvel existe apenas um cabeçote de leitura e escrita que pode ser estendido ou retraído de forma a ser posicionado sobre a trilha. 5
6 Parâmetros de Desempenho de discos Espera do dispositivo e do canal Quando faz-se uma requisição de E/S, a referida requisição espera em uma fila até que o dispositivo seja alocado. Se o dispositivo compartilha um canal de E/S com outras unidades de disco, pode ter que se esperar o canal ser alocado. Canal de E/S É um processador capaz de executar programas de E/S e controle total dos dispositivos 6
7 Parâmetros de Desempenho de discos Tempo de busca Em um sistema com cabeçote móvel é o tempo para posicionar o cabeçote na trilha. Atraso rotacional tempo decorrido até que o início do setor desejado esteja posicionado sob o cabeçote. Tempo de Acesso Tempo de acesso = Tempo de busca + atraso rotacional Transferência de dados Uma vez que o cabeçote esteja na posição correta, a operação de leitura ou escrita é feita a medida que o setor se move sob o cabeçote 7
8 Parâmetros de Desempenho de discos Tempo de busca (seek time): Em um sistema com cabeçote móvel é o tempo para posicionar o cabeçote na trilha. TB (ms) = 0,1xNumeros de trilhas + 3 (discos caros) TB (ms) = 0,3xNumeros de trilhas + 20 (discos baratos) 8
9 Parâmetros de Desempenho de discos Atraso Rotacional tempo decorrido até que o início do setor desejado esteja posicionado sob o cabeçote. 1/2r, onde r é o número de rotações do disco em rotações por segundo. Considerando um disco com r=3600 rpm = 60 rps ele executa então leva 1/60 segundos por rotação, ou seja 0,01667 s = 16,7 ms. Em média o atraso rotacional é de16,7/2= 8,3 ms. 9
10 Parâmetros de Desempenho de discos Tempo de Transferência Uma vez que o cabeçote esteja na posição correta, a operação de leitura ou escrita é feita a medida que o setor se move sob o cabeçote Depende da velocidade de rotação do disco 10
11 Considere um disco com tempo médio de busca de 20 ms, taxa de transferência de 1Mbytes/s e setores com 512 bytes (0,5 Kbytes), com 32 setores por trilha. Calcular o tempo total para transferência supondo que desejamos ler um arquivo de 128 kbytes com 256 setores. Vamos calcular considerando que os 128 kbytes ocupam todos os setores de 8 trilhas adjacente, ou seja, 8x32 = 256 setores, T - TB (busca) + atraso rotacional (=1/2r) + tempo transferência TB= Tempo de busca = 20 ms Atraso Rotacional: = 8,3 ms Leitura de 32 setores de uma trilha = 16,7 ms (tempo para uma revolução). T = 20+8,3+16,7 + Leitura das 7 trilhas (atraso rotacional + tempo 1 revolução) T = 45 + Leitura das 7 trilhas (atraso rotacional + tempo 1 revolução). T = x (8,3 + 16,7) = 220 ms = 0,22 s 30 SETORES SETOR COM 512 BYTES 11
12 RAID 12
13 RAID: Agrupamento redundante de discos independentes (Redundant Array of Independent Disks) A melhoria no desempenho de memórias secundárias (disco) tem sido menor do que a de processadores e da memória principal. RAID é uma técnica utilizada para aumentar o desempenho e a disponibilidade de dados em discos de servidores. 13
14 RAID: Existem sete (7) níveis de RAID que possuem características comuns: Agrupamentos de discos físicos vistos como um único disco lógico. Dados distribuídos pelas unidades de discos físicas do agrupamento. A capacidade de armazenamento redundante é utilizada para armazenamento de informações de paridade (informações que permitem detectar erros) 14
15 RAID: Aumento do desempenho: possibilita o acesso simultâneo à várias unidades de disco aumento a taxa de transferência de E/S (o que aumenta a probabilidade de falhas). Usa informação de paridade: o que possibilita a recuperação de dados perdidos devido a uma falha no disco. 15
16 RAID 0: Não inclui redundância. Os dados são distribuídos em todos discos do agrupamento (uma vantagem em relação ao uso de um único disco grande). Os dados são intercalados em tiras (constituídos de blocos por exemplo). Grandes requisições de E/S compostas de múltiplas tiras logicamente contíguas podem ser manipuladas em paralelo. Agrupamento de Discos 16
17 RAID 0: Software de gerenciamento do agrupamento de discos que faz o mapeamento entre o disco lógico e os discos físicos Agrupamento de discos 17
18 RAID 1: A redundância é obtida pela simples duplicação dos dados. Cada tira lógica é mapeada em dois discos físicos separados, de modo que cada disco tenha como espelho outro disco que contenha os mesmo dados. 18
19 RAID 1 (vantagens): Uma requisição de leitura pode ser atendida por qualquer dos dois discos. Uma requisição de escrita requer a atualização de duas tiras correspondentes, mas isso pode ser feito em paralelo. A recuperação em caso de falhas é simples. Em caso de falha em uma unidade, os dados podem ser obtidos a partir de uma segunda unidade. RAID 1 (desvantagem): Requer um espaço de disco físico igual a duas vezes o do disco lógico. 19
20 RAID 3: Existe um disco redundante, independente. Emprega acesso paralelo com dados distribuídos em pequenas tiras. Um bit de paridade simples é utilizado para cada conjunto de bits localizados na mesma posição em todos os discos de dados. Considere que os discos X0 a X3 contém dados e o disco X4 é o disco de paridade. A paridade do i-ésimo bit é calculado da seguinte forma. Suponha que tenha ocorrido uma falha na unidade de disco X1, então cada tira do disco X1 pode ser regenerada a partir dos conteúdos das tiras correspondentes nos demais discos do agrupamento. 20
21 DISCO ÓTICO 21
22 DISCO ÓTICO CD e CDROM Em 1983 foi introduzido o CD (sistema de áudio de disco compacto). CD: não pode ser apagado e armazena informação de áudio digitalizada. CD-ROM: disco compacto de memória de apenas leitura. Não pode ser apagado e é utilizado para armazenar dados do computador. O dispositivo de leitura do CD-ROM é mais resistente e possui mecanismo de correção de erros capaz de assegurar que os dados são transferidos corretamente do disco para o computador 22
23 DISCO ÓTICO Disco Ótico Apagável (CD-R) Pode ser regravado e portanto ser utilizado como memória secundária. As principais vantagens em relação ao disco magnético são: Alta Capacidade Portabilidade: o disco pode ser removido da unidade controladora. Confiabilidade: confiabilidade e tempo de vida maiores 23
24 DISCO ÓTICO Disco de Vídeo Digital (DVD) Disco de vídeo digital de grande capacidade. Substituiu tanto as fitas magnéticas quanto os CD-ROM nos computadores pessoais e servidores. Possibilita a exibição de filmes com alta qualidade de imagem. Grande quantidade de dados podem ser gravados no disco. Usam uma forma de compressão de vídeo para imagens de alta qualidade. 24
25 FITA MAGNÉTICA 25
26 FITA MAGNÉTICA Fita Magnética É organizada como um pequeno número de trilhas paralelas. Os dados são lidos e escritos na fita em blocos contíguos denominados registros físicos. É um dispositivo de acesso seqüencial. Se a cabeça da fita estiver posicionada no registro 1, para ler o registro N será necessário ler os registros físicos de 1 a N-1. A unidade de disco é um dispositivo de acesso direto 26
ARQUITETURA DE COMPUTADORES UNIDADES DE MEMÓRIA. Prof: Leandro Coelho
1 ARQUITETURA DE COMPUTADORES UNIDADES DE MEMÓRIA Prof: Leandro Coelho [email protected] Plano de Aula 2 Memória Interna Registradores Cache L1 L2 Principal (RAM) Secundária Persistente Plano de
MEMÓRIA SECUNDÁRIA E RAID FELIPE G. TORRES
Tecnologia da informação e comunicação MEMÓRIA SECUNDÁRIA E RAID FELIPE G. TORRES MEMÓRIA SECUNDÁRIA OU EXTERNA A memória principal por maior que seja, ainda terá um tamanho pequeno. Com o passar do tempo
Memória Externa. Prof. Leonardo Barreto Campos 1
Memória Externa Prof. Leonardo Barreto Campos 1 Sumário Disco Magnético; RAID; Memória Óptica; Bibliografia. Prof. Leonardo Barreto Campos 2/30 Disco Magnético O disco magnético é constituído de um prato
Arquitetura de Computadores
Arquitetura de Computadores -Sistemas de Memória Externa por Helcio Wagner da Silva Discos Magnéticos Os discos são feitos de material plástico ou metálico, coberto por material magnetizante Os cabeçotes
Arquitetura e Organização de Computadores
UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS EXATAS E NATURAIS CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Arquitetura e Organização de Computadores Memória Externa II Prof. Sílvio Fernandes Parâmetros
Departamento de Engenharia Elétrica - EESC-USP. Organização de Computadores. Memórias Parte 2. Aula 5. Prof. Dr. Marcelo Andrade da Costa Vieira
Departamento de Engenharia Elétrica - EESC-USP SEL-0415 Introdução à Organização de Computadores Memórias Parte 2 Aula 5 Prof. Dr. Marcelo Andrade da Costa Vieira Memórias Secundárias Hierarquia de Memórias
Departamento de Engenharia Elétrica - EESC-USP. Organização de Computadores. Memórias Parte 2. Aula 4. Profa. Profa. Luiza Maria Romeiro Codá
Departamento de Engenharia Elétrica - EESC-USP SEL-0415 Introdução à Organização de Computadores Memórias Parte 2 Aula 4 Profa. Profa. Luiza Maria Romeiro Codá Memórias Secundárias Hierarquia de Memórias
Arquitetura e Organização de Computadores
UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS EXATAS E NATURAIS CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Arquitetura e Organização de Computadores Memória Externa I Prof. Sílvio Fernandes Discos
Sistemas Operacionais. Prof. MSc. André Yoshimi Kusumoto
Sistemas Operacionais Prof. MSc. André Yoshimi Kusumoto [email protected] Princípios básicos de hardware Periférico é um dispositivo conectado a um computador de forma a possibilitar sua interação
ARMAZENAMENTO SECUNDÁRIO, PARTE 2
ARMAZENAMENTO SECUNDÁRIO, PARTE 2 Professora Rosane Minghim PAE 2012: Rafael M. Martins 2012 Baseado em: Leandro C. Cintra e M.C.F. de Oliveira Fonte: Folk & Zoelick, File Structures Disco como gargalo
Sistemas Operacionais
Introdução Sistemas Operacionais Entrada/Saída Disco magnético Aula 15 Disco magnético talvez seja o mais importante dispositivo de E/S Gerência de memória (área de swap) Sistema de arquivos (arquivos
Disco como gargalo. Armazenamento Secundário. Técnicas p/ minimizar o problema. Técnicas p/ minimizar o problema
Disco como gargalo Armazenamento Secundário Discos são muito mais lentos que as redes ou a CPU Leandro C. Cintra M.C.F. de Oliveira Fonte: Folk & Zoelick, File Structures Muitos processos são disk-bound,
Subsistemas de E/S Device Driver Controlador de E/S Dispositivos de E/S Discos Magnéticos Desempenho, redundância, proteção de dados
Sistemas Operacionais Prof. Esp. André Luís Belini Bacharel em Sistemas de Informações MBA em Gestão Estratégica de Negócios Gerência de Dispositivos Subsistemas de E/S Device Driver Controlador de E/S
Hierarquia. Hierarquia
Algoritmos e Estruturas de Dados II Professora: Josiane M. Bueno Todo conjunto de dispositivos que são capazes de armazenar bits de informação Diferentes organizações diferentes tipos de memória Apresenta
Sistemas Operacionais. Entrada/Saída
Sistemas Operacionais Entrada/Saída Atualizado em 28/02/2014 Como ocorre a comunicação de E/S Aplicação Operações de E/S Chamadas de Sistema S.O. Subsistema de E/S Núcleo (Kernel) Drivers HARDWARE Controladoras
Lista - RAID. c) Redundância d) Capacidade
Lista - RAID 1. O principal objetivo do RAID é a a) Autenticidade b) Compactação c) Redundância d) Capacidade e) Qualidade 2. As soluções de RAID 1 necessitam de, no mínimo, dois discos, possuem bom desempenho
FUNDAMENTOS DE ARQUITETURAS DE COMPUTADORES MEMÓRIA PRINCIPAL CAPÍTULO 4. Cristina Boeres
FUNDAMENTOS DE ARQUITETURAS DE COMPUTADORES MEMÓRIA PRINCIPAL CAPÍTULO 4 Cristina Boeres Memória! É um dos componentes de um sistema de computação! Sua função é armazenar informações que são ou serão manipuladas
Memória externa. MAC Arquitetura de Computadores Prof. Siang Wun Song
Memória externa MAC 344 - Arquitetura de Computadores Prof. Siang Wun Baseado parcialmente em W. Stallings Computer Organization and Architecture Disco da IBM em 1956 Em 1956, IBM 305 inventou primeiro
http://www.ic.uff.br/~debora/fac! 1 Capítulo 4 Livro do Mário Monteiro Introdução Hierarquia de memória Memória Principal Organização Operações de leitura e escrita Capacidade 2 Componente de um sistema
Fita Magnética. Fita Magnética. Disco Magnético. Disco Óptico
Relacionar os benefícios do armazenamento secundário. Identificar e descrever as mídias de armazenamento que estão disponíveis para computadores pessoais. Estabelecer a diferença entre os principais tipos
ü Capítulo 4 Livro do Mário Monteiro ü Introdução ü Hierarquia de memória ü Memória Principal ü Memória principal ü Memória cache
Departamento de Ciência da Computação - UFF Principal Profa. Débora Christina Muchaluat Saade [email protected] Principal ü Capítulo 4 Livro do Mário Monteiro ü Introdução ü Hierarquia de memória
UFU/FACOM/BCC Gerenciamento de Bancos de Dados 2019/1-1 a Lista de Exercícios Prof. Ilmério Reis da Silva
UFU/FACOM/BCC Gerenciamento de Bancos de Dados 2019/1-1 a Lista de Exercícios Prof. Ilmério Reis da Silva 1. (9.5 do livro-texto) Considere um disco com tamanho de setor igual a 512 bytes, 2000 trilhas
Arquitetura de Computadores
Arquitetura de Computadores AULA 4 Organização de Sistemas de Computadores s Bits Sumário de Ordem de Bytes Conceitos Básicos Secundária Códigos de Correção de Erros Prof. Edilberto M. Silva Edilberto
ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES CAPÍTULO4: MEMÓRIAPRINCIPAL
ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES CAPÍTULO4: MEMÓRIAPRINCIPAL MEMÓRIA Componente de um sistema de computação cuja função é armazenar informações que são manipuladas pelo sistema para que possam ser recuperadas
Prof. Benito Piropo Da-Rin. Arquitetura, Organização e Hardware de Computadores - Prof. B. Piropo
Prof. Benito Piropo Da-Rin memória é o local onde se armazenam dados Será???? Memória é um local ou dispositivo onde podem se armazenar dados e que permite que sejam recuperados quando deles se precisar
Capítulo 5 Entrada/Saída
Capítulo 5 Entrada/Saída 5.1 Princípios do hardware de E/S 5.2 Princípios do software de E/S 5.3 Camadas do software de E/S 5.4 Discos 1 Princípios do Hardware de E/S Taxas de dados típicas de dispositivos,
Memória Principal. Tiago Alves de Oliveira
Memória Principal Tiago Alves de Oliveira [email protected] Memória Principal Capítulo 4 Livro do Mário Monteiro Introdução Hierarquia de memória Memória Principal Organização Operações de leitura e
RAID: Conceito e Tipos
RAID: Conceito e Tipos RAID significa em português Conjunto Redundante de Discos Independentes/Econômicos (inglês: Redundant Array of Independent/Inexpensive Drives) que tem como objetivos aumentar a velocidade
Disco Rígido. Disciplina: Montagem e Manutenção de Computadores. Professor: Thiago Siva Prates
Disco Rígido Disciplina: Montagem e Manutenção de Computadores Professor: Thiago Siva Prates Disco Rígido HD (hard disk) ou disco rígido é um componente do computador que tem a função de armazenar dados.
Organização e Arquitetura de Computadores I
Organização e Arquitetura de Computadores I Memória Interna Slide 1 Memória Em informática, memória são todos os dispositivos que permitem a um computador guardar dados, temporariamente ou permanentemente.
Do Inglês HARD DISK inicialmente designado Winchester (nome de código da IBM durante o desenvolvimento do projecto)
O DISCO RÍGIDO 1 Do Inglês HARD DISK inicialmente designado Winchester (nome de código da IBM durante o desenvolvimento do projecto) Parte do computador onde são armazenados os dados DE FORMA PERMANENTE
Conceitos Básicos de Planejamento
Conceitos Básicos de Planejamento Avaliação de Desempenho Prof. Kleber Rezende [email protected] Revisão Fundamentos de Redes Hierarquia de Protocolos; Protocolo TCP (Transmission Control
Arquitetura e Organização de Computadores
UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO DEPARTAMENTO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS CIÊNCIAS EXATAS E E NATURAIS NATURAIS CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Arquitetura e Organização
Memória (conceitos) MEMÓRIA VOLÁTIL
MEMÓRIA 1 MEMÓRIA VOLÁTIL Memória (conceitos) É aquela que perde a informação armazenada quando a energia elétrica desaparece MEMÓRIA DE SEMICONDUTORES Construídas com FLIP-FLOPS (que são construídas com
Armazenamento Secundário
Armazenamento Secundário Algoritmos e Estruturas de Dados II Prof. Ricardo J. G. B. Campello Adaptado dos Originais de: Leandro C. Cintra Maria Cristina F. de Oliveira Organização de Informação em Disco
Conceitos e Gerenciamento de Memória
Conceitos e Gerenciamento de Memória Introdução Num sistema computacional, temos diferentes tipos de memórias, para diferentes finalidades, que se interligam de forma estruturada e que formam o subsistema
Pesquisa em Memória Secundária. Prof. Jonas Potros
Pesquisa em Memória Secundária Prof. Jonas Potros Pesquisa em Memória Secundária Pesquisa em memória secundária: arquivos que contém mais registros do que a memória interna pode armazenar. Algoritmos e
ORGANIZAÇÃO E ARQUITETURA DE COMPUTADORES I AULA 10: MEMÓRIA E HIERARQUIA DE MEMÓRIAS
ORGANIZAÇÃO E ARQUITETURA DE COMPUTADORES I AULA 10: MEMÓRIA E HIERARQUIA DE MEMÓRIAS Prof. Max Santana Rolemberg Farias [email protected] Colegiado de Engenharia de Computação MEMÓRIA SÃO TODOS
Barramento. Prof. Leonardo Barreto Campos 1
Barramento Prof. Leonardo Barreto Campos 1 Sumário Introdução; Componentes do Computador; Funções dos Computadores; Estrutura de Interconexão; Interconexão de Barramentos Elementos de projeto de barramento;
INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE Campus Ibirama
INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE Campus Ibirama Arquitetura de Hardware Professor Eduardo Stahnke Arquiteturas Grande diversidade das arquiteturas de computadores Componentes básicos do computador Os Principais
Sistemas Operacionais Capítulo 5 Entrada/Saída
Sistemas Operacionais Capítulo 5 Entrada/Saída Prof. Rafael R. Obelheiro Introdução O controle dos dispositivos de E/S é uma das principais funções do SO O SO deve oferecer ao usuário uma interface simples
Implementação de Diretórios (1)
Implementação de Diretórios (1) Ao abrir um arquivo, o SO usa o caminho para localizar a entrada no diretório. A entrada no diretório fornece informações para localizar os blocos de disco. Endereço de
Introdução. Gerenciamento de Armazenamento
Introdução Gerenciamento de Armazenamento Conteúdo Neste arquivo de apresentação: Introdução - hierarquia e custos; ; Questões de escalonamento e performance; Preparação Lógica; No próximo arquivo de apresentação:
Memória. Memória Secundária
Memória Memória Secundária Revisão - Memória Cache Memória rápida, porem cara e de menor capacidade Contudo, associada à memória principal, (barata e de grande capacidade), resulta num sistema: razoavelmente
1ª Lista de Arquitetura de Computadores
1ª Lista de Arquitetura de Computadores 1. Conceitue a Lei de Moore e descreva cinco conseqüências práticas dela advindas. 2. Considere as informações abaixo, sobre a Arquitetura de Von Neumann: I. Dados
Organização de Computadores Memória. Professor: Francisco Ary
Organização de Computadores Memória Professor: Francisco Ary Parte do computador responsável por armazenar dados e instruções; volátil; ou permanente sem a memória o computador não seria capaz de armazenar
Função Principal da Memória
Memórias Slide 2 Função Principal da Memória Armazenar dados. Armazenar os programas para serem executados pelo processador. Slide 3 Memória x Processador x HD Placa Mãe: Controlador de Memória Slide 4
UFRJ IM - DCC. Sistemas Operacionais I. Unidade IV Gerência de Memória Secundária. Prof. Valeria M. Bastos 18/06/2012 Prof. Antonio Carlos Gay Thomé
UFRJ IM - DCC Sistemas Operacionais I Unidade IV Gerência de Memória Secundária Prof. Valeria M. Bastos 18/06/2012 Prof. Antonio Carlos Gay Thomé 1 ORGANIZAÇÃO DA UNIDADE Gerência de Entrada e Saída Gerência
COMPUTADOR. Adão de Melo Neto
COMPUTADOR Adão de Melo Neto 1 COMPUTADOR COMPUTADOR Barramento de Endereços: Determina qual a posição de memória que irá ser lida ou escrita (unidirecional). Barramento de Endereços: Transporta o dados
Arquitetura e Funcionamento do Computador
Arquitetura e Funcionamento do Computador Memória É todo componente capaz de ARMAZENAR informações. Memórias Digitais Memórias: são componentes responsáveis por armazenar dados e programas (instruções)
RAID. Redundant Array of Independent Disks
RAID Redundant Array of Independent Disks Introdução - RAID A tecnologia RAID (Redundant Array of Independent Disks) foi desenvolvida em 1987 por três pesquisadores (Patterson, Gibson e Katz) na Universidade
Técnicas de Manutenção de Computadores
Técnicas de Manutenção de Computadores Professor: Luiz Claudio Ferreira de Souza Hd Hard Disk HD é a sigla para Hard Disc (Disco Rígido em português). Trata-se de um aparelho responsável por armazenar
Computação L. Apresentação da Disciplina e Conceitos Básicos de Computadores
Computação L Apresentação da Disciplina e Conceitos Básicos de Computadores Tópicos da Aula Conceitos básicos de computação Componentes de um computador Como os diferentes componentes interagem Representação
Sistemas de arquivos
Todos os programas precisam armazenar e recuperar dados. Os processos não podem armazenar grande quantidade de dados no seu espaço de endereçamento. Quando o processo chega ao final os dados no seu espaço
Aula 24: E/S: Dispositivos Típicos e Barramentos
Aula 24: E/S: Dispositivos Típicos e Barramentos Diego Passos Universidade Federal Fluminense Fundamentos de Arquiteturas de Computadores Diego Passos (UFF) E/S: Dispositivos Típicos e Barramentos FAC
Setores Trilhas. Espaço entre setores Espaço entre trilhas
Memória Externa Disco Magnético O disco magnético é constituído de um prato circular de metal ou plástico, coberto com um material que poder magnetizado. Os dados são gravados e posteriormente lidos do
Relógios. Prof. Eduardo H. S. Oliveira
Relógios O tempo do computador geralmente é medido em ciclos, também denominados pulsos. O termo ciclo se refere a uma oscilação completa de um sinal elétrico fornecido pelo gerador de relógio do sistema.
Motivação. Sumário. Hierarquia de Memória. Como registramos nossas histórias (num contexto amplo)?
Universidade Federal da Paraíba Centro de Ciências Aplicadas e Educação Departamento de Ciências Exatas Motivação ACII: Armazenamento Secundário Prof. Rafael Marrocos Magalhães [email protected]
Armazenamento Secundário. Endereços no disco. Organização da informação no disco. Organização da informação no disco
Organização da informação no disco Armazenamento Secundário Leandro C. Cintra M.C.F. de Oliveira Fonte: Folk & Zoelick, File Structures Disco: conjunto de pratos empilhados Dados são gravados nas superfícies
Principais componentes de hardware de um computador. Processador; Entrada; Saída; Barramento; Memória.
Aula 02 Principais componentes de hardware de um computador Processador; Entrada; Saída; Barramento; Memória. Hierarquia Memória Memória RAM Do inglês Random Access Memory (Memória de acesso aleatório
ARMAZENAMENTO SECUNDÁRIO, PARTE 1 Professora Rosane Minghim
ARMAZENAMENTO SECUNDÁRIO, PARTE 1 Professora Rosane Minghim 2011 Baseado no materiais de Leandro C. Cintra e M.C.F. de Oliveira Fonte: Folk & Zoelick, File Structures Organização da informação no disco
Introdução à Programação. Apresentação da Disciplina e Conceitos Básicos de Computadores
Introdução à Programação Apresentação da Disciplina e Conceitos Básicos de Computadores Objetivos Aprender técnicas de programação que aumentem a qualidade de software e a produtividade no desenvolvimento
Níveis de memória. Diferentes velocidades de acesso. Memória Cache. Memórias Auxiliar e Auxiliar-Backup
Memória Níveis de memória Diferentes velocidades de acesso Pequeno Alto(a) Cache RAM Auxiliar Auxiliar-Backup Memória Cache altíssima velocidade de acesso acelerar o processo de busca de informações na
UNIVERSIDADE ESTADUAL DO PARÁ UEPA LISTA DE EXERCÍCIOS DE INTRODUÇÃO A COMPUTAÇÃO. 2. O que diferencia os computadores de 1ª geração dos da 2ª.
UNIVERSIDADE ESTADUAL DO PARÁ UEPA LISTA DE EXERCÍCIOS DE INTRODUÇÃO A COMPUTAÇÃO 1. Cite alguns problemas que o uso de válvulas provocava nos computadores de 1ª geração. 2. O que diferencia os computadores
Eletrônica Digital II (Memórias) Prof. Eng. Antonio Carlos Lemos Júnior
Eletrônica Digital II (Memórias) Prof. Eng. Antonio Carlos Lemos Júnior Termos Básicos Célula de memória dispositivo ou circuito capaz de armazenar um bit. Ex.: um flip-flop, um capacitor, etc. Palavra
Sistemas Operacionais. Adão de Melo Neto
Sistemas Operacionais Adão de Melo Neto 1 Computador Digital (Hardware) 2 Computador Digital Constituído por um conjunto de componentes interligados (hardware): processadores, memórias, registradores,
SATA, IDE, RAID o que estas siglas significam?
SATA, IDE, RAID o que estas siglas significam? Estes e outros termos descrevem as várias tecnologias usadas para armazenamento de dados em seu computador. Veja nosso glossário. Termos técnicos podem confundir
Introdução à Informática
Introdução à Informática Informática Aplicada Bacharelado em Engenharia de Pesca Flávia Coelho [email protected] 1 Elaborado por Yáskara Menescal e atualizado por Flávia Coelho, em março de 2009
Aula 09. Módulos de Entrada e Saída
Aula 09 Módulos de Entrada e Saída Módulo de E/S Se não tivermos como colocar dados nos computadores de que eles servirão? Os barramentos fornecem um meio de mover dados de dentro para fora do sistema.
Hardware. Componentes Básicos e Funcionamento
1 Hardware 2 2 Componentes Básicos e Funcionamento 1 Hardware 3 Conjunto de dispositivos elétricos/eletrônicos que englobam a CPU, a memória e os dispositivos de entrada/saída de um sistema de computador
Sistemas de arquivos Discos
Sistemas de arquivos Discos Eduardo Ferreira dos Santos Ciência da Computação Centro Universitário de Brasília UniCEUB Maio, 2017 1 / 34 Sumário 1 Introdução 2 Mecanismos de armazenamento 3 Estrutura dos
LISTA DE EXERCÍCIOS 01 INTRODUÇÃO À INFORMÁTICA
Informática Aplicada 2009.2 Campus Angicos LISTA DE EXERCÍCIOS 01 Professor: Araken de Medeiros Santos INTRODUÇÃO À INFORMÁTICA 1. Cite alguns problemas que o uso de válvulas provocava nos computadores
DEFINIÇÃO É TODO AQUELE DISPOSITIVO CAPAZ DE ARMAZENAR INFORMAÇÃO. A
U E S C Memória DEFINIÇÃO É TODO AQUELE DISPOSITIVO CAPAZ DE ARMAZENAR INFORMAÇÃO. A Hierarquia de Memória Em um Sistema de computação existem vários tipos de memória que interligam-se de forma bem estrutura
Hardware: Componentes Básicos. Sistema de Computador Pessoal. Anatomia de um Teclado. Estrutura do Computador. Arquitetura e Organização
Hardware: Componentes Básicos Arquitetura dos Computadores Dispositivos de Entrada Processamento Dispositivos de Saída Armazenamento Marco Antonio Montebello Júnior [email protected] Sistema de
Ordenação Externa. Profa. Graça Nunes
Ordenação Externa Profa. Graça Nunes Ordenação Externa Ordenar arquivos de tamanho maior que a memória interna disponível Algoritmos devem diminuir o número de acessos às unidades de memória externa Custo
INTRODUÇÃO A SISTEMAS DE ARQUIVO E GERENCIA DE MEMÓRIA
INTRODUÇÃO A SISTEMAS DE ARQUIVO E GERENCIA DE MEMÓRIA Prof. Hélio Esperidião DEFINIÇÕES DE ARQUIVOS Um arquivo é basicamente um conjunto de dados armazenados em um dispositivo físico não-volátil, com
MEMÓRIAS SEMICONDUTORAS
MEMÓRIAS SEMICONDUTORAS Em um sistema computacional subentende-se memória como qualquer dispositivo capaz de armazenar dados, mesmo temporariamente. Atualmente, os métodos de armazenamento de informação
FUNDAMENTOS DE ARQUITETURAS DE COMPUTADORES SISTEMAS DE COMPUTAÇÃO. Cristina Boeres
FUNDAMENTOS DE ARQUITETURAS DE COMPUTADORES SISTEMAS DE COMPUTAÇÃO Cristina Boeres Sistema de Computação! Conjunto de componentes integrados com o objetivo de manipular dados e gerar informações úteis.
