Memória Externa. Prof. Leonardo Barreto Campos 1
|
|
|
- Carolina Henriques Caldas
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Memória Externa Prof. Leonardo Barreto Campos 1
2 Sumário Disco Magnético; RAID; Memória Óptica; Bibliografia. Prof. Leonardo Barreto Campos 2/30
3 Disco Magnético O disco magnético é constituído de um prato circular de metal ou de plástico, coberto com um material que pode ser magnetizado; Os dados são gravados e posteriormente lidos por meio de uma bobina condutora denominada cabeçote (cabeça de leitura/gravação); Prof. Leonardo Barreto Campos 3/30
4 Disco Magnético A gravação de dados é realizada por meio de pulsos de corrente que magnetizam a superfície abaixo do cabeçote; Na leitura, ao passar o cabeçote sob a superfície, ela gera uma corrente de polaridade igual à da corrente utilizada na gravação; A gravação e leitura de dados no prato exige uma certa organização dos dados, vejamos: Prof. Leonardo Barreto Campos 4/30
5 Disco Magnético A primeira coisa que a unidade de disco faz quando você formata um disco é criar um conjunto de círculos magnéticos concêntricos chamados trilhas; As trilhas de um disco são independentes umas das outras; Elas costumam ser numeradas da mais externa para a mais interna, começando do 0 (trilha zero); Prof. Leonardo Barreto Campos 5/30
6 Disco Magnético Cada trilha de um disco é divida em partes menores; Imagine dividir um disco da maneira como você fatia uma pizza; Obviamente cada fatia corta todas as trilhas do disco, resultando em segmentos menores, ou setores; É importante compreender que os setores não são iguais a uma fatia de pizza. O setor é um, e apenas, um desses pequenos segmentos de trilha. Prof. Leonardo Barreto Campos 6/30
7 Disco Magnético É válido ressaltar que entre os setores e trilhas existem um espaços que não armazenam dados; Esses espaços são deixados, estrategicamente, ao longo do disco para diminuir a ocorrência de erros devido à falta de alinhamento do cabeçote ou à interferência de campos magnéticos; Prof. Leonardo Barreto Campos 7/30
8 Disco Magnético Para facilitar a localização de dados em um disco, existe o mecanismo de formatação que define um cabeçalho para as trilhas e setores, vejamos: Prof. Leonardo Barreto Campos 8/30
9 Disco Magnético Vejamos, agora, quais devem ser as características físicas de um sistema de disco a ser analisada: Prof. Leonardo Barreto Campos 9/30
10 Disco Magnético Considerações: Cabeçote: No fixo existe um cabeçote de leitura e escrita para cada trilha; Transportabilidade: o removível, por exemplo, pode ser removido e substituído por outro disco; Lados: a maioria é duplo lado, ou seja, a cobertura magnetizável é aplicável nos dois lados do prato; Prof. Leonardo Barreto Campos 10/30
11 Disco Magnético Considerações: Pratos: múltiplos pratos, empilhados verticalmente e separados por cerca de 2,5cm; Mecanismo do cabeçote: Winchester foi originalmente usado pela IBM e hoje é usado nas estações de trabalho, onde é conhecido como disco rígido; Prof. Leonardo Barreto Campos 11/30
12 Disco Magnético A velocidade de acesso a um dado armazenado em disco é definida pelo tempo de acesso; O tempo de acesso é definido por 3 fatores: Tempo de busca: Tempo necessário para que o braço de acesso se posicione sobre uma trilha particular; Comutação de cabeças: Como somente uma cabeça de leitura/gravação pode operar em um determinado momento temos uma comutação entre as cabeças; Retardo rotacional: Tempo que a trilha leva para girar sobre o cabeçote. Esse retardo rotacional é igual à metade do tempo necessário para uma rotação completa do disco; Prof. Leonardo Barreto Campos 12/30
13 Disco Magnético Matematicamente Falando, temos: Tempo de Busca: onde: Ts = m. n. s Ts = tempo estimado de busca; m = Constante que depende da unidade de disco n = número de trilhas percorridas s = tempo de partida Atraso Rotacional: Discos giram tipicamente a 3600, 4800 e rpm, ou seja, efetuam uma revolução a cada 16,7 ms. Atraso rotacional médio de 8,3 ms; Prof. Leonardo Barreto Campos 13/30
14 Disco Magnético Ainda na base da matemática, temos que: Taxa de transferência: T = b / r. N onde: T = tempo de transferência; b = número de bytes transferidos; N = número de bytes na trilha r = velocidade de rotação e número de revoluções por segundo; Prof. Leonardo Barreto Campos 14/30
15 RAID Assim como em outras áreas, os projetistas de disco sabem que o desempenho pode ser melhorado utilizando vários componentes em paralelo; Com o uso de múltiplos discos, os dados podem ser organizados de diversas maneiras, podendo ser empregada alguma redundância para melhorar a confiabilidade; O padrão adotado pelas indústrias é conhecido com RAID(Redundancy Array of Independet Disks); Prof. Leonardo Barreto Campos 15/30
16 RAID O esquema RAID consiste em sete níveis. Esse níveis não implicam em relação hierárquica, mas designam diferentes arquiteturas de projeto; Todos os níveis compartilham de três características comuns: O RAID é visto pelo SO como uma única unidade de disco lógico; Os dados são distribuídos pelas unidades de disco físicos do agrupamento; A capacidade de armazenamento redundante é utilizada para armazenar informações de paridade (recuperação da informação); Prof. Leonardo Barreto Campos 16/30
17 RAID RAID de nível 0: os dados são distribuídos em todos os discos de agrupamento, vejamos: Prof. Leonardo Barreto Campos 17/30
18 RAID RAID de nível 1: Redundância de dados obtida pela simples duplicação dos dados, vejamos: Prof. Leonardo Barreto Campos 18/30
19 RAID RAID de nível 2: um código de correção de erro é calculado para cada disco de dados e os bits do código são armazenados em discos de paridade, vejamos: Prof. Leonardo Barreto Campos 19/30
20 RAID RAID de nível 3: similar ao RAID 2, a diferença é que o RAID 3 requer apenas um disco redundante, independentemente do tamanho do agrupamento de discos, vejamos: Prof. Leonardo Barreto Campos 20/30
21 RAID RAID de nível 4: uma tira de paridade é calculada bit a bit sobre as tiras correspondentes em cada disco de dados e os bits de paridade são armazenados na tira correspondente do disco de paridade, vejamos: Prof. Leonardo Barreto Campos 21/30
22 RAID RAID de nível 5: similar ao RAID 4, a diferença é que o RAID 5 distribui as tiras de paridade por todos os discos, vejamos: Prof. Leonardo Barreto Campos 22/30
23 RAID RAID de nível 6: são usados dois cálculos de paridade diferentes e os resultados são armazenados em blocos separados em discos distintos: Prof. Leonardo Barreto Campos 23/30
24 Memória Óptica Foi após o sucesso do sistema de áudio digital de disco compacto (CD) que possibilitou o desenvolvimento das tecnologias de armazenamento óptico de baixo custo, são elas: CD-ROM DVD WORM Disco óptico apagável Disco magneto-óptico Prof. Leonardo Barreto Campos 24/30
25 Memória Óptica O CD-ROM (Compact Disk read-only memory) e o CD de áudio usam tecnologias similares; O funcionamento desse tipo de armazenamento de dados ocorre da seguinte forma: Um laser atinge uma camada de material metálico (resina de policarbonato) disperso sobre a superfície de um disco; Quando são introduzidos os dados, o calor do laser produz minúsculos pontos, ou cavidades, na superfície do disco; Para ler os dados, o laser esquadrilha o disco, e uma lente capta reflexos de luz dos pontos; Prof. Leonardo Barreto Campos 25/30
26 Memória Óptica Como o movimento de um sulco próximo ao centro do disco rotativo, até um determinado ponto fixo, é mais lento do que o de um sulco mais externo, temos dois tipos de projetos relativos à velocidade de leitura: Velocidade angular constante (constant angular velocity CAV) Velocidade linear contante (constante linear velocity CLV) Prof. Leonardo Barreto Campos 26/30
27 Memória Óptica Outra tecnologia é a WORM (write-once, read many media). Nela os discos gravados pelo fabricante que podem ser lidos mas não gravados pelo usuário; Prof. Leonardo Barreto Campos 27/30
28 Memória Óptica O disco Magneto óptico - MO dispõe de alta capacidade de armazenamento de um disco óptico, mas pode ser regravado como um disco magnético; A superfície do disco é revestida de plástico e são incorporados cristais metálicos magneticamente sensíveis; Para gravar dados, um feixe de laser funde um ponto microscópico na superfície plástica e um magneto alinha os cristais antes do plástico esfriar-se; Os cristais são alinhados a fim de que alguns reflitam luz e outros não; Quando são lidos mais tarde por um feixe de laser, somente os cristais que refletem luz são captados; Prof. Leonardo Barreto Campos 28/30
29 Memória Óptica A nova tecnologia de armazenamento de grande capacidade (4,7 GB) é o Disco de Vídeo Digital (Digital Versatile Disk - DVD); Os DVDs têm duas camadas de informação, uma clara e uma opaca, em um único lado. Essa superfície de dupla camada do DVD pode conter até 8,5 GB; Os DVDs também podem ser gravados em ambos os lados, portanto, sua capacidade salta para 17 GB; Prof. Leonardo Barreto Campos 29/30
30 Bibliografia Stallings, W. Arquitetura e Organização de Computadores, Pearson Hall, 5 ed. SP: Prof. Leonardo Barreto Campos 30/30
DISCO MAGNÉTICO Cabeçote Trilha
1 São os componentes mais importantes da memória externa. É formado por um prato circular coberto de um material que pode ser magnetizado. Os dados são gravados e posteriormente lidos por meio de uma bobina
Arquitetura de Computadores
Arquitetura de Computadores -Sistemas de Memória Externa por Helcio Wagner da Silva Discos Magnéticos Os discos são feitos de material plástico ou metálico, coberto por material magnetizante Os cabeçotes
Arquitetura e Organização de Computadores
UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS EXATAS E NATURAIS CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Arquitetura e Organização de Computadores Memória Externa I Prof. Sílvio Fernandes Discos
Fita Magnética. Fita Magnética. Disco Magnético. Disco Óptico
Relacionar os benefícios do armazenamento secundário. Identificar e descrever as mídias de armazenamento que estão disponíveis para computadores pessoais. Estabelecer a diferença entre os principais tipos
ARQUITETURA DE COMPUTADORES UNIDADES DE MEMÓRIA. Prof: Leandro Coelho
1 ARQUITETURA DE COMPUTADORES UNIDADES DE MEMÓRIA Prof: Leandro Coelho [email protected] Plano de Aula 2 Memória Interna Registradores Cache L1 L2 Principal (RAM) Secundária Persistente Plano de
Arquitetura e Organização de Computadores
UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS EXATAS E NATURAIS CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Arquitetura e Organização de Computadores Memória Externa II Prof. Sílvio Fernandes Parâmetros
Departamento de Engenharia Elétrica - EESC-USP. Organização de Computadores. Memórias Parte 2. Aula 5. Prof. Dr. Marcelo Andrade da Costa Vieira
Departamento de Engenharia Elétrica - EESC-USP SEL-0415 Introdução à Organização de Computadores Memórias Parte 2 Aula 5 Prof. Dr. Marcelo Andrade da Costa Vieira Memórias Secundárias Hierarquia de Memórias
MEMÓRIA SECUNDÁRIA E RAID FELIPE G. TORRES
Tecnologia da informação e comunicação MEMÓRIA SECUNDÁRIA E RAID FELIPE G. TORRES MEMÓRIA SECUNDÁRIA OU EXTERNA A memória principal por maior que seja, ainda terá um tamanho pequeno. Com o passar do tempo
Departamento de Engenharia Elétrica - EESC-USP. Organização de Computadores. Memórias Parte 2. Aula 4. Profa. Profa. Luiza Maria Romeiro Codá
Departamento de Engenharia Elétrica - EESC-USP SEL-0415 Introdução à Organização de Computadores Memórias Parte 2 Aula 4 Profa. Profa. Luiza Maria Romeiro Codá Memórias Secundárias Hierarquia de Memórias
ORGANIZAÇÃO E ARQUITETURA DE COMPUTADORES I: MEMÓRIA EXTERNA RAÍ ALVES TAMARINDO [email protected]
ORGANIZAÇÃO E ARQUITETURA DE COMPUTADORES I: MEMÓRIA EXTERNA RAÍ ALVES TAMARINDO [email protected] DISCO MAGNÉTICO O disco magnético é constituído de um prato circular de metal ou de plástico,
Organização e Arquitetura de Computadores I
Organização e Arquitetura de Computadores I Memória Externa Slide 1 Sumário Disco Magnético RAID Memória Óptica Slide 2 Disco Magnético O disco magnético é constituído de um prato circular de metal ou
Do Inglês HARD DISK inicialmente designado Winchester (nome de código da IBM durante o desenvolvimento do projecto)
O DISCO RÍGIDO 1 Do Inglês HARD DISK inicialmente designado Winchester (nome de código da IBM durante o desenvolvimento do projecto) Parte do computador onde são armazenados os dados DE FORMA PERMANENTE
Sistemas Operacionais. Prof. MSc. André Yoshimi Kusumoto
Sistemas Operacionais Prof. MSc. André Yoshimi Kusumoto [email protected] Princípios básicos de hardware Periférico é um dispositivo conectado a um computador de forma a possibilitar sua interação
Hierarquia. Hierarquia
Algoritmos e Estruturas de Dados II Professora: Josiane M. Bueno Todo conjunto de dispositivos que são capazes de armazenar bits de informação Diferentes organizações diferentes tipos de memória Apresenta
Introdução. Gerenciamento de Armazenamento
Introdução Gerenciamento de Armazenamento Conteúdo Neste arquivo de apresentação: Introdução - hierarquia e custos; ; Questões de escalonamento e performance; Preparação Lógica; No próximo arquivo de apresentação:
Subsistemas de E/S Device Driver Controlador de E/S Dispositivos de E/S Discos Magnéticos Desempenho, redundância, proteção de dados
Sistemas Operacionais Prof. Esp. André Luís Belini Bacharel em Sistemas de Informações MBA em Gestão Estratégica de Negócios Gerência de Dispositivos Subsistemas de E/S Device Driver Controlador de E/S
Arquitetura de Computadores
Arquitetura de Computadores AULA 4 Organização de Sistemas de Computadores s Bits Sumário de Ordem de Bytes Conceitos Básicos Secundária Códigos de Correção de Erros Prof. Edilberto M. Silva Edilberto
Motivação. Sumário. Hierarquia de Memória. Como registramos nossas histórias (num contexto amplo)?
Universidade Federal da Paraíba Centro de Ciências Aplicadas e Educação Departamento de Ciências Exatas Motivação ACII: Armazenamento Secundário Prof. Rafael Marrocos Magalhães [email protected]
RAID. Redundant Array of Independent Disks
RAID Redundant Array of Independent Disks Introdução - RAID A tecnologia RAID (Redundant Array of Independent Disks) foi desenvolvida em 1987 por três pesquisadores (Patterson, Gibson e Katz) na Universidade
UFCD:150. Setup de Gravação Digital
UFCD:150 Setup de Gravação Digital Trabalho de : Joaquim Vieira Formador: Paulo Cardoso Gravação Digital é o processo de conversão ou armazenamento de uma informação ou sinal analógico, numa sequência
Sistemas Operacionais. Entrada/Saída
Sistemas Operacionais Entrada/Saída Atualizado em 28/02/2014 Como ocorre a comunicação de E/S Aplicação Operações de E/S Chamadas de Sistema S.O. Subsistema de E/S Núcleo (Kernel) Drivers HARDWARE Controladoras
Conceitos e Gerenciamento de Memória
Conceitos e Gerenciamento de Memória Introdução Num sistema computacional, temos diferentes tipos de memórias, para diferentes finalidades, que se interligam de forma estruturada e que formam o subsistema
Organização de Computadores Memória. Professor: Francisco Ary
Organização de Computadores Memória Professor: Francisco Ary Parte do computador responsável por armazenar dados e instruções; volátil; ou permanente sem a memória o computador não seria capaz de armazenar
Capítulo 5 Entrada/Saída
Capítulo 5 Entrada/Saída 5.1 Princípios do hardware de E/S 5.2 Princípios do software de E/S 5.3 Camadas do software de E/S 5.4 Discos 1 Princípios do Hardware de E/S Taxas de dados típicas de dispositivos,
Disco Rígido. Disciplina: Montagem e Manutenção de Computadores. Professor: Thiago Siva Prates
Disco Rígido Disciplina: Montagem e Manutenção de Computadores Professor: Thiago Siva Prates Disco Rígido HD (hard disk) ou disco rígido é um componente do computador que tem a função de armazenar dados.
DIFERENTES SUPORTES DE ARMAZENAMENTO DE
1 DIFERENTES SUPORTES DE ARMAZENAMENTO DE INFORMAÇÃO Os dispositivos de armazenamento têm a capacidade de gravar informação e/ou dados para uso posterior. A gravação dessa informação pode ser feita a partir
Memória Interna. Prof. Leonardo Barreto Campos 1
Memória Interna Prof. Leonardo Barreto Campos 1 Sumário Introdução; Sistema de Memória de Computadores; Hierarquia de Memória; Memória Principal de Semicondutores; Memória Cache; Organizações das Memórias
Memória. Memória Secundária
Memória Memória Secundária Revisão - Memória Cache Memória rápida, porem cara e de menor capacidade Contudo, associada à memória principal, (barata e de grande capacidade), resulta num sistema: razoavelmente
Lista - RAID. c) Redundância d) Capacidade
Lista - RAID 1. O principal objetivo do RAID é a a) Autenticidade b) Compactação c) Redundância d) Capacidade e) Qualidade 2. As soluções de RAID 1 necessitam de, no mínimo, dois discos, possuem bom desempenho
UFU/FACOM/BCC Gerenciamento de Bancos de Dados 2019/1-1 a Lista de Exercícios Prof. Ilmério Reis da Silva
UFU/FACOM/BCC Gerenciamento de Bancos de Dados 2019/1-1 a Lista de Exercícios Prof. Ilmério Reis da Silva 1. (9.5 do livro-texto) Considere um disco com tamanho de setor igual a 512 bytes, 2000 trilhas
Relógios. Prof. Eduardo H. S. Oliveira
Relógios O tempo do computador geralmente é medido em ciclos, também denominados pulsos. O termo ciclo se refere a uma oscilação completa de um sinal elétrico fornecido pelo gerador de relógio do sistema.
Memória externa. MAC Arquitetura de Computadores Prof. Siang Wun Song
Memória externa MAC 344 - Arquitetura de Computadores Prof. Siang Wun Baseado parcialmente em W. Stallings Computer Organization and Architecture Disco da IBM em 1956 Em 1956, IBM 305 inventou primeiro
Aula 8. Organização e arquitetura de Computadores SIF-220. Memória Externa e I/O. Prof. Christopher S. Cerqueira
SIF-220 Organização e arquitetura de Computadores Aula 8 Memória Externa e I/O Prof. Christopher S. Cerqueira Atividades de hoje Visão geral do sistema da memória externa. Magnético e ótico Dispositivos
Arquitetura e Organização de Computadores
Arquitetura e Organização de Computadores Memória Externa Material adaptado e traduzido de: STALLINGS, William. Arquitetura e Organização de Computadores. 5ª edição Tipos de Memória Externa Disco Magnético
Sistemas de Computação Hardware. Sistema Central Periféricos
Introdução à Informática Sistemas de Computação Hardware Sistema Central Periféricos 2 Hardware Parte física do sistema de computação Geralmente não é reconfigurável Software Parte lógica do sistema de
Barramento. Prof. Leonardo Barreto Campos 1
Barramento Prof. Leonardo Barreto Campos 1 Sumário Introdução; Componentes do Computador; Funções dos Computadores; Estrutura de Interconexão; Interconexão de Barramentos Elementos de projeto de barramento;
Arquitetura e Organização de Computadores
UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO DEPARTAMENTO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS CIÊNCIAS EXATAS E E NATURAIS NATURAIS CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Arquitetura e Organização
Roteiro. Sistemas de Computação Hardware. Sistema Central Periféricos
Roteiro Sistemas de Computação Hardware Sistema Central Periféricos 1 Sistemas de Computação Hardware Parte física do sistema de computação Geralmente não é reconfigurável Software Parte lógica do sistema
http://www.ic.uff.br/~debora/fac! 1 Capítulo 4 Livro do Mário Monteiro Introdução Hierarquia de memória Memória Principal Organização Operações de leitura e escrita Capacidade 2 Componente de um sistema
Sistemas Operacionais
Introdução Sistemas Operacionais Entrada/Saída Disco magnético Aula 15 Disco magnético talvez seja o mais importante dispositivo de E/S Gerência de memória (área de swap) Sistema de arquivos (arquivos
Organização e Arquitetura de computadores. Memórias
Organização e Arquitetura de computadores Memórias Introdução Funcionamento básico de um sistema microprocessado (Figura 1.10, Gabriel Torres) Programas são armazenados aqui Controlador de memoria Dispositivos
Técnicas de Manutenção de Computadores
Técnicas de Manutenção de Computadores Professor: Luiz Claudio Ferreira de Souza Hd Hard Disk HD é a sigla para Hard Disc (Disco Rígido em português). Trata-se de um aparelho responsável por armazenar
ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES CAPÍTULO4: MEMÓRIAPRINCIPAL
ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES CAPÍTULO4: MEMÓRIAPRINCIPAL MEMÓRIA Componente de um sistema de computação cuja função é armazenar informações que são manipuladas pelo sistema para que possam ser recuperadas
Sistemas de arquivos Discos
Sistemas de arquivos Discos Eduardo Ferreira dos Santos Ciência da Computação Centro Universitário de Brasília UniCEUB Maio, 2017 1 / 34 Sumário 1 Introdução 2 Mecanismos de armazenamento 3 Estrutura dos
AI-34D Instrumentação Industrial Física Aplicações Dinâmica de Rotação
Universidade Tecnológica Federal do Paraná Tecnologia em Automação Industrial AI-34D Instrumentação Industrial Física Aplicações Dinâmica de Rotação Prof a Daniele Toniolo Dias F. Rosa http://paginapessoal.utfpr.edu.br/danieletdias
ORGANIZAÇÃO E ARQUITETURA DE COMPUTADORES I AULA 10: MEMÓRIA E HIERARQUIA DE MEMÓRIAS
ORGANIZAÇÃO E ARQUITETURA DE COMPUTADORES I AULA 10: MEMÓRIA E HIERARQUIA DE MEMÓRIAS Prof. Max Santana Rolemberg Farias [email protected] Colegiado de Engenharia de Computação MEMÓRIA SÃO TODOS
Introdução à Informática
1 FACULDADE DOS GUARARAPES Introdução à Informática Introdução a Computação e Suas Aplicações Prof. Rômulo César [email protected] www.romulocesar.com.br 2 Objetivo Apresentar conceitos gerais utilizados
FUNDAMENTOS DE ARQUITETURAS DE COMPUTADORES MEMÓRIA PRINCIPAL CAPÍTULO 4. Cristina Boeres
FUNDAMENTOS DE ARQUITETURAS DE COMPUTADORES MEMÓRIA PRINCIPAL CAPÍTULO 4 Cristina Boeres Memória! É um dos componentes de um sistema de computação! Sua função é armazenar informações que são ou serão manipuladas
ü Capítulo 4 Livro do Mário Monteiro ü Introdução ü Hierarquia de memória ü Memória Principal ü Memória principal ü Memória cache
Departamento de Ciência da Computação - UFF Principal Profa. Débora Christina Muchaluat Saade [email protected] Principal ü Capítulo 4 Livro do Mário Monteiro ü Introdução ü Hierarquia de memória
Sistema de Memórias COMPUTADOR CONTROLE ENTRADA VIA DE DADOS SAÍDA PROCESSADOR MEMÓRIA S E TO R R EC RE CEI TA S T EM S E TO R C A RNE S
Sistema de Memórias COMPUTADOR S E TO R R EC EIT AS 0 16 32 RE CEI TA S 4 8 12 20 24 28 36 40 44 CONTROLE S E TO R T EM PER OS VIA DE DADOS ENTRADA 0 48 52 64 68 80 84 1 56 72 88 2 3 60 76 92 4 S E TO
Organização e Arquitetura de Computadores I
Organização e Arquitetura de Computadores I Memória Interna Slide 1 Memória Em informática, memória são todos os dispositivos que permitem a um computador guardar dados, temporariamente ou permanentemente.
Prof. Benito Piropo Da-Rin. Arquitetura, Organização e Hardware de Computadores - Prof. B. Piropo
Prof. Benito Piropo Da-Rin memória é o local onde se armazenam dados Será???? Memória é um local ou dispositivo onde podem se armazenar dados e que permite que sejam recuperados quando deles se precisar
Memória (conceitos) MEMÓRIA VOLÁTIL
MEMÓRIA 1 MEMÓRIA VOLÁTIL Memória (conceitos) É aquela que perde a informação armazenada quando a energia elétrica desaparece MEMÓRIA DE SEMICONDUTORES Construídas com FLIP-FLOPS (que são construídas com
Introdução à Informática
Introdução à Informática Informática na Educação Prof. Msc. Rafael Robson Negrão [email protected] http://www. Escola Bíblica Cristã Introdução à Informática 2 Objetivo Apresentar conceitos gerais utilizados
UNIVERSIDADE ESTADUAL DO PARÁ UEPA LISTA DE EXERCÍCIOS DE INTRODUÇÃO A COMPUTAÇÃO. 2. O que diferencia os computadores de 1ª geração dos da 2ª.
UNIVERSIDADE ESTADUAL DO PARÁ UEPA LISTA DE EXERCÍCIOS DE INTRODUÇÃO A COMPUTAÇÃO 1. Cite alguns problemas que o uso de válvulas provocava nos computadores de 1ª geração. 2. O que diferencia os computadores
PCS 3115 Sistemas Digitais I
PCS 35 Sistemas Digitais I Módulo 7 Introdução às Memórias Edison versão:. (maio de 28). Conceituação Dispositivos que armazenam dados em grandes quantidades. Flip-Flop s e registradores também têm esta
Introdução à Programação. Apresentação da Disciplina e Conceitos Básicos de Computadores
Introdução à Programação Apresentação da Disciplina e Conceitos Básicos de Computadores Objetivos Aprender técnicas de programação que aumentem a qualidade de software e a produtividade no desenvolvimento
Memória Principal. Tiago Alves de Oliveira
Memória Principal Tiago Alves de Oliveira [email protected] Memória Principal Capítulo 4 Livro do Mário Monteiro Introdução Hierarquia de memória Memória Principal Organização Operações de leitura e
Laboratório de Hardware
Laboratório de Hardware Prof. Marcel Santos Silva O primeiro disco rígido: - IBM 350 (1956) - Com 50 discos (24 ) - Capacidade 4.36 MB 2 - Os dados são gravados em discos magnéticos, chamados de platters.
Setores Trilhas. Espaço entre setores Espaço entre trilhas
Memória Externa Disco Magnético O disco magnético é constituído de um prato circular de metal ou plástico, coberto com um material que poder magnetizado. Os dados são gravados e posteriormente lidos do
INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE Campus Ibirama
INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE Campus Ibirama Arquitetura de Hardware Professor Eduardo Stahnke Arquiteturas Grande diversidade das arquiteturas de computadores Componentes básicos do computador Os Principais
Computação L. Apresentação da Disciplina e Conceitos Básicos de Computadores
Computação L Apresentação da Disciplina e Conceitos Básicos de Computadores Tópicos da Aula Conceitos básicos de computação Componentes de um computador Como os diferentes componentes interagem Representação
DEFINIÇÃO É TODO AQUELE DISPOSITIVO CAPAZ DE ARMAZENAR INFORMAÇÃO. A
U E S C Memória DEFINIÇÃO É TODO AQUELE DISPOSITIVO CAPAZ DE ARMAZENAR INFORMAÇÃO. A Hierarquia de Memória Em um Sistema de computação existem vários tipos de memória que interligam-se de forma bem estrutura
INFORMÁTICA (NCINF) CONCEITOS BÁSICOS DE HARDWARE
INFORMÁTICA (NCINF) CONCEITOS BÁSICOS DE HARDWARE COCNEITOS BÁSICOS DE HARDWARE COMPUTADOR QUANTO AO TIPO COMPUTADOR SISTEMAS DE COMPUTAÇÃO o Analógico o Digital o Híbrido o Hardware (parte física) o Software
Implementação de Diretórios (1)
Implementação de Diretórios (1) Ao abrir um arquivo, o SO usa o caminho para localizar a entrada no diretório. A entrada no diretório fornece informações para localizar os blocos de disco. Endereço de
RAID: Conceito e Tipos
RAID: Conceito e Tipos RAID significa em português Conjunto Redundante de Discos Independentes/Econômicos (inglês: Redundant Array of Independent/Inexpensive Drives) que tem como objetivos aumentar a velocidade
Arquitetura de Computadores. Memórias
Arquitetura de Computadores Memórias Relembrando Arquitetura de Von Neuman Memória Acesso por palavra Programas são armazenados aqui Controlador de memoria Dispositivos de entrada Dispositivos de saída
MEMÓRIA INTRODUÇÃO A INFORMÁTICA VINÍCIUS PÁDUA
MEMÓRIA INTRODUÇÃO A INFORMÁTICA VINÍCIUS PÁDUA MEMÓRIA O que são as memórias? Armazenamento Instruções de um programa em execução Dados iniciais dos programas Resultados finais a serem transmitidos a
Introdução à Informática
Introdução à Informática Objetivo Apresentar conceitos gerais utilizados em informática. 2 Estrutura Conceitos de Hardware Conceitos de Software Armazenamento de dados (unidades de medidas) Redes de computadores
ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES
Organização de Computadores ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Curso: Tecnologia em Gestão da Tecnologia da Informação Ano: 2011 Dentro do disco rígido Os dados são gravados em discos magnéticos, chamados de
1. Conceitos Básicos de Computação
Introdução à Computação I IBM1006 1. Conceitos Básicos de Computação Prof. Renato Tinós Local: Depto. de Computação e Matemática (FFCLRP/USP) 1 Principais Tópicos 1.Conceitos Básicos de Computação 1.1.
William Stallings Arquitetura e Organização de Computadores 8 a Edição
William Stallings Arquitetura e Organização de Computadores 8 a Edição Capítulo 6 Memória externa slide 1 Tipos de memória externa Disco magnético: RAID. Removível. Óptica: CD-ROM. CD-Recordable (CD-R).
Arquitetura e Funcionamento do Computador
Arquitetura e Funcionamento do Computador Memória É todo componente capaz de ARMAZENAR informações. Memórias Digitais Memórias: são componentes responsáveis por armazenar dados e programas (instruções)
Organização e Arquitetura de Computadores
Organização e Arquitetura de Computadores Estrutura Conceitos de Hardware Conceitos de Software Armazenamento de dados (unidades de medidas) Redes de computadores (equipamentos de interconexão, classificação
As normas EIDE / ATAPI e SCSI
As normas EIDE / ATAPI e SCSI O padrão ATA (Advanced Technology Attachment) é um interface standard que permite a conexão de periféricos de armazenamento nos computadores de tipo PC; Apesar da denominação
Hardware - Processador
Hardware - Processador O processador (ou CPU) é uma das partes principais do hardware do computador e é responsável pelos cálculos, execução de tarefas e processamento de dados. A velocidade com que o
Objetivo. Introdução à Informática. Estrutura. Apresentar conceitos gerais utilizados em informática.
Introdução à Informática Objetivo Apresentar conceitos gerais utilizados em informática. Prof. Saravalli www.profsaravalli.com E-mail: [email protected] 2 Estrutura Conceitos de Hardware Conceitos
SATA, IDE, RAID o que estas siglas significam?
SATA, IDE, RAID o que estas siglas significam? Estes e outros termos descrevem as várias tecnologias usadas para armazenamento de dados em seu computador. Veja nosso glossário. Termos técnicos podem confundir
