A importância do Codex Alimentarius para. de Alimentos
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- Amélia Alencastre Alencar
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1 I a Reunião Anual de Vigilância Sanitária de Alimentos 2007 A importância do Codex Alimentarius para a Vigilância Sanitária de Alimentos
2 CODEX ALIMENTARIUS mb PROGRAMA CONJUNTO FAO/OMS SOBRE NORMAS ALIMENTARES CRIADO EM 1963 ELABORAÇÃO DE NORMAS PARA ALIMENTOS ACEITÁVEIS EM NÍVEL INTERNACIONAL 172 Estados Membros 1 Organização Membro - Comunidade Européia Observadores
3 Codex Alimentarius FINALIDADES PROTEGER A SAÚDE DOS CONSUMIDORES ASSEGURAR PRÁTICAS EQUITATIVAS NO COMÉRCIO DE ALIMENTOS
4 CAC COMITÊ EXECUTIVO SECRETARIADO COMITÊ DE ASSUNTOS GERAIS COMITÊ DE PRODUTOS GRUPO Ad Hoc INTER- GOVERNAMENTAL COMITÊ REGIONAL DE COORDENAÇÃO PR - China FICS - Austrália RVDF - USA NFSDU - Alemanha FL - Canadá MAS - Hungria GP - França FA - China PFV - USA FO - Reino Unido FFV - México FFP - Noruega MMP - N. Zelândia SH - Reino Unido* CPC - Suiça* NMW - Suiça* FC - Países MH - N.Zelândia* Baixos VP - Canadá* Agência FH - USA Nacional CPL - USA* Alimentos Derivados Biotecnologia - Japão Resistência Antimicrob. - Coréia do Sul Alimentos Rapidamente Congelados - Tailândia * Comitês paralisados Sine Die Ásia - Coréia Europa Suíça Oriente Próximo - Jordânia África - Marrocos América Latina e Caribe - Argentina Amér. Norte e Pacíf. Sudocidental - Samoa
5 Codex Alimentarius ÓRGÃOS AUXILIARES 10 COMITÊS SOBRE ASSUNTOS GERAIS 11 COMITÊS DE PRODUTOS (6 paralisados sine die) 6 COMITÊS COORDENADORES REGIONAIS 3 GRUPOS INTERGOVERNAMENTAIS (Alimentos derivados de biotecnologia, Resistência antimicrobiana, Alimentos rapidamente congelados) ÓRGÃOS ASSESSORES JECFA, JMPR, JEMRA, CONSULTAS A ESPECIALISTAS
6 IMPORTÂNCIA DAS NORMAS CODEX OMC SPS TBT
7 Acordo SPS Insta por medidas: Consistentes com a evidência científica Baseadas em uma adequada avaliação de risco
8 O CODEX E O ACORDO SPS Acordo SPS Normas, diretrizes e recomendações Codex atendem aos requisitos do Acordo SPS Regulamentações nacionais baseadas nas normas Codex atendem aos requisitos do Acordo SPS O Acordo SPS estimula os países a harmonizar suas regulamentações com base no Codex
9 ADITIVOS NORMAS CODEX ABRANGIDAS PELO ACORDO SPS CONTAMINANTES Acordo SPS RESÍDUOS DE PESTICIDAS E DE MED. VETERINÁRIOS MÉTODOS DE ANÁLISE E AMOSTRAGEM CÓDIGOS E GUIAS PARA PRÁTICAS DE HIGIENE
10 Acordo TBT Previne o uso de requisitos técnicos como barreiras ao comércio, cobrindo todos os aspectos de proteção ao consumidor que não estão cobertos no Acordo SPS Dá ênfase ao uso das normas internacionais como as Normas Codex para produtos alimentícios
11 Acordo TBT DISPOSIÇÕES DO CODEX RECONHECIDAS PELO ACORDO TBT Rotulagem dos Alimentos Disposições de Qualidade Requisitos Nutricionais Métodos de Análise e Amostragem
12 Método de envasamento (SPS) * Código de Práticas de Higiene do Codex Descrição do produto (TBT) * Norma Codex Contaminantes (SPS) * Norma Geral do Codex para Contaminantes Material da emb. em contato direto com o alimento (SPS) Rotulagem (TBT) Norma Geral do Codex p/ Rotulagem de Alimentos Pré-envasados Aditivos (SPS) Norma Geral do Codex para Aditivos Melhor consumir até Dez/99 Especificações da embalagem (TBT)
13 IMPORTÂNCIA DAS NORMAS CODEX MERCOSUL BRASIL
14 Avaliação de risco Um processo com base científica que consiste com os seguintes passos: identificação do perigo, caracterização do perigo, avaliação da exposição e caracterização do risco. Dados toxicológicos - substâncias e seus metabólitos Dados de ocorrência Dados de ingestão, etc.
15 Avaliação de Risco JECFA - Aditivos, Contaminantes e Medicamentos Veterinários rios JEMRA- Microrganismos JMPR- Agrotóxicos
16 Gerenciamento de Risco O processo, distinto da avaliação de risco, de ponderar as alternativas políticas, em consulta com todas as partes interessadas, considerando a avaliação de risco e outros fatores relevantes para a saúde dos consumidores e para a promoção das práticas leais de comércio e, se necessário, apropriadas opções de prevenção e controle. estabelecimento de limites, códigos de práticas, programas de controle e de inspeção, normas de rotulagem, etc Comitês / Comissão Países Blocos Econômicos
17 ELABORAÇÃO DAS NORMAS CODEX Processo de Trâmites PROPOSTA DE PROJETO É ELABORADA E DISCUTIDA PELO COMITÊ DISCUSSION PAPER TRÂMITE 1 PROPOSTA DE PROJETO É REVISADA PELO CCEXEC E COMPARADA COM OS CRITÉRIOS E PRIORIDADES ESTABELECIDOS PELA CAC
18 Trâmites TRÂMITES 2, 3 E 4 UM PROJETO É ELABORADO (2) E CIRCULADO AOS GOVERNOS E PARTES INTERESSADAS PARA COMENTÁRIOS(3) O PROJETO E OS COMENTÁRIOS SÃO REVISADOS PELO COMITÊ (4) E, SE NECESSÁRIO, UM NOVO PROJETO É ELABORADO (RETORNA AO TRÂMITE 2)
19 Trâmites TRÂMITE 5 A COMISSÃO REVISA O PROGRESSO FEITO E DECIDE SE ESTE PODE SER FINALIZADO PROCESSO ACELERADO Trâmite 5/8 DEPOIS DESTA FASE O PROJETO É SUBMETIDO PARA ENDOSSO PELOS COMITÊS DE ASSUNTOS GERAIS
20 Trâmites TRÂMITES 6 E 7 O PROJETO APROVADO É ENVIADO NOVAMENTE AOS GOVERNOS E PARTES INTERESSADAS PARA COMENTÁRIOS E FINALIZADO PELO COMITÊ PERTINENTE O PROJETO É SUBMETIDO À COMISSÃO PARA APROVAÇÃO
21 Trâmites TRÂMITE 8 APÓS UMA RODADA FINAL DE COMENTÁRIOS, A COMISSÃO ADOTA O PROJETO COMO UM TEXTO FORMAL CODEX, O QUAL É PUBLICADO PELO SECRETARIADO
22 CCAB GRUPOS TÉCNICOS GT - ALIMENTOS DERIVADOS DA BIOTECNOLOGIA (MCT) GT - ADITIVOS (ANVISA) GT - CONTAMINANTES (ANVISA) GT - HIGIENE DOS ALIMENTOS (ANVISA) GT - RESÍDUOS DE PESTICIDAS (MAPA) GT - NUTRIÇÃO E ALIMENTOS P/ DIETAS ESPECIAIS (ANVISA) GT - FRUTAS E HORTALIÇAS FRESCAS (MAPA)
23 CCAB GT - RESÍDUOS DE MEDICAMENTOS VETERINÁRIOS (MAPA) GT - PRINCÍPIOS GERAIS (INMETRO) GT - CERTIFICAÇÃO E INSPEÇÃO (INMETRO) GT - MÉTODOS DE ANÁLISE E AMOSTRAGEM (ANVISA) GT - ROTULAGEM (ANVISA ) GT - RESISTÊNCIA ANTIMICROBIANA (MAPA) GT - LEITE E PRODUTOS LÁCTEOS (MAPA)
24 CCAB GT - PESCADO E PRODUTOS DA PESCA (MAPA) GT - Ó LEOS E GORDURAS (ANVISA) GT - CACAU E CHOCOLATE (ANVISA) GT - ÁGUAS MINERAIS (ANVISA) GT FRUTAS E HORTALIÇAS PROCESSADAS (MAPA)
25 Referências
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27 OBRIGADA! Lígia Lindner Schreiner GACTA/GGALI/ANVISA Tel.: (61)
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