Círculo Fluminense de Estudos Filológicos e Linguísticos
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- William Sequeira de Oliveira
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1 NOVO ACORDO ORTOGRÁFICO DA LÍNGUA PORTUGUESA HÍFEN SANEANDO OS CONCEITOS E MOLARIZANDO O SEU USO Carmen Elena das Chagas (UFF/IFSULDEMINAS) [email protected] RESUMO Este trabalho tem como objetivo fazer uma comparação sobre duas formas diferentes atitude molecular x atitude molar - de abordar o estudo do hífen de acordo com o NAOLP, seguindo a linha teórica da abordagem global, desenvolvida por autores franceses, que têm como perspectiva trazer reflexões pedagógicas sobre os estudos dos problemas de ordem textual e de operacionalização dos constructos teóricos para o ensino de língua materna. A atitude molecular será apresentada pelo texto do Decreto e a atitude molar pelo método elaborado por Maurício da Silva, estratégia que revela uma eficácia de 80 % na retenção das regras do hífen. Palavras-chave: Atitude molecular. Hífen. Atitude molar 1. Introdução Observamos, há muito tempo, que o estudo do hífen nas aulas de Língua Portuguesa tem sido um problema relevante em relação à aprendizagem efetiva desse conteúdo, tanto para os alunos que precisam reter quanto para os professores que necessitam explicá-lo de forma eficaz. Com o NAOLP, parece-me que essa situação se tornou mais preocupante para todos que querem apreender as novas regras do hífen. Assim, mostrarei uma comparação entre duas formas diferenciadas de apresentar o assunto Emprego do hífen. A primeira, de acordo com a visão do novo Acordo Ortográfico do Decreto de 29 de setembro de 2008, organizada de forma molecular, e a segunda, partindo dos estudos feitos pelo autor Maurício da Silva 5, reorganizada de forma molar. Cabe, aqui, ressaltar que os termos molecular e molar serão definidos num momento a posteriori. Aproveitando que o objetivo já fora exposto, podemos mostrar, também, a finalidade desse trabalho: REDUZIR o número de itens e informações, valorizando a visão qualitativa, que compõe, assim, um dos 5 Maurício da Silva é Professor Doutor da Universidade Federal Fluminense e, há um bom tempo, faz um estudo inovador sobre assuntos tidos como convencionais, mostrando uma vertente mais global e de retenção por conhecimento. Autor de vários livros, atualmente, no Brasil, é o precursor dos estudos relacionados à Abordagem Global. 68 Revista Philologus, Ano 19, N 56. Rio de Janeiro: CiFEFiL, maio/ago
2 efeitos da organização molar no estudo do hífen, pois essa atitude molarizada propicia ao usuário da língua ter uma percepção mais clara daquilo que estuda, propõe a organização dos itens em categorias e interrelaciona-os entre si. 2. Atitude molecular X atitude molar A atitude molecular apresenta as informações de forma bastante atomizada e sequencial, uma a uma, como uma lista de itens autônomos entre si. Geralmente, o texto é longo e causa a impressão de completude. Já a atitude molar se preocupa com o conhecimento do todo e tenta agrupar o aparentemente estanque e separado em classes através de suas características comuns. Essa atitude fornece sustentáculo e suporte para que o aluno possa desenvolver sua capacidade de relação e possa resolver problemas ligados ao seu estudo. Assim, vejamos o paralelo: Atitude molecular Explosivo Gasoso Frouxo Ilusão de completude Exceção Desmembramento Consulta Atitude molar Implosivo Líquido Elástico Consciência de falta Regra Agrupamento Retenção 3. Definição do hífen 3.1. Definição do hífen atitude molecular s. m. (1576) EDIT GRAM sinal em forma de um pequeno traço horizontal (-), us. para unir os elementos de palavras compostas, separar sílabas em final de linha e marcar ligações enclíticas e mesoclíticas (p.ex., em guarda-chuva, abolição, telefonaram-lhe, fá-lo-ei GRAM pl.: hífenes e (B) hifens ETIM gr. huphén adv. 'juntamente', pelo lat. hyphen. (HOUAISS, 2009) Revista Philologus, Ano 19, N 56. Rio de Janeiro: CiFEFiL, maio/ago
3 3.2. Definição do hífen atitude molar Hífen é um sinal de ligação capaz de gerar economia linguística, pois, com seu uso, se formam palavras novas através da união de palavras que já existem no português. Do grego hyphén e quer dizer "juntos em um só corpo." (SILVA, 2011, p. 35) 4. Atitude molar = USO DE FAIXAS Semântica Fonética Gráfica Assim: *Integridade semântica - o que prevalece é a questão do sentido (significado); *Integridade fonética - manter a fonética (sons) das palavras; *Integridade gráfica - manter a manutenção da grafia (escrita). Observamos, aqui, que há uma preocupação com a coerência e a lógica dos conteúdos de nossa língua portuguesa, especificamente nesse estudo, com o emprego do hífen, que vem sendo trabalhado e ensinado de forma convencional a nossos alunos. O importante é entender que as integridades podem aparecer interligadas em determinada regra do hífen, ressaltando que uma pode sempre prevalecer sobre a outra. O que importa é a manutenção da integridade fonética da palavra. Para melhor desenvolver o assunto, hífen, Silva (2012) dividiu o texto do novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa em faixas: a) Faixa semântica juntar dois elementos para criar um terceiro com significado totalmente diferente do terceiro. Silva (2012) trata essa faixa como compostos imperfeitos. b) Faixa fonético-gráfico-funcional Essa faixa proporciona a manutenção dos acentos das palavras, pois na língua portuguesa não existe palavra duplamente acentuada e das funções de que alguns prefixos (semanticamente) já trazem em si e, por último, permitir a mudança de alguns advérbios e preposições para a classe de prefixos. c) Faixa fonética Essa faixa ajuda evitar a sílaba intermediária, mantendo, assim, a integridade fonética da palavra. 70 Revista Philologus, Ano 19, N 56. Rio de Janeiro: CiFEFiL, maio/ago
4 5. Apresentando o hífen conforme o novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa através do texto do Decreto 6.583/2008 Atitude molecular. BASE XV Do hífen em compostos, locuções e encadeamentos vocabulares. Art. 1º Compostos por justaposição. Obs.: girassol, madressilva etc. Art.2º Emprega-se o hífen nos topônimos compostos. Obs.: Menos nos topônimos consagrados pelo uso. Mato Grosso. Art. 3º Emprega-se o hífen nos elementos que representam espécies botânicas e zoológicas. Art. 4º Emprega-se o hífen com os advérbios bem e mal antes de vogal e H. Obs.: O advérbio bem em alguns compostos pode ser aglutinado ao elemento posterior com a letra N. Art. 5º Emprega-se o hífen com compostos com além, aquém, recém e sem. Obs.: Exceto os consagrados pelo uso: água-de-colônia, cor-derosa. Art. 6º Não se usa o hífen nas locuções com elementos coesivos. Art. 7º Emprega-se o hífen nos encadeamentos vocabulares. Podemos perceber que, na Base XV do texto do novo Acordo, as regras do hífen foram distribuídas de forma individual por meio de artigos e suas respectivas exceções e que, por isso, em termos de retenção e memorização, devem ser guardadas uma a uma. Molécula por molécula. Há uma explosão de infindáveis pedaços que se espalham por todo o terreno do texto, dando uma ideia de completude. BASE XVI - Do hífen nas formações por prefixação, recomposição e sufixação. Revista Philologus, Ano 19, N 56. Rio de Janeiro: CiFEFiL, maio/ago
5 Já na Base XVI, observamos uma frouxidão na apresentação dos conteúdos. O texto mostra um desmembramento na forma de organizar o texto, misturando prefixos que se agrupam de maneira atomística, sugerindo, assim, um esforço maior de retenção, levando o leitor ao uso da pesquisa mais rotineira aos dicionários, pois se privilegiam as exceções, já confirmado na Base XV. Art. 1º Formação com diversos prefixos e falsos prefixos. a) Usa-se o hífen no 2º elemento quando começado por H. Obs.: Exceto se os prefixos forem des- e in-. b) Usa-se o hífen nos prefixos e falsos prefixos que terminam e iniciam seus elementos com a mesma letra. Obs.: Nas formações com o prefixo co-, este se aglutina com o segundo elemento iniciado por o. c) Usa-se o hífen com o prefixos circun- e pan- se o segundo elemento começar por vogal, M ou N e H. d) Usa-se o hífen nas formações com os prefixos hiper-, inter- e super- com elementos começados por R. e) Usa-se o hífen com os prefixos ex-, sota-, soto- e vice-. f) Usa-se o hífen nas formações com os prefixos pós-, pré- e prónas formas tônicas. Obs.: Nas formas átonas desses prefixos, grafam-se os compostos juntos. Art. 2º Não se usa o hífen: a) Nas formações em que o prefixo ou pseudoprefixo termina em vogal e o segundo elemento começa com R ou S, devendo essas consoantes serem duplicadas. b) Nas formações em que o prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa por vogal diferente. Art. 3º Nas formações por sufixação, apenas se emprega o hífen nos vocábulos terminados pelos sufixos -açu, -guaçu e -mirim quando o primeiro elemento acaba em vogal acentuada graficamente ou quando a pronúncia o exige. 72 Revista Philologus, Ano 19, N 56. Rio de Janeiro: CiFEFiL, maio/ago
6 BASE XVII Do hífen na ênclise, na tmese e com o verbo haver. Art. 1º Emprega-se o hífen na ênclise e na tmese. Art. 2º Não se emprega o hífen nas ligações da preposição de às formas monossilábicas do presente do indicativo do verbo haver. Obs.: 1. Embora estejam consagradas pelo uso as formas verbais quer e requer, dos verbos querer e requerer, em vez de quere e requere, estas últimas formas conservam-se, no entanto, nos casos de ênclise. Obs.: 2. Usa-se também o hífen nas ligações de formas pronominais enclíticas ao advérbio eis e ainda nas combinações de formas pronominais do tipo no-lo, quando em próclise. Também na Base XVII, há uma explosão molecular, pois o texto direciona o leitor para saber em quais situações ele usa o hífen e, simultaneamente, já traz informações de quando ele não pode usá-lo. Percebemos a polaridade das ideias ao organizá-las na Base. Isso causa fragmentação molecular, atrapalhando, dessa forma, uma maior sanidade dos conceitos do uso do hífen. Por se desejar dar uma completude ao assunto, este fica extenso, fluido e de difícil retenção. 6. Apresentando o hífen - O texto do novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa conforme as faixas semânticas criadas pelo autor Maurício da Silva Atitude molar. As faixas semântica, fonético-gráfico-funcional e fonética, organizadas por Silva (2012), foram apresentadas e definidas no texto através do conceito da tríade do hífen, mas reiteramos, aqui, que essa base está apoiada na manutenção da integridade da palavra, seja ela, no significado, no som, na grafia ou na mescla das três. a) Faixa semântica Topônimos (1) e gentílicos. Espécies botânicas e zoológicas. Encadeamentos vocabulares. Pontos de vista: critérios de amálgama e culturais. b) Faixa fonético-gráfico-funcional Revista Philologus, Ano 19, N 56. Rio de Janeiro: CiFEFiL, maio/ago
7 Prefixos: além, aquém, sem, recém e bem (2). Prefixos: pré, pró e pós. Prefixos: ex, vice, vizo, sota e soto. Sufixos: açu, guaçu e mirim. c) Faixa fonética Demais prefixos com o 2º elemento começando com vogal, H, R ou S. (3). Como já sabemos que a atitude molar possui a consciência da falta, isto é, sabemos que nem tudo pode ser molarizado e explicado através do conhecimento do todo e que nem sempre é possível manter a sanidade das relações de compreensão, reconhecemos que alguns casos do estudo do hífen (10 %) precisam ser retidos pela memória. Eis a sucata mnemônica 6 : 1- Alguns topônimos consagrados pelo uso são usados sem hífen. Ex.: Mato Grosso, Cabo Verde, Belo Horizonte, mas seus gentílicos precisam do diacrítico: mato-grossense, cabo-verdiano, belo-horizontino, etc.; 2- O prefixo bem- se vier com o segundo elemento sendo um dos verbos: dizer, fazer e querer é grafado junto, sem o hífen, e com a letra N. Ex.: bendito, benfeito e benquisto, etc.; 3- Os prefixos co-, des-, re-, in- grafam-se juntos, sem hífen, quando o 2º elemento for iniciado com a mesma letra do seu término e, também, com a letra H. Ex.: cooperar, coabitar, desumano, reencontrar, reeditar, inábil, inútil etc.; 4- Alguns compostos consagrados pelo uso fogem à regra dos compostos imperfeitos. Ex.: girassol, pontapé, madressilva, mandachuva, paraquedas e seus derivados; 5- Algumas locuções que já possuem elemento coesivo, em alguns casos, podem aparecer ligadas com hífen. Nesse caso, o uso do dicionário se faz necessário. Ex.: sala de jantar, água-de-colônia etc. 6 Sucata mnemônica (SILVA, 2011) é o termo que se usa para as exceções. O que realmente precisa ser retido pela memória e que não pode ser entendido pela lógica. 74 Revista Philologus, Ano 19, N 56. Rio de Janeiro: CiFEFiL, maio/ago
8 Molarizando o novo acordo ortográfico de acordo com as faixas *A faixa semântica parte do pressuposto de que a principal função do hífen é ligar e promover economia e fartura, pois ele junta duas palavras já existentes no idioma português e forma uma terceira com significado diferente das duas primeiras. Por esse raciocínio, Silva (2012) inclui nessa faixa os compostos imperfeitos, a saber: os topônimos, os gentílicos, os encadeamentos vocabulares, os amálgamas de pontos de vista e as espécies botânicas e zoológicas. JUNTOS EM UM SÓ CORPO Exemplos: rainha-cláudia (ameixa) segunda-feira tenentecoronel Grã-Bretanha Trinca-Fortes Entre-os-Rios aurorense-dotocantins porto-alegrense rio-grandense ponte rio-niterói percurso Paris-Londres geográfico-filosófico político-geográfico couve-flor erva-doce bem-te-vi formiga-branca etc. *A faixa fonético-gráfico-funcional se baseia em três pilares: 1º Manter a dupla acentuação das palavras, pois alguns prefixos são acentuados graficamente e o segundo elemento também possui acentuação, fugindo à regra da língua portuguesa e, também, para diferenciar timbre aberto de timbre fechado; 2º Manter a função de um cargo ou profissão que o elemento traz como significado e que o perdeu, podendo ser recomposto a qualquer momento; 3º Permitir a mudança de classe, já que alguns advérbios e algumas preposições migraram para a ordem dos prefixos. HÍFEN SEMPRE Exemplos: Além-túmulo recém-casado bem-amado além-mar sem-teto aquém-túmulo. Pós-vocálico / pospor pré-conceito / preconceito próamericano / propor. Revista Philologus, Ano 19, N 56. Rio de Janeiro: CiFEFiL, maio/ago
9 Ex-diretor (função) vice-presidente soto-general vizo-rei etc. Amoré-açu capim-mirim araçá-mirim capim-açu. *A faixa fonética tem como finalidade manter a integridade fonética da palavra composta, independentemente de qual prefixo se una a outra subsequente. Segundo Silva (2012), o que importa é observar a zona de atrito entre os dois elementos. Cabe-nos revelar o que se entende como zona de atrito: é a parte que compõe a última letra da primeira palavra com a primeira letra da segunda palavra, objetivando detectar se não há algum problema gráfico-fonético no composto, isto é, se esse problema não causou a presença de uma sílaba intermediária, se isso ocorrer, é importante que saibamos como desfazer esse atrito. Quando essa sílaba intermediária pode acontecer: Todos os prefixos (exceção aos de uso obrigatório da faixa fonético-gráfico-funcional) se ligarem a palavras que comecem com vogal, H, R ou S poderão ser unidos por hífen ou não. Isso dependerá da criação da sílaba intermediária. No caso das letras R e S entre duas vogais (ficando com som de /z/) dobram-se essas letras. Se na zona de atrito aparecer o H, ele é sempre visível (exceção de c, des-, re- e in-). Também com letras de som igual no final da primeira palavra e início da segunda, o uso do hífen é necessário. Não sendo nenhum desses casos, por reflexo, os prefixos grafam-se juntos sem hífen. EVITAR A SÍLABA INTERMEDIÁRIA Exemplos: Antiaéreo anti-imigrante intra-hospitalar intrarrenal semirreta inter-relacional - pan-humano superinteressante sublingual subrogar autoescola anti-higiênico - anterolabial ântero-ocular êxterohipotrofia superomolecular ínfero-obstrução - geofísico psicofilosófico psico-ontológico socioafetivo fisionuclear quimioterapia subsídio contracheque superabundante super-homem - sobre-humano autopiedade Antissemita sublinhar mal-educado - mal-humorado supracitado pan-negrismo. 76 Revista Philologus, Ano 19, N 56. Rio de Janeiro: CiFEFiL, maio/ago
10 7. Resumo do hífen Atitude molar (SILVA, 2011, p ) 1- o hífen é uma marca gráfica agregadora por excelência e que, através de seu emprego, formam-se compostos, gerando muita economia para a língua, pois se juntam duas que já existem para formar uma terceira com significado diferente das que se juntaram - integridade semântica; 2- arrolou as listas de prefixos com os quais o hífen é sempre usado - sem, além, aquém, recém, bem, pré, pró, pós, soto, soto, vive, viso e ex - integridade fonético-gráfico-funcional; 3- listou os sufixos tupis os quais o uso do hífen é obrigatório - açu, guaçu e mirim - integridade fonética; 4- mostrou que o hífen serve para evitar a sílaba intermediária na zona de atrito (letra final da primeira palavra com a letra inicial da segunda palavra); 5- lembrou a regra de grande rentabilidade mnemônica: se o segundo elemento não for um dos casos acima e se o segundo elemento do composto não começar por vogal, H, r ou S, não se usa o hífen, grafa-se, assim, junto; 6- mostrou que os elementos de composição migraram para a regra do prefixos; 7- revelou o significado de amálgama - significa mescla (simultaneamente). Se o primeiro elemento vier reduzido, se não criar a sílaba intermediária, grafa-se junto sem hífen; 8- mostrou as poucas palavras que fogem a regra e que precisam ser retidas na memória ou que necessitam mesmo do uso do dicionário. 8. Contribuições do autor Maurício da Silva para o entendimento do novo Acordo. Os estudos de Silva (2012) sobre o novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa trouxeram como pontos relevantes aos usuários da língua a diminuição do número de marcas gráficas (uso do hífen) na linha escrita, isto é, as alterações na maneira de mostrar as regras quiseram tornar a escrita mais linear, reta e, com isso, o autor pôde conferir graus de sanidade mental aos estudos dos conceitos gramaticais. Ao entrar nos meandros da interpretação do porquê de tais mudanças, Silva encontrou justificativas para o estabelecimento dos preceitos que aproximaram, de Revista Philologus, Ano 19, N 56. Rio de Janeiro: CiFEFiL, maio/ago
11 forma mais autêntica e lógica, os estudantes de sua língua materna. Ao rever e buscar a ordem conceitual, ele percebeu que a maior conquista desse Acordo foi a migração dos elementos de composição para o estatuto de prefixo, fazendo, assim, uma garimpagem nas antigas listas de prefixos, que sempre foram usadas, através da decoreba ou da pesquisa aos dicionários. Outro ponto importante é a redução de regras para a memorização por meio da estratégia de EXCLUIR PARA RETER: todos os prefixos (exceto os da faixa fonético-gráfico-funcional) e os elementos de composição (reduzidos), que vierem com o 2º elemento NÃO iniciados por VOGAL, H, R ou S, grafam-se juntos sem o hífen. Para o autor, é só analisarmos o 2º elemento da palavra, se esse segundo elemento não começar por vogal, h, r ou s, grafamos os compostos juntos sem o hífen. Assim: semifusa, autoconhecimento, antecozinha, neolatinismo, ultracorreção, neolinguista, anteporta, contracheque, interdidático etc. Ninguém nunca conseguirá sanear tudo, até por que uma das características da atitude molar é a consciência da falta, portanto sabemos que pelo menos uns 90 % (noventa) por cento do que estudamos é de possível retenção através do grau de entendimento lógico e crítico, já que pesquisas apontam: Os estudantes passam boa parte de sua infância e adolescência na escola, mas esquecem noventa por cento do que aprendem. No Brasil, milhões de reais são gastos para sustentar um sistema escolar que desperdiça quase todos os conhecimentos que deveria transmitir. (BYIN- TON, 1996, p. 36) Desses 90 % não apreendidos apresentados pelo autor Byinton (1996), podemos perceber que já há um benefício de 80 % (oitenta) por cento a favor dos estudos analisados através da Atitude molar (SILVA, 2010). Isso nos impulsiona na construção de uma estrutura cognitiva que fará com que as pesquisas sobre quaisquer assuntos possam prosseguir sempre na busca da capacidade de relação que sanem problemas ligados ao estudo da língua. 9. Conclusão Assim, podemos dizer que através dos estudos do autor Maurício da Silva, pautados nos conceitos da abordagem global, que traz reflexões pedagógicas sobre os estudos dos problemas de ordem textual e à operacionalização dos constructos teóricos para o ensino de língua materna, 78 Revista Philologus, Ano 19, N 56. Rio de Janeiro: CiFEFiL, maio/ago
12 sob a ótica da atitude molar, cujo lema é: reduzir para reter, observamos que houve um grande avanço nos estudos do hífen, pois a diminuição do número de fatos a serem memorizados foi considerável 10 % (dez) por cento, ficando a aprendizagem para o entendimento da regularidade e não para o excesso. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BYINTON, Carlos Amadeu. Pedagogia simbólica. Rio de Janeiro: Rosa dos Tempos, DECRETO Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. Lisboa, HOUAISS, Antônio. Dicionário Houaiss eletrônico. Rio de Janeiro: Objetiva, SILVA, Maurício da. Linguinha portuguesa no Brasil da nova ortografia. Niterói: Intertexto, Minicontos das mudanças do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. Niterói: Intertexto, O novo Acordo Ortográfico da língua portuguesa e quejandos. 2. ed. Niterói: Intertexto, Atitude molar x atitude molecular: duas formas de organizar conteúdos em geral Repensando a leitura na escola: um outro mosaico. 3. ed. Niterói: Eduff, Revista Philologus, Ano 19, N 56. Rio de Janeiro: CiFEFiL, maio/ago
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