PCA - PROJETO CURRICULAR DE AGRUPAMENTO
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- Valdomiro Beltrão Vieira
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1 PCA - PROJETO CURRICULAR DE AGRUPAMENTO ( ) Viver o Presente Preparar o Futuro O Projeto Curricular é mais do que a simples transposição do currículo nacional para um instrumento de gestão estratégica do Agrupamento. É, acima de tudo, o resultado de uma reconstrução desse currículo, tendo em conta os contextos nos quais se vai operacionalizar. novembro de 2013
2 ÍNDICE 1. Introdução Prioridades Educativas e sua Articulação com o Projeto Curricular Principais Áreas de Intervenção/Objetivos Operacionais Currículos Educação Pré-Escolar Ensino Básico º Ciclo º Ciclo º Ciclo Turma de Percurso Curricular Alternativo (PCA) Cursos de Educação e Formação (CEF) Ensino Secundário Cursos Científico-humanísticos Cursos Profissionais Gestão de Currículos e Atividades e Recursos Educativos Articulação Vertical entre Ciclos de Estudos Plano de Atividades de Turma (PAT) Tutorias Desenvolvimento da Formação Pessoal e Social e do Apoio ao Estudo Atividades de Enriquecimento Curricular Educação Especial Serviço de Psicologia e Orientação Bibliotecas Escolares Centro para a Qualificação e o Ensino Profissional (CQEP) Outros Serviços Avaliação das Aprendizagens Preâmbulo Princípios Orientadores da Avaliação Critérios Gerais de Avaliação Modalidades de Avaliação Notação a utilizar Efeitos da Avaliação Sumativa Condições para Retenção / Não Aprovação Situações especiais Perfis de competências dos alunos do Ensino Básico e Secundário PCA Projeto Curricular de Agrupamento i
3 7. Cursos de Educação e Formação de Adultos (Cursos EFA) Planos curriculares e referenciais de formação de nível básico Planos curriculares dos Cursos EFA de nível secundário (habilitação escolar) Avaliação e Certificação dos formandos Unidades de Formação de Curta Duração (UFCD) Orientações Organizacionais Preâmbulo Regime e Horários de funcionamento Constituição de Turmas Elaboração de Horários Distribuição de Serviço Docente Gestão de Espaços e Equipamentos Avaliação do Projeto Curricular de Agrupamento Anexos Anexo I PCA Projeto Curricular de Agrupamento ii
4 1. INTRODUÇÃO O Projeto Curricular de Agrupamento (PCA) é um documento de natureza pedagógica que resulta, por norma, do Projeto Educativo de Agrupamento (PEA) assumido pela comunidade educativa, tendo como horizonte um período de três anos. No entanto, falar de um projeto curricular parece ser relativamente pretensioso uma vez que o PCA não pode alterar de forma substancial o currículo nacional pré-definido, mas apenas concretizá-lo localmente. Assim, o presente PCA, concretiza e atualiza a oferta educativa do agrupamento e exprime as linhas de orientação de gestão pedagógica definidas nos órgãos próprios, promovendo um desenvolvimento do processo de ensino-aprendizagem mais homogéneo e equitativo. Promove, ainda, uma maior homogeneização dos instrumentos de trabalho a utilizar pelos docentes das equipas disciplinares e nas diversas instâncias onde estão enquadrados. Assim, o PCA que se apresenta consiste, na prática, num plano curricular para o Agrupamento de Escolas de Paço de Arcos, tendo em conta que nele se encontram referenciadas as linhas de força do processo de ensino. Deste modo, é considerado o currículo nacional, que se concretiza no desenvolvimento de cada disciplina, enquadrado pelas respetivas planificações e critérios de avaliação (aprovados pelo Conselho Pedagógico), na comunidade educativa, através dos Planos Plurianual e Anual de Atividades (PPA/PAA), ou nas turmas, com base nos respetivos Planos de Atividades de Turma (PAT). As planificações de longo prazo, os critérios de avaliação, o PPA e o PAA estão disponíveis para toda a comunidade educativa. No entanto, são os Planos de Atividades de Turma (PAT), a elaborar tendo como referência o PCA, que estabelecem e estruturam o trabalho a desenvolver por cada conselho de docentes/turma, sob orientação do respetivo professor titular/diretor de turma, de acordo com as características da turma a que se destina. Os PAT são registados e arquivados no SAGESP Sistema de Apoio à Gestão Pedagógica ou em ficheiros informáticos e regulam a informação disponível em relação aos alunos da turma, complementando as atas das reuniões de avaliação. O projeto curricular, como documento de orientação, não deve espartilhar mas, antes, comprometer os docentes para uma articulação ao nível do agrupamento. Cada docente deve poder atuar de acordo com as características próprias do seu público discente, gerindo os conteúdos curriculares de forma profissional e autónoma, procurando a articulação com os restantes docentes de cada uma das turmas onde exerce a sua atividade letiva e com a equipa disciplinar/departamento curricular onde se insere. Na sequência de alterações sucessivas e intempestivas dos planos de estudos e na organização do sistema de ensino, o bom senso e a prevalência do interesse público, implicam que, ao nível do agrupamento, se garanta uma evolução tranquila e gradual, favorável ao desenvolvimento consolidado e sustentado de novas práticas. Normas, regras, reuniões e mais documentos orientadores não fazem o sucesso educativo este conquista-se diariamente em cada sala de aula, frente aos alunos. É o seu sucesso ou insucesso escolar que deve funcionar como instrumento avaliador das práticas docentes, levando a alterá-las ou a mantê- PCA Projeto Curricular de Agrupamento
5 las, sempre que tal se justifique. Este é o tipo de documento que apresentamos: um documento pedagógico destinado a enquadrar o que se produz no agrupamento, em termos de regulamentação didático-pedagógica, de forma a torná-la coerente e eficaz para todos os intervenientes. Com base no PCA, todos os docentes devem procurar as parcerias ou interdisciplinaridades que considerem necessárias ao desenvolvimento da sua prática letiva, no âmbito dos conselhos de turma, as quais serão, de seguida, refletidas nos respetivos PAT. Além da Educação Especial, que apoia o trabalho desenvolvido com os alunos com necessidades educativas especiais, a estrutura organizacional do agrupamento inclui, também, serviços técnico-pedagógicos que enquadram apoios à comunidade escolar em várias vertentes. Salienta-se, em especial, o Serviço de Psicologia e Orientação, ao qual compete colaborar na identificação/avaliação de alunos com necessidades educativas, prestar apoio psicopedagógico e desenvolver atividades de orientação escolar e/ou profissional. As Bibliotecas Escolares/Centros de Recursos Educativos, configuram-se como centros aglutinadores das diversas escolas do agrupamento, assumindo um papel ativo no apoio ao desenvolvimento curricular, na promoção da leitura e das literacias da informação. O PCA estabelece, ainda, o perfil de saída desejável para os alunos do Agrupamento de Escolas de Paço de Arcos (AEPA), de acordo com o nível de ensino que frequentam. Na ausência de um perfil nacional, necessariamente complexo de definir, cada perfil aqui apontado funciona como informação para os alunos e encarregados de educação, relativamente à formação que o AEPA pretende promover. Esta informação será fundamental para as situações em que as propostas de classificação apresentadas pelos docentes aos conselhos de docentes/turma sejam sujeitas a discussão, promovendo a equidade no seio do agrupamento, em especial, quando se analisa a possibilidade de um aluno transitar, ou não, de ano letivo. O perfil traçado para cada nível e modalidade de ensino foi estruturado de acordo com os conhecimentos e capacidades definidos nos programas e metas curriculares, definidos a nível nacional, tendo em conta as especificidades desta unidade organizacional. Pretende-se que cada docente do agrupamento se debruce sobre o PCA e o veja, não como um produto acabado, mas como um processo em desenvolvimento, dando contributos e partilhando experiências, de modo a que a próxima revisão possa torná-lo ainda mais útil e adequado. PCA Projeto Curricular de Agrupamento
6 2. PRIORIDADES EDUCATIVAS E SUA ARTICULAÇÃO COM O PROJETO CURRICULAR A principal prioridade é a promoção e a realização total e integral dos alunos. A concretização desta prioridade passa pela negociação com os diversos atores educativos para que cada um e todos se sintam construtores da ação educativa global. As metas a atingir decorrem da ambição estratégica enunciada no Projeto Educativo do Agrupamento de Escolas de Paço de Arcos e das respetivas prioridades. Assim, o Agrupamento de Escolas de Paço de Arcos pretende dar consistência a um percurso de continuidade, através de uma ação educativa direcionada para a realização individual em harmonia com os valores da solidariedade social, tolerância, respeito pelos outros, condição essencial para um desenvolvimento saudável e harmonioso na sociedade democrática. Propõe-se, ainda, assegurar uma formação geral aos alunos que proporcione a descoberta e o desenvolvimento dos seus interesses e aptidões e promova a capacidade de raciocínio, a memória, o sentido crítico, a criatividade, o sentido moral e a sensibilidade estética. Neste sentido são assumidas as seguintes metas para a concretização do Projeto Educativo: Proporcionar a diversidade de oferta educativa; Estimular a construção de uma aprendizagem sólida ao longo da vida, seja no âmbito da prossecução de estudos, seja na vertente profissional; Implementar uma cultura de sucesso escolar, melhorando a qualidade de ensino através da adequação dos programas e conformidade das práticas letivas e pedagógicas, de forma a obter melhorias significativas nos resultados escolares dos alunos; Assegurar a continuidade das atividades tradicionalmente desenvolvidas pelas escolas do Agrupamento e a articulação dinâmica das orientações do Projeto Educativo; Valorizar transversalmente a Língua Portuguesa como fator essencial da aprendizagem e apropriação do saber; Promover um ensino diferenciado e inclusivo adequado aos diferentes ritmos de aprendizagem sem descurar o rigor e a qualidade; Combater a exclusão e abandono escolares através da criação de dispositivos de gestão do currículo destinados a alunos que revelem insucesso escolar repetido, visando assegurar o cumprimento da escolaridade obrigatória e a consequente aquisição dos conhecimentos e capacidades exigíveis no final de cada ciclo/nível de ensino; Combater a indisciplina fazendo da escola um espaço de convívio agradável em termos de socialização e interação, facilitador do desenvolvimento pessoal dos alunos; PCA Projeto Curricular de Agrupamento
7 Promover a educação para a cidadania na comunidade educativa, valorizando a aquisição de capacidades sociais e atitudes de entreajuda e cooperação; a prática da tolerância e o respeito pela diversidade, reconhecendo-os como valores intrínsecos à construção da personalidade; Promover o respeito pelos valores patrimoniais nas dimensões histórico-cultural e ecológico/ambiental; Promover a educação para a saúde e sexualidade e incentivar nos alunos hábitos de vida saudáveis; Intensificar o recurso às novas tecnologias no âmbito das práticas educativas; Desenvolver o sentido de responsabilidade e consciência cívica dos alunos como elemento fundamental no processo de formação de futuros cidadãos críticos, solidários, ativos e intervenientes na comunidade/sociedade; Fomentar a partilha e o trabalho cooperativo entre os docentes dos diversos departamentos e ciclos/níveis de ensino; Otimizar os espaços existentes de modo a rentabilizar as potencialidades do Agrupamento; Desenvolver um clima de satisfação estimulante e extensivo a todos os intervenientes no processo educativo; Adequar o programa de formação e aperfeiçoamento de todos os elementos do Agrupamento às orientações do Projeto Educativo segundo um plano de ação planificado e participado; Incentivar a participação dos Pais, Encarregados de Educação e de outros membros da comunidade escolar nas atividades do Agrupamento; Estreitar relações e estabelecer protocolos com entidades locais de referência. PCA Projeto Curricular de Agrupamento
8 3. PRINCIPAIS ÁREAS DE INTERVENÇÃO/OBJETIVOS OPERACIONAIS As metas atrás definidas organizam-se em áreas de intervenção, sendo os respetivos objetivos operacionais os descritos na tabela seguinte. Para cada área de intervenção definem-se medidas curriculares correspondentes, numa listagem não exaustiva das atividades a desenvolver para a melhoria do funcionamento e dos resultados do agrupamento. Áreas de Intervenção Objetivos Operacionais Medidas Curriculares Ensino - Aprendizagem Envolvimento / Inclusão dos alunos na vida escolar Cooperação entre a escola e a Comunidade Promoção de Valores Cívicos Participação e envolvimento dos Pais e Encarregados de Educação Incrementar o sucesso educativo Valorizar e premiar a excelência Combater a indisciplina, o absentismo e o abandono escolar Abrir o Agrupamento à Comunidade Educativa Promover o desenvolvimento de valores de cidadania Promover uma maior e mais construtiva participação dos Encarregados de Educação Conceber, propor e gerir medidas específicas de diversificação da oferta curricular; Promover, através dos serviços de psicologia e orientação, ações de orientação escolar e profissional e de apoio ao desenvolvimento psicológico individual dos alunos; Desenvolver, através da ação social escolar, medidas destinadas a compensar os alunos economicamente mais carenciados, mediante critérios objetivos e de discriminação positiva, previstos na lei; Reorientar o percurso de alunos que revelem insucesso escolar repetido ou problemas de integração na comunidade educativa, após uma avaliação da situação e posterior encaminhamento para um percurso que lhe confira certificado de qualificação profissional; Promover a valorização transversal da Língua Portuguesa. Participar no Plano Nacional de Leitura (PNL). Promover a leitura de obras completas recomendadas, ao longo do ano, a partir do 1º Ciclo. Reforçar a Língua Portuguesa o Apoio ao Estudo (2º Ciclo) inclui um professor de Português. Reforçar a Matemática o Apoio ao Estudo (2º Ciclo) inclui um professor de Matemática. Promover a articulação entre os diferentes ciclos e níveis de ensino. Melhorar o Ensino Experimental. Promover Apoios Educativos e Tutorias. Instituir Apoios Especializados. Desenvolver o Projeto de Educação para a Saúde e a Educação Sexual. Estabelecer parcerias e protocolos. Promover projetos de diferenciação curricular (PCA, CEF, Cursos Profissionais). Promover e valorizar as Bibliotecas Escolares (BE). Apoiar a concretização do Plano Tecnológico para a Educação (PTE). Promover o reconhecimento de desempenho dos alunos, premiando situações de excelência e valor. Intervir ao nível da prevenção e sancionamento da indisciplina. Estabelecer normas de conduta. Apoiar os diretores de turma no combate ao absentismo e à indisciplina. Promover a participação cívica e a cidadania. Estabelecer Parcerias e protocolos. Implementar tutorias. Valorizar e apoiar Núcleo de Intervenção e Apoio ao Aluno (NIA). Promover o Desporto Escolar. Atualizar periodicamente o Regulamento Interno. Estabelecer a articulação do Agrupamento com Instituições. Valorizar a educação para a cidadania. Promover a Educação para a Saúde e Sexualidade e Higiene. Sensibilizar para a Preservação do Ambiente e da Vida na Terra. Valorizar a representação dos EE. Apoiar as Associações de Pais e Encarregados de Educação. PCA Projeto Curricular de Agrupamento
9 4. CURRÍCULOS A gestão do currículo do pré-escolar e dos ensinos básico e secundário e da oferta formativa de cada escola do agrupamento compete aos órgãos próprios de administração e gestão, aos quais incumbe desenvolver os mecanismos que considerem adequados para o efeito. Assim, no âmbito da sua autonomia pedagógica e organizativa, o agrupamento define e determina: A gestão e a aplicação do currículo por ano ou ciclo, adaptando-o às características dos alunos; A criação de condições que permitam a todos os alunos colmatar dificuldades de aprendizagem e desenvolver as suas capacidades; A valorização das experiências e das práticas colaborativas que conduzam à melhoria do ensino. Assim, para promover o sucesso escolar, assegurar o cumprimento da escolaridade obrigatória e combater a exclusão, no desenvolvimento e concretização de projeto educativo, o AEPA, no âmbito das competências que lhe estão atribuídas: Concebe, propõe e gere medidas de diversificação da oferta curricular; Promove ações de orientação escolar e profissional e de apoio ao desenvolvimento psicológico individual dos alunos, através do serviço de psicologia e orientação; Desenvolve medidas destinadas a compensar os alunos economicamente mais carenciados, em articulação com a ação social escolar; Implementa ações de acompanhamento e complemento pedagógico; Desenvolve ações de apoio ao crescimento e ao desenvolvimento pessoal e social dos alunos, visando igualmente a promoção da saúde e a prevenção de comportamentos de risco; Reorienta o percurso de alunos que revelem insucesso escolar repetido ou problemas de integração na comunidade educativa, após uma avaliação da situação e posterior encaminhamento para um percurso que lhe confira certificado de qualificação profissional. As matrizes que se apresentam nas secções seguintes, relativas a cada ciclo, nível ou modalidade de ensino, devem ser entendidas como propostas para dinamizar a escolha possível em cada ciclo/nível aí descrito e fixam as opções tomadas pelos órgãos do agrupamento ao nível da gestão do currículo. PCA Projeto Curricular de Agrupamento
10 4. 1 Educação Pré-Escolar A Lei-Quadro da Educação Pré-Escolar (Lei nº 5/97, de 10 de fevereiro) estabelece como princípio geral que a educação pré-escolar é a primeira etapa da educação básica no processo de educação ao longo da vida, sendo complementar da ação educativa da família, com a qual deve estabelecer estreita relação, favorecendo a formação e o desenvolvimento da criança, tendo em vista a sua plena inserção na sociedade como ser autónomo, livre e solidário. O princípio geral e os objetivos dele decorrentes, enunciados na Lei-Quadro da Educação Pré-Escolar, enquadram a organização das Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar (OCEPE, Despacho nº 5220/97 de 10 de julho) que se constituem como um conjunto de princípios gerais de apoio ao educador na tomada de decisões sobre a sua prática, isto é, na condução do processo educativo a desenvolver com as crianças. Enquanto quadro de referência para todos os educadores, as OCEPE vinculam a intencionalidade do processo educativo neste nível de educação devendo o educador ter em conta: os objetivos gerais enunciados na Lei-Quadro da Educação Pré-Escolar; a organização do ambiente educativo; as áreas de conteúdo definidas nas OCEPE; a continuidade e a intencionalidade educativas. O desenvolvimento curricular na Educação Pré-Escolar é da responsabilidade do educador que exerce a atividade educativa/letiva de 25 horas semanais, em regime de monodocência, devendo a sua ação orientar-se pelo disposto nas Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar. A atividade educativa/letiva de 5 horas diárias deve prever e organizar um tempo simultaneamente estruturado e flexível em que os diferentes momentos tenham sentido para as crianças com a finalidade de proporcionar processos de desenvolvimento e de aprendizagem pensados e organizados pelo educador intencionalmente. Na Educação Pré-Escolar a ação educativa é sempre desenvolvida numa perspetiva globalizante. ORIENTAÇÕES CURRICULARES Formação Pessoal e Social Motora Áreas de Conteúdo Expressão e Comunicação Domínios Expressões Dramática Plástica Musical Linguagem oral e abordagem da escrita Matemática Conhecimento do Mundo PCA Projeto Curricular de Agrupamento
11 4.2. Ensino Básico º Ciclo Disciplinas de frequência obrigatória (a) 1º Ciclo do Ensino Básico Componentes do Currículo Português Matemática Estudo do Meio Expressões Artísticas Físico-motoras Oferta Complementar (b) Apoio ao Estudo 8 horas 7 horas 4 horas 3 horas 25 horas PCA Projeto Curricular de Agrupamento hora 2 horas Disciplina de frequência facultativa (c) Educação Moral e Religiosa 1 hora Inglês (e) - 1 x por semana no 3º / 4º anos - 2 x por semana no 1º / 2º anos Atividades Lúdico Expressivas - 1 a 2 x por semana no 3º / 4º anos Atividades de Enriquecimento Curricular (d) - 3 x por semana no 1º / 2º anos Atividade Físico-desportiva - 2 x por semana no 3º / 4º anos Tecnologias de Informação e Comunicação - 0 a 1 x por semana no 3º/4ºanos (a) Do total das horas letivas previstas, no mínimo: i) 8 horas letivas de trabalho semanal para o Português, e ii) 7 horas letivas de trabalho semanal para a Matemática. (b) Oferta Complementar integra o currículo e deve contribuir para a promoção integral dos alunos em áreas de cidadania, artísticas, culturais, científicas ou outras. Esta oferta é estruturada em cada estabelecimento de ensino de acordo com o projeto de desenvolvimento curricular local. (c) Disciplina de frequência facultativa. (d) Atividades de caráter facultativo: as escolas do 1.º ciclo, no desenvolvimento do seu projeto educativo, devem proporcionar aos alunos atividades de enriquecimento do currículo de caráter facultativo e de natureza eminentemente lúdica, formativa e cultural, incidindo, nomeadamente, nos domínios desportivo, artístico, científico e tecnológico, de ligação da escola com o meio, de solidariedade e voluntariado e da dimensão europeia na educação, incluindo uma possível iniciação a uma língua estrangeira. Estas atividades são obrigatórias desde que o Encarregado de Educação inscreva o aluno e estão dependentes dos recursos humanos e físicos disponíveis no agrupamento, que condicionam o seu desenvolvimento. (e) As escolas do 1.º ciclo podem, de acordo com os recursos disponíveis, proporcionar a iniciação da língua inglesa, com ênfase na sua expressão oral. O trabalho a desenvolver pelos alunos integrará obrigatoriamente atividades experimentais e atividades de pesquisa adequadas à natureza das diferentes áreas, nomeadamente no ensino das ciências. As orientações para a gestão curricular e dos recursos humanos são definidas de acordo com o disposto no Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho, alterado pelo Decreto-Lei nº 91/2013 de 10 de julho e nos Despachos Normativos nº 7, de 11 de junho de 2013 e nº 7A, de 10 de julho de Assim, a participação de cada turma nestas atividades é inscrita no Plano de Atividades da Turma (PAT) e é supervisionada pelo docente titular de turma em articulação com o respetivo Conselho de Docentes. Para promover a igualdade de oportunidades e contribuir de forma intencional e sistemática para as metas do Projeto Educativo, o agrupamento disponibilizará respostas tendo em conta as necessidades dos alunos e os recursos disponíveis, procurando as estratégias educativas mais ajustadas às suas necessidades. Assim, através da gestão da diversidade de modalidades, integra e ajusta na sua prática educativa inclusiva as respostas implementadas, de modo a permitir a cada aluno o desenvolvimento do seu potencial, visando a integração e o sucesso educativo. Sempre que tal se mostre necessário, sob proposta do docente titular de turma, serão elaborados e aplicados aos alunos Planos de Acompanhamento Pedagógico Individual (PAPI).
12 Áreas Disciplinares AEPA Agrupamento de Escolas de Paço de Arcos º Ciclo O currículo do 2º Ciclo do Ensino Básico assenta nas áreas disciplinares e na disciplina facultativa de Educação Moral e Religiosa. Para além destas, há a considerar a oferta complementar, que no agrupamento corresponde à disciplina de Cidadania e Assembleia de Turma, e o Apoio ao Estudo. Componente do currículo 2º Ciclo do Ensino Básico Carga horária semanal (a) (X 45 minutos) 5º Ano 6º Ano Total do ciclo Línguas e Estudos Sociais (b) Português Inglês História e Geografia de Portugal Matemática e Ciências (c) Matemática Ciências Naturais Educação Artística e Tecnológica (d) Educação Visual Educação Tecnológica Educação Musical Educação Física Educação Moral e Religiosa (facultativa) (e) (1) (1) (2) Tempo a cumprir Oferta complementar - Cidadania e Assembleia de Turma (f) Apoio ao Estudo (g) (a) (b) (c) (d) (e) (f) (g) Carga horária semanal organizada em períodos de 45 minutos. Do total da carga, no mínimo, 6 45 minutos para Português. Do total da carga, no mínimo, 6 45 minutos para Matemática. Do total da carga, no mínimo, 2 45 minutos para Educação Visual. Disciplina de frequência facultativa. Frequência obrigatória para os alunos, desde que criada pela escola. Esta disciplina é atribuída ao diretor de turma. Oferta obrigatória para a escola, de frequência facultativa para os alunos, sendo obrigatória por indicação do conselho de turma e obtido o acordo dos encarregados de educação (31) (31) (62) PCA Projeto Curricular de Agrupamento
13 Áreas Disciplinares AEPA Agrupamento de Escolas de Paço de Arcos º Ciclo O currículo do 3º Ciclo do Ensino Básico assenta nas áreas disciplinares e na disciplina facultativa de Educação Moral e Religiosa. Para além destas, há a considerar a oferta complementar, que no agrupamento corresponde à disciplina de Cidadania e Assembleia de Turma e a disciplina de Oferta de Escola - Educação Tecnológica e Educação Musical - desenvolvida em cada um dos estabelecimentos de ensino de acordo com os recursos humanos e materiais disponíveis. Componente do currículo 3º Ciclo do Ensino Básico Carga horária semanal (a) (X 45 minutos) 7º Ano 8º Ano 9º Ano Total do ciclo Português Línguas Estrangeiras Inglês Língua Estrangeira II Francês ou Espanhol Ciências Humanas e Sociais História Geografia Matemática Ciências Físicas e Naturais (f) Ciências Naturais Físico-Química Expressões e Tecnologias 7 (b) 7 (b) 6 20 Educação Visual TIC Tecnologias de Informação e Comunicação (c) Educação Tecnológica / Educação Musical (c) Educação Física Educação Moral e Religiosa (facultativa) (d) (1) (1) (1) (3) Tempo a cumprir Oferta complementar - Cidadania e Assembleia de Turma (e) (35) (34) (34) (103) (a) Carga horária semanal organizada em períodos de 45 minutos. (b) Do total da carga, no mínimo, 2 45 minutos para Educação Visual. (c) A disciplina de Tecnologias de Informação e Comunicação inicia -se no 7.º ano de escolaridade, garantindo aos alunos mais jovens uma utilização segura e adequada dos recursos digitais e proporcionando condições para um acesso universal à informação, funcionando sequencialmente nos 7.º e 8.º anos, semestralmente, em articulação com uma disciplina criada pela escola, designada por oferta de escola, que no caso corresponde a Educação Tecnológica ou a Educação Musical, oferecidas na Escola Secundária Luís de Freitas Branco e na Escola Básica Integrada Dr. Joaquim de Barros, respetivamente. (d) Disciplina de frequência facultativa. (e) Frequência obrigatória para os alunos, desde que criada pela escola. Esta disciplina é atribuída ao diretor de turma. (f) As disciplinas desta área disciplinar podem ser desdobradas num tempo semanal, ou em dois tempos exclusivamente para a realização de trabalho prático ou experimental. O desdobramento a que se refere o número anterior deverá funcionar para cada turno semanalmente numa das disciplinas, alternando na semana seguinte na outra disciplina. PCA Projeto Curricular de Agrupamento
14 Turma de Percurso Curricular Alternativo (PCA) Na sequência da publicação do Despacho Normativo n.º 1/2006, de 6 de janeiro, é autorizada a constituição de turmas com percursos curriculares alternativos, no Ensino Básico. Estas turmas destinam-se a alunos até aos 15 anos de idade, inclusive, que revelem insucesso escolar repetido, problemas de integração na comunidade escolar, ameaça de risco de marginalização, de exclusão social ou de abandono escolar e/ou que manifestem dificuldades condicionantes da aprendizagem. Assim, a constituição destas turmas contribui, decisivamente, para promover o sucesso e a qualidade das aprendizagens de alguns dos nossos alunos, cujo perfil de desempenho se enquadra nos pressupostos atrás apresentados. Deste modo, foi elaborado e aprovado um projeto de percurso curricular alternativo, constituído para um grupo de alunos retidos no 7.º ano de escolaridade no ano letivo Tendo como referência os planos curriculares constantes do Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho, o projeto de PCA elaborado, embora sem modificações significativas na estrutura curricular do 3.º ciclo, apresenta uma menor dispersão curricular, por agregação de disciplinas e um conselho de turma mais pequeno e coeso, havendo ainda docentes a lecionar mais do que uma disciplina. A matriz curricular que de seguida se apresenta assegura a aquisição dos conhecimentos e capacidades definidas para o 3.º ciclo de ensino básico, estruturados nas respetivas metas curriculares, permitindo a permeabilidade entre percursos e a consequente transição para outras modalidades de formação, bem como a continuação de estudos. PCA Projeto Curricular de Agrupamento
15 Áreas Disciplinares AEPA Agrupamento de Escolas de Paço de Arcos Componente do currículo 3º Ciclo do Ensino Básico Percurso Curricular Alternativo Carga horária semanal (a) (X 45 minutos) 7º Ano* 8º Ano 9º Ano Total do ciclo Português Línguas Estrangeiras Inglês Língua Estrangeira II Francês Ciências Humanas e Sociais História e Geografia Matemática Ciências Físicas e Naturais (f) Ciências Naturais e Físico-Química Expressões e Tecnologias 7 (b) 7 (b) 6 20 Educação Visual TIC Tecnologias de Informação e Comunicação (c) Educação Tecnológica(c) Educação Física Educação Moral e Religiosa (facultativa) (d) (1) (1) (1) (3) Tempo a cumprir Oferta Complementar - Cidadania e Assembleia de Turma (e) (35) (34) (34) (103) * Ano de escolaridade a lecionar em (a) Carga horária semanal organizada em períodos de 45 minutos. (b) Do total da carga, no mínimo, 2 45 minutos para Educação Visual. (c) A disciplina de Tecnologias de Informação e Comunicação inicia -se no 7.º ano de escolaridade, garantindo aos alunos mais jovens uma utilização segura e adequada dos recursos digitais e proporcionando condições para um acesso universal à informação, funcionando sequencialmente nos 7.º e 8.º anos, semestralmente, em articulação com uma disciplina criada pela escola, designada por oferta de escola, que no caso corresponde a Educação Tecnológica. (d) Disciplina de frequência facultativa. (e) Frequência obrigatória para os alunos, desde que criada pela escola. Esta disciplina é atribuída ao diretor de turma. (f) As disciplinas desta área disciplinar podem ser desdobradas num tempo semanal, ou em dois tempos exclusivamente para a realização de trabalho prático ou experimental. O desdobramento a que se refere o número anterior deverá funcionar para cada turno semanalmente numa das disciplinas, alternando na semana seguinte na outra disciplina. PCA Projeto Curricular de Agrupamento
16 Cursos de Educação e Formação (CEF) Estes cursos destinam-se a jovens com idade igual ou superior a 15 anos, em risco de abandono escolar ou que já abandonaram antes de concluírem a escolaridade obrigatória. Também podem ter acesso os alunos com 14 anos, desde que autorizados pelo diretor. Os cursos do Tipo 2, como os que são desenvolvidos no agrupamento, têm a duração de dois anos e podem ser frequentados por alunos com o 6.º ano de escolaridade, que frequentaram, com ou sem aproveitamento, o 7.º ano ou, ainda, por aqueles que frequentaram sem aproveitamento o 8.º ano de escolaridade. Estes cursos conferem um certificado de qualificação profissional de nível 2. No AEPA existem três turmas desta tipologia de educação e formação: o Curso de Empregado Comercial 1.º e 2.º ano e o Curso de Mecânico de Veículos Ligeiros - 2.º ano, no ano letivo de Componentes de Formação Sociocultural Científica Tecnológica Disciplinas Curso de Educação e Formação - Tipo 2 Curso de Empregado Comercial Carga horária Semanal (x 45 minutos) 1.º Ano 2.º Ano Horas totais Língua Portuguesa Inglês (continuação) Tec. e Informação e Comunicação Cidadania e Mundo Atual Higiene, Saúde e Segurança no Trabalho Educação Física Matemática Aplicada Atividades Económicas Stocks e Merchandising Técnicas de Atendimento Serviço Pós-Venda Procedimentos Administrativos em Contexto Comercial Prática Formação em Contexto de Trabalho 210. PERFIL DE SAÍDA Descrição geral da qualificação deste percurso formativo Total: O/A Empregado/a Comercial é o/a profissional que executa tarefas relacionadas com a venda de produtos e/ou serviços, em estabelecimentos comerciais, de acordo com os procedimentos pré-estabelecidos, tendo em vista a satisfação dos clientes. Atividades Principais Participar no controlo quantitativo e qualitativo de produtos, e proceder à sua armazenagem no estabelecimento comercial. PCA Projeto Curricular de Agrupamento
17 Arrumar o espaço de venda, expondo e repondo os produtos/informação, e mantendo as condições ambientais adequadas, de acordo com critérios pré-estabelecidos. Acolher clientes, diagnosticar as suas necessidades, indicar a localização dos produtos/serviços comercializados no ponto de venda, apresentar os mesmos tendo em conta as suas características, condições de venda e serviços pós-venda. Processar a venda de produtos/serviços, calculando o valor da venda, cobrando a despesa ao cliente e zelando pelo seu acondicionamento/transporte. Receber e tratar/encaminhar reclamações, bem como outras situações posteriores à venda, atuando de acordo com critérios pré-estabelecidos. Executar operações de controlo de caixa - abertura e fecho. Cumprir os procedimentos administrativos referentes à atividade comercial. Perfil Profissional: Empregado(a) Comercial - Nível de Qualificação - 2 Área de Atividade - COMÉRCIO Objetivo Global - Executar tarefas relacionadas com a venda de produtos e/ou serviços, em estabelecimentos comerciais, de acordo com procedimentos pré-estabelecidos, tendo em vista a satisfação dos clientes. Saída(s) Profissional(is) - Empregado/a Comercial Atividades Principais 1. Analisar a informação acerca dos produtos e/ou serviços comercializados no ponto de venda de modo a poder responder de forma adequada às necessidades dos clientes. 2. Atender clientes, tendo em vista a satisfação das suas necessidades: 2.1. Acolher o cliente, identificar as suas necessidades, dar indicações sobre a localização dos produtos e acompanhá-lo quando necessário; 2.2. Informar o cliente sobre as características e modos de utilização dos produtos e/ou serviços, bem como sobre as condições de venda e serviços pós-venda. 3. Processar a venda de produtos e/ou serviços recorrendo a equipamento informático e outros meios disponíveis: 3.1. Calcular o valor da venda dos produtos e/ou serviços, tendo em conta preços, promoções, descontos, créditos, devoluções e outras condições a aplicar; 3.2. Preencher a documentação relativa ao processo de venda, nomeadamente, recibos, garantias e outros; 3.3. Cobrar a despesa ao cliente procedendo de acordo com diferentes formas de pagamento, nomeadamente, numerário, cartões de crédito e débito, cheques e vales; 3.4. Embalar o produto, acondicionando-o de forma adequada, e entregá-lo ao cliente ou providenciar, sempre que necessário, pelo seu transporte. 4. Controlar a caixa, procedendo à sua abertura e fecho: 4.1. Proceder à abertura de caixa, contando o dinheiro e outros valores existentes, verificando se o total corresponde ao valor indicado na folha de caixa e providenciando pela existência de trocos; 4.2. Proceder ao fecho de caixa, contando o dinheiro e outros valores e preenchendo a folha de caixa com o apuramento dos resultados. PCA Projeto Curricular de Agrupamento
18 5. Arrumar o estabelecimento comercial, expondo e repondo os produtos e/ou informação sobre os produtos e/ou serviços nas prateleiras e expositores, de acordo com critérios pré-estabelecidos e providenciar pelas condições ambientais adequadas, nomeadamente, de iluminação, temperatura e limpeza. 6. Participar no controlo quantitativo e qualitativo de produtos do estabelecimento comercial: 6.1. Receber e conferir os produtos e efetuar devoluções quando necessário; 6.2. Colocar as etiquetas nos produtos e sempre que necessário, mecanismos de segurança magnética nos mesmos; 6.3. Participar na elaboração de inventários. 7. Colaborar no serviço pós-venda, procedendo à troca de produtos e a reembolsos, recebendo e encaminhando as reclamações dos clientes para os serviços competentes e efetuando devoluções, de acordo com situações e critérios pré-estabelecidos. 8. Garantir os procedimentos para o arquivo da documentação utilizada. Conhecimentos e Capacidades Saberes 1. Conhecimentos de língua portuguesa. 2. Conhecimentos de língua inglesa ou francesa adequados à atividade comercial. 3. Noções sobre o setor do comércio. 4. Noções sobre a atividade e funcionamento comercial das empresas. 5. Noções de organização do trabalho, nomeadamente organização e comunicação na empresa e planificação, adaptação e controlo do trabalho. 6. Noções de gestão de stocks e aprovisionamento. 7. Noções de comunicação, promoção e animação do ponto de venda. 8. Conhecimentos de atendimento e venda. 9. Conhecimentos de segurança, higiene e saúde aplicados à atividade profissional. 10. Noções de legislação comercial. 11. Conhecimentos de documentação comercial e preenchimento da documentação relativa ao processo de venda. 12. Conhecimentos de informática enquanto utilizador, nomeadamente de equipamentos e aplicações informáticas específicas da área comercial e de leitura ótica. 13. Conhecimentos de operações de caixa. 14. Noções de cálculo comercial. 15. Noções de legislação laboral. 16. Noções de merchandising. 17. Noções sobre os produtos, suas características, finalidades, modos de utilização, especificações e critérios de classificação. 18. Noções sobre manuseamento, armazenamento e conservação de produtos. Saberes-Fazer 1. Aplicar as técnicas de organização do trabalho no desenvolvimento da atividade comercial. PCA Projeto Curricular de Agrupamento
19 2. Identificar as características, finalidades, modos de utilização, especificações e critérios de classificação dos produtos e/ou serviços do ramo em que atua. 3. Interpretar listagens de produtos e/ou serviços, os respetivos preçários e outros documentos respeitantes à atividade comercial. 4. Utilizar as técnicas de venda no atendimento de clientes. 5. Utilizar as técnicas do serviço pós-venda, nomeadamente as relativas a troca de produtos e a reembolsos. 6. Aplicar as operações de cálculo comercial no processamento da venda de produtos e/ou serviços. 7. Identificar os documentos comerciais e utilizar os relativos ao processo de venda. 8. Utilizar os equipamentos informáticos e as aplicações específicas da área comercial, nomeadamente os de leitura ótica. 9. Utilizar os procedimentos relativos às operações de caixa. 10. Aplicar as técnicas de exposição que valorizem os produtos e/ou serviços no ponto de venda. 11. Aplicar as técnicas de controlo de stocks, inventariação e registo de produtos. 12. Aplicar as competências linguísticas na comunicação em língua portuguesa. 13. Aplicar as competências linguísticas na comunicação em língua francesa ou inglesa adequadas à atividade comercial. 14. Aplicar as normas de segurança, higiene e saúde da atividade comercial e as respeitantes aos produtos comercializados. Saberes-Ser 1. Manter organizado o posto de trabalho de forma a responder às solicitações dos clientes. 2. Facilitar o relacionamento com interlocutores diferenciados. 3. Gerir o tempo em função do fluxo de clientes. 4. Adotar comportamentos assertivos na relação com os públicos. 5. Adaptar a linguagem às características dos interlocutores. 6. Integrar as normas de segurança, higiene e saúde da atividade comercial e as respeitantes aos produtos comercializados, no exercício das suas funções. 7. Colaborar na resolução de problemas. 8. Demonstrar disponibilidade para a inovação e para a aprendizagem ao longo da vida. Formação Profissional - Áreas Temáticas Domínio Sociocultural Segurança, higiene e saúde no trabalho Desenvolvimento pessoal, profissional e social Legislação laboral e da atividade profissional Comunicação oral e escrita em língua portuguesa Comunicação oral e escrita em língua inglesa ou francesa Informática na ótica do utilizador PCA Projeto Curricular de Agrupamento
20 Domínio Científico-tecnológico Caracterização do setor do comércio Atividade e funcionamento comercial das empresas Organização e comunicação na empresa e planificação, adaptação e controlo do trabalho Gestão de stocks e aprovisionamento Comunicação, promoção e animação do ponto de venda Atendimento e venda Relacionamento interpessoal e gestão de conflitos Legislação comercial Documentação comercial Equipamentos e aplicações informáticas utilizados na área comercial Operações de caixa Cálculo comercial Organização e exposição dos produtos e/ou serviços no ponto de venda Características, utilização, armazenamento e conservação de produtos Este curso integra uma componente teórica e uma componente prática a desenvolver em contexto de formação e em contexto real de trabalho. Componentes de Formação Sociocultural Científica Tecnológica Disciplinas Curso de Educação e Formação - Tipo 2 Curso de Mecânico de Veículos Ligeiros Carga horária Semanal (x 45 minutos) 1.º Ano 2.º Ano Horas totais Língua Portuguesa Inglês (continuação) Tec. e Informação e Comunicação Cidadania e Mundo Atual Higiene, Saúde e Segurança no Trabalho Educação Física Matemática Aplicada Físico-Química Verificação, diagnóstico e reparação de sistemas de travagem, direção, suspensão e rodas Verificação, diagnóstico e reparação de sistemas de transmissão e motores Eletricidade / eletrónica e verificação e diagnóstico de sistemas de carga e arranque Verificação, diagnóstico e reparação de sistemas de ignição, alimentação, sobrealimentação e antipoluição Prática Formação em Contexto de Trabalho 210. PERFIL DE SAÍDA Total: PCA Projeto Curricular de Agrupamento
21 Descrição geral da qualificação deste percurso formativo O/A Mecânico(a) de Automóveis Ligeiros é o/a profissional que executa, de modo autónomo, o diagnóstico e a reparação dos sistemas mecânicos de veículos automóveis ligeiros, diagnosticando, reparando e verificando motores a gasolina e Diesel, sistemas de ignição, de alimentação, de sobrealimentação, de arrefecimento, de lubrificação, de transmissão, de direção, de suspensão, de travagem, de segurança ativa, de carga e de arranque, rodas e pneus, organizando e controlando a qualidade do trabalho. Atividades Principais Proceder à manutenção programada de veículos de acordo com a respetiva documentação técnica. Diagnosticar, reparar e verificar sistemas de direção, suspensão, travagem, segurança ativa, rodas e pneus. Diagnosticar, reparar e verificar sistemas de transmissão manual e automática. Diagnosticar, reparar e verificar motores a gasolina e diesel. Diagnosticar, reparar e verificar sistemas de arrefecimento e de lubrificação. Diagnosticar e verificar sistemas de carga e arranque. Diagnosticar, reparar e verificar sistemas de ignição, alimentação, sobrealimentação e antipoluição. Diagnosticar, reparar e verificar sistemas mecânicos de climatização. Controlar a qualidade e organizar o trabalho. Proceder à manutenção da sua área de trabalho efetuando a conservação e a limpeza de equipamentos, aparelhos e ferramentas utilizados. Elaborar relatórios e preencher documentação técnica relativa à atividade desenvolvida. Perfil Profissional: Mecânico(a) de Veículos Ligeiros - Nível de Qualificação - 2 Área de Atividade - AUTOMÓVEL Objetivo Global - Proceder à manutenção, diagnosticar anomalias e efetuar reparações nos diversos sistemas mecânicos de automóveis ligeiros de acordo com os parâmetros e especificações técnicas definidas pelos fabricantes e com as regras de segurança e de proteção ambiental aplicáveis. Saída(s) Profissional(is) - Mecânico(a) de Automóveis Ligeiros Atividades Principais 1. Analisar documentação técnica de sistemas mecânicos de automóveis ligeiros, nomeadamente, instruções técnicas do fabricante a fim de proceder à manutenção, ao diagnóstico de anomalias, a reparações e a ensaios. 2. Proceder à manutenção, ao diagnóstico de anomalias e a reparações em motores a gasolina e a gasóleo de automóveis ligeiros, utilizando as técnicas e procedimentos adequados, de acordo com a tecnologia dos mesmos e os parâmetros e especificações técnicas definidas pelos fabricantes: 2.1. Verificar o funcionamento de motores a gasolina e a gasóleo, utilizando os equipamentos de diagnóstico adequados; 2.2. Corrigir anomalias em motores, desmontando os seus componentes e efetuando operações de reparação ou substituição dos mesmos, utilizando as ferramentas e instrumentos adequados; PCA Projeto Curricular de Agrupamento
22 2.3. Ensaiar os motores reparados, efetuando os testes adequados, com equipamentos de ensaio e/ou testes de estrada, a fim de comprovar o correto funcionamento dos mesmos. 3. Proceder ao diagnóstico de anomalias e a reparações em sistemas de direção, de suspensão, de travagem e de segurança ativa de automóveis ligeiros, utilizando as técnicas e procedimentos adequados, de acordo com a tecnologia dos mesmos e os parâmetros e especificações técnicas definidas pelos fabricantes: 3.1. Verificar o funcionamento e o estado de conservação dos diferentes componentes de sistemas de direção, de suspensão, de travagem e de segurança ativa, utilizando os equipamentos de diagnóstico adequados; 3.2. Corrigir as anomalias dos sistemas de direção, de suspensão, de travagem e de segurança ativa, efetuando operações de reparação ou substituição de componentes, utilizando as ferramentas e instrumentos adequados; 3.3. Ensaiar os sistemas de direção, de suspensão, de travagem e de segurança ativa reparados, efetuando os testes adequados, com equipamentos de ensaio e/ou testes de estrada, a fim de comprovar o correto funcionamento dos mesmos. 4. Verificar o estado de conservação de jantes e pneus de automóveis ligeiros, diagnosticar eventuais anomalias e proceder à substituição daqueles, utilizando as técnicas e procedimentos adequados. 5. Proceder ao diagnóstico de anomalias e a reparações em sistemas de transmissão de automóveis ligeiros, utilizando as técnicas e procedimentos adequados, de acordo com a tecnologia dos mesmos e os parâmetros e especificações técnicas definidas pelos fabricantes: 5.1. Verificar o funcionamento e o estado de conservação dos diferentes componentes de sistemas de transmissão, utilizando os equipamentos de diagnóstico adequados; 5.2. Corrigir as anomalias dos sistemas de transmissão, efetuando operações de reparação ou substituição de componentes, utilizando as ferramentas e aparelhos adequados; 5.3. Ensaiar os sistemas de transmissão reparados, efetuando os testes adequados com equipamentos de ensaio e/ou testes de estrada, a fim de comprovar o correto funcionamento dos mesmos. 6. Proceder ao diagnóstico de anomalias e a reparações em sistemas de ignição, de alimentação, de sobrealimentação e de antipoluição de automóveis ligeiros, utilizando as técnicas e procedimentos adequados, de acordo com a tecnologia dos mesmos e os parâmetros e especificações técnicas definidas pelos fabricantes: 6.1. Verificar o funcionamento e o estado de conservação dos diferentes componentes de sistemas de ignição, de alimentação, de sobrealimentação e de antipoluição, utilizando os equipamentos de diagnóstico adequados; 6.2. Corrigir as anomalias dos sistemas de ignição, de alimentação, de sobrealimentação e de antipoluição, efetuando operações de reparação ou substituição de componentes, utilizando as ferramentas e instrumentos adequados; 6.3. Ensaiar os sistemas de ignição, de alimentação, de sobrealimentação e de antipoluição reparados, efetuando os testes adequados, com equipamentos de ensaio a fim de comprovar o correto funcionamento dos mesmos. PCA Projeto Curricular de Agrupamento
23 7. Proceder ao diagnóstico de anomalias e a reparações em sistemas de arrefecimento e de lubrificação de automóveis ligeiros, utilizando as técnicas e procedimentos adequados, de acordo com a tecnologia dos mesmos e os parâmetros e especificações técnicas definidas pelos fabricantes: 7.1. Verificar o funcionamento e o estado de conservação dos diferentes componentes de sistemas de arrefecimento e lubrificação, utilizando os equipamentos de diagnóstico adequados; 7.2. Corrigir as anomalias dos sistemas de arrefecimento e lubrificação, efetuando operações de reparação ou de substituição de componentes, utilizando as ferramentas e instrumentos adequados; 7.3. Ensaiar os sistemas de arrefecimento e de lubrificação reparados, efetuando os testes adequados, com equipamentos de ensaio, a fim de comprovar o correto funcionamento dos mesmos. 8. Verificar o funcionamento e o estado de conservação dos diferentes componentes de sistemas de carga e de arranque de automóveis ligeiros e proceder ao diagnóstico de avarias e substituição de peças danificadas, utilizando as técnicas e procedimentos adequados. 9. Verificar o funcionamento e o estado de conservação dos diferentes componentes de sistemas mecânicos de climatização de automóveis ligeiros e proceder ao diagnóstico de avarias e substituição de peças danificadas, utilizando as técnicas e procedimentos adequados. 10. Proceder à limpeza e à lavagem de componentes e órgãos dos sistemas a reparar ou em reparação utilizando os procedimentos e produtos adequados e de acordo com as regras de proteção ambiental. 11. Proceder à manutenção da sua área de trabalho, efetuando a conservação e a limpeza de equipamentos, aparelhos e ferramentas utilizados no diagnóstico de avarias e na reparação de órgãos e sistemas de automóveis ligeiros. 12. Elaborar relatórios e preencher documentação técnica relativa à atividade desenvolvida. Conhecimentos e Capacidades Saberes Noções de: 1. Língua inglesa ou outra língua estrangeira adequada à atividade. 2. Desenho técnico (interpretação de esquemas de montagem de peças mecânicas e de componentes elétricos). 3. Matemática (cálculo aritmético, percentagens, proporções e equações simples). 4. Eletricidade (baterias, alternadores e circuitos elétricos). 5. Física e química (matéria, combustão e mecânica). 6. Eletrónica (tecnologia dos órgãos de comando dos sistemas de automóveis ligeiros). 7. Normas e padrões de qualidade. 8. Proteção ambiental. 9. Informática aplicada à atividade. 10. Comunicação e relações interpessoais Conhecimentos de: 11. Segurança, higiene e saúde aplicadas à atividade profissional. PCA Projeto Curricular de Agrupamento
24 12. Normas técnicas (interpretação de instruções técnicas dos fabricantes). 13. Metrologia (grandezas, processos de medição, padrões e tolerâncias). 14. Tecnologia mecânica. 15. Tecnologia dos materiais. 16. Tecnologia dos equipamentos utilizados no diagnóstico de avarias em automóveis ligeiros. 17. Tipos de aparelhos e ferramentas utilizadas na reparação de automóveis ligeiros. Conhecimentos aprofundados de: 18. Constituição, funcionamento e regulação de motores a gasolina e a gasóleo de automóveis ligeiros. 19. Constituição, funcionamento e regulação de sistemas de direção, de suspensão, de travagem e de segurança ativa de automóveis ligeiros. 20. Constituição, funcionamento e regulação de sistemas de transmissão de automóveis ligeiros. 21. Constituição, funcionamento e regulação de sistemas de ignição de automóveis ligeiros. 22. Constituição, funcionamento e regulação de sistemas de alimentação, de sobrealimentação e de antipoluição de automóveis ligeiros. 23. Constituição, funcionamento e regulação de sistemas de arrefecimento e de lubrificação de automóveis ligeiros. 24. Constituição, funcionamento e regulação de sistemas de carga e arranque de automóveis ligeiros. 25. Processos de reparação e ensaio de motores de automóveis ligeiros. 26. Processos de reparação e ensaio de sistemas de direção, de suspensão, de travagem e de segurança ativa de automóveis ligeiros. 27. Processos de diagnóstico de anomalias e substituição de jantes e pneus de automóveis ligeiros. 28. Processos de reparação e ensaio de sistemas de transmissão de automóveis ligeiros. 29. Processos de reparação e ensaio de sistemas de ignição de automóveis ligeiros. 30. Processos de reparação e ensaio de sistemas de alimentação, de sobrealimentação e de antipoluição de automóveis ligeiros. 31. Processos de reparação e ensaio de sistemas de arrefecimento e de lubrificação de automóveis ligeiros. 32. Processos de diagnóstico de avarias e de substituição de componentes de sistemas de carga e arranque de automóveis ligeiros. 33. Processos de diagnóstico de avarias e de substituição de componentes de sistemas mecânicos de climatização de automóveis ligeiros. Saberes-Fazer 1. Interpretar esquemas e desenhos técnicos e utilizar manuais e outra documentação técnica dos diversos sistemas de automóveis ligeiros. 2. Aplicar as normas e procedimentos de segurança, higiene e saúde e de proteção ambiental respeitantes à atividade profissional. 3. Identificar e utilizar os equipamentos de diagnóstico de avarias em sistemas de automóveis ligeiros. 4. Identificar e utilizar os diferentes tipos de aparelhos e ferramentas utilizados na reparação dos diversos sistemas de automóveis ligeiros. 5. Identificar e reconhecer as características do funcionamento de motores a gasolina e a gasóleo de automóveis ligeiros. PCA Projeto Curricular de Agrupamento
25 6. Utilizar os métodos e as técnicas adequados à deteção de anomalias em motores a gasolina e a gasóleo de automóveis ligeiros. 7. Aplicar as técnicas de reparação de motores a gasolina e a gasóleo de automóveis ligeiros. 8. Utilizar as técnicas de ensaio de motores a gasolina e a gasóleo de automóveis ligeiros. 9. Identificar e reconhecer as características do funcionamento de sistemas de direção, de suspensão, de travagem e de segurança ativa de automóveis ligeiros. 10. Utilizar os métodos e as técnicas adequadas à deteção de anomalias em sistemas de direção, de suspensão, de travagem e de segurança ativa de automóveis ligeiros. 11. Aplicar as técnicas de reparação de sistemas de direção, de suspensão, de travagem e de segurança ativa de automóveis ligeiros. 12. Utilizar as técnicas de ensaio de sistemas de direção, de suspensão, de travagem e de segurança ativa de automóveis ligeiros. 13. Utilizar os métodos e as técnicas adequadas à deteção de anomalias em jantes e pneus de automóveis ligeiros. 14. Aplicar as técnicas de substituição de jantes e pneus de automóveis ligeiros. 15. Identificar e reconhecer as características do funcionamento de sistemas de transmissão de automóveis ligeiros. 16. Utilizar os métodos e as técnicas adequadas à deteção de anomalias em sistemas de transmissão de automóveis ligeiros. 17. Aplicar as técnicas de reparação de sistemas de transmissão de automóveis ligeiros. 18. Utilizar as técnicas de ensaio de sistemas de transmissão de automóveis ligeiros. 19. Identificar e reconhecer as características do funcionamento de sistemas de ignição de automóveis ligeiros. 20. Utilizar os métodos e as técnicas adequados à deteção de anomalias em sistemas de ignição de automóveis ligeiros. 21. Aplicar as técnicas de reparação de sistemas de ignição de automóveis ligeiros. 22. Utilizar as técnicas de ensaio de sistemas de alimentação, de sobrealimentação e de antipoluição de automóveis ligeiros. 23. Identificar e reconhecer as características do funcionamento de sistemas de alimentação, de sobrealimentação e de antipoluição de automóveis ligeiros. 24. Utilizar os métodos e as técnicas adequados à deteção de anomalias em sistemas de alimentação e de sobrealimentação e de antipoluição de automóveis ligeiros. 25. Aplicar as técnicas de reparação de sistemas de alimentação, de sobrealimentação e antipoluição de automóveis ligeiros. 26. Utilizar as técnicas de ensaio de sistemas de alimentação, de sobrealimentação e de antipoluição de automóveis ligeiros. 27. Identificar e reconhecer as características do funcionamento de sistemas de arrefecimento e de lubrificação de automóveis ligeiros. 28. Utilizar os métodos e as técnicas adequados à deteção de anomalias em sistemas de arrefecimento e de lubrificação de automóveis ligeiros. 29. Aplicar as técnicas de reparação de sistemas de arrefecimento e de lubrificação de automóveis ligeiros. PCA Projeto Curricular de Agrupamento
26 30. Aplicar as técnicas de reparação de sistemas mecânicos de climatização de automóveis ligeiros. 31. Utilizar as técnicas de ensaio de sistemas de arrefecimento e lubrificação de automóveis ligeiros. 32. Identificar e reconhecer as características do funcionamento de sistemas de carga e de arranque de automóveis ligeiros. 33. Utilizar os métodos e as técnicas adequados à deteção de avarias em sistemas de carga e de arranque de automóveis ligeiros. 34. Aplicar as técnicas de substituição de componentes de sistemas de carga e de arranque de automóveis ligeiros. 35. Utilizar as técnicas e os produtos adequados à manutenção das condições de limpeza de componentes e órgãos dos sistemas de automóveis ligeiros. 36. Utilizar os procedimentos e produtos adequados à manutenção das condições de limpeza da área de trabalho, das ferramentas e dos equipamentos utilizados. 37. Utilizar a documentação técnica respeitante ao registo da atividade desenvolvida. Saberes-Ser 1. Interagir com outros intervenientes no processo de diagnóstico de avarias e de reparação de automóveis ligeiros. 2. Organizar a sua área de trabalho de forma a responder às solicitações do serviço. 3. Integrar as normas e procedimentos de segurança, higiene, saúde e proteção do ambiente no exercício da sua atividade profissional. 4. Assumir atitudes de responsabilidade no desempenho das suas atividades. 5. Manter comportamentos assertivos nas relações com os outros. 6. Colaborar na consecução dos objetivos definidos. 7. Tomar iniciativa no sentido de encontrar soluções na resolução de problemas técnicos. 8. Adaptar-se a novas tecnologias. Formação Profissional - Áreas Temáticas Domínio Sociocultural Desenvolvimento social e pessoal Legislação laboral e da atividade profissional Língua inglesa ou outra língua estrangeira Tecnologias de informação e comunicação Domínio Científico-tecnológico Ambiente, segurança e higiene no trabalho Informática aplicada à atividade Desenho técnico Eletricidade Eletrónica Controlo da qualidade e organização do trabalho Metrologia Matemática PCA Projeto Curricular de Agrupamento
27 Mecânica Física, química e materiais Motores de automóveis ligeiros Sistemas de direção e de suspensão de automóveis ligeiros Sistemas de travagem e de segurança ativa de automóveis ligeiros Jantes e pneus de automóveis ligeiros Sistemas de transmissão de automóveis ligeiros Sistemas de ignição de automóveis ligeiros Sistemas de alimentação, sobrealimentação e de antipoluição de automóveis ligeiros Sistemas de arrefecimento e de lubrificação do motor de automóveis ligeiros Sistemas mecânicos de climatização de automóveis ligeiros Sistemas de carga e de arranque de automóveis ligeiros Técnicas de diagnóstico de avarias de automóveis ligeiros Técnicas de reparação e ensaio de sistemas mecânicos de automóveis ligeiros Este curso integra uma componente teórica e uma componente prática a desenvolver em contexto de formação e em contexto real de trabalho. PCA Projeto Curricular de Agrupamento
28 4.3. Ensino Secundário De acordo com o Decreto-lei n.º 139/2012, de 5 de julho, alterado pelo Decreto-Lei n.º 91/2013, de 10 de julho, que regulamenta a oferta educativa para crianças e jovens, incluindo o nível secundário de educação e formação, e partindo dos seguintes pressupostos: Aposta na continuidade das grandes áreas de formação científico-humanísticas atualmente existentes, para as quais existem recursos humanos com experiência na sua lecionação e materiais suficientes; Consolidação da oferta nas áreas de formação profissional já existentes e para as quais a escola possui recursos humanos e materiais, bem como parcerias já estabelecidas com empresas; Área de influência geográfica que, em algumas áreas de formação técnica e profissional, corresponde a um público-alvo dos concelhos de Oeiras, Cascais e Sintra; Reforço da imagem do Agrupamento de Escolas de Paço de Arcos, através da Escola Secundária Luís de Freitas Branco, como instituição formativa com forte componente científica e tecnológica, visando o aprofundamento gradual da sua vertente de formação pós-básica, numa perspetiva de prosseguimento de estudos e/ou inserção na vida ativa; O AEPA propôs, em rede escolar, que a sua oferta curricular fosse diversificada e adequada à procura do meio onde se insere e às suas capacidades, sendo o nível secundário de ensino e formação desenvolvidos na Escola Secundária Luís de Freitas Branco. Assim, o agrupamento disponibiliza a seguinte oferta educativa de nível secundário: Cursos Científico-humanísticos - essencialmente dirigidos para os alunos que pretendem prosseguir estudos no ensino superior: - Ciências e Tecnologias - Artes Visuais - Ciências Socioeconómicas - Línguas e Humanidades Cursos Profissionais - para os alunos que pretendem obter uma qualificação profissional (de nível 4) tendo em vista a integração no mundo do trabalho, mantendo a possibilidade de prosseguir estudos em cursos pós-secundários de especialização tecnológica ou no ensino superior: - Curso Profissional de Técnico de Apoio à Gestão Desportiva - Curso Profissional de Técnico de Comércio - Curso Profissional de Técnico de Gestão - Curso Profissional de Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos - Curso Profissional de Técnico de Manutenção Industrial (variante de Mecatrónica Automóvel) - Curso Profissional de Técnico de Receção De acordo com as matrizes curriculares e as orientações em vigor, o agrupamento definiu as opções para cada um dos cursos de acordo com os quadros apresentados nas secções seguintes. PCA Projeto Curricular de Agrupamento
29 Cursos Científico-humanísticos Curso de Ciências e Tecnologias Componentes de Formação Geral Específica Opção b) Opção c) c1 c2 Disciplinas Carga horária Semanal (x 45m) 10º 11º 12º Ex Nac f) Português X Língua Estrangeira I, II ou III a) Filosofia X Educação Física Matemática A X Física e Química A X Biologia e Geologia X Geometria Descritiva A X Biologia Geologia Física Química Psicologia B Aplicações Informáticas B Ed. Moral e Religiosa d) Curso de Línguas e Humanidades Componentes de Formação Geral Específica Opção b) Opção c) c1 c2 Disciplinas Carga horária Semanal (x 45m) 10º 11º 12º Ex Nac f) Português X Língua Estrangeira I, II ou III a) Filosofia X Educação Física História A X Matem. Aplicada às C. Sociais X Geografia A X Literatura Portuguesa X Língua Estrangeira I, II ou III a) X Filosofia A Geografia C Líng. Estrangeira I, II ou III e) Literaturas de Líng. Portuguesa Psicologia B Sociologia Direito Aplicações Informáticas B Ed. Moral e Religiosa d) PCA Projeto Curricular de Agrupamento
30 Curso de Artes Visuais Componentes de Formação Geral Opção b) Específica c1 Opção c) c2 Disciplinas Carga horária Semanal (x 45m) 10º 11º 12º Ex Nac f) Português X Língua Estrangeira I, II ou III a) Filosofia X Educação Física Desenho A X Geometria Descritiva A X Matemática B X História da Cultura e das Artes X Oficina de Artes Oficina Multimédia B Aplicações Informáticas B Psicologia B Ed. Moral e Religiosa d) NOTAS: Curso de Ciências Socioeconómicas Componentes de Formação Geral Específica Opção b) Opção c) c1 c2 Disciplinas Carga horária Semanal (x 45m) 10º 11º 12º Ex Nac f) Português X Língua Estrangeira I, II ou III a) Filosofia X Educação Física Matemática A X Geografia A X Economia A X História B X Economia C Geografia C Sociologia Aplicações Informáticas B Psicologia B Direito Ed. Moral e Religiosa d) a) O aluno escolhe uma língua estrangeira: Inglês, Francês, Alemão ou Espanhol. Se tiver estudado apenas uma língua estrangeira no ensino básico, iniciará obrigatoriamente uma segunda língua no ensino secundário. No caso de o aluno iniciar uma língua, tomando em conta as disponibilidades da escola, poderá cumulativamente dar continuidade à Língua Estrangeira I como disciplina facultativa, com aceitação expressa do acréscimo de carga horária. No caso do Curso de Línguas e Humanidades: O aluno escolhe uma língua estrangeira: Inglês, Francês, Alemão ou Espanhol. Se tiver estudado apenas uma língua estrangeira no ensino básico, iniciará obrigato- PCA Projeto Curricular de Agrupamento
31 riamente uma segunda língua no ensino secundário. No caso de o aluno dar continuidade às duas línguas estrangeiras estudadas no ensino básico, deve inserir-se a Língua Estrangeira I na componente de formação geral e a Língua Estrangeira II na componente de formação específica. Se o aluno der continuidade a uma das línguas estrangeiras estudadas no ensino básico e iniciar uma nova língua estrangeira, esta deve integrar-se obrigatoriamente na componente de formação específica, inserindo-se, na componente de formação geral, uma das línguas estrangeiras já estudadas. Se o aluno pretender apenas iniciar uma nova língua estrangeira, a mesma insere-se na componente de formação geral. b) O aluno escolhe duas disciplinas bienais estruturantes. c) O aluno escolhe duas disciplinas anuais, sendo uma delas obrigatoriamente do conjunto de opções c1. Algumas disciplinas são condicionadas por precedência de frequência e aproveitamento de disciplinas bienais correspondentes ( ). d) Disciplina de frequência facultativa. e) O aluno deve escolher a língua estrangeira estudada na componente de formação geral, nos 10.º e 11.º anos. f) Os alunos podem optar por efetuar o exame nacional de Filosofia em alternativa à realização de um dos exames das disciplinas bienais da formação específica. Nota: Em todas as situações, o funcionamento de cada disciplina opcional está sujeito ao n.º mínimo de 20 alunos. PCA Projeto Curricular de Agrupamento
32 Cursos Profissionais A definição do elenco modular de cada disciplina assim como as orientações mais específicas de gestão pedagógica desta tipologia de educação e formação estão inseridas nas Orientações de Gestão Pedagógica dos Cursos Profissionais que, embora apresentadas em documento autónomo, complementam o PCA no que lhes diz respeito. Apresentam-se, de seguida, as respetivas estruturas curriculares. Curso: Técnico de Apoio à Gestão Desportiva Cursos iniciados a partir de 2009/10 (inclusive) Componentes de Formação Sociocultural Científica Técnica Disciplinas Carga horária Semanal (x45min.) 10º 11º 12º Carga horária total Português Língua Estrangeira I, II ou III a) (Inglês ou Espanhol inic./cont.) Área de Integração Tec. da Informação e Com. (TIC) Educação Física Matemática Psicologia Estudo do Movimento Prática de Ativ. Físicas e Desportivas Organização e Gestão do Desporto Gestão de Prog. e Proj. do Desporto Gestão de Instalações Desportivas Formação em Contexto de Trabalho - - 2d/sem Cursos iniciados a partir de 2013/14 (inclusive) Componentes de Formação Sociocultural Científica Técnica Disciplinas Carga horária Semanal (x45min.) 10º 11º 12º Carga horária total Língua Portuguesa Língua Estrangeira I, II ou III a) (Inglês ou Espanhol inic./cont.) Área de Integração Competências Para a Empregabilidade Educação Física Matemática Psicologia Estudo do Movimento Prática de Ativ. Físicas e Desportivas Organização e Gestão do Desporto Gestão de Prog. e Proj. do Desporto Gestão de Instalações Desportivas Formação em Contexto de Trabalho - 20 d 2d/sem PCA Projeto Curricular de Agrupamento
33 Curso: Técnico de Gestão Cursos iniciados a partir de 2009/10 (inclusive) Componentes de Formação Sociocultural Científica Técnica Disciplinas Carga horária Semanal (x45min.) 10º 11º 12º Carga horária total Português Língua Estrangeira I, II ou III a) (Inglês ou Espanhol inic./cont.) Área de Integração Tec. da Informação e Com. (TIC) Educação Física Matemática Economia Gestão Contabilidade e Fiscalidade Direito das Organizações Cálculo Financeiro e Estat. Aplicada Formação em Contexto de Trabalho - - 2d/sem Cursos iniciados a partir de 2013/14 (inclusive) Componentes de Formação Sociocultural Científica Técnica Disciplinas Carga horária Semanal (x45min.) 10º 11º 12º Carga horária total Língua Portuguesa Língua Estrangeira I, II ou III a) (Inglês ou Espanhol inic./cont.) Área de Integração Competências Para a Empregabilidade Educação Física Matemática Economia Gestão Contabilidade e Fiscalidade Direito das Organizações Cálculo Financeiro e Estat. Aplicada Formação em Contexto de Trabalho - 20 d 2d/sem PCA Projeto Curricular de Agrupamento
34 Curso: Técnico de Comércio Cursos iniciados a partir de 2009/10 (inclusive) Componentes de Formação Sociocultural Científica Técnica Disciplinas Carga horária Semanal (x45min.) Carga horária total 10º 11º 12º Português Língua Estrangeira I, II ou III a) (Inglês - Continuação) Área de Integração Tec. da Informação e Com. (TIC) Educação Física Matemática Economia Comercializar e Vender Organizar e Gerir a Empresa Comunicar no Ponto de Venda Comunicar em Espanhol b) Formação em Contexto de Trabalho - - 2d/sem Cursos iniciados a partir de 2013/14 (inclusive) Componentes de Formação Sociocultural Científica Técnica Disciplinas Carga horária Semanal (x45min.) Carga horária total 10º 11º 12º Língua Portuguesa Língua Estrangeira I, II ou III a) (Inglês - Continuação) Área de Integração Competências Para a Empregabilidade Educação Física Matemática Economia Comercializar e Vender Organizar e Gerir a Empresa Comunicar no Ponto de Venda Comunicar em Espanhol b) Formação em Contexto de Trabalho - 20 d 2d/sem PCA Projeto Curricular de Agrupamento
35 Curso: Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos Cursos iniciados a partir de 2009/10 (inclusive) Componentes de Formação Sociocultural Científica Técnica Carga horária Semanal (x45min.) Carga horária total Disciplinas 10º 11º 12º Português Língua Estrangeira I, II ou III a) (Inglês ou Espanhol inic./cont.) Área de Integração Tec. da Informação e Com. (TIC) Educação Física Matemática Física e Química Sistemas Operativos Arquitetura de Computadores Redes de Comunicação Programação e Sist. de Informação Formação em Contexto de Trabalho - - 2d/sem Cursos iniciados a partir de 2013/14 (inclusive) Componentes de Formação Sociocultural Científica Técnica Carga horária Semanal (x45min.) Carga horária total Disciplinas 10º 11º 12º Língua Portuguesa Língua Estrangeira I, II ou III a) (Inglês ou Espanhol inic./cont.) Área de Integração Competências Para a Empregabilidade Educação Física Matemática Física e Química Sistemas Operativos Arquitetura de Computadores Redes de Comunicação Programação e Sist. de Informação Formação em Contexto de Trabalho - 20 d 2d/sem PCA Projeto Curricular de Agrupamento
36 Curso: Técnico de Manutenção Industrial (Variante de Mecatrónica Automóvel) Cursos iniciados a partir de 2009/10 (inclusive) Componentes de Formação Sociocultural Científica Técnica Carga horária Semanal (x45min.) Carga horária total Disciplinas 10º 11º 12º Português Língua Estrangeira I, II ou III a) (Inglês ou Espanhol inic./cont.) Área de Integração Tec. da Informação e Com. (TIC) Educação Física Matemática Física e Química Tecnologia e Processos Organização Industrial Desenho Técnico Prática Oficinais Formação em Contexto de Trabalho - - 2d/sem Cursos iniciados a partir de 2013/14 (inclusive) Componentes de Formação Sociocultural Científica Técnica Carga horária Semanal (x45min.) Carga horária total Disciplinas 10º 11º 12º Língua Portuguesa Língua Estrangeira I, II ou III a) (Inglês ou Espanhol inic./cont.) Área de Integração Competências Para a Empregabilidade Educação Física Matemática Física e Química Tecnologia e Processos Organização Industrial Desenho Técnico Prática Oficinais Formação em Contexto de Trabalho - 20 d 2d/sem PCA Projeto Curricular de Agrupamento
37 Curso: Técnico de Receção Cursos iniciados a partir de 2010/11 (inclusive) Carga horária Semanal Carga Componentes de Disciplinas (x45min.) horária Formação 10º 11º 12º total Português Língua Estrangeira I, II ou III c) (Inglês - Continuação) Sociocultural Área de Integração Tec. da Informação e Com. (TIC) Educação Física Economia Científica Psicologia e Sociologia Matemática Informação Turística e Marketing Operações Técnicas de Receção Técnica Administ., Contabilidade e Legislação Comunicar em Espanhol Formação em Contexto de Trabalho - - 2d/sem Cursos iniciados a partir de 2013/14 (inclusive) Carga horária Semanal Carga Componentes de Disciplinas (x45min.) horária Formação 10º 11º 12º total Português Língua Estrangeira I, II ou III c) (Inglês - Continuação) Sociocultural Área de Integração Competências Para a Empregabilidade Educação Física Economia Científica Psicologia e Sociologia Matemática Informação Turística e Marketing Operações Técnicas de Receção Técnica Administ., Contabilidade e Legislação Comunicar em Espanhol Formação em Contexto de Trabalho - 20 d 2d/sem NOTAS: a) O aluno escolhe uma língua estrangeira: Inglês ou Espanhol. Se tiver estudado apenas uma língua estrangeira iniciará, obrigatoriamente, uma segunda língua no ensino secundário. b) O aluno pode optar entre Comunicar em Francês ou Comunicar em Espanhol, dependendo da LE que frequente na formação geral. Oferta do agrupamento: Comunicar em Espanhol. c) O aluno deverá dar continuidade a uma das línguas estrangeiras estudadas no ensino básico. No entanto, o agrupamento apenas oferece Inglês (Continuação). d) Deverá ser dada continuidade à Língua Estrangeira I ou II não oferecida na componente de formação sociocultural, ou ser iniciada uma Língua Estrangeira III. PCA Projeto Curricular de Agrupamento
38 5. GESTÃO DE CURRÍCULOS E ATIVIDADES E RECURSOS EDUCATIVOS 5.1. Articulação Vertical entre Ciclos de Estudos A articulação vertical do currículo entre os vários ciclos de estudo é crucial para a diminuição do impacto resultante das mudanças de ciclo, em especial quando estas implicam a mudança de escola. Assim, são estruturadas e planificadas atividades a realizar com regularidade com o objetivo de promover o conhecimento das diversas realidades educativas presentes no agrupamento. A título de exemplo, apresentam-se no quadro seguinte algumas das atividades desenvolvidas: Ligação Pré-Escolar / 1.º Ciclo Realização conjunta de atividades em momentos particulares do ano letivo (Natal, Carnaval, ). Visitas às Salas do 1.º Ciclo, com participação em atividades lúdico-pedagógicas. Continuidade, sempre que aconselhado, da constituição dos grupos/turmas. Ligação 1.º Ciclo / 2.º Ciclo Planificação conjunta dos conhecimentos e capacidades estruturantes do processo de ensino e aprendizagem. Realização na Escola Básica Integrada Dr. Joaquim de Barros de atividades desportivas, laboratoriais, de utilização das TIC ou na Biblioteca Escolar, destinadas aos alunos do 1.º Ciclo. Organização de atividades conjuntas entre alunos dos 1.º e 2.º Ciclos (por exemplo: encontros musicais, atividades teatrais, torneios desportivos, encontros de atletismo, etc.). Continuidade, sempre que aconselhado, da constituição dos grupos/turmas. Ligação 2.º Ciclo / 3.º Ciclo Planificação conjunta dos conhecimentos e capacidades estruturantes do processo de ensino e aprendizagem. Apresentação das ofertas educativas para o 3.º Ciclo. Realização de atividades conjuntas. Continuidade, sempre que aconselhado, da constituição dos grupos/turmas e, tanto quanto possível, promover a continuidade pedagógica de docentes entre os 2.º e 3.º Ciclos. Ligação 3.º Ciclo / Ensino Secundário Sensibilização aos diferentes percursos educativos de nível secundário. Exploração da oferta educativa de nível secundário existente no agrupamento, com a realização de atividades e mostras para os alunos do 3.º Ciclo promovidas pelos alunos do ensino secundário. Realização de torneios desportivos articulando os vários níveis de ensino. PCA Projeto Curricular de Agrupamento
39 5.2. Plano de Atividades de Turma (PAT) Na Educação Pré-Escolar é da inteira responsabilidade do educador conceber e gerir o Plano de Atividades de Turma/Grupo (PAT), inserindo-se este nas linhas orientadoras dos projetos curricular e educativo do agrupamento (PCA e PEA). Na elaboração do Plano de Atividades do Grupo deverá ter-se em conta as características do grupo e as necessidades das crianças. Decorrentes do Plano de Atividades de Turma/Grupo, poderão verificar-se situações pontuais de trabalho em colaboração com outros docentes em áreas especializadas, como por exemplo a música ou as ciências experimentais, cabendo ao educador em conjunto com o outro docente, planear, desenvolver e avaliar as atividades, nunca perdendo a perspetiva globalizante da ação educativa na Educação Pré-Escolar. O tempo das atividades de animação e de apoio à família será marcado por um processo educativo informal, tratando-se de um tempo em que a criança escolhe o que deseja fazer, não havendo a mesma preocupação com a necessidade de proporcionar aprendizagens estruturadas como acontece em tempo de atividade educativa/letiva. Estas atividades proporcionadas às crianças devem ser distintas da componente educativa sendo caracterizadas pelo seu caráter não obrigatório e pela natureza lúdica das experiências. É também da responsabilidade do educador a supervisão das atividade de animação e apoio à família. O PAT na Educação Pré-Escolar tem a seguinte estrutura: Diagnóstico o caraterização do grupo o identificação de interesses e necessidades o levantamento de recursos Fundamentação das opções educativas (tendo em conta o diagnóstico efetuado e as grandes opções educativas definidas no projeto curricular do Agrupamento) Metodologia o Organização do ambiente educativo do grupo do espaço do tempo da equipa do estabelecimento educativo o Intenções de trabalho para o ano letivo opções e prioridades curriculares objetivos/efeitos esperados o Estratégias pedagógicas e organizativas previstas das componentes educativa e de apoio à família previsão dos intervenientes e definição de papéis o Previsão de procedimentos de avaliação dos processos e dos efeitos com as crianças com a equipa com a família com a comunidade educativa PCA Projeto Curricular de Agrupamento
40 o Relação com a família e outros parceiros educativos o Comunicação dos resultados e divulgação da informação produzida o Planificação das atividades AEPA Agrupamento de Escolas de Paço de Arcos Nos restantes níveis de educação e ensino, a organização do Plano de Trabalho de Turma (PAT) tem como princípios orientadores a procura da interdisciplinaridade e a promoção do trabalho colaborativo. Organizase em torno dos seguintes aspetos fundamentais: Caraterização da Turma/Diagnóstico das Situações; Definição de um Plano de Atividades; Avaliação/Reformulação do Plano de Atividades; Avaliação Final. O Plano de Atividades de Turma (PAT) é elaborado pelo professor titular de turma, no 1.º ciclo, ou pelo diretor de turma, nos restantes ciclos e níveis de ensino, exprimindo a posição coletiva dos membros do conselho de turma. O PAT tem em consideração os contributos de todas as disciplinas, é suportado no diagnóstico inicial e atende às especificidades dos alunos da turma. Nele deverão constar todas as atividades que se prevê serem realizadas ao longo do ano letivo, de forma coordenada, refletindo o trabalho cooperativo dos membros do conselho de turma. O Plano de Atividades de Turma contribui para a concretização do currículo em cada turma, adequando-o às especificidades dos destinatários. A sua elaboração é orientada pelo seguinte esboço sequencial: Diagnóstico da situação da turma pelo conselho de turma, tendo presentes os seguintes aspetos: o Caraterização da Turma; o Identificação das dificuldades diagnosticadas e estratégias aplicadas; o Identificação dos conhecimentos e capacidades específicas, gerais e transversais a desenvolver. Contextualização das aprendizagens atividades propostas para o Plano Anual de Atividades e sua planificação conjunta. Definição das metas a atingir, tomando em consideração as dificuldades e potencialidades diagnosticadas e os resultados pretendidos. Estruturação da formação pessoal e social para os valores e para a cidadania, servindo as prioridades definidas pelo conselho de turma. Estruturação e planificação do trabalho a desenvolver (conteúdos programáticos a tratar e disciplinas/áreas disciplinares envolvidas) no âmbito da educação sexual, de acordo com o preconizado na Lei n.º 60/2009, de 6 de agosto e nas orientações curriculares estabelecidas na Portaria n.º 196-A/2010, de 9 de abril. Caraterização do trabalho a desenvolver em Cidadania e Assembleia de Turma (2.º e 3.º Ciclos do Ensino Básico) tendo em consideração a planificação e as orientações definidas para a escola em cada ano de escolaridade e atendendo às prioridades identificadas pelo conselho de turma. Atividades desenvolvidas no âmbito da aplicação dos Planos de Acompanhamento Pedagógico Individual" (PAPI), Tutorias ou outras medidas de apoio educativo não integradas nestes planos. PCA Projeto Curricular de Agrupamento
41 Avaliação o Criação de instrumentos e estratégias de avaliação e análise crítica dos resultados obtidos. o Relação das dificuldades diagnosticadas/estratégias aplicadas. o Balanço das atividades propostas para a turma/sua realização Tutorias As Tutorias visam o acompanhamento de alunos, individualmente ou em pequeno grupo, em função da sua caraterização. Objetivos: o Apoiar estratégias de estudo; o Orientar e aconselhar o aluno; o Melhorar a organização e métodos de trabalho. Funcionamento: Alunos propostos pelo conselho de turma/conselho de docentes, em articulação com o diretor de tuma/professor titular de turma, que elabora um programa de tutoria. O professor tutor deverá fazer uma avaliação no final de cada período Desenvolvimento da Formação Pessoal e Social e do Apoio ao Estudo O AEPA, no âmbito da sua autonomia promove o desenvolvimento de projetos e atividades que contribuam para a formação pessoal e social dos alunos, designadamente educação cívica, educação para a saúde, educação financeira, educação para os media, educação rodoviária, educação para o consumo, educação para o empreendedorismo e educação moral e religiosa, esta última de frequência facultativa. Esta componente de formação desenvolve-se com base na disciplina Cidadania e Assembleia de Turma, sendo concretizada e adaptada à turma no respetivo Plano de Atividades de Turma, assumindo uma natureza transversal e integradora. A disciplina de Cidadania e Assembleia de Turma (CAT), nos 2.º e 3.º ciclos, é um espaço privilegiado para o desenvolvimento da educação para a cidadania, constituindo um espaço de diálogo e reflexão sobre experiências vividas e preocupações sentidas pelos alunos e sobre questões relativas à sua participação, individual e coletiva na vida da turma, da escola e da comunidade. A atividade a desenvolver neste domínio contará também com sessões de informação e de debate. Com a organização e formalização da CAT, o agrupamento proporciona uma maior proximidade do acompanhamento da turma por parte do respetivo diretor de turma e possibilita melhores condições para o PCA Projeto Curricular de Agrupamento
42 desenvolvimento do Plano de Atividades de Turma, organizado e planificado com base no conselho de turma. Para promover uma maior coerência no desenvolvimento da disciplina de CAT, apresentam-se algumas orientações sobre os temas a abordar: Reflexão e discussão de temáticas relevantes e atuais no contexto da sociedade portuguesa, contribuindo para o desenvolvimento da consciência cívica dos alunos; Construção de um espaço de diálogo e reflexão sobre experiências vividas e preocupações sentidas pelos alunos; Promoção e valorização da participação dos alunos, individual e coletiva, na vida da turma, da escola e da comunidade; Outras temáticas, salientando-se: o 5.º ano: a educação cívica, a educação para a saúde e a educação rodoviária ; o 6.º ano: a educação cívica, a educação para os media e para o consumo e educação para a saúde e sexualidade ; o 7.º ano: a educação para os direitos humanos, a educação para os media, a educação para solidariedade e educação para a saúde e sexualidade ; o 8.º ano: a educação para solidariedade, a educação financeira, o ambiente e o consumo e a saúde e sexualidade ; o 9.º ano: conhecimento do mundo do trabalho e das profissões e a saúde e sexualidade. As competências a desenvolver, os conteúdos a abordar, as orientações para a planificação e os critérios de avaliação da Cidadania e Assembleia de Turma serão incluídas em orientações específicas a emitir pelo Conselho Pedagógico. O desenvolvimento da disciplina de Cidadania e Assembleia de Turma obedece a uma planificação que deve figurar no respetivo PAT, com a identificação dos conhecimentos a adquirir e das capacidades a desenvolver, as experiências de aprendizagem a promover e a respetiva calendarização. Nos 1.º e no 2.º Ciclos, desenvolve-se o Apoio ao Estudo, que visa promover a apropriação, pelos alunos, de métodos de estudo, de trabalho e de organização, assim como o desenvolvimento de atitudes e capacidades que favoreçam uma crescente autonomia na realização das suas próprias aprendizagens. Trata-se de desenvolver a capacidade de aprender a aprender. Os docentes com a responsabilidade do acompanhamento dos alunos no Apoio ao Estudo devem centrar a sua ação no desenvolvimento de competências transversais, uma vez que são aquelas que representam, de forma mais significativa, a estruturação do conhecimento de modo transversal a todas as áreas disciplinares do currículo. O Apoio ao Estudo é de frequência obrigatória para os alunos do 1º ciclo. No 2º ciclo é obrigatório para aqueles que forem indicados pelo conselho de turma, desde que obtido o acordo dos encarregados de educação pode e deve ser utilizado visando os objetivos: PCA Projeto Curricular de Agrupamento
43 Promover a melhoria das aprendizagens; Orientar o aluno na identificação e análise de estratégias e métodos de estudo; Complementar as estratégias de ensino através de uma pedagogia diferenciada; Desenvolver atividades como reforço nas disciplinas de Matemática e Português; Desenvolver competências de consulta e utilização de diversas fontes de informação; Orientar os alunos na autoavaliação relativamente à eficácia e métodos de estudo utilizados; Valorizar e promover o saber estar e o trabalhar em grupo; Desenvolver atividades no âmbito dos Planos de Acompanhamento Pedagógico Individual" (PAPI) dos alunos (Despacho normativo nº24-a/2012 -artigo 20º) O conselho de turma desempenha um importante papel no desenvolvimento das atividades relativas ao Apoio ao Estudo e à disciplina de Cidadania e Assembleia de Turma, nomeadamente na tomada de decisões, planificação, acompanhamento e avaliação dos resultados Atividades de Enriquecimento Curricular Em todos as escolas que integram o AEPA são promovidas atividades de enriquecimento do currículo e organizadas ofertas de apoio ao estudo, atividades extracurriculares e outras. Assim, cada uma das escolas organiza um conjunto de atividades adequados à sua população e aos seus recursos, procurando obter-se uma otimização global da sua utilização e promovendo e valorizando parcerias que permitam a partilha e coordenação de ofertas e recursos. No 1.º ciclo, são proporcionadas aos alunos atividades de enriquecimento do currículo, de caráter facultativo, de natureza eminentemente lúdica, formativa e cultural, incidindo, nomeadamente, nos domínios desportivo, artístico, científico e tecnológico, de ligação da escola com o meio, de solidariedade e voluntariado e da dimensão europeia na educação. Nos ensinos básico e secundário, em complemento das atividades curriculares e valorizando a participação dos alunos, são organizadas e realizadas ações de formação cultural e de educação artística, de educação física e de desporto escolar, de educação para a cidadania, de inserção e de participação na vida comunitária, visando especialmente a utilização criativa e formativa dos tempos livres, orientadas, em geral, para a formação integral e para a realização pessoal dos alunos. Os projetos e atividades são aprovados anualmente pelo Conselho Pedagógico, tendo em conta as necessidades identificadas, as metas a desenvolver, bem como os recursos físicos e humanos existentes. Objetivos: o Reforçar o gosto pela prática regular da atividade física; PCA Projeto Curricular de Agrupamento
44 o Valorizar o sentido de cooperação com os outros; o Melhorar a autoestima; o Promover novas aquisições em áreas complementares do saber; o Desenvolver uma atitude cultural, ambiental e estética; o Ocupar os tempos sem carga letiva dos alunos; o Reforçar as competências dos alunos com necessidades educativas especiais. Funcionamento: o As atividades funcionam nos moldes definidos nos projetos aprovados em Conselho Pedagógico, conciliando as necessidades do Agrupamento e os recursos humanos e físicos. Estas atividades são sujeitas a uma avaliação no final de cada período e carecem de um número mínimo de inscritos para funcionar, a definir na respetiva ficha de projeto. Frequência: o Facultativa, sujeita a inscrição e com limite de 3 faltas injustificadas, quando se destinam à ocupação de tempos livres. o Quando as atividades são propostas no âmbito dos Planos de Acompanhamento Pedagógico Individual, a sua frequência torna-se obrigatória desde que obtido o acordo dos encarregados de educação. Assim, o AEPA oferece aos seus alunos: Atividades desportivas, enquadradas no Clube de Desporto Escolar que inclui um conjunto variado de modalidades/atividades desportivas ver quadro em anexo. Atividades de Educação para a Saúde e a Sexualidade dinamizadas, ao nível dos conselhos de turma e dos conselhos de docentes do 1.º ciclo, pelos respetivos docentes e, num âmbito mais alargado, ao nível do agrupamento, pelo PES Projeto de Educação para a Saúde ; Projetos diversos, previamente aprovados pelo conselho pedagógico e desenvolvidos pelas várias estruturas do agrupamento, nomeadamente, departamentos curriculares, grupos de docentes e conselhos de turma, os quais são estruturados no Plano Plurianual de Atividades e concretizados no Plano Anual de Atividades EDUCAÇÃO ESPECIAL A Educação Especial na Educação Pré-Escolar e nos Ensinos Básico e Secundário, organiza-se conforme o disposto no Decreto-Lei nº 3/2008, de 7 de janeiro. Tem por objetivo a inclusão educativa e social, o acesso e o sucesso educativo, a autonomia, a estabilidade emocional, bem como a promoção da igualdade de oportunidades, a preparação para o prosseguimento de estudos ou para um adequada preparação para a vida profissional e para uma transição da escola para o emprego das crianças e de jovens com necessidades educativas especiais de caráter permanente. Visa a criação de condições e adequações no processo educativo que respondam às necessidades dos alunos com limitações significativas ao nível da atividade e da participação num ou vários domínios de vida, decorrentes de alterações funcionais e estruturais, de caráter permanente, resultando em dificuldades continuadas ao nível da comunicação, da aprendizagem, da PCA Projeto Curricular de Agrupamento
45 mobilidade, da autonomia, do relacionamento interpessoal e da participação social. No sucesso da intervenção com os alunos com necessidades educativas especiais (NEE) assume particular importância a sua referenciação, o mais precoce possível. A referenciação consiste na comunicação formalizada de situações de alunos que possam indiciar a existência de necessidades educativas especiais de caracter permanente, passiveis de necessitarem de uma resposta no âmbito da educação especial. O processo de referenciação pode ser desencadeado pelo encarregado de educação, pelo educador de infância, pelo professor titular de turma ou diretor de turma, pelos serviços de saúde, da segurança social, de educação ou outros serviços da comunidade, junto da Direção do Agrupamento que o remete à equipa de educação especial. A esta cabe o papel de analisar a situação e, caso se justifique, proceder à avaliação especializada dos alunos por referência à Classificação Internacional de Funcionalidade (CIF-CJ). Apuradas as razões que determinam as necessidades educativas especiais, os alunos enquadram o Decreto-Lei nº 3/2008, de 7 de janeiro, no seguimento do qual é elaborado um Programa Educativo Individual (PEI), conjunta e obrigatoriamente, pelo educador de infância, professor titular de turma ou diretor de turma, docente de educação especial, encarregado de educação e outros técnicos. O coordenador do PEI, consoante o nível de educação ou ensino, é o educador de infância, professor titular de turma ou o diretor de turma. O PEI é um instrumento de trabalho que descreve o perfil de funcionalidade do aluno e explicita as diferentes medidas educativas que integram e regulam a adequação do processo de ensino e de aprendizagem, nomeadamente: o Apoio pedagógico personalizado, o Adequações curriculares individuais, o Adequações no processo de matrícula, Adequações no processo de avaliação, o Tecnologias de apoio, o Currículo Específico Individual (CEI). O CEI é um currículo que contém alterações significativas ao currículo comum, tem um cariz funcional e é estruturado para cada aluno, de acordo com o seu nível de funcionalidade, e necessidades específicas. Ou seja, pretende-se que: (i) (ii) (iii) (iv) as atividades propostas aos alunos sejam úteis para a sua vida escolar e pós-escolar; as competências a desenvolver tenham como critério a sua aplicabilidade a diferentes contextos de vida do aluno; as aprendizagens sejam realizadas, sempre que possível, em contextos reais; as atividades estejam relacionadas com a idade cronológica e interesses dos alunos. Neste sentido, este currículo substitui as competências definidas para o nível de educação ou ensino, mediante o parecer do conselho de docentes ou de turma. As alterações significativas no currículo comum podem conduzir à introdução, substituição ou eliminação de áreas curriculares, de objetivos e conteúdos. No 1º ciclo, tendo em conta a organização da estrutura geral do plano curricular, baseada num modelo de ensino globalizante, que privilegia o desenvolvimento integrado de estudos e atividades, a cargo de um professor único, a organização dos currículos específicos individuais tem sempre como referência as disciplinas PCA Projeto Curricular de Agrupamento
46 que compõem o plano curricular comum, podendo ser, em função do nível de funcionalidade do aluno, eliminadas disciplinas, substituídas e ou acrescentadas outras disciplinas. Nos 2º e 3º Ciclos e no Ensino Secundário, o Currículo Específico Individual organiza-se de acordo com as competências de cada aluno e as suas necessidades específicas, podendo contemplar disciplinas do currículo comum e disciplinas de caracter funcional, tais como: Português para a vida; Espanhol para a vida; Inglês para a vida; Ciências Naturais e Sociais para a vida; Físico-química para a vida; Matemática para a vida; TIC para a vida; Artes (Pintura; Música; Cerâmica); Formação para a vida (integra áreas como: autonomia nas atividades de vida diária, competências sociais, comunicação, mobilidade, conhecimento da comunidade e utilização de serviços, lazer e recreação e/ou outras áreas potenciadoras da funcionalidade do aluno). O desenvolvimento destes currículos é orientado e assegurado pela Direção e docentes de educação especial. Os alunos com currículo específico individual (CEI) não estão sujeitos ao regime de transição de ano escolar, nem ao processo de avaliação do regime educativo comum. Os alunos que em virtude das suas necessidades educativas de caráter permanente não atinjam as competências definidas no currículo comum, devem ter um Plano Individual de Transição (PIT) que complemente o PEI. O PIT é elaborado três anos antes da idade limite da escolaridade obrigatória. Este documento concretiza o projeto de vida do aluno tendo em vista a aquisição de competências necessárias à sua inserção na comunidade ou à sua integração numa instituição, com atividades de caráter ocupacional. Ao longo desses três anos, o aluno pode experienciar atividades de caráter formativo ou de estágios. Estas atividades e estágios podem efetuar-se em contexto escolar e/ou de trabalho real através de protocolos estabelecidos entre o Agrupamento de Escolas de Paço de Arcos e Instituições e Empresas. A Portaria n.º 275-A/2012, de 11 de setembro que regulamenta o ensino de alunos com currículo específico individual (CEI) de nível secundário em processo de transição para a vida pós-escolar, será implementada neste Agrupamento assim que estejam reunidas as condições para a sua viabilidade. Este Agrupamento de Escolas dispõe de uma Unidade de Apoio Especializado para Alunos com Multideficiência (UAEAM), sedeada na EB1/JI Maria Luciana Seruca. PCA Projeto Curricular de Agrupamento
47 5.7. Serviço de Psicologia e Orientação O Serviço de Psicologia e Orientação (SPO) é uma estrutura especializada de apoio educativo, integrada na rede escolar dos estabelecimentos de educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário. Neste agrupamento o serviço encontra-se sediado na Escola Secundária Luís de Freitas Branco e integra uma psicóloga. As atribuições do serviço de psicologia e orientação encontram-se definidas pelo Decreto-Lei n.º 190/91 de 17 de maio e enquadram-se em três grandes áreas de intervenção: Colaborar com os professores e/ou pais/encarregados de educação, na identificação/avaliação de alunos com necessidades educativas especiais e/ou outras, analisando e propondo estratégias de apoio psicopedagógico ou outras, que promovam o sucesso escolar e o desenvolvimento global dos jovens. Tendo em conta a dimensão do agrupamento, a diversidade de oferta educativa e o facto de este serviço integrar uma única profissional, o trabalho desenvolvido abrange maioritariamente os 2º e 3º ciclos do ensino básico e o ensino secundário; Apoiar os alunos no desenvolvimento do seu projeto vocacional, mediante ações de sensibilização/informação sobre as diferentes ofertas educativas e/ou dinamização de projetos de exploração vocacional. Este último em articulação com os diretores de turma e dirigido aos alunos do 9º ano de escolaridade. Ainda neste âmbito e dirigido aos alunos do 12º ano, dinamizar sessões de informação/sensibilização sobre o prosseguimento de estudos pós-secundário e acesso ao ensino superior. De caráter mais individualizado e de acordo com as solicitações, atender os alunos do ensino secundário no apoio ao planeamento da carreira ou ao nível da reorientação escolar e profissional; Estabelecer relações com outras entidades da comunidade (saúde, ação social, emprego, organismos ligados à formação profissional, empresas, outras escolas, etc.) procurando dar as respostas mais adequadas às diferentes solicitações. No desenvolvimento das suas atribuições, cabe aos profissionais do serviço de psicologia e orientação que desenvolvam a sua atividade no âmbito da área científica de psicologia, o dever de respeitar, na sua prática, as normas éticas e deontológicas do respetivo exercício profissional, de acordo com as orientações das associações científico-profissionais portuguesas e internacionais, nomeadamente, a salvaguarda da privacidade dos alunos e das suas famílias, da sua cultura, dos seus interesses e o respeito pela suas decisões. PCA Projeto Curricular de Agrupamento
48 5.8. Bibliotecas Escolares As Bibliotecas Escolares (BE), existentes em cada uma das escolas do Agrupamento de Escolas de Paço de Arcos, estão integradas na Rede de Bibliotecas Escolares e constituem polos aglutinadores de recursos educativos em diversos suportes e ambientes, com capacidade para estimular a curiosidade, imaginação e participação das crianças, jovens e adultos. No desenvolvimento dos respetivos Planos de Atividades procuram incutir práticas de investigação e construção do conhecimento e contribuir para a formação do espírito crítico, científico e cívico dos seus utilizadores. Através da sua ação informativa, formativa e recreativa, as BE visam contribuir para a melhoria das aprendizagens e para o desenvolvimento de valores e atitudes indispensáveis à formação da cidadania e à aprendizagem ao longo da vida. Prosseguem objetivos específicos nos domínios da promoção da leitura e literacias, do apoio ao desenvolvimento curricular, do treino das competências de informação e da dinamização cultural e social, articulando as suas atividades com as demais estruturas pedagógicas do agrupamento e os docentes. As BE são coordenadas por três professoras bibliotecárias, apoiadas, nas escolas de maior dimensão, por assistentes operacionais. São espaços de frequência voluntária ao serviço de toda a comunidade escolar. Nas bibliotecas os alunos podem ler, realizar trabalhos de casa, trabalhos de grupo, pesquisarem informação, ajudarem-se mutuamente e colaborarem uns com os outros. Os alunos podem ainda usufruir de audiovisuais e equipamento informático. Objetivos gerais das BE: Apoiar na pesquisa bibliográfica, na leitura orientada, no aconselhamento de livros e na orientação para a elaboração de trabalhos; Fomentar o gosto/prazer pela leitura e pela pesquisa de informação; Divulgar estratégias/métodos de recolha, seleção e tratamento de informação; Garantir o apoio pedagógico; Promover a animação cultural; Funcionar como instrumento privilegiado de cooperação com a comunidade educativa no seu todo. PCA Projeto Curricular de Agrupamento
49 5.9. Centro para a Qualificação e o Ensino profissional (CQEP) A atividade e atribuições do Centro para a Qualificação e o Ensino Profissional (CQEP) segue o definido na portaria nº 135-A/2013 de 28 de março. Atividade do CQEP a) Na informação, orientação e encaminhamento de jovens e de adultos que procurem uma formação escolar, profissional ou de dupla certificação e ou visem uma integração qualificada no mercado de emprego; b) No desenvolvimento de processos de reconhecimento, validação e certificação de competências, adiante designados processos de RVCC, adquiridas pelos adultos ao longo da vida, por vias formais, informais e não formais, nas vertentes escolar, profissional ou de dupla certificação, em estreita articulação com outras intervenções de formação qualificantes; c) Na resposta à necessidade de assegurar, complementarmente ao previsto nas alíneas anteriores, a integração na vida ativa e profissional das pessoas com deficiência e incapacidade; d) No apoio à Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional, I.P., (ANQEP,I.P.), no que se refere às suas competências específicas de definição de critérios de estruturação da rede e de implementação de mecanismos de acompanhamento e de monitorização das ofertas no âmbito do sistema de formação de dupla certificação. Atribuições do CQEP a) A informação, orientação e encaminhamento de jovens com idade igual ou superior a 15 anos ou, independentemente da idade, a frequentar o último ano de escolaridade do ensino básico, tendo por base as diferentes ofertas de educação e formação profissional, as possibilidades de prosseguimento de estudos e as oportunidades de emprego, procurando adequar as opções aos perfis, às necessidades, às motivações, às expectativas e capacidades individuais; b) A informação, orientação e encaminhamento de adultos, com idade igual ou superior a 18 anos de idade, tendo por base as diferentes modalidades de qualificação, designadamente o reconhecimento de competências ou ofertas de educação e formação profissional, as oportunidades de emprego ou de progressão profissional, procurando adequar as opções aos perfis, às necessidades, às motivações, às expectativas e capacidades individuais; c) O desenvolvimento de ações de informação e divulgação no âmbito de escolas do ensino básico e secundário, de centros do Instituto do Emprego e da Formação Profissional, I.P. (IEFP,I.P.), de entidades formadoras certificadas nos termos legalmente previstos e de empresas e outros empregadores, sobre as ofertas de educação e formação profissional disponíveis e ou sobre a relevância da aprendizagem ao longo da vida; d) O desenvolvimento de processos de RVCC, nas vertentes escolar, profissional ou de dupla certificação, com base nos referenciais do Catálogo Nacional de Qualificações (CNQ); e) A implementação de dispositivos de informação, orientação e divulgação, através de diferentes meios, que permitam antecipar as necessidades de qualificação e facilitar o ajustamento entre a procura e a oferta de soluções formativas; f) O estabelecimento de parcerias com outras entidades relevantes do território, que contribuam para uma intervenção mais integrada e consistente, na identificação de necessidades concretas de qualificação e na organização de respostas úteis para as populações no âmbito da educação e formação profissional. PCA Projeto Curricular de Agrupamento
50 5.10. Outros Serviços O Agrupamento de Escolas de Paço de Arcos disponibiliza ainda um conjunto alargado de outros serviços de apoio e enquadramento dos alunos. Assim, dispõe dos seguintes serviços: NIA Núcleo de Intervenção e Apoio aos Alunos, visando intervir e acompanhar os alunos na sequência de ordem de saída de sala de aula. Nas situações de ausência imprevista e não substituída de professor, os docentes afetos a estes serviços acompanham as turmas sem professor. Equipa PTE para apoio e desenvolvimento da estrutura informática de suporte das atividades administrativas e pedagógicas dos docentes. AVI Equipa de Avaliação Interna, que promove a avaliação institucional e, na sequência da reflexão sobre os resultados propõe e desenvolve Planos de Ação de Melhoria. PCA Projeto Curricular de Agrupamento
51 6. AVALIAÇÃO DAS APRENDIZAGENS 6.1. Preâmbulo Na Educação Pré-Escolar, as aprendizagens são avaliadas através da aquisição das competências com base nas Orientações Curriculares legalmente enquadradas pelo Despacho nº 5220/97, de 10 de julho. Assim, a avaliação na Educação Pré-Escolar está baseada num processo contínuo de análise que sustenta a adequação do processo educativo às necessidades de cada criança e do grupo, tendo em conta a sua evolução e assentando nos seguintes princípios: Coerência entre os processos de avaliação e os princípios subjacentes à organização e gestão do currículo definidos nas OCEPE; Utilização de técnicas e instrumentos de observação e registo diversificados; Caráter marcadamente formativo da avaliação; Valorização dos progressos da criança; Na Educação Pré-Escolar são intervenientes no processo de avaliação: o educador a(s) criança(s) a equipa os encarregados de educação As principais orientações e disposições relativas à avaliação das aprendizagens dos Ensinos Básico e Secundário estão previstas no Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho, alterado pelo Decreto-Lei n.º 91/2013, de 10 de julho. As disposições específicas relativas à avaliação dos alunos do ensino básico estão inscritas no Despacho Normativo n.º 24-A/2012, de 6 de dezembro, articulado com o Regulamento das provas e dos exames do Ensino Básico e do Ensino Secundário, o Despacho normativo n.º 5/2013, de 8 de abril, e com a realização de provas de diagnóstico de Inglês, a realizar no final do 9.º ano, de acordo com o Despacho n.º A/2013, de 11 de setembro. Por sua vez, os alunos dos Cursos de Educação e Formação têm os seus procedimentos estabelecidos no Despacho Conjunto n.º 453/2004, de 29 de junho, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 175, de 27 de julho de 2004, retificado pela retificação n.º 1673/2004, de 13 de agosto, publicada no Diário da República, 2.ª série, n.º 211, de 7 de setembro de 2004, alterado pelo despacho n.º 12568/2010, de 27 de julho, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 150, de 4 de agosto de 2010 e pelo despacho n.º 9752-A/2012, de 18 de julho, articulado com o Despacho Conjunto n.º 287/2005, de 4 de abril, no caso dos alunos que pretendem prosseguir os seus estudos nos Cursos Científico-humanísticos. A avaliação nos Cursos Científico-humanísticos é regulada pela Portaria n.º 243/2012, de 10 de agosto, retificada pela Declaração de Retificação n.º 51/2012, de 21 de setembro. As Provas e Exames do Ensino Básico e do Ensino Secundário estão regulamentadas através do Despacho Normativo n.º 5/2013, de 8 de abril, atrás referido. Os Cursos Profissionais são enquadrados em orientações próprias, constantes nas Orientações de Gestão Pedagógica para os Cursos Profissionais. PCA Projeto Curricular de Agrupamento
52 O Despacho Normativo nº24-a/ artigo 12º - define, no âmbito da avaliação sumativa interna, princípios de atuação e normas orientadoras para implementação, acompanhamento e avaliação de Planos de Acompanhamento Pedagógico Individual" (PAPI), como estratégias de intervenção tendo em vista a promoção do sucesso educativo dos alunos do ensino básico, e de Planos de Desenvolvimento, com o objetivo de promover a excelência. Estas medidas de apoio foram, por deliberação do Conselho Pedagógico, estendidas e adaptadas ao nível secundário de ensino. No âmbito da sua autonomia, compete ao agrupamento, em articulação com os serviços centrais e regionais da administração da educação, desenvolver e divulgar instrumentos de informação para os alunos, pais e encarregados de educação e demais elementos da comunidade educativa. A avaliação: constitui um processo regulador do ensino, orientador do percurso escolar e certificador dos conhecimentos adquiridos e capacidades desenvolvidas pelo aluno; tem por objetivo a melhoria do ensino através da verificação dos conhecimentos adquiridos e das capacidades desenvolvidas nos alunos e da aferição do grau de cumprimento das metas curriculares globalmente fixadas para os níveis de ensino básico e secundário; deve ser utilizada por professores e alunos para, em conjunto, melhorar o ensino e suprir as dificuldades de aprendizagem; permite conhecer o estado do ensino, retificar procedimentos e reajustar o ensino das diversas disciplinas aos objetivos curriculares fixados; intervêm todos os professores envolvidos, assumindo particular responsabilidade neste processo o professor titular de turma, no 1.º ciclo, e nos 2.º e 3.º ciclos do ensino básico e no ensino secundário, os professores que integram o conselho de turma, sem prejuízo da intervenção de alunos e encarregados de educação Princípios Orientadores da Avaliação O Agrupamento de Escolas de Paço de Arcos assume os seguintes princípios de alicerce da avaliação: Consistência entre os instrumentos de avaliação e os resultados pretendidos; Primazia da avaliação formativa (valorização dos processos de autoavaliação regulada); Valorização da evolução do aluno ao longo de cada ciclo; Transparência do processo de avaliação (clarificação e explicitação dos critérios). Os princípios de avaliação mencionados constituem referências comuns, no interior de cada escola, sendo operacionalizados pelo educador na Educação Pré-Escolar, pelo professor titular da turma, no 1º Ciclo e pelo conselho de turma nos 2º e 3º Ciclos e no Ensino Secundário, no âmbito do respetivo Plano de Atividades de Turma Critérios Gerais de Avaliação De acordo com os normativos legais, no início de cada ano escolar compete ao Conselho Pedagógico definir os critérios de avaliação das várias disciplinas em cada ano de escolaridade, sob proposta dos Departamentos Curriculares e/ou Equipas Disciplinares. Estes devem, em função dos objetivos, métodos, recursos PCA Projeto Curricular de Agrupamento
53 educativos e sua respetiva temporização, proceder à prévia elaboração de referenciais comuns, estruturados em áreas de conhecimento e capacidades e organizados de acordo com os seguintes pilares da aprendizagem: Aprender a conhecer; Aprender a fazer; Aprender a ser; e Aprender a viver com os outros. Para referenciar a avaliação dos alunos podem ser consideradas, entre outras, as seguintes áreas do conhecimento e ou capacidades: A aquisição de conhecimentos; O domínio progressivo de técnicas, habilidades e/ ou procedimentos (saber-fazer); O domínio da língua materna; Participação individual e/ ou em grupo nas atividades letivas e escolares; Desempenho dos alunos na avaliação; A criatividade e espírito crítico; A livre iniciativa e a autonomia; O sentido de responsabilidade; Domínio progressivo de métodos de trabalho e estudo; Relacionamento interpessoal e de grupo; Desenvolvimento das competências gerais, transversais e essenciais. Os critérios de avaliação constituem uma referência comum para os docentes, alunos e pais/encarregados de educação. Sustentam-se no currículo nacional, nos normativos legais e, sobretudo, nas necessidades dos alunos. São divulgados através do sítio da escola, pelos professores no início do ano letivo e pelos diretores de turma nas reuniões com os encarregados de educação, encontrando-se disponíveis para consulta. A componente de avaliação respeitante ao conjunto dos Pilares de Aprendizagem Aprender a viver com os outros e Aprender a ser não pode ter um peso inferior a 20% no Ensino Básico e nos Cursos Profissionais e a 10% no Ensino Secundário. PCA Projeto Curricular de Agrupamento
54 Instrumentos Intervenientes Ênfase Objetivos Periodicidade Finalidades AEPA Agrupamento de Escolas de Paço de Arcos 6.4. Modalidades de Avaliação Tendo como princípio o caráter contínuo e sistemático do processo de avaliação, são assumidas as modalidades de avaliação diagnóstica, formativa e sumativa, que se descrevem no quadro que se segue. Modalidades de Avaliação Diagnóstica Formativa Sumativa Obter indicações para apoiar o processo educativo de modo a sustentar o sucesso dos alunos. Determinar a posição dos alunos no início de uma unidade de ensino, período ou ano. Determinar as dificuldades de aprendizagem Regular o ensino e a aprendizagem. Informar o professor, o aluno, o encarregado de educação e os restantes intervenientes sobre os conhecimentos adquiridos e as capacidades desenvolvidas. Permitir a revisão e o melhoramento dos processos de ensino/aprendizagem. Tem caráter contínuo e sistemático. Informar o aluno e o encarregado de educação sobre os conhecimentos e capacidades definidos para cada disciplina e área curricular. Tomar decisões sobre a progressão, retenção ou reorientação do percurso educativo do aluno. Realiza-se no início de cada ano de escolaridade ou sempre que seja considerado oportuno, quando articulada com a avaliação formativa. Ocorre no final de cada período letivo, de cada ano letivo e de cada ciclo. Fundamentar estratégias de diferenciação pedagógica. Contribuir para a elaboração do Plano de Atividades de Turma. Permitir o reajustamento Plano de Atividades de Turma em função das necessidades educativas dos alunos. Fornecer ao professor, ao aluno, ao encarregado de educação e aos restantes intervenientes informação sobre o desenvolvimento dos conhecimentos e das capacidades. Gerar medidas pedagógicas adequadas às características dos alunos e à aprendizagem a desenvolver. Permite rever as aprendizagens e melhorar/reformular os processos de trabalho. Proporcionar um juízo globalizante sobre a aprendizagem realizada pelos alunos, visando a classificação e certificação, e inclui: a) A avaliação sumativa interna, da responsabilidade dos professores e dos órgãos de gestão e administração do agrupamento; b) A avaliação sumativa externa. Facilita a integração escolar do aluno. Apoia a orientação escolar e vocacional. Sintetiza as informações recolhidas sobre os conhecimentos e capacidades. Permite a tomada de decisões sobre o percurso escolar do aluno. Informa o aluno e o encarregado de educação sobre a aquisição de conhecimentos e o desenvolvimento das capacidades. Aluno. Professores. Conselho de Docentes. Docentes de Educação Especial. SPO. Aluno. Educadores de Infância. Professores. Docentes de Educação Especial. Serviço de Psicologia e Orientação (SPO). Aluno. Professor. Conselho de Docentes. Docentes de Ensino Especial. SPO. Encarregados de Educação. Fichas de avaliação formativa. Grelhas / Tabelas. Registos estruturados. Observações diretas e indiretas. Contratos pedagógicos. Auto e heteroavaliação. Trabalhos individuais e em grupo. Observações diretas e indiretas. Fichas de avaliação diagnóstica. Questionários / Entrevistas. Provas de avaliação (sumativa). Processo individual do aluno. Auto e heteroavaliação. Trabalhos individuais e em grupo. PCA Projeto Curricular de Agrupamento
55 6.5. Notação a utilizar Na Educação Pré-Escolar a informação resultante da observação/avaliação expressa-se de forma descritiva em todas as áreas e domínios das Orientações Curriculares. No 1º ciclo do Ensino Básico, a informação resultante da avaliação sumativa interna materializa-se de forma descritiva em todas as áreas curriculares, complementadas pelas menções de Fraco, Não Satisfaz, Satisfaz, Bom e Muito Bom, com exceção das disciplinas de Português e de Matemática no 4.º ano de escolaridade, a qual se expressa numa escala de 1 a 5. Nos 2º e 3º Ciclos a avaliação sumativa exprime-se numa escala de 1 a 5 nas áreas curriculares disciplinares, com exceção da disciplina de Cidadania e Assembleia de Turma (CAT), cuja avaliação é expressa através da atribuição de uma menção qualitativa de Não Satisfaz, Satisfaz ou Satisfaz Bem. No ensino secundário a avaliação sumativa é expressa na escala de 0 a 20 valores. Assim, no Agrupamento de Escolas de Paço de Arcos é adotada a seguinte nomenclatura em Fichas e Testes de Avaliação e Trabalhos, embora neste último caso a referência de avaliação possa ser apenas qualitativa: Ciclo ou nível de ensino Escala Nomenclatura de classificação Educação Pré-Escolar Qualitativo 1º Ciclo 0 100% Qualitativo / Quantitativo no 4.º ano em Português e Matemática 2º e 3º Ciclos 0 100% Quantitativo Adquirido Em aquisição Não adquirido Fraco - de 0 a 19% Não Satisfaz de 20 a 49% Satisfaz de 50 a 69% Bom de 70 a 89% Muito Bom 90% a 99% Excelente 100% Muito Insuficiente - de 0 a 19% Insuficiente de 20 a 49% Suficiente de 50 a 69% Bom de 70 a 89% Muito Bom 90% a 99% Excelente 100% Ensino Secundário 0 20 valores Quantitativo Menções facultativas. PCA Projeto Curricular de Agrupamento
56 6.6. Efeitos da Avaliação Sumativa Os efeitos da avaliação, formativa e sumativa são definidos no Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho, com as alterações que lhe foram introduzidas pelo Decreto Lei nº 91/2013, de 10 de julho. Assim, sem diminuir a necessidade de consulta e estudo dos diplomas regulamentares de cada tipologia de ensino e formação apresenta-se, de seguida, um extrato com os aspetos mais relevantes relativos aos Ensinos Básico e Secundário. O Despacho normativo nº24-a/ Processo de avaliação - Materializa a execução dos princípios enunciados no Decreto-Lei nº139/2012 de 5 de julho. Ensino Básico Artigo 25.º - Efeitos da avaliação 1 - A evolução do processo educativo dos alunos no ensino básico assume uma lógica de ciclo, progredindo para o ciclo imediato o aluno que tenha adquirido os conhecimentos e desenvolvido as capacidades definidas para cada ciclo de ensino. ( ) 4 - A avaliação sumativa dá origem a uma tomada de decisão sobre a progressão, retenção ou reorientação do percurso educativo do aluno. 5 - Em situações em que o aluno não adquira os conhecimentos nem desenvolva as capacidades definidas para o ano de escolaridade que frequenta, o professor titular de turma, no 1.º ciclo, ouvido o conselho de docentes, ou o conselho de turma, nos 2.º e 3.º ciclos, deve propor as medidas necessárias para colmatar as deficiências detetadas no percurso escolar do aluno, designadamente, nos 1.º e 2.º ciclos, o eventual prolongamento do calendário escolar para esses alunos. 6 - Caso o aluno não adquira os conhecimentos predefinidos para um ano não terminal de ciclo que, fundamentadamente, comprometam a aquisição dos conhecimentos e o desenvolvimento das capacidades definidas para um ano de escolaridade, o professor titular de turma, no 1.º ciclo, ouvido o conselho de docentes, ou o conselho de turma, nos 2.º e 3.º ciclos, pode, a título excecional, determinar a retenção do aluno no mesmo ano de escolaridade. 7 - O previsto no número anterior não se aplica ao 1.º ano de escolaridade. 8 - Verificando -se retenção, compete ao professor titular de turma, no 1.º ciclo, e ao conselho de turma, nos 2.º e 3.º ciclos, identificar os conhecimentos não adquiridos e as capacidades não desenvolvidas pelo aluno, as quais devem ser tomadas em consideração na elaboração do plano da turma em que o referido aluno venha a ser integrado no ano escolar subsequente. 9 - A disciplina de Educação Moral e Religiosa não é considerada para efeitos de progressão dos alunos. Artigo 26.º - Avaliação sumativa 1 - A avaliação sumativa no ensino básico geral ( ) traduz -se na formulação de um juízo global sobre a aprendizagem realizada pelos alunos, tendo como objetivos a classificação e a certificação e inclui: a) A avaliação sumativa interna que se realiza no final de cada período letivo e é da responsabilidade dos professores e dos órgãos de gestão pedagógica da escola; b) A avaliação sumativa externa, da responsabilidade dos serviços ou entidades do Ministério da Educação e Ciência designados para o efeito, que compreende a realização de provas finais nos 4.º, 6.º e 9.º anos de escolaridade, as quais incidem, respetivamente, sobre os conteúdos dos 1.º, 2.º e 3.º ciclos nas disciplinas de Português, Matemática e na disciplina de PLNM. PCA Projeto Curricular de Agrupamento
57 ( ) 4 - Quando, em sequência da aplicação das medidas previstas no n.º 5 do artigo anterior, houver lugar ao prolongamento da duração do ano letivo pode o aluno aceder à 2.ª fase das provas finais respetivas. ( ) Ensino secundário Artigo 28.º - Efeitos da avaliação ( ) 3 - A avaliação sumativa conduz à tomada de decisão, no âmbito da classificação e da aprovação em cada disciplina ou módulo, quanto à progressão nas disciplinas não terminais, à transição para o ano de escolaridade subsequente, à admissão à matrícula e à conclusão do nível secundário de educação. 4 - Exceto quando o aluno pretenda prosseguir estudos nesta área, a classificação na disciplina de Educação Física é considerada para efeitos de conclusão do nível secundário de educação, mas não entra no apuramento da média final. 5 - A disciplina de Educação Moral e Religiosa não é considerada para efeitos de progressão dos alunos. Artigo 29.º - Avaliação sumativa 1 - A avaliação sumativa consiste na formulação de um juízo global, tem como objetivos a classificação e a certificação e inclui: a) A avaliação sumativa interna, da responsabilidade dos professores e dos órgãos de gestão pedagógica da escola; b) A avaliação sumativa externa, da responsabilidade dos serviços ou entidades do Ministério da Educação e Ciência designados para o efeito, concretizada através da realização de provas e de exames finais nacionais. 2 - A avaliação sumativa externa aplica-se: a) Aos alunos dos cursos científico-humanísticos, excluindo os da modalidade de ensino recorrente; b) Aos alunos dos cursos científico-humanísticos da modalidade de ensino recorrente que pretendam prosseguir estudos em cursos de ensino superior conferentes de grau académico; c) A todos os alunos dos outros cursos que pretendam prosseguir estudos de ensino superior conferentes de grau académico. 3 - A avaliação sumativa externa para os alunos dos cursos científico-humanísticos realiza-se no ano terminal da respetiva disciplina, nos termos seguintes: a) Na disciplina de Português da componente de formação geral; b) Na disciplina trienal da componente de formação específica; c) Em duas disciplinas bienais da componente de formação específica, ou numa das disciplinas bienais da componente de formação específica e na disciplina de Filosofia da componente de formação geral, de acordo com a opção do aluno. 4 - A avaliação sumativa externa dos alunos dos cursos profissionais realiza-se nos termos seguintes: a) Na disciplina de Português da componente de formação geral dos cursos científico-humanísticos; b) Numa disciplina trienal da componente de formação específica, escolhida de entre as que compõem os planos de estudo dos vários cursos científico-humanísticos; c) Numa disciplina bienal da componente de formação específica, escolhida de entre as que compõem os planos de estudo dos vários cursos científico-humanísticos. ( ) PCA Projeto Curricular de Agrupamento
58 6.7. Condições para Retenção / Não Aprovação Apresentam-se, de seguida, alguns aspetos particulares decididos no AEPA: 1.º Ciclo No 1.º ano de escolaridade não há lugar a retenção, exceto se tiver sido ultrapassado o limite de faltas e, cumpridos os procedimentos previstos na lei, o professor titular da turma em articulação com o conselho de docentes, decida pela retenção do aluno. Um aluno retido no 2.º ou 3.º ano de escolaridade deverá integrar até ao final do ciclo a turma a que já pertencia, salvo se houver decisão em contrário do conselho de docentes ou do conselho pedagógico, de acordo com o previsto no Regulamento Interno. Nesta situação, o aluno será avaliado no final do 1.º ciclo e, caso tenha realizado as aprendizagens e conhecimentos adquiridos necessários para prosseguir com sucesso os seus estudos no ciclo ou nível de escolaridade subsequente, deverá transitar para o 2.º ciclo. Um aluno que revele capacidades de aprendizagem excecionais e um adequado grau de maturidade, a par do desenvolvimento das competências previstas para o ciclo que frequenta, poderá progredir mais rapidamente no ensino básico, nos seguintes termos: concluir o 1º ciclo com 9 anos de idade, completados até 31 de dezembro do ano respetivo, podendo completar o 1º ciclo em 3 anos, com os pareceres favoráveis do encarregado de educação do aluno, do Serviço de Psicologia e Orientação e do Conselho Pedagógico, sob proposta do professor titular da turma. 2.º Ciclo A avaliação da disciplina de oferta complementar Cidadania e Assembleia de Turma, não é considerada para efeitos de retenção de um aluno. No ano não terminal do 2.º Ciclo, o aluno não progride se tiver mais de três níveis inferiores a três no final do 3.º período. Nesta situação, o Conselho de Turma deve refletir sobre o efeito da não progressão do aluno, tendo em conta: aprendizagens, assiduidade, capacidades reveladas, competência em Português, comportamento, empenho, idade e retenção repetida. Quando um aluno não progride deve ser elaborado e aplicado um Plano de Acompanhamento, como medida especial de prevenção do insucesso repetido. A tomada de decisão relativamente a uma retenção repetida no 5.º ano, só ocorre após a aplicação da avaliação extraordinária prevista no n.º 4 do Despacho Normativo n.º 50/2005, de 9 de novembro. No final dos 2.º ciclo, o aluno não progride e obtém a menção de Não Aprovado(a) se: a) Tiver obtido classificação inferior a 3 nas disciplinas de Português e de Matemática; b) Tiver obtido classificação inferior a 3 em quaisquer três disciplinas. PCA Projeto Curricular de Agrupamento
59 3.º Ciclo A avaliação da disciplina de oferta complementar Cidadania e Assembleia de Turma, não é considerada para efeitos de retenção de um aluno. Nos 7.º e 8.º anos de escolaridade, um aluno não progride se tiver três ou mais níveis inferiores a três no final do 3.º período. Nesta situação, o Conselho de Turma deve refletir sobre o efeito da não progressão do aluno, tendo em conta: aprendizagens, assiduidade, capacidades reveladas, competência em Português, comportamento, empenho, idade e retenção repetida. Quando um aluno não progride deve ser elaborado e aplicado um Plano de Acompanhamento Pedagógico Individualizado (PAPI), como medida especial de prevenção do insucesso repetido. No final do 3.º ciclo, o aluno não progride e obtém a menção de Não Aprovado(a) se: a) Tiver obtido classificação inferior a 3 nas disciplinas de Português e de Matemática; b) Tiver obtido classificação inferior a 3 em quaisquer três disciplinas. 2.º e 3.º Ciclos Um aluno que revele capacidades de aprendizagem excecionais e um adequado grau de maturidade, a par do desenvolvimento das competências previstas para o ciclo que frequenta, poderá progredir mais rapidamente no ensino básico, nos seguintes termos: transitar de ano de escolaridade antes do final do ano letivo, uma única vez ao longo dos 2º e 3º ciclos, com os pareceres favoráveis do encarregado de educação do aluno, do Serviço Psicologia e Orientação e do Conselho Pedagógico sob proposta do conselho de turma. CEF - Cursos de Educação e Formação A avaliação dos alunos dos Cursos de Educação e Formação realiza-se por disciplina e por componente de formação, expressa-se numa escala de 1 a 5 e processa-se em momentos sequenciais ao longo do curso, sempre numa perspetiva globalizante. Para a conclusão do curso, com a certificação escolar e qualificação profissional, o aluno terá que obter nível igual ou superior a três em todas as componentes de formação, sendo que a componente de formação prática inclui a formação em contexto de trabalho (estágio) e a prova de avaliação final. Caso o aluno não tenha aproveitamento na componente tecnológica, não poderá frequentar a componente de formação prática, nem realizar a prova de avaliação final, não lhe sendo atribuída a qualificação profissional. A emissão de certificado escolar de conclusão do 9.º ano (alunos CEF), de acordo com o estipulado no ponto 3., do artigo 18.º do Despacho Conjunto n.º 453/2004, de 27 de julho, alterado pela Declaração de Retificação n.º1673/2004, será efetuada apenas e somente em condições excecionais, nomeadamente para alu- PCA Projeto Curricular de Agrupamento
60 nos enquadrados no regime da educação especial, ponderadas pelo conselho de turma e submetidas à aprovação do Conselho Pedagógico. Os alunos que concluírem com sucesso um CEF, só podem prosseguir estudos de nível secundário em Cursos Científico-humanísticos se realizarem as Provas Finais das disciplinas de Português e de Matemática e obtiverem, em ambas as disciplinas, uma classificação final igual ou superior a 3 (usando a mesma ponderação dos restantes alunos do 9.º ano de escolaridade). PCA Percurso Curricular Alternativo Os alunos dos PCA têm para a avaliação e progressão os mesmos referentes dos restantes alunos do 3.º ciclo. Os alunos que concluírem com sucesso um PCA só podem prosseguir estudos de nível secundário em Cursos Científico-humanísticos se realizarem as Provas Finais das disciplinas de Português e de Matemática e obtiverem, em ambas as disciplinas, uma classificação final igual ou superior a 3 (usando a mesma ponderação dos restantes alunos do 9.º ano de escolaridade). Ensino Secundário As condições de retenção, progressão, transição e aprovação dos cursos de nível secundário constam de regulamentação própria, no caso dos Cursos Científico-humanísticos (Portaria n.º 243/2012 de 10 de agosto, retificada pela Declaração de Retificação n.º 51/2012, de 21 de setembro) ou na Portaria n.º 550-C/2004 (alterada pela Portaria n.º 797/2006), em articulação com as Orientações de Gestão Pedagógica no caso dos Cursos Profissionais ministrados no AEPA. No entanto, apresenta-se uma síntese de alguns aspetos específicos: 1. Cursos Científico-humanísticos: Os alunos transitam de ano sempre que a classificação final não seja inferior a 10 valores a mais de duas disciplinas. Quando transitam para o ano seguinte com classificações inferiores a 10 valores em uma ou duas disciplinas, progridem nesta(s) disciplina(s), desde que a(s) classificação(ões) obtida(s) não seja(m) inferior(es) a 8 valores. Não progridem em disciplinas em que tenham obtido classificação inferior a 10 valores em dois anos consecutivos. Não aprovam numa disciplina plurianual, se no último ano de frequência a classificação alcançada for inferior a 8 valores, mesmo que a CIF seja igual ou superior a 10. A classificação interna final de uma disciplina corresponde à média aritmética das classificações obtidas em cada um dos anos em que foi lecionada, ficando aprovado quando aquela for igual ou superior a 10 valores. 2. Cursos Profissionais: A avaliação das disciplinas tem caráter específico e decorre da conclusão com aprovação da totalidade dos PCA Projeto Curricular de Agrupamento
61 módulos que a compõem. Para ser aprovado num módulo, o aluno necessita de ter, pelo menos, 90% do tempo letivo correspondente com assiduidade efetiva e classificação igual ou superior a 10 valores. Na Formação em Contexto de Trabalho o aluno deverá cumprir 95% do tempo correspondente e classificação igual ou superior a 10 valores. Os alunos dos cursos profissionais têm ainda, no final do 3.º ano, de realizar uma prova de aptidão que implica a defesa de um trabalho perante um júri que integra elementos responsáveis pelos cursos a nível interno, bem como representantes de associações empresariais, sindicais e profissionais de reconhecido mérito SITUAÇÕES ESPECIAIS Os alunos abrangidos pelo Decreto-Lei n.º 3/2008, de 7 de janeiro, serão avaliados, de acordo com o regime de avaliação definido para o currículo normal, salvo as situações seguintes: os alunos que no seu Programa Educativo Individual tenham a medida adequações no processo de avaliação são avaliados nos termos definidos no referido programa; os alunos que tenham no seu Programa Educativo Individual a medida currículo específico individual, ficam dispensados da realização dos exames nacionais do 9.º ano, obedecendo a sua avaliação ao definido no referido programa. Os alunos com Currículo Específico Individual mantêm-se no agrupamento, cumprindo a escolaridade obrigatória, seguindo o seu percurso escolar até ao nível secundário, de acordo com as condições estabelecidas na Portaria n.º 275-A/2012, de 11 de setembro, complementado com um plano individual de transição. Após a conclusão da escolaridade obrigatória, mediante requerimento do respetivo encarregado de educação, ou do próprio, à Direção do Agrupamento de Escolas de Paço de Arcos, será emitido um certificado de equivalência à escolaridade obrigatória para efeitos de admissão no mercado de trabalho Perfis de competências dos alunos do Ensino Básico e Secundário Considerando o perfil do aluno à saída do ensino básico ou do ensino secundário, de acordo com a definição das competências essenciais constantes da Lei de Bases do Sistema Educativo, e valorizando a identidade e o processo de ensino e aprendizagem estabelecido no agrupamento, tal como são assumidos no Projeto Educativo, estipulam-se como referências internas os seguintes perfis de saída para os alunos do Ensino Básico e Secundário do Agrupamento de Escolas de Paço de Arcos (AEPA): PCA Projeto Curricular de Agrupamento
62 Domínio das Atitudes e Valores Saber Ser / Saber Viver Domínio dos Saberes Saber Conhecer / Saber Fazer AEPA Agrupamento de Escolas de Paço de Arcos Perfil de competências do aluno do Ensino Básico Competências que definem o Perfil do Aluno que termina o Ensino Básico no AEPA Utiliza corretamente a língua portuguesa em diversas situações de comunicação. Utiliza línguas estrangeiras para a comunicação escrita e oral com outros em situações do quotidiano e para apropriação de informação. Mobiliza saberes culturais, científicos e tecnológicos para compreender a realidade e para abordar situações e problemas do quotidiano. Reconhece valores culturais, territoriais e históricos fundamentais de Portugal. Estabelece metodologias personalizadas de trabalho e de aprendizagem que desenvolvam a autonomia e a criatividade. Pesquisa, seleciona, organiza e interpreta informação de forma crítica e transforma-a em conhecimento mobilizável. Aplica estratégias adequadas à resolução de problemas e à tomada de decisões. Revela autonomia, criatividade e responsabilidade. Valoriza o trabalho e o esforço para a obtenção de resultados. Coopera com os outros na realização de projetos comuns. Participa na vida cívica de forma crítica e responsável, respeitando a diversidade humana. Reconhece os valores intrínsecos de disciplina, assiduidade e pontualidade. Relaciona harmoniosamente o corpo com o espaço, numa perspetiva pessoal e interpessoal promotora da saúde e da qualidade de vida. PCA Projeto Curricular de Agrupamento
63 Domínio das Atitudes e Valores Saber Ser / Saber Viver Domínio dos Saberes Saber Conhecer / Saber Fazer AEPA Agrupamento de Escolas de Paço de Arcos Perfil de competências do aluno do Ensino Secundário Competências que definem o Perfil do Aluno que termina o Ensino Secundário no AEPA Usa a linguagem portuguesa com correção e facilidade nos diversos modos de comunicação; Exprime-se apropriadamente pelo menos numa língua estrangeira e é capaz de se relacionar com outras culturas; Revela interesse e capacidade de pesquisar, tratar, produzir e comunicar informação, quer pelos meios tradicionais, quer através das novas tecnologias de informação e comunicação de modo a fazer face aos desafios que se colocam; Domina um pensamento autónomo e emancipado que por integração progressiva e criteriosa dos saberes parcelares, permita a elaboração de sínteses reflexivas pessoais, construtivas e abertas; Possui uma base sólida de cultura humanista, científica e tecnológica que lhe permita a escolha de uma profissão em que se sinta realizado; Manifesta a disponibilidade para uma aprendizagem ao longo da vida como condição necessária à adaptação a novas situações e à capacidade de resolver problemas; Revela autonomia, criatividade e responsabilidade; Revela capacidade para trabalhar individualmente e em grupo; Evidencia práticas de relacionamento interpessoal, com sentido de responsabilidade, cooperação e solidariedade; Assume o exercício de uma cidadania ativa, informando-se e participando no debate dos problemas de interesse público, nacionais e internacionais. Tem consciência e aplica práticas de vida saudável. PCA Projeto Curricular de Agrupamento
64 7. CURSOS DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO DE ADULTOS (Cursos EFA) Atualmente o AEPA oferece, na Escola Secundária Luís de Freitas Branco, Cursos de Educação e Formação de Adultos conferindo certificação escolar de nível básico e de nível secundário. Os Cursos de Educação e Formação de Adultos (EFA) são uma oferta integrada de Educação e Formação para públicos adultos, com idade igual ou superior a 18 anos, que possuam baixos níveis de escolaridade e ou de qualificação profissional. Estes cursos atribuem uma certificação escolar, que corresponde à escolaridade de doze, nove, seis ou quatro anos e aos níveis 3, 2 e 1 de qualificação. O modelo dos Cursos de Educação e Formação de Adultos assenta nos seguintes princípios orientadores: Abertura e flexibilidade Pluralidade e diversidade Integração e contextualização Aprendizagem por atividades integradoras Avaliação formativa Os Cursos de EFA de nível Básico contêm, na componente de formação de base, as Áreas de Competência-Chave de: Matemática para a Vida Linguagem e Comunicação Linguagem e Comunicação de Língua Estrangeira (apenas nos tipos B2 e B3) Cidadania e Empregabilidade Tecnologias de Informação e Comunicação Os Cursos de EFA de nível secundário contêm, na formação de base, três Áreas de Competência-Chave, nomeadamente: Cidadania e Profissionalidade Sociedade, Tecnologia e Ciência Cultura, Língua e Comunicação PCA Projeto Curricular de Agrupamento
65 7.1. Planos curriculares e referenciais de formação de nível básico Apresenta-se, de seguida, um quadro com os Planos Curriculares dos Cursos EFA de nível básico de educação: Percurso formativo Planos curriculares dos cursos de educação e formação de adultos Percursos formativos B1, B2, B1+B2, B3 e B2+B3 Durações máximas de referência (em horas) (a) Condições mínimas de acesso Aprender com autonomia Cursos EFA relativos ao 1.º ciclo do ensino básico Componentes da formação Formação de base (b) Formação tecnológica (b) B1 < 1.º ciclo do ensino básico Cursos EFA de nível 1 de qualificação do quadro nacional de qualificações B2 1.º ciclo do ensino básico 40 (c) B1+B2 < 1.º ciclo do ensino básico 40 (c) Cursos EFA de nível 2 de qualificação do quadro nacional de qualificações B3 2.º ciclo do ensino básico 40 (c) 900 (*) (d) B2+B3 1.º ciclo do ensino básico 40 (c) (*) (d) Cursos EFA relativos ao 1.ºciclo do ensino básico ou ao nível 1 ou ao nível 2 de qualificação do quadro nacional de qualificações Percurso flexível a partir de < 1.º ciclo do ensino básico 40 (c) (e) (*) (d) (e) (e) processo RVCC Total (a) No caso de cursos EFA que sejam desenvolvidos apenas em função de uma das componentes de formação, são consideradas as cargas horárias associadas especificamente à componente de formação de base ou tecnológica, respetivamente, acrescidas do módulo Aprender com Autonomia. (b) A duração mínima da formação de base é de 100 horas, bem como a da formação tecnológica. (c) Inclusão obrigatória de uma língua estrangeira com carga horária máxima de 50 horas para o nível B2 e de 100 horas para o nível B3. (d) Inclui, obrigatoriamente, pelo menos 120 horas de formação prática em contexto de trabalho, para os adultos nas situações previstas no n.º 2 do artigo 11.º da Portaria n.º 230/2008, de 7 de março, alterada pela Portaria n.º 283/2011, de 24 de outubro, ou seja, sempre que o adulto não exerça atividade correspondente à saída profissional do curso frequentado ou uma atividade profissional numa área afim. (e) O número de horas é ajustado (em termos de duração) em resultado do processo de RVCC, sempre que aplicável. (*) Este limite pode ser ajustado, tendo em conta os referenciais constantes no Catálogo Nacional de Qualificações. PCA Projeto Curricular de Agrupamento
66 Referencial de formação dos Cursos EFA de nível básico e de nível 1 ou 2 de qualificação profissional A componente de formação de base desenvolve-se de acordo com o Referencial de Competências-Chave para a Educação e Formação de Adultos Nível Básico, obedecendo ao seguinte desenho curricular: Referencial de formação dos cursos de educação e formação de adultos Percursos formativos B1, B2, B1+B2, B3 e B2+B3 Referencial geral de formação 7.2. Planos curriculares dos Cursos EFA de nível secundário (habilitação escolar) PERCURSOS FORMATIVOS S, TIPOS A, B OU C Durações máximas de referência (em horas) Percurso formativo Condições mínimas de acesso Componentes da formação Formação de base (a) PRA (b) S Tipo A 9.º ano (c) S Tipo B 10.º ano (d) S Tipo C 11.º ano (e) Percurso flexível a partir de processo RVCC 9.º ano (f) (f) Total (a) A duração mínima da formação de base é de 100 horas. (b) Sempre que se trate de um adulto que frequente a formação em regime não contínuo, o cálculo deve ser feito tendo em conta sessões de três horas a cada duas semanas de formação, para horário laboral e três horas, de quatro em quatro semanas, para horário pós-laboral. A duração mínima da área de PRA é de dez horas. (c) A esta carga horária poderão ainda acrescer entre 50 e 100 horas correspondentes às UFCD de língua estrangeira, caso o adulto revele particulares carências neste domínio. (d) As UFCD da formação de base obrigatórias para o percurso S Tipo B são: i) Cidadania e Profissionalidade: UFCD1; UFCD4; UFCD5; ii) Sociedade, Tecnologia e Ciência: UFCD5; UFCD6; UFCD7; iii) Cultura, Língua, Comunicação: UFCD5; UFCD6; UFCD7; PCA Projeto Curricular de Agrupamento
67 iv) Mais três UFCD opcionais que podem ser mobilizadas a partir das UFCD de uma língua estrangeira (caso o adulto não detenha as competências exigidas neste domínio) ou de qualquer uma das áreas de competências chave. (e) As UFCD da formação de base obrigatórias para o percurso S Tipo C são: i) Cidadania e Profissionalidade: UFCD1; ii) Sociedade, Tecnologia e Ciência: UFCD7; iii) Cultura, Língua, Comunicação: UFCD7; iv) Mais três UFCD opcionais que podem ser mobilizadas a partir das UFCD de uma língua estrangeira (caso o adulto não detenha as competências exigidas neste domínio) ou de qualquer uma das áreas de competências chave. (f) O número de horas é ajustado (em termos de duração) em resultado do processo de RVCC, sempre que aplicável. Referencial de formação dos Cursos EFA de nível secundário (Habilitação Escolar) Percursos formativos S tipos A, B ou C Os Cursos EFA organizam-se, em geral, em ciclos com 150 horas de formação, sendo cada ciclo composto por 3 UFCD (Unidades de Formação de Curta Duração), uma de cada uma das três áreas de competênciachave Cidadania e Profissionalidade (CP), Sociedade, Tecnologia, Ciência (STC), Cultura, Língua, Comunicação (CLC). Nos percursos formativos S Tipo A, de maior duração, há um ciclo adicional de 50 h destinado a Cultura, Língua e Comunicação - Língua Estrangeira. PCA Projeto Curricular de Agrupamento
68 Referencial geral de formação 7.3. Avaliação e Certificação dos formandos O processo de avaliação segue o estipulado na Portaria nº 230/08, de 7 de março, e compreende: a) A avaliação formativa, que permite obter informação sobre o desenvolvimento das aprendizagens, com vista à definição e ao ajustamento de processos e estratégias de recuperação e aprofundamento; b) A avaliação sumativa, que tem por função servir de base de decisão sobre a certificação final tendo como suporte o Portefólio Reflexivo de Aprendizagens PRA, no nível secundário e o Dossier Pessoal e Profissional DPP, no nível básico. No ato de matrícula o adulto celebra com o AEPA - entidade formadora, um contrato de formação, no qual são claramente definidas as condições de frequência do curso, nomeadamente quanto à assiduidade e à pontualidade. Assim: a) Para efeitos de conclusão do seu percurso formativo com aproveitamento e posterior certificação, a assiduidade do formando não pode ser inferior a 90 % da carga horária total. b) Sempre que o limite estabelecido não for cumprido e as ausências tiverem sido devidamente justificadas, o mediador define um conjunto de medidas de recuperação da assiduidade, necessárias para o cumprimento dos objetivos inicialmente definidos. c) A assiduidade do formando concorre necessariamente para a avaliação qualitativa do seu percurso formativo. PCA Projeto Curricular de Agrupamento
69 Certificação de percursos formativos de Nível Básico (habilitação escolar - níveis de desenvolvimento B1, B2, B1+B2, B2+B3 e B3) Nos cursos EFA de nível básico a certificação da formação de base está dependente da validação de todas as Unidades de Competência (UC) que constituem cada Área de Competência-Chave, num total de 16 UC para a tipologia B1 e 18 UC para as tipologias B2 ou B3 e 36 UC para a tipologia B2+B3. Certificação de percursos formativos de Nível Secundário (habilitação escolar cursos Tipo A, B ou C) No âmbito dos Cursos EFA de nível secundário a avaliação traduz-se na validação de competências de acordo com o referencial de formação de competências-chave de nível secundário, do Catálogo Nacional de Qualificações (CNQ), com efeitos na certificação dos formandos. Nos Cursos EFA de nível secundário, as condições de certificação estão dependentes da sua tipologia. Apresenta-se, de seguida, uma síntese das exigências para cada percurso formativo: S Tipo A: a certificação depende da validação de 22 UFCD - componente de formação de base. Estas distribuem-se por 7 ciclos de aprendizagem de 150h e 1 ciclo de 50h. S Tipo B: a certificação depende da validação de 12 UFCD - componente de base. Estas distribuem-se por 4 ciclos de aprendizagem de 150h. São obrigatórias as seguintes UFCD: CP1; CP4; CP5; STC5; STC6; STC7; CLC5; CLC6; CLC7 e mais 3 opcionais. S Tipo C: a certificação depende da validação de 6 UFCD - componente de base. Estas distribuem-se por 2 ciclos de aprendizagem de 150h. São obrigatórias as seguintes UFCD: CP1; STC7; CLC7 e mais 3 opcionais. PCA Projeto Curricular de Agrupamento
70 7.4. Unidades de Formação de Curta Duração (UFCD) A oferta formativa modular visa a elevação dos níveis de qualificação dos adultos garantindo-lhes o acesso a módulos de formação de curta duração capitalizáveis de 25h ou 50 horas, realizados no quadro de um determinado percurso formativo, com vista à obtenção de uma qualificação escolar ou a correspondente a uma determinada saída profissional. A oferta formativa modular certificada proporcionada pelo AEPA, a desenvolver na ESLFB pode ser constituída por UFCD da formação de base dos referenciais de formação para os níveis básico e secundário, do Programa de Formação em Competências Básicas (PFCB) e de Português para Falantes de Outras Línguas (PFOL), de acordo com o Catálogo Nacional de Qualificações (CNQ). Avaliação e certificação dos formandos Conforme o estipulado na Portaria n.º 230/08, de 7 de março e tendo por referência o que está definido para os Cursos EFA, com as necessárias adaptações. PCA Projeto Curricular de Agrupamento
71 8. ORIENTAÇÕES ORGANIZACIONAIS 8.1. Preâmbulo Os princípios organizativos do Agrupamento de Escolas de Paço de Arcos incluem o regime e horários de funcionamento, os critérios de constituição das turmas, os critérios de elaboração dos horários dos docentes e dos discentes e os critérios de distribuição e prioridades da componente não letiva Regime e Horários de funcionamento O Agrupamento de Escolas de Paço de Arcos funciona em regime diurno, sem desdobramento, e noturno. Os horários de funcionamento constam do Quadro seguinte. Horários de Funcionamento (Componente Letiva) Escola Horário Jardim de Infância Escolas Básicas do 1º Ciclo Escola Básica Integrada - 2º e 3º Ciclos Escola Secundária com 3.º Ciclo // Constituição de Turmas A constituição das turmas nas Escolas do Agrupamento respeita os seguintes critérios: Critérios legais. Equilíbrio entre minorias e géneros. Respeitar a inscrição em Educação Moral e Religiosa (EMR). Ter em consideração as indicações fornecidas pelos Conselhos de Turma/Conselhos de Docentes. Distribuir equitativamente os alunos retidos pelas turmas. Os alunos abrangidos pelo Decreto-Lei nº 3/2008, de 7 de janeiro, devem beneficiar de critérios que permitam a implementação das medidas definidas no PEI, nomeadamente: número reduzido de alunos por turma; número reduzido de alunos com NEE caráter permanente a incluir por turma. Este número deve ser definido em função da complexidade da caracterização do aluno e das características dos outros alunos da turma. PCA Projeto Curricular de Agrupamento
72 Apresentam-se de seguida os critérios de constituição de turmas, definidos de acordo com o Despacho n.º 5048-B/2013, de 12 de abril e outros normativos que regulam as diversas modalidades formativas e educativas. O cumprimento rigoroso dos critérios de constituição de turmas permite a criação de grupos de trabalho equilibrados, onde será possível pôr em prática um ensino de qualidade. Assim: 1. Número de alunos por turma: Educação Pré-Escolar: os grupos são constituídos por um mínimo de 20 e um máximo de 25 crianças, não podendo ultrapassar este limite. No entanto, grupos homogéneos de crianças de 3 anos de idade não podem ser superiores a 15 crianças por educador. No caso de integrarem alunos com NEE de caráter permanente, e desde que o seu PEI o preveja e o respetivo grau de funcionalidade o justifique, estas turmas são constituídas por 20 crianças, não podendo incluir mais de 2 crianças nestas condições. 1.º Ciclo do Ensino Básico: as turmas são constituídas por 26 alunos, não devendo ultrapassar este limite. No caso de integrarem alunos com NEE de caráter permanente, e desde que o seu PEI o preveja e o respetivo grau de funcionalidade o justifique, estas turmas são constituídas por 20 alunos, não podendo incluir mais de 2 alunos nestas condições. 2.º e 3.º Ciclos do Ensino Básico: máximo 30 alunos. Número mínimo de alunos para abertura de turma: 26. Número mínimo de alunos para abertura de disciplina de opção (oferta de escola): 20. No caso de integrarem alunos com NEE de caráter permanente, e desde que o seu PEI o preveja e o respetivo grau de funcionalidade o justifique, estas turmas são constituídas por 20 alunos, não podendo incluir mais de 2 alunos nestas condições. Cursos Científico-humanísticos do Ensino Secundário: máximo 30 alunos. Número mínimo de alunos para abertura de turma: 26. Número mínimo de alunos para abertura de disciplina de opção: 20. Cursos Profissionais: mínimo 24 e máximo 30. As turmas de Cursos Profissionais que integrem alunos com NEE de caráter permanente, desde que o PEI o preveja e o respetivo grau de funcionalidade o justifique, são constituídas por 20 alunos, não podendo incluir mais de 2 alunos nestas condições. Cursos de Educação e Formação: mínimo 15 e máximo 25. Percurso Curricular Alternativo (3.º Ciclo): mínimo 15 e máximo 20. Cursos de Educação e Formação de Adultos (Cursos EFA): mínimo 26 e máximo 30 formandos, desdobrando na componente tecnológica, no caso dos cursos de dupla certificação. A constituição destas turmas/grupos de formação segue as orientações normativas. Unidades de Formação de Curta Duração (UFCD): mínimo 20 formandos. A constituição destas turmas/grupos de formação segue as orientações normativas. PCA Projeto Curricular de Agrupamento
73 Programa de Formação em Competências Básicas (FCB) e Português para Falantes de Outras Línguas (PFOL): entre 26 e 30 formandos. A constituição destas turmas/grupos de formação segue as orientações normativas. Ensino Secundário Recorrente (ESR): mínimo 30 formandos. Alunos que não transitam: a integrar, sempre que possível, numa turma adequada ao seu currículo e distribuídos equilibradamente pelas diversas turmas disponíveis. Alunos com disciplinas em atraso (secundário): constituição de grupos específicos sempre que se verificar a existência de alunos em nº suficiente (20) e não for possível a sua inserção nas restantes turmas. Distribuir equitativamente, tanto quanto possível os géneros e os níveis etários durante a constituição das turmas. Educação Moral e Religiosa Católica / Evangélica / Outra: com base nas inscrições, estruturar grupos de formação de acordo com o enquadramento legal respetivo. Disciplinas em que esteja previsto o desdobramento e ou funcionamento de forma alternada: devem ser aplicados os normativos, tendo em consideração que, em geral, é exigido um número superior a 20 alunos (com exceção de Geometria Descritiva A, onde é exigido um número superior a 24 alunos). Nos Cursos Profissionais e nos CEF, as turmas poderão ser desdobradas na totalidade da carga horária semanal nas disciplinas de caráter laboratorial, oficinal, informático ou artístico da componente de formação técnica se a turma tiver mais de 15 alunos. Funcionamento de Língua Estrangeira: devem ser verificados cuidadosamente os níveis de língua estrangeira I/II/III (formação geral) e língua estrangeira II / III (formação específica) a frequentar pelos alunos (atendendo ao nº de inscritos). No sentido de promover a melhoria e a eficácia da constituição de turmas o Coordenador(a) da constituição de turmas, com a colaboração dos restantes elementos do grupo deverá entregar um Relatório que contenha informações sobre: problemas surgidos e sugestões para a constituição de turmas do ano letivo seguinte Elaboração de Horários Na elaboração dos horários dos alunos dos 1º, 2º e 3º Ciclos são considerados os seguintes critérios gerais: Critérios legais. Matriz horária: 1º Ciclo das 9h às 17h:30m; 2º e 3º Ciclos das 8h:15m às 16h:00m / 17h. Nos 2º e 3º Ciclos e Ensino Secundário não colocar as mesmas disciplinas em dias consecutivos, especialmente as línguas estrangeiras. PCA Projeto Curricular de Agrupamento
74 Por dia, o nº máximo de tempos letivos: 1º Ciclo - 5 horas; nos 2º e 3º Ciclos e Ensino Secundário - 8 tempos. Nos 2º e 3º Ciclos e Ensino Secundário, articular no mesmo dia, disciplinas de índole mais teórico com disciplinas de componente mais prática. Uma distribuição equilibrada dos tempos letivos e não letivos, que obedeça aos normativos vigentes mas que, simultaneamente, permita a alunos e professores uma maior rentabilização do tempo ocupado, pode constituir-se como um catalisador para o sucesso das aprendizagens. Assim, apresentam-se de seguida as regras específicas de referência para a elaboração dos horários das turmas e dos docentes. Turmas (com exceção dos cursos destinados à educação e formação de adultos): Sem furos, com exceção dos alunos sem o currículo completo ou com disciplinas extra em relação à maioria da turma (EMR, iniciação de língua no ES, etc.); Tanto quanto possível, concentrar as disciplinas teóricas no turno da manhã e evitar tempos de 45 min isolados (com exceção de Educação Física); Ocupação preferencial do turno da manhã; Não colocar mais do que 4 blocos de 90 min num dia por aluno; Respeitar o período de almoço, com a duração mínima de uma hora, tendo ainda em consideração especial o caso da Educação Física que só iniciar-se uma hora depois de findo o período definido para almoço no horário da respetiva turma; Atender às salas específicas de cada disciplina, sempre que tal for possível, em especial no caso de disciplinas que exijam instalações especiais. Nas disciplinas com tempos desdobrados, sempre que possível, não intercalar aulas conjuntas entre as aulas desdobradas. Distribuir as aulas de Educação Física em dias não consecutivos, sendo de evitar, sempre que possível, a sua colocação no período da tarde. Evitar, tanto quanto possível, a distribuição da mesma disciplina em dias consecutivos, em especial aquelas cuja carga horária é repartida por 2 dias. Docentes: Disponibilizar, se possível, dia livre de atividades letivas aos docentes que o desejarem; Evitar furos no horário; Não considerar o horário distribuído por manhã, tarde e noite no mesmo dia, exceto quando tal situação decorrer da realização de reuniões de natureza pedagógica e as condições de funcionamento da escola assim o exigirem; Incluir no horário apenas as reuniões que são componente integrante do mesmo, por se realizarem regularmente (turmas PCA, CEF e EFA). Estas reuniões integram a componente não letiva de estabelecimento. Disponibilizar um período de 90 minutos comum, livre, para todos os membros de cada departamento curricular ou ano de escolaridade (no caso do 1.º ciclo), para reunião. PCA Projeto Curricular de Agrupamento
75 8.5. Distribuição de Serviço Docente Os critérios para a distribuição de serviço e para a elaboração dos horários dos docentes do Agrupamento de Escolas de Paço de Arcos fundamentam-se nos seguintes princípios gerais: Aplicar os critérios estabelecidos nos normativos legais. Privilegiar, sempre que possível, a continuidade pedagógica. Para além destes, elencam-se a seguir os critérios para a distribuição de serviço e para a elaboração dos horários dos docentes em cada um dos ciclos de ensino. A atribuição do serviço letivo deverá ter em conta o perfil profissional do docente, o seu desempenho e as preferências que tenha manifestado. Embora a distribuição de todo o serviço (letivo e não letivo) seja um procedimento para o qual se pretende a participação de todos os docentes, ela constitui, no entanto, uma competência específica do Diretor. Pré-Escolar Distribuir a componente letiva pelos 5 dias úteis da semana. Atribuir a cada educador duas horas de Componente Não Letiva de Estabelecimento (CNLE) destinadas, prioritariamente, ao acompanhamento das crianças no recreio ou no período do almoço. Atribuir tempos da Componente Não Letiva para o desempenho de Cargos das Estruturas de Coordenação e Supervisão, sempre que possível. 1º Ciclo Distribuir a componente letiva pelos 5 dias úteis da semana mas de modo a garantir uma tarde livre comum para cada ano curricular, para o desenvolvimento do trabalho colaborativo entre pares e as atividades de articulação e coordenação pedagógica. Atribuir todas as disciplinas ao professor titular de turma. Atribuir a cada docente duas horas de Componente Não Letiva de Estabelecimento (CNLE) destinadas, prioritariamente, ao acompanhamento dos alunos no recreio ou no período do almoço. Atribuir tempos da Componente Não Letiva para o desempenho de Cargos das Estruturas de Coordenação e Supervisão, sempre que possível. 2º e 3º Ciclos e Ensino Secundário Distribuir a componente letiva pelos 5 dias úteis da semana (decorrente da elaboração dos horários e do interesse da Instituição, poderão ocorrer horários semanais letivos com 1 dia útil sem distribuição da componente letiva, nos 2º e 3º Ciclos). Atribuir, no máximo, três níveis de ensino a cada docente. Excecionalmente, e só no caso de necessidade de completar horário, poderão ser atribuídos quatro níveis de ensino a cada docente. PCA Projeto Curricular de Agrupamento
76 Atribuir as horas letivas que completam o horário, a aulas de substituição ou a apoios. Atribuir os apoios pedagógicos preferencialmente nos tempos para apoio educativo. Atribuir 2 ou 3 horas de Componente Não Letiva de Estabelecimento (CNLE) aos docentes, em função da respetivas distribuição de serviço e número de alunos. Atribuir outros apoios (atividades de recuperação), decorrentes das propostas dos Conselhos de Turma, a tempos da CNLE. Atribuir tempos da Componente Não Letiva para o desempenho de cargos das estruturas de coordenação e supervisão. Atribuir tempos da Componente Não Letiva para apoio ao serviço da Biblioteca e acompanhamento e apoio a alunos em Língua Portuguesa e Matemática. Atribuir os tempos remanescentes da Componente Não Letiva para Atividades de Substituição, Clubes e Projetos. Procedimento de distribuição de serviço docente A. Orientações para a distribuição de serviço. Assim, a distribuição de serviço docente: 1. É supervisionada e coordenada pelo Coordenador de Departamento Curricular que, se assim o entender, pode ser coadjuvado pelos Chefes de Equipa Disciplinar/Subcoordenadores. 2. Deve ter em conta a gestão eficiente dos recursos disponíveis, tanto na adaptação aos fins educativos a que se destinam como na otimização do potencial de formação de cada docente, garantindo as condições para o desenvolvimento adequado das ofertas educativas. 3. Tem como referência o trabalho desenvolvido pelo docente assim como os resultados obtidos, na procura da melhoria sistemática e consolidada do serviço educativo desenvolvido pela escola. 4. Que resultar de grupos e turmas existentes no agrupamento tem prioridade sobre qualquer outro para efeitos do preenchimento da componente letiva a que cada docente está obrigado. 5. Deve assegurar que cada docente dos quadros tenha a componente letiva completa. A haver horários incompletos, estes deverão ser de docentes a contratar. O Coordenador de Departamento garante uma gestão articulada e eficiente do serviço docente, de modo a que não existam horas extraordinárias distribuídas nos horários, utilizando como margem de gestão até dois tempos letivos, que poderão ser utilizados para prestação de apoio aos alunos, o desenvolvimento de projetos pedagógicos que visem a promoção do sucesso educativo ou o exercício da função de Direção de Turma. PCA Projeto Curricular de Agrupamento
77 B. Regras específicas. A distribuição do serviço docente entre os membros de cada grupo de recrutamento deve ser equilibrada e equitativa. Assim: 1. Deve evitar-se uma grande discrepância de níveis/disciplinas entre os docentes de cada grupo de recrutamento. Sempre que possível, cada docente deve ter um mínimo de dois a um máximo de quatro conteúdos programáticos distintos. As situações não enquadradas nestes limites devem ser objeto de fundamentação específica por parte do Chefe de Equipa Disciplinar, no seu parecer relativo à distribuição de serviço, e carecem de homologação expressa do Diretor. 2. O número máximo de turmas letivas (ou grupos de alunos) por docente não deve ultrapassar as 8 turmas, embora seja aconselhável que não seja superior a 6. Em situações excecionais, devidamente fundamentadas, o número de turmas pode ser superior. 3. A continuidade pedagógica deve ser assegurada sempre que tal seja do interesse do docente e vantajoso para o desenvolvimento do processo educativo dos alunos. 4. As horas de apoio aos alunos com necessidades especiais (NEE) serão atribuídas preferencialmente aos professores das turmas respetivas. 5. A distribuição de serviço de cada Equipa Disciplinar tem de tomar em consideração e respeitar os cargos previamente atribuídos aos docentes e respetivas implicações. 6. Não pode ser distribuído serviço letivo extraordinário. 7. Cada Grupo de Recrutamento só poderá ter, no máximo, um horário incompleto, atribuído a docente a contratar, sempre que possível. 8. Na distribuição de serviço letivo da Educação e Formação de Adultos deve prevenir-se o facto de a bonificação relativa ao período noturno só ser considerada a partir das 22h00. C. Atribuição das Direções de Turma. As Direções de Turma (DT) e Mediações (M) serão atribuídas pelo Diretor, atendendo ao seguinte: a) A cada DT corresponde uma atribuição de 2 horas (90 minutos) a integrar na componente letiva, a assinalar no horário do docente. Nos 2.º e 3º Ciclos do Ensino Básico, o DT dispõe ainda de uma hora letiva (45 minutos) para o desenvolvimento da Oferta Complementar, de acordo com as respetivas matrizes curriculares. b) Salvo alteração da legislação em vigor, a cada mediação correspondem 2 tempos letivos (90 minutos) a integrar na componente letiva. c) A designação dos Diretores de Turma e Mediadores, sempre que possível, é definida antecipadamente pelo Diretor, implicando distribuição de serviço docente na respetiva turma. d) Não é desejável a acumulação de duas Direções de Turma ou Mediações. e) Sempre que necessário, atendendo ao projeto de intervenção do Diretor de Turma, poderá ser atribuído um tempo da componente não letiva para Apoio à Direção de Turma. A distribuição de todo o serviço (letivo e não letivo) é um procedimento em que se pretende facultar a participação de todos os docentes sendo, no entanto, uma competência específica do Diretor. PCA Projeto Curricular de Agrupamento
78 9. GESTÃO DE ESPAÇOS E EQUIPAMENTOS A gestão de espaços e equipamentos consiste em: Manter, melhorar e ampliar os espaços verdes. Zelar pela manutenção e conservação do património. Continuar a garantir nos diferentes espaços, os equipamentos adequados ao bem-estar da comunidade. Colaborar no sentido da existência das condições logísticas para o desenvolvimento das atividades escolares. Coordenar e articular a ocupação de espaços, otimizando-os. Disponibilizar espaços do Agrupamento à sociedade civil de acordo com a legislação em vigor. PCA Projeto Curricular de Agrupamento
79 10. AVALIAÇÃO DO PROJETO CURRICULAR DE AGRUPAMENTO A divulgação do Projeto Curricular à comunidade será feita através da página web do agrupamento e revisto anualmente. Considerando que a qualidade pedagógica do Agrupamento assenta na articulação do conteúdo deste projeto, posto em prática através dos Planos de Atividade de Turma (PAT), nos quais são identificadas as opções e prioridades curriculares definidas, de acordo com o diagnóstico das necessidades, características e desejos dos alunos, torna-se necessário realizar uma avaliação periódica e sistemática à sua aplicação, no âmbito da previsão dos resultados esperados, sustentando-se nos seguintes critérios: Sucesso escolar a partir dos resultados da avaliação sumativa interna. Resultados da avaliação externa: provas finais dos 1.º, 2.º e 3.º Ciclos e Exames Nacionais do Ensino Secundário. Levantamento do absentismo escolar (faltas justificadas e injustificadas) e identificação dos principais motivos. Levantamento do abandono escolar e caracterização da sua origem e causas. Comportamento dos alunos no contexto da educação ambiental e da cidadania. Participação e implicação dos Pais/EE na vida escolar dos alunos, manifestadas através da cooperação na realização de atividades. A avaliação da execução do PCA articula-se com a do PEA. Assim, terá de ser dinâmica, de modo a acomodar as alterações no decurso do tempo e tem como referentes os objetivos definidos no Projeto Educativo que lhe dá suporte. PCA Projeto Curricular de Agrupamento
80 Anexo I - Quadro Oferta de Desporto Escolar e Atividade Física no Agrupamento GRUPOS EQUIPAS (Treinos Cíclicos Semanais + Competição) GRUPOS (Treinos Cíclicos Semanais) BADMINTON ATLETISMO BASQUETEBOL EQUIPA 1 INF - FEM BASQUETEBOL EQUIPA 2 INF - MASC BASQUETEBOL EQUIPA 3 JUV - MASC GINÁSTICA JOGO DO PAU JUDO CANOAGEM (Desportos Náuticos) LUDOTECA Clube Boa Onda DANÇA EQUIPA 1 MUSCULAÇÃO FUTSAL EQUIPA 1 RUGBY INF - MASC FUTSAL EQUIPA 2 VELA (EM FORMAÇÃO) JUV - MASC NATAÇÃO (Desportos Aquáticos) ZONA SAUDÁVEL Clube Boa Onda SOFTEBOL ClubeBasebol TORNEIOS INTER TURMAS TÉNIS PCA Projeto Curricular de Agrupamento
81 TÉNIS DE MESA TIRO C/ ARCO VOLEIBOL EQUIPA 1 INF A - FEM VOLEIBOL EQUIPA 2 INIC - FEM VOLEIBOL EQUIPA 3 JUV FEM VOLEIBOL EQUIPA 4 JUN - MAS XADREZ PCA Projeto Curricular de Agrupamento
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