PLANO DE FORMAÇÃO EPFMCB
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- Amália Tomé
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1 EPFMCB
2 Índice INTRODUÇÃO OBJETIVOS PESSOAL DOCENTE PESSOAL NÃO DOCENTE OBJETIVOS GERAIS DESTINATÁRIOS MODALIDADES DE FORMAÇÃO ÁREAS PRIORITÁRIAS DE FORMAÇÃO PESSOAL DOCENTE PESSOAL NÃO DOCENTE ASSISTENTES TÉCNICOS ASSISTENTES OPERACIONAIS ALUNOS ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO OPERACIONALIZAÇÃO DO METODOLOGIA AVALIAÇÃO DIVULGAÇÃO
3 INTRODUÇÃO Ser professor requer uma permanente adaptação às condições de trabalho bem como uma constante atualização científica, pedagógica e didática. Ainda que a formação inicial seja de elevada qualidade, a formação contínua é uma necessidade para garantir o sucesso dos alunos e a qualidade de ensino. A realização de formação em contexto de Escola permitirá dar uma resposta mais adequada aos objectivos definidos como fundamentais. Deste modo, o presente Plano de Formação pretende ser um espaço onde se definem e organizam as prioridades de formação de acordo com as orientações expressas na legislação em vigor relativas à formação contínua, nomeadamente as previstas no Decreto-Lei n.º 75/2008, de 22 de abril, alterado e republicado pelos Decreto-Lei n.º 224/2009, de 11 de setembro e pelo Decreto-Lei n.º 137/2012, de 2 de julho, Despacho n.º 18038/2008, de 4 de Julho, Decreto-Lei n.º 41/2012, de 21 de fevereiro e Decreto Regulamentar n.º 26/2012, de 21 de fevereiro (pessoal docente), e os Decreto-Lei nº 50/98, de 11 de Março e Decreto-Lei nº 184/2004 de 29 de Julho (pessoal não docente), com o preconizado nos documentos estruturantes da Escola e as necessidades dos docentes, não docentes, alunos e Encarregados de Educação, evidenciadas nos Relatórios de Autoavaliação. Sendo o Diretor da Escola e o Conselho Pedagógico responsáveis pela formação, numa perspetiva de promoção de desenvolvimento pessoal e comunitário, apelam a toda a comunidade educativa a cooperação na concretização do presente Plano de Formação. 1. OBJETIVOS O Plano de Formação que se apresenta tem como objectivo principal definir as linhas gerais para a formação da escola em função do seu Projeto Educativo, Plano de Atividades, Relatório da Avaliação Externa e Planos Nacionais de Formação, bem como a sua operacionalização de 2015 a 2018 a fim de contribuir para a melhoria dos resultados escolares dos alunos. 1.1 Pessoal Docente De acordo com o Decreto-Lei nº 22/2014 de 11 de fevereiro, a formação contínua tem como objetivos promover: - A satisfação das prioridades formativas dos docentes dos agrupamentos de escolas e escolas não agrupadas, tendo em vista a concretização dos seus projetos educativos e curriculares e a melhoria da sua qualidade e da eficácia; - A melhoria da qualidade do ensino e dos resultados da aprendizagem escolar dos alunos; - O desenvolvimento profissional dos docentes, na perspetiva do seu desempenho, do contínuo aperfeiçoamento e do seu contributo para a melhoria dos resultados escolares; 2
4 - A difusão de conhecimentos e capacidades orientadas para o reforço dos projetos educativos e curriculares como forma de consolidar a organização e autonomia dos agrupamentos de escolas ou das escolas não agrupadas; - A partilha de conhecimentos e capacidades orientada para o desenvolvimento profissional dos docentes Pessoal Não Docente De acordo com o Decreto-Lei nº 184/2004 de 29 de Julho, a formação do pessoal não docente prossegue os seguintes objetivos: - A melhoria da qualidade dos serviços prestados à comunidade escolar; - A aquisição de capacidades e competências que favoreçam a construção da autonomia das escolas e dos agrupamentos de escolas e dos respetivos projetos educativos; - A promoção na carreira dos funcionários, tendo em vista a sua realização profissional e pessoal Objetivos Gerais Para além dos objetivos acima descritos, o Plano de Formação da Escola Profissional de Fermil visa ainda: - Proporcionar oportunidades de formação e atualização aos diversos elementos da Comunidade Educativa; - Estimular processos formativos baseados em práticas reflexivas e colaborativas; - Valorizar a Escola enquanto local de trabalho e de formação/investigação; - Apoiar os pais e encarregados de educação na aquisição de conhecimentos e no desenvolvimento de competências que lhes permitam fazer o acompanhamento escolar dos seus filhos e educandos e exercer o seu papel parental. 2. DESTINATÁRIOS Pessoal docente Pessoal não docente Assistentes técnicos Assistentes operacionais Alunos Pais e Encarregados de Educação 3
5 3. MODALIDADES DE FORMAÇÃO Formação informal (FI) da responsabilidade da própria Escola; Formação de curta duração (FCD); Formação creditada (FC) da responsabilidade do Centro de Formação; 4. ÁREAS PRIORITÁRIAS DE FORMAÇÃO Efetuado o levantamento de necessidades e atentos aos domínios de intervenção do Projeto Educativo foram definidas como áreas prioritárias de formação: 4.1. PESSOAL DOCENTE A) Área da docência Português Matemática Mecanização Agrícola B) Prática pedagógica e didática na docência Metas curriculares para o Ensino da Matemática no Secundário Metas curriculares para o Ensino do Português no Secundário Didática do Francês Horticultura e Floricultura Diversificação e diferenciação pedagógica em sala de aula Gestão de conflitos C) Formação educacional geral e das organizações educativas Bem-estar docente Gestão do stress PORDATA utilização da Base de Dados de Portugal Contemporâneo Porto editora - acordo ortográfico Primeiros Socorros em Meio Escolar Educação Sexual em Meio Escolar Metodologias de Implementação PRESSE Relação diretor de turma/encarregado de educação Identificação de situações problemáticas D) Liderança, coordenação e supervisão pedagógica; As Lideranças Intermédias e os Planos de Formação das Escolas O Modelo de Gestão e Administração das Escolas Profissionais Agrícolas (APEPA) Contratação Pública nas Escolas Contabilidade Agrícola Coaching 4
6 E) Formação ética e deontológica Educação para Valores e Literacia Social - Programa LED ON VALUES F) Tecnologias da informação e comunicação aplicadas a didáticas específicas ou à gestão escolar As TIC na sala de aula - utilização do quadro interativo no âmbito das várias disciplinas Ambientes virtuais de aprendizagem no contexto do ensino presencial SeguraNet Segurança Digital: A utilização segura da Internet e dos dispositivos móveis 4.2. PESSOAL NÃO DOCENTE Domínios de intervenção: Assistentes Técnicos Legislação Contratação Pública nas Escolas Excel avançado Assistentes Operacionais Higiene, saúde e segurança no trabalho Higiene e segurança alimentar Segurança e educação alimentar Gestão de stress e emoções Atendimento ao público e relações interpessoais Primeiros Socorros em Meio Escolar Iniciação ao Francês Iniciação ao Inglês 4.3. ALUNOS Educação para a Saúde: alimentação saudável; hábitos de vida saudável e prevenção de comportamentos de risco; prevenção do Bullying e violência no namoro; Manuseamento de gado Segurança: Netsegura segurança na internet e plano de evacuação Utilização de equipamentos agrícolas e de cozinha 4.4. PAIS E ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO Saúde Relação parental 5
7 5. OPERACIONALIZAÇÃO DO Nos termos da legislação em vigor, o professor Responsável pelo Plano de Formação deve fazer o seu acompanhamento, estabelecer a articulação entre os projetos de formação da escola e o Centro de Formação de Basto e colaborar na identificação das necessidades de formação do pessoal docente e não docente da escola; As ações de formação que se definem, em cada ano letivo, constituem projetos de ações de formação e a sua realização depende, quer da existência de formadores internos ou externos disponíveis, quer do número de docentes inscritos nas mesmas. As ações de formação destinam-se a todos os docentes que façam parte do Quadro de Nomeação Definitiva da Escola ou que exerçam funções letivas durante o período definido para a sua realização. Este Plano de Formação estará em constante atualização em função das ofertas formativas disponíveis a nível interno, desenvolvimento de parcerias e formas de cooperação com entidades externas, solicitações e manifestação de interesses formativos por parte dos membros da comunidade e ainda, em função das estratégias previstas no Projeto Educativo da Escola METODOLOGIA A APLICAR O diagnóstico de necessidades de formação envolve a auscultação dos membros da Comunidade Educativa e a ponderação da Direção e do Conselho Pedagógico. Devem ser ouvidos os Departamentos Curriculares no que diz respeito à reflexão e análise dos contextos de trabalho e das práticas desenvolvidas por cada um dos seus professores. Quanto às necessidades de formação para não docentes, o acompanhamento do plano é concretizado a partir do levantamento das dificuldades sentidas na sua prática profissional e das suas expectativas de desenvolvimento. No caso de alunos e Encarregados de Educação procede-se a um levantamento das áreas prioritárias de formação com a colaboração dos Diretores de Turma e de Curso. Em cada ano letivo são concebidos e aplicados dois inquéritos, dirigidos a pessoal docente e pessoal não docente, que ficam sujeitos a tratamento qualitativo. Os inquéritos concebidos são aprovados em reunião de Conselho Pedagógico e distribuídos a todos os funcionários da Escola, através dos Coordenadores de Departamentos Curriculares e Coordenadores Técnico e Operacional ou enviados por meio eletrónico. A análise das questões colocadas que procuram conhecer a experiência direta dos inquiridos relativamente à formação anteriormente realizada e necessidades de formação futuras contribuem para a tomada de decisões fundamentadas e sustentadas, permitindo a conceção e implementação do plano de formação da Escola. 6
8 6. AVALIAÇÃO A avaliação do Plano de Formação resultará da análise das avaliações realizadas no final de cada ação, por formadores e formandos e do impacto da formação na melhoria das aprendizagens. 7. DIVULGAÇÃO Este plano será divulgado através da página de internet da EPFM,CB, no endereço: Aprovado em reunião de Conselho Pedagógico de
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