PLANO DE FORMAÇÃO 2014/2017
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- Vergílio Ayrton Araújo Brunelli
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1 Agrupamento de Escolas Vasco Santana Código PLANO DE FORMAÇÃO 2014/2017 Aprovado em conselho pedagógico de 22 de janeiro 2015.
2 Índice NOTA INTRODUTÓRIA... 3 PÚBLICO-ALVO... 3 OBJETIVOS GERAIS... 3 EXPLICITAÇÃO DO LEVANTAMENTO DE NECESSIDADES... 4 ORGANIZAÇÃO DA FORMAÇÃO... 4 ÁREAS PRIORITÁRIAS DE FORMAÇÃO... 4 CALENDARIZAÇÃO DA FORMAÇÃO... 6 AVALIAÇÃO
3 NOTA INTRODUTÓRIA Para dar cumprimento ao disposto nos Decreto-lei n.º 75/2010 de 23 de junho, Decreto-lei nº 15/2007, de 19 de janeiro, Decreto-Lei n.º 75/2008, de 22 de abril, alterado e republicado pelo Decreto-Lei n.º 137/2012, de 2 de julho, complementados pelo Decreto Regulamentar n.º 26/2012, de 21 de fevereiro, no que diz respeito à Avaliação do Desempenho do Pessoal Docente, apresenta-se este Plano de Formação do Agrupamento de Escolas Vasco Santana para os anos letivos de 2014/2015, 2015/2016 e 2016/2017. Tendo por base o Projeto Educativo do Agrupamento de Escolas Vasco Santana, pretende-se uma formação centrada nos problemas do agrupamento e nas necessidades específicas dos elementos da comunidade escolar. Este plano deve ser o ponto de partida para uma formação abrangente que constitua uma mais valia no desenvolvimento profissional, pessoal, cultural, social e ético do seu público alvo. PÚBLICO-ALVO Este plano destina se a suprir as necessidades de formação do pessoal docente e não docente do Agrupamento de Escolas Vasco Santana. OBJETIVOS GERAIS 1. Promover o desenvolvimento profissional pessoal, cultural, social e ético do pessoal docente e não docente. 2. Promover a melhoria dos resultados académicos e sociais. 3. Promover a melhoria do planeamento, da prática e da monotorização das avaliações do serviço educativo. 4. Promover a melhoria da liderança escolar no que diz respeito à visão, valorização e motivação dos profissionais. 5. Promover um maior desenvolvimento da autoavaliação do agrupamento enquanto instituição, possibilitando um maior envolvimento da comunidade educativa. 6. Promover a aquisição de capacidades, competências e saberes que favoreçam a construção da autonomia da Escola, a implementação do respetivo Projeto Educativo e uma participação/intervenção eficaz dos pais e encarregados de educação na vida da escolar do seu educando e na vida da escola. 7. Melhorar a funcionalidade e qualidade dos serviços prestados à organização. 3
4 EXPLICITAÇÃO DO LEVANTAMENTO DE NECESSIDADES Para a elaboração deste plano foram auscultados os diferentes intervenientes da comunidade educativa, tendo existido uma reflexão promovida pela direção em conjunto com o conselho pedagógico. Esta reflexão teve por base o último plano de formação implementado no agrupamento, bem como as necessidades detetadas: (i) no processo de autoavaliação no âmbito da avaliação de desempenho; (ii) no processo de autoavaliação que tem vindo a ser implementado no agrupamento; (iii) e sugeridas pelos diversos departamentos e diretores de turma. ORGANIZAÇÃO DA FORMAÇÃO Deste Plano de Formação irá basear-se nas ações disponibilizadas pelo centro de formação a que a escola pertence, CENFORES bem como pela CMO. Irão ser consideradas ações promovidas pelos organismos centrais do Ministério da Educação, que se enquadrem na estratégia nacional para a formação, incluindo a respeitante ao reforço das competências das direções das escolas, nos diferentes domínios de gestão. Serão ainda consideradas possíveis parcerias com outras entidades formadoras/formadores devidamente reconhecidos, que se enquadrem no âmbito da planificação e das necessidades apresentadas ou dos projetos em desenvolvimento ou a desenvolver no Agrupamento. Por fim, este Plano de Formação contemplará um conjunto de sessões informais orientadas essencialmente para a otimização dos projetos em curso no Agrupamento, num modelo de autoformação. ÁREAS PRIORITÁRIAS DE FORMAÇÃO Efetuado o levantamento de necessidades e atentos aos domínios de intervenção do Projeto Educativo foram definidas quatro áreas de temas de formação: 1. Melhoria dos Resultados Avaliação das aprendizagens Ciências da Especialidade; Educação Especial (dislexia, hiperatividade, outras); Música, Expressão Plástica, Ciências e Matemática na educação pré-escolar; 4
5 2. Prestação do serviço educativo Para o Pessoal Docente Liderança em sala de aula Tecnologias Educativas Moodle; Quadros interativos; E-Learning; Excel; Educação para a Saúde; Educação Sexual; Biblioteca Escolar; Ambiente; Expressão Dramática; Competências Socias; Desenvolvimento da Criatividade; Desenvolvimento da Inteligência Emocional; Gestão de Conflitos; Diversificação de Recursos e de Estratégias; Utilização Pedagógica de Recursos Multimédia e/ou Informáticos. Para o Pessoal Não Docente: Higiene, Saúde e Segurança no Trabalho; Gestão de conflitos; Atendimento ao público; Comunicação e relacionamento interpessoal; Promoção e desenvolvimento de competências sociais; JPM. 3. Liderança e Autoavaliação Diagnóstico Organizacional; Construção e Implementação de Projetos; Chefia e Liderança; Motivação de Equipas; Gestão de Projetos; Gestão de Recursos Humanos; Gestão Financeira e Contabilística; Gestão do Tempo; Avaliação Interna da Organização; Avaliação do Desempenho; 5
6 4. Educação e Orientação para pais e alunos Para os Pais e Encarregados de Educação: Área da Saúde; Treino Parental; Orientação Vocacional. Para os alunos: Educação Rodoviária; Educação Ambiental; Educação para a Saúde: Prevenção da violência no namoro; Prevenção do Bullying; Educação Sexual; Prevenção do consumo de substâncias psicoativas; Segurança na Internet; Plano de Segurança (Evacuação em caso de Incêndio e Sismo); CALENDARIZAÇÃO DA FORMAÇÃO Na calendarização das ações deve ter-se em atenção que estas não dependem exclusivamente do Agrupamento. Existem fatores externos que influenciam as propostas de ações que permitem dar cumprimento a este plano de formação. - A implementação deste plano deve ter em atenção os seguintes pressupostos: - A formação deve ser distribuída ao longo do tempo evitando sobrecarga de trabalho; - A formação deve ser disponibilizada em quantidade suficiente de modo a que seja garantido a possibilidade de todos terem a formação necessária para o seu desenvolvimento profissional, nomeadamente no caso dos docentes; - No que ao pessoal não docente diz respeito, devem ser privilegiadas as interrupções letivas, para permitir o bom funcionamento das escolas; - No caso de os destinatários serem os Pais e Encarregados de Educação, estes devem ser ouvidos, em cada caso, quanto à calendarização, de modo a que haja possibilidade efetiva da sua participação; -A formação para os alunos deve ser realizada de modo a que haja o menor prejuízo efetivo das atividades curriculares. AVALIAÇÃO O Plano de Formação irá ser avaliado no final de cada ano letivo. Da avaliação podem resultar reajustes com vista a garantir o cumprimento dos objetivos preconizados neste plano. 6
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