LABELLING APPROACH OU TEORIA DO ETIQUETAMENTO
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- Sérgio Belo Araújo
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1 LABELLING APPROACH OU TEORIA DO ETIQUETAMENTO Edson Alves Bezerra 1 Rosangela Londero Haas 2 Caio Fernando Gianini Leite 3 RESUMO: Labelling Approach, concepção criminológica que faz crítica à realidade social, constituída pelo sistema penal punitivo e pela justiça criminal no processo de criminalização do delinquente, que resulta na sua vulnerabilidade além do cárcere, capaz de desconstruir sua identidade, ferindo princípios do direito penal. Palavras-Chaves: Laelling approach, etiquetamento, Criminologia Critica social, delinquência. ABSTRACT Labeling approach, criminological design that is critical to the social reality, consisting of the punitive penal system and the criminal justice in the offender criminalization process, which results in vulnerability beyond the prison, able to deconstruct your identity, wounding principles of criminal law. Key words: Laelling approach, labeling, Criminology criticizes social delinquency. SUMÁRIO: 1. Introdução, 2. Os Estigmas na Seletividade do Sistema Penal, 3. O enfoque do Etiquetamento e evolução histórica do crime (labelling approach), 4. As teorias de Labelling Approach e a crítica a princípios penais, Conclusão, Referencias Bibliográficas. 1. INTRODUÇÃO 1 BEZERRA, Edson Alves. Graduando em Direito 9º Termo pela Faculdade de Ciências Contábeis e Administração do Vale do Juruena AJES. Graduado em Ciências Biológicas pelo Centro Universitário de Várzea Grande. Especialista em Educação Interdisciplinar e Metodologia do Ensino Superior, pela Faculdade de Ciências Contábeis e Administração do Vale do Juruena - AJES. Especialista em Gestão Pública UNEMAT [email protected]. 2 HAAS, Rosangela Londero. Graduanda em Direito, 9º Termo, pela Faculdade de Ciências Contábeis e Administração do Vale do Juruena AJES. [email protected]. 3 LEITE, Caio Fernando Gianini. E formado em Direito pela Universidade de Ribeirão Preto/SP Faculdade Laudo de Camargo (1999), com Especialização (Pós Graduação Latu Sensu) em Direito Processual Civil pela Instituição Toledo de Ensino ITE/Bauru/SP (2002). É mestre em Direito Constitucional Área de Concentração sistema Constitucional de Garantia e Direitos pela Instituição Toledo de Ensino, Núcleo Bauru/SP.
2 Labeling approach, surgiu a partir do estudo da criminologia social, iniciou-se nos Estados Unidos nos anos 60, com críticas às correntes doutrinarias sociológicas da Nova Escola de Chicago, que desenvolveram estudos sobre a Sociologia Criminal, com base na criminologia da reação social, como também são chamadas de aplicações do etiquetamento. A Labelling approach teoria do etiquetamento, deixa de perguntar quem é o criminoso e passa perguntar quem é considerado desviado, portanto o objeto de estudo deixa de ser o delinquente e passa a serem as instâncias que criam e administram a delinquência dentro do sistema penal. Desta forma, os desviados relacionam-se aos delinquentes, que após cometerem crimes são excluídos do grupo social, e assim são etiquetados pelo seu desvio e tornam vitimas de preconceitos dentro do sistema penal que vão além do cumprimento da pena. 2. OS ESTIGMAS NA SELETIVIDADE DO SISTEMA PENAL O sistema penal é composto por um conjunto de instituições estatais e suas atividades que interferem na aplicação e criação das normas penais. É composto pelo aparato total de normas, saberes, ações e decisões direta ou indiretamente relacionados com o fenômeno criminal, abrange desde agencias legislativas, instituições policiais, Ministério Público, Poder Judiciário e Sistema Prisional, como também inúmeras agencias que concorrem para a aplicação das leis penais e as que são responsáveis para notificação das praticas de crimes como Polícia Ambiental, Vigilância Sanitária etc. O sistema penal está diretamente ligado no universo do sistema social, capazes de produzir e reproduzir o senso comum, através da mídia, por exemplo, que estereotipa o indivíduo delinquente com suas imagens e nomes estampados em meios de circulação informativa, assim também a igreja, família, clubes, escolas etc. cada uma com sua forma de julgamento, positivo ou negativo. Segundo Baratta 4 : A ciência jurídica e a concepção geral do homem e da sociedade estão estreitamente ligadas. Ainda que suas respectivas concepções do homem e da sociedade sejam profundamente diferentes, em ambos os casos nos encontramos, salvo exceções, em presença da afirmação de uma ideologia da defesa social. 4 BARATTA, ALESSANDRO. Criminologia Crítica e Crítica do Direito Penal. Introdução à Sociologia do Direito Penal; tradução Juarez Cirino dos Santos. Rio de Janeiro: Editora Revan: Instituto Carioca de Criminologia, 6ª edição, outubro de p. 241
3 Nesse sentido, o reflexo, do desvio de conduta até o cárcere no sistema penal está diretamente ligado à sociedade, e a carga estigmática produzida pelo contato com esse sistema contamina o indivíduo, pelos julgamentos em primeiro lugar e depois pela condenação formal sendo que aquele vai além do cárcere o que acaba por estender a condenação, no sentido de que se encerra a pena privativa de liberdade, e inicia-se a luta do individuo para tentativa de inserção social em meios aos preconceitos e etiquetamento ou labelling approach. De acordo com Bissoli Filho 5 esclarece que uma vez que a pessoa foi enviada ao cárcere, as suas possibilidades de regressar à vida social normal são diminutas, ou pelo menos muito difíceis. Os seus antecedentes aumentam a sua vulnerabilidade e a sua reincidência. Os indivíduos portadores de um estigma criminal são selecionados pelo sistema penal, tornando mais vulneráveis ao etiquetamento da delinquência e na grande maioria reincidem. 3. O ENFOQUE DO ETIQUETAMENTO E EVOLUÇÃO HISTÓRICA DO CRIME (LABELLING APPROACH) Nos anos 60 a influência da fenomenologia e do interacionismo deu lugar a um movimento considerado de ruptura com a criminologia positivista ou tradicional, e essa mudança surgiu tanto pelos métodos quanto pelos objetos de estudo da sociologia criminal. Com o estudo da sociologia dos Estados Unidos no séc. XIX e XX e o surgimento da Escola de Chicago que reuniu sociólogos europeus tradicionais, fundamentais como Durkheim e Weber pra elucidar que os problemas de criminalização estavam diretamente relacionados à grande expansão industrial. Consequente do período da Revolução Industrial, reflexos da multicultura de emigrantes às diversas cidades dos Estados Unidos, por haver abundancia de capitais e ausência de mão de obra razão pela qual teve um enorme movimento migratório. A partir de países pobres da Europa, Itália, Rússia entre outros, tratavam de populações muito heterogêneas, proveniente de distintos, lugares, idiomas, valores e costumes. O grande problema daquele momento seria o da integração, o que inspirou a investigação de tipos sociológicos pelos europeus, e acabou surgindo um grande problema, o da mudança da ordem, que em grande medida se subordinavam à referencia europeia e não a pequena e antes temida massa americana. 5 BISSOLI FILHO, Francisco. Estigmas da Criminalização. Dos Antecedentes à Reincidência Criminal. Obra Jurídica Editora
4 A mudança da ordem deixou os países americanos fragilizados frente às questões social dos povos ali existentes, muitos não tinham mais referencias do que era certo ou errado, e não existia um padrão de costumes. Nesse período teve inicio a grande desordem social, que incentivou sociólogos da Escola de Chicago desenvolvendo criticas às escolas tradicionais da criminologia como por exemplo a primeira Escola a estudar o crime, no inicio do século XVIII, a chamada Escola Clássica, seu percursor foi Beccaria. Trazia ideias contraria aos suplícios e das penas de morte, que nos primórdios da humanidade era a justiça penal. Postulou uma abordagem liberal ao direito criminal. Nesta época o crime era percebido como ente jurídico, opção de escolha pessoal do indivíduo em face de seu livre- arbítrio e a pena tinha função de prevenção geral negativa, pela intimidação. A segunda escola criticada foi a Escola Positiva, século XIX- seu percursor foi Cesar Lombroso- nasceu por influencia da Medicina Legal e o Cientificismo, procurava nos presídios os criminosos e iniciava o estudo das características físicas. Por fim fazendo referencia a Escola de Chicago que surgiu a chamada Escola Crítica, aonde veio desconstruir paradigmas demostrando que o crime nascia da elaboração legislativa, era o controle social quem criava o crime. Tem viés Marxista que levanta a critica à criminologia do Consenso, em que o delito coloca-se como fenômeno do modo de produção capitalista e pauta-se de modelo de conflito social e os processos de criminalização incide em relações sociais de desigualdade do capitalismo. E os estudiosos de Labelling approach utilizou-se de todas as referencias para demostrar os reflexos que um indivíduo desviante das normas impostas pela sociedade, recebem a etiqueta de delinquente pela falta de comprometimento com o ser humano dentro do sistema penal. Em função das diversas teorias que negaram a ideologia da defesa social, Bissoli Filho 6 destaca a Teoria do Processo de Criminalização, traduzida pelo sociólogo Howard S. Becker na obra Outsiders, que contraria a visão tradicional de que o desvio é uma infração a uma regra, o seu estudo compreende a investigação dos fatores da personalidade e situações vitais do desviado, bem como a concepção de que o desviado integra uma classe homogênea de pessoas, pelo simples fato de terem cometido infrações à lei. Sendo assim o desvio é produzido pela própria sociedade que criam regras e ao aplica-las à pessoas particulares classificam-nas como estranhas. 6 BISSOLI FILHO, op. cit., p. 135
5 Segundo Anitua 7 o enfoque do Labelling approach é a indicação de que a criminologia da reação social deixaria de perguntar que é o criminoso e passaria a perguntar primeiro quem é considerado desviado e como etiquetar, assim o enfoque da criminologia mudaria, pois as definições legais ou institucionais deixariam de ser assumidas acriticamente como algo natural, desta forma o objeto de estudo deixará de ser o delinquente e começará a ser as instancias que criam e administram a delinquência. Assim o estudo da criminalidade cederá a vez aos estudos do processo da criminalização. Vale ressaltar que a maneira com que a sociedade e as instituições reagem a um fato é mais determinante para defini-lo como delitivo ou desviado do que a própria natureza do fato. Assim para que um determinado ato seja considerado desviado, depende de sua natureza; se o indivíduo viola ou não regras impostas pela sociedade conforme o tempo e o lugar, porque, o que caracteriza ser crime em uma determinada sociedade noutra pode não ser. O enfoque do etiquetamento é reflexo de uma sociedade controladora, que é capaz de classificar os indivíduos e condená-los a viverem com marcas do seu passado, a qual seleciona, levando em consideração fatores muitas vezes não ligados diretamente com o ato do desviado, tais como: a classe social, a cor da pele, seus antecedentes criminais, seu suposto grau de arrependimento o que demostra que o controle social faz com que o enfoque do etiquetamento se perpetue. 4. AS TEORIAS DE LABELLING APPROACH E A CRÍTICA A PRINCÍPIOS PENAIS. Segundo Baratta 8 as teorias do Labeling Approach apresentam motivos comuns que precisam ser destacadas como alternativa critica á concepção da relação entre delinquência e valores; elas colocam a ênfase sobre as características particulares que distinguem a socialização e os defeitos da socialização, as quais estão expostos muitos dos indivíduos que se tornam delinquentes e essa exposição depende mais dos fatos sociais e da participação na subcultura e não tanto da disponibilidade dos indivíduos. E sua incidência sobre a socialização do indivíduo segundo o conteúdo específico dos valores (positivo ou negativo), das normas e técnicas que se caracterizam dos fenômenos de estratificação, desorganização e conflitualidade ligados à estrutura social e dentro de certos limites, a adesão a valores, 7 ANITUA, Gabriel Inácio. Histórias dos Pensamentos Criminológicos. Editora Revan. Rio de Janeiro-RJ P BARATTA, op. cit., p. 110
6 normas, definições e uso de técnicas que motivam e tornam possível um comportamento criminoso, são fenômenos não diferentes do que se encontra no caso do comportamento conforme a lei. A ideologia penal da defesa social faz relação entre delinquência e valores, e julgam muitas vezes pelos valores e não pela delinquência, se negam a acreditar na capacidade do individuo de se ressocializar e ao mesmo tempo negam princípios que sustentam o sistema penal, demostrando em diversas teorias que foram construídas sobre premissas falsas. Segundo Bissoli Filho 9 : O princípio do bem e do mal é questionada pela teoria funcionalista da anomia (Durkheim e Merton), que sustentam que as causas dos desvios criminais não se localizam nem na patologia individual nem na patologia social, e que a criminalidade é um fenômeno normal de toda a estrutura social e que cumpre uma função positiva, devido ao seu caráter inovador, somente sendo negativo à estabilidade e a evolução do sistema social, quando supera os limites da sua função. (...) O principio da culpabilidade é questionado pelas teorias das subculturas criminais (Sutherland e. A. Conhen), no sentido de que o delito não pode ser interpretado como a expressão de uma atitude interior reprovável porque dirigida conscientemente contra valores e normas existentes na sociedade. Nessa linha de pensamento não existe um único sistema de valores, e cada indivíduo de acordo com seu grupo social determina a sua responsabilidade moral, e possui o livre arbítrio de escolher ou não um comportamento desviante. O principio da igualdade segundo Bissoli Filho 10 é convincentemente refutado pelas teorias que se obrigam o no labelling approach, em cujo âmbito se demostra que o desvio e a criminalidade não são entidades antológicas pré-constituídas, identificáveis pela ação das distintas agencias do sistema penal, mas sim uma qualidade atribuída a determinados sujeitos por meio de mecanismos oficiais e não oficiais de definição e seleção. Nesse sentido faz-se referencia a desigualdades de classes sociais, pois a maioria dos indivíduos do cárcere é de classe baixa e com pouco ou nenhum grau de estudo, e estes são condenados a viver com a marca de um sistema penal discriminatório, que distingue de forma brusca no que tange a crimes do Colarinho Brancos. Explica Baratta 11, que os crimes de Colarinho Branco são cometidos por pessoas colocadas em posição de prestígio social. (...) correspondem a um fenômeno criminoso característicos não só dos Estados Unidos da América, mas de todas as sociedades de capitalismo avançado. Por esse prestigio social a escassa medida em que a criminalidade do 9 BISSOLI FILHO, op. cit., p BISSOLI FILHO, op. cit. p BARATTA, op. cit., p. 101 e 102
7 Colarinho Branco é perseguida, e escapa completamente nas suas formas mais refinadas, das malhas sempre muito largas da lei. Por fim o Labelling approach demostra a negação do princípio do fim ou da prevenção, estigmatizada pelo etiquetamento social que segundo Baratta 12 está na própria ação sistema penal começando pelas normas abstratas até a ação das instancias oficiais (polícias, juízes, instituições penitenciárias que as aplicam) e que por isso o status social de delinquente pressupõe, necessariamente os efeitos das atividades das instancias oficiais de controle social da delinquência. CONCLUSÃO Os estudos de Labelling Approach ou teoria dos reflexos do etiquetamento perpassam o sistema penal e perduram por toda a vida do individuo que um dia desviou das normas sociais, pela falta de comprometimento com a ressocialização do sistema penal e pela discriminação social durante a tentativa de reinserção. Constituem na verdade em estigmas que marcam o indivíduo, devido o processo do cárcere e todos os meios de um sistema penal seletivo, em face da vulnerabilidade que se submete o individuo, que contribuiu para permanência do status de delinquente, fazendo com que a pena continue além da privação de liberdade. REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS ANITUA, Gabriel Inácio. Histórias dos Pensamentos Criminológicos. Editora Revan. Rio de Janeiro-RJ P. 588 BISSOLI FILHO, Francisco. Estigmas da Criminalização. Dos Antecedentes à Reincidência Criminal. Obra Jurídica Editora BARATTA, ALESSANDRO. Criminologia Crítica e Crítica do Direito Penal. Introdução à Sociologia do Direito Penal; tradução Juarez Cirino dos Santos. Rio de Janeiro: Editora Revan: Instituto Carioca de Criminologia, 6ª edição, outubro de BARATTA, op. cit., p. 86
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