Prof. Msc. Eduardo Daniel Lazarte Morón.
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- Renata Lima de Barros
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1 Prof. Msc. Eduardo Daniel Lazarte Morón.
2 :CAUSALISTA NEOKANTISTA FINALISTA FINALISMO DISSIDENTE SOCIAL DA AÇÃO FUNCIONALISTAS OU PÓS-FINALISTAS: FUNCIONALISMO TELEOLÓGICO, REDUCIONISTA E RADICAL OU SISTÊMICO OU NORMATIVISTA.
3 ESCOLA POSITIVA ITALIANA: SUJEITO NASCE DELINQUENTE: LOMBROSO: PROCESSO ATÁVICO AO HOMEM PRIMITIVO. ESCOLA FRANCESA DE LYON: FATORES ENDÓGENOS E EXÓGENOS: CRIMINOSO VÍRUS. MACROCRIMINALIDADE: TEORIAS MACROSSOCIOLÓGICAS: (ESTADOS UNIDOS): O CONTEXTO SOCIAL. ESCOLA DE CHICAGO: ASPECTO NATURAL. CIDADE GRANDE PRODUZ A DELINQUENCIA.
4 ASSOCIAÇÃO DIFERENCIAL: ROMPE PARADIGMA: CRIME VINCULADO A CLASSES ECONOMICAMENTE FAVORECIDAS. MACROCRIMINALIDADE ECONÔMICA. TEORIA DA ANOMIA: FALTA COESÃO E ORDEM EM RELAÇÃO A NORMAS E VALORES. SUBCULTURA DELIQUENTE: GALERAS TEORIA DO ETIQUETAMENTO OU ROTULAÇÃO: SUJEITO ASSUME PAPEL SOCIAL QUE OS OUTROS ENXERGAM NELE: EGRESSO DO SISTEMA CARCERÁRIO
5 CRIMINOLOGIA CRÍTICA OU NOVA CRIMINOLOGIA: REINVESTIGAR O OBJETO DE INVESTIGAÇÃO DA PRÓPRIA CRIMINOLOGIA (MACROSSOCIOLÓGICA): ESPÉCIES DE POLÍTICA CRIMINAL: ABOLICIONISMO (CONTROLE SOCIAL); NEOREALISMO DE ESQUERDA; MINIMALISMO PENAL
6 SUBSTITUIR O DIREITO PENAL POR UM DIREITO ADMINISTRATIVO SANCIONADOR. LOUK HULSMAN CONTROLE SOCIAL?
7 TESES MAXIMALISTAS: ULTRARADICAIS: TOLERÂNCIA ZERO; JANELAS QUEBRADAS; DIREITO PENAL DO INIMIGO.
8 O PODER PUNITIVO DO ESTADO DIMINUIDO X LIBERDADE DO CIDADÃO DEVE SER AUMENTADA. POLÍTICA CRIMINAL MINIMALISTA. GARANTISMO: TÉCNICAS DE MINIMIZAÇÃO DO PODER PUNITIVO DO ESTADO AXIOMAS DO GARANTISMO
9 LIGADOS A PENA: PRINCÍPIO DA RETRIBUTIVIDADE DA PENA: TEORIA ABSOLUTA E RELATIVA DA PENA. PRINCÍPIO DA LEGALIDADE; PRINCÍPIO DA NECESSIDADE OU INTERVENÇÃO MÍNIMA: FRAGMENTARIEDADE (BENS JURÍDICO RELEVANTES ATAQUES INTOLERÁVEIS) E SUBSIDIARIEDADE. LIGADOS AO DELITO: PRINCÍPIO DA LESIVIDADE OU OFENSIVIDADE: CRIMES DE DANO E DE PERIGO (ABSTRATO OU CONCRETO); PRINCÍPIO DA EXTERIORIZAÇÃO: DIREITO PENAL DO FATO E DIREITO PENAL DO AUTOR; PRINCÍPIO DA CULPABILIDADE (REPROVABILIDADE).
10 LIGADOS AO PROCESSO: PRINCÍPIO DA JURISDICIONARIEDADE; PRINCÍPIO ACUSATÓRIO; ÔNUS DA PROVA; CONTRADITÓRIO E AMPLA DEFESA. GARANTISMO X EFICIÊNCIA LIBERDADE DO INDIVÍDUO X INTERESSE SOCIAL (DEFESA SOCIAL) PODER PUNITIVO ESTATAL X LIBERDADE DO CIDADÃO.
11 DIREITO PENAL DO INIMIGO: DELINQUENTE CIDADÃO X DELINQUENTE INIMIGO CARACTERÍSTICAS: 1) Antecipação da punibilidade com tipificação de atos preparatórios; 2) Antecipação da punibilidade com tipificação de tipos de mera conduta; 3) Antecipação da punibilidade com a criação de tipos de perigo abstrato (presumido) 4) desproporcionalidades das penas; 5) surgimento das chamadas leis de luta ou de combate. 6) restrição de garantias penais e processuais. CRÍTICAS?
12 É O TEMPO QUE O ESTADO DEMORA PARA PUNIR ALGUÉM: JESUS MARIA SILVA SANCHEZ. PRIMEIRA VELOCIDADE: RESPEITO ÀS GARANTIAS E PENA DE PRISÃO. SEGUNDA VELOCIDCADE: RELATIVIZAÇÃO DAS GARANTIAS PENAIS E PROCESSUAIS PENAIS E PENAS ALTERNATIVAS. TERCEIRA VELOCIDADE: RESGATE DA PENA DE PRISÃO E RELATIVIZAÇÃO DAS GARANTIAS (PANPENALISMO).
13 CHEFES DE ESTADO VIOLAÇÃO DE TRATADOS DE DIREITOS HUMANOS DIREITO PENAL INTERNACIONAL CRIMES DE LESA HUMANIDADE: genocídio; direitos humanos; crimes de guerra e agressão. TRIBUNAL PENAL INTERNACIONAL GARANTIAS DIMINUÍDAS.
14 Ideias originárias do CPP (1941) Crise do processo penal tradicional: serve para proteção do acusado e do interesse social (repressão aos delinquentes) Opções no processo penal: processo penal de emergência; respeito à CF/88 e aos princípios processuais penais e novas formas de administração da justiça criminal.
15 Aumento dos poderes instrutórios do juiz em busca da verdade. O processo penal não serve para combater o crime e o delinquente, mas tão somente para que ninguém seja penalizado sumariamente, sem direito a defesa, contraditório.
16 Criminoso: imagem encarnada do mal Dignidade da pessoa humana deve balizar a ética no jornalismo, sob pena de termos uma imprensa livre, porém atentatória aos direitos humanos. A imprensa passou de vítima à ofensora? Propaganda midiática de que o culpado pelos males do mundo é o delinquente. Aplicadores das garantias: defensores de bandidos; utópicos, idealistas? Ou defendem a democracia.
17 A exposição da teoria garantista não defende a impunidade, mas a aplicação da Constituição.
18 Conjunto de medidas que visam aumentar a possibilidade de que infratores usuários e dependentes de drogas entrem e permaneçam em tratamento, modificando seus anteriores comportamentos delituosos para comportamentos socialmente adequados. USUÁRIO DE DROGAS Recuperação do infrator e a reparação de danos à vítima.
19 Aplicação: penas restritivas de direito (limitação de fim de semana); suspensão condicional da pena; transação penal (Juizados); Suspensão condicional do processo e Estatuto da criança e do adolescente. Na hipótese de descumprimento o processo penal seria novamente instaurado. CRÍTICAS:PRINCÍPIO DO TRATAMENTO COMPULSÓRIO
20 Aproximação que pretende enfrentar o fenômeno da criminalidade privilegiando toda forma de ação individual ou coletiva, visando corrigir as consequencias vivenciadas por ocasião de uma infração, a resolução do conflito ou a reconciliação das partes. Restaurar o máximo possível o estado anterior ao delito. Diálogo entre a vítima e o ofensor. Representa um novo paradigma aplicado ao processo penal.
21 Aplicação no âmbito do Juizado da Infância e Juventude. Preocupação somente com o acusado. Críticas: supressão de direitos e garantias, bem como da instantaneidade das respostas.
22 Justiça restaurativa preocupa-se com a vítima a Terapêutica preocupa-se com o acusado. A Justiça instantânea não só mantém a estrutura tradicional do processo penal como também a potencializa: reduz o tempo de duração do processo e sacrifica o tempo necessário para a maturação da decisão judicial. A vítima é esquecida.
23 A justiça terapêutica e Instantânea não fogem da mesma base epistemológica do tradicional processo penal. Não há diálogo. A Justiça restaurativa, apresente portanto um novo ideal, uma nova possibilidade de se enfrentar os conflitos criminais, abandonando-se o velho paradigma culpacastigo (retribuição) para um paradigma de diálogo-consenso.
PARTE 1 NOÇÕES GERAIS DE CRIMINOLOGIA
Sumário PARTE 1 NOÇÕES GERAIS DE Importância... 23 Conceito... 25 Funções (Finalidades)... 27 Métodos... 29 Objetos... 31 5.1. Introdução... 31 5.2. Crime... 31 5.3. Delinquente... 32 5.3.1. Conceito conforme
PARTE 1 NOÇÕES GERAIS DE CRIMINOLOGIA
Sumário PARTE 1 NOÇÕES GERAIS DE CRIMINOLOGIA Importância... 25 Conceito... 27 Funções (Finalidades)... 29 Métodos... 31 Objetos... 33 5.1. Introdução... 33 5.2. Crime... 33 5.3. Delinquente... 34 5.3.1.
SUMÁRIO INTRODUÇÃO... 33
SUMÁRIO INTRODUÇÃO... 33 Capítulo 1 NOÇÕES GERAIS SOBRE CRIMINOLOGIA... 41 1.1. Aspectos Históricos da Criminologia... 41 1.1.1. Direito de Punir... 45 1.2. Conceito de Criminologia... 52 1.3. Criminologia
SUMÁRIO INTRODUÇÃO... 39
SUMÁRIO INTRODUÇÃO... 39 Capítulo 1 NOÇÕES GERAIS SOBRE CRIMINOLOGIA... 47 1.1. Aspectos Históricos da Criminologia... 47 1.1.1. Direito de Punir... 51 1.2. Conceito de Criminologia... 58 1.3. Criminologia
Capítulo 2 Evolução Histórica da Criminologia... 17
S u m á r i o Capítulo 1 Conceito, Objeto e Método da Criminologia...1 1.1. Considerações Iniciais...1 1.2. Etiologia Criminal Criminogênese...3 1.3. As Vertentes do Crime...3 1.3.1. Direito penal e o
Sumário. Parte I INTRODUÇÃO
Parte I INTRODUÇÃO Capítulo I NOÇÕES GERAIS DE CRIMINOLOGIA... 19 1. Conceito de criminologia... 19 2. História da criminologia... 21 3. Evolução histórica do direito de punir e formação da sociedade disciplinar...
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